O relativismo, vindo de onde menos se esperaria

Paulo Pinto Mascarenhas está entretido a enredar-se no que parece mesmo uma defesa do indefensável: reagindo à divulgação de uma “manifestação antiautoritária – contra a repressão”, reclama para os seus organizadores a “celeridade da justiça” já empregue com o skinhead Mário Machado.
Ao que tudo indica, PPM vê no que chama “manifestação anti-polícia”, mesmo ainda antes de ocorrer, algo de homólogo à “caça aos pretos” que levou Mário Machado à cadeia. Para o líder atlante, “não há qualquer diferença entre violências extremistas”. Mesmo que os correligionários portugueses dos tais “mários-machados da extrema-esquerda” até agora se tenham limitado a vandalizar uma plantação de cereais transgénicos — sem assassínios, sem incitamentos racistas, sem concertos em que se canta poesia do calibre de “horrible jew, you’re gonna die tonight”. (Os okupas sempre se ficam pelos Blasted Mechanism; e aqui as letras têm a vantagem de ser indecifráveis.)
Para o PPM, a convocação de uma manifestação ilegal é o mesmo do que escrever coisas como “adoro a confrontação fisica, agarrar na escumalha e dar lhes pontapés na cabeça, socos, sentir a adrenalina a disparar, a emoção ao fugir á policia” ou ameaçar de morte um adversário político ou espancar um advogado a mando de traficantes.
Note-se que a malta dos djembês (e será mesmo de “esquerda”?) me parece pouco salubre; mas confundir desacatos de bêbados com organizações dedicadas à glorificação da violência e do ódio racial… só por grande distracção.

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28 respostas a O relativismo, vindo de onde menos se esperaria

  1. CARLOS CLARA diz:

    É costume dizer-se que a a luta esquerda-direita de que ás vezes já nada diz, vem da Revolução Francesa donde a dado momento em plenários coincidia que os ainda defensores da monarquia se sentavam do lado direito e os proclamadores da jovem república do lado esquerdo. Quanto a Portugal, o caso monarquia , o lado direito, nunca ficou bem resolvido, ou não fosse um povo sempre muito impaciente ter entregue o processo a Salazar. Sendo assim, Joana, não admira.
    Certo, parece uma pequena história para crianças, mas cada vez gosto mais dela.

  2. Tárique diz:

    A manifestação tem sido promovida por grupos libertários de direita como:

    http://nacionalistas.wordpress.com/
    http://suckandsmile.blogspot.com/

    e de esquerda como

    http://redelibertaria.blogspot.com/

    que em comum só têm não gostarem do Estado (pensei que a Atlântico também não gostava) e estarem fartos de levarem porrada …

    A manifestação tem vindo a ser apoiada por grupos mais ou menos apolíticos como algumas claques de futebol e associações de bairros sociais.

    Em comum, politicamente, os que vão protestar têm pouco. O que têm sim em comum é estarem fartos da arbitrariedade e violência das forças de intervenção da polícia.

    O meu comentário aqui

    e aqui os meus posts com a tag “bófia”

  3. Tárique diz:

    Também estaria interessado em saber a opinião da “esquerda moderada” do 5 dias acerca da demonização à partida de uma manifestação no dia da Liberdade, por esta manifestação ser “ilegal”. Sim, um grupo de cidadãos juntarem-se para protestar contra uma injustiça é ILEGAL …

    Já agora, a convocatória da manifestação em que participarei não diz que é “contra a polícia”, mas sim “de protesto contra a repressão policial” …

    “repressão policial” essa que, há 19 anos, até foi , ela sim, contra a polícia (caso secos e molhados)

  4. Luis Rainha diz:

    Tárique,
    A tal “demonização” parte dos incidentes do ano passado; e é ajudada pelo infeliz facto de a manif estar a ser (ao que parece) preparada sem as devidas autorizações.
    Quanto à história do “anti-polícia”, parece-me da autoria do PPM.

