Uma entrevista

O segredo está em compreender
que é preciso acreditar para conseguir

No dia 18, o Pavilhão Atlântico recebe o grande evento O Segredo em Portugal, em redor do livro de Rhonda Byrne que não pára de vender milhões, em todo o mundo. A Mega Conferência será proferida por Bob Proctor, o filósofo divulgador deste conceito de ajuda pessoal. Na primeira parte, a palavra caberá a Adelino Cunha, impulsionador do sistema I Have the Power, concebido para treinar os seus alunos para o êxito. Os segredos d’O Segredo em Portugal.

– Quem for ao Pavilhão Atlântico, vai participar num grande espectáculo?
– Vai ser um evento com recurso a meios audiovisuais comparáveis aos grandes concertos internacionais. Constituirá um momento único e uma experiência emocionalmente intensa e que jamais será esquecida pelos que lá vão estar. Uma hora neste evento valerá por muitos livros. Se alguém quer mudar e melhorar a sua vida deve estar presente. A hora não é de adiar, mas sim de agir.

– Acredita que o espectador consegue apreender, de uma só vez, todos os conceitos do livro, nomeadamente a filosofia por detrás da Lei da Atracção e Vibração?
– Claro que apenas uma conferência não é suficiente, mas pode ser ela a dar um forte impulso na direcção dos nossos sonhos. Além disso é importante que as pessoas aprendam o que devem fazer antes de activarem a Lei da Atracção, e como reagir quando nos acontece atrair aquilo que não queremos. Acredito que para muitos isto é fundamental, por isso vou centrar a minha conferência neste tema.

– O actual cenário de crise vai alterar alguma coisa na vossa linha de discurso?
– Não altera. Sempre houve momentos de enormes desafios na história da humanidade e os princípios de êxito são universais e intemporais.

– Como comunicador deste fenómeno, acredita que o destino pertence a cada um de nós? Não haverá a hipótese de, por vezes, podermos atrair más vibrações quando estamos a tentar atrair as boas vibrações?
– Cada um de nós tem o poder de escolher, e a vida acontece em função das nossas decisões. Quando atraímos o que não queremos, estamos a tornar mais claro aquilo que realmente buscamos. Nunca conseguimos o que desejamos, mas sim aquilo em que acreditamos. Temos é de ser capazes de acreditar mais naquilo que queremos.

– Porque será que o fenómeno Segredo não surgiu antes?
– Creio ter havido uma conjugação de factores: a vontade de aperfeiçoamento das pessoas, a “crise” internacional e o sentimento de insegurança que provoca, bem como a campanha de marketing, nomeadamente o efeito “boca-a-boca”, a qualidade e credibilidade dos testemunhos dos intervenientes no livro/dvd.

– A conferência terá algum “efeito especial” destinado ao público português?
– Vai ser um momento histórico, já que é a primeira vez que se faz um evento desta magnitude na área do desenvolvimento pessoal e da excelência humana.

– O facto de sermos um povo desconfiado, às vezes deprimido, poderá condicionar a mensagem de Bob Proctor?
– Tenho a certeza de que somos tão capazes como qualquer povo. A diferença é que durante décadas sofremos um “treino mental” desajustado. Queremos contribuir para que deixe de ser assim.

– Qual vai ser o seu segredo para tornar convincente a sua comunicação no Pavilhão Atlântico?
– O maior segredo para se falar para tanta gente é falar para apenas uma pessoa, sendo essa um amigo.

– Não há o risco de se viverem estas coisas num espírito de seita, de povo escolhido?
– Acredito que as pessoas têm consciência da necessidade de viverem com equilíbrio, de ajustarem os seus objectivos à realidade. A maioria é muito generosa e, no fundo, qualquer um de nós sente a necessidade de contribuir para o bem dos outros e não apenas para a nossa satisfação pessoal.

– Bob Proctor disse que O Segredo está mudar o mundo. De que forma e a que prazo?
– De imediato. As pessoas logo que tomam consciência da sua própria importância e da responsabilidade que têm no seu futuro pessoal e no futuro da humanidade, começam logo a promover a mudança. Entram em acção, procuram mais informação e agem para se tornarem melhores, ajudando a que o mesmo aconteça aos que o rodeiam.

– Pessoalmente como aceita as críticas a O Segredo? Muitos acreditam que tudo não passa de uma farsa…
– Compreendo que haja críticas e isso é bom porque quem critica busca compreender. De qualquer forma sugiro que sejam cépticos, ou seja, duvidem, depois pratiquem e em seguida avaliem os resultados. No final terão mais certezas.

– Nestas conferências fala-se muito de “princípios de vida”. Pode dar-nos um exemplo de algum deles, e como nos podem fazer mais felizes?
– Não se deite sem fazer uma boa acção nesse dia. Não queira colher todos os dias. Semeie todos os dias…

– O conferencista também aprende durante a sua própria palestra?
– Quem dá uma palestra ou um seminário é quem mais aprende, pois aprende de si mesmo, através da sua preparação e reflexão, bem como da interacção com os outros. Ficamos com uma noção mais correcta da nossa responsabilidade e do efeito benéfico que conseguimos gerar. Seguindo este caminho, dentro de vinte anos teremos um país muito diferente.”

In Destak, 06.06.08, entrevista de Santos Rodrigues

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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4 respostas a Uma entrevista

  1. mf diz:

    Nâo dá resultado. Há meses que visualizo uma coisa que cá sei :a expulsão planetária dos adoradores do lucro e ainda cá estão todos e já apareceram mais alguns. Farto-me de imaginar uma Noruega mundial e nada.

  2. antonio diz:

    Dá sim, basta pensar em inglês…

    Fica mais ou menos nisto:

    In the times of the crisis, Mickael Carreira and global warning (é com ‘n’ mesmo…) you gadda out-think yourself outside da box and come up bith a really creative coppola of self-fulfilling próphecies that for the masses to circus because of bread shortage.
    Then you lay low for about twenty years or so, Ich pockette the monies, you got to keepes da loose change and your newly acquired wisdome and all things become one and a river runs thru’ it (and if you can’te see the sunne is because it don’t shine anymore, just turn up the lights).

    Conforme se vê, englishe gives you so much more… juste keepe youre hopes high and me pockets full. Many tanques para si também.

  3. JP diz:

    talvez convidando o sr byrne para fazer um esta’gio, tipo na Amareleja, uma semanita para ele ficar com a cabeca ‘a Ronda, que tal?

  4. Clara diz:

    aonde o mundo chegou … jajaja

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