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	<title>Comentários em: dos afrontamentos ao delírio: alucinação em fátima</title>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
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		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 16:30:21 +0000</pubDate>
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		<description>caro ricardo, a lei extravasa claramento o âmbito de aplicação às confissões radicadas e estabelece princípios de liberdade religiosa que naturalmente se aplicam à igreja católica, como a todas as outras. nomeadamente quando se diz: &#039;o estado não discriminará nenhuma igreja ou comunidade religiosa em relação às outras&#039;; &#039;as igrejas e demais comunidades religiosas estão separadas do estado&#039;;&#039;o estado não adopta qualquer religião&#039;; &#039;nos actos oficiais e no protocolo de estado será respeitado o princípio da naõ confessionalidade&#039;;&#039;o ensino público será não confessional&#039;. de relevar, nomeadamente, o artigo 9º, que trata dos direitos negativos e estatui que ninguém pode ser obrigado a azssistir a actos de culto ou a receber assistência religiosa, entre outras coisas. é evidente que, por exemplo, o facto de nos hospitais toda a assistência religiosa residente e paga ser católica colide frontalmente com estes princípios, que evidentemente não excepcionam a igreja católica. era o que faltava.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro ricardo, a lei extravasa claramento o âmbito de aplicação às confissões radicadas e estabelece princípios de liberdade religiosa que naturalmente se aplicam à igreja católica, como a todas as outras. nomeadamente quando se diz: &#8216;o estado não discriminará nenhuma igreja ou comunidade religiosa em relação às outras&#8217;; &#8216;as igrejas e demais comunidades religiosas estão separadas do estado&#8217;;'o estado não adopta qualquer religião&#8217;; &#8216;nos actos oficiais e no protocolo de estado será respeitado o princípio da naõ confessionalidade&#8217;;'o ensino público será não confessional&#8217;. de relevar, nomeadamente, o artigo 9º, que trata dos direitos negativos e estatui que ninguém pode ser obrigado a azssistir a actos de culto ou a receber assistência religiosa, entre outras coisas. é evidente que, por exemplo, o facto de nos hospitais toda a assistência religiosa residente e paga ser católica colide frontalmente com estes princípios, que evidentemente não excepcionam a igreja católica. era o que faltava.</p>
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		<title>Por: Ricardo Alves</title>
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		<dc:creator>Ricardo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 13:07:06 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda Câncio,
a Lei da Liberdade Religiosa, efectivamente, não se aplica à ICAR (vidé artigo 58º).
Por mim, não haveria nem Concordata nem LLR. A Constituição basta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda Câncio,<br />
a Lei da Liberdade Religiosa, efectivamente, não se aplica à ICAR (vidé artigo 58º).<br />
Por mim, não haveria nem Concordata nem LLR. A Constituição basta.</p>
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	<item>
		<title>Por: MRC</title>
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		<dc:creator>MRC</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 13:05:44 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda,

	Só agora é que me foi possível responder aos seus 2 últimos comentários.

