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	<title>Comentários em: Cristóvão Bond e os Bokors nacionais</title>
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		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44277</link>
		<dc:creator>Dorean Paxorales</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 23:03:36 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo Pinto,

Sem dúvida que também franceses, alemães e italianos não convenceram milhões que são todos iguais sem bastante cuspo. Aliás, a nacionalidade é um eufemismo para muitos espanhóis moldados por Franco: por lá ainda se celebra o dia da &quot;Hispanidad&quot;. Que tem pouco que ver com as comunidades de emigrantes ou poetas zarolhos, diria eu.

Quanto ao dizer mal... Veja esta entrevista com o Sánchez Dragó, como exemplo:
http://www.youtube.com/watch?v=ctUbb8jjlI8</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Pinto,</p>
<p>Sem dúvida que também franceses, alemães e italianos não convenceram milhões que são todos iguais sem bastante cuspo. Aliás, a nacionalidade é um eufemismo para muitos espanhóis moldados por Franco: por lá ainda se celebra o dia da &#8220;Hispanidad&#8221;. Que tem pouco que ver com as comunidades de emigrantes ou poetas zarolhos, diria eu.</p>
<p>Quanto ao dizer mal&#8230; Veja esta entrevista com o Sánchez Dragó, como exemplo:<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ctUbb8jjlI8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44229</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 17:12:55 +0000</pubDate>
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		<description>Um acrescento: ainda bem q pôs o &quot;nosso&quot; do Viriato entre parêntesis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um acrescento: ainda bem q pôs o &#8220;nosso&#8221; do Viriato entre parêntesis.</p>
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		<title>Por: Paulo Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44224</link>
		<dc:creator>Paulo Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 16:35:59 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade. Aliás, basta ler o &quot;Comment on raconte l&#039;Histoire aux enfants&quot; do Marc Ferro (que por cá se chama, estupidamente, &quot;Falsificações da História&quot;) para se perceber a leveza do que se passa em Portugal. Mas permita-me: não me fale em &quot;nacionalidade espanhola&quot;, que é uma coisa construída, forjada, moldada pelo contralismo de Castilla-León, de que Franco deu um bom contributo. &quot;Espanha&quot; precisa de um cimento e de uma Araldite de que Portugal não necessita. Felizmente. Portanto, não há comparação a fazer. Ah! Só uma coisa: não sei se os espanhóis gostam mais do seu país do que os portugueses do seu, mas parece-me qie dirão menos mal dele no seu dia-a-dia e, portanto, não precisam destes &quot;heróis&quot; de pacotilha para compensar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade. Aliás, basta ler o &#8220;Comment on raconte l&#8217;Histoire aux enfants&#8221; do Marc Ferro (que por cá se chama, estupidamente, &#8220;Falsificações da História&#8221;) para se perceber a leveza do que se passa em Portugal. Mas permita-me: não me fale em &#8220;nacionalidade espanhola&#8221;, que é uma coisa construída, forjada, moldada pelo contralismo de Castilla-León, de que Franco deu um bom contributo. &#8220;Espanha&#8221; precisa de um cimento e de uma Araldite de que Portugal não necessita. Felizmente. Portanto, não há comparação a fazer. Ah! Só uma coisa: não sei se os espanhóis gostam mais do seu país do que os portugueses do seu, mas parece-me qie dirão menos mal dele no seu dia-a-dia e, portanto, não precisam destes &#8220;heróis&#8221; de pacotilha para compensar.</p>
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	<item>
		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44216</link>
		<dc:creator>Dorean Paxorales</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 15:27:50 +0000</pubDate>
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		<description>Reescreve-se a História aqui com um chauvinismo muito mais suave do que em qualquer outro país. 

Espanha é um bom exemplo: na praça do Oriente, em frente ao palácio real, estão estátuas de &quot;Ordoños&quot; e &quot;Alfonsos&quot; que alcançam idos tempos de 500 (d.C.). Pergunte-se a quem passar, dir-lhe-ão que são os reis de Espanha. 
(há uma grande ironia aqui pois, para chegar àquele lugar vindo das Puertas del Sol, passa-se por uma &quot;praça da Restauração&quot;, celebrando a independência resgatada aos franceses, que foram quem deu o nome ao país no séc.XIX)

Na literatura séria, o &quot;nosso&quot; Viriato é descrito como um percursor da nacionalidade espanhola e, num livrito juvenil de história da Europa, a conquista de Lisboa está inserida no timeline de Espanha, por supuesto.

