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	<title>Comentários em: coisas verdadeiramente fascinantes</title>
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		<title>Por: clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41216</link>
		<dc:creator>clara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 18:17:52 +0000</pubDate>
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		<description>Toda a gente LADRA ao Santana Lopes! Porque será? É fácil ... Não é!
É como atirar pedra à vizinha, porque se descobriu que tinha um amante!
Mas estes mesmos aplaudirão o constrangedor ser que tivemos na palhaçada de Presidente da República essa Cenoura-bronca!
( Nota!!! Eu sou PS! Na falta de alternativa de Esquerda! O Bloquistas são absolutamente SONSOS&amp;PIROSOS)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Toda a gente LADRA ao Santana Lopes! Porque será? É fácil &#8230; Não é!<br />
É como atirar pedra à vizinha, porque se descobriu que tinha um amante!<br />
Mas estes mesmos aplaudirão o constrangedor ser que tivemos na palhaçada de Presidente da República essa Cenoura-bronca!<br />
( Nota!!! Eu sou PS! Na falta de alternativa de Esquerda! O Bloquistas são absolutamente SONSOS&amp;PIROSOS)</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41180</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:04:15 +0000</pubDate>
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		<description>ah, e a propósito de biografias, aqui estão duas, muito interessantes e uma delas até extremamente anmutig:

http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana.htm (bio não oficial)

http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana1.htm (bio oficial)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah, e a propósito de biografias, aqui estão duas, muito interessantes e uma delas até extremamente anmutig:</p>
<p><a href="http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana.htm" rel="nofollow">http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana.htm</a> (bio não oficial)</p>
<p><a href="http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana1.htm" rel="nofollow">http://jornalpraceta.no.sapo.pt/santana1.htm</a> (bio oficial)</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41177</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 13:48:02 +0000</pubDate>
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		<description>pedro k (hum, tão kafka), danke very much. foi muito entzückende da sua parte. 

joão pestana, já agora, as suas fontes próprias e públicas que lhe dizem sobre qual foi a época em que havia assim muitas &#039;passagens administrativas&#039; e inflacionamento de notas nos liceus e faculdades e, a bem dizer, pouca seriedade generalizada na avaliação dos alunos? só para comparar apontamentos e lembranças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pedro k (hum, tão kafka), danke very much. foi muito entzückende da sua parte. </p>
<p>joão pestana, já agora, as suas fontes próprias e públicas que lhe dizem sobre qual foi a época em que havia assim muitas &#8216;passagens administrativas&#8217; e inflacionamento de notas nos liceus e faculdades e, a bem dizer, pouca seriedade generalizada na avaliação dos alunos? só para comparar apontamentos e lembranças.</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro K(Costa) Ferreira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41148</link>
		<dc:creator>Pedro K(Costa) Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 10:31:19 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda, ai que pena não saberes alemão. Que pecha no teu currículo e na tua competência jornalística que ninguém pode pôr em questão (esta era para ser malvada, mas não sei se me saiu bem...).

&quot;Delightuful&quot; -- sim, tu sabes inglês -- traduz-se em alemão como &quot;entzückende&quot;. &quot;Reizend&quot;, &quot;bezaubernd&quot; &quot;anmutig&quot; tambem serviriam, possivelmente. Em português deve dar algo como &quot;encantador&quot; ou no teu contexto, ainda melhor, &quot;que ternurento&quot;. O que tu querias escrever em alemão era provavelmente &quot;sehr gut&quot; e não &quot;zer gut&quot;. &quot;Zer&quot; quer dizer demolição, ou coisa assim que o valha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda, ai que pena não saberes alemão. Que pecha no teu currículo e na tua competência jornalística que ninguém pode pôr em questão (esta era para ser malvada, mas não sei se me saiu bem&#8230;).</p>
<p>&#8220;Delightuful&#8221; &#8212; sim, tu sabes inglês &#8212; traduz-se em alemão como &#8220;entzückende&#8221;. &#8220;Reizend&#8221;, &#8220;bezaubernd&#8221; &#8220;anmutig&#8221; tambem serviriam, possivelmente. Em português deve dar algo como &#8220;encantador&#8221; ou no teu contexto, ainda melhor, &#8220;que ternurento&#8221;. O que tu querias escrever em alemão era provavelmente &#8220;sehr gut&#8221; e não &#8220;zer gut&#8221;. &#8220;Zer&#8221; quer dizer demolição, ou coisa assim que o valha.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41116</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 05:46:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-41116</guid>
		<description>É muito importante ter alguma consideração pelos outros sobretudo por parte de quem anda, constantemente, a exibir o seu estatuto de (simplesmente) jornalista.

Pelo menos concorda que a universidade onde a referida pessoa se licenciou era uma instituição séria?

É só para comparar ...

Nota: O meu &quot;íntimo&quot; conhecimento advém (além da minha memória) das fontes que são públicas, onde aliás costumo consultar outros CV bem menos limpos e onde a necessidade de &quot;editar&quot; é permanente ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muito importante ter alguma consideração pelos outros sobretudo por parte de quem anda, constantemente, a exibir o seu estatuto de (simplesmente) jornalista.</p>
<p>Pelo menos concorda que a universidade onde a referida pessoa se licenciou era uma instituição séria?</p>
<p>É só para comparar &#8230;</p>
<p>Nota: O meu &#8220;íntimo&#8221; conhecimento advém (além da minha memória) das fontes que são públicas, onde aliás costumo consultar outros CV bem menos limpos e onde a necessidade de &#8220;editar&#8221; é permanente &#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41082</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 23:21:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-41082</guid>
		<description>joão pestana, estamos, i&#039;m sure, muito agradecidos por partilhar connosco o seu íntimo conhecimento do cv do dr pedro santana lopes, mais a sua apreciação do seu percurso. delightful (desculpe, não sei alemão, mas acho que deve ser qualquer coisa como zer gut)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>joão pestana, estamos, i&#8217;m sure, muito agradecidos por partilhar connosco o seu íntimo conhecimento do cv do dr pedro santana lopes, mais a sua apreciação do seu percurso. delightful (desculpe, não sei alemão, mas acho que deve ser qualquer coisa como zer gut)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-41056</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 18:40:25 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E que foi PSL no passado?&quot;

Não sei qual o curriculum do meu amigo e, até por  não sendo votante do PSD nem PS, estou à vontade para lhe perguntar se, em termos de passado, não andam por aí aldrabilhas que ficam a léguas do homem em causa.

Que me lembre Sá carneiro foi buscá-lo, ainda jóvem, à Universidade de Colónia, onde era bolseiro do estado Alemão e já com actividade política desenvolvida no MID onde presidiu aos órgãos académicos. Licenciou-se (mesmo!!!) em Direito numa Universidade decente com, salvo erro, 15 ou 16 valores e quando Sá Carneiro o convidou para o IV Governo Constitucional desenvolvia investigação no Instituto de direito Europeu da UC.

Aderiu ao partido Social Democrata em 1976 (quando muitos dos &quot;artistas&quot; que andam por aí ainda não tinham nascido), sendo assessor jurídico do VI Governo Constitucional.

Deputado ao Parlamento Europeu e líder da bancada parlamentar do PSD.

Foi Secretário de Estado da Cultura no XI Governo Constitucional.

Presidente da CM da Figueira da Foz  e da CM de Lisboa, onde ganhou as eleições contra as previsões (e vontade) de muitos dos seus detractores.

Deixou-se embrulhar (erradamente) pela ambição de aceder ao Governo depois da fuga do &quot;artista&quot; Barroso e depois foi só esperar que a montanha lhe caísse em cima.

Por um lado foi bem feito e talvez ele tenha aprendido alguma coisa com todo o processo. Entretanto muitos dos seus detractores, que se &quot;licenciaram&quot; com passagens administrativas e desenvolvendo actividade como &quot;comissários das brigadas de dinamização cultural&quot;, no período do PREC, deviam estar caladinhos ...