	A Fernanda sabe bem que sendo o Vaticano um Estado, ainda que sui generis,  com ramificações ao nível interno em cada país, é natural que se pretenda regular o seu relacionamento com cada um dos Estados onde actua. Sobre esta matéria, aliás, há extensa bibliografia.
	A questão da falta de regulamentação da Concordata é particularmente grave uma vez que diariamente surgem situações que necessitam de ser esclarecidas. 
Por um lado, há, por exemplo, a questão do património que, por razões histórias, se encontra na posse da Igreja e que, quer se queira, quer não, faz parte do património cultural de todos nós e cuja manutenção, financiamento para restauros, etc. tem que ser regulamentada.
Por outro lado, a nível fiscal há toda uma série de situações que exigem regulamentação. 
Por exemplo, como a Fernanda referiu, e bem, ao não estar regulamentada, aplicar-se-ia então a Concordata anterior que prevê a isenção fiscal. No entanto, a maioria das Finanças entendem que a última Concordata, ainda que não regulamentada, tem aplicação imediata e, por isso, estão já a solicitar o pagamento de impostos. 
Por sua vez, relativamente à forma como se procede à liquidação e pagamento do IRC, surgem inúmeras dúvidas que urge esclarecer, relacionadas com a aplicação dos pagamentos por conta, organização de contabilidade organizada, etc... Em alguns casos, inclusive, são as próprias Finanças que dizem verbalmente que alguns regimes não são aplicáveis a algumas instituições da Igreja, mas tudo isto necessita ser discutido na comissão paritária que já deveria estar a trabalhar e, em consequência, ser devidamente regulamentado evitando mal entendidos ou até a aplicação de possíveis coimas.
É, pois, natural que os responsáveis da Igreja se espantem quando verificam que o governo tem disponibilidade para regulamentar o uso dos piercings mas já há mais de 3 anos que não tem disponibilidade para regulamentar um Tratado Internacional que, para os agentes da Igreja, tem repercussões diárias no seu dia a dia, em particular, na área socio-caritativa, onde se suscitam várias dúvidas sobre a aplicação do regime fiscal. 
Quanto às cruzes dos hospitais e escolas públicas não me choca minimamente a sua retirada e penso que o mesmo se passa com a própria Igreja que já o disse através do porta-voz do CEF.
Quanto aos hospitais, também acho que a Igreja aceita que outras religiões possam realizar assistência espiritual aos seus membros hospitalizados. A questão do salário, se fosse possível, seria bem vinda, mas caso contrário, acho perfeitamente aceitável que sejam os próprios fieis e as próprias confissões religiosas a obterem financiamento para que essa assistência tão importante possa ser uma realidade efectiva. Ainda assim, penso que os hospitais deveriam disponibilizar espaços próprios para que os membros das várias religiões possam exercer o seu culto.
A Igreja tem todo o interesse em defender a liberdade religiosa e isso resulta de forma clara em vários dos seus documentos oficiais até para salvaguardar a sua posição em países onde é minoritária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda,</p>
<p>	Só agora é que me foi possível responder aos seus 2 últimos comentários.</p>
<p>	A Fernanda sabe bem que sendo o Vaticano um Estado, ainda que sui generis,  com ramificações ao nível interno em cada país, é natural que se pretenda regular o seu relacionamento com cada um dos Estados onde actua. Sobre esta matéria, aliás, há extensa bibliografia.<br />
	A questão da falta de regulamentação da Concordata é particularmente grave uma vez que diariamente surgem situações que necessitam de ser esclarecidas.<br />
Por um lado, há, por exemplo, a questão do património que, por razões histórias, se encontra na posse da Igreja e que, quer se queira, quer não, faz parte do património cultural de todos nós e cuja manutenção, financiamento para restauros, etc. tem que ser regulamentada.<br />
Por outro lado, a nível fiscal há toda uma série de situações que exigem regulamentação.<br />
Por exemplo, como a Fernanda referiu, e bem, ao não estar regulamentada, aplicar-se-ia então a Concordata anterior que prevê a isenção fiscal. No entanto, a maioria das Finanças entendem que a última Concordata, ainda que não regulamentada, tem aplicação imediata e, por isso, estão já a solicitar o pagamento de impostos.<br />
Por sua vez, relativamente à forma como se procede à liquidação e pagamento do IRC, surgem inúmeras dúvidas que urge esclarecer, relacionadas com a aplicação dos pagamentos por conta, organização de contabilidade organizada, etc&#8230; Em alguns casos, inclusive, são as próprias Finanças que dizem verbalmente que alguns regimes não são aplicáveis a algumas instituições da Igreja, mas tudo isto necessita ser discutido na comissão paritária que já deveria estar a trabalhar e, em consequência, ser devidamente regulamentado evitando mal entendidos ou até a aplicação de possíveis coimas.<br />
É, pois, natural que os responsáveis da Igreja se espantem quando verificam que o governo tem disponibilidade para regulamentar o uso dos piercings mas já há mais de 3 anos que não tem disponibilidade para regulamentar um Tratado Internacional que, para os agentes da Igreja, tem repercussões diárias no seu dia a dia, em particular, na área socio-caritativa, onde se suscitam várias dúvidas sobre a aplicação do regime fiscal.<br />
Quanto às cruzes dos hospitais e escolas públicas não me choca minimamente a sua retirada e penso que o mesmo se passa com a própria Igreja que já o disse através do porta-voz do CEF.<br />
Quanto aos hospitais, também acho que a Igreja aceita que outras religiões possam realizar assistência espiritual aos seus membros hospitalizados. A questão do salário, se fosse possível, seria bem vinda, mas caso contrário, acho perfeitamente aceitável que sejam os próprios fieis e as próprias confissões religiosas a obterem financiamento para que essa assistência tão importante possa ser uma realidade efectiva. Ainda assim, penso que os hospitais deveriam disponibilizar espaços próprios para que os membros das várias religiões possam exercer o seu culto.<br />
A Igreja tem todo o interesse em defender a liberdade religiosa e isso resulta de forma clara em vários dos seus documentos oficiais até para salvaguardar a sua posição em países onde é minoritária.</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34873</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 22:09:32 +0000</pubDate>
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		<description>aliás, e porque me esqueci de o dizer no comentário anterior, é óbvio que a simples existência de uma concordata é um privilégio concedido pelo estado português à igreja católica. um privilégio dificilmente compaginável com a ideia de separação, desde logo, e que torna risível qualquer insinuação de &#039;exclusão&#039; dos católicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aliás, e porque me esqueci de o dizer no comentário anterior, é óbvio que a simples existência de uma concordata é um privilégio concedido pelo estado português à igreja católica. um privilégio dificilmente compaginável com a ideia de separação, desde logo, e que torna risível qualquer insinuação de &#8216;exclusão&#8217; dos católicos.</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
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		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 18:44:57 +0000</pubDate>
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		<description>mrc, nenhuma das questões/exemplos de que fala tem a ver com direitos ou sua restrição. nem uma para amostra. pelo contrário, as situações que têm sido &#039;denunciadas&#039; pela hierarquia católica portuguesa têm a ver com privilégios e sua manutenção. por outro lado, não me deu um único exemplo de uma situação em relação à qual a não regulamentação da concordata esteja a prejudicar ou restringir &#039;os direitos&#039; dos católicos. é que não basta afirmá-lo, seria conveniente consubstanciar. 
e havendo, como diz, várias formas de restringir direitos, gostaria de saber como encara o facto de a hierarquia católica não aceitar uma assistência religiosa em estruturas de segregação igualitária, sem privilégio para a confissão católica. não se estão a restringir os direitos dos não católicos? e o meu direito de não católica não é restringido quando entro numa escola pública e vejo crucifixos em todas as salas de aula, ou assisto à inauguração de uma obra pública e vejo um sacerdote benzê-la? nunca vi a hierarquia católica preocupada com os direitos dos não católicos, nem a clamar pela plena liberdade religiosa. vejo e oiço e leio é o contrário: reclamações de um estatuto ímpar para a igreja católica e certificações de que a lei da liberdade religiosa não se lhe aplica, sendo só &#039; para as outras confissões&#039;. este tipo de linguagem discriminatória envergonha e indigna qualquer pessoa que tenha um espírito verdadeiramente democrático e pugne pela justiça e pela liberdade de credo. e conheço muitos católicos assim. muitos mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mrc, nenhuma das questões/exemplos de que fala tem a ver com direitos ou sua restrição. nem uma para amostra. pelo contrário, as situações que têm sido &#8216;denunciadas&#8217; pela hierarquia católica portuguesa têm a ver com privilégios e sua manutenção. por outro lado, não me deu um único exemplo de uma situação em relação à qual a não regulamentação da concordata esteja a prejudicar ou restringir &#8216;os direitos&#8217; dos católicos. é que não basta afirmá-lo, seria conveniente consubstanciar.<br />
e havendo, como diz, várias formas de restringir direitos, gostaria de saber como encara o facto de a hierarquia católica não aceitar uma assistência religiosa em estruturas de segregação igualitária, sem privilégio para a confissão católica. não se estão a restringir os direitos dos não católicos? e o meu direito de não católica não é restringido quando entro numa escola pública e vejo crucifixos em todas as salas de aula, ou assisto à inauguração de uma obra pública e vejo um sacerdote benzê-la? nunca vi a hierarquia católica preocupada com os direitos dos não católicos, nem a clamar pela plena liberdade religiosa. vejo e oiço e leio é o contrário: reclamações de um estatuto ímpar para a igreja católica e certificações de que a lei da liberdade religiosa não se lhe aplica, sendo só &#8216; para as outras confissões&#8217;. este tipo de linguagem discriminatória envergonha e indigna qualquer pessoa que tenha um espírito verdadeiramente democrático e pugne pela justiça e pela liberdade de credo. e conheço muitos católicos assim. muitos mesmo.</p>
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		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
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		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 16:31:30 +0000</pubDate>
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		<description>Qualquer das mais-valias sociais, chamemos-lhe assim, que o MRC aponta para a UC é comum às restantes universidades privadas, com as consequentes vantagens que daí advêm. Quanto à existência de “um trabalho de investigação de reconhecido mérito, a nível nacional”, pergunto se não é o que compete a uma universidade?

