A mão invisível

Nunca supus necessário efectuar uma análise comparativa dos méritos jornalísticos da teologia e do futebol, mas a recente tendência para extraír dos comunicados da Conferência Episcopal mais artigos de opinião ainda do que aqueles que são de ordinário retirados das declarações de Paulo Bento obriga-me a intervir (em defesa da proeminência do Association, claro) e a sugerir por uma vez que não são vezes a compra do “Público” e a leitura da luminosa crónica que nele assina hoje Vasco Pulido Valente (sem link disponível): deixai agir a mão invisível da secularização e dediquem-se à bola, é o meu conselho.

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SEXTA | António Figueira
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Uma resposta a A mão invisível

  1. Ao ler Paulo Bento até confundi com Bento XVI.
    Que confusão!

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