  5. Tárique diz:

    os “incidentes” do ano passado são semelhantes ao “arrastão” de há 3 anos, ou seja, são uma inventona : o que aconteceu foi que uma manifestação pacífica foi, sem aviso, violentamente atacada pela polícia (que partiu das premissas erradas de que, fazendo-o, estaria a prevenir vandalismo na sede de um partido). Houve pernas, máquinas fotográficas e telemóveis partidos sob as bastonadas dos corpos de intervenção da psp.

    Houve um inquérito por parte da IGAI em que participei e cuja conclusão, por parte do Procurador Clemente Lima foi de que “a polícia age como se estivesse num filme de cowboys”, “é rápida a partir para a violência” , etc.

    e por acaso essa conclusão até foi apoiada por alguns sindicatos da psp …

  6. Maria João Pires diz:

    “é ajudada pelo infeliz facto de a manif estar a ser (ao que parece) preparada sem as devidas autorizações” aí entramos numa espécie de lógica de pescadinha-de-rabo-na-boca porque me parece q aquilo q o Tárique questiona é o porquê da não autorização da manifestação.

    (Tárique, é divertido perceber a colagem q unanimemente é feita entre o anarquismo/movimentos libertários e a esquerda. É similar à q se faz com os skinheads e a dta, ninguém parece reconhecer q tb. existem skins de esquerda)

  7. Luis Rainha diz:

    A manifestação não terá sido autorizada apenas porque… ninguém pediu tal autorização ao GC.
    Quanto a isso dos skins de esquerda… mas o SHARP Portugal existe mesmo? Ou é um grupo de dois ou três amigos sem grande militância?

  8. bloom diz:

    People,
    manif? mas aquilo não vai ser uma flashmob?…

  9. “vocês estavam a atirar bolas de tinta para dentro das lojas, propunham-se “assaltar” uma sede de um partido de extrema-direita, esperavam que a polícia desse-vos sumo de laranja e brioches?!”

    http://5dias.net/2007/05/01/o-paraiso-na-outra-esquina-1/#comments

  10. Luís Lavoura diz:

    “o infeliz facto de a manif estar a ser (ao que parece) preparada sem as devidas autorizações”

    Infeliz, por quê?

    Num país em que há liberdade de reunião e de manifestação, não deveriam ser necessárias autorizações NENHUMAS para um grupo de cidadãos se reunir e se manifestar.

    Logo, os cidadãos não têm nada que pedir autorização, nem devem ser criticados, como o Luís Rainha o faz, por não terem pedido autorização.

    Há um grupo de cidadãos que decide reunir-se na rua e gritar umas palavras de ordem quaisquer. Se esses cidadãos não perturbarem o trânsito automóvel, não perturbarem os peões, não pisarem relvados, nem destruirem qualquer propriedade (privada ou pública), então nada há a criticar. São livres de se reunir na rua e de se manifestar. Não têm nada que pedir autorização para exercer um direito que é deles.

  11. The Studio diz:

    O texto e’ da autoria do Luis Rainha, mas poderia ser da autoria do Daniel Oliveira. Ou de qualquer outro. Da’ a sensacao que os argumentos aqui reproduzidos foram metidos a martelo na cabeca dos jovens revolucionarios durante a formacao no partido, e que agora os repetem de forma acritica qual disco riscado.

    Nao estou ‘a espera que o jovem Rainha se de conta do absurdo dos seus argumentos. Vai buscar um facto com alguns 15 anos, da’ um salto em modo de memoria selectiva ignorando por exemplo os homicidios das FP 25, para depois comparar com o caso de Silves devidamente menorizado.

    Pois e’ rainha, essa historia do Alcino faz parte da historia. Vamos la’ falar da actualidade e comparar os actos da Extrema Esquerda com os da Extrema Direita no ultimo ano, va la, nos ultimos dois anos.

