O meu contributo para a destruição do capitalismo

Segundo um estudo da Universidade de Stanford, os corretores homens quando sujeitos a imagens eróticas arriscam muito. A culpa é das gajas. A crise do subprime está explicada. Tem duas soluções: 1.acaba-se com o capitalismo. 2. Contratam corretoras do sexo feminino. O estudo não conseguiu arranjar imagens eróticas consensuais entre as mulheres. Por isso, não conseguiram provar o efeito dessas imagens no trabalho das corretoras.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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5 respostas a O meu contributo para a destruição do capitalismo

  1. Perguntar não ofende… Posso estar enganado, mas neste caso a grafia da norma não manda escrever… corretor?
    O contrato não é de corretagem?

  2. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Albino Matos,
    Eu e a engenharia social…Tem toda a razão.

  3. ezequiel diz:

    estes estudos pavlovianos dão-me cabo da tola….

    estes senhores de stanford deveriam dar entrada num manicómio…com direito a estupefaciente e tudo!! que coisa de estúpida!!

    já estou a pensar: uma grande offer on the floor. há que inflacionar a percepção de valor de alguns corretores. enviam-me umas centenas de mensagens sms com imagens do brad pitt e da angelina jolie (assim a coisa fica simultaneamente competitiva e libidinosa….maximizar!)…minutos depois o floor do nasdaq está a fervilhar com a valorização da minha companhia de IT (sim, aquela que lhes está a enviar os sms`s e os emails)( ehehhehehehehehehehhhhh 🙂 o butterfly effect in da house!! 🙂

    há malucos para todos os gostos…

  4. CARLOS CLARA diz:

    Claro que funciona. Sempre funcionou. Porque será que nos salões de automóveis são postas gajas a roçarem-se nos carros?

  5. Lidador diz:

    “1.acaba-se com o capitalismo. ”

    Tá bem abelha. A brincar vai-se dando conta do sonho dos iluminados e do pesadelo da maioria.

    “2. Contratam corretoras do sexo feminino. ”
    Não funciona. As mulheres raras vezes fazem cavalinhos nas motas, para exibirem a pujança hormonal. Não precisam.
    O risco está do outro lado do género e é por isso que (ainda) cá estamos.

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