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	<title>Comentários em: a humanidade do mal</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<title>Por: Prakash</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-41164</link>
		<dc:creator>Prakash</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2008 12:06:09 +0000</pubDate>
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		<description>...sim, porque o Homem é deus e diabo....ou, melhor, está entra o deus e o diabo....</description>
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		<title>Por: cinco dias &#187; Será mesmo inimputável?</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-41072</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Será mesmo inimputável?</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 22:24:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a este tipo de questões que me referia, Inês. Mesmo não querendo, até porque não tenho quaisquer dados da avaliação clínica a que [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a este tipo de questões que me referia, Inês. Mesmo não querendo, até porque não tenho quaisquer dados da avaliação clínica a que [...]</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40946</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 May 2008 23:53:39 +0000</pubDate>
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		<description>Tens razão, Inês, em boa verdade a doença mental também é um funcionamento humano, só que desadaptativo e disfuncional para o próprio (e para terceiros), sendo que uma das características da psicopatia é exactamente causar sofrimento nos outros e não no próprio ou, pelo menos, o desnível do dito sofrimento no próprio e em terceiros é enorme. Quanto às fronteiras, mais que artificiais acho-as movediças.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tens razão, Inês, em boa verdade a doença mental também é um funcionamento humano, só que desadaptativo e disfuncional para o próprio (e para terceiros), sendo que uma das características da psicopatia é exactamente causar sofrimento nos outros e não no próprio ou, pelo menos, o desnível do dito sofrimento no próprio e em terceiros é enorme. Quanto às fronteiras, mais que artificiais acho-as movediças.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rui</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40750</link>
		<dc:creator>Rui</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2008 10:37:06 +0000</pubDate>
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		<description>Também acho que é um texto excelente. Não consigo dizer que é belo. Mas que onde encontro beleza é na sua capacidade, Fernanda, de expressar muito bem a sua empatia para com as vítimas (algo de muito patente nos seus escritos) e o seu horror face ao mal.
Permita-me apenas acrescentar: nunca, nunca devemos parar de tentar compreender o mal, de tentar perceber as suas manifestações e de exercer &quot;o dever da memória&quot; (obrigado, Saloio). Mesmo que, como Sísifo, descubramos que o pedregulho, que procuramos levar ao topo da montanha, está sempre a cair para o abismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acho que é um texto excelente. Não consigo dizer que é belo. Mas que onde encontro beleza é na sua capacidade, Fernanda, de expressar muito bem a sua empatia para com as vítimas (algo de muito patente nos seus escritos) e o seu horror face ao mal.<br />
Permita-me apenas acrescentar: nunca, nunca devemos parar de tentar compreender o mal, de tentar perceber as suas manifestações e de exercer &#8220;o dever da memória&#8221; (obrigado, Saloio). Mesmo que, como Sísifo, descubramos que o pedregulho, que procuramos levar ao topo da montanha, está sempre a cair para o abismo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Saloio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40677</link>
		<dc:creator>Saloio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 20:15:45 +0000</pubDate>
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		<description>Um óptimo texto, Sra. Dra. FC.

Sobre a maldade do ser humano, recordo uma imagem de um documentário feito a seguir à II Guerra Mundial sobre os campos de concentração nazi: à medida que os comboios carregados de judeus iam diminuindo a quase parando por fazerem fila para entrarem em Auchwitch, os populares civis locais faziam passar o dedo indicador direito pela base do pescoço num sinal de decapitação, enquanto riam para os olhos amedrontados dos que espreitavam pelas frestas dos vagões.

Quanto à banalidade do mal, e à malvadez dos simples anónimos, aprendi alguma coisa com a leitura de Hannah Arendt, em &quot;Eichmann em Jerusalém&quot;.

Digo eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um óptimo texto, Sra. Dra. FC.</p>
<p>Sobre a maldade do ser humano, recordo uma imagem de um documentário feito a seguir à II Guerra Mundial sobre os campos de concentração nazi: à medida que os comboios carregados de judeus iam diminuindo a quase parando por fazerem fila para entrarem em Auchwitch, os populares civis locais faziam passar o dedo indicador direito pela base do pescoço num sinal de decapitação, enquanto riam para os olhos amedrontados dos que espreitavam pelas frestas dos vagões.</p>
<p>Quanto à banalidade do mal, e à malvadez dos simples anónimos, aprendi alguma coisa com a leitura de Hannah Arendt, em &#8220;Eichmann em Jerusalém&#8221;.</p>
<p>Digo eu&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Bluesmile</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40626</link>
		<dc:creator>Bluesmile</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 16:03:43 +0000</pubDate>
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		<description>Os psicopatas existem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os psicopatas existem.</p>
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	<item>
		<title>Por: Hélio Martins</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40619</link>
		<dc:creator>Hélio Martins</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 15:24:36 +0000</pubDate>
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		<description>O que eu me pergunto é como é que será possível enganar (manipular) durante tanto tempo a sociedade, os amigos, a família, as autoridades e levá los a acreditar que estava tudo bem.