&lt;a href=&quot;http://195.245.197.202/left.asp?01.03.01&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Sobre as IPSS’s…&lt;/a&gt;
“… são instituições particulares de solidariedade social (IPSS), as constituídas por iniciativa de particulares, sem finalidade lucrativa, com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça entre os indivíduos…” O propósito é, portanto, responder a uma necessidade, parecendo-me perversa a ideia de que uma necessidade não deva ser suprida para não esvaziar o propósito da IPSS. Estou a pensar mal?

Entretanto, não deixa de ser curioso as personalidades jurídicas que o articulado legal prevê para as ditas IPSS’s: Associações, Fundações e… Associações e Fundações da Igreja Católica. Um caso de discriminação, de facto… positiva para a Igreja Católica. Estou a pensar mal outra vez?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer das mais-valias sociais, chamemos-lhe assim, que o MRC aponta para a UC é comum às restantes universidades privadas, com as consequentes vantagens que daí advêm. Quanto à existência de “um trabalho de investigação de reconhecido mérito, a nível nacional”, pergunto se não é o que compete a uma universidade?</p>
<p><a href="http://195.245.197.202/left.asp?01.03.01" rel="nofollow">Sobre as IPSS’s…</a><br />
“… são instituições particulares de solidariedade social (IPSS), as constituídas por iniciativa de particulares, sem finalidade lucrativa, com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça entre os indivíduos…” O propósito é, portanto, responder a uma necessidade, parecendo-me perversa a ideia de que uma necessidade não deva ser suprida para não esvaziar o propósito da IPSS. Estou a pensar mal?</p>
<p>Entretanto, não deixa de ser curioso as personalidades jurídicas que o articulado legal prevê para as ditas IPSS’s: Associações, Fundações e… Associações e Fundações da Igreja Católica. Um caso de discriminação, de facto… positiva para a Igreja Católica. Estou a pensar mal outra vez?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo Alves</title>
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		<dc:creator>Ricardo Alves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 14:27:55 +0000</pubDate>
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		<description>O Estado tem várias formas de apoiar as universidades privadas que recebem estudantes dos PALOP, de Macau, etc. Continua a fazê-lo para a Católica. O subsídio que deixou de ser pago não tinha a ver com isso, era uma «prenda» que Roberto Carneiro resolvera dar quando passou pelo Ministério da Educação. Portanto, era um privilégio.

Quanto aos protestos face ao discurso do Papa, estavam à espera de quê? O Ratzinger e a sua igreja têm um discurso violentamente anti-modernidade, anti-mulheres, anti-laicista, e depois querem que esse diascurso não seja confrontado? Juízo. Se querem meter-se na política, habituem-se a ser criticados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado tem várias formas de apoiar as universidades privadas que recebem estudantes dos PALOP, de Macau, etc. Continua a fazê-lo para a Católica. O subsídio que deixou de ser pago não tinha a ver com isso, era uma «prenda» que Roberto Carneiro resolvera dar quando passou pelo Ministério da Educação. Portanto, era um privilégio.</p>
<p>Quanto aos protestos face ao discurso do Papa, estavam à espera de quê? O Ratzinger e a sua igreja têm um discurso violentamente anti-modernidade, anti-mulheres, anti-laicista, e depois querem que esse diascurso não seja confrontado? Juízo. Se querem meter-se na política, habituem-se a ser criticados.</p>
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	<item>
		<title>Por: antónio oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34770</link>
		<dc:creator>antónio oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 14:15:10 +0000</pubDate>
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		<description>Valter Marques
Só um padre a favor da camisinha ? Além disso, com 300 anos de 
atraso !
O padre em questão, não será da paróquia do Intendente ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valter Marques<br />
Só um padre a favor da camisinha ? Além disso, com 300 anos de<br />
atraso !<br />
O padre em questão, não será da paróquia do Intendente ?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
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		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:53:53 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;fontes que considerava fidedignas, que o discurso do Papa iria ser interrompido com protestos folclóricos e daí ter optado por não ir.&quot;... o papa é, portanto, uma florzinha de estufa. Problema dele mas não venham falar em censura. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;fontes que considerava fidedignas, que o discurso do Papa iria ser interrompido com protestos folclóricos e daí ter optado por não ir.&#8221;&#8230; o papa é, portanto, uma florzinha de estufa. Problema dele mas não venham falar em censura.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MRC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34761</link>
		<dc:creator>MRC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:51:11 +0000</pubDate>
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		<description>Fernanda

