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	<title>Comentários em: Os advogados farmacêuticos</title>
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		<title>Por: MPR</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43477</link>
		<dc:creator>MPR</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2008 13:10:18 +0000</pubDate>
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		<description>Reler comentários tem as suas vantagens... eu disse mesmo que &quot;a formação de uma pessoa é uma escolha pessoal&quot; e que &quot;reduzir(...) é no mínimo redutor&quot;
Escrever à pressa tem os seus inconvenientes...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reler comentários tem as suas vantagens&#8230; eu disse mesmo que &#8220;a formação de uma pessoa é uma escolha pessoal&#8221; e que &#8220;reduzir(&#8230;) é no mínimo redutor&#8221;<br />
Escrever à pressa tem os seus inconvenientes&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: joão viegas</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43261</link>
		<dc:creator>joão viegas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 17:42:09 +0000</pubDate>
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		<description>O comentário do Bastonário e a discussão que se segue não fazem qualquer sentido.  Uma licenciatura em direito não habilita ninguém ao exercício da advogacia.  Trata-se de uma formação geral, que pode preparar o ingresso na profissão (mas nesse caso, tem de ser seguida de exames, de um estágio profissional, etc.), ou noutra profissão jurídica (há tantas : magistratura, notariado, diplomacia, varias carreiras da função pública, jurista de empresa, etc.), ou de resto de outra profissão qualquer (há inúmeros exemplos), ou mesmo ser seguida por mero interesse especulativo ou para completar o currículo.

Já vai sendo tempo de aprendermos a distinguir entre formação universitária e formação profissional…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário do Bastonário e a discussão que se segue não fazem qualquer sentido.  Uma licenciatura em direito não habilita ninguém ao exercício da advogacia.  Trata-se de uma formação geral, que pode preparar o ingresso na profissão (mas nesse caso, tem de ser seguida de exames, de um estágio profissional, etc.), ou noutra profissão jurídica (há tantas : magistratura, notariado, diplomacia, varias carreiras da função pública, jurista de empresa, etc.), ou de resto de outra profissão qualquer (há inúmeros exemplos), ou mesmo ser seguida por mero interesse especulativo ou para completar o currículo.</p>
<p>Já vai sendo tempo de aprendermos a distinguir entre formação universitária e formação profissional…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: carlos barbosa oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43258</link>
		<dc:creator>carlos barbosa oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 17:15:57 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. JDC:
afinal, parece que as nossas opiniões estão mais próximas do que inicialmente pensei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. JDC:<br />
afinal, parece que as nossas opiniões estão mais próximas do que inicialmente pensei.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MFerrer</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43233</link>
		<dc:creator>MFerrer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 16:08:07 +0000</pubDate>
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		<description>Não percebo! Então não eram os advogados que declaravam, às Finanças, viver com ordenados mínimos? E agora querem continuar nessa penúria ? 
Tá mal! 
Senhor Mandatário disfarce, senão fica um bocado ridículo exigir que os seus sócios continuem a viver na miséria que proclamam!
Profissão com concorrência? Não senhor.
Curso superior e andar à procura de emprego? Onde é que chegámos? O tal Canudo devia dar entrada garantida, em empregos à escolha, como os Seminários dão direito a uma paróquia...
Mas tempos houve em que, nem mesmo esses, tinham garantido o pão nosso de cada dia!
Mistérios que o Império tece!
MFerrer</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não percebo! Então não eram os advogados que declaravam, às Finanças, viver com ordenados mínimos? E agora querem continuar nessa penúria ?<br />
Tá mal!<br />
Senhor Mandatário disfarce, senão fica um bocado ridículo exigir que os seus sócios continuem a viver na miséria que proclamam!<br />
Profissão com concorrência? Não senhor.<br />
Curso superior e andar à procura de emprego? Onde é que chegámos? O tal Canudo devia dar entrada garantida, em empregos à escolha, como os Seminários dão direito a uma paróquia&#8230;<br />
Mas tempos houve em que, nem mesmo esses, tinham garantido o pão nosso de cada dia!<br />
Mistérios que o Império tece!<br />
MFerrer</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lololinhazinha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43226</link>
		<dc:creator>Lololinhazinha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 15:55:55 +0000</pubDate>
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		<description>O senhor bastonário ocupa a posição ideal para garantir que apenas são advogados os licenciados em direito mais capazes. A solução nunca está em restringir o acesso aos cursos, já que um comercial, por exemplo, será um melhor comercial se for licenciado.
