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	<title>Comentários em: adira ao msp &#8212; pergunte-me como</title>
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		<title>Por: Tárique</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-46927</link>
		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 13:57:18 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;Povos mais desenvolvidos principalmente do ponto de vista cultural (por exemplo os países escandinavos), já alteraram o seu estilo de vida,&lt;/i&gt;

os noruegueses sobem as colinas das suas cidades  de bicicleta , e na suécia não se vendem aquecedores eléctricos. 

quanto gasóleo não se pouparia se o estado não tivesse desbaratado os fundos europeus a criar em portugal das maior densidades de estradas e autoestradas da europa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>Povos mais desenvolvidos principalmente do ponto de vista cultural (por exemplo os países escandinavos), já alteraram o seu estilo de vida,</i></p>
<p>os noruegueses sobem as colinas das suas cidades  de bicicleta , e na suécia não se vendem aquecedores eléctricos. </p>
<p>quanto gasóleo não se pouparia se o estado não tivesse desbaratado os fundos europeus a criar em portugal das maior densidades de estradas e autoestradas da europa</p>
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		<title>Por: Tárique</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-46919</link>
		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 13:36:44 +0000</pubDate>
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		<description>E que tal o estado deixar de subsidiar estradas para os carros andarem? E que tal serem precisos menos taxis por termos transportes públicos como deve ser ?  

fala-se tanto de adaptações para ficar tudo na mesma quando o mais fácil é simplesmente andar menos (ou nada) de carro. não dá? é impossível, irrealista ? criem-se condições para que seja possível! Vão ter que se criar de qualquer forma  , seja por vontade mais ou menos democrática ou imposição natural.

isto tudo fez-me lembrar o belmiro que agora distribui uns sacos plásticos especiais que são ligeiramente menos poluentes , depois de ter feito lobbie contra uma medida que implicou na prática  sua redução drástica nos países onde foi tomada.

Fernanda, os táxis no Brasil andam a gás natural mas, a propósito, acerca da sua sugestão de adaptação para gpl , e da frase &quot;os que têm passam bem, os que não têm passam mal&quot;...
...  Portugal tem gás natural ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E que tal o estado deixar de subsidiar estradas para os carros andarem? E que tal serem precisos menos taxis por termos transportes públicos como deve ser ?  </p>
<p>fala-se tanto de adaptações para ficar tudo na mesma quando o mais fácil é simplesmente andar menos (ou nada) de carro. não dá? é impossível, irrealista ? criem-se condições para que seja possível! Vão ter que se criar de qualquer forma  , seja por vontade mais ou menos democrática ou imposição natural.</p>
<p>isto tudo fez-me lembrar o belmiro que agora distribui uns sacos plásticos especiais que são ligeiramente menos poluentes , depois de ter feito lobbie contra uma medida que implicou na prática  sua redução drástica nos países onde foi tomada.</p>
<p>Fernanda, os táxis no Brasil andam a gás natural mas, a propósito, acerca da sua sugestão de adaptação para gpl , e da frase &#8220;os que têm passam bem, os que não têm passam mal&#8221;&#8230;<br />
&#8230;  Portugal tem gás natural ?</p>
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		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-46910</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 12:25:54 +0000</pubDate>
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		<description>Em primeiro lugar estou plenamente de acordo com o comentário da Fernanda Câncio.
Fico contente de saber que há pessoas inteligentes no nosso país e dispostas a mudar os seus hábitos de vida.
De facto o que está a suceder com os preços do petróleo é algo de benéfico para a humanidade no médio \ longo prazo.
A maior parte das pessoas (leia-se imbecis) que não estão dispostas a diminuir o seu consumo energético e pegada ecológica esquecem-se que estamos a gastar um recurso escasso, resultante da fossilização que demorou milhões de anos.
Ou seja gastamos a energia acumulada em milhões de anos em pouco mais de um século.
O planeta não suporta em termos de dispêndio energético, poluição, produção alimentar e mesmo de ocupação de espaço, a pressão do estilo de vida dos países do sul da Europa e Estados Unidos alargado a bilhiões de seres humanos - é incomportável (a escalada de preços reflecte isso mesmo).
Povos mais desenvolvidos principalmente do ponto de vista cultural (por exemplo os países escandinavos), já alteraram o seu estilo de vida, mas os espertos dos Portugueses, são demasiado finos para andar de transporte público, para reduzirem os seus níveis de consumo, etc.
Quem usa o transporte individual deve pagar todos os custos dessa escolha, e alguns indirectos estão reflectidos no imposto que é cobrado - os custos ambientais, para a saúde pública, os acidentes rodoviários, a manutenção das estradas, etc.
Só a imbecilidade, oportunismo e egoísmo podem levar a que se peça a descida do ISP - o orçamento de estado não encolhe por se baixar esse imposto, logo essa descida implicará um aumento de IRS, ou IRC ou outro qualquer imposto, de forma injusta - quem usa deve pagar os custos directos e indirectos.
Eu reduzi as minhas deslocações e na maior parte delas uso a bicicleta e vocês fazem o quê?? Choramingam para baixar o ISP enquanto ficam parados a queimar euros no trânsito, e depois vão ao ginásio andar o que não andam a pé - ao estilo Hamster na roda de exercício da gaiola??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em primeiro lugar estou plenamente de acordo com o comentário da Fernanda Câncio.<br />
Fico contente de saber que há pessoas inteligentes no nosso país e dispostas a mudar os seus hábitos de vida.<br />
De facto o que está a suceder com os preços do petróleo é algo de benéfico para a humanidade no médio \ longo prazo.<br />
A maior parte das pessoas (leia-se imbecis) que não estão dispostas a diminuir o seu consumo energético e pegada ecológica esquecem-se que estamos a gastar um recurso escasso, resultante da fossilização que demorou milhões de anos.<br />
Ou seja gastamos a energia acumulada em milhões de anos em pouco mais de um século.<br />
O planeta não suporta em termos de dispêndio energético, poluição, produção alimentar e mesmo de ocupação de espaço, a pressão do estilo de vida dos países do sul da Europa e Estados Unidos alargado a bilhiões de seres humanos &#8211; é incomportável (a escalada de preços reflecte isso mesmo).<br />
Povos mais desenvolvidos principalmente do ponto de vista cultural (por exemplo os países escandinavos), já alteraram o seu estilo de vida, mas os espertos dos Portugueses, são demasiado finos para andar de transporte público, para reduzirem os seus níveis de consumo, etc.<br />
Quem usa o transporte individual deve pagar todos os custos dessa escolha, e alguns indirectos estão reflectidos no imposto que é cobrado &#8211; os custos ambientais, para a saúde pública, os acidentes rodoviários, a manutenção das estradas, etc.<br />
Só a imbecilidade, oportunismo e egoísmo podem levar a que se peça a descida do ISP &#8211; o orçamento de estado não encolhe por se baixar esse imposto, logo essa descida implicará um aumento de IRS, ou IRC ou outro qualquer imposto, de forma injusta &#8211; quem usa deve pagar os custos directos e indirectos.<br />
Eu reduzi as minhas deslocações e na maior parte delas uso a bicicleta e vocês fazem o quê?? Choramingam para baixar o ISP enquanto ficam parados a queimar euros no trânsito, e depois vão ao ginásio andar o que não andam a pé &#8211; ao estilo Hamster na roda de exercício da gaiola??</p>
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	<item>
		<title>Por: amiga do ambiente</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44295</link>
		<dc:creator>amiga do ambiente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 01:19:26 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, eu vim só dizer que por andar de cadeira de rodas, tenho de viver num prédio com elevador. 
Acha que posso na mesma aderir ao msp?
Juro que a cadeira de rodas é amiga do ambiente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, eu vim só dizer que por andar de cadeira de rodas, tenho de viver num prédio com elevador.<br />
Acha que posso na mesma aderir ao msp?<br />
Juro que a cadeira de rodas é amiga do ambiente.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44286</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 23:49:56 +0000</pubDate>
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		<description>Mas olhem: razão tem o João Miranda hoje no DN. Espero que o Sócrates não caia em tentações, como caiu o Guterres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas olhem: razão tem o João Miranda hoje no DN. Espero que o Sócrates não caia em tentações, como caiu o Guterres.</p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44285</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 23:48:41 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto, Fernanda.

O Luís Lavoura não perde uma para o proselitismo ao seu movimento &quot;liberal social&quot;, que quer misturar a água e o azeite. Alguma vez um liberal se preocupa com os outros? E a &quot;liberdade individual&quot;?
Da mesma maneira, alguma vez um liberal pode ser ecologista? E a &quot;liberdade individual&quot; de usar carro nem que seja para percorrer 500 metros, como fica? Não há nada mais antiliberal que o ecologismo. Nao, Luís: um liberal não se preocupa com a ecologia nem com a sociedade. Só consigo mesmo. E é por isso que eu nunca serei liberal. Felizmente qualquer leitura do Blasfémias confirma o que digo. &quot;Liberais sociais&quot;? E ecologistas? Sonhe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, Fernanda.</p>
<p>O Luís Lavoura não perde uma para o proselitismo ao seu movimento &#8220;liberal social&#8221;, que quer misturar a água e o azeite. Alguma vez um liberal se preocupa com os outros? E a &#8220;liberdade individual&#8221;?<br />
Da mesma maneira, alguma vez um liberal pode ser ecologista? E a &#8220;liberdade individual&#8221; de usar carro nem que seja para percorrer 500 metros, como fica? Não há nada mais antiliberal que o ecologismo. Nao, Luís: um liberal não se preocupa com a ecologia nem com a sociedade. Só consigo mesmo. E é por isso que eu nunca serei liberal. Felizmente qualquer leitura do Blasfémias confirma o que digo. &#8220;Liberais sociais&#8221;? E ecologistas? Sonhe.</p>
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	<item>
		<title>Por: M&#38;M</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44212</link>
		<dc:creator>M&#38;M</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 15:06:11 +0000</pubDate>
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		<description>o futuro

http://www.google.org/recharge/overview.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o futuro</p>
<p><a href="http://www.google.org/recharge/overview.html" rel="nofollow">http://www.google.org/recharge/overview.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandra</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44192</link>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 11:57:06 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando Penim Redondo:

O ISP não é uma política intervencionista, é uma meio de arrecadação de receitas públicas. 