	Há que levar em consideração que a última concordata de 2004 está muito mais actualizada e prevê muitas situações em que a 1ª era omissa. Nesse sentido, apesar da 1ª Concorda continuar em vigor, a 2ª é muito melhor e, por isso, a sua não regulamentação é prejudicial para a Igreja.
	Quanto à Universidade Católica Portuguesa, são prestados vários serviços quer de apoio social a estudantes necessitados, quer de isenção de propinas a estudantes dos PALOP’s, Macau e outros. Para além disso, existe um trabalho de investigação de reconhecido mérito, a nível nacional. 
	Quando um governo decide por ex. prolongar o horário das escolas tem também que levar em consideração as consequências dessa decisão ao nível das outras instituições que já prestam esse serviço. Por outras palavras, não se pode alhear do resto. Até porque essas instituições têm trabalhadores e alimentam muitas famílias. A questão está no modo como as coisas se fazem e, em especial, do diálogo que deveria ter havido e que as IPSS se queixam que não houve.
	Quanto ao Butiglione, foram as posições por si manifestadas, também na qualidade de católico que provocaram o seu afastamento. Houve um receio que as suas opiniões pessoais se traduzissem depois nas medidas que mais tarde pudesse vir a adoptar enquanto comissário europeu...
	Quanto a La Sapienza, o Vaticano tinha informações, de acordo com fontes que considerava fidedignas, que o discurso do Papa iria ser interrompido com protestos folclóricos e daí ter optado por não ir. 
              É que há várias formas de restringir direitos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernanda</p>
<p>	Há que levar em consideração que a última concordata de 2004 está muito mais actualizada e prevê muitas situações em que a 1ª era omissa. Nesse sentido, apesar da 1ª Concorda continuar em vigor, a 2ª é muito melhor e, por isso, a sua não regulamentação é prejudicial para a Igreja.<br />
	Quanto à Universidade Católica Portuguesa, são prestados vários serviços quer de apoio social a estudantes necessitados, quer de isenção de propinas a estudantes dos PALOP’s, Macau e outros. Para além disso, existe um trabalho de investigação de reconhecido mérito, a nível nacional.<br />
	Quando um governo decide por ex. prolongar o horário das escolas tem também que levar em consideração as consequências dessa decisão ao nível das outras instituições que já prestam esse serviço. Por outras palavras, não se pode alhear do resto. Até porque essas instituições têm trabalhadores e alimentam muitas famílias. A questão está no modo como as coisas se fazem e, em especial, do diálogo que deveria ter havido e que as IPSS se queixam que não houve.<br />
	Quanto ao Butiglione, foram as posições por si manifestadas, também na qualidade de católico que provocaram o seu afastamento. Houve um receio que as suas opiniões pessoais se traduzissem depois nas medidas que mais tarde pudesse vir a adoptar enquanto comissário europeu&#8230;<br />
	Quanto a La Sapienza, o Vaticano tinha informações, de acordo com fontes que considerava fidedignas, que o discurso do Papa iria ser interrompido com protestos folclóricos e daí ter optado por não ir.<br />
              É que há várias formas de restringir direitos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34757</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:38:16 +0000</pubDate>
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		<description>Já que o MRC trouxe a Concordata à conversa... que tal discutir-se o fim desse anacronismo legal? Era um belíssimo ponto de partida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já que o MRC trouxe a Concordata à conversa&#8230; que tal discutir-se o fim desse anacronismo legal? Era um belíssimo ponto de partida.</p>
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		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34751</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>desculpe, mrc, mas em que é que a não regulamentação da actual concordata denega ou restringe direitos de católicos, se em vários casos se mantém em vigor -- é o que se passa com a assistência religiosa nas estruturas de segregação -- a anterior concordata, que privilegiava a confissão católica em detrimento das outras e a impunha como religião oficial? em que medida é que o corte de apoios estatais que alega ter sido efectuado em relação à universidade católica denega ec restringe &#039;direitos a católicos e à igreja católica&#039;? acaso o financiamento estatal de uma uma istituição de ensino privada é &#039;um direito&#039;? ou será antes um privilégio? a confusão continua coma  história dos atl. o bispo carlos azevedo aliás explicou muito bem o problema na entrevista que concedeu na páscoa ao padre villas boas na tsf: o governo alterou os horários nas escolas do primeiro ciclo, prolongando-os, e isso, no entender do bispo (e no seu, pelos vistos), prejudicando os atl da igreja, que perdem &#039;clientes&#039; -- e portanto financiamento do estado. o estado portanto deve restringir o seu direito de servir melhor os cidadãos para bebeficiar as instituições da igreja católica. ou seja, &#039;os direitos&#039; dos católicos.

depois, como o mrc sabe, ou pelo menos devia saber, já que fala no assunto, butiglione foi vetado não por se dizer católico mas por ter feito várias afirmações discriminatórias e ofensivas dos direitos e dignidade de vários grupos de pessoas. se ser discriminatório equivale a ser católico, no seu entendimento, é uma coisa; dizer que ele foi vetado por ser católico é outra.