Não sei do que se queixa o senhor bastonário. Quando os estudantes escolhem o curso de direito já sabem que não é nada garantido que alguma vez venham a exercer advocacia ou a fazer carreira numa área jurídica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O senhor bastonário ocupa a posição ideal para garantir que apenas são advogados os licenciados em direito mais capazes. A solução nunca está em restringir o acesso aos cursos, já que um comercial, por exemplo, será um melhor comercial se for licenciado.<br />
Não sei do que se queixa o senhor bastonário. Quando os estudantes escolhem o curso de direito já sabem que não é nada garantido que alguma vez venham a exercer advocacia ou a fazer carreira numa área jurídica.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JDC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43220</link>
		<dc:creator>JDC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 15:36:27 +0000</pubDate>
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		<description>Sr.Carlos Barbosa de Oliveira,
Evidentemente que o BA apenas quer garantir o nível de vida dos advogados. Chegam a ser obscenos os honorários cobrados! De facto, nas profissões liberais, o Estado apenas deve intervir de forma a garantir a qualidade dos cursos. Mas isso, obviamente, aplicar-se-à em todas as licenciaturas e mestrados!
Sobre a vocação, falo-lhe do meu caso: estou a tirar mestrado de bolonha na área de fluidos em Engenharia Mecânica. No entanto, a minha vocação mesmo seria a robótica, nomeadamente a robótica aplicada á cirurgia. O problema é que, em Portugal, não há investimento disponível para fazer investigação nessa área nem sequer empresas que operem nesse sector. Tinha duas escolhas: emigrava ou escolhia um tema, também do meu agrado, mas que se adequasse mais ao mercado... É uma questão de equilibrio. O problema é que, como dizia o comentário do(a) MRP, muita gente acha que tirar um curso (como mestrado em manutenção de campos de golfe) é garante de emprego!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr.Carlos Barbosa de Oliveira,<br />
Evidentemente que o BA apenas quer garantir o nível de vida dos advogados. Chegam a ser obscenos os honorários cobrados! De facto, nas profissões liberais, o Estado apenas deve intervir de forma a garantir a qualidade dos cursos. Mas isso, obviamente, aplicar-se-à em todas as licenciaturas e mestrados!<br />
Sobre a vocação, falo-lhe do meu caso: estou a tirar mestrado de bolonha na área de fluidos em Engenharia Mecânica. No entanto, a minha vocação mesmo seria a robótica, nomeadamente a robótica aplicada á cirurgia. O problema é que, em Portugal, não há investimento disponível para fazer investigação nessa área nem sequer empresas que operem nesse sector. Tinha duas escolhas: emigrava ou escolhia um tema, também do meu agrado, mas que se adequasse mais ao mercado&#8230; É uma questão de equilibrio. O problema é que, como dizia o comentário do(a) MRP, muita gente acha que tirar um curso (como mestrado em manutenção de campos de golfe) é garante de emprego!</p>
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	<item>
		<title>Por: Carlos Barbosa de Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43215</link>
		<dc:creator>Carlos Barbosa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 15:11:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3107#comment-43215</guid>
		<description>Sr. JDC:
Acredito perfeitamente no que diz, mas no caso vertente dos advogados ( que pode ser aplicado a outras profissões liberais) que optam na sua maioria por profissões liberais, não vejo razões para que o Estado intervenha a favor da pretensão do Bastonário (por quem até já tenho manifestado o meu apreço no meu blog). Digo mesmo... era o que faltava! 
As profissões liberais funcionam de acordo com as regras da concorrência e &quot;quem tem unhas toca guitarra&quot;. 
As &quot;queixas&quot; do Bastonário fizeram-me lembrar  os &quot;soldadinhos de chumbo&quot;, sim. Considero inadmissível que venha defender uma espécie de quota para licenciados em Direito, porque alegadamente o mercado está saturado. Parece-me uma visão um bocado estalinista, não acha?
Desculpe lá, mas num mundo globalizado coarctar a vocação parece-me um contrasenso. 
