<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Os jovens e os media</title>
	<atom:link href="http://5dias.net/2008/06/06/os-jovens-e-os-media/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://5dias.net/2008/06/06/os-jovens-e-os-media/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 26 May 2012 03:40:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
	<item>
		<title>Por: Tiago Lapa</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/06/os-jovens-e-os-media/comment-page-1/#comment-48594</link>
		<dc:creator>Tiago Lapa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 12:42:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3257#comment-48594</guid>
		<description>Só soube do artigo Público hoje (dia 12 de Junho). Lendo-o de facto verifica-se a confusão entre os resultados do inquérito presencial (representativo da população portuguesa) e do inquérito on-line, algo a que Eu e Rita Espanha somos, obviamente, alheios. Hoje em dia a produção de notícias parece um linha de montagem tayloriana. O título da notícia do público refere-se de facto aos inquiridos on-line não sendo portanto, longe disso, representativa da população juvenil portuguesa, os dados estão na página 327. Quanto ao inquérito presencial (representativo), segundo os dados da tabela 117 na página 131, mais de 90% dos jovens inquiridos têm 2 ou mais televisões em casa. 51,5% declaram que têm 3 aparelhos ou mais. Parte destes jovens terão uma televisão no seu quarto mas não sabemos a sua percentagem. Mas as conclusões que se podem tirar são as seguintes: &quot;para a esmagadora maioria dos lares a sala de estar não detém o monopólio da televisão, ela expandiu para outras divisões da casa e em muitos lares estará presente em quase todas as divisões como o quarto dos pais, dos filhos ou a cozinha. Esta expansão da televisão poderá significar uma fragmentação dos interesses dos membros do agregado familiar. A experiência de ver televisão é hoje mais individualizada e ter mais do que uma televisão em casa é solução para os interesses divergentes dos membros do grupo doméstico&quot; (p. 130).
De certo que muitos jovens pressionarão os pais para terem a sua própria televisão, o seu próprio telemóvel, etc. Não haverá grandes dúvidas que a &#039;sociedade de consumo&#039; exerce as suas coerções mesmo nas famílias mais pobres que vivem a prestações. Como diria Bauman hoje em dia os indivíduos definem-se mais como consumidores do que como cidadãos. Em sociedades como a China também vive-se cada vez mais a pressão dessa sociedade em gerações mais velhas dos pais aos avós sacrificam-se para fornecer aos mais jovens possibilidade de aceder aos objectos de consumo e ao seu &#039;status&#039; associado (ténis Nike, aparelhos electrónicos, etc).
Saudações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só soube do artigo Público hoje (dia 12 de Junho). Lendo-o de facto verifica-se a confusão entre os resultados do inquérito presencial (representativo da população portuguesa) e do inquérito on-line, algo a que Eu e Rita Espanha somos, obviamente, alheios. Hoje em dia a produção de notícias parece um linha de montagem tayloriana. O título da notícia do público refere-se de facto aos inquiridos on-line não sendo portanto, longe disso, representativa da população juvenil portuguesa, os dados estão na página 327. Quanto ao inquérito presencial (representativo), segundo os dados da tabela 117 na página 131, mais de 90% dos jovens inquiridos têm 2 ou mais televisões em casa. 51,5% declaram que têm 3 aparelhos ou mais. Parte destes jovens terão uma televisão no seu quarto mas não sabemos a sua percentagem. Mas as conclusões que se podem tirar são as seguintes: &#8220;para a esmagadora maioria dos lares a sala de estar não detém o monopólio da televisão, ela expandiu para outras divisões da casa e em muitos lares estará presente em quase todas as divisões como o quarto dos pais, dos filhos ou a cozinha. Esta expansão da televisão poderá significar uma fragmentação dos interesses dos membros do agregado familiar. A experiência de ver televisão é hoje mais individualizada e ter mais do que uma televisão em casa é solução para os interesses divergentes dos membros do grupo doméstico&#8221; (p. 130).<br />
De certo que muitos jovens pressionarão os pais para terem a sua própria televisão, o seu próprio telemóvel, etc. Não haverá grandes dúvidas que a &#8216;sociedade de consumo&#8217; exerce as suas coerções mesmo nas famílias mais pobres que vivem a prestações. Como diria Bauman hoje em dia os indivíduos definem-se mais como consumidores do que como cidadãos. Em sociedades como a China também vive-se cada vez mais a pressão dessa sociedade em gerações mais velhas dos pais aos avós sacrificam-se para fornecer aos mais jovens possibilidade de aceder aos objectos de consumo e ao seu &#8216;status&#8217; associado (ténis Nike, aparelhos electrónicos, etc).<br />
Saudações.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/06/06/os-jovens-e-os-media/comment-page-1/#comment-47252</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 05:53:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3257#comment-47252</guid>
		<description>Ora, aí está o  &quot;jornalismo preguiçoso, mesquinho e preconceituoso&quot;: uma das maiores fontes do monstro ( a quem chamam &quot;Portugal&quot; para despacharem o trabalho mais depressa). Bem detactado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora, aí está o  &#8220;jornalismo preguiçoso, mesquinho e preconceituoso&#8221;: uma das maiores fontes do monstro ( a quem chamam &#8220;Portugal&#8221; para despacharem o trabalho mais depressa). Bem detactado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

