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	<title>Comentários em: :-(</title>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41802</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 00:02:42 +0000</pubDate>
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		<description>Tive contacto com alguns casos. Tudo falha: há um discurso desculpabilizador do/a criminoso/a - principalmente se ele/a jogar o jogo do arrependido/a. 
Geralmente há problemas de alcoolismo ou consumo de drogas envolvidos que não são valorizados e servem mesmo para que as agressões sejam desculpabilizadas. 
A familia do/a delinquente aproveita para ajustes de contas, etc. Poder-se-ia falar durante horas. Para já: ordens de tribunal céleres e prisão mesmo, mesmo para quem as ignore. Isto podia evitar muita coisa. Essencial a atribuição de alimentos quando necessários desde a  saída de casa da vítima de agressão. Desde a saída quer dizer, 24 horas depois. Tudo isto não existe e cria à volta da vítima, habitualmente a mulher, uma teia de hesitações que a leva a contemporizar com a agressão, para não ficar sozinha, sem dinheiro, etc.
A brandura e falta de resposta pronta dos tribunais (em nome de varios discursos) é responsável por situações inacreditáveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive contacto com alguns casos. Tudo falha: há um discurso desculpabilizador do/a criminoso/a &#8211; principalmente se ele/a jogar o jogo do arrependido/a.<br />
Geralmente há problemas de alcoolismo ou consumo de drogas envolvidos que não são valorizados e servem mesmo para que as agressões sejam desculpabilizadas.<br />
A familia do/a delinquente aproveita para ajustes de contas, etc. Poder-se-ia falar durante horas. Para já: ordens de tribunal céleres e prisão mesmo, mesmo para quem as ignore. Isto podia evitar muita coisa. Essencial a atribuição de alimentos quando necessários desde a  saída de casa da vítima de agressão. Desde a saída quer dizer, 24 horas depois. Tudo isto não existe e cria à volta da vítima, habitualmente a mulher, uma teia de hesitações que a leva a contemporizar com a agressão, para não ficar sozinha, sem dinheiro, etc.<br />
A brandura e falta de resposta pronta dos tribunais (em nome de varios discursos) é responsável por situações inacreditáveis.</p>
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		<title>Por: Alexandra</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41748</link>
		<dc:creator>Alexandra</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 15:06:56 +0000</pubDate>
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		<description>The Studio,


E que mais dizem os relatos?

Issa informação só por si não quer dizer nada. 

Acha que estas que morreram, morreram apenas porque estavam ali quietinhas a levar porrada?

Quantas não morrem porque tentaram fugir, porque pediram o divórcio ou terminaram or elacionamento? 

Quantas não se vêem encurraladas, tendo entre elas a barreira do medo propiciado por ameaças e a constatação de que se fugirem podem ser encontradas e aí será pior? 

Quantos vizinhos, conscientes da violência não se reduzem ao silêncio por medo de reprezálias ou apenas de conflito?

Só devemos aceitar violência quando ambas as partes consentem de livre vontade, como o caso de algumas práticas que há que visam dar prazer através da dor. 

Não pdoemos aceitar, no geral, a violência doméstica (se não é em todos os casos), porque só há uma vontade prepotende de uma das partes. Uma pessoa na plenitude das suas funções físicas e psíquicas, se &quot;leva porrada&quot; por opção é por uma questãod e sobrevivência. 

Esqueceu-se dos casos em que há crianças pelo meio e em que as mulheres optam também em função da protecção da criança.

O provérbio &quot;entre marido e mulher não metas a colher&quot;, devia ter entrado no esquecimento há uns séculos atrás, supostamente vivemos num país civilizado e desenvolvido, esse provérbio está pobre e cheira mal, mesmo a precisar de ser enterrado.

Já que fala no aborto, pense numa situação possível: um casal com um filho menor, o marido assassina a mulher e vai para a prisão cumprir pena ou então suicida-se de seguida. 

E já agora, como acha que vai ser o comportamento da criança que, por várias vezes, assistiu a cenas de violência doméstica ou foi mesmo vítima de violência? Vários psicólogos diriam que essa criança no futuro é mais susceptível de vir a ser agressiva ou violenta.

A violência doméstica é um problema social. Não é um problema que se restringe a uma ou outra pessoa, o &quot;outro&quot;. 