Fiz grande parte da minha vida lá fora, com muito prazer e algum proveito, apesar de a minha profissão não ter, à época, grande dificuldade de emprego. E isto, nada tem a ver com a minha ideologia, mas sim com uma maneira de ver o mundo que não se circunscreve ao rectângulo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. JDC:<br />
Acredito perfeitamente no que diz, mas no caso vertente dos advogados ( que pode ser aplicado a outras profissões liberais) que optam na sua maioria por profissões liberais, não vejo razões para que o Estado intervenha a favor da pretensão do Bastonário (por quem até já tenho manifestado o meu apreço no meu blog). Digo mesmo&#8230; era o que faltava!<br />
As profissões liberais funcionam de acordo com as regras da concorrência e &#8220;quem tem unhas toca guitarra&#8221;.<br />
As &#8220;queixas&#8221; do Bastonário fizeram-me lembrar  os &#8220;soldadinhos de chumbo&#8221;, sim. Considero inadmissível que venha defender uma espécie de quota para licenciados em Direito, porque alegadamente o mercado está saturado. Parece-me uma visão um bocado estalinista, não acha?<br />
Desculpe lá, mas num mundo globalizado coarctar a vocação parece-me um contrasenso.<br />
Fiz grande parte da minha vida lá fora, com muito prazer e algum proveito, apesar de a minha profissão não ter, à época, grande dificuldade de emprego. E isto, nada tem a ver com a minha ideologia, mas sim com uma maneira de ver o mundo que não se circunscreve ao rectângulo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MPR</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43207</link>
		<dc:creator>MPR</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 14:30:26 +0000</pubDate>
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		<description>Desde quando é que um curso superior é apenas uma certificação que dá acesso directo a um emprego? A formação de uma pessoa é algo que cada um deve fazer pessoalmente, seja para desenvolvimento pessoal, seja para formação profissional. Uma universidade ou um grau académico não garantem, nem podem nunca garantir a entrada directa seja para que emprego for. Reduzir a formação académica a apenas a um passo para um emprego é, no mínimo, redutor. Além do mais, uma pessoa tem pelo menos 40 anos de vida activa. Quem garante que o mercado de trabalho de hoje é o mesmo de amanhã? Como tal, quem pode honestamente garantir que daqui a 5 ou 10 anos os cursos com maior empregabilidade não serão aqueles que levam a um beco sem saída?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desde quando é que um curso superior é apenas uma certificação que dá acesso directo a um emprego? A formação de uma pessoa é algo que cada um deve fazer pessoalmente, seja para desenvolvimento pessoal, seja para formação profissional. Uma universidade ou um grau académico não garantem, nem podem nunca garantir a entrada directa seja para que emprego for. Reduzir a formação académica a apenas a um passo para um emprego é, no mínimo, redutor. Além do mais, uma pessoa tem pelo menos 40 anos de vida activa. Quem garante que o mercado de trabalho de hoje é o mesmo de amanhã? Como tal, quem pode honestamente garantir que daqui a 5 ou 10 anos os cursos com maior empregabilidade não serão aqueles que levam a um beco sem saída?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JDC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43206</link>
		<dc:creator>JDC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 14:22:10 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Carlos Barbosa de Oliveira
Mas estava à espera de quê? De serem os jovens a tirar um curso a ditarem as necessidades do mercado? As empresas é que se deviam adaptar á distribuição de licenciados pelas mais diversas áreas? Se assim fosse, eramos um país de professores, advogados e médicos...
Contra mim falo, que sou finalista de Mestrado, mas se uma pessoa, quando decide o seu percurso académico, prefere seguir a sua vocação, renegando as necessidades do mercado tem duas hipóteses: vai para o desemprego ou cria a própria empresa!