    Eu vou referir os dois casos de conhecimento publico:

    1: Um bando de energumenos invade uma plantacao de milho transgenico, destroi parte da plantacao, agride o proprietario e empregados. A accao e’ classificada pela Europol como Eco-Terrorismo. A cara destes energumenos terroristas e’ um destacado membro de um partido com assento parlamentar. Alguns dos eco-terroristas envergam t-shirts do mesmo bloco partidario.

    2: Um bando de mentecaptos concentrados no centro de Lisboa agride transeuntes, partem montras, vandalizam automoveis, assaltam lojas e finalmente envolveram-se em confrontos com a policia.

    Va la’, recorde-nos la’ o que fez a Extrema-Direita no ultimo ano ou nos ultimos dois anos que tenha dado direito a abertura nos telejornais.

  12. Tárique diz:

    Pelo que sei, tens razão, Luís, a Sharp é meia dúzia de gatas pingadas com militância praticada quase exclusivamente na internet (sim, são maioritariamente gajas). Há uns 4 anos pareciam estar a crescer (ocupavam a zona em frente ao bar Meia Nota, no Bairro Alto, em Lisboa e esgotaram os fornecimentos portugueses de pólos Fred Pery) mas foram os primeiros alvos abatidos quando os Hammerskins saíram da cadeia (abatidos ou convertidos, diga-se de passagem) e se fundou o Fórum Nacional e a Frente Nacional. Muito antes do daniel ser ameaçado, das reportagens da tv e até do “arrastão” já tinha havido á caça e “extermínio” das “tribos urbanas” concorrentes …

    Em Setúbal existem meia dúzia de skinheads comunistas da JCP, também, pelo que sei. Se não me engano o seu líder mudou-se para a margem sul porque tinha medo dos skinheads da margem norte.
    Nos países onde ela existe, a Extrema-Esquerda é composta por estes tipos: estalinistas violentos que veneram a união soviética. Estão no extremo oposto tanto dos anarcas de direita com dos de esquerda.

    Também penso que seja algo natural haver em Portugal quem ainda associe anarcas à esquerda, porque classicamente essa associação acontecia. Mas nos últimos anos tem vindo a aumentar cada vez mais o número de anarquistas de direita, identitários e conservadores (que lêem a atlântico e votariam ron paul, diga-se de passagem).

    Finalmente: quem são os promotores da manifestação? Eu não sei. Duvido que alguém saiba. A promoção deste tipo de manifestações passa de boca em boca, de site em site, alguém faz um banner, um texto, outra pessoa faz outro … por isso dificilmente alguém acaba por ir avisar o governo civil e assinar como “promotor” ou “comissão promotora” ….

    … é de facto uma anarqueirada, “nem deuses nem … comissões promotoras”

    MAS já me estou a desviar do assunto que era … deixa cá pensar … este … e este ….

    http://zerodeconduta.blogspot.com/2007/09/voc-no-est-falar-para-mim.html

  13. Tárique diz:

    http://zerodeconduta.blogspot.com/2007/09/voc-no-est-falar-para-mim.html

    Pelo que sei, tens razão, Luís, a Sharp é meia dúzia de gatas pingadas com militância praticada quase exclusivamente na internet (sim, são maioritariamente gajas). Há uns 4 anos pareciam estar a crescer (ocupavam a zona em frente ao bar Meia Nota, no Bairro Alto, em Lisboa e esgotaram os fornecimentos portugueses de pólos Fred Pery) mas foram os primeiros alvos abatidos quando os Hammerskins saíram da cadeia (abatidos ou convertidos, diga-se de passagem) e se fundou o Fórum Nacional e a Frente Nacional. Muito antes do daniel ser ameaçado, das reportagens da tv e até do “arrastão” já tinha havido á caça e “extermínio” das “tribos urbanas” concorrentes …

    Em Setúbal existem meia dúzia de skinheads comunistas da JCP, também, pelo que sei. Se não me engano o seu líder mudou-se para a margem sul porque tinha medo dos skinheads da margem norte.
    Nos países onde ela existe, a Extrema-Esquerda é composta por estes tipos: estalinistas violentos que veneram a união soviética. Estão no extremo oposto tanto dos anarcas de direita com dos de esquerda.