Já morreram familiares de mulheres vítimas de violência doméstica só por as acolherem depois do termo da relação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>The Studio,</p>
<p>E que mais dizem os relatos?</p>
<p>Issa informação só por si não quer dizer nada. </p>
<p>Acha que estas que morreram, morreram apenas porque estavam ali quietinhas a levar porrada?</p>
<p>Quantas não morrem porque tentaram fugir, porque pediram o divórcio ou terminaram or elacionamento? </p>
<p>Quantas não se vêem encurraladas, tendo entre elas a barreira do medo propiciado por ameaças e a constatação de que se fugirem podem ser encontradas e aí será pior? </p>
<p>Quantos vizinhos, conscientes da violência não se reduzem ao silêncio por medo de reprezálias ou apenas de conflito?</p>
<p>Só devemos aceitar violência quando ambas as partes consentem de livre vontade, como o caso de algumas práticas que há que visam dar prazer através da dor. </p>
<p>Não pdoemos aceitar, no geral, a violência doméstica (se não é em todos os casos), porque só há uma vontade prepotende de uma das partes. Uma pessoa na plenitude das suas funções físicas e psíquicas, se &#8220;leva porrada&#8221; por opção é por uma questãod e sobrevivência. </p>
<p>Esqueceu-se dos casos em que há crianças pelo meio e em que as mulheres optam também em função da protecção da criança.</p>
<p>O provérbio &#8220;entre marido e mulher não metas a colher&#8221;, devia ter entrado no esquecimento há uns séculos atrás, supostamente vivemos num país civilizado e desenvolvido, esse provérbio está pobre e cheira mal, mesmo a precisar de ser enterrado.</p>
<p>Já que fala no aborto, pense numa situação possível: um casal com um filho menor, o marido assassina a mulher e vai para a prisão cumprir pena ou então suicida-se de seguida. </p>
<p>E já agora, como acha que vai ser o comportamento da criança que, por várias vezes, assistiu a cenas de violência doméstica ou foi mesmo vítima de violência? Vários psicólogos diriam que essa criança no futuro é mais susceptível de vir a ser agressiva ou violenta.</p>
<p>A violência doméstica é um problema social. Não é um problema que se restringe a uma ou outra pessoa, o &#8220;outro&#8221;. </p>
<p>Já morreram familiares de mulheres vítimas de violência doméstica só por as acolherem depois do termo da relação.</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41678</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 15:40:50 +0000</pubDate>
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		<description>Também útil: http://www.psp.pt/psp/proximidade/violencia_domestica/VD2007.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também útil: <a href="http://www.psp.pt/psp/proximidade/violencia_domestica/VD2007.pdf" rel="nofollow">http://www.psp.pt/psp/proximidade/violencia_domestica/VD2007.pdf</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41671</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 15:06:02 +0000</pubDate>
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		<description>E, já agora, uma página civilizada: http://www.noruega.org.pt/policy/gender/violence/violence.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E, já agora, uma página civilizada: <a href="http://www.noruega.org.pt/policy/gender/violence/violence.htm" rel="nofollow">http://www.noruega.org.pt/policy/gender/violence/violence.htm</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41669</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 15:03:08 +0000</pubDate>
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		<description>Para não estar a repetir tudo outra vez, cá vai: http://5dias.net/2007/09/19/ana-matos-pires-um-estudante-de-engenharia-perdeu-a-cabeca-e-uma-estudante-de-engenharia-perdeu-a-vida/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para não estar a repetir tudo outra vez, cá vai: <a href="http://5dias.net/2007/09/19/ana-matos-pires-um-estudante-de-engenharia-perdeu-a-cabeca-e-uma-estudante-de-engenharia-perdeu-a-vida/" rel="nofollow">http://5dias.net/2007/09/19/ana-matos-pires-um-estudante-de-engenharia-perdeu-a-cabeca-e-uma-estudante-de-engenharia-perdeu-a-vida/</a></p>
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	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41651</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:58:12 +0000</pubDate>
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		<description>Óh MF: Quando o equilíbrio é instável é imprevisível saber para que lado vai pender a situação.