Não é meu hábito andar a defender &quot;artistas&quot; mas às vezes é preciso pôr um ponto de ordem à mesa ... e comparar com o comparável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E que foi PSL no passado?&#8221;</p>
<p>Não sei qual o curriculum do meu amigo e, até por  não sendo votante do PSD nem PS, estou à vontade para lhe perguntar se, em termos de passado, não andam por aí aldrabilhas que ficam a léguas do homem em causa.</p>
<p>Que me lembre Sá carneiro foi buscá-lo, ainda jóvem, à Universidade de Colónia, onde era bolseiro do estado Alemão e já com actividade política desenvolvida no MID onde presidiu aos órgãos académicos. Licenciou-se (mesmo!!!) em Direito numa Universidade decente com, salvo erro, 15 ou 16 valores e quando Sá Carneiro o convidou para o IV Governo Constitucional desenvolvia investigação no Instituto de direito Europeu da UC.</p>
<p>Aderiu ao partido Social Democrata em 1976 (quando muitos dos &#8220;artistas&#8221; que andam por aí ainda não tinham nascido), sendo assessor jurídico do VI Governo Constitucional.</p>
<p>Deputado ao Parlamento Europeu e líder da bancada parlamentar do PSD.</p>
<p>Foi Secretário de Estado da Cultura no XI Governo Constitucional.</p>
<p>Presidente da CM da Figueira da Foz  e da CM de Lisboa, onde ganhou as eleições contra as previsões (e vontade) de muitos dos seus detractores.</p>
<p>Deixou-se embrulhar (erradamente) pela ambição de aceder ao Governo depois da fuga do &#8220;artista&#8221; Barroso e depois foi só esperar que a montanha lhe caísse em cima.</p>
<p>Por um lado foi bem feito e talvez ele tenha aprendido alguma coisa com todo o processo. Entretanto muitos dos seus detractores, que se &#8220;licenciaram&#8221; com passagens administrativas e desenvolvendo actividade como &#8220;comissários das brigadas de dinamização cultural&#8221;, no período do PREC, deviam estar caladinhos &#8230;</p>
<p>Não é meu hábito andar a defender &#8220;artistas&#8221; mas às vezes é preciso pôr um ponto de ordem à mesa &#8230; e comparar com o comparável.</p>
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	<item>
		<title>Por: mpb</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40872</link>
		<dc:creator>mpb</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 10:20:57 +0000</pubDate>
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		<description>Não sou do PS nem do PSD, que em muitos aspectos são uma e a mesma coisa.
     É verdade que Pedro Santana Lopes é apenas candidato à liderança do PSD-PPD; porém, tendo em conta a rotatividade do poder em Portugal, é bem possível que o senhor possa vir a ser 1º Ministro. O alfouvre, em Portugal, restringe-se ao PS e ao PSD, infelizmente.
     Chegados aqui, parece-me razoável que sejam lembrados os méritos e deméritos dos candidatos e que sejam confrontados com o seu passado. Todos nós somos fundamentalmente passado, apesar das gramáticas estruturarem o tempo em passado, presente e futuro. E que foi Santana Lopes no passado?
     Que poderemos esperar no futuro de um homem com semelhante passado?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou do PS nem do PSD, que em muitos aspectos são uma e a mesma coisa.<br />
     É verdade que Pedro Santana Lopes é apenas candidato à liderança do PSD-PPD; porém, tendo em conta a rotatividade do poder em Portugal, é bem possível que o senhor possa vir a ser 1º Ministro. O alfouvre, em Portugal, restringe-se ao PS e ao PSD, infelizmente.<br />
     Chegados aqui, parece-me razoável que sejam lembrados os méritos e deméritos dos candidatos e que sejam confrontados com o seu passado. Todos nós somos fundamentalmente passado, apesar das gramáticas estruturarem o tempo em passado, presente e futuro. E que foi Santana Lopes no passado?<br />
     Que poderemos esperar no futuro de um homem com semelhante passado?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40863</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 06:13:20 +0000</pubDate>
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		<description>Quem se mete com a jornalista leva!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem se mete com a jornalista leva!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40817</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 21:02:56 +0000</pubDate>
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		<description>«... percebo que haveria quem gostasse de ver a mesma pergunta colocada com agressividade — mas esse nem sequer é o estilo do ricardo costa...»

A &quot;agressividade&quot; não é o &quot;estilo&quot;... do Ricardo Costa!?
Não sei não, digo eu, ou melhor, quem diz &quot;digo eu&quot; é o nosso co-comentador Saloio.

Eu acho que o Ricardo Costa usa, por vezes, um tipo de ironia em relação a certos entrevistados que é bem pior que ser &quot;agressivo&quot;, embora, valha a verdade, que, quando o tem feito, os entrevistados em questão até o merecem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«&#8230; percebo que haveria quem gostasse de ver a mesma pergunta colocada com agressividade — mas esse nem sequer é o estilo do ricardo costa&#8230;»</p>
<p>A &#8220;agressividade&#8221; não é o &#8220;estilo&#8221;&#8230; do Ricardo Costa!?<br />
Não sei não, digo eu, ou melhor, quem diz &#8220;digo eu&#8221; é o nosso co-comentador Saloio.</p>
<p>Eu acho que o Ricardo Costa usa, por vezes, um tipo de ironia em relação a certos entrevistados que é bem pior que ser &#8220;agressivo&#8221;, embora, valha a verdade, que, quando o tem feito, os entrevistados em questão até o merecem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40797</link>
		<dc:creator>clara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 17:58:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ah! ( LOL)
Então, estamos mesmo a comer &quot;gato por lebre&quot;!

Já me parecia que a realidade era melhor que a ficção ( a dos enganos e trocadilhos).

Em todo o caso: continui a não dar muito espaço ao silêncio. Fale! Fale! Faça disso como que um &quot;serviço público&quot;. ( medo. toda a gente tem)
 Virei mais vezes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah! ( LOL)<br />
Então, estamos mesmo a comer &#8220;gato por lebre&#8221;!</p>
<p>Já me parecia que a realidade era melhor que a ficção ( a dos enganos e trocadilhos).</p>
<p>Em todo o caso: continui a não dar muito espaço ao silêncio. Fale! Fale! Faça disso como que um &#8220;serviço público&#8221;. ( medo. toda a gente tem)<br />
 Virei mais vezes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40795</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 17:55:39 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;quanto às suas outras confusões, parecem-me um pouco mais difícil desfazê-las -- e, sobretudo, inútil.&quot;

&quot;não custa nada, david fernandes. sou jornalista. assim tão simples — mas, vá-se saber porquê, não estou à espera de que entenda a evidência.&quot;

aceito o patamar de incompreensibilidade em que se coloca Fernanda, relegando-nos a nós, pobres de espírito e de intelecto para o lugar que nos cabe: debaixo de uma pedrita qualquer; eu já estou a caminho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;quanto às suas outras confusões, parecem-me um pouco mais difícil desfazê-las &#8212; e, sobretudo, inútil.&#8221;</p>
<p>&#8220;não custa nada, david fernandes. sou jornalista. assim tão simples — mas, vá-se saber porquê, não estou à espera de que entenda a evidência.&#8221;</p>
<p>aceito o patamar de incompreensibilidade em que se coloca Fernanda, relegando-nos a nós, pobres de espírito e de intelecto para o lugar que nos cabe: debaixo de uma pedrita qualquer; eu já estou a caminho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40794</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 17:45:58 +0000</pubDate>
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		<description>cara clara, esse antónio pinto ribeiro é o programador cultural e não o josé antónio pinto ribeiro, advogado e actual ministro da cultura.

quanto às suas outras confusões, parece-me um pouco mais difícil desfazê-las -- e, sobretudo, inútil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>cara clara, esse antónio pinto ribeiro é o programador cultural e não o josé antónio pinto ribeiro, advogado e actual ministro da cultura.</p>
<p>quanto às suas outras confusões, parece-me um pouco mais difícil desfazê-las &#8212; e, sobretudo, inútil.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40787</link>
		<dc:creator>clara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 16:57:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40787</guid>
		<description>A Fernada é assertiva! Sabe do que fala e de quem fala!

Encontrei um artigo do nosso Ministro da Cultura que transcrevo!
Ela tinha  verdade com elaquando nos escreveu para recordarmos sempre que ele é um homem brilhante.
Comprovem-no por vós mesmos por este artigo!
Não podia ser melhor a escola de Socrates e mais sábias as palavras da Fernanda Câncio.


Portugal Populista
Por ANTÓNIO PINTO RIBEIRO
Terça-feira, 02 de Setembro de 2003

Portugal é um país em que o
populismo não aparece na sua vertente mais
espectacular com o aparato de, por
exemplo, as grandes manifestações de
extrema-direita. O fenómeno está
presente de uma forma difusa mas é cada
vez mais preponderante na realidade
portuguesa. Propagando-se através das
declarações de alguns políticos
cujos ecos se transformam rapidamente em
propaganda subliminar, ou de forma
mais evidente com a produção de certa
informação diária, ou ainda através
de padrões de comportamento social, o
populismo vai-se instalando através
dos múltiplos mecanismos mediáticos
disponíveis.
&quot;...&quot;
Apesar destas intervenções,
verifica-se que o populismo, uma das mais
poderosas formas de desumanização,
se vai instalando. Torna-se pois
oportuno avaliar a eficácia e o
poder que os intelectuais têm na sociedade
contemporânea, nomeadamente na
sociedade contemporânea portuguesa, na
desconstrução deste tipo de
violência social, e na orientação de políticas que
a evitem. Compreender-se-á então que
nem todos os intelectuais estarão
interessados nesta desconstrução -
há mesmo alguns que colaboram na
produção dos mecanismos de
populização, em particular, nos meandros da
informação - e que a figura do
intelectual não implica, necessariamente, a
ideia de intelectual comprometido (à
melhor maneira de Sartre ou de
Chomsky). O seu poder é, portanto,
pouco significativo e, se alguma eficácia
tem, esta traduz-se apenas na medida
em que utilizam paradoxalmente o
terreno dos &quot;media&quot; para combater o
telepopulismo e o populismo político,
correndo permanentemente o risco de
soçobrarem no próprio paradoxo. Há
outros ainda cuja actividade de
desconstrução se faz pela organização de
actividades culturais - revistas,
jornais, rádios, programas artísticos - cuja
recepção é minoritária porque é
recebida fundamentalmente pelos já
convertidos.

