A barbárie re-encenada pelas criancinhas

Só que com pequenos israelitas a fazer de nazis e miúdos árabes como vítimas de um pogrom em miniatura. No Dia da Memória do Holocausto.

(Obrigado ao/à tric pela dica)

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15 respostas a A barbárie re-encenada pelas criancinhas

  1. Luís Lavoura diz:

    Parece que a história é re-encenada, sem ser por criancinhas, e diariamente, em Hebron.

  2. BellaMafia diz:

    Caro Luís,

    A diferença reside no próprio texto:”Some two weeks ago, indictments were filed against 11 youths”

    Em Israel lida-se com crimes de ódio, no Estado Palestiniano, faz-se uma festa e pede-se mais!

    E mais não preciso dizer senão citar um dos advogados de defesa: “there is no doubt that this incident must be dealt with from an educational point of view, but at the same time each suspect should be judged according to his individual level of involvement”

  3. BellaMafia diz:

    Ao menos em Israel lida-se com o problema de uma forma séria, educacional e judicial.

    No Estado Palestiano batem-se palmas e pede-se mais.

  4. Luis Rainha diz:

    A diferença, em relação a quê? Esse fantasma da comparação é seu, não meu.
    Mas, já que está com a mão na massa, pode dar uma vista de olhos nisto.

  5. p diz:

    Miúdos à bofetada há em qualquer lugar do mundo. Aqui até assassinam e apanham pena suspensa. O que está bem, aliás. O comentário nem é por causa disso: é que refere o Holocausto como um facto real quando todos sabemos que é mera propaganda do complexo industrial e militar norte-americano e dos banqueiros judeus sionistas de Wall Street.

  6. jms diz:

    Que diabo, será que só os pais destas crianças é que se podem divertir com o tiro ao árabe? Parece-me injusto que se critique os meninos rabinos por imitarem os seus (rabinos) pais. A base da educação não é o exemplo? Então…

  7. BellaMafia diz:

    Penso que a sua resposta apenas enaltece o que disse, na Palestina jamais se esgrimia sobre o assunto, e olhe que eles fazem muito mais que esgrimir!

    Já agora qual é o objectivo do seu post? Enaltecer as qualidades da sociedade livre e responsável Israelita?

    p: o seu comentário é de cariz humorístico,certo?

  8. Luis Rainha diz:

    D.ª Bella,
    Deixei de a entender algumas linhas atrás.

  9. Não lhe parece abusivo extrapolar uma situação pontual? Não lhe parece absolutamente grotesco brincar com acontecimentos planeados em programa perfeitamente assumido pelos seus autores? E já agora, pergunte aos judeus russos o que Estaline lhes reservava, depois deles se ter servido para se guindar ao poder supremo. Faz-me recordar o bom uso que os russos deram aos campos de concentração de Hitler: após 45, encheram-nos com aqueles que se opunham à sua bestialidade.

  10. BellaMafia diz:

    Não diga isso caro Nuno, que aqui o caro LR tão depressa ajusta o fenómeno do holocausto a crianças estúpidas como, à falta de argumento/paciência, diz que se perde no raciocínio alheio.

    De certeza que os jovens israelitas são o melhor exemplo nazi da sociedade actual… e os jovens palestinianos das vitimas do holocausto.

  11. o sátiro diz:

    Está toda a gente doentiamente à espreita que Israel pise o risco que censuram, todos os dias, o genocídio racista no Darfur, a pobreza miserável no Zimvabwé, as lutas tribais em quase toda a África-a começar pela Somália-, o campo de concentração gigante que é Coreia do Norte( quantas notícias deram em 50 anos sobre os presos coreanos???), os presos políticos de Cuba( quando é que falam neles?), o Tibete ocupado( quantas vezes falaram em 50 anos na usurpação da autonomia tibetana?)…
    É mesmo ódio a Israel.
    Faz lembrar um partido chamado “nacional-socialista dos trabalhadores alemães”.

