Não há borracha que corrija esta

A estação de Metro do Parque, talvez a mais bonita e culta de Lisboa, está decorada com citações de grandes e celebrados filósofos (foi nestes átrios que descobri que malta como Platão escrevia em Francês). Incluindo algumas letras garrafais gravadas em metal; como esta assinatura, de alguém com um nome muito parecido com o do Friedrich Nietzsche.

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3 respostas a Não há borracha que corrija esta

  1. Isso é coisa do acordo ortográfico.

  2. n diz:

    é que a estação foi oferecida por um artista estrangeiro e aquilo deve vir como ele pensou

  3. Acontece a todos, até aos verdadeiros artistas 🙂

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