Cada imposto é uma via para arranjar cobertura para as despesas inerentes às actividades que as entidades públicas desenvolvem: educação, saúde, defesa, segurança, justiça, etc.

O ISP é um valor que é pago pelo consumidor no acto da compra do produto, não mais que isso, o mercado não deixa de funcionar livremente por lá estar aquele valor, continuam a funcionar as leis da procura e da oferta assim como o mecanismo de preços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Penim Redondo:</p>
<p>O ISP não é uma política intervencionista, é uma meio de arrecadação de receitas públicas. </p>
<p>Cada imposto é uma via para arranjar cobertura para as despesas inerentes às actividades que as entidades públicas desenvolvem: educação, saúde, defesa, segurança, justiça, etc.</p>
<p>O ISP é um valor que é pago pelo consumidor no acto da compra do produto, não mais que isso, o mercado não deixa de funcionar livremente por lá estar aquele valor, continuam a funcionar as leis da procura e da oferta assim como o mecanismo de preços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pedro oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44090</link>
		<dc:creator>pedro oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 23:12:48 +0000</pubDate>
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		<description>Hum, palpita-me que se não têm nacionalizado a Sacor, a Sonap, a Gazcidla e tal para criar a Galp, a grande empresa do povo trabalhador, nada disto tinha acontecido.
A culpa é do socialismo, portanto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hum, palpita-me que se não têm nacionalizado a Sacor, a Sonap, a Gazcidla e tal para criar a Galp, a grande empresa do povo trabalhador, nada disto tinha acontecido.<br />
A culpa é do socialismo, portanto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: De Puta Madre</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44080</link>
		<dc:creator>De Puta Madre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 21:46:12 +0000</pubDate>
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		<description>Dá Deus Sol, Ondas e Vento a Quem Pensa que São Palavras Para Poemas e Coisas Assim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dá Deus Sol, Ondas e Vento a Quem Pensa que São Palavras Para Poemas e Coisas Assim&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Penim Redondo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44036</link>
		<dc:creator>Fernando Penim Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 18:13:57 +0000</pubDate>
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		<description>Alexandra, 

há qualquer coisa que me escapa: então o nosso ISP, o tal que é maior do que os outros, não é uma &quot;politica intervencionista&quot; ? mantendo o ISP, um imposto maior do que o custo da matéria prima, estamos a &quot;deixar o mercado funcionar livremente&quot; ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandra, </p>
<p>há qualquer coisa que me escapa: então o nosso ISP, o tal que é maior do que os outros, não é uma &#8220;politica intervencionista&#8221; ? mantendo o ISP, um imposto maior do que o custo da matéria prima, estamos a &#8220;deixar o mercado funcionar livremente&#8221; ?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandra</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44031</link>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:52:52 +0000</pubDate>
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		<description>Por que não há-de ver na subida do preço da gasolina e do gasóleo mais um acidente?

O problema é que não é um acidente pequeno, é um grande acidente que envolve mais do que veículos pessoais. Envolve toda uma meríade de coisas, inclusivé todo o tipo de transportes (porque ainda não há alternativa) e logo todo o transporte de produtos que, leva a fecho de serviços e indústria e se chegar a um ponto crítico ao próprio fim da &quot;aldeia global&quot;. 

Para além dos transpostes outros bens e serviços são afectados, há vários bens que usamos no dia-a-dia e que  apesar de não o sabermos, têm petróleo na sua composição. E a própria electricidade que consumimos é em parte produzida com base em derivados do petróleo e em determinadas épocas (como uma seca, por exemplo) a produção envolve enorme quantidade desses combustíveis.

Mas mesmo pensando em termos de transportes, não são apenas os detentores de automóvel que sofrem com aumentos de preços dos combustíveis. Os próprios utentes de transportes públicos irão pagar a factura dos aumentos de combustível. 

A minha factura mensal com transportes públicos não é nada pequena, alguns utilizadores dos mesmos assustar-se-iam com o valor mensal. E não posso simplesmente conter-me nesses custos, necessito de percorrer essa grande distância que separa a residência da instituição de ensino.

E para meu espanto continuo a ver o mesmo movimento de sempre de automóveis ligeiros nas cidades próximas, apesar de nunca ter visto tanto lágrimas derramadas por causa dos preços dos cmbustíveis.

Cheguei à conclusão de que o melhor é preparar-me para o embate, que não tardará. E penso que só quando chegar esse ponto crítico, quando os preços de combustíveil estiverem a preço de ouro, é que vou ver as cidades mais livres de automóveis ligeiros.


Paulo Pinto:

O que aconteceu com a junta de freguesia da Ericeira  foi mal explicado em muitos dos meios de comunicação social. 

A junta de freguesia da Ericeira não esteve na mira do fisco e com coimas já aplicadas por estar a produzir combustível a partir de óleos alimentares usados.

A junta de freguesia da Ericeira esteve na mira do fisco e com coimas já aplicadas por não ter pago ao estado o imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) devido pela utilização desses óleos alimentares usados como combustível. 

Cada litro de gasolina pago é receita fiscal a mais apenas porque o preço que é pago já inclui o montante de ISP, que depois será entregue ao Estado.


Fernando Penim Redondo: 

Os imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) é elevado mas não é exlusivo de Portugal, o que acontece é que Portugal tem dos valores mais elevados de imposto.

Essse imposto existe se não emt odos, na maioria dos países desenvolvidos, trata-se de uma penalização pela produção de poluição (que se vai dar ao utilizar o combustível).

Esta coisa de haver aumentos quase todos os dias não é brincadeira do Governo. Presumo que todos os que aqui chegam, uma vez que têm ligação à internet (boa fonte informativa) conheçam notícias sobre a subida dos preços dos combustíveis petrolíferos. Por isso faço uma breve síntese.

O petróleo não é um bem energético renovável, um dia vai ter um fim, um dos motivos de haver algum racionamento no produto que é disponibilizado no mercado. 

Há um desiquilíbrio no mercado. Alguns dos países que eram fracos consumidores de produtos petrolíferos passaram para a lista dos maiores consumidores, um deles é um país com uma população enorme, refiro-me em primeiro lugar à China, mas também à India e ao Brasil. 

Como se não bastasse, a maioria dos outros países que já estavam dependentes do petróleo (se não todos), não só não conseguiram aranjar substituto, como vários deles haviam aumentado o seu consumo consecutivamente durante os últimos anos, chegando a pontos incomportáveis (os EUA, por exemplo, consumiam em 2004 um quarto do petróleo mundial: 11 litros por pessoa diariamente).

Estabelecer um limite para o preço da gasolina no retalho e garanti-lo durante pelo menos um ano através das reduções que fossem necessárias do Imposto sobre Produtos Petrolíferos é uma política intervencionista e como se sabe, as políticas intervencionistas podem ter efeitos muito piores do que o simples deixar o mercado funcionar livremente. 

Portugal nem sequer é um produtor de petróleo, logo está dependente dos movimentos do mercado a nível de preço do petróleo. E se o preço do petróleo sobe, também o preço da gasolina tem de subir.

Alguns cidadãos já apertaram o cinto suficientemente, outros têm as calças a cair, uma vez que Portugal o estado-membro da UE com maior disparidade na repartição dos rendimentos, chegando ao ponto de, em termos globais, ultrapassar os EUA. 