Não havendo, propriamente, um
populismo organizado em seita ou partido, a
que se deve a sua forte
implementação? Fundamentalmente, deve-se ao facto
de o populismo ser uma actividade
financeira e política particularmente
lucrativa. Com o populismo, os
empresários das revistas lucrativas, dos
tablóides, dos programas televisivos
mais abjectos têm lucros importantes, tal
como os tem a maioria silenciosa -
figura charneira na disseminação do
populismo - que gere a actividade
comercial associada ao futebol. Tem lucros
e, consequentemente, tem poder.

O populismo é, sem dúvida, uma
actividade rentável mas de duvidosa ética. E
a sua rentabilidade não é apenas
financeira, é também política. Politicamente,
não podendo funcionar como proposta
ideológica, dados os aspectos
caricatos que tem assumido,
revela-se sobretudo como um meio de
conservação do poder. Para tal
contribui, decididamente, a ausência de
alternativas políticas nos
designados partidos do poder ou, na opinião de
Chantal Mouffe, a evidência de que
existe entre a esquerda e a direita &quot;uma
diferença semelhante à diferença
entre a Coca-Cola e a Pepsi&quot;. Para esta
&quot;diferença&quot; contribui
necessariamente o facto de estes partidos serem
sustentados pela maior produtora do
&quot;kitsch&quot; em todas as suas variantes, uma
certa classe média.

É no seio da classe média que surge
o &quot;kitsch&quot; - o &quot;kitsch&quot; objecto, o &quot;kitsch&quot;
artístico, o &quot;kitsch&quot; político... -
e o apelo ao populismo. Este chamamento, no
seu sentido mais puro, não tem
origem nos

bárbaros-incultos-desempregados-suburbanos. Os

bárbaros-incultos-desempregados-suburbanos são propensos a seguir o
populismo, não porque lhes seja
rentável mas porque, entretanto, os
mecanismos emotivos do comportamento
difundidos pela informação
populista os condicionaram, i.e., os
fizeram absorver os resíduos da relação
directa que existe entre os
tablóides, as revistas cor-de-rosa, as TV
generalistas e os resíduos da forma
como exploram o lado mais torpe da
condição humana: a vingança, a
inveja, o racismo face ao diferente, o
enriquecimento fácil e sem
escrúpulos, a exposição obscena da vida íntima, a
fama instantânea, as efémeras
ilusões de poder, etc.

Melómanos e gestores culturais
insuspeitos seguiram as várias edições do Big
Brother, não por interesse
sociológico ou antropológico, mas pelo prazer
notoriamente &quot;voyeur&quot; de uma certa
classe média que aprecia &quot;espreitar&quot;
suburbanos em cativeiro. Isto é
populismo.

A economia, que deveria ter a
autoridade de uma ciência social, melhor se
traduz entre nós pela caricatura de
um mealheiro que se quebra no Natal.
Esta visão da economia reflecte uma
visão populista da criação de riqueza.
Alguns dos nossos bons artistas
consentem em participar em programas
televisivos deploráveis. Isto é uma
forma de implantar o populismo no
dia-a-dia, etc., etc., etc...

O populismo é, simultaneamente,
ligeiro e profundo. Ligeiro na forma
primária como se anuncia, na pobreza
do seu discurso político, e profundo no
modo como toca no mais íntimo dos
homens, nas suas emoções, na
irracionalidade das suas paixões, na
necessidade da crença. É por esta razão
que é tão difícil de combater. Em
Portugal verificamos que se vai alastrando e
que, pouco a pouco, vai isolando o
país do mundo - repare-se como o
mundo cosmopolita, decisor, está
ausente dos telejornais -, vai adiando a
escrita da sua história e a sua
inscrição na contribuição para um imaginário
global.

A solução para combater o populismo
é a opção pelo cosmopolitismo: uma
solução que emana daquilo que é
intrínseco à cultura e não do que para ela se
projecta. Através da actividade
cultural deverá proporcionar-se que aos
cientistas seja possível criar
ciência, aos investigadores seja possível investigar
e aos intelectuais seja possível
produzir as relações que geram cultura através
de políticas que transformem
culturalmente o país. Aos mais cépticos, em
especial aos intelectuais, lembro a
asserção de Susan Sontag de que não lhes
cabe apenas criticar e organizar
mesas-redondas, mas que lhes cabe também
a responsabilidade de imprimir
ideais (na sociedade).

