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	<title>Comentários em: adolescentes, inimputáveis e têvês</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<item>
		<title>Por: NP</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-35658</link>
		<dc:creator>NP</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 00:39:31 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;&quot;pretendia, ironizando, significar que as situações por ele descritas no post das 20.09 não eram comparáveis.&quot;&lt;/i&gt;

Depende sempre do ponto de vista... e são sempre comparáveis, mesmo que para dizer que o são por excesso. Mas o que pretendia chamar a atenção é que nem tudo o que se passa nas escolas cai necessariamente no âmbito da &quot;in-disciplina&quot;. Também há por lá crimes... e nem sequer estou a dizer que a cena &quot;do telemóvel&quot; o tenha sido. E vai daí... não sei! 

&lt;i&gt;&quot;O que não sei é se estas questões justificam uma intervenção do PGR.&quot;&lt;/i&gt;

Como se sabe agora... com mais pormenor, porque quem está no terreno já o sabia... o PGR tinha e tem motivos para a sua preocupação.  Porquê? Porque acho que não precisamos de ver um professor com a garganta cortada para começarmos a &quot;ficar preocupados&quot;. 
Já foi bem triste e lamentável que tenha sido preciso que professores tivessem morrido para se &quot;mexer&quot; nas questões das Juntas Médicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;pretendia, ironizando, significar que as situações por ele descritas no post das 20.09 não eram comparáveis.&#8221;</i></p>
<p>Depende sempre do ponto de vista&#8230; e são sempre comparáveis, mesmo que para dizer que o são por excesso. Mas o que pretendia chamar a atenção é que nem tudo o que se passa nas escolas cai necessariamente no âmbito da &#8220;in-disciplina&#8221;. Também há por lá crimes&#8230; e nem sequer estou a dizer que a cena &#8220;do telemóvel&#8221; o tenha sido. E vai daí&#8230; não sei! </p>
<p><i>&#8220;O que não sei é se estas questões justificam uma intervenção do PGR.&#8221;</i></p>
<p>Como se sabe agora&#8230; com mais pormenor, porque quem está no terreno já o sabia&#8230; o PGR tinha e tem motivos para a sua preocupação.  Porquê? Porque acho que não precisamos de ver um professor com a garganta cortada para começarmos a &#8220;ficar preocupados&#8221;.<br />
Já foi bem triste e lamentável que tenha sido preciso que professores tivessem morrido para se &#8220;mexer&#8221; nas questões das Juntas Médicas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Esgravatar &#187; Blog Archive &#187; As (almost) always</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34535</link>
		<dc:creator>Esgravatar &#187; Blog Archive &#187; As (almost) always</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 10:18:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Fernanda Cância, DN [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Fernanda Cância, DN [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34469</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 20:09:24 +0000</pubDate>
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		<description>obrigada, joão -- era a vírgula a seguir ao link que estava a estragar tudo. é, devo dizer-te que aquela caixa de comentários tão professoral é muito inquietante. espero que aqueles profs não tenham de ensinar interpretação de texto a ninguém. para já não falar do extraordinário nível da argumentação, evidentemente. e vindo de quem exige boas maneiras aos adolescentes e crianças e vê &#039;desculpabilizações&#039; em tudo o que mexe. não há dúvida de que uma pessoa fica descansada quanto à &#039;excelência&#039; de gente assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>obrigada, joão &#8212; era a vírgula a seguir ao link que estava a estragar tudo. é, devo dizer-te que aquela caixa de comentários tão professoral é muito inquietante. espero que aqueles profs não tenham de ensinar interpretação de texto a ninguém. para já não falar do extraordinário nível da argumentação, evidentemente. e vindo de quem exige boas maneiras aos adolescentes e crianças e vê &#8216;desculpabilizações&#8217; em tudo o que mexe. não há dúvida de que uma pessoa fica descansada quanto à &#8216;excelência&#8217; de gente assim.</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria João Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34464</link>
		<dc:creator>Maria João Pires</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 19:37:24 +0000</pubDate>
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		<description>Outra a errar nos links, isto hoje está mau:
http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/

Não só é um passeio instrutivo como, pelos primeiros que li, é uma delícia de baú de &quot;tresleitura&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outra a errar nos links, isto hoje está mau:<br />
<a href="http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/" rel="nofollow">http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/</a></p>
<p>Não só é um passeio instrutivo como, pelos primeiros que li, é uma delícia de baú de &#8220;tresleitura&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34463</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 19:32:08 +0000</pubDate>
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		<description>no blogue de origem deste texto, http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/  ,a caixa de comentários merece uma visita. nela, os comentadores que se assumem como professores mandam, como o autor do texto, calar toda a gente que não é professor -- e que não esteja de acordo com eles. é muito instrutivo. será a isto que chamam &#039;a autoridade do professor&#039;?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>no blogue de origem deste texto, <a href="http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/" rel="nofollow">http://educar.wordpress.com/2008/03/29/resposta-a-fernanda-cancio/</a>  ,a caixa de comentários merece uma visita. nela, os comentadores que se assumem como professores mandam, como o autor do texto, calar toda