Por isso, se eu soubesse que o valor do elevado imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) era bem empregue e redistribuído pelos que necessitam nem ficava indignada com tal circunstância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por que não há-de ver na subida do preço da gasolina e do gasóleo mais um acidente?</p>
<p>O problema é que não é um acidente pequeno, é um grande acidente que envolve mais do que veículos pessoais. Envolve toda uma meríade de coisas, inclusivé todo o tipo de transportes (porque ainda não há alternativa) e logo todo o transporte de produtos que, leva a fecho de serviços e indústria e se chegar a um ponto crítico ao próprio fim da &#8220;aldeia global&#8221;. </p>
<p>Para além dos transpostes outros bens e serviços são afectados, há vários bens que usamos no dia-a-dia e que  apesar de não o sabermos, têm petróleo na sua composição. E a própria electricidade que consumimos é em parte produzida com base em derivados do petróleo e em determinadas épocas (como uma seca, por exemplo) a produção envolve enorme quantidade desses combustíveis.</p>
<p>Mas mesmo pensando em termos de transportes, não são apenas os detentores de automóvel que sofrem com aumentos de preços dos combustíveis. Os próprios utentes de transportes públicos irão pagar a factura dos aumentos de combustível. </p>
<p>A minha factura mensal com transportes públicos não é nada pequena, alguns utilizadores dos mesmos assustar-se-iam com o valor mensal. E não posso simplesmente conter-me nesses custos, necessito de percorrer essa grande distância que separa a residência da instituição de ensino.</p>
<p>E para meu espanto continuo a ver o mesmo movimento de sempre de automóveis ligeiros nas cidades próximas, apesar de nunca ter visto tanto lágrimas derramadas por causa dos preços dos cmbustíveis.</p>
<p>Cheguei à conclusão de que o melhor é preparar-me para o embate, que não tardará. E penso que só quando chegar esse ponto crítico, quando os preços de combustíveil estiverem a preço de ouro, é que vou ver as cidades mais livres de automóveis ligeiros.</p>
<p>Paulo Pinto:</p>
<p>O que aconteceu com a junta de freguesia da Ericeira  foi mal explicado em muitos dos meios de comunicação social. </p>
<p>A junta de freguesia da Ericeira não esteve na mira do fisco e com coimas já aplicadas por estar a produzir combustível a partir de óleos alimentares usados.</p>
<p>A junta de freguesia da Ericeira esteve na mira do fisco e com coimas já aplicadas por não ter pago ao estado o imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) devido pela utilização desses óleos alimentares usados como combustível. </p>
<p>Cada litro de gasolina pago é receita fiscal a mais apenas porque o preço que é pago já inclui o montante de ISP, que depois será entregue ao Estado.</p>
<p>Fernando Penim Redondo: </p>
<p>Os imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) é elevado mas não é exlusivo de Portugal, o que acontece é que Portugal tem dos valores mais elevados de imposto.</p>
<p>Essse imposto existe se não emt odos, na maioria dos países desenvolvidos, trata-se de uma penalização pela produção de poluição (que se vai dar ao utilizar o combustível).</p>
<p>Esta coisa de haver aumentos quase todos os dias não é brincadeira do Governo. Presumo que todos os que aqui chegam, uma vez que têm ligação à internet (boa fonte informativa) conheçam notícias sobre a subida dos preços dos combustíveis petrolíferos. Por isso faço uma breve síntese.</p>
<p>O petróleo não é um bem energético renovável, um dia vai ter um fim, um dos motivos de haver algum racionamento no produto que é disponibilizado no mercado. </p>
<p>Há um desiquilíbrio no mercado. Alguns dos países que eram fracos consumidores de produtos petrolíferos passaram para a lista dos maiores consumidores, um deles é um país com uma população enorme, refiro-me em primeiro lugar à China, mas também à India e ao Brasil. </p>
<p>Como se não bastasse, a maioria dos outros países que já estavam dependentes do petróleo (se não todos), não só não conseguiram aranjar substituto, como vários deles haviam aumentado o seu consumo consecutivamente durante os últimos anos, chegando a pontos incomportáveis (os EUA, por exemplo, consumiam em 2004 um quarto do petróleo mundial: 11 litros por pessoa diariamente).</p>
<p>Estabelecer um limite para o preço da gasolina no retalho e garanti-lo durante pelo menos um ano através das reduções que fossem necessárias do Imposto sobre Produtos Petrolíferos é uma política intervencionista e como se sabe, as políticas intervencionistas podem ter efeitos muito piores do que o simples deixar o mercado funcionar livremente. </p>
<p>Portugal nem sequer é um produtor de petróleo, logo está dependente dos movimentos do mercado a nível de preço do petróleo. E se o preço do petróleo sobe, também o preço da gasolina tem de subir.</p>
<p>Alguns cidadãos já apertaram o cinto suficientemente, outros têm as calças a cair, uma vez que Portugal o estado-membro da UE com maior disparidade na repartição dos rendimentos, chegando ao ponto de, em termos globais, ultrapassar os EUA. </p>
<p>Por isso, se eu soubesse que o valor do elevado imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos (ISP) era bem empregue e redistribuído pelos que necessitam nem ficava indignada com tal circunstância.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-44010</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 16:56:19 +0000</pubDate>
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		<description>Os comentários de &quot;M&amp;M e de &quot;Fernando Penim Redondo&quot; são os mais assertivos.
E demonstram que, de facto, este post da Fernanda Câncio é mesmo de quem “fala de cavalo”.

Quando o uso do GPL se massificar, e isso só acontece quando os interesses das petrolíferas deixarem ou lhes interessar, o seu preço vai disparar para valores mais altos, e deixa de ser competitivo (um pouco na lógica do preço do gasóleo em relação à gasolina). É esta a lógica do mercado.

É que o problema não está (apenas) em deixar o carro em casa, está em como o podemos substituir com transportes públicos decentes e acessíveis.

Talvez o TGV que está aí para vir seja a solução ::((

Gosto, e concordo habitualmente, do que a Fernanda Câncio escreve.
Mas, desta vez, bem que podia começar por tirar primeiro a carta de condução. Mas não precisa. Porque se pode dar ao luxo de andar a pé, como eu fiz quando vivi “dentro” de Lisboa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os comentários de &#8220;M&amp;M e de &#8220;Fernando Penim Redondo&#8221; são os mais assertivos.<br />
E demonstram que, de facto, este post da Fernanda Câncio é mesmo de quem “fala de cavalo”.</p>
<p>Quando o uso do GPL se massificar, e isso só acontece quando os interesses das petrolíferas deixarem ou lhes interessar, o seu preço vai disparar para valores mais altos, e deixa de ser competitivo (um pouco na lógica do preço do gasóleo em relação à gasolina). É esta a lógica do mercado.</p>
<p>É que o problema não está (apenas) em deixar o carro em casa, está em como o podemos substituir com transportes públicos decentes e acessíveis.</p>
<p>Talvez o TGV que está aí para vir seja a solução ::((</p>
<p>Gosto, e concordo habitualmente, do que a Fernanda Câncio escreve.<br />
Mas, desta vez, bem que podia começar por tirar primeiro a carta de condução. Mas não precisa. Porque se pode dar ao luxo de andar a pé, como eu fiz quando vivi “dentro” de Lisboa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43997</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:56:21 +0000</pubDate>
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		<description>Baterias recarregáveis? Recarregáveis com quê, se não com electricidade produzida maioritariamente com mais combustíveis fósseis?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Baterias recarregáveis? Recarregáveis com quê, se não com electricidade produzida maioritariamente com mais combustíveis fósseis?</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernando Penim Redondo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43994</link>
		<dc:creator>Fernando Penim Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:54:30 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que o problema está longe de ser uns países terem, e outros não, o raio do petróleo. 
Também não se trata de pôr quem não tem carro a financiar a gasolina. 

Os cidadãos que usam automóveis é que são tratados e taxados como nababos ou delinquentes. A verdade é que quem compra gasolina está a pagar um imposto especial, enorme, para alimentar a celulite do Estado. 

O governo, e FC, já deviam ter percebido que hoje a gasolina é um artigo de primeira necessidade, que ter carro não é nenhum acto sumptuário. 

Para quem invoca a &quot;demagogia dos pobrezinhos&quot; recordo que os mais abastados até têm muitas vezes a gasolina paga pelas empresas (ou pelo ministério no caso de Sócrates), que depois &quot;reflectem&quot; os custos sobre os consumidores (o famoso mexilhão que se lixa sempre).

Os combustíveis são aliás um produto que, ao aumentar de preço, faz aumentar o nível geral de preços ao consumidor, incluindo nos transportes públicos. Por isso afecta toda a gente mesmo os tais &quot;que não têm carro&quot;. Mas os que têm carro e não têm a gasolina &quot;à borla&quot; sofrem duplamente; quando enchem o depósito e também pelo aumento do preço de todos os outros produtos.

Esta coisa de haver aumentos quase todos os dias causa uma grande perplexidade e penso que o governo vai pagar um preço elevado pela brincadeira. Devia estabelecer um limite para o preço da gasolina no retalho e garanti-lo durante pelo menos um ano através das reduções que fossem necessárias do Imposto sobre Produtos Petrolíferos. 
Mais tarde ou mais cedo será obrigado a fazê-lo sob pena de rupturas sociais e de insuportáveis limitações à mobilidade de consequências inimagináveis. Os cidadãos já apertaram o cinto suficientemente, agora é a vez do Governo reduzir as despesas para evitar a progressiva paralização do país.

Em paralelo é necessário garantir condições práticas para reduzir aceleradamente a &quot;dependência do crude&quot;. Isso é que devia estar a ser discutido, e feito pelo governo, neste momento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que o problema está longe de ser uns países terem, e outros não, o raio do petróleo.<br />
Também não se trata de pôr quem não tem carro a financiar a gasolina. </p>
<p>Os cidadãos que usam automóveis é que são tratados e taxados como nababos ou delinquentes. A verdade é que quem compra gasolina está a pagar um imposto especial, enorme, para alimentar a celulite do Estado. </p>
<p>O governo, e FC, já deviam ter percebido que hoje a gasolina é um artigo de primeira necessidade, que ter carro não é nenhum acto sumptuário. </p>
<p>Para quem invoca a &#8220;demagogia dos pobrezinhos&#8221; recordo que os mais abastados até têm muitas vezes a gasolina paga pelas empresas (ou pelo ministério no caso de Sócrates), que depois &#8220;reflectem&#8221; os custos sobre os consumidores (o famoso mexilhão que se lixa sempre).</p>
<p>Os combustíveis são aliás um produto que, ao aumentar de preço, faz aumentar o nível geral de preços ao consumidor, incluindo nos transportes públicos. Por isso afecta toda a gente mesmo os tais &#8220;que não têm carro&#8221;. Mas os que têm carro e não têm a gasolina &#8220;à borla&#8221; sofrem duplamente; quando enchem o depósito e também pelo aumento do preço de todos os outros produtos.</p>
<p>Esta coisa de haver aumentos quase todos os dias causa uma grande perplexidade e penso que o governo vai pagar um preço elevado pela brincadeira. Devia estabelecer um limite para o preço da gasolina no retalho e garanti-lo durante pelo menos um ano através das reduções que fossem necessárias do Imposto sobre Produtos Petrolíferos.<br />
Mais tarde ou mais cedo será obrigado a fazê-lo sob pena de rupturas sociais e de insuportáveis limitações à mobilidade de consequências inimagináveis. Os cidadãos já apertaram o cinto suficientemente, agora é a vez do Governo reduzir as despesas para evitar a progressiva paralização do país.</p>
<p>Em paralelo é necessário garantir condições práticas para reduzir aceleradamente a &#8220;dependência do crude&#8221;. Isso é que devia estar a ser discutido, e feito pelo governo, neste momento.</p>
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	<item>
		<title>Por: M&#38;M</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43988</link>
		<dc:creator>M&#38;M</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 15:23:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43988</guid>
		<description>Ingenuidade. Os preços do GPL também obedecem às leis do mercado, ou não? Se aumenta a procura o que é que acontece aos preços?
 
Ou seja, a Fernanda propõe a troca da gasolina pelo GPL. Daqui a uns anos, quando este aumentasse de preço para lá da razoabilidade, propunha o quê? carros movidos a vapor com um tender de carvão atrelado? pois, mas os preços do carvão disparavam, voltaríamos por fim à tracção animal; a velocidade média nos centros metropolitanos não se alteraria, é certo, o problema seria manter o preço da palha estável.