  12. o sátiro diz:

    Obcecados com Israel.
    Imagens bem reais e piores do que essas há por esse mundo, mas não são “visíveis”.
    Então:
    genocídio racista islâmico no Darfur.
    campo de concentração gigante na Coreia do Norte( quantas vezes nos últimos 50 anos se falou nos presos coreanos?).
    pobreza miserável no Zimbabwé.
    presos políticos cubanos( quando é que se fala neles?).
    Invasão do Tibete( com excepção dos últimos meses, quantas vezes se falou na usurpação do Tibete pelos chineses? e no 1,5 milhão de mortos, segundo a Amnistia Internacional?)
    Etc…
    E não esquecer a TV do Hamas que ensina crianças na escola a destruir Israel.
    Este ódio a Israel, assente em hipocrisia cruel, faz lembrar o “partido nacional-socialista dos trabalhadores alemães”!

  13. O que está fora de cuestión é a judeofobia de quen mira con lupa as imperfeçoes dunha sociedade aberta e plural como Israel e non presta a mesma atención as multiples imperfeçoes dos seus hostiles vecinhos, non precisamente sociedades abertas e plurais. Shalom

  14. Euroliberal diz:

    Ad usum mafiosos e outros nazi-sionistas ignorantes:

    Não há povo judeu (mas apenas comunidade religiosa judaica) e os palestinianos são os descendentes directos dos habitantes autóctones da Palestina do tempo de Cristo, tendo-se apenas posteriormente convertido ao cristianismo e ao islão, mas mantendo sempre a identidade étnica semita. Os israelitas judeus de hoje nada têm a ver com a Palestina, mesmo de forma longínqua, já que descendem maioritáriamente (askenazins, 90% deles) dos turco-khazares, povo não semita, e que mesmo os sefarditas, esses de facto semitas, mas de origem berbere-magrebina, não têm origem palestiniana, tendo acompanhado os muçulmanos na invasão da Península em 711, dando origem aos sefarditas espanhóis (Sefarad = Espanha em hebraico). Como pode uma comunidade religiosa COMPLETAMENTE estranha à Palestina limpar étnicamente esta do seu povo autóctone, massacrando-o, guettizando-o e apartheidizando-o impunemente durante 60 anos ? DEVIDO À COBARDIA DO MUNDO PERANTE ESTE CRIME CONTRA A HUMANIDADE DOS NAZI-SIONISTAS QUE URGE DENUNCIAR ! A Palestina deve ser um estado único, democrático, multicultural, baseado no “one man, one vote” para todos os palestinianos, no território ou exilados desde o início da Nakba, sejam eles muçulmanos, cristãos ou judeus. Não ao estado fundamentalista, racista, apartheidesco, ditatorial e militarista de Israel !

    ATENÇÃO:
    Importante entrevista do historiador israelita Shlomo Sand:

    ENTREVISTA
    “El pueblo judío es una invención”
    El historiador israelí Shlomo Sand cuestiona varios de los mitos oficiales del sionismo en su libro Cuándo y cómo se inventó el pueblo judío.

    Shlomo Sand, profesor de Historia de Europa en la Universidad de Tel Aviv, acaba de publicar “Cuándo y cómo se inventó el pueblo judío”, donde cuestiona algunos principios de la historia sionista oficial.

    El libro se ha mantenido cuatro semanas en la lista de los más vendidos en Israel, algo que Sand no acaba de entender. A cambio ha tenido pagar el peaje de recibir anónimos donde se le amenaza e insulta, llamándole kelev natzi masria (perro nazi apestoso) y otras lindezas. Sin embargo, no parece muy preocupado. El libro contiene dos tesis que en el pasado tuvieron cierto predicamento, también entre historiadores sionistas, pero que hoy han sido archivadas: que los actuales judíos provienen de pueblos paganos que se convirtieron al judaísmo lejos de Palestina, y por lo tanto no descienden de los antiguos judíos, y que los palestinos árabes son los únicos descendientes de los antiguos judíos.

