Ontem, ao ouvir a bizarra e lacunar definição de “flexigurança” que Jamila Madeira deu à TSF, lembrei-me dos receios de Cavaco Silva a propósito do baixo envolvimento dos nossos jovens na política. É que com ex-jotinhas deste calibre, mais vale os jovens continuarem agarrados à PlayStation até aos 80.




Sempre que oiço o nome Jamila imagino uma senhora de dreads e ar gingão.
Há tempos fui a um seminário sobre essa “coisa”. Passaram parte do tempo a discutir se deveríamos utilizaro termo “flexisegurança” ou “flexigurança”. Quase que houve porrada. Isto é Portugal.