A solução passa por motores eléctricos, com baterias recarregáveis. À fasquia  de desenvolvimento que chegámos neste séc é  impensável continuarmos na dependência dos motores de combustão. O problema é a falta de vontade dos governos, acabava-se a mama dos impostos petrolíferos.
É uma ideia simplista? é, mas é a verdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ingenuidade. Os preços do GPL também obedecem às leis do mercado, ou não? Se aumenta a procura o que é que acontece aos preços?</p>
<p>Ou seja, a Fernanda propõe a troca da gasolina pelo GPL. Daqui a uns anos, quando este aumentasse de preço para lá da razoabilidade, propunha o quê? carros movidos a vapor com um tender de carvão atrelado? pois, mas os preços do carvão disparavam, voltaríamos por fim à tracção animal; a velocidade média nos centros metropolitanos não se alteraria, é certo, o problema seria manter o preço da palha estável.</p>
<p>A solução passa por motores eléctricos, com baterias recarregáveis. À fasquia  de desenvolvimento que chegámos neste séc é  impensável continuarmos na dependência dos motores de combustão. O problema é a falta de vontade dos governos, acabava-se a mama dos impostos petrolíferos.<br />
É uma ideia simplista? é, mas é a verdade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rms</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43975</link>
		<dc:creator>rms</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:35:40 +0000</pubDate>
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		<description>Acabe-se com o petróleo. O custo da adaptação dos veículos para GPL recupera-se num ano? Até pode ser. E como se arranja o dinheiro para a daptação? Mais uns empréstimos a empenhar-nos? Pode ser.

O idealismo bacoco e de circunstância da esquerda sócretina é exasperante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabe-se com o petróleo. O custo da adaptação dos veículos para GPL recupera-se num ano? Até pode ser. E como se arranja o dinheiro para a daptação? Mais uns empréstimos a empenhar-nos? Pode ser.</p>
<p>O idealismo bacoco e de circunstância da esquerda sócretina é exasperante.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: PR</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43970</link>
		<dc:creator>PR</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:25:20 +0000</pubDate>
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		<description>Abençoada subida do crude. Pode ser que, por fim, algo abane.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abençoada subida do crude. Pode ser que, por fim, algo abane.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43964</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:02:33 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, antes de gastar tanto dinheiro a aquecer a sua casa pense seriamente em isolá-la melhor. Mude as janelas. Caixilharia em PVC, vidro duplo bem grosso, e caixas de persianas (se as houver, o melhor é evitá-las) bem isoladas, com uma placa de esferovite lá dentro se possível.

Aquecer a casa a solar, no nosso clima, é difícil, até porque durante grande parte do ano não é preciso aquecimento, e então não se tem utilização para a água quente que os coletores produzem, pelo que esses coletores se degradam, permanentemente a acumular água quente que não é utilizada. Mas, precisamente, no nosso clima uma casa bem isolada praticamente não necessita de ser aquecida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, antes de gastar tanto dinheiro a aquecer a sua casa pense seriamente em isolá-la melhor. Mude as janelas. Caixilharia em PVC, vidro duplo bem grosso, e caixas de persianas (se as houver, o melhor é evitá-las) bem isoladas, com uma placa de esferovite lá dentro se possível.</p>
<p>Aquecer a casa a solar, no nosso clima, é difícil, até porque durante grande parte do ano não é preciso aquecimento, e então não se tem utilização para a água quente que os coletores produzem, pelo que esses coletores se degradam, permanentemente a acumular água quente que não é utilizada. Mas, precisamente, no nosso clima uma casa bem isolada praticamente não necessita de ser aquecida.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: M&#38;M</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43959</link>
		<dc:creator>M&#38;M</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:48:56 +0000</pubDate>
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		<description>com este post lembrei-me do «não têm pão? comam brioches!»</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>com este post lembrei-me do «não têm pão? comam brioches!»</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: TersaFM</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43956</link>
		<dc:creator>TersaFM</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:46:08 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade tudo o que diz, f., há que fazer guerra ao petróleo.
Eu adiro a todas as campanhas que têm sido propostas, do género, não abastecer na bp e galp. Mas não chega. Aliás, não serve para nada!
Ando de carro por necessidade - tenho 3 filhos muito pequenos, e a certas horas corro do infantário para a escola primária, da escola primária para o supermercado, do supermercado para casa...
A verdade é que, quando era só eu, andava muito de transportes públicos, mas agora não dá! Embora ande muito a pé, uso mais o carro do que gostaria.
Agora, mudar para GPL, é uma boa opção- já andei a investigar como fazer, e não fica assim tão caro, antes pelo contrário, num instante se amortiza o investimento. Não é numa solução optima, mas, neste momento, é a melhor alternativa. Declaramos guerra às petrolíferas mundiais, não apenas às nossa &quot;pobretanas&quot; Galp e BP.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade tudo o que diz, f., há que fazer guerra ao petróleo.<br />
Eu adiro a todas as campanhas que têm sido propostas, do género, não abastecer na bp e galp. Mas não chega. Aliás, não serve para nada!<br />
Ando de carro por necessidade &#8211; tenho 3 filhos muito pequenos, e a certas horas corro do infantário para a escola primária, da escola primária para o supermercado, do supermercado para casa&#8230;<br />
A verdade é que, quando era só eu, andava muito de transportes públicos, mas agora não dá! Embora ande muito a pé, uso mais o carro do que gostaria.<br />
Agora, mudar para GPL, é uma boa opção- já andei a investigar como fazer, e não fica assim tão caro, antes pelo contrário, num instante se amortiza o investimento. Não é numa solução optima, mas, neste momento, é a melhor alternativa. Declaramos guerra às petrolíferas mundiais, não apenas às nossa &#8220;pobretanas&#8221; Galp e BP.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43952</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:20:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43952</guid>
		<description>E todas essas perguntas que faz sobre o gasóleo subsidiado faço-as eu sobre os seus programas na RTP. Porque hei-de pagar à FC programas de propaganda? - pergunto-me. Por isso, peço para aderirem ao MSP (movimento dos sem pachorra)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E todas essas perguntas que faz sobre o gasóleo subsidiado faço-as eu sobre os seus programas na RTP. Porque hei-de pagar à FC programas de propaganda? &#8211; pergunto-me. Por isso, peço para aderirem ao MSP (movimento dos sem pachorra)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: M. Abrantes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43945</link>
		<dc:creator>M. Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:46:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43945</guid>
		<description>Não me parece que seja bem assim, Fernanda.

&quot;E, não despiciendo, por que há-de quem não usa táxi subsidiar quem usa?&quot;

Por esse andar, por que hei-de eu subsidiar os hospitais de Lisboa se não os uso?, porque hei-de eu subsidiar as pontes sobre o Tejo se não as uso?, e por que hão-de os lisboetas subsidiar auto-estradas em Trás-os-Montes se não as usam? Em resumo, por que insistimos em ser uma nação? Afinal, Espanha é aqui tão perto. 

&quot;Escolha como quer reagir a esta situação: chorando e exigindo “apoios” ou aproveitando para mudar hábitos, poupando energia e dinheiro&quot;

O problema é que mudar hábitos não só leva tempo como não depende apenas de nós. Há, por isso, um entretanto. Entretanto estamos a ser fortemente gamados. Alguém anda a encher os bolsos mais do que o justificado pela força da crise. E outros &quot;alguéns&quot; podem falir e deixar de pagar aos empregados, se lhes forem exigidas adaptações abruptas. É nestas alturas que dá jeito uma coisa chamada estado.

Por fim, por que há-de ser sempre o puto do mexilhão a alombar com as crises? Por que tem o povo que inventar veículos a água, enquanto os governantes continuam a torrar combustível em veículos topo de gama? Que democracia é esta que teima em manter uma sociedade dividida em castas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me parece que seja bem assim, Fernanda.</p>
<p>&#8220;E, não despiciendo, por que há-de quem não usa táxi subsidiar quem usa?&#8221;</p>
<p>Por esse andar, por que hei-de eu subsidiar os hospitais de Lisboa se não os uso?, porque hei-de eu subsidiar as pontes sobre o Tejo se não as uso?, e por que hão-de os lisboetas subsidiar auto-estradas em Trás-os-Montes se não as usam? Em resumo, por que insistimos em ser uma nação? Afinal, Espanha é aqui tão perto. </p>
<p>&#8220;Escolha como quer reagir a esta situação: chorando e exigindo “apoios” ou aproveitando para mudar hábitos, poupando energia e dinheiro&#8221;</p>
<p>O problema é que mudar hábitos não só leva tempo como não depende apenas de nós. Há, por isso, um entretanto. Entretanto estamos a ser fortemente gamados. Alguém anda a encher os bolsos mais do que o justificado pela força da crise. E outros &#8220;alguéns&#8221; podem falir e deixar de pagar aos empregados, se lhes forem exigidas adaptações abruptas. É nestas alturas que dá jeito uma coisa chamada estado.</p>
<p>Por fim, por que há-de ser sempre o puto do mexilhão a alombar com as crises? Por que tem o povo que inventar veículos a água, enquanto os governantes continuam a torrar combustível em veículos topo de gama? Que democracia é esta que teima em manter uma sociedade dividida em castas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43943</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:30:49 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda,
Neste contexto, é irrelevante a pergunta &quot;os táxis têm motores a diesel porquê?&quot; (mas não é só por o gasóleo ser mais barato, já agora). Facto é que os têm; logo, a conversão seria impossível na esmagadora maioria dos casos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda,<br />
Neste contexto, é irrelevante a pergunta &#8220;os táxis têm motores a diesel porquê?&#8221; (mas não é só por o gasóleo ser mais barato, já agora). Facto é que os têm; logo, a conversão seria impossível na esmagadora maioria dos casos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43942</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:23:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43942</guid>
		<description>do portugal diário de hoje:

Custo da adaptação dos carros para GPL recuperado num ano

E se ao comprar um automóvel novo, a gasolina, decidir de imediato instalar um «kit» para permitir passar a abastecê-lo de gás de petróleo liquefeito (GPL)? Teoricamente, o investimento que o dono do veículo teria de fazer, cerca de mil euros, estará totalmente recuperado ao fim de um ano e pouco, diz o «Jornal de Negócios». Na prática, a realidade pode ser ligeiramente diferente, dado que há ainda importantes obstáculos ao uso do GPL em Portugal.
O presidente da Associação Nacional das Empresas de Comércio e Reparação Automóvel (ANECRA), António Ferreira Nunes, diz que «o GPL é uma alternativa aos combustíveis tradicionais, colocando-se ainda alguns problemas de distribuição». Para este responsável, «cabia aos fabricantes colocar os carros novos no mercado já com tanques de GPL», de forma a dinamizar esta fonte de locomoção.