    Decir que el pueblo judío es una invención del siglo XIX parece una provocación.

    A finales del XVIII y principios del XIX surgió el nacionalismo, y en la segunda parte del XIX se cimentó la idea del nacionalismo judío. Los franceses sabían que su pueblo existía desde los galos, los alemanes sabían que su pueblo existía desde los teutones, y los judíos empezaron a pensar que eran un pueblo desde el segundo Templo.

    Y en su opinión eso no es correcto.

    Sostengo que eso es una “invención”, de la misma manera que no creo que hubiera un pueblo francés hace 250 años. La mayoría que vivía en el reino francés no sabían que eran franceses, incluso no lo sabían en la primera mitad del siglo XIX.

    Sin embargo, los judíos siempre han tenido una identidad.

    No creo que haya habido un pueblo judío hasta recientemente. Incluso le diré que ni siquiera pienso que hoy haya un pueblo judío.

    ¿Por qué?

    La Biblia no es un libro histórico, es un libro de teología. Fueron los protestantes, y luego los judíos, los que convirtieron la Biblia en un libro de historia.

    ¿El pueblo judío es una invención cristiana?

    Así es. Pongamos por ejemplo el supuesto exilio judío. El exilio nunca existió. Cuando los romanos destruyeron el Templo en el año 70 de la era cristiana, no expulsaron a los judíos por la fuerza. Los romanos nunca exiliaron a pueblos, algo que sí hicieron los asirios y los babilonios con algunas elites.

    ¿Cuándo empezó entonces esa versión de la historia?

    La historia sionista tomó un mito cristiano del mártir Justino, que fue el primero que dijo, en el siglo III, que Dios había castigado a los judíos con el exilio porque no aceptaron a Jesús. Esa es la primera vez que afirma que los judíos fueron deportados.

    Entonces, no hubo deportación…

    Es cierto que los romanos no permitieron a los judíos que vivieran en Jerusalén, pero los cristianos crearon la fantasía de que no se les permitió vivir en toda Judea. La raíz del mito del exilio judío es cristiana. Nunca hubo exilio. No hay ningún libro científico que lo diga. En los billetes de 50 shekels se dice que Tito deportó a los judíos, pero es un mito.

    Esto va en contra de lo que se dice comúnmente.

    Así es, aunque ahora hay historiadores que dicen “Bueno, no hubo exilio pero sí que hubo emigración”. Lo cierto es que como los griegos y los fenicios, los judíos viajaron por el Mediterráneo…

    ¿Acaso no es cierto? En España ya había judíos en aquella época.

    Antes de Jesucristo había en Palestina entre medio millón y un millón de judíos. La inmensa mayoría, un noventa por ciento, o quizás un noventa y cinco por ciento, eran campesinos. Los judíos no eran como los fenicios o los griegos, no viajaban tanto como ellos por el mar. La proporción de los que salieron es infinitamente muy pequeña.

    ¿Incluso después de la destrucción del Templo en el año 70?

    Incluso entonces. Lo que ocurrió antes del 70, en el periodo que va de los Macabeos a Adriano, es que el judaísmo comenzó a dispersarse. Atención, el judaísmo fue el que se dispersó, no los judíos. Es cierto que salieron comerciantes y soldados que llevaron consigo la idea monoteísta, pero no fueron muchos. Los Macabeos conquistaron Edom y obligaron por la fuerza a sus habitantes a convertirse al judaísmo. Lo mismo ocurrió en Galilea. Desde el siglo II antes de Cristo hasta el siglo II después de Cristo, el judaísmo fue el primer monoteísmo proselitista.

    ¿Ocurrió lo mismo en la diáspora?

    En el Mediterráneo, a finales del siglo I después de Cristo había cuatro millones de creyentes judíos. Es en ese periodo proselitista cuando el judaísmo se proyecta en el Mediterráneo.