António Pinto Ribeiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Fernada é assertiva! Sabe do que fala e de quem fala!</p>
<p>Encontrei um artigo do nosso Ministro da Cultura que transcrevo!<br />
Ela tinha  verdade com elaquando nos escreveu para recordarmos sempre que ele é um homem brilhante.<br />
Comprovem-no por vós mesmos por este artigo!<br />
Não podia ser melhor a escola de Socrates e mais sábias as palavras da Fernanda Câncio.</p>
<p>Portugal Populista<br />
Por ANTÓNIO PINTO RIBEIRO<br />
Terça-feira, 02 de Setembro de 2003</p>
<p>Portugal é um país em que o<br />
populismo não aparece na sua vertente mais<br />
espectacular com o aparato de, por<br />
exemplo, as grandes manifestações de<br />
extrema-direita. O fenómeno está<br />
presente de uma forma difusa mas é cada<br />
vez mais preponderante na realidade<br />
portuguesa. Propagando-se através das<br />
declarações de alguns políticos<br />
cujos ecos se transformam rapidamente em<br />
propaganda subliminar, ou de forma<br />
mais evidente com a produção de certa<br />
informação diária, ou ainda através<br />
de padrões de comportamento social, o<br />
populismo vai-se instalando através<br />
dos múltiplos mecanismos mediáticos<br />
disponíveis.<br />
&#8220;&#8230;&#8221;<br />
Apesar destas intervenções,<br />
verifica-se que o populismo, uma das mais<br />
poderosas formas de desumanização,<br />
se vai instalando. Torna-se pois<br />
oportuno avaliar a eficácia e o<br />
poder que os intelectuais têm na sociedade<br />
contemporânea, nomeadamente na<br />
sociedade contemporânea portuguesa, na<br />
desconstrução deste tipo de<br />
violência social, e na orientação de políticas que<br />
a evitem. Compreender-se-á então que<br />
nem todos os intelectuais estarão<br />
interessados nesta desconstrução -<br />
há mesmo alguns que colaboram na<br />
produção dos mecanismos de<br />
populização, em particular, nos meandros da<br />
informação &#8211; e que a figura do<br />
intelectual não implica, necessariamente, a<br />
ideia de intelectual comprometido (à<br />
melhor maneira de Sartre ou de<br />
Chomsky). O seu poder é, portanto,<br />
pouco significativo e, se alguma eficácia<br />
tem, esta traduz-se apenas na medida<br />
em que utilizam paradoxalmente o<br />
terreno dos &#8220;media&#8221; para combater o<br />
telepopulismo e o populismo político,<br />
correndo permanentemente o risco de<br />
soçobrarem no próprio paradoxo. Há<br />
outros ainda cuja actividade de<br />
desconstrução se faz pela organização de<br />
actividades culturais &#8211; revistas,<br />
jornais, rádios, programas artísticos &#8211; cuja<br />
recepção é minoritária porque é<br />
recebida fundamentalmente pelos já<br />
convertidos.</p>
<p>Não havendo, propriamente, um<br />
populismo organizado em seita ou partido, a<br />
que se deve a sua forte<br />
implementação? Fundamentalmente, deve-se ao facto<br />
de o populismo ser uma actividade<br />
financeira e política particularmente<br />
lucrativa. Com o populismo, os<br />
empresários das revistas lucrativas, dos<br />
tablóides, dos programas televisivos<br />
mais abjectos têm lucros importantes, tal<br />
como os tem a maioria silenciosa -<br />
figura charneira na disseminação do<br />
populismo &#8211; que gere a actividade<br />
comercial associada ao futebol. Tem lucros<br />
e, consequentemente, tem poder.</p>
<p>O populismo é, sem dúvida, uma<br />
actividade rentável mas de duvidosa ética. E<br />
a sua rentabilidade não é apenas<br />
financeira, é também política. Politicamente,<br />
não podendo funcionar como proposta<br />
ideológica, dados os aspectos<br />
caricatos que tem assumido,<br />
revela-se sobretudo como um meio de<br />
conservação do poder. Para tal<br />
contribui, decididamente, a ausência de<br />
alternativas políticas nos<br />
designados partidos do poder ou, na opinião de<br />
Chantal Mouffe, a evidência de que<br />
existe entre a esquerda e a direita &#8220;uma<br />
diferença semelhante à diferença<br />
entre a Coca-Cola e a Pepsi&#8221;. Para esta<br />
&#8220;diferença&#8221; contribui<br />
necessariamente o facto de estes partidos serem<br />
sustentados pela maior produtora do<br />
&#8220;kitsch&#8221; em todas as suas variantes, uma<br />
certa classe média.</p>
<p>É no seio da classe média que surge<br />
o &#8220;kitsch&#8221; &#8211; o &#8220;kitsch&#8221; objecto, o &#8220;kitsch&#8221;<br />
artístico, o &#8220;kitsch&#8221; político&#8230; -<br />
e o apelo ao populismo. Este chamamento, no<br />
seu sentido mais puro, não tem<br />
origem nos</p>
<p>bárbaros-incultos-desempregados-suburbanos. Os</p>
<p>bárbaros-incultos-desempregados-suburbanos são propensos a seguir o<br />
populismo, não porque lhes seja<br />
rentável mas porque, entretanto, os<br />
mecanismos emotivos do comportamento<br />
difundidos pela informação<br />
populista os condicionaram, i.e., os<br />
fizeram absorver os resíduos da relação<br />
directa que existe entre os<br />
tablóides, as revistas cor-de-rosa, as TV<br />
generalistas e os resíduos da forma<br />
como exploram o lado mais torpe da<br />
condição humana: a vingança, a<br />
inveja, o racismo face ao diferente, o<br />
enriquecimento fácil e sem<br />
escrúpulos, a exposição obscena da vida íntima, a<br />
fama instantânea, as efémeras<br />
ilusões de poder, etc.</p>
<p>Melómanos e gestores culturais<br />
insuspeitos seguiram as várias edições do Big<br />
Brother, não por interesse<br />
sociológico ou antropológico, mas pelo prazer<br />
notoriamente &#8220;voyeur&#8221; de uma certa<br />
classe média que aprecia &#8220;espreitar&#8221;<br />
suburbanos em cativeiro. Isto é<br />
populismo.</p>
<p>A economia, que deveria ter a<br />
autoridade de uma ciência social, melhor se<br />
traduz entre nós pela caricatura de<br />
um mealheiro que se quebra no Natal.<br />
Esta visão da economia reflecte uma<br />
visão populista da criação de riqueza.<br />
Alguns dos nossos bons artistas<br />
consentem em participar em programas<br />
televisivos deploráveis. Isto é uma<br />
forma de implantar o populismo no<br />
dia-a-dia, etc., etc., etc&#8230;</p>
<p>O populismo é, simultaneamente,<br />
ligeiro e profundo. Ligeiro na forma<br />
primária como se anuncia, na pobreza<br />
do seu discurso político, e profundo no<br />
modo como toca no mais íntimo dos<br />
homens, nas suas emoções, na<br />
irracionalidade das suas paixões, na<br />
necessidade da crença. É por esta razão<br />
que é tão difícil de combater. Em<br />
Portugal verificamos que se vai alastrando e<br />
que, pouco a pouco, vai isolando o<br />
país do mundo &#8211; repare-se como o<br />
mundo cosmopolita, decisor, está<br />
ausente dos telejornais -, vai adiando a<br />
escrita da sua história e a sua<br />
inscrição na contribuição para um imaginário<br />
global.</p>
<p>A solução para combater o populismo<br />
é a opção pelo cosmopolitismo: uma<br />
solução que emana daquilo que é<br />
intrínseco à cultura e não do que para ela se<br />
projecta. Através da actividade<br />
cultural deverá proporcionar-se que aos<br />
cientistas seja possível criar<br />
ciência, aos investigadores seja possível investigar<br />
e aos intelectuais seja possível<br />
produzir as relações que geram cultura através<br />
de políticas que transformem<br />
culturalmente o país. Aos mais cépticos, em<br />
especial aos intelectuais, lembro a<br />
asserção de Susan Sontag de que não lhes<br />
cabe apenas criticar e organizar<br />
mesas-redondas, mas que lhes cabe também<br />
a responsabilidade de imprimir<br />
ideais (na sociedade).</p>
<p>António Pinto Ribeiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: clara</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40786</link>
		<dc:creator>clara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 16:53:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40786</guid>
		<description>Sim Senhora!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Senhora!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40771</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:07:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40771</guid>
		<description>Cá para mim, é mais essa cena do Porto / Benfica, porque o Sporting já faz parte, cada vez mais, de outros campeonatos.
Mas concordo com o José Barros. Os jornalistas são cada vez menos livres. Porque são pessoas, têm de ganhar a vida e têm de manter os empregos. Não critico minimamente!
No fundo, eu próprio sou um vendido. Trabalho para o Ministério da Educação e para a inenarrável Ministra e continuarei a trabalhar porque preciso de ganhar a vida.
Tal como dizia o José de Barros, o Ricardo Costa sentia que não podia fazer determinadas perguntas ao Primeiro-Ministro. Não porque este o tenha condicionado anteriormente, nem sequer porque o irmão António Costa tenha falado com ele anteriormente. Mas antes porque tem um patrão e sabe-se como a SIC tem sido subserviente para o Governo nos últimos tempos. O sr. Balsemão não se compadece com a liberdade de imprensa, outros valores (económicos) falam mais alto.
Claro que cada um se impressiona com determinadas coisas, confforme o seu ponto de vista. A mim, pessoalmente, impressionou-me a entrevista da SIC ao Primeiro-Ministro, mas já não me impressionou nada a entrevista da RTP a Santana Lopes, porque nem sequer me estava a interessar muito o tema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cá para mim, é mais essa cena do Porto / Benfica, porque o Sporting já faz parte, cada vez mais, de outros campeonatos.<br />
Mas concordo com o José Barros. Os jornalistas são cada vez menos livres. Porque são pessoas, têm de ganhar a vida e têm de manter os empregos. Não critico minimamente!<br />
No fundo, eu próprio sou um vendido. Trabalho para o Ministério da Educação e para a inenarrável Ministra e continuarei a trabalhar porque preciso de ganhar a vida.<br />
Tal como dizia o José de Barros, o Ricardo Costa sentia que não podia fazer determinadas perguntas ao Primeiro-Ministro. Não porque este o tenha condicionado anteriormente, nem sequer porque o irmão António Costa tenha falado com ele anteriormente. Mas antes porque tem um patrão e sabe-se como a SIC tem sido subserviente para o Governo nos últimos tempos. O sr. Balsemão não se compadece com a liberdade de imprensa, outros valores (económicos) falam mais alto.<br />
Claro que cada um se impressiona com determinadas coisas, confforme o seu ponto de vista. A mim, pessoalmente, impressionou-me a entrevista da SIC ao Primeiro-Ministro, mas já não me impressionou nada a entrevista da RTP a Santana Lopes, porque nem sequer me estava a interessar muito o tema.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40766</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 13:13:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40766</guid>
		<description>josé barros, essa generalização surge-me claramente abusiva. já vi boas e já vi más e já vi entrevistas assim-assim na tv portuguesa. uma coisa é o que os jornalistas pensam -- e todos pensam, desejavelmente -- e as simpatias que têm ou deixam de ter, outra é, na preparação de uma entrevista, a elencagem das questões pertinentes. não é de modo nenhum incompatível simpatizar com alguém ou com projecto político e fazer as perguntas que têm de ser feitas. pedir desculpa, como aqui se diz que ricardo costa pediu, para fazer uma pergunta que se sabe ser &#039;chata&#039; não é de modo nenhum sinónimo de falta de &#039;à vontade&#039;. é apenas uma fórmula possível para introduzir uma pergunta. o certo é que a pergunta foi feita. percebo que haveria quem gostasse de ver a mesma pergunta colocada com agressividade -- mas esse nem sequer é o estilo do ricardo costa.

considerar que para colocar as questões que coloquei em relação à entrevista feita a psl teria de me lembrar da entrevista feita por ricardo costa e nicolau santos ao pm e criticá-la também é no mínimo absurdo. se o josé barros tiver argumentos decentes para rebater as questões que coloco, óptimo. se não tem, paciência. o facto de comentar para dizer o que disse indicia que quem não consegue ser imparcial na avaliação é o josé barros. e como o josé barros uma data de gente que veio aqui comentar e não consegue sair dessa cena benfica/sporting (sim, joão tiago, onde raio terão lido que o que sucedeu em 2004 e a derrota de 2005 não interessam para nada -- mas sobre tresleituras estamos conversados). lamento, mas tenho mais que fazer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>josé barros, essa generalização surge-me claramente abusiva. já vi boas e já vi más e já vi entrevistas assim-assim na tv portuguesa. uma coisa é o que os jornalistas pensam &#8212; e todos pensam, desejavelmente &#8212; e as simpatias que têm ou deixam de ter, outra é, na preparação de uma entrevista, a elencagem das questões pertinentes. não é de modo nenhum incompatível simpatizar com alguém ou com projecto político e fazer as perguntas que têm de ser feitas. pedir desculpa, como aqui se diz que ricardo costa pediu, para fazer uma pergunta que se sabe ser &#8216;chata&#8217; não é de modo nenhum sinónimo de falta de &#8216;à vontade&#8217;. é apenas uma fórmula possível para introduzir uma pergunta. o certo é que a pergunta foi feita. percebo que haveria quem gostasse de ver a mesma pergunta colocada com agressividade &#8212; mas esse nem sequer é o estilo do ricardo costa.</p>
<p>considerar que para colocar as questões que coloquei em relação à entrevista feita a psl teria de me lembrar da entrevista feita por ricardo costa e nicolau santos ao pm e criticá-la também é no mínimo absurdo. se o josé barros tiver argumentos decentes para rebater as questões que coloco, óptimo. se não tem, paciência. o facto de comentar para dizer o que disse indicia que quem não consegue ser imparcial na avaliação é o josé barros. e como o josé barros uma data de gente que veio aqui comentar e não consegue sair dessa cena benfica/sporting (sim, joão tiago, onde raio terão lido que o que sucedeu em 2004 e a derrota de 2005 não interessam para nada &#8212; mas sobre tresleituras estamos conversados). lamento, mas tenho mais que fazer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Barros</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40761</link>
		<dc:creator>José Barros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 12:20:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40761</guid>
		<description>O que estas entrevistas demonstram é que a independência dos jornalistas é um mito. Nenhum deles - da Judite Sousa ao Ricardo Costa - se sente à vontade para fazer as perguntas que se impôem, sendo esse um sinal evidente de como o jornalismo português - pelo menos, o televisivo - está longe de ser um quarto poder e é muito mais o palco de lutas intestinas entre os outros poderes existentes. 