Nem todos os postos de combustíveis têm GPL. A Galp, por exemplo, tem em Portugal 53 postos que vendem GPL, num total de cerca de mil estações de serviço. Mas a petrolífera nacional é, ela própria, incentivadora desta alternativa e diz até no seu «site» que, «para um automóvel que faça 30 mil quilómetros (km) por ano a um consumo médio de nove litros aos 100, no final de um ano após a instalação do depósito de GPL Auto poupa 1.764 euros, sendo o retorno do investimento (cerca de 1.500 euros) alcançado em aproximadamente 10 meses».

Escreve ainda o «Jornal de Negócios», que o presidente da ANECRA estima que o custo médio de instalar o GPL seja inferior ao previsto pela Galp, situando-se «na casa dos 750 a mil euros». Para António Ferreira Nunes, «por enquanto talvez compense [apostar no GPL]». A expressão de dúvida resulta da constatação de que também o GPL «tem subido de preço».</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>do portugal diário de hoje:</p>
<p>Custo da adaptação dos carros para GPL recuperado num ano</p>
<p>E se ao comprar um automóvel novo, a gasolina, decidir de imediato instalar um «kit» para permitir passar a abastecê-lo de gás de petróleo liquefeito (GPL)? Teoricamente, o investimento que o dono do veículo teria de fazer, cerca de mil euros, estará totalmente recuperado ao fim de um ano e pouco, diz o «Jornal de Negócios». Na prática, a realidade pode ser ligeiramente diferente, dado que há ainda importantes obstáculos ao uso do GPL em Portugal.<br />
O presidente da Associação Nacional das Empresas de Comércio e Reparação Automóvel (ANECRA), António Ferreira Nunes, diz que «o GPL é uma alternativa aos combustíveis tradicionais, colocando-se ainda alguns problemas de distribuição». Para este responsável, «cabia aos fabricantes colocar os carros novos no mercado já com tanques de GPL», de forma a dinamizar esta fonte de locomoção.</p>
<p>Nem todos os postos de combustíveis têm GPL. A Galp, por exemplo, tem em Portugal 53 postos que vendem GPL, num total de cerca de mil estações de serviço. Mas a petrolífera nacional é, ela própria, incentivadora desta alternativa e diz até no seu «site» que, «para um automóvel que faça 30 mil quilómetros (km) por ano a um consumo médio de nove litros aos 100, no final de um ano após a instalação do depósito de GPL Auto poupa 1.764 euros, sendo o retorno do investimento (cerca de 1.500 euros) alcançado em aproximadamente 10 meses».</p>
<p>Escreve ainda o «Jornal de Negócios», que o presidente da ANECRA estima que o custo médio de instalar o GPL seja inferior ao previsto pela Galp, situando-se «na casa dos 750 a mil euros». Para António Ferreira Nunes, «por enquanto talvez compense [apostar no GPL]». A expressão de dúvida resulta da constatação de que também o GPL «tem subido de preço».</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43941</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:21:16 +0000</pubDate>
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		<description>luis, os táxis têm motores a diesel porquê? porque o diesel era mais barato que a gasolina, creio. parece-me que a mesma lógica se aplicará ao gpl. ou não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>luis, os táxis têm motores a diesel porquê? porque o diesel era mais barato que a gasolina, creio. parece-me que a mesma lógica se aplicará ao gpl. ou não?</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43940</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:16:59 +0000</pubDate>
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		<description>mais info:

DIESEL versus GPL
Qual o mais económico?
14/10/2006
Na Escolha de uma nova viatura, o que poderá ter em conta para realmente ver o Peso e as Vantagens do GPL...

O GPL é mais economico que o Diesel ?
O GPL é mais economico que o Diesel ? Sim e não. Se olharmos apenas ao consumo, não é. Porquê ? Porque :

- um carro a diesel com cerca de 1.900 a 2.000 cc gasta 6-7 litros de diesel aos 100 numa condução despreocupada e...

- Um carro convertido a GPL, com cilindrada semelhante ou superior, pode gastar entre 12 e 15 lts de GPL aos 100.

Como o GPL (em média a 0,55 €/lt) não está a metade do preço do gasoleo (0,88 € lt) , numa analise simplista, o gasoleo ganha, visto que o consumo é desfavoravel ao GPL numa relação de 2 para 1 (a situação pode mudar rápidamente se o preço do GPL se mantiver estável, e se o do gasoleo se aproximar ao da gasolina, conforme parece ser o seu destino) .


(Actualização em Julho de 2005 : 
conforme previsto, a evolução do preço do gasoleo colocou-o na casa de 1€ por litro, o que alterou definitivamente a relação diesel/GPL, que era teoricamente mais vantajosa para o Diesel. Desde que este post foi inicialmente escrito, o preço do diesel aumentou cerca de 15% , e o do GPL desceu cerca de 3 a 5%. )


Mas há a considerar o preço do veiculo, certo? Vamo-nos restringir ao ambito dos carros usados, visto que é neste universo de veiculos que o GPL predomina:

- Um BMW 320D (diesel 130 cv) com 3-4 anos custa entre 5000 e 6000 contos (estão na moda...) 
- Um BMW 318I (gasolina 142 cv) com 3-4 anos pode valer á volta de 4000 contos (mais dificeis de vender, não estão na moda, e gastam muito combustivel)

A diferença é substancial, especialmente quando ambos tem preços muito semelhantes em novo (cerca de 8000 contos). Alem disso, há a considerar o facto de, em geral, ser muito mais fácil encontrar um bom negocio num carro a gasolina (com poucos kms e em muito bom estado), do que um carro a diesel, que por sistema é utilizado exaustivamente.

Portanto, consideremos que, neste exemplo, economizámos cerca de 1500 a 2000 contos na compra do carro a gasolina, e que, optando pelo GPL, vamos gastar mais 300-350 contos pelo sistema GPL, e cerca de 25% mais em combustivel (em euros, não em litros) do que se tivessemos optado pelo diesel.

Temos ainda a considerar o gosto pessoal: é que se gostarmos muito, por exemplo, do Toyota Celica não o encontramos com motor Diesel, e, sendo a gasolina, pode tornar-se demasiado dispendioso, no consumo. A alternativa obvia é comprá-lo a bom preço em segunda mão, e instalar-lhe o sistema GPL.

Mas a coisa ainda pode correr melhor : a compra de um carro a GPL pode ter descontos de 40 ou 50% no Imposto Automovel.

- Se comprar um carro novo já equipado para funcionar exclusivamente com GPL, tem 50% de desconto.

- Se importar um carro usado já equipado com GPL, tem 40% de desconto no IA, ao legalizá-lo.

- Infelizmente, os nossos carissimos governantes ‘esqueceram-se’ de beneficiar a maioria dos interessados: se instalar o GPL no seu carro em Portugal, paga tudo do seu bolso (na Europa é comum o Estado comparticipar em cerca de 50% a instalação).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mais info:</p>
<p>DIESEL versus GPL<br />
Qual o mais económico?<br />
14/10/2006<br />
Na Escolha de uma nova viatura, o que poderá ter em conta para realmente ver o Peso e as Vantagens do GPL&#8230;</p>
<p>O GPL é mais economico que o Diesel ?<br />
O GPL é mais economico que o Diesel ? Sim e não. Se olharmos apenas ao consumo, não é. Porquê ? Porque :</p>
<p>- um carro a diesel com cerca de 1.900 a 2.000 cc gasta 6-7 litros de diesel aos 100 numa condução despreocupada e&#8230;</p>
<p>- Um carro convertido a GPL, com cilindrada semelhante ou superior, pode gastar entre 12 e 15 lts de GPL aos 100.</p>
<p>Como o GPL (em média a 0,55 €/lt) não está a metade do preço do gasoleo (0,88 € lt) , numa analise simplista, o gasoleo ganha, visto que o consumo é desfavoravel ao GPL numa relação de 2 para 1 (a situação pode mudar rápidamente se o preço do GPL se mantiver estável, e se o do gasoleo se aproximar ao da gasolina, conforme parece ser o seu destino) .</p>
<p>(Actualização em Julho de 2005 :<br />
conforme previsto, a evolução do preço do gasoleo colocou-o na casa de 1€ por litro, o que alterou definitivamente a relação diesel/GPL, que era teoricamente mais vantajosa para o Diesel. Desde que este post foi inicialmente escrito, o preço do diesel aumentou cerca de 15% , e o do GPL desceu cerca de 3 a 5%. )</p>
<p>Mas há a considerar o preço do veiculo, certo? Vamo-nos restringir ao ambito dos carros usados, visto que é neste universo de veiculos que o GPL predomina:</p>
<p>- Um BMW 320D (diesel 130 cv) com 3-4 anos custa entre 5000 e 6000 contos (estão na moda&#8230;)<br />
- Um BMW 318I (gasolina 142 cv) com 3-4 anos pode valer á volta de 4000 contos (mais dificeis de vender, não estão na moda, e gastam muito combustivel)</p>
<p>A diferença é substancial, especialmente quando ambos tem preços muito semelhantes em novo (cerca de 8000 contos). Alem disso, há a considerar o facto de, em geral, ser muito mais fácil encontrar um bom negocio num carro a gasolina (com poucos kms e em muito bom estado), do que um carro a diesel, que por sistema é utilizado exaustivamente.</p>
<p>Portanto, consideremos que, neste exemplo, economizámos cerca de 1500 a 2000 contos na compra do carro a gasolina, e que, optando pelo GPL, vamos gastar mais 300-350 contos pelo sistema GPL, e cerca de 25% mais em combustivel (em euros, não em litros) do que se tivessemos optado pelo diesel.</p>
<p>Temos ainda a considerar o gosto pessoal: é que se gostarmos muito, por exemplo, do Toyota Celica não o encontramos com motor Diesel, e, sendo a gasolina, pode tornar-se demasiado dispendioso, no consumo. A alternativa obvia é comprá-lo a bom preço em segunda mão, e instalar-lhe o sistema GPL.</p>
<p>Mas a coisa ainda pode correr melhor : a compra de um carro a GPL pode ter descontos de 40 ou 50% no Imposto Automovel.</p>
<p>- Se comprar um carro novo já equipado para funcionar exclusivamente com GPL, tem 50% de desconto.</p>
<p>- Se importar um carro usado já equipado com GPL, tem 40% de desconto no IA, ao legalizá-lo.</p>
<p>- Infelizmente, os nossos carissimos governantes ‘esqueceram-se’ de beneficiar a maioria dos interessados: se instalar o GPL no seu carro em Portugal, paga tudo do seu bolso (na Europa é comum o Estado comparticipar em cerca de 50% a instalação).</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43939</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:12:26 +0000</pubDate>
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		<description>jcd, eu não sou especialista em gpl. mas o que tenho lido leva-me a crer que é um combustível menos poluente. menos poluente não quer dizer não poluente. mas menos é melhor que mais, certo? passo a reproduzir um texto de setembro de 2005 do dn:



&quot;Mitos, lobbies e leis&quot; travam adesão ao GPL nos carros

Governo prepara alterações à legislação sobre o uso daquele combustível 

cátia almeida		

preço. Custo por litro do GPL tem descido, rondando os 0,520 euros

O litro de GPL custa metade do de gasóleo, é 59% mais barato do que a gasolina, é menos poluente e prolonga a vida do motor dos automóveis. Sendo assim, porquê a reduzida adesão a este combustível alternativo? 

O DN colocou a questão a profissionais e associações do sector e obteve consenso nas respostas. Em primeiro lugar, existe um grande desconhecimento sobre o GPL por parte dos consumidores. A segurança, ligada ao suposto perigo de explosão, &quot;é um verdadeiro mito. Todo o sistema é anti-retorno, ou seja, mesmo num caso de furo, que é muito caro, o sistema bloqueia&quot;, afirmou Albino Romão, empresário de montagem de aparelhos de autogás. Segundo o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas Apetro, José Horta, &quot;não há qualquer risco acrescido em relação à gasolina ou ao gasóleo&quot;.

Outro dos &quot;mitos&quot; criados é a falta de postos de abastecimento. Embora a rede seja bastante mais reduzida relativamente aos combustíveis tradicionais, existem cerca de 200 bombas GLP espalhadas pelo País. Além disso, os carros equipados para o GPL ficam sempre com o reservatório a gasolina, podendo ser movidos a um ou a outro combustível, consoante a opção do condutor.

A proibição de estacionar em parques subterrâneos é outra das razões apontadas para os consumidores não aderirem ao GPL. De facto, esta é uma das grandes desvantagens, mas que poderá ser alterada em breve (ver caixa). O mesmo se passa com o dístico que os automóveis a GLP são obrigados a usar. &quot;Aquilo parece algo a dizer que vai ali uma bomba. As pessoas não gostam de o exibir. Defendemos a alteração para um selo que diga &#039;GPL, amigo do ambiente&quot;, destacou Neves da Silva, secretário-geral da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (Anecra) . 

Mas mesmo com os inconvenientes, onde se inclui o custo do equipamento (ver texto em baixo), Albino Romão não entende o fraco desenvolvimento do GPL. &quot;Há vários lobbies responsáveis por esta situação, como o das petrolíferas, que querem tirar o retorno dos investimentos que fizeram nos outros combustíveis, e os dos construtores de automóveis&quot;, frisou Albino Romão. 

Contudo, este empresário acredita que à medida que os consumidores estiverem mais informados e verificarem as poupanças que podem fazer com o GLP (que apesar de gastar mais meio litro do que a gasolina fica sempre mais económico), a adesão irá crescer. 

os números do gpl. No ano passado foram vendidas 20,8 mil toneladas de GPL, enquanto nos primeiros sete meses deste ano foram comercializadas 10,2 mil toneladas. &quot;O mercado está a descer e tudo indica que iremos acabar o ano nas 17 ou 18 mil toneladas&quot;, afirmou José Horta. Curiosamente, ao contrário do gasóleo e da gasolina, o preço do GPL tem vindo a descer. Em Fevereiro, custava 0,580 euros e neste momento ronda os 0,520 euros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jcd, eu não sou especialista em gpl. mas o que tenho lido leva-me a crer que é um combustível menos poluente. menos poluente não quer dizer não poluente. mas menos é melhor que mais, certo? passo a reproduzir um texto de setembro de 2005 do dn:</p>
<p>&#8220;Mitos, lobbies e leis&#8221; travam adesão ao GPL nos carros</p>
<p>Governo prepara alterações à legislação sobre o uso daquele combustível </p>
<p>cátia almeida		</p>
<p>preço. Custo por litro do GPL tem descido, rondando os 0,520 euros</p>
<p>O litro de GPL custa metade do de gasóleo, é 59% mais barato do que a gasolina, é menos poluente e prolonga a vida do motor dos automóveis. Sendo assim, porquê a reduzida adesão a este combustível alternativo? </p>
<p>O DN colocou a questão a profissionais e associações do sector e obteve consenso nas respostas. Em primeiro lugar, existe um grande desconhecimento sobre o GPL por parte dos consumidores. A segurança, ligada ao suposto perigo de explosão, &#8220;é um verdadeiro mito. Todo o sistema é anti-retorno, ou seja, mesmo num caso de furo, que é muito caro, o sistema bloqueia&#8221;, afirmou Albino Romão, empresário de montagem de aparelhos de autogás. Segundo o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas Apetro, José Horta, &#8220;não há qualquer risco acrescido em relação à gasolina ou ao gasóleo&#8221;.</p>
<p>Outro dos &#8220;mitos&#8221; criados é a falta de postos de abastecimento. Embora a rede seja bastante mais reduzida relativamente aos combustíveis tradicionais, existem cerca de 200 bombas GLP espalhadas pelo País. Além disso, os carros equipados para o GPL ficam sempre com o reservatório a gasolina, podendo ser movidos a um ou a outro combustível, consoante a opção do condutor.</p>
<p>A proibição de estacionar em parques subterrâneos é outra das razões apontadas para os consumidores não aderirem ao GPL. De facto, esta é uma das grandes desvantagens, mas que poderá ser alterada em breve (ver caixa). O mesmo se passa com o dístico que os automóveis a GLP são obrigados a usar. &#8220;Aquilo parece algo a dizer que vai ali uma bomba. As pessoas não gostam de o exibir. Defendemos a alteração para um selo que diga &#8216;GPL, amigo do ambiente&#8221;, destacou Neves da Silva, secretário-geral da Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel (Anecra) . </p>
<p>Mas mesmo com os inconvenientes, onde se inclui o custo do equipamento (ver texto em baixo), Albino Romão não entende o fraco desenvolvimento do GPL. &#8220;Há vários lobbies responsáveis por esta situação, como o das petrolíferas, que querem tirar o retorno dos investimentos que fizeram nos outros combustíveis, e os dos construtores de automóveis&#8221;, frisou Albino Romão. </p>
<p>Contudo, este empresário acredita que à medida que os consumidores estiverem mais informados e verificarem as poupanças que podem fazer com o GLP (que apesar de gastar mais meio litro do que a gasolina fica sempre mais económico), a adesão irá crescer. </p>
<p>os números do gpl. No ano passado foram vendidas 20,8 mil toneladas de GPL, enquanto nos primeiros sete meses deste ano foram comercializadas 10,2 mil toneladas. &#8220;O mercado está a descer e tudo indica que iremos acabar o ano nas 17 ou 18 mil toneladas&#8221;, afirmou José Horta. Curiosamente, ao contrário do gasóleo e da gasolina, o preço do GPL tem vindo a descer. Em Fevereiro, custava 0,580 euros e neste momento ronda os 0,520 euros.</p>
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		<title>Por: j</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43938</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 12:03:30 +0000</pubDate>
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		<description>Algumas partes do post são mesmo de quem vive bem no interior de Lisboa, onde não faltam táxis (para quem os pode pagar) e o metro à saída de casa. Ou andar a pé, como eu fazia quando vivi “dentro” de Lisboa durante cinco anos.
Porque, acredite, só quem é burro é que gosta de andar nas bichas. Eu já tive também que as gramar duas a três vezes por semana durante vários anos e não sou burro, “digo eu”. Simplesmente, não tinha mesmo alternativa.
Se a Fernanda Câncio tivesse que entrar e sair em Lisboa todos os dias com os transportes públicos que demoram horas a sair e a chegar a casa e com os passageiros enlatados, talvez não tivesse a mesma opinião em algumas das partes do post. 

Também não concordo com subsídios para tudo e mais alguma. 
Mas, então, não percebo porque, apesar do petróleo estar &quot;barato&quot; em euros, o Estado se “subsidia&quot; com o ISP dos mais caros da Europa, em vez de fazer uma verdadeira reforma da despesa pública, e estando a arrepiar caminho na proximidade do ciclo eleitoral.
Porque a reforma da administração pública não se fez, antes pelo contrário, engordou na despesa, tendo descido apenas no bolso dos funcionários públicos (esses malandros privilegiados, que são os culpados do défice...).
E o Estado recorrendo ao “subsídio” de carregar nos impostos, ao contrário do que foi prometido.
E porque razão as empresas petrolíferas continuam com os seus lucros desaforadamente a aumentar.
A variação do preço do petróleo faz-me lembrar a prestação do meu crédito à habitação, quando o juro sobe lá vão mais €30,00 ou €40,00, mas quando descem, fica pela metade, ou menos.