    ¿Quiere decir que la mayoría de los judíos del Mediterráneo no venían de Palestina?

    Efectivamente, la inmensa mayoría no venían de Palestina. Eran conversos. Desde la época de Adriano, en el siglo II, se experimentó una caída drástica del número de judíos porque muchos se convirtieron al cristianismo. De cuatro millones de creyentes judíos se bajó a un millón.

    ¿Se convirtieron al cristianismo?

    Y lo que voy a decir ahora está relacionado con España. A principios del siglo IV se produce la victoria del cristianismo con Constantino y decrece el número de judíos. El judaísmo prevalece sobre todo en Palestina, en Babilonia y en el norte de África. En el norte de África, en el siglo VII, cuando llega el islam, quienes luchan contra el islam son los judíos. Hay una reina judía bereber, Dahia Kahina, que luchó contra los musulmanes. El historiador árabe Ibn Jaldun menciona que en la zona había tribus judías muy populosas. La reina Kahina murió luchando contra los musulmanes en 694. Tariq ibn Ziyad, el conquistador de España en 711, era bereber. Hay muchos testimonios cristianos antiguos que dicen que los conquistadores eran judíos y musulmanes. Muchos judíos se sumaron al ejército musulmán porque padecieron mucho durante los reinos visigodos.

    ¿Sólo entonces entran los judíos en España de forma masiva?

    Me he preguntado a menudo por qué había tantos judíos en España y no en Francia o Italia, por qué había tantos judíos en el lugar geográficamente más alejado de Palestina. Es obvio que hubo algunos soldados y comerciantes que se convirtieron, como en Francia o Italia. Pero, ¿por qué de repente hay tantos judíos en España? Creo que la respuesta se ha de buscar en la conquista bereber de judíos y musulmanes. El conquistador Tariq ibn Ziyad pertenecía a la tribu Nafusa, la misma tribu de la reina Kahina. Si en 711 Tariq ocupó un puesto tan destacado, es muy posible que en 694 fuera un soldado en el ejército judío de Kahina. No puede ser de otra manera. Con gran seguridad Tariq era un judío que se convirtió al islam. Si se leen los testimonios antiguos, se ve que los cristianos acusan conjuntamente a los musulmanes y a los judíos de la conquista de España. Creo que es por eso por lo que el número de judíos en España es tan superior al número de judíos en Francia o Italia.

    Entonces, ¿la mayoría de los judíos españoles provenían de los judíos bereberes conversos?

    En efecto. Pondré otro ejemplo, el de los judíos de Yemen. También hubo un reino judío en Yemen durante 120 años, a finales del siglo V y principios del VI, una tribu que se había convertido al judaísmo.

    Usted menciona también el reino de los jázaros, un pueblo originario de Asia central, que se convirtió al judaísmo.

    Con los jázaros ocurre exactamente lo mismo: es el judaísmo, y no los judíos, el que se expande. La masa demográfica más numerosa es la de los jázaros. Es curioso que el sionismo reconoce la importancia de los jázaros hasta 1967, y después deja de ser una tesis legítima.

    ¿De los jázaros provienen los judíos ashkenazis de Europa?

    Así es. Los mongoles expulsaron a los jázaros hacia Europa. No puede ser que los judíos de Polonia vengan de Alemania, porque en Alemania, en los siglos XII y XIII, apenas había unos cientos de judíos, y de ahí no se puede pasar de la noche a la mañana a tres millones de judíos en Polonia, es sencillamente imposible. Los judíos de Polonia, y de otros países de Europa oriental, sólo pueden venir de los jázaros. Todavía en 1961 hay un prestigioso historiador israelí que afirma que los jázaros son los antepasados de los judíos de Europa oriental. Entonces aún se aceptaba que no provenían de Alemania.

    Su teoría es que la inmensa mayoría de los judíos de hoy no provienen de Palestina sino de otros pueblos que se convirtieron al judaísmo.