misturar nisto tudo a história da la sapienza é a cereja no topo do bolo. o papa foi convidado, houve gente que protestou contra o convite e o papa decidou não ir. em que é que isto restringe &#039;os direitos&#039; dos católicos? dá vontade de dizer, por amor de deus, tenham vergonha com estas lamúrias. não há procissão católica neste país que não meta bandas de bombeiros e bandas da polícia à mistura -- bombeiros e polícias pagos com os meus impostos de ateia, que servem também para subsidiar a universidade católica, a qual, que eu saiba, se faz pagar, e bem, para ensinar, e milhentas instituições católicas, umas úteis outras nem por isso. até foram os meus impostos que pagaram a viagem de falcon da imagem de fátima não sei para onde. que lata a sua e a dos ortigas de se queixarem de discriminação e perseguição e militância ateia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desculpe, mrc, mas em que é que a não regulamentação da actual concordata denega ou restringe direitos de católicos, se em vários casos se mantém em vigor &#8212; é o que se passa com a assistência religiosa nas estruturas de segregação &#8212; a anterior concordata, que privilegiava a confissão católica em detrimento das outras e a impunha como religião oficial? em que medida é que o corte de apoios estatais que alega ter sido efectuado em relação à universidade católica denega ec restringe &#8216;direitos a católicos e à igreja católica&#8217;? acaso o financiamento estatal de uma uma istituição de ensino privada é &#8216;um direito&#8217;? ou será antes um privilégio? a confusão continua coma  história dos atl. o bispo carlos azevedo aliás explicou muito bem o problema na entrevista que concedeu na páscoa ao padre villas boas na tsf: o governo alterou os horários nas escolas do primeiro ciclo, prolongando-os, e isso, no entender do bispo (e no seu, pelos vistos), prejudicando os atl da igreja, que perdem &#8216;clientes&#8217; &#8212; e portanto financiamento do estado. o estado portanto deve restringir o seu direito de servir melhor os cidadãos para bebeficiar as instituições da igreja católica. ou seja, &#8216;os direitos&#8217; dos católicos.</p>
<p>depois, como o mrc sabe, ou pelo menos devia saber, já que fala no assunto, butiglione foi vetado não por se dizer católico mas por ter feito várias afirmações discriminatórias e ofensivas dos direitos e dignidade de vários grupos de pessoas. se ser discriminatório equivale a ser católico, no seu entendimento, é uma coisa; dizer que ele foi vetado por ser católico é outra.</p>
<p>misturar nisto tudo a história da la sapienza é a cereja no topo do bolo. o papa foi convidado, houve gente que protestou contra o convite e o papa decidou não ir. em que é que isto restringe &#8216;os direitos&#8217; dos católicos? dá vontade de dizer, por amor de deus, tenham vergonha com estas lamúrias. não há procissão católica neste país que não meta bandas de bombeiros e bandas da polícia à mistura &#8212; bombeiros e polícias pagos com os meus impostos de ateia, que servem também para subsidiar a universidade católica, a qual, que eu saiba, se faz pagar, e bem, para ensinar, e milhentas instituições católicas, umas úteis outras nem por isso. até foram os meus impostos que pagaram a viagem de falcon da imagem de fátima não sei para onde. que lata a sua e a dos ortigas de se queixarem de discriminação e perseguição e militância ateia.</p>
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	</item>
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		<title>Por: MRC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34745</link>
		<dc:creator>MRC</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 12:49:24 +0000</pubDate>
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		<description>Infelizmente têm ocorrido, em Portugal, várias situações de denegação e restrição de direitos a católicos ou à Igreja Católica, tais como a não regulamentação há já vários anos da Concordata; o corte abrupto de apoios às instituições de ATL’s ligadas directa ou indirectamente à Igreja, o corte de apoios estatais à Universidade Católica Portuguesa, etc..

E isto já para não falar, a nível europeu, de casos como os de Rocco Butiglione que foi considerado inapto para o cargo de Comissário Europeu da Justiça por ter cometido o delito de opinião de se confessar católico ou ainda o lamentável episódio da visita do Papa a La Sapienza, entre outros.

A minha intenção com a comparação que fiz no meu primeiro comentário foi apenas a de demonstrar que, num Estado Democrático, todos devem ter o direito de se manifestar e reclamar o que acham que deve ser correcto. Nada mais.

Por outro lado, sobre a importância da posição da Igreja Católica, não deixa de ser interessante que o agnóstico Pacheco Pereira tenha há pouco tempo, no Público, defendido a importância que a mesma, com as suas posições mais conservadoras, tem como referência ética de contraponto. 
Veja-se em http://abrupto.blogspot.com/2007/01/joseph-ratzinger-igreja-e-o-mundo-os.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente têm ocorrido, em Portugal, várias situações de denegação e restrição de direitos a católicos ou à Igreja Católica, tais como a não regulamentação há já vários anos da Concordata; o corte abrupto de apoios às instituições de ATL’s ligadas directa ou indirectamente à Igreja, o corte de apoios estatais à Universidade Católica Portuguesa, etc..</p>
<p>E isto já para não falar, a nível europeu, de casos como os de Rocco Butiglione que foi considerado inapto para o cargo de Comissário Europeu da Justiça por ter cometido o delito de opinião de se confessar católico ou ainda o lamentável episódio da visita do Papa a La Sapienza, entre outros.</p>
<p>A minha intenção com a comparação que fiz no meu primeiro comentário foi apenas a de demonstrar que, num Estado Democrático, todos devem ter o direito de se manifestar e reclamar o que acham que deve ser correcto. Nada mais.</p>
<p>Por outro lado, sobre a importância da posição da Igreja Católica, não deixa de ser interessante que o agnóstico Pacheco Pereira tenha há pouco tempo, no Público, defendido a importância que a mesma, com as suas posições mais conservadoras, tem como referência ética de contraponto.<br />
Veja-se em <a href="http://abrupto.blogspot.com/2007/01/joseph-ratzinger-igreja-e-o-mundo-os.html" rel="nofollow">http://abrupto.blogspot.com/2007/01/joseph-ratzinger-igreja-e-o-mundo-os.html</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34730</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 11:10:19 +0000</pubDate>
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		<description>Apetece-me citar o Héliocoptero: «(...)Dito isto, onde anda o Estado português a ser &quot;militantemente ateu&quot; e onde não tem ele sabido reconhecer, respeitar e procurado satisfazer &quot;a opção dos cidadãos a quem proporciona as condições necessárias para viver a sua religião, respeitando as outras crenças&quot;? Não houve proibição de cerimónias religiosas nas ruas, não foi vedado o uso de símbolos religiosos em público, não há limites ao direito de associação religiosa nem ninguém é obrigado a deixar ou a dizer quais as suas crenças, não está proibida a discussão de temas religiosos nos media, sejam eles públicos ou privados, não se proibiu a construção de templos com fachada para a via pública, não se limitou a entrada de cidadãos em ordens monásticas ou outra forma de vida religiosa e não se proibiu qualquer forma de dispensa ou folga por motivos de prática religiosa. Pelo contrário, o que se tem feito vai precisamente no sentido de aumentar a liberdade de culto individual pela quebra de monopólios do catolicismo à custa do Estado, permitindo que a consciência religiosa de cada um e não a força da legislação civil determine a decisão de fazer ou não um aborto, que símbolos usar na escola, que assistência religiosa ter nos hospitais ou que rumo dar ao casamento. E mais há a fazer, como o fim do privilégio católico sobre assistência religiosa nas Forças Armadas ou a substituição da generalidade dos feriados religiosos pelo direito a dispôr de um número fixo de folgas por ano a acordar com a entidade empregadora.

