A subversão que vem de fora

«Um conceito de aprendizagem activo e orientado para o aluno

A organização do trabalho escolar e da educação é baseado numa concepção de aprendizagem focado na actividade dos estudantes e a interacção com o professor, com os outros estudantes e com o ambiente de aprendizagem.»

Eis mais um manifesto do odiado “eduquês”, essa praga que tem assolado as meninges dos nossos infantes desde que a disciplina fugiu e o caos tomou as rédeas das escolas. A leitura da prosa acima por certo eriçaria os cabelitos da nuca a bonzos como o venerando João Miranda, incapaz de imaginar uma escola sem reguadas para os alunos nem cilícios para os professores.

O pior é quando percebemos que a prosa criminosa vem do ministério da educação finlandês e faz parte de uma explicação  dos excelentes resultados dos moços daquelas paragens nos testes PISA.

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2 respostas a A subversão que vem de fora

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  2. LusoFin diz:

    Luís Rainha, a realidade é bastante diversa do que os burocratas do ministério nos querem fazer acreditar. De qualquer maneira não sei até que ponto o sistema é o “sistema”, ou qual a aplicabilidade dos métodos que por cá se praticam aí em Portugal.

    Para dar um exemplo, não me agrada que o meu mais velho (7 anos) tenha 20 horas de aulas semanais e passe as tardes num club de entretenimento para os alunos das 1a e 2a classes. Daqui a um ano vai passar as tardes sozinho em casa. Imagino a recepção a esta ideia aí em Portugal.

    A.

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