    Así es. Pero hay otra cuestión importante: Si no hubo exilio en Palestina, si los romanos no expulsaron a los judíos, ¿qué les ocurrió a los judíos de Palestina? Hay muchos historiadores israelíes, incluidos Yitzhak ben Zvi, el segundo presidente de Israel, o David ben Gurion, que hasta 1929 afirman que los palestinos árabes son los verdaderos descendientes de los judíos. Esta tesis que sostuvieron los mayores sionistas se murió en 1929. Todavía en 1918 Ben Zvi y Ben Gurion escribieron juntos un libro donde se afirma que los palestinos son los auténticos descendientes de los judíos. Sin embargo, decir esto hoy es causa de escándalo.

    El sionismo no lo acepta.

    Es necesario comprender que hay dos versiones del nacionalismo, una del río Rin hacia Occidente y otra del Rin hacia Oriente. En todas partes se inicia el nacionalismo como un fenómeno racista etnocéntrico, pero en Occidente deriva hacia un movimiento político civil. En cambio, al Oriente del Rin prevalece su carácter etnocéntrico. En las dos partes hay racismo. En Francia, si tienes la nacionalidad francesa eres francés, gracias a los valores republicanos. Pero en Alemania, incluso aunque tengas la nacionalidad no eres necesariamente alemán. En Polonia, desde 1919, si no eres católico no eres polaco. El sionismo nació entre Alemania y Polonia y por eso recibió una forma medio alemana y medio polaca.

    Pero un judío es el hijo de una madre judía.

    Sí según la ley religiosa, pero para el sionismo el judaísmo es pueblo y nación. No se puede entrar pero tampoco se puede salir. Sólo se puede entrar si te conviertes religiosamente. El sionismo no era religioso pero utilizó la religión porque no disponía de otros instrumentos para delimitar el judaísmo. Mi tesis es que el sionismo asumió los componentes etno-religiosos de los polacos y etno-biológicos de los alemanes y creó una especie de nacionalismo cerrado, que no es político ni civil como fueron los nacionalismos occidentales.

    ¿Y cuál es su pronóstico de cara al futuro?

    Al día de hoy el sionismo conserva su carácter etnoreligioso y creo que eso destruirá el Estado de Israel.

    ¿Por qué?

    El Estado de Israel dice que es el Estado del pueblo judío y que es un Estado democrático y judío, y eso es un oxímoron, una contradicción. Un Estado democrático pertenece a todos sus ciudadanos. Una cuarta parte de los ciudadanos de Israel no son judíos, pero el Estado dice que pertenece sólo a los judíos. Hay leyes que dicen que el Estado es judío, y que el Estado no está abierto a los demás. El sionismo no reconoce a los “israelíes” no judíos y esto no puede continuar. Incluso si Israel sale de los territorios ocupados no habrá calma. Los árabes están viviendo en un Estado que dice que no es de ellos, en cuyo himno nacional se habla del “espíritu judío”. ¿Cuánto tiempo puede durar esta situación?

    http://www.publico.es/121692/el/pueblo/judio/invencion

  15. Euroliberal diz:

    O amigo galego Seoane, um grande brincalhão, vem aqui chamar à entidade nazi-sionista uma “sociedade aberta e plural”…

    COMO ? Uma ditadura que só dá direito de voto a menos de 40% DOS RESIDENTES DE JURE ?

    Que executa sumariamente (targeted killings) centenas de oposiocionistas ao regime de apartheid por ano ? Você está bêbado ?

    Uma sociedade que mantém na prisão sem julgamento mais de 12.500 oposicionistas à ditadura do apartheid ? E Fidel, com 150, é o que é então ? O campeão da democracia ? Desde quando é que ditadura, assassínios políticos, apartheis guettos e fundamentalismo judeiu são abertos e plurais ! Se quer escrever na blogosfera, NÃO BEBA !

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