Das palavras citadas no príncipio deste texto só se pode concluir uma coisa: a mentalidade reinante na alta hierarquia católica continua a ser a do autoritarismo como força que preserva a fé, da intolerância como método e do julgar-se no direito de determinar a vida alheia porque se acha ter alguma forma de propriedade exclusiva sobre a verdade e a vida em sociedade. De resto, a filosofia do actual Papa tem ido nesse sentido.»
http://penatespublici.blogspot.com/2008/03/de-que-fala-o-arcebispo.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apetece-me citar o Héliocoptero: «(&#8230;)Dito isto, onde anda o Estado português a ser &#8220;militantemente ateu&#8221; e onde não tem ele sabido reconhecer, respeitar e procurado satisfazer &#8220;a opção dos cidadãos a quem proporciona as condições necessárias para viver a sua religião, respeitando as outras crenças&#8221;? Não houve proibição de cerimónias religiosas nas ruas, não foi vedado o uso de símbolos religiosos em público, não há limites ao direito de associação religiosa nem ninguém é obrigado a deixar ou a dizer quais as suas crenças, não está proibida a discussão de temas religiosos nos media, sejam eles públicos ou privados, não se proibiu a construção de templos com fachada para a via pública, não se limitou a entrada de cidadãos em ordens monásticas ou outra forma de vida religiosa e não se proibiu qualquer forma de dispensa ou folga por motivos de prática religiosa. Pelo contrário, o que se tem feito vai precisamente no sentido de aumentar a liberdade de culto individual pela quebra de monopólios do catolicismo à custa do Estado, permitindo que a consciência religiosa de cada um e não a força da legislação civil determine a decisão de fazer ou não um aborto, que símbolos usar na escola, que assistência religiosa ter nos hospitais ou que rumo dar ao casamento. E mais há a fazer, como o fim do privilégio católico sobre assistência religiosa nas Forças Armadas ou a substituição da generalidade dos feriados religiosos pelo direito a dispôr de um número fixo de folgas por ano a acordar com a entidade empregadora.</p>
<p>Das palavras citadas no príncipio deste texto só se pode concluir uma coisa: a mentalidade reinante na alta hierarquia católica continua a ser a do autoritarismo como força que preserva a fé, da intolerância como método e do julgar-se no direito de determinar a vida alheia porque se acha ter alguma forma de propriedade exclusiva sobre a verdade e a vida em sociedade. De resto, a filosofia do actual Papa tem ido nesse sentido.»<br />
<a href="http://penatespublici.blogspot.com/2008/03/de-que-fala-o-arcebispo.html" rel="nofollow">http://penatespublici.blogspot.com/2008/03/de-que-fala-o-arcebispo.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valter Marques</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34713</link>
		<dc:creator>Valter Marques</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 09:39:23 +0000</pubDate>
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		<description>É a primeira vez que deixo um comentário neste blog, apesar de o acompanhar regularmente.
Sou um jovem de 21 anos e católico praticante, apesar de não concordar com a Igreja em muitas questões, constato com alguma alegria que se começa a assistir a alguma abertura em relação a alguns temas. ainda esta semana na revista &quot;Sábado&quot; um Padre mostrou-se a favor do uso do preservativo.
Este é o caminho que a Igreja precisa de seguir. um caminho de modernização e tentar esquecer os estigmas do passado.
A Igreja tem que continuar e esquecer as guerras com os Governos. tem que valer por si própria e não criticar o Governo por tudo e nada.
Fernanda Câncio não se pode esquecer que um dos grandes suportes das pessoas mais pobres, mais fracas é a Igreja. Não se pode ignorar o número de associações, escolas que prestam apoio a quem mais precisa. É nisto que acredito. Numa Igreja esquerdista de apoio aos mais fracos e não um Igreja elitista, em que só se preocupa em ostentar e manter o seu poder na sociedade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É a primeira vez que deixo um comentário neste blog, apesar de o acompanhar regularmente.<br />
Sou um jovem de 21 anos e católico praticante, apesar de não concordar com a Igreja em muitas questões, constato com alguma alegria que se começa a assistir a alguma abertura em relação a alguns temas. ainda esta semana na revista &#8220;Sábado&#8221; um Padre mostrou-se a favor do uso do preservativo.<br />
Este é o caminho que a Igreja precisa de seguir. um caminho de modernização e tentar esquecer os estigmas do passado.<br />
A Igreja tem que continuar e esquecer as guerras com os Governos. tem que valer por si própria e não criticar o Governo por tudo e nada.<br />
Fernanda Câncio não se pode esquecer que um dos grandes suportes das pessoas mais pobres, mais fracas é a Igreja. Não se pode ignorar o número de associações, escolas que prestam apoio a quem mais precisa. É nisto que acredito. Numa Igreja esquerdista de apoio aos mais fracos e não um Igreja elitista, em que só se preocupa em ostentar e manter o seu poder na sociedade.</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Guerras da água benta</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34662</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Guerras da água benta</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:17:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] É à luz destas revelações que deve ser entendida a ode ditirâmbica à tolerância segundo a CEP de Jorge Ortiga, o arcebispo de Braga hoje reconduzido na presidência da Conferência Episcopal Portuguesa, que tanto baralhou a Fernanda. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] É à luz destas revelações que deve ser entendida a ode ditirâmbica à tolerância segundo a CEP de Jorge Ortiga, o arcebispo de Braga hoje reconduzido na presidência da Conferência Episcopal Portuguesa, que tanto baralhou a Fernanda. [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Algarviu</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34661</link>
		<dc:creator>Algarviu</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 00:54:44 +0000</pubDate>
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		<description>Candidato-me às alvíssaras: refere-se ao afastamento voluntário de
Guterres, ao apagamento de Mota Amaral e à barraca pública montada por Jardim Gonçalves.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Candidato-me às alvíssaras: refere-se ao afastamento voluntário de<br />
Guterres, ao apagamento de Mota Amaral e à barraca pública montada por Jardim Gonçalves.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fatinha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34656</link>
		<dc:creator>Fatinha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 00:01:00 +0000</pubDate>
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		<description>as ortigas, quais daninhas plantas, pululam em terra com pouca atenção de plantio. talvez seja pt e a ilha de malta, que a católica igreja mantém como territórios de que não há que largar mão, mas afinal quantos católicos praticantes há em pt? a acreditar na IC e no acesso que têm aos media, seriam muitos mais do q são na realidade. o espaço público projecta uma imagem de um país mais católico do q é de facto. espanha, já os enviou para aí, às ortigas, com muito mais inteligência, deve ser do pib. ai, estrutura rural, ai, atraso estrutural. além de estarem por todo o lado, ainda se queixam. e paciência para isto??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>as ortigas, quais daninhas plantas, pululam em terra com pouca atenção de plantio. talvez seja pt e a ilha de malta, que a católica igreja mantém como territórios de que não há que largar mão, mas afinal quantos católicos praticantes há em pt? a acreditar na IC e no acesso que têm aos media, seriam muitos mais do q são na realidade. o espaço público projecta uma imagem de um país mais católico do q é de facto. espanha, já os enviou para aí, às ortigas, com muito mais inteligência, deve ser do pib. ai, estrutura rural, ai, atraso estrutural. além de estarem por todo o lado, ainda se queixam. e paciência para isto??</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34653</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 23:41:15 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, Fernanda, francamente não sei de que fala Jorge Ortiga. Achas que está saudoso dos idos tempos do Cardeal Cerejeira?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, Fernanda, francamente não sei de que fala Jorge Ortiga. Achas que está saudoso dos idos tempos do Cardeal Cerejeira?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34652</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 23:39:17 +0000</pubDate>
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		<description>e agora, que tenho tempo, deixe-me dizer-lhe, mrc, que não me consta que no portugal das últimas décadas alguém tenha feito sequer menção de restringir os direitos sociais e políticos dos católicos. 

