…Patinha Antão. Tem duas grandes qualidades : esteve no PCP e candidata, para a direcção, um morto. Espero que a moda pegue. Estou convencido que o PSD tal como o governo estariam muito melhor entregues aos mortos. Os outros candidatos não surpreenderam, Pedro Passos Coelho e Santana Lopes a mesma insustentável leveza do ser. A propósito, alguém explica ao Passos Coelho que o Estado são, entre muitas coisas, as escolas, os hospitais, as estradas, os polícias e os bombeiros… e que Portugal não tem Estado a mais, tem Estado a menos. Basta viver fora da betolândia para perceber isso. Finalmente, tive pena que Manuela Ferreira Leite não tivesse ido ao debate.




Eu acho é que Manuela Ferreira Leite está “morta” por perder as eleições, para que se possa safar deste frete.
O Rui Rio mandou uma piada a dizer que ainda vai ter que apagar o fogo no PSD, tendo dito a piada numa cerimónia dos bombeiros.
E estes comentadores na SICN, que estou agora a ouvir, sobretudo a directora do Semanário Económico (qualquer coisa Lopes, este nome “lopes” já enjoa…) não acharam piada.
Eu achei…!
Quem não tem piada é Mário Bettencourt Resendes, porque fala, fala, e não diz nada.
Quanto ao Luís “Lopes” Delgado, já nem o posso ouvir… de óculos.
Que (rico) trio.
Sem falar na jornalista, que até dá sono.
Quem é o morto do Patinha?
Ahhhhhhhhh…!
O Mário Bettencourt diz que o próximo líder do PSD vai ser um líder fraco.
Que grande novidade.
E estou eu a ouvir este pessoal…!
Ora aqui está um boa “piada”:
«Conselheiro da Jurisdição do PSD considera “vergonhoso” que Patinha Antão tenha incluído nome de um militante falecido na lista de candidatura»
Li no “Instante Fatal”
«Quem é o morto do Patinha?»
A notícia não diz quem é, mas diz que também tem “dois ex-militantes”: «(…) mas Patinha Antão era aquele que mais irregularidades comportava, não só porque foi o único que apresentou o nome de uma militante já falecido, o que significa que houve falsificação de assinatura, o que é crime, como apontava um militante social-democrata, mas também porque incluiu o nome e assinatura de dois ex-militantes (…)». No Público online.
Se não estou em erro o crime de falsificação não é de natureza pública, ou seja, acho que depende de queixa.
Mas, seja qual for a sua natureza do crime de falsificação, acho que era decente (para não dizer outra coisa) que esta merda fosse para o Ministério Público.
Naturalmente, por iniciativa do próprio Conselho de Jurisdição do PSD.
Francamente… que palhaçada.
Como se ter pertencido no passado ao PC, fosse algum cartão de visita recomendável… enfim, a esquerda do Lux e do sushi-sushi, derrete-se de gozo com a perspectiva de deixar de existir oposição. É disso que se trata e seria honesto assumirem a pretensão. Basta raspar um pouco o verniz, para surgir logo a carantonha mumificada do Lenine ou ainda pior. Tenham juízo!
Nuno Castelo-Branco,
Se o comentário é para mim, prefiro sushi-sashimi. E tem toda a razão, não é muito recomendável ter sido do PCP e estar no PSD. Ter ficado no PCP era muito mais sério.
Mais sério e sobretudo, bastante inútil. Há que ter sentido prático das coisas e aqueles senhores adormeceram há 120 anos.
Pingback: Arrastão: Os quatro
O Nuno reparou que para Passos Coelho tudo tem a ver com investimento, e crescimento, e bla bla bla? Ainda se admiram os seus apoiantes – e que apoiantes! – que lhe chamem teórico. Ora, por que será?
Cumprimentos de um conservador que gosta de o ler e que já tinha dado conta da sua ausência nos últimos tempos (estou a falar na terceira pessoa porque estive a ler o blogue de Santana Lopes a apoiar Santana Lopes).
Nuno Castelo-Branco,
Essa é uma das vantagens do comunismo: ter adormecido há 120 anos. O capitalismo, infelizmente, não dorme.
E estou de acordo consigo não há como a inteligência brilhante dos candidatos do PSD para que a nossa vida intelectual atinja o seu zénite. É tudo discursos repletos de conteúdo. A pátria está salva. Vou dormir descansado.
Caro Casca de Carvalho,
Bem observado, não há como estes debates para a produção nacional insuflar a golpes de efabulação.
Beto, ele? nã….
estado a menos?
portugal tem estado a menos?
o que é a betolandia?
o nuno ramos de almeida mora onde? em marvila?
em marvila ha estado a menos e em cascais estado a mais, é isso?
quem é esta gente?
esta gente tambem vota?
“Santana Lopes a mesma insustentável leveza do ser”: Mas que grande profundidade de análise !! Alguém explica ao Nuno que o Estado não são só “as escolas, os hospitais, as estradas, os polícias e os bombeiros”, e que quando o Passos Coelho se refere ao “Estado a mais” não se refere evidentemente às escolas e hospitais?
Pelos comentários se vê “ao estado a que isto chegou”.
The studio,
deve-se estar certamente a referir à bandeira e ao hino, pq quando gente como você e o seu Coelho de estimação dizem querer cortar nas despesas dos Estado, o resultado é sempre menos escolas, menos serviço nacional de saúde e menos apoios sociais. É a converseta do costume, o que vale é que ninguém já acredita. Nem vocês.
Estado a menos?????? Xiça, que ainda morro como o amigo do Patinha…
Pingback: 5 Dias, um blogue impróprio para cardíacos « O Insurgente
Sou eu o morto do Patinha!
Pingback: EsgrAvatar » Blog Archive » Uma ideia a reter
Mas algum dia alguém chamado Patinha podia ter aspirações a ser primeiro-ministro? Ainda por cima Patinha Antão!
Era como se alguém com o nome de um filósofo grego do século V a. C., que nem se sabe se terá existido mesmo, também quisesse ser primeiro-ministro! A menos que esse nome soasse melhor, «mais fino», do que um simples sr. Sousa.
Já agora, ter estado no PCP e agora estar no PS é tão pouco sério como ter estado no PCP e agora no PSD!
E ter estado no PCP, agora estar no PS e criticar a Ségolene Royal por dizer que o socialismo é incompatível com o Liberalismo? Isso é que é pouco sério!
Mas porque será que eles se mudam sempre para Partidos maiores? Podiam ir para o Bloco de Esquerda, por exemplo. Manuel Alegre podia dar o exemplo. Está muito mais próximo do Bloco do que do PS.
…mortos… e a julgar pelo cheiro…