Quanto ao meio rural só lhe tenho a dizer isto: vivo a maior parte do tempo num lugar no interior profundo deste país  onde moram apenas sete pessoas (quatro mulheres e três homens). Três são viúvas e a mais nova (de pelo na venta) - com cerca de 40 anos - é raro o dia que não &quot;avia&quot; o marido com todo o tipo de ferramentas agrícolas. Bem sei que uma andorinha não faz a primavera mas bastam a existência destes (poucos) casos para não se poder inferir que a violência é um eclusivo masculino ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Óh MF: Quando o equilíbrio é instável é imprevisível saber para que lado vai pender a situação.</p>
<p>Quanto ao meio rural só lhe tenho a dizer isto: vivo a maior parte do tempo num lugar no interior profundo deste país  onde moram apenas sete pessoas (quatro mulheres e três homens). Três são viúvas e a mais nova (de pelo na venta) &#8211; com cerca de 40 anos &#8211; é raro o dia que não &#8220;avia&#8221; o marido com todo o tipo de ferramentas agrícolas. Bem sei que uma andorinha não faz a primavera mas bastam a existência destes (poucos) casos para não se poder inferir que a violência é um eclusivo masculino &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: mf</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41588</link>
		<dc:creator>mf</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:50:40 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de dizer ao João Pestana que , sendo certo que muitas mulheres limpam o cebo aos seus maridos , muitas o fazem após anos e anos de tareias e sevicias por parte deles , e a paciência tem limítes. E , se não estou em erro , esses casos ocorrem em meios sociais desfavorecidos , sobretudo rurais , em que a mulher depende económicamente do marido ( claro , que temos para aí uma socialite que fez o mesmo , mas creio ser caso raro) e não os podem deixar sem correr o risco de morrer à fome , muitas delas são bem velhotas.
No caso desses homens que mataram as mulheres não foi por elas lhes baterem , foi porque as raparigas já não queriam nada com eles e provavelmente podiam subsistir sózinhas e sovar já não chegava para as manter em casa. Consequência da libertação das mulheres ainda não aceite por uns tantos chauvinistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de dizer ao João Pestana que , sendo certo que muitas mulheres limpam o cebo aos seus maridos , muitas o fazem após anos e anos de tareias e sevicias por parte deles , e a paciência tem limítes. E , se não estou em erro , esses casos ocorrem em meios sociais desfavorecidos , sobretudo rurais , em que a mulher depende económicamente do marido ( claro , que temos para aí uma socialite que fez o mesmo , mas creio ser caso raro) e não os podem deixar sem correr o risco de morrer à fome , muitas delas são bem velhotas.<br />
No caso desses homens que mataram as mulheres não foi por elas lhes baterem , foi porque as raparigas já não queriam nada com eles e provavelmente podiam subsistir sózinhas e sovar já não chegava para as manter em casa. Consequência da libertação das mulheres ainda não aceite por uns tantos chauvinistas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41586</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:44:21 +0000</pubDate>
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		<description>Um dos aspectos que mais me surpreendeu, chocou e preocupou foi o aumento de violência nos mais jovens: casais com 16/17 anos... 
Este ano já são dois os casos que me aconteceram &quot;ao lado&quot; de casa: duas mortes brutais, de duas mulheres independentes e lindíssimas. Como compreender?!?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos aspectos que mais me surpreendeu, chocou e preocupou foi o aumento de violência nos mais jovens: casais com 16/17 anos&#8230;<br />
Este ano já são dois os casos que me aconteceram &#8220;ao lado&#8221; de casa: duas mortes brutais, de duas mulheres independentes e lindíssimas. Como compreender?!?</p>
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	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41583</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:22:24 +0000</pubDate>
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		<description>Se não fossem graves eram engraçados, os comentários....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se não fossem graves eram engraçados, os comentários&#8230;.</p>
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	<item>
		<title>Por: tina</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41567</link>
		<dc:creator>tina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 21:46:45 +0000</pubDate>
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		<description>Essas mulheres não deixam os homens porque acabaram por ficar com uma autoestima muito baixa e acham que não valem nada. É como se tivessem num buraco que fica cada vez mais fundo e torna-se difícil de lá sair. E depois também não têm condições financeiras, têm os filhos e, às vezes, até têm pena do marido que acaba por se mostrar arrependido. É totalmente ridículo pensar que ficam porque gostam. São muito infelizes e precisam de ajuda activa do exterior para sairem de lá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essas mulheres não deixam os homens porque acabaram por ficar com uma autoestima muito baixa e acham que não valem nada. É como se tivessem num buraco que fica cada vez mais fundo e torna-se difícil de lá sair. E depois também não têm condições financeiras, têm os filhos e, às vezes, até têm pena do marido que acaba por se mostrar arrependido. É totalmente ridículo pensar que ficam porque gostam. São muito infelizes e precisam de ajuda activa do exterior para sairem de lá.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41534</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 17:01:56 +0000</pubDate>
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		<description>The Studio. 
O que diz não é tão blgue como pensa: sou radicalmente contra a violência fora de legítima defesa, mas até nas agressões domésticas há umas mais «girassss e defensáveis»: não há gente de esquerda que não conte com muito interesse as sovas entre Bogart e Bacall. Nesses casos de consentimento mútuo, que se há-de fazer? Tem é de ser um consentimento mútuo e livre e informado. E homens que sofreram agressões? Onde estão eles?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>The Studio.<br />
O que diz não é tão blgue como pensa: sou radicalmente contra a violência fora de legítima defesa, mas até nas agressões domésticas há umas mais «girassss e defensáveis»: não há gente de esquerda que não conte com muito interesse as sovas entre Bogart e Bacall. Nesses casos de consentimento mútuo, que se há-de fazer? Tem é de ser um consentimento mútuo e livre e informado. E homens que sofreram agressões? Onde estão eles?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41528</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 15:22:38 +0000</pubDate>
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		<description>Esqueci-me duma coisa ...