Pena que a Fernanda Câncio não tenha também criticado a entrevista de Ricardo Costa a Sócrates. Ser jornalista é também ser-se imparcial e não apenas fazer o jeito às nossas opiniões pessoais. Para isso, há a política.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que estas entrevistas demonstram é que a independência dos jornalistas é um mito. Nenhum deles &#8211; da Judite Sousa ao Ricardo Costa &#8211; se sente à vontade para fazer as perguntas que se impôem, sendo esse um sinal evidente de como o jornalismo português &#8211; pelo menos, o televisivo &#8211; está longe de ser um quarto poder e é muito mais o palco de lutas intestinas entre os outros poderes existentes. </p>
<p>Pena que a Fernanda Câncio não tenha também criticado a entrevista de Ricardo Costa a Sócrates. Ser jornalista é também ser-se imparcial e não apenas fazer o jeito às nossas opiniões pessoais. Para isso, há a política.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40756</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 12:00:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40756</guid>
		<description>É como eu, Jaime. Eu, como homem de Esquerda, não posso votar num PCP que defende regimes como os da China e da Coreia; e não me sinto confortável a votar num BE caviar cuja actuação é aquela que se vê na Câmara de Lisboa.. Em quem vou votar? No Garcia Pereira?
Como recuso-me a votar na Direita (PS, PSD e CDS-PP), não tenho mewsmo em quem votar. Mas tenho de votar, senão seria inconsequente mas minhas críticas.
Isto é que é um problema!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É como eu, Jaime. Eu, como homem de Esquerda, não posso votar num PCP que defende regimes como os da China e da Coreia; e não me sinto confortável a votar num BE caviar cuja actuação é aquela que se vê na Câmara de Lisboa.. Em quem vou votar? No Garcia Pereira?<br />
Como recuso-me a votar na Direita (PS, PSD e CDS-PP), não tenho mewsmo em quem votar. Mas tenho de votar, senão seria inconsequente mas minhas críticas.<br />
Isto é que é um problema!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40715</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 01:38:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40715</guid>
		<description>(vamos a ver se consigo escrever igual)
Caro Aires da Costa, achará portanto que deveríamos entregar, a fortuna que entregamos, aos partidos e não fiscalizar o que fazem com o nosso dinheiro? Ou eu diria mesmo mais, achará que fiscalizar a actuação de alguém lhes retira liberdade? Achará portanto que o governo (este o órgão mais fiscalizado) não tem liberdade? Ou que a actividade de fiscalização que se faz sobre a AR, o PR os tribunais lhes retira a liberdade? E que as fiscalizações sucessivas que se fazem sobre toda a administração publica têm algo a ver com a liberdade? E mais eu estava a falar da atenção que os votantes devem ter sobre a actividade dos partidos. Todos os partidos fazem parte do processo democrático e devem ser vigiados pelo povo que em última análise os punirá não votando nesses partidos. Por exemplo, eu que sou um homem de esquerda, nunca votaria no PCP porque internamente esse partido não é democrático. Vá lá .... retórica e demagogia até podem ter graça ... mas seja mais elaborado s.f.f.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(vamos a ver se consigo escrever igual)<br />
Caro Aires da Costa, achará portanto que deveríamos entregar, a fortuna que entregamos, aos partidos e não fiscalizar o que fazem com o nosso dinheiro? Ou eu diria mesmo mais, achará que fiscalizar a actuação de alguém lhes retira liberdade? Achará portanto que o governo (este o órgão mais fiscalizado) não tem liberdade? Ou que a actividade de fiscalização que se faz sobre a AR, o PR os tribunais lhes retira a liberdade? E que as fiscalizações sucessivas que se fazem sobre toda a administração publica têm algo a ver com a liberdade? E mais eu estava a falar da atenção que os votantes devem ter sobre a actividade dos partidos. Todos os partidos fazem parte do processo democrático e devem ser vigiados pelo povo que em última análise os punirá não votando nesses partidos. Por exemplo, eu que sou um homem de esquerda, nunca votaria no PCP porque internamente esse partido não é democrático. Vá lá &#8230;. retórica e demagogia até podem ter graça &#8230; mas seja mais elaborado s.f.f.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40712</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 01:28:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40712</guid>
		<description>jaime, o teu último comentário evaporou-se quando o ia aprovar. nem percebi o que sucedeu. podes repeti-lo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jaime, o teu último comentário evaporou-se quando o ia aprovar. nem percebi o que sucedeu. podes repeti-lo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Tiago</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40705</link>
		<dc:creator>João Tiago</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 00:41:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40705</guid>
		<description>Acho engraçado...
Deve ser um problema de português... ou então cada um mete as suas palas e entende o que quer...

Em lado nenhum li no texto da Fernanda que a situação actual era mais importante que as propostas para o futuro ou o passado do psd...Li sim que estes 2 ultimos mereceram mais importância que a os feitos no PSD! 

E diga-se que para Pedro Santana Lopes, até era mais abonatório que se falasse do que se passou recentemente nesse partido, do que na desgraça do seu momento de poder!

E nem estou, reparem bem, a dizer que foi melhor ou pior que o actual governo ( do qual discordo em 90% dos casos e coiso e tal)... só que PSL teve o dom de ser mais engraçado, assim para o non-sense.

E como infelizmente vivemos numa pseudo-democracia que sofre de Bi-Polaridade... (mais uma vez) infelizmente tenho de me preocupar com a vida interna dos partidos, não vá ter de lidar com um destes empecilhos ao desenvolvimento do país a governar....

Mas esperem é isto que tem acontecido nos ultimos 30 anos... bolas :S lá continuamos na cauda da europa...

Mas mesmo assim, porque ha coisas mais importantes que isso... É completamente indecente e até mesmo acéfalo julgar alguém profissionalmente pelas suas opções pessoais... 
Mas também só mostra que quem nao acredita que existem pessoas sérias e honestas, não pode acreditar nesses valores para si próprios.
( em jeito de recado para quem nestes comentarios vem pondo em causa o profissionalismo da Fernanda que certamente nao precisa que a defendam... desculpe pela intromissão)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho engraçado&#8230;<br />
Deve ser um problema de português&#8230; ou então cada um mete as suas palas e entende o que quer&#8230;</p>
<p>Em lado nenhum li no texto da Fernanda que a situação actual era mais importante que as propostas para o futuro ou o passado do psd&#8230;Li sim que estes 2 ultimos mereceram mais importância que a os feitos no PSD! </p>
<p>E diga-se que para Pedro Santana Lopes, até era mais abonatório que se falasse do que se passou recentemente nesse partido, do que na desgraça do seu momento de poder!</p>
<p>E nem estou, reparem bem, a dizer que foi melhor ou pior que o actual governo ( do qual discordo em 90% dos casos e coiso e tal)&#8230; só que PSL teve o dom de ser mais engraçado, assim para o non-sense.</p>
<p>E como infelizmente vivemos numa pseudo-democracia que sofre de Bi-Polaridade&#8230; (mais uma vez) infelizmente tenho de me preocupar com a vida interna dos partidos, não vá ter de lidar com um destes empecilhos ao desenvolvimento do país a governar&#8230;.</p>
<p>Mas esperem é isto que tem acontecido nos ultimos 30 anos&#8230; bolas :S lá continuamos na cauda da europa&#8230;</p>
<p>Mas mesmo assim, porque ha coisas mais importantes que isso&#8230; É completamente indecente e até mesmo acéfalo julgar alguém profissionalmente pelas suas opções pessoais&#8230;<br />
Mas também só mostra que quem nao acredita que existem pessoas sérias e honestas, não pode acreditar nesses valores para si próprios.<br />
( em jeito de recado para quem nestes comentarios vem pondo em causa o profissionalismo da Fernanda que certamente nao precisa que a defendam&#8230; desculpe pela intromissão)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: portela menos um</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40701</link>
		<dc:creator>portela menos um</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 00:01:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40701</guid>
		<description>(...) ps - cadê o espirito solidario do 5dias para com o famoso cronista do Publico,Rui Tavares- o Malabarista !!, após o tareão que o grande FCG lhe deu na Cachimbada … (...)

pelo que se lê, quem carece de solidariedade é esse  grande FCG!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(&#8230;) ps &#8211; cadê o espirito solidario do 5dias para com o famoso cronista do Publico,Rui Tavares- o Malabarista !!, após o tareão que o grande FCG lhe deu na Cachimbada … (&#8230;)</p>
<p>pelo que se lê, quem carece de solidariedade é esse  grande FCG!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40693</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 22:33:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40693</guid>
		<description>Tanta conversa da treta...

