Será mesmo inimputável?
5 de Maio de 2008 por Ana Matos Pires(Rudolf Mayer, advogado de Fritzl)
Era a este tipo de questões que me referia, Inês. Mesmo não querendo, até porque não tenho quaisquer dados da avaliação clínica a que seguramente o sujeito já foi submetido, são inevitáveis as dúvidas éticas e deontológicas apriorísticas que o caso me levanta.
Independentemente do veredicto sobre a imputabilidade ou inimputabilidade do indivíduo, o seu grau de perigosidade é real. Confesso, por isso, que me é mais “confortável” defender a necessidade de manter este homem preso com um eventual acompanhamento psiquiátrico, que interná-lo numa instituição psiquiátrica com um eventual acompanhamento policial.

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