aliás, a liberdade de expressão pública de que goza, nomeadamente, a hierarquia católica é notória no discurso inflamado do jorge ortiga, que acusa o estado português -- o mesmo que convive alegremente, em cada cerimónia protocolar, com a presença de prelados nas primeiras filas, que os convida para benzer pontes e escolas, que mantém crucifixos em tudo o que é sala de aula e enfermaria de hospital, que anuncia ir crismar &#039;de todos os santos&#039; um novo hospital ainda por construir, que dá milhões de euros às instituições católicas, que paga ainda a mais de uma centena capelães funcionários públicos assistência religiosa ilimitada e exclusiva em hospitais, quartéis e prisões -- de militantismo ateu e de excluir os católicos não sei para onde. ao contrário, a boa educação dos governos com a igreja católica chega ao ponto da deferência. são chantageados e não reagem nem contra-atacam -- pelo menos em portugal, que em espanha fiou mais fino. a igreja católica chega agora até ao ponto de apresentar a alteração das regras do divórcio do casamento civil -- um casamento que não reconhece -- como um ataque contra ela. é a psicose total. 

comparar esta espécie infeliz de encenação da perseguição com a condição dos são efectivamente perseguidos e insultados -- e pela dita igreja, ainda por cima -- é um pouco de mau gosto a mais. mas não se pode dizer que não seja mais do mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e agora, que tenho tempo, deixe-me dizer-lhe, mrc, que não me consta que no portugal das últimas décadas alguém tenha feito sequer menção de restringir os direitos sociais e políticos dos católicos. </p>
<p>aliás, a liberdade de expressão pública de que goza, nomeadamente, a hierarquia católica é notória no discurso inflamado do jorge ortiga, que acusa o estado português &#8212; o mesmo que convive alegremente, em cada cerimónia protocolar, com a presença de prelados nas primeiras filas, que os convida para benzer pontes e escolas, que mantém crucifixos em tudo o que é sala de aula e enfermaria de hospital, que anuncia ir crismar &#8216;de todos os santos&#8217; um novo hospital ainda por construir, que dá milhões de euros às instituições católicas, que paga ainda a mais de uma centena capelães funcionários públicos assistência religiosa ilimitada e exclusiva em hospitais, quartéis e prisões &#8212; de militantismo ateu e de excluir os católicos não sei para onde. ao contrário, a boa educação dos governos com a igreja católica chega ao ponto da deferência. são chantageados e não reagem nem contra-atacam &#8212; pelo menos em portugal, que em espanha fiou mais fino. a igreja católica chega agora até ao ponto de apresentar a alteração das regras do divórcio do casamento civil &#8212; um casamento que não reconhece &#8212; como um ataque contra ela. é a psicose total. </p>
<p>comparar esta espécie infeliz de encenação da perseguição com a condição dos são efectivamente perseguidos e insultados &#8212; e pela dita igreja, ainda por cima &#8212; é um pouco de mau gosto a mais. mas não se pode dizer que não seja mais do mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34651</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 23:38:34 +0000</pubDate>
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		<description>O seu comentário, para além do valor intrínseco de uma qualquer opinião, vale pela tentativa de resposta ao &lt;em&gt;quiz&lt;/em&gt;, MRC, daí até ser a realidade dos factos... diria que é uma crença inabalável pela argumentação lógica, um delírio, portanto, e com algumas características persecutórias, de resto.