E não me digam que é por causa de uma carta que a filha supostamente escreveu em que a dizia que estava tudo bem, (carta essa que se veio a provar ter sido escrita pelo &quot;pai&quot; e por isso falsa).

Não era esta carta que me ia descansar, até porque uma pessoa não desaparece assim sem deixar rasto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que eu me pergunto é como é que será possível enganar (manipular) durante tanto tempo a sociedade, os amigos, a família, as autoridades e levá los a acreditar que estava tudo bem.</p>
<p>E não me digam que é por causa de uma carta que a filha supostamente escreveu em que a dizia que estava tudo bem, (carta essa que se veio a provar ter sido escrita pelo &#8220;pai&#8221; e por isso falsa).</p>
<p>Não era esta carta que me ia descansar, até porque uma pessoa não desaparece assim sem deixar rasto.</p>
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	<item>
		<title>Por: Isabel</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40617</link>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 15:11:59 +0000</pubDate>
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		<description>é verdade Fernanda, há um bocado a fotografia dele passou repetidamente, acho que na CNC, e dei por mim a olhar fixamente aquele rosto (até me custa a  escrever a palavra rosto, por humana) e a tentar perceber o que haverá por detrás daqueles olhos, daquele nariz, daquela boca, em tudo semelhantes ao do resto da humanidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é verdade Fernanda, há um bocado a fotografia dele passou repetidamente, acho que na CNC, e dei por mim a olhar fixamente aquele rosto (até me custa a  escrever a palavra rosto, por humana) e a tentar perceber o que haverá por detrás daqueles olhos, daquele nariz, daquela boca, em tudo semelhantes ao do resto da humanidade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Inês Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40608</link>
		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>Ana, em boa verdade a doença mental também é um funcionamento humano e, julgo que estamos de acordo, a fronteira é artificial e movediça (como a maior parte das fronteiras). Se calhar este género de situação, como a Fernanda diz, cai fora das classificações que normalmente nos servem para organizar os problemas. Não serve falar em doença, como não serve falar em crime. É esta coisa, a tal ausência de fronteiras que, sabemos muito bem, também podia ser nossa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, em boa verdade a doença mental também é um funcionamento humano e, julgo que estamos de acordo, a fronteira é artificial e movediça (como a maior parte das fronteiras). Se calhar este género de situação, como a Fernanda diz, cai fora das classificações que normalmente nos servem para organizar os problemas. Não serve falar em doença, como não serve falar em crime. É esta coisa, a tal ausência de fronteiras que, sabemos muito bem, também podia ser nossa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joaquim Alexandre Rodrigues</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40597</link>
		<dc:creator>Joaquim Alexandre Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:10:45 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda Câncio:
A sua crónica de hoje no DN, A HUMANIDADE DO MAL, &quot;fala&quot; do &quot;austríaco Fritzl e da sua filha Elizabeth&quot;, no underground.
Fernanda Câncio:
A sua crónica fez-me lembrar o filme Underground, de Emir Kusturica (1995), http://www.imdb.com/title/tt0114787/, em que os de cima, os maus, criam um mundo de ficção aos de &quot;baixo&quot;, os bons.
É verdade: de vez em quando surge uma história assim. O mal irrompe. O mal habita-nos. Nem sempre no &quot;underground&quot;.

