Está a chegar o dia em que só teremos instruções assim para nos guiar entre gadgets, dispositivos essenciais ao nosso bem-estar e outras pechinchas diversas. Nesse dia, acordaremos com um só lamento revoltoso a atravancar-nos os lábios: “Ich bin ein Tibetanisch”.





Não me digas que é uma powerball?
Andas então a tentar promiver a memória do teu cérebro, hein?
Oh Luís, desculpa, careca e vestida de cor-de-laranja, perfeitamente, mas vegetariana não!
Já fiz secretariado e tradução para uma empresa de import-export que trabalhava sobretudo com chineses, não me puxem pela língua, que ainda me rio sozinha muitas vezes a pensar nisso. Outras vezes choro (not really, mas vocês percebem). Se soubessem a quantidade de coisas etiquetadas por fábricas portuguesas que vêm de produção chinesa (etiqueta incluída, aliás)… Para além da brutal disparidade dos custos de trabalho, que tornam estes negócios quase inevitáveis para quem quer permanecer em certos mercados, há que sublinhar a perfeita compatibilidade de mentalidades dos pequenos empresários portugueses e chineses. Afinidades electivas, mesmo.