    Também penso que seja algo natural haver em Portugal quem ainda associe anarcas à esquerda, porque classicamente essa associação acontecia. Mas nos últimos anos tem vindo a aumentar cada vez mais o número de anarquistas de direita, identitários e conservadores (que lêem a atlântico e votariam ron paul, diga-se de passagem).

    Finalmente: quem são os promotores da manifestação? Eu não sei. Duvido que alguém saiba. A promoção deste tipo de manifestações passa de boca em boca, de site em site, alguém faz um banner, um texto, outra pessoa faz outro … por isso dificilmente alguém acaba por ir avisar o governo civil e assinar como “promotor” ou “comissão promotora” ….

    … é de facto uma anarqueirada, “nem deuses nem … comissões promotoras”

    MAS já me estou a desviar do assunto que era … deixa cá pensar … este … e este ….

  14. Luis Rainha diz:

    Luís Lavoura, primeiro, mude-se a lei. Até lá, se calhar é boa ideia respeitá-la.

  15. Luís,
    As manifestações não carecem de “autorização”. O direito de manifestação é garantido pela Constituição. A lei apenas diz que devem ser “comunicadas” ao respectivo Governo Civil.

  16. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Salvo erro, o artigo constitucional é este:

    Artigo 45.º
    (Direito de reunião e de manifestação)

    1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.

    2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.

  17. “Mas nos últimos anos tem vindo a aumentar cada vez mais o número de anarquistas de direita, identitários e conservadores (que lêem a atlântico e votariam ron paul, diga-se de passagem).”

    Pega no João Miranda. Queres melhor exemplo?
    Mas à esquerda continua a ver-se a liberdade como intocável. Erradamente, a meu ver: o grande valor de esquerda é a igualdade. Deve defender-se a liberdade incondicionalmente enquanto não colidir com a igualdade. A partir daí, tem de se “pesar”. (Luís, o meu comentário no texto do Rui vinha nesse sentido.)

    Eu não acredito no anarquismo de esquerda, porque a anarquia conduz inevitavelmente à lei do mais forte (tal como o liberalismo).

  18. Lidador diz:

    “Mas à esquerda continua a ver-se a liberdade como intocável. Erradamente, a meu ver: o grande valor de esquerda é a igualdade.”

    Lapidar!
    A raíz do totalitarismo está nesta frase. Louvo o FM pela coerência.
    De resto Rousseau dizia exactamente isso.
    A resposta fica a cargo de Émile Zola que, já em 1890, a propósito do dogma da igualdade, perguntava:

    “Podeis tornar todos os homens igualmente felizes ou igualmente ajuizados?
    Podeis dar a garantia a um homem que a mulher não o enganará nunca?
    Não!
    Então deixai de falar em igualdade! Liberdade, sim; fraternidade, sim; mas igualdade nunca”

    O FM nunca terá lido Zola e será talvez por isso que ainda não compreendeu, apesar do mundo que tem à sua volta, que toda a sociedade é inigualitária e que estas desigualdades podem residir no desempenho dos indivíduos, o que é típico das sociedades liberais, ou nos privilégios outorgados pelo Estado, o que foi próprio das sociedades iliberais.

    Perfeição, só no Céu e na cabeça do FM.

  19. al diz:

    “…à esquerda continua a ver-se a liberdade como intocável.” Continua? A esquerda sempre se deu mal com a Liberdade: prendeu, tortourou e matou que se fartou.
    Mas, «tirando isso», o FM é muito claro, claríssimo. A liberdade de pensamento já não a exercem há muito.
    Vou tomar o anti-emético.

  20. “Perfeição, só no Céu e na cabeça do FM.”