Só quem é ingénuo ou ande a dormir na forma não percebe que a entrevista, sobretudo pela omissão de perguntas incómodas, foi uma encomenda... de amor e de compadres, sem ofensa para os compadres e compreendendo que o amor é mesmo assim.

Tal como foi com Sócrates na RTP 1, e mesmo na SIC, em que os jornalistas, por muito que se tenham esforçado, nunca o conseguiram &quot;apertar&quot; com as polémicas do seu currículo académico, mas, neste caso, mais por mérito do entrevistado do que dos jornalistas.

A vida é assim... mas só se deixa convencer quem anda distraído, embora, se eu fosse jornalista, nem com amor nem sem amor, era a direito... Só que, depois, lá iria parar à prateleira na primeira oportunidade (política, sempre...).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tanta conversa da treta&#8230;</p>
<p>Só quem é ingénuo ou ande a dormir na forma não percebe que a entrevista, sobretudo pela omissão de perguntas incómodas, foi uma encomenda&#8230; de amor e de compadres, sem ofensa para os compadres e compreendendo que o amor é mesmo assim.</p>
<p>Tal como foi com Sócrates na RTP 1, e mesmo na SIC, em que os jornalistas, por muito que se tenham esforçado, nunca o conseguiram &#8220;apertar&#8221; com as polémicas do seu currículo académico, mas, neste caso, mais por mérito do entrevistado do que dos jornalistas.</p>
<p>A vida é assim&#8230; mas só se deixa convencer quem anda distraído, embora, se eu fosse jornalista, nem com amor nem sem amor, era a direito&#8230; Só que, depois, lá iria parar à prateleira na primeira oportunidade (política, sempre&#8230;).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Santos Pinto</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40687</link>
		<dc:creator>Ricardo Santos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 21:36:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40687</guid>
		<description>Concordo completamente: aquela entrevista foi uma fantochada.
Maior fantochada, só mesmo na entrevista que José Sócrates concedeu à SIC aqui há uns meses. Essa foi de bradar aos ceús, ainda mais do que a de ontem. Ricardo Costa chegou mesmo a pedir autorização ao Primeiro-Ministro para lhe fazer uma pergunta difícil (sobre os projectos da Guarda)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo completamente: aquela entrevista foi uma fantochada.<br />
Maior fantochada, só mesmo na entrevista que José Sócrates concedeu à SIC aqui há uns meses. Essa foi de bradar aos ceús, ainda mais do que a de ontem. Ricardo Costa chegou mesmo a pedir autorização ao Primeiro-Ministro para lhe fazer uma pergunta difícil (sobre os projectos da Guarda)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Aires da Costa</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40686</link>
		<dc:creator>Aires da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 21:17:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40686</guid>
		<description>...são financiados com os meus impostos, pelo que a vida interna de todos os partidos é um assunto que me compete acompanhar e vigiar.

Por outras palavras: a liberdade de actividade político-partidária só pode ser exercída em Portugal debaixo da vigilância de quem paga</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;são financiados com os meus impostos, pelo que a vida interna de todos os partidos é um assunto que me compete acompanhar e vigiar.</p>
<p>Por outras palavras: a liberdade de actividade político-partidária só pode ser exercída em Portugal debaixo da vigilância de quem paga</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Saloio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40673</link>
		<dc:creator>Saloio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 19:53:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40673</guid>
		<description>Estimada Dra. Feranada Câncio: como bem terá percebido nos diferentes comentários que antecedem, a sua fixação contra o Dr. PSL não se explica apenas por ser jornalista, mas por algo que nós, com mais ou menos compreensão, entendemos.

Quanto ao Dr. PDL voltar a concorrer à liderança do seu partido, quem somos nós para dizer não? Afinal, estamos numa democracia, ou o quê? Haverá por aí alguma cartilha que o proíba a submeter-se ao sufrágio dos seus pares? Não a vejo a fazer reparos ao Dr. Garcia Pereira, que concorre sistematicamente a tudo que é CML ou presidência. 

Julgo desnecessário recordar-lhe aqui o número de derrotas que Lula da Silva sofreu antes de ganhar a presidência brasileira- e é um bom presidente...ou o número de derrotas, antes e depois da II Guerra que Wiston Churchill sofreu - será que isso fez com que não possa ser considerado o maior estadista do Sec. XX?

Já agora, uma observação final: já reparou que o homem (PSL) ainda só disse que ia concorrer internamente, e os jornalistas já estão todos contra ele?

Digo eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estimada Dra. Feranada Câncio: como bem terá percebido nos diferentes comentários que antecedem, a sua fixação contra o Dr. PSL não se explica apenas por ser jornalista, mas por algo que nós, com mais ou menos compreensão, entendemos.</p>
<p>Quanto ao Dr. PDL voltar a concorrer à liderança do seu partido, quem somos nós para dizer não? Afinal, estamos numa democracia, ou o quê? Haverá por aí alguma cartilha que o proíba a submeter-se ao sufrágio dos seus pares? Não a vejo a fazer reparos ao Dr. Garcia Pereira, que concorre sistematicamente a tudo que é CML ou presidência. </p>
<p>Julgo desnecessário recordar-lhe aqui o número de derrotas que Lula da Silva sofreu antes de ganhar a presidência brasileira- e é um bom presidente&#8230;ou o número de derrotas, antes e depois da II Guerra que Wiston Churchill sofreu &#8211; será que isso fez com que não possa ser considerado o maior estadista do Sec. XX?</p>
<p>Já agora, uma observação final: já reparou que o homem (PSL) ainda só disse que ia concorrer internamente, e os jornalistas já estão todos contra ele?</p>
<p>Digo eu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: nuno castelo-branco</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40672</link>
		<dc:creator>nuno castelo-branco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 19:46:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40672</guid>
		<description>A Fernanda deve entender que o descalabro do maior partido da oposição, longe de ser motivo de regozijo, é uma desgraça para o regime. Na verdade o PS já passou por maiores vergonhas e agora está no poder. Por enquanto. Desta forma, a criação de um gigantesco vazio à sua direita não é uma benesse, mas sim uma maldição, até porque nada garante que um dia, os social-democratas (PS) não venham a passar pelo mesmo. Abram um livrinho de história  e vejam o que periodicamente sucedeu aos antepassados Partido Progressista (PS) e Partido Regenerador (PSD). Mas isso não conta, não é? O passado não se repete...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Fernanda deve entender que o descalabro do maior partido da oposição, longe de ser motivo de regozijo, é uma desgraça para o regime. Na verdade o PS já passou por maiores vergonhas e agora está no poder. Por enquanto. Desta forma, a criação de um gigantesco vazio à sua direita não é uma benesse, mas sim uma maldição, até porque nada garante que um dia, os social-democratas (PS) não venham a passar pelo mesmo. Abram um livrinho de história  e vejam o que periodicamente sucedeu aos antepassados Partido Progressista (PS) e Partido Regenerador (PSD). Mas isso não conta, não é? O passado não se repete&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40665</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 19:07:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40665</guid>
		<description>David Fernandes, aquando da expulsão da militante deputada do PCP é vergonhoso que Jerónimo de Sousa tenha dito que esse era um assunto interno do partido e toda a gente se tenha calado. O PCP e o PSD e os restantes partidos não têm assunto internos. São tudo assuntos do povo que é para quem eles existem. E Já agora, repito, com o meu dinheiro e por vezes com o meu voto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>David Fernandes, aquando da expulsão da militante deputada do PCP é vergonhoso que Jerónimo de Sousa tenha dito que esse era um assunto interno do partido e toda a gente se tenha calado. O PCP e o PSD e os restantes partidos não têm assunto internos. São tudo assuntos do povo que é para quem eles existem. E Já agora, repito, com o meu dinheiro e por vezes com o meu voto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40655</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:57:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40655</guid>
		<description>Para ser atingida a perfeição o ideal seria mesmo uma entrevista de Fernanda Câncio ao PM.