Com exemplos de marketing nacional assim, escamoteando factos históricos e promovendo megalomanias, a ressurreição da teoria do Colombo português é um entretenimento de crianças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reescreve-se a História aqui com um chauvinismo muito mais suave do que em qualquer outro país. </p>
<p>Espanha é um bom exemplo: na praça do Oriente, em frente ao palácio real, estão estátuas de &#8220;Ordoños&#8221; e &#8220;Alfonsos&#8221; que alcançam idos tempos de 500 (d.C.). Pergunte-se a quem passar, dir-lhe-ão que são os reis de Espanha.<br />
(há uma grande ironia aqui pois, para chegar àquele lugar vindo das Puertas del Sol, passa-se por uma &#8220;praça da Restauração&#8221;, celebrando a independência resgatada aos franceses, que foram quem deu o nome ao país no séc.XIX)</p>
<p>Na literatura séria, o &#8220;nosso&#8221; Viriato é descrito como um percursor da nacionalidade espanhola e, num livrito juvenil de história da Europa, a conquista de Lisboa está inserida no timeline de Espanha, por supuesto.</p>
<p>Com exemplos de marketing nacional assim, escamoteando factos históricos e promovendo megalomanias, a ressurreição da teoria do Colombo português é um entretenimento de crianças.</p>
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	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44105</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 00:10:05 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo Pinto,
Pode chamar-me Alvega, ou o que entender (aliás, tenhos amigos/as que utilizam nomes que só eles usam, e Alvega representa novidade). Não vejo problema em que haja pessoas que optem pelo sensacionalismo, têm o seu lugar no espaço dedicado à cultura de massas, o que me parece deslocado é que queiram fazer disso ciência, rivalizando argumentos com quem se dedica em exclusivo ao estudo dessas matérias. 
Ab
RAF (ou Alvega, como preferir)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Pinto,<br />
Pode chamar-me Alvega, ou o que entender (aliás, tenhos amigos/as que utilizam nomes que só eles usam, e Alvega representa novidade). Não vejo problema em que haja pessoas que optem pelo sensacionalismo, têm o seu lugar no espaço dedicado à cultura de massas, o que me parece deslocado é que queiram fazer disso ciência, rivalizando argumentos com quem se dedica em exclusivo ao estudo dessas matérias.<br />
Ab<br />
RAF (ou Alvega, como preferir)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Inês Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44041</link>
		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 18:54:29 +0000</pubDate>
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		<description>Bela sardinhada, Sr.Pinto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela sardinhada, Sr.Pinto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44015</link>
		<dc:creator>Paulo Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:06:24 +0000</pubDate>
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		<description>Eu reformulo: ninguém pode retirar o mérito como historiador ao Veríssimo Serrão, sobretudo em áreas específicas, como o Brasil filipino. Já noutras áreas é um desastre. Noutras, ainda, é mais do que tendencioso (como na história do século XX). Mas a ideologia tolda-lhe o discurso. E está muito velho. Dizem as más-línguas que ganhou um ódio de morte a tudo o que era &quot;esquerda&quot; porque tinha posse marcada, no governo de Caetano, como ministro, no dia... 25 de Abril de 74. Não sei se é verdade ou não, mas é bene trovato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu reformulo: ninguém pode retirar o mérito como historiador ao Veríssimo Serrão, sobretudo em áreas específicas, como o Brasil filipino. Já noutras áreas é um desastre. Noutras, ainda, é mais do que tendencioso (como na história do século XX). Mas a ideologia tolda-lhe o discurso. E está muito velho. Dizem as más-línguas que ganhou um ódio de morte a tudo o que era &#8220;esquerda&#8221; porque tinha posse marcada, no governo de Caetano, como ministro, no dia&#8230; 25 de Abril de 74. Não sei se é verdade ou não, mas é bene trovato.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-44006</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:22:25 +0000</pubDate>
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		<description>Ora viste como sardinhas requentadas no micro-ondas a acompanhar o café da manhã não são, forçosamente, menu que se desdenhe? Especialmente depois de uma reclusão quase monacal, com o q isso deve ter de ascetismo.
Ah! Esta tua frase “O mérito e o valor do decano da historiografia portuguesa não pode ser contestado, mas as suas ideias nacionalistas são bem conhecidas.” não corresponde inteiramente à verdade, porque cabelos brancos e rugas quase implicam, neste país, cegueira perante o óbvio, logo serão raros os que, fora de determinados círculos, reconheçam a evidência, a saber, q o homem tem, frequentemente, o espírito toldado pelo nacionalismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora viste como sardinhas requentadas no micro-ondas a acompanhar o café da manhã não são, forçosamente, menu que se desdenhe? Especialmente depois de uma reclusão quase monacal, com o q isso deve ter de ascetismo.<br />
Ah! Esta tua frase “O mérito e o valor do decano da historiografia portuguesa não pode ser contestado, mas as suas ideias nacionalistas são bem conhecidas.” não corresponde inteiramente à verdade, porque cabelos brancos e rugas quase implicam, neste país, cegueira perante o óbvio, logo serão raros os que, fora de determinados círculos, reconheçam a evidência, a saber, q o homem tem, frequentemente, o espírito toldado pelo nacionalismo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-43999</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:00:21 +0000</pubDate>
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		<description>Belo e sumarento texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo e sumarento texto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: J. C. S. J.</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-43996</link>
		<dc:creator>J. C. S. J.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:54:51 +0000</pubDate>
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		<description>O pior nem é o facto de se querer Colombo como mais um dos míticos portugueses dos Descobrimentos. O pior mesmo é o atestado de incompetência que curiosos - muitas vezes mal intencionados - querem passar a todos os historiadores e se eles são incompetentes nesta área também o serão nas outras: a negação pseudo-científica do Shoah é o exemplo mais radical, mas já existe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O pior nem é o facto de se querer Colombo como mais um dos míticos portugueses dos Descobrimentos. O pior mesmo é o atestado de incompetência que curiosos &#8211; muitas vezes mal intencionados &#8211; querem passar a todos os historiadores e se eles são incompetentes nesta área também o serão nas outras: a negação pseudo-científica do Shoah é o exemplo mais radical, mas já existe.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-43990</link>
		<dc:creator>Paulo Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:39:12 +0000</pubDate>
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		<description>Pois, caro Major Alvega (desculpe-me, mas essa sigla é irresistível), não é por acaso que a Maya e os astrólogos têm tempo de antena, e os astrónomos, não. Provavelmente, o seu pai terá escrito um ensaio rigoroso e lúcido (como é apanágio da sua obra, aliás), mas isso não vende papel. Se alguma vez foi publicado, só estará disponível na Biblioteca Nacional, provavelmente.
Alguma vez viu o &quot;Zelig&quot;, do Woody Allen? Há uma frase memorável de um dos testemunhos, se não me engano, do New York Times, que afirma acerca do personagem que, pela primeira vez, só tinham que escrever a verdade para vender jornais, algo nunca visto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, caro Major Alvega (desculpe-me, mas essa sigla é irresistível), não é por acaso que a Maya e os astrólogos têm tempo de antena, e os astrónomos, não. Provavelmente, o seu pai terá escrito um ensaio rigoroso e lúcido (como é apanágio da sua obra, aliás), mas isso não vende papel. Se alguma vez foi publicado, só estará disponível na Biblioteca Nacional, provavelmente.<br />
Alguma vez viu o &#8220;Zelig&#8221;, do Woody Allen? Há uma frase memorável de um dos testemunhos, se não me engano, do New York Times, que afirma acerca do personagem que, pela primeira vez, só tinham que escrever a verdade para vender jornais, algo nunca visto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-43982</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:01:16 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo Pinto,

