Claro que é cómico ver o nosso primeiro a contorcer-se para inventar umas silabazitas numa espécie de Inglês. Mas igualmente desopilante é a resposta que o autor do chistoso post onde encontrei o vídeo endereça a um comentador inglês: “You don’t know the all story about this and about him. A did understood what he said. It’s not only that we are laughing about.”
Isto num blogue dedicado à educação. Acertou em cheio o tal comentador britânico: “Portuguese love to be critics eh?” Pois. Desde que seja só dos outros.




Subitamente fiquei com imensas saudades do Jorge Sampaio.
Dá para rir porque é nosso, identificamo-nos (quando um estrangeiro erra no inglês, nem ligamos).
Mas para os saloios que fizeram comentários no sítio ainda fica aquela dupla fruição: o prazer de se acharem melhores do que o patrão e as cócegas na ferida da inferioridade nacional (cuja culpa é sempre dos outros).
Ora também… O Sampaio era de Sintra e viveu em Boston em miúdo, este é ali de chima e aprendeu inglês na província e depois no último ano da faculdade…. já muito faz ele em não tropeçar (demasiado) no português. Isso tem cura…
Digo eu, mas a minha opinião aqui não conta, eu sou um fantoche.
já agora: o meu italiano é melhor que o do Mourinho (todo aprendido ‘sulla via’…) mas nem por isso ganho o que ele ganha. Azar o meu (e do meu italiano…)
«e depois no último ano da faculdade…. »
Did he, now?
O jeito para as línguas e a sorte de as aprender quando se é novo não são propriamente de louvar. Também não duvido que o inglês dele seja melhor que o da generalidade dos seus críticos. Mas não deixo de me surpreender pela lata de Sócrates em improvisar declarações em inglês. Um papelinho com um parágrafo escrito em 5 minutos por um membro da equipa seria uma simplex solution para um problema óbvio.
Inglês corrente não é com o sr. Sócrates. Ele é mais Inglês técnico.
Isto é um bocado humilhante.Mas estes tipos na juventude, em vez de estudar,ou ir passear para fora e aprender alguma coisa,andam nas Jotas!
Tudo se paga!
Se todo o mal que o Socrates faz a esta nação fosse ser um palhaço alvo de chacota dos seus pares europeus, ainda vivia eu em Portugal.