Em que escalão são colocadas as &quot;cenas&quot; de sadomasoquismo ?

Alguém me pode fornecer uma lista de das &quot;infracções&quot;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci-me duma coisa &#8230;</p>
<p>Em que escalão são colocadas as &#8220;cenas&#8221; de sadomasoquismo ?</p>
<p>Alguém me pode fornecer uma lista de das &#8220;infracções&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41525</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:50:48 +0000</pubDate>
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		<description>Não creio ser tão linear que as agressões vão sempre no mesmo sentido. Estou constantemente daquele sargentão que foi morto e  cortado às postas pela mulher, (saibamos lá porquê) e metido numa mala que posteriormente foi atirada ao Tejo.

Se quisermos ser realistas não são assim tão poucas as mulheres que estão na choldra por limparem o sarampo aos maridos e companheiros.

Por isso é muito importante que até neste campo comece a colocar-se em igualdade o direito à revolta...

... já para não falar no sempre sinistro e silencioso método de envenenamento tão utilizado, ao longo dos séculos, pelo elemento feminino.

Talvez seja por esta malvadez que elas tanto nos atraem (aos que atraem)...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não creio ser tão linear que as agressões vão sempre no mesmo sentido. Estou constantemente daquele sargentão que foi morto e  cortado às postas pela mulher, (saibamos lá porquê) e metido numa mala que posteriormente foi atirada ao Tejo.</p>
<p>Se quisermos ser realistas não são assim tão poucas as mulheres que estão na choldra por limparem o sarampo aos maridos e companheiros.</p>
<p>Por isso é muito importante que até neste campo comece a colocar-se em igualdade o direito à revolta&#8230;</p>
<p>&#8230; já para não falar no sempre sinistro e silencioso método de envenenamento tão utilizado, ao longo dos séculos, pelo elemento feminino.</p>
<p>Talvez seja por esta malvadez que elas tanto nos atraem (aos que atraem)&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rosa-que-fuma</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41520</link>
		<dc:creator>rosa-que-fuma</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:33:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2974#comment-41520</guid>
		<description>curioso, a colher. Será de pau ou de sobremesa? Há qualquer coisa de comezaina nessa expressão (para além do irritante mulher poli-usos)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>curioso, a colher. Será de pau ou de sobremesa? Há qualquer coisa de comezaina nessa expressão (para além do irritante mulher poli-usos)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41514</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 12:56:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2974#comment-41514</guid>
		<description>Regularmente me chegam relatos de mulheres que são agredidas pelos maridos e namorados e não os deixam. Eu próprio conheci algumas cujos namorados lhes batiam e nem por isso terminavam os namoros. É daquelas coisas que podemos não compreender mas devemos aceitar.
Se a opção da mulher é levar porrada temos que respeitar essa opção, assim como respeitamos as que optam por abortar e como respeitamos quem tem outras opções sexuais. Como sabiamente diz o provérbio, entre marido e mulher não metas a colher.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regularmente me chegam relatos de mulheres que são agredidas pelos maridos e namorados e não os deixam. Eu próprio conheci algumas cujos namorados lhes batiam e nem por isso terminavam os namoros. É daquelas coisas que podemos não compreender mas devemos aceitar.<br />
Se a opção da mulher é levar porrada temos que respeitar essa opção, assim como respeitamos as que optam por abortar e como respeitamos quem tem outras opções sexuais. Como sabiamente diz o provérbio, entre marido e mulher não metas a colher.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rosa-que-fuma</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/08/2974/comment-page-1/#comment-41507</link>
		<dc:creator>rosa-que-fuma</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:45:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2974#comment-41507</guid>
		<description>contou-me quem trabalhou nessas coisas por valencia que as casas de acolhimento eram imponentemente visíveis, o que sempre me deixou a pensar no poder simbólico.

O dito amigo trabalhava com fundos europeus (!?) a criar creches/centros sociais autogeridos com habitantes de zonas rurais.

O passional do crime passional significará dependência psíquica? Porque raio ha-de ser atenuante e não agravante?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>contou-me quem trabalhou nessas coisas por valencia que as casas de acolhimento eram imponentemente visíveis, o que sempre me deixou a pensar no poder simbólico.</p>
<p>O dito amigo trabalhava com fundos europeus (!?) a criar creches/centros sociais autogeridos com habitantes de zonas rurais.</p>
<p>O passional do crime passional significará dependência psíquica? Porque raio ha-de ser atenuante e não agravante?</p>
]]></content:encoded>
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