    Eu já li Zola, sim. E ouvi o Caetano. “Some may like a soft brazilian singer, but I’ve given up all attempts at perfection.” A perfeição é impossível. Que tipo de imperfeição queremos, então? Sacrificando a igualdade? Tem que ser… Mas em vez de sacrificar só a igualdade, também se podem sacrificar ALGUMAS liberdades, tão queridas dos nossos liberais e libertários.

    al, tome o remédio, sim.

  21. LR diz:

    Tens toda a razão Nuno; e a coisa até é reforçada pela lei n.º 406/74. Chama-se a isto emprenhar pelos ouvidos, depois de tanta palração a “informar-nos” que um GC “não autorizou” esta ou aquela manifestação.

    The Studio, o que me preocupa nada tem a ver com alinhamentos de telejornais. Nem com a extrema-direita per si; até consigo ler camaradas seus como o Tautolos e argumentar com eles. O pior é mesmo a malta das suásticas e da porrada. Querer compará-los com os da Verde Eufémia só mesmo para fazer poeira.

  22. Tárique diz:

    concordo que a esquerda se define pela igualdade.
    e o anarquismo se define pela oposição a hierarquia.

    Penso que liberdade e igualdade são as duas igualmente importantes e devem ser defendidas sem concessões, e que se deve trabalhar para um sistema em que as duas sejam maximizadas.

    Mas quando dizes que:

    a anarquia conduz inevitavelmente à lei do mais forte

    também se pode dizer que a hierarquia, o estatismo já impõe à partida uma lei do mais forte, (que se torna mais forte por um mecanismo que pode ser mais ou menos legítimo) e que a tendência natural (inevitável?) é para a corrupção do sistema e a submissão da máquina estatal à nova classe dominante da “burocracia”. Ou existe igualdade entre um polícia e um civil? hierarquia implica imunidade parlamentar, imunidade diplomática? isso não implica desigualdade ?

    http://bp3.blogger.com/_Uit9jZvrE5A/RslqHk9yZ4I/AAAAAAAABO8/TgR9y9lcRy8/s1600-h/Bakunine.jpg

    Finalizo este “off-topic” dizendo que na minha opinião não há verdadeira liberdade sem igualdade, nem há verdadeira igualdade sem liberdade.

    Pergunto-me ainda se o Lidador se vai juntar aos anarcas de direita e de esquerda nesta manifestação pacífica que além de ser contra a violência estatal , é também contra o Estado como supremo privador de liberdades.

  23. al diz:

    Sacrificar a liberdade, mas… a dos outros.
    Enfim, é um efeito colateral de quem julga conhecer o futuro. O socialismo e o zoodíaco e os sacrifícios que envolvem

  24. Filipe Abrantes diz:

    Tarique,

    A manifestação defende a livre posse de armas, legitimação de milícias e segurança privada? Se não, os libertários “de direita” não vão lá fazer nada. Protestar contra os abusos da Polícia sem propôr auto-defesa é utópico.

  25. Tárique, tens que me emprestar os “Diálogos entre Marx e Bakunine”. Mas acho que já estou velho para mudar de lado nestes diálogos. 🙂

  26. lampiao diz:

    o excelso sr Rainha que, em tempos não muito longínquos, proferiu aqui um auto de fé contra JAD, por a menina não se ter subjugado à tirania doutrinária de rasputine louçã, vem agora dar à estampa mais uma peça do seu monolíticorepertório. Se não forem manifestações do BE são ilegais e impossibilitantes, se forem provenientes de tão simpática e inócua agremiação, mesmo que malcheirosos, são um privilégio da cidadania. Pois meu caro Rainha, mal cheirosos não, poupe-nos, os outros nem sei quem são, mas definitivamen
    te, mal cheirosos não !

  27. A.N.(A.) diz:

    Somos de direita?
    Libertários? Anarquistas? Skins?
    Quem diria. Tanta asneira e sabem tão pouco…
    Cumprimentos.

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