Aí correria tudo (ainda mais) na perfeição.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para ser atingida a perfeição o ideal seria mesmo uma entrevista de Fernanda Câncio ao PM.</p>
<p>Aí correria tudo (ainda mais) na perfeição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40646</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:20:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40646</guid>
		<description>Só mais uma coisinha: &quot;Aliás é lamentável que os portugueses não se interessem mais pela vida interna dos partidos.&quot;

Pois é. E de que serve?? Veja-se o mais recente exemplo dado pelo PCP na &quot;expulsão&quot; lá da outra senhora e do papel assinado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só mais uma coisinha: &#8220;Aliás é lamentável que os portugueses não se interessem mais pela vida interna dos partidos.&#8221;</p>
<p>Pois é. E de que serve?? Veja-se o mais recente exemplo dado pelo PCP na &#8220;expulsão&#8221; lá da outra senhora e do papel assinado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40644</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 17:15:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40644</guid>
		<description>Jaime Roriz

Isso está tudo muito certo, concordo totalmente. Não vejo é que seja uma &quot;resposta&quot; ao meu comentário; quando muito ao penúltimo parágrafo quando perguntava se a Fernanda seria militante do PSD.

Quanto à questão, para mim, principal, como digo no comentário: pergunto porque será que a Fernanda considera mais importante o papel que SL terá tido no actual estado do PSD e menos importante as suas propostas de agora, o que fez em 2004 e as eleições que perdeu em 2005.

Pergunto porque anda tanta gente preocupada com a vida do PSD enquanto o país continua a existir. Enquanto a desgraça se aproxima a passos largos.

A Fernanda respondeu, &quot;porque sou jornalista&quot;; isto é: a Fernanda enquanto jornalista preocupa-se com estas &quot;triquices&quot; (não só, não só, justiça se faça - como tenho tido oportunidade de comentar noutros posts).

Como o Jaime, eu também quero que os jornalistas cumpram a sua função e que não é apenas a de fazer perguntas - aliás, a maior parte dos jornalistas fazem perguntas miseráveis. E não cumprem.

Lembro-me sempre do mesmo exemplo: os &quot;números&quot; das greves; é incrível que os jornalistas perguntem e publiquem sem verificar. Se o governo atira 20% os sindicatos dirão 90%. Lá está: fizeram as perguntas certas. Quanto a um outra sua função: verificar!!! Seria muito difícil apurar o valor correcto?? Não interessa, pelos vistos: os de &quot;um lado&quot; dão ênfase aos 20 os &quot;do outro&quot; dão ênfase aos 90.

Enfim.

Voltando: acontece que, pelos vistos (uau), os jornalistas não são todos iguais: e a Judite de Sousa não tem a mesma opinião da Fernanda Câncio sobre o que é importante perguntar ao SL. E agora?

E, sabe, não creio que se trate (simplesmente) de competência ou falta dela (por aí teriamos um longo caminho a discutir - mas nunca com a Fernanda que não admite tais questões quanto a si mesma); para mim trata-se apenas de quem está a ser entrevistado. Claro que daqui avançamos, rapidamente, para encomendas e fretes e coisas que tais; tudo inútil, sem interesse nenhum.

A mim parece-me que não será possível agradar a todos: somem-se as crítica da Fernanda Câncio à Judite de Sousa com as críticas que surgiram aos entrevistadores de Sócrates na SIC há uns tempos.

Não sairemos disto.

Acompanho-o, Jaime, na sua preocupação com a forma como usam o nosso dinheiro; ah pois acompanho. Mas antes de chegarmos aos partidos, há muito mais sítios onde muitissimo mais do nosso $$$ é desbaratado.

Já sobre público/privado é outro assunto e a coisa já vai longa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jaime Roriz</p>
<p>Isso está tudo muito certo, concordo totalmente. Não vejo é que seja uma &#8220;resposta&#8221; ao meu comentário; quando muito ao penúltimo parágrafo quando perguntava se a Fernanda seria militante do PSD.</p>
<p>Quanto à questão, para mim, principal, como digo no comentário: pergunto porque será que a Fernanda considera mais importante o papel que SL terá tido no actual estado do PSD e menos importante as suas propostas de agora, o que fez em 2004 e as eleições que perdeu em 2005.</p>
<p>Pergunto porque anda tanta gente preocupada com a vida do PSD enquanto o país continua a existir. Enquanto a desgraça se aproxima a passos largos.</p>
<p>A Fernanda respondeu, &#8220;porque sou jornalista&#8221;; isto é: a Fernanda enquanto jornalista preocupa-se com estas &#8220;triquices&#8221; (não só, não só, justiça se faça &#8211; como tenho tido oportunidade de comentar noutros posts).</p>
<p>Como o Jaime, eu também quero que os jornalistas cumpram a sua função e que não é apenas a de fazer perguntas &#8211; aliás, a maior parte dos jornalistas fazem perguntas miseráveis. E não cumprem.</p>
<p>Lembro-me sempre do mesmo exemplo: os &#8220;números&#8221; das greves; é incrível que os jornalistas perguntem e publiquem sem verificar. Se o governo atira 20% os sindicatos dirão 90%. Lá está: fizeram as perguntas certas. Quanto a um outra sua função: verificar!!! Seria muito difícil apurar o valor correcto?? Não interessa, pelos vistos: os de &#8220;um lado&#8221; dão ênfase aos 20 os &#8220;do outro&#8221; dão ênfase aos 90.</p>
<p>Enfim.</p>
<p>Voltando: acontece que, pelos vistos (uau), os jornalistas não são todos iguais: e a Judite de Sousa não tem a mesma opinião da Fernanda Câncio sobre o que é importante perguntar ao SL. E agora?</p>
<p>E, sabe, não creio que se trate (simplesmente) de competência ou falta dela (por aí teriamos um longo caminho a discutir &#8211; mas nunca com a Fernanda que não admite tais questões quanto a si mesma); para mim trata-se apenas de quem está a ser entrevistado. Claro que daqui avançamos, rapidamente, para encomendas e fretes e coisas que tais; tudo inútil, sem interesse nenhum.</p>
<p>A mim parece-me que não será possível agradar a todos: somem-se as crítica da Fernanda Câncio à Judite de Sousa com as críticas que surgiram aos entrevistadores de Sócrates na SIC há uns tempos.</p>
<p>Não sairemos disto.</p>
<p>Acompanho-o, Jaime, na sua preocupação com a forma como usam o nosso dinheiro; ah pois acompanho. Mas antes de chegarmos aos partidos, há muito mais sítios onde muitissimo mais do nosso $$$ é desbaratado.</p>
<p>Já sobre público/privado é outro assunto e a coisa já vai longa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jaime roriz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40637</link>
		<dc:creator>jaime roriz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 16:21:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40637</guid>
		<description>Caro David Fernandes,
Os partidos político são organizações políticas registadas no Tribunal Constitucional, financidas pelo orçamento do estado e fiscalizadas pelo Tribunal de Contas. O direito que se lhes aplica não é o direito privado. É direito público. Os partidos políticos fazem parte da &quot;res&quot; pública. São um assunto de TODOS os portugueses. Aliás é lamentável que os portugueses não se interessem mais pela vida interna dos partidos. Todos os partidos fazem parte do processo democrático, e os que têm assento na AR são financiados com os meus impostos, pelo que a vida interna de todos os partidos é um assunto que me compete acompanhar e vigiar. Ainda por cima como o voto é secreto qqr um de nós é passível de ter votado nesse partido. Vou mesmo mais longe, nem sequer o que se passa na sua casa é um assunto privado. Como compreenderá não poderá fazer como o sr fritz da Austria só porque está em sua casa. Tampouco pode dar porrada nos seus familiares só porque está em sua casa ou até cometer um fraude fiscal só porque se sente na segurança e privacidade do recesso do lar. Talvez demais, talvez de menos dirão uns e outros o certo é que o estado (todos nós) exerce a sua fiscalização tentacular em quase todas as áreas da vida quer seja privada institucional ou social. Nem sequer nas questões de soberania dos países se pode dizer que os outros países não se podem ingerir na política interna de cada país. Como vê eu espero que os jornalistas cumpram a sua função. Que façam as perguntas, que se interessem que tenham uma opinião crítica diversificada para que eu (e você)depois possa formar a minha. Que lhe parece?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro David Fernandes,<br />
Os partidos político são organizações políticas registadas no Tribunal Constitucional, financidas pelo orçamento do estado e fiscalizadas pelo Tribunal de Contas. O direito que se lhes aplica não é o direito privado. É direito público. Os partidos políticos fazem parte da &#8220;res&#8221; pública. São um assunto de TODOS os portugueses. Aliás é lamentável que os portugueses não se interessem mais pela vida interna dos partidos. Todos os partidos fazem parte do processo democrático, e os que têm assento na AR são financiados com os meus impostos, pelo que a vida interna de todos os partidos é um assunto que me compete acompanhar e vigiar. Ainda por cima como o voto é secreto qqr um de nós é passível de ter votado nesse partido. Vou mesmo mais longe, nem sequer o que se passa na sua casa é um assunto privado. Como compreenderá não poderá fazer como o sr fritz da Austria só porque está em sua casa. Tampouco pode dar porrada nos seus familiares só porque está em sua casa ou até cometer um fraude fiscal só porque se sente na segurança e privacidade do recesso do lar. Talvez demais, talvez de menos dirão uns e outros o certo é que o estado (todos nós) exerce a sua fiscalização tentacular em quase todas as áreas da vida quer seja privada institucional ou social. Nem sequer nas questões de soberania dos países se pode dizer que os outros países não se podem ingerir na política interna de cada país. Como vê eu espero que os jornalistas cumpram a sua função. Que façam as perguntas, que se interessem que tenham uma opinião crítica diversificada para que eu (e você)depois possa formar a minha. Que lhe parece?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Vassalo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40601</link>
		<dc:creator>Jorge Vassalo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:15:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40601</guid>
		<description>Fora as provocações que penso sempre que vai ouvir Fernanda, pela exposição cor-de-rosa (e da dita imprensa séria - que a mim me deixa preplexo, não acho minimamente relevante) da sua vida pessoal (involuntária), e que lamento, tenho as mesmas questões que a Fernanda apresenta sobre Santana Lopes e umas quantas mais e não creio que as faça por tendenciosismo político.