Também gostei muito desta outra passagem “O Estado democrático não pode ser militantemente ateu e deixar de reconhecer, respeitar e &lt;strong&gt;procurar satisfazer a opção &lt;/strong&gt;dos cidadãos a quem proporciona as condições necessárias para viver a sua religião, respeitando as outras crenças”. É caso para perguntar porque raio terá o Estado democrático de procurar satisfazer uma qualquer opção religiosa de um qualquer cidadão? Proporcionar as condições necessárias para viver a sua religião não é já qb?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O seu comentário, para além do valor intrínseco de uma qualquer opinião, vale pela tentativa de resposta ao <em>quiz</em>, MRC, daí até ser a realidade dos factos&#8230; diria que é uma crença inabalável pela argumentação lógica, um delírio, portanto, e com algumas características persecutórias, de resto.</p>
<p>Também gostei muito desta outra passagem “O Estado democrático não pode ser militantemente ateu e deixar de reconhecer, respeitar e <strong>procurar satisfazer a opção </strong>dos cidadãos a quem proporciona as condições necessárias para viver a sua religião, respeitando as outras crenças”. É caso para perguntar porque raio terá o Estado democrático de procurar satisfazer uma qualquer opção religiosa de um qualquer cidadão? Proporcionar as condições necessárias para viver a sua religião não é já qb?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34636</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 21:59:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/#comment-34636</guid>
		<description>mrc, e tinha-se esquecido outra vez. já emendei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mrc, e tinha-se esquecido outra vez. já emendei.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MRC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34631</link>
		<dc:creator>MRC</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 21:36:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/#comment-34631</guid>
		<description>O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa está-se a referir ao facto de que, para muitos, os católicos deverem ser apenas meros ratos de sacristia, sem palavra, sem intervenção na sociedade, numa palavra, meros vegetais.
É um pouco como dizer a um maçon (feminino ou masculino) ou a uma lésbica ou homossexual que devem ficar no seu cantinho sem se expressarem, nem reclamarem os seus direitos porque isso incomoda quem não pensa como eles.

P.S.- F. pode-me fazer o favor de apagar o meu 1º comment. Esqueci-me da palavra &quot;facto&quot;  na 1ª linha. Thanks</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa está-se a referir ao facto de que, para muitos, os católicos deverem ser apenas meros ratos de sacristia, sem palavra, sem intervenção na sociedade, numa palavra, meros vegetais.<br />
É um pouco como dizer a um maçon (feminino ou masculino) ou a uma lésbica ou homossexual que devem ficar no seu cantinho sem se expressarem, nem reclamarem os seus direitos porque isso incomoda quem não pensa como eles.</p>
<p>P.S.- F. pode-me fazer o favor de apagar o meu 1º comment. Esqueci-me da palavra &#8220;facto&#8221;  na 1ª linha. Thanks</p>
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		<title>Por: xatoo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34627</link>
		<dc:creator>xatoo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 21:09:50 +0000</pubDate>
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		<description>o &quot;parecer&quot; do bispo trás em si toda a acuidade mediática da modernidade. O que sua eminência parece querer reinvidicar, (não de deus, pq Esse já foi chão que deu uvas e vinho qb à borla para as celebrações) mas do Estado como cliente pagador, é o direito a andar cá fora à traulitada em igualdade de circunstâncias com árabes e judeus</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o &#8220;parecer&#8221; do bispo trás em si toda a acuidade mediática da modernidade. O que sua eminência parece querer reinvidicar, (não de deus, pq Esse já foi chão que deu uvas e vinho qb à borla para as celebrações) mas do Estado como cliente pagador, é o direito a andar cá fora à traulitada em igualdade de circunstâncias com árabes e judeus</p>
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		<title>Por: Pedro Fontela</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34617</link>
		<dc:creator>Pedro Fontela</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 19:21:08 +0000</pubDate>
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		<description>Sem pretender dar lições a ninguém (quem seria eu para o fazer) mas há já uns quantos anos que percebi que o conceito católico de exclusão da sociedade é &quot;um pouco&quot; diferente do que é para o resto da sociedade. Não serem religião única é perseguição. Não terem benesses no ensino é óbviamente uma cabala maçónica. Não poderem ter a seu dispor o aparelho do estado para ditar legislação social é o fruto de um oculto movimento anti-cristão. Etc, etc. E enquanto andam nisto para enganar os de fora a própria Igreja Católica está fracturada por dentro em diversos assuntos e por isso quando se fala da posição católica fala-se quase sempre da parte mais conservadora da hierarquia - que de momento está em maré alta depois de eleger um papa ao seu gosto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem pretender dar lições a ninguém (quem seria eu para o fazer) mas há já uns quantos anos que percebi que o conceito católico de exclusão da sociedade é &#8220;um pouco&#8221; diferente do que é para o resto da sociedade. Não serem religião única é perseguição. Não terem benesses no ensino é óbviamente uma cabala maçónica. Não poderem ter a seu dispor o aparelho do estado para ditar legislação social é o fruto de um oculto movimento anti-cristão. Etc, etc. E enquanto andam nisto para enganar os de fora a própria Igreja Católica está fracturada por dentro em diversos assuntos e por isso quando se fala da posição católica fala-se quase sempre da parte mais conservadora da hierarquia &#8211; que de momento está em maré alta depois de eleger um papa ao seu gosto.</p>
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		<title>Por: Carlos Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/31/dos-afrontamentos-ao-delirio-alucinacao-em-fatima/comment-page-1/#comment-34599</link>
		<dc:creator>Carlos Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 18:03:26 +0000</pubDate>
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		<description>Por aqui h´´a quem precise de ´´oculos novos, caramba!Tem carradas de razao, o prelado! Por exemplo, no espaço publico mediatico, s´´o se fala na Igreja Catolica s´´o se for para dar noticias negativas, por ex. de rixas entre o padre y e os paroquianos de X, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por aqui h´´a quem precise de ´´oculos novos, caramba!Tem carradas de razao, o prelado! Por exemplo, no espaço publico mediatico, s´´o se fala na Igreja Catolica s´´o se for para dar noticias negativas, por ex. de rixas entre o padre y e os paroquianos de X, etc.</p>
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