&quot;Podiam ter pedido a opinião a outro, por exemplo, a Luís Adão da Fonseca, mas a mais que provável resposta estragava-lhes o retrato&quot;.

Na altura, quando a questão veio à baila, perguntei ao meu pai, Luis Adão da Fonseca, o que pensava ele da &quot;tese&quot; do Cristóvão Colombo português. A resposta coincide com aquilo que o Paulo antecipa como provável: que a mesma não tem suporte nos factos e documentos conhecidos até hoje. Se a memória não me falha, recordo-me de o ver analisar com afinco e pormenor as diversas falácias (técnicas, obviamente) do livro de Macarenhas Barreto, mas não estou certo se chegou a ser publicado algum texto.
Ab
RAF</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Pinto,</p>
<p>&#8220;Podiam ter pedido a opinião a outro, por exemplo, a Luís Adão da Fonseca, mas a mais que provável resposta estragava-lhes o retrato&#8221;.</p>
<p>Na altura, quando a questão veio à baila, perguntei ao meu pai, Luis Adão da Fonseca, o que pensava ele da &#8220;tese&#8221; do Cristóvão Colombo português. A resposta coincide com aquilo que o Paulo antecipa como provável: que a mesma não tem suporte nos factos e documentos conhecidos até hoje. Se a memória não me falha, recordo-me de o ver analisar com afinco e pormenor as diversas falácias (técnicas, obviamente) do livro de Macarenhas Barreto, mas não estou certo se chegou a ser publicado algum texto.<br />
Ab<br />
RAF</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/cristovao-bond-ou-os-bokors-a-portuguesa/comment-page-1/#comment-43979</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:53:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3140#comment-43979</guid>
		<description>Caro Paulo Pinto,
Um bom texto. 
Há sempre quem goste de ver a História de acordo com os seus anseios mas, do que aprendi em casa, desde pequenino, essa abordagem chama-se &quot;romance&quot;. A História, essa, é mais transpiração e estudo do que propriamente criatividade, nem sempre tem um final &quot;feliz&quot;, mas enfim, na era da (des)informação descartável, a verdadeira História interessa muito pouco.
Ab
RAF</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Pinto,<br />
Um bom texto.<br />
Há sempre quem goste de ver a História de acordo com os seus anseios mas, do que aprendi em casa, desde pequenino, essa abordagem chama-se &#8220;romance&#8221;. A História, essa, é mais transpiração e estudo do que propriamente criatividade, nem sempre tem um final &#8220;feliz&#8221;, mas enfim, na era da (des)informação descartável, a verdadeira História interessa muito pouco.<br />
Ab<br />
RAF</p>
]]></content:encoded>
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