Na minha terra, diz-se de quem fale assim, que anda “de cavalo”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas partes do post são mesmo de quem vive bem no interior de Lisboa, onde não faltam táxis (para quem os pode pagar) e o metro à saída de casa. Ou andar a pé, como eu fazia quando vivi “dentro” de Lisboa durante cinco anos.<br />
Porque, acredite, só quem é burro é que gosta de andar nas bichas. Eu já tive também que as gramar duas a três vezes por semana durante vários anos e não sou burro, “digo eu”. Simplesmente, não tinha mesmo alternativa.<br />
Se a Fernanda Câncio tivesse que entrar e sair em Lisboa todos os dias com os transportes públicos que demoram horas a sair e a chegar a casa e com os passageiros enlatados, talvez não tivesse a mesma opinião em algumas das partes do post. </p>
<p>Também não concordo com subsídios para tudo e mais alguma.<br />
Mas, então, não percebo porque, apesar do petróleo estar &#8220;barato&#8221; em euros, o Estado se “subsidia&#8221; com o ISP dos mais caros da Europa, em vez de fazer uma verdadeira reforma da despesa pública, e estando a arrepiar caminho na proximidade do ciclo eleitoral.<br />
Porque a reforma da administração pública não se fez, antes pelo contrário, engordou na despesa, tendo descido apenas no bolso dos funcionários públicos (esses malandros privilegiados, que são os culpados do défice&#8230;).<br />
E o Estado recorrendo ao “subsídio” de carregar nos impostos, ao contrário do que foi prometido.<br />
E porque razão as empresas petrolíferas continuam com os seus lucros desaforadamente a aumentar.<br />
A variação do preço do petróleo faz-me lembrar a prestação do meu crédito à habitação, quando o juro sobe lá vão mais €30,00 ou €40,00, mas quando descem, fica pela metade, ou menos.</p>
<p>Na minha terra, diz-se de quem fale assim, que anda “de cavalo”.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43937</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:59:22 +0000</pubDate>
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		<description>O GPL é uma opção economicamente atractiva, mas não para táxis, que têm motores a &lt;em&gt;diesel&lt;/em&gt;. A &lt;a href=&quot;http://www.autogas.pt/index.php?aid=21&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;adaptação é mais cara&lt;/a&gt;, não é de todo possível em muitos motores específicos e, pelo menos há uns anos, quando andei profissionalmente interessado no tema, não havia quem fizesse tal modificação em Portugal. Mais: motores bem usados, já com folgas, por mínimas que sejam, terão problemas quase insolúveis após a modificação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O GPL é uma opção economicamente atractiva, mas não para táxis, que têm motores a <em>diesel</em>. A <a href="http://www.autogas.pt/index.php?aid=21" rel="nofollow">adaptação é mais cara</a>, não é de todo possível em muitos motores específicos e, pelo menos há uns anos, quando andei profissionalmente interessado no tema, não havia quem fizesse tal modificação em Portugal. Mais: motores bem usados, já com folgas, por mínimas que sejam, terão problemas quase insolúveis após a modificação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43935</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:55:17 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, qual é a diferença entre um carro a gás e um carro a gasolina, dum ponto de vista ecológico? Ambos consomem hidrocarbonetos, uma forma de energia não renovável e que emite CO2 para a atmosfera.

A única diferença relevante está no fisco. Os carros a GPL pagam menos impostos. Ou, no ponto de vista da Fernanda, o estado subsidia os carros a gás.

Afinal, o MSP serve para salvar o planeta ou é apenas um esquema  para poupar nos impostos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, qual é a diferença entre um carro a gás e um carro a gasolina, dum ponto de vista ecológico? Ambos consomem hidrocarbonetos, uma forma de energia não renovável e que emite CO2 para a atmosfera.</p>
<p>A única diferença relevante está no fisco. Os carros a GPL pagam menos impostos. Ou, no ponto de vista da Fernanda, o estado subsidia os carros a gás.</p>
<p>Afinal, o MSP serve para salvar o planeta ou é apenas um esquema  para poupar nos impostos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43933</link>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:51:40 +0000</pubDate>
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		<description>Se eu não tivesse 3 filhos não teria certamente carro, mas  sem carro a vida da minha familia teria que ser completamente diferente, os meus filhos não poderiam frequentar o conservatório de musica de Coimbra porque fica tão longe do centro da cidade e com tão poucos transportes que nunca lá chegariam a tempo, o J. não podia andar no judo porque à hora a que terminam os treinos (20 ou 21 h) já não teria transporte razoável para casa, o mais pequeno também não poderia andar no jardim infantil onde anda. Mesmo assim temos um carro para 5 pessoas o que me parece um bom &quot;ratio&quot;. Em Lisboa é capaz de ser mais fácil, as distâncias são maiores mas os transportes publicos são muito melhores. O pedido dos taxistas é uma treta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu não tivesse 3 filhos não teria certamente carro, mas  sem carro a vida da minha familia teria que ser completamente diferente, os meus filhos não poderiam frequentar o conservatório de musica de Coimbra porque fica tão longe do centro da cidade e com tão poucos transportes que nunca lá chegariam a tempo, o J. não podia andar no judo porque à hora a que terminam os treinos (20 ou 21 h) já não teria transporte razoável para casa, o mais pequeno também não poderia andar no jardim infantil onde anda. Mesmo assim temos um carro para 5 pessoas o que me parece um bom &#8220;ratio&#8221;. Em Lisboa é capaz de ser mais fácil, as distâncias são maiores mas os transportes publicos são muito melhores. O pedido dos taxistas é uma treta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43931</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:45:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43931</guid>
		<description>aac, como é evidente, escrevo num computador, tenho frigorífico, máquinas de lavar, micro-ondas, fogão, aspirador, e ainda, horror horror, aquecimento eléctrico, que custa um pequeno grande balúrdio. a minha casa, com os seus 200 anos, está longe de ser um modelo de eficiência energética, embora até pudesse sê-lo. quando em 2002 ou 2003 comecei a pensar seriamente em instalar aquecimento, procurei info sobre a energia solar, já que tenho uma parede grande virada a sul onde poderia eventualmente instalar um painel solar. lá cheguei, ao fim de muito procurar, à fala com um senhor muito simpático do ministério da economia, de uma direcção geral qualquer, que me desenganou: explicou-me que a instalação de energia solar seria imensamente dispendiosa para uma casa com as dimensões e condições da minha e que a amortização do investimento seria complicada, até porque, ao contrário do que sucedia com as empresas, o estado não concedia quaisquer tipos de benefício fiscal (ou outro) aos particulares que quisessem investir  em energias renováveis.  acabei, pois, por optar pelos painéis de aquecimento eléctricos, e a minha factura de electricidade nos meses frios é uma coisa digna de se ver -- e de muita penitência minha. para compensar esse pecado de lesa msp, poupo onde posso. não tenho elevador, só uso as máquinas de lavar quando cheias, só passo a ferro o que é necessário (espantoso o que as pessoas pasam a ferro sem necessidade, desde toalhas turcas a cuecas (!), se as deixarmos -- falo dos profissionais de serviço doméstico, já que eu nem sei muito bem como mexer num ferro), ando de transportes públicos todos os dias, não deixo luzes acesas se não preciso delas. para além disso, reciclo como uma demente. não tenho carro próprio (também porque não tenho carta, é certo, o que é mais um handicap que uma opção) mas ando muito de táxi, e sei exactamente quanto é que estes têm aumentado nos últimos anos. se posso fazer mais e melhor? decerto. não escrevi este texto para me armar em exemplo, mas porque me parece que todos estamos, uns mais que outros mas todos, a precisar de mudar de atitude.

luis (sem acento) rainha, escrevi este texto depois de ver uma reportagem numa tv  centrada numa oficina em que se faz a conversão para gás dos motores e os testemunhos de várias pessoas que reconverteram os carros e passaram a gastar menos de metade. também falei com pessoas q têm carros a gás, reconvertidos. uma delas gastou para aí 2000 euros e já considera ter amortizado o investimento. se calhar há problemas na adaptação, certo, e outros, como por exemplo o de nem todas as bombas terem o gás, mas parece-me que não é assim tão idiota sugerir que quem vive de usar carro pense nessa possibilidade em vez de exigir subsídios ou condições especiais.