Cumprimentos
Joaquim Alexandre Rodrigues</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Câncio:<br />
A sua crónica de hoje no DN, A HUMANIDADE DO MAL, &#8220;fala&#8221; do &#8220;austríaco Fritzl e da sua filha Elizabeth&#8221;, no underground.<br />
Fernanda Câncio:<br />
A sua crónica fez-me lembrar o filme Underground, de Emir Kusturica (1995), <a href="http://www.imdb.com/title/tt0114787/" rel="nofollow">http://www.imdb.com/title/tt0114787/</a>, em que os de cima, os maus, criam um mundo de ficção aos de &#8220;baixo&#8221;, os bons.<br />
É verdade: de vez em quando surge uma história assim. O mal irrompe. O mal habita-nos. Nem sempre no &#8220;underground&#8221;.</p>
<p>Cumprimentos<br />
Joaquim Alexandre Rodrigues</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Vassalo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40592</link>
		<dc:creator>Jorge Vassalo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:02:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2928#comment-40592</guid>
		<description>Excelente texto Fernanda. Toca num ponto fundamental. Como decifrar as atrocidades cometidas por outros, como saber? Infelizmente, não creio que se possa.... Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto Fernanda. Toca num ponto fundamental. Como decifrar as atrocidades cometidas por outros, como saber? Infelizmente, não creio que se possa&#8230;. Parabéns.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40590</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:02:35 +0000</pubDate>
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		<description>É o lado negro, real, da &quot;pessoa humana&quot;, a psicopatia levada ao extremo. Chama-se maldade, é monstruoso, angustia-me e levanta-me muitas questões éticas e deontológicas - assumo a minha enorme relutância em &quot;arrumar&quot; estes comportamentos no conjunto da doença mental. A verdade, assim nua e crua, é que são funcionamentos humanos, ou dos humanos, se preferirem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o lado negro, real, da &#8220;pessoa humana&#8221;, a psicopatia levada ao extremo. Chama-se maldade, é monstruoso, angustia-me e levanta-me muitas questões éticas e deontológicas &#8211; assumo a minha enorme relutância em &#8220;arrumar&#8221; estes comportamentos no conjunto da doença mental. A verdade, assim nua e crua, é que são funcionamentos humanos, ou dos humanos, se preferirem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Inês Meneses</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40586</link>
		<dc:creator>Inês Meneses</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 12:44:03 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada, Fernanda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada, Fernanda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40573</link>
		<dc:creator>David Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 11:54:44 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto, sem dúvida.

&quot;O desconforto que nos faz pensar nos nossos pais e imaginar que podiam ser um Fritzl.&quot;

É exactamente a minha maior preocupação.

Enquanto pai, interrogo-me o que pensarão elas quando lhes dou um beijo, quando lhes mostro (penso eu, de uma forma acima de qualquer dúvida) que as amo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, sem dúvida.</p>
<p>&#8220;O desconforto que nos faz pensar nos nossos pais e imaginar que podiam ser um Fritzl.&#8221;</p>
<p>É exactamente a minha maior preocupação.</p>
<p>Enquanto pai, interrogo-me o que pensarão elas quando lhes dou um beijo, quando lhes mostro (penso eu, de uma forma acima de qualquer dúvida) que as amo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PR</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40568</link>
		<dc:creator>PR</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:52:51 +0000</pubDate>
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		<description>Um belíssimo texto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um belíssimo texto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Penim Redondo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40566</link>
		<dc:creator>Fernando Penim Redondo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:19:13 +0000</pubDate>
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		<description>Este belo texto é uma conseguida &quot;descida aos infernos&quot; para concluir que o mal existe mesmo dentro de nós.
Esta história é especialmente perturbante porque não pode ser atribuída a um dos habituais &quot;bodes expiatórios&quot; que a Fernanda Câncio, nem sempre com razoabilidade, tanto cultiva: racismo, capitalismo selvagem, homofobia, fundamentalismo religioso, etc, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este belo texto é uma conseguida &#8220;descida aos infernos&#8221; para concluir que o mal existe mesmo dentro de nós.<br />
Esta história é especialmente perturbante porque não pode ser atribuída a um dos habituais &#8220;bodes expiatórios&#8221; que a Fernanda Câncio, nem sempre com razoabilidade, tanto cultiva: racismo, capitalismo selvagem, homofobia, fundamentalismo religioso, etc, etc.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ponto Por Ponto &#187; a humanidade do mal</title>
		<link>http://5dias.net/2008/05/02/a-humanidade-do-mal/comment-page-1/#comment-40565</link>
		<dc:creator>Ponto Por Ponto &#187; a humanidade do mal</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 10:18:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/?p=2928#comment-40565</guid>
		<description>[...] Fernanda Câncio sobre a macabra história austriaca&#8230; aqui [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Fernanda Câncio sobre a macabra história austriaca&#8230; aqui [...]</p>
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