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Hummm…

18 Maio 2008 | por Ana Matos Pires

Acho um bocadinho (demasiado) “bi-cromática” esta opinião da Sofia. Ah, por falar em coloridas e assim, pareceu-me boa ideia trazer um pouco de cor to all you bettys out there - tanques FuckItAll.

Comentários

Comentário de FuckItAll
Data: 18 Maio 2008, 16:54

Oh, não agradeças, eu vivo para trazer cor a este mundo - mesmo apesar da minha cultura da morte, etc, etc. (já comentei a opinião da Sofia; ao contrário de ti, não acho aquilo a duas cores, acho mesmo cinzento - uma cor muito bonita mas que retira um bocadinho a tridimensionalidade às coisas).

Comentário de tomé
Data: 18 Maio 2008, 17:00

“fico na expectativa de uma próxima crónica em que se faça a distinção entre prostituta e prostituto”

Comentário de PR
Data: 18 Maio 2008, 17:58

Fuck it all? Soa-me.

Comentário de FuckItAll
Data: 19 Maio 2008, 10:29

Nem tudo o que soa é ouro, PR.

Comentário de lobotomias
Data: 19 Maio 2008, 13:08

“Para o sexo feminino”(…)”Confessam que o seu sonho era casar, ter um casalinho de filhos com eles, enfim, um ninhinho perfeito”.
A existencia de vagina pressupõe este sonho, porque afinal, e no fim de contas é apenas para isso que ela serve… ou não?
É engraçado muitas vezes quando falamos de nós no plural, estamos apenas a falar de nós próprios, e das nossas necessidades, dos nossos problemas. Parece-me bem que aqui estamos apenas a falar das/dos da Sofia .

Comentário de ezequiel
Data: 20 Maio 2008, 2:17

“Para eles, é claro que este se trata de um relacionamento puramente sexual;”

nada de semiótica

esta menina Sofia é muito perspicaz!!

sim senhora.

isto deve ser um ramo da psicologia genética evolucionista yada yada que eu desconheço por completo.

lamento, gostaria de dizer mais umas coisas mas tenho que ir percorrer o território à procura de fêmea com quem acasalar…. temos que perpetuar a sustentabilidade da espécie. Nada como a espécie.

Comentário de ezequiel
Data: 20 Maio 2008, 2:29

a distinção entre prostituta e prostituto??

qual será?

Turdburglar explorou a fenomenologia do prostituto, historicamente situado, relacionando-a com a impetuosa força noética…o acto de venda do prostituto difere no que diz respeito à relação antecedente de poder…é o mestre que se vende. Logo, há algo de paradoxal neste exchange.

Munchacake, por sua vez, invertendo o prisma semiótico de Kristeva mas mantendo o ênfase falocêntrico de Freud, concebe o munch como objecto simultaneamente indeterminado (dado que encerra uma potencialidade de “posturas”)… e…. pasme-se… como espelho lacaniano…apre!

telefonem ao Platão pois a coisa não tarda a ficar feia….e tem chamar o Pimp para meter os-as na ordem…uma chatice!!

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