jcd, claro que não é essa a conclusão. a conclusão certa é que a junta de freguesia da ericeira aderiu ao msp e está a ser multada por isso -- o que significa que as regras são idiotas e enfermam da patologia que o msp visa combater.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aac, como é evidente, escrevo num computador, tenho frigorífico, máquinas de lavar, micro-ondas, fogão, aspirador, e ainda, horror horror, aquecimento eléctrico, que custa um pequeno grande balúrdio. a minha casa, com os seus 200 anos, está longe de ser um modelo de eficiência energética, embora até pudesse sê-lo. quando em 2002 ou 2003 comecei a pensar seriamente em instalar aquecimento, procurei info sobre a energia solar, já que tenho uma parede grande virada a sul onde poderia eventualmente instalar um painel solar. lá cheguei, ao fim de muito procurar, à fala com um senhor muito simpático do ministério da economia, de uma direcção geral qualquer, que me desenganou: explicou-me que a instalação de energia solar seria imensamente dispendiosa para uma casa com as dimensões e condições da minha e que a amortização do investimento seria complicada, até porque, ao contrário do que sucedia com as empresas, o estado não concedia quaisquer tipos de benefício fiscal (ou outro) aos particulares que quisessem investir  em energias renováveis.  acabei, pois, por optar pelos painéis de aquecimento eléctricos, e a minha factura de electricidade nos meses frios é uma coisa digna de se ver &#8212; e de muita penitência minha. para compensar esse pecado de lesa msp, poupo onde posso. não tenho elevador, só uso as máquinas de lavar quando cheias, só passo a ferro o que é necessário (espantoso o que as pessoas pasam a ferro sem necessidade, desde toalhas turcas a cuecas (!), se as deixarmos &#8212; falo dos profissionais de serviço doméstico, já que eu nem sei muito bem como mexer num ferro), ando de transportes públicos todos os dias, não deixo luzes acesas se não preciso delas. para além disso, reciclo como uma demente. não tenho carro próprio (também porque não tenho carta, é certo, o que é mais um handicap que uma opção) mas ando muito de táxi, e sei exactamente quanto é que estes têm aumentado nos últimos anos. se posso fazer mais e melhor? decerto. não escrevi este texto para me armar em exemplo, mas porque me parece que todos estamos, uns mais que outros mas todos, a precisar de mudar de atitude.</p>
<p>luis (sem acento) rainha, escrevi este texto depois de ver uma reportagem numa tv  centrada numa oficina em que se faz a conversão para gás dos motores e os testemunhos de várias pessoas que reconverteram os carros e passaram a gastar menos de metade. também falei com pessoas q têm carros a gás, reconvertidos. uma delas gastou para aí 2000 euros e já considera ter amortizado o investimento. se calhar há problemas na adaptação, certo, e outros, como por exemplo o de nem todas as bombas terem o gás, mas parece-me que não é assim tão idiota sugerir que quem vive de usar carro pense nessa possibilidade em vez de exigir subsídios ou condições especiais.</p>
<p>jcd, claro que não é essa a conclusão. a conclusão certa é que a junta de freguesia da ericeira aderiu ao msp e está a ser multada por isso &#8212; o que significa que as regras são idiotas e enfermam da patologia que o msp visa combater.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43930</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:43:20 +0000</pubDate>
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		<description>A malta anda muito mal habituada.
Precisamente porque o petróleo é usado em muito mais do que apenas
os automóveis, não faz sentido que se continue a andar de pópó como se vivessemos no tempo das vacas gordas.
As reservas estão a acabar, e as medidas para compensar o fim do petróleo (por fim entenda-se o momento em que para extrair um barril de petróleo seja necessário gastar mais energia que a que este produz) têm de ser tomadas décadas antes de lá se chegar. O meu optimismo diz que é agora a altura certa para começar a depor a ditadura do petróleo. O pessimista que há em mim diz que ainda vamos sofrer muito  devido à atitude actual dos loucos que nos governam.
Entretanto, e assim tirando do bolso, deviam aumentar os impostos sobre os produtos petroliferos de forma a reduzir o seu consumo. Eu sei que isto é uma posta avulsa, mas provavelmente faria muita gente usar os transportes públicos e de certeza que nas empresas e nos agregados familiares apagar as luzes/computadores/televisões tornar-se-ia um hábito tão comum como limpar os pés ao tapete.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A malta anda muito mal habituada.<br />
Precisamente porque o petróleo é usado em muito mais do que apenas<br />
os automóveis, não faz sentido que se continue a andar de pópó como se vivessemos no tempo das vacas gordas.<br />
As reservas estão a acabar, e as medidas para compensar o fim do petróleo (por fim entenda-se o momento em que para extrair um barril de petróleo seja necessário gastar mais energia que a que este produz) têm de ser tomadas décadas antes de lá se chegar. O meu optimismo diz que é agora a altura certa para começar a depor a ditadura do petróleo. O pessimista que há em mim diz que ainda vamos sofrer muito  devido à atitude actual dos loucos que nos governam.<br />
Entretanto, e assim tirando do bolso, deviam aumentar os impostos sobre os produtos petroliferos de forma a reduzir o seu consumo. Eu sei que isto é uma posta avulsa, mas provavelmente faria muita gente usar os transportes públicos e de certeza que nas empresas e nos agregados familiares apagar as luzes/computadores/televisões tornar-se-ia um hábito tão comum como limpar os pés ao tapete.</p>
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		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43924</link>
		<dc:creator>Dorean Paxorales</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:37:35 +0000</pubDate>
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		<description>Ironicamente, na mesma edição do DN:
http://dn.sapo.pt/2008/05/23/dnbolsa/bicicletas_tiram_comboios_carris.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ironicamente, na mesma edição do DN:<br />
<a href="http://dn.sapo.pt/2008/05/23/dnbolsa/bicicletas_tiram_comboios_carris.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2008/05/23/dnbolsa/bicicletas_tiram_comboios_carris.html</a></p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43923</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:34:02 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bem, Fernanda!

Estou a ver que a Fernanda está cada vez mais próxima do liberalismo. Acho isso ótimo, e convido-a, mais uma vez, a aderir ao Movimento Liberal Social.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, Fernanda!</p>
<p>Estou a ver que a Fernanda está cada vez mais próxima do liberalismo. Acho isso ótimo, e convido-a, mais uma vez, a aderir ao Movimento Liberal Social.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43922</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:31:43 +0000</pubDate>
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		<description>Aliás como bom lisboeta estou sempre contra os taxistas e contra a EMEL. Está-me no sangue.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aliás como bom lisboeta estou sempre contra os taxistas e contra a EMEL. Está-me no sangue.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43921</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:30:48 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda Maria,
Os taxistas não estavam a pedir subsídio para o gasóleo. O gasóleo custa 25 cêntimos o litro (o número não é este mas é parecido (custa mais que a gasolina)) e o resto é imposto. O que os taxistas pediam era a redução do imposto e não um subsídio. 

Isto não signifca que eu concorde com os taxistas.
~JR</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Maria,<br />
Os taxistas não estavam a pedir subsídio para o gasóleo. O gasóleo custa 25 cêntimos o litro (o número não é este mas é parecido (custa mais que a gasolina)) e o resto é imposto. O que os taxistas pediam era a redução do imposto e não um subsídio. </p>
<p>Isto não signifca que eu concorde com os taxistas.<br />
~JR</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43918</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:15:12 +0000</pubDate>
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		<description>De acordo com a opinião que a Fernanda expressa neste poste, a junta de freguesia da Ericeira está a ser subsidiada por não pagar ISP.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a opinião que a Fernanda expressa neste poste, a junta de freguesia da Ericeira está a ser subsidiada por não pagar ISP.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43913</link>
		<dc:creator>Paulo Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:07:50 +0000</pubDate>
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		<description>Sim. Eu permito-me acrescentar a recente novela ridícula de ter a junta de freguesia da Ericeira na mira do fisco e com coimas já aplicadas por estar a produzir combustível a partir de óleos alimentares usados. Fuga fiscal, ao que parece. Cada litro de gasolina poupado é receita fiscal a menos. Portanto, vamos andar muito de carro e gastar o orçamento familiar em gasolina para combater o défice. Quem disser o contrário só pode ser do Bloco de Esquerda, que não deixou de aproveitar para visitar a referida junta para, no fundo, no fundo, levar o país à ruína.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim. Eu permito-me acrescentar a recente novela ridícula de ter a junta de freguesia da Ericeira na mira do fisco e com coimas já aplicadas por estar a produzir combustível a partir de óleos alimentares usados. Fuga fiscal, ao que parece. Cada litro de gasolina poupado é receita fiscal a menos. Portanto, vamos andar muito de carro e gastar o orçamento familiar em gasolina para combater o défice. Quem disser o contrário só pode ser do Bloco de Esquerda, que não deixou de aproveitar para visitar a referida junta para, no fundo, no fundo, levar o país à ruína.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43912</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:02:16 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho ideia que não é fácil nem económico adaptar a gás a maior parte dos motores diesel que por aí andam.
E não esqueças que não é só para o popó que o petróleo faz muita falta...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho ideia que não é fácil nem económico adaptar a gás a maior parte dos motores diesel que por aí andam.<br />
E não esqueças que não é só para o popó que o petróleo faz muita falta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43910</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 10:58:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43910</guid>
		<description>O estado fiscal já chegou tão longe que já vemos um pedido de  descida de impostos como um subsídio. Isto é, o estado tira 100, pede-se que passe a tirar só 50 e há quem considere uma simples descida de impostos como um subsídio. Não é, Fernanda. Podemos opor-nos à pretensão dos taxistas e dos camionistas por uma questão de equidade - a baixar para uns, que baixe para todos - mas não com esse argumento do &quot;subsídio&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O estado fiscal já chegou tão longe que já vemos um pedido de  descida de impostos como um subsídio. Isto é, o estado tira 100, pede-se que passe a tirar só 50 e há quem considere uma simples descida de impostos como um subsídio. Não é, Fernanda. Podemos opor-nos à pretensão dos taxistas e dos camionistas por uma questão de equidade &#8211; a baixar para uns, que baixe para todos &#8211; mas não com esse argumento do &#8220;subsídio&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: AAC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43908</link>
		<dc:creator>AAC</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 10:56:49 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Já fazemos todos parte, quer queiramos quer não, do Movimento dos Sem-Petróleo (MSP). É altura de a ele aderirmos à séria, com entusiasmo e militância.&quot;

Mas só nos transportes, certo? A Fernanda em casa não anda à luz da vela, pois não? E usa computador em vez de máquina de escrever, presumo? É que o Estado - você, quem a lê e quem não a lê - subsidia a electricidade (maioritariarmente gerada por combustíveis fósseis) que todos consumimos.

Completamente de acordo consigo com aqueles que vão de carro para o trabalho, mas - e até por uma questão de equidade - o Estado deveria ter cuidada atenção para com os profissionais dos ramos que aponta - taxistas, transportadoras, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Já fazemos todos parte, quer queiramos quer não, do Movimento dos Sem-Petróleo (MSP). É altura de a ele aderirmos à séria, com entusiasmo e militância.&#8221;</p>
<p>Mas só nos transportes, certo? A Fernanda em casa não anda à luz da vela, pois não? E usa computador em vez de máquina de escrever, presumo? É que o Estado &#8211; você, quem a lê e quem não a lê &#8211; subsidia a electricidade (maioritariarmente gerada por combustíveis fósseis) que todos consumimos.</p>
<p>Completamente de acordo consigo com aqueles que vão de carro para o trabalho, mas &#8211; e até por uma questão de equidade &#8211; o Estado deveria ter cuidada atenção para com os profissionais dos ramos que aponta &#8211; taxistas, transportadoras, etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: luis eme</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/comment-page-1/#comment-43906</link>
		<dc:creator>luis eme</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 10:34:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/05/23/adira-ao-msp-pergunte-me-como/#comment-43906</guid>
		<description>este texto faz todo o sentido, mas estamos tão longe de sermos país justo.

é por isso que (quase) toda a gente tenta agarrar uma teta (mesmo pequenina) do estado. faz parte da nossa pobreza...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este texto faz todo o sentido, mas estamos tão longe de sermos país justo.</p>
<p>é por isso que (quase) toda a gente tenta agarrar uma teta (mesmo pequenina) do estado. faz parte da nossa pobreza&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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