Pergunto-me se ele não se enxerga, a sério. Não só pelo seu extremo narcisismo hedonista (olhem para mim vejam como sou espectacular), como os avanços e recuos em cargos políticos que se presumiria terem uma curva linear (presidente de câmara -&gt; primeiro ministro -&gt; presidente de câmara -&gt; líder de partido -&gt; líder de grupo parlamentar -&gt; candidato a presidente de partido - ahn?!? desculpe?!), como a vitimização sem vergonha (vide menino guerreiro, agora injustiçado e abandonado), como um alzheimer político extraordinário sobre as suas acções.

Não sou social-democata, mas tenho o máximo respeito por um partido que penso necessário como alternativa democrática e que precisa de solidez e respeitabilidade, e vê-lo entregue a esta bicharada maluca, deixa-me um bocado preocupado. Se os PSDs voltarem em Santana Lopes prestar-se-ão a um ridículo sem precedente.

Apelo ao bom senso de quem de direito. Acordem malta. A democracia precisa de vocês.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fora as provocações que penso sempre que vai ouvir Fernanda, pela exposição cor-de-rosa (e da dita imprensa séria &#8211; que a mim me deixa preplexo, não acho minimamente relevante) da sua vida pessoal (involuntária), e que lamento, tenho as mesmas questões que a Fernanda apresenta sobre Santana Lopes e umas quantas mais e não creio que as faça por tendenciosismo político.</p>
<p>Pergunto-me se ele não se enxerga, a sério. Não só pelo seu extremo narcisismo hedonista (olhem para mim vejam como sou espectacular), como os avanços e recuos em cargos políticos que se presumiria terem uma curva linear (presidente de câmara -&gt; primeiro ministro -&gt; presidente de câmara -&gt; líder de partido -&gt; líder de grupo parlamentar -&gt; candidato a presidente de partido &#8211; ahn?!? desculpe?!), como a vitimização sem vergonha (vide menino guerreiro, agora injustiçado e abandonado), como um alzheimer político extraordinário sobre as suas acções.</p>
<p>Não sou social-democata, mas tenho o máximo respeito por um partido que penso necessário como alternativa democrática e que precisa de solidez e respeitabilidade, e vê-lo entregue a esta bicharada maluca, deixa-me um bocado preocupado. Se os PSDs voltarem em Santana Lopes prestar-se-ão a um ridículo sem precedente.</p>
<p>Apelo ao bom senso de quem de direito. Acordem malta. A democracia precisa de vocês.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: j</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40598</link>
		<dc:creator>j</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:10:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40598</guid>
		<description>Pergunta a autora do post: «se alguém me puder explicar, agradeço muito»
Responde um comentador: «Ou então Fernando Seara é apoiante de Santana e a Judite quer agradar ao seu amado. Quando se está apaixonado é-se capaz de tudo. Eu pelo menos sou.»

Concluo eu: - Obviamente, que o amor é assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pergunta a autora do post: «se alguém me puder explicar, agradeço muito»<br />
Responde um comentador: «Ou então Fernando Seara é apoiante de Santana e a Judite quer agradar ao seu amado. Quando se está apaixonado é-se capaz de tudo. Eu pelo menos sou.»</p>
<p>Concluo eu: &#8211; Obviamente, que o amor é assim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Model 500</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40581</link>
		<dc:creator>Model 500</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:24:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40581</guid>
		<description>Concordo que a entrevista falhou nesse aspecto referido no post. Mas não creio que houvesse alguma intencionalidade em obnubilar esse período recente. Ou então Fernando Seara é apoiante de Santana e a Judite quer agradar  ao seu amado. Quando se está apaixonado é-se capaz de tudo. Eu pelo menos sou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que a entrevista falhou nesse aspecto referido no post. Mas não creio que houvesse alguma intencionalidade em obnubilar esse período recente. Ou então Fernando Seara é apoiante de Santana e a Judite quer agradar  ao seu amado. Quando se está apaixonado é-se capaz de tudo. Eu pelo menos sou.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pestana</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40577</link>
		<dc:creator>João Pestana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:01:31 +0000</pubDate>
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		<description>Está a ver como em televisão -seja ela a 1 ou a 2 não são inocentes as posições? Cada um(a) está a tratar da sua &quot;vidinha&quot; ...

Provavelmente, na sua perspectiva, seria &quot;ouro sobre azul&quot; ser você a fazer a entrevista...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está a ver como em televisão -seja ela a 1 ou a 2 não são inocentes as posições? Cada um(a) está a tratar da sua &#8220;vidinha&#8221; &#8230;</p>
<p>Provavelmente, na sua perspectiva, seria &#8220;ouro sobre azul&#8221; ser você a fazer a entrevista&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40576</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:00:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40576</guid>
		<description>e eu percebi. obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e eu percebi. obrigado.</p>
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	<item>
		<title>Por: tric</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40574</link>
		<dc:creator>tric</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:58:26 +0000</pubDate>
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		<description>não lhe sei responder. Apenas lhe posso dizer que depois do extase da fantochada jornalistica que foi a entrevista na SIC ao Primeiro-Ministro José Socrates e esses jornalistas ainda andam por ai, tudo é possivel  ...

ps - cadê o espirito solidario do 5dias para com o famoso cronista do Publico,Rui Tavares- o Malabarista !!, após o tareão que o grande FCG lhe deu na Cachimbada  ... 

http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2008/05/o-malabarista.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não lhe sei responder. Apenas lhe posso dizer que depois do extase da fantochada jornalistica que foi a entrevista na SIC ao Primeiro-Ministro José Socrates e esses jornalistas ainda andam por ai, tudo é possivel  &#8230;</p>
<p>ps &#8211; cadê o espirito solidario do 5dias para com o famoso cronista do Publico,Rui Tavares- o Malabarista !!, após o tareão que o grande FCG lhe deu na Cachimbada  &#8230; </p>
<p><a href="http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2008/05/o-malabarista.html" rel="nofollow">http://cachimbodemagritte.blogspot.com/2008/05/o-malabarista.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40572</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:49:53 +0000</pubDate>
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		<description>não custa nada, david fernandes. sou jornalista. assim tão simples -- mas, vá-se saber porquê, não estou à espera de que entenda a evidência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não custa nada, david fernandes. sou jornalista. assim tão simples &#8212; mas, vá-se saber porquê, não estou à espera de que entenda a evidência.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/coisas-verdadeiramente-fascinantes/comment-page-1/#comment-40571</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:45:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2930#comment-40571</guid>
		<description>&quot;como é possível fazer uma entrevista inteira com um candidato a líder em que a grande questão é o que fez em 2004 e as eleições que perdeu em 2005 e aquilo que propõe agora, como se não tivesse nenhuma responsabilidade na actual situação do psd?&quot;

ah agora já não interessa o passado. :) curioso que ninguém tenha perguntado ao nosso primeiro porque raio se lembrava constantemente de &quot;quando o senhor foi primeiro ministro&quot; nos debates na assembleia.

aquilo que Santana propõe agora não é importante?

o que importa MESMO é a responsabilidade que tem na actual situação do PSD?

desculpe a pergunta: a Fernanda é militante do PSD? é apoiante de Menezes? de Ferreira Leite? a que se deve tanta preocupação com o dito partido e sobre quem lhe fez mal?

se puder explicar-me, agradeço muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;como é possível fazer uma entrevista inteira com um candidato a líder em que a grande questão é o que fez em 2004 e as eleições que perdeu em 2005 e aquilo que propõe agora, como se não tivesse nenhuma responsabilidade na actual situação do psd?&#8221;</p>
<p>ah agora já não interessa o passado. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  curioso que ninguém tenha perguntado ao nosso primeiro porque raio se lembrava constantemente de &#8220;quando o senhor foi primeiro ministro&#8221; nos debates na assembleia.</p>
<p>aquilo que Santana propõe agora não é importante?</p>
<p>o que importa MESMO é a responsabilidade que tem na actual situação do PSD?</p>
<p>desculpe a pergunta: a Fernanda é militante do PSD? é apoiante de Menezes? de Ferreira Leite? a que se deve tanta preocupação com o dito partido e sobre quem lhe fez mal?</p>
<p>se puder explicar-me, agradeço muito.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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