Mais lhe digo, &quot;soldadinhos de chumbo&quot; são os estudantes de países com regimes comunistas, onde lhes é imposto o curso em função do bem maior do Estado. E se duvida, olhe que até conheço uma mão cheia de casos: professores meus, de Moçambique, que se viram obrigados a tirar um curso &quot;porque o país precisava&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Carlos Barbosa de Oliveira<br />
Mas estava à espera de quê? De serem os jovens a tirar um curso a ditarem as necessidades do mercado? As empresas é que se deviam adaptar á distribuição de licenciados pelas mais diversas áreas? Se assim fosse, eramos um país de professores, advogados e médicos&#8230;<br />
Contra mim falo, que sou finalista de Mestrado, mas se uma pessoa, quando decide o seu percurso académico, prefere seguir a sua vocação, renegando as necessidades do mercado tem duas hipóteses: vai para o desemprego ou cria a própria empresa!<br />
Mais lhe digo, &#8220;soldadinhos de chumbo&#8221; são os estudantes de países com regimes comunistas, onde lhes é imposto o curso em função do bem maior do Estado. E se duvida, olhe que até conheço uma mão cheia de casos: professores meus, de Moçambique, que se viram obrigados a tirar um curso &#8220;porque o país precisava&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43182</link>
		<dc:creator>Ricardo santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 13:25:44 +0000</pubDate>
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		<description>Por acaso, até acho que o Bastonário tem razão. Não em relação à indemnização a pagar pelo Estado - esse é mais um dos disparates tão usuais nele - mas em relação à proliferação de cursos de Direito, a maior parte deles privados e sem qualquer qualidade. A culpa é do sr. Cavaco, que,enquanto primeiro-ministro, licenciou tudo o que fosse projecto de curso. Depois, vê-se.
Passa-se o mesmo, mais ou menos, com os professores. Com a agravante de ter sido o próprio Estado, até há bem pouco tempo, a financiar os estágios integrados daqueles professores que sabia que iriam para o desemprego (a minha mulher fez o estágio há 4 ou 5 anos, recebeu 120 contos por mês para leccionar uma turma a dividir pelas outras duas colegas, e nunca mais foi colocada). Bom investimento, o do Estado!
Claro que, com as actuais políticas do Ministério da Educação e da inefável sra. Rodrigues, em breve haverá falta de professores, tal qual já acontece no Reino Unido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por acaso, até acho que o Bastonário tem razão. Não em relação à indemnização a pagar pelo Estado &#8211; esse é mais um dos disparates tão usuais nele &#8211; mas em relação à proliferação de cursos de Direito, a maior parte deles privados e sem qualquer qualidade. A culpa é do sr. Cavaco, que,enquanto primeiro-ministro, licenciou tudo o que fosse projecto de curso. Depois, vê-se.<br />
Passa-se o mesmo, mais ou menos, com os professores. Com a agravante de ter sido o próprio Estado, até há bem pouco tempo, a financiar os estágios integrados daqueles professores que sabia que iriam para o desemprego (a minha mulher fez o estágio há 4 ou 5 anos, recebeu 120 contos por mês para leccionar uma turma a dividir pelas outras duas colegas, e nunca mais foi colocada). Bom investimento, o do Estado!<br />
Claro que, com as actuais políticas do Ministério da Educação e da inefável sra. Rodrigues, em breve haverá falta de professores, tal qual já acontece no Reino Unido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: josé manuel faria</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43160</link>
		<dc:creator>josé manuel faria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 11:28:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3107#comment-43160</guid>
		<description>O sec: XIX no XXI.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O sec: XIX no XXI.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Barbosa de Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43146</link>
		<dc:creator>Carlos Barbosa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 10:42:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3107#comment-43146</guid>
		<description>Não deve vir longe o tempo em que um jovem, em vez de escolher o curso para que sente ter aptidão, seja obrigado a seguir a carreira que o sacrossanto mercado recomendar. Serão os novos &quot;soldadinhos de chumbo&quot;, formados e treinados para satisfazer  as necessidades das empresas, que depois os descartam como à peça de uma qualquer máquina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não deve vir longe o tempo em que um jovem, em vez de escolher o curso para que sente ter aptidão, seja obrigado a seguir a carreira que o sacrossanto mercado recomendar. Serão os novos &#8220;soldadinhos de chumbo&#8221;, formados e treinados para satisfazer  as necessidades das empresas, que depois os descartam como à peça de uma qualquer máquina.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Fontela</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/20/os-advogados-farmaceuticos/comment-page-1/#comment-43133</link>
		<dc:creator>Pedro Fontela</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2008 09:55:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=3107#comment-43133</guid>
		<description>Obviamente que cada um deve ser livre de seguir os estudos que deseja, assumindo que é competente para o fazer, mas também convinha informar as pessoas das possibilidades reais de emprego para ninguém ir para lá enganado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obviamente que cada um deve ser livre de seguir os estudos que deseja, assumindo que é competente para o fazer, mas também convinha informar as pessoas das possibilidades reais de emprego para ninguém ir para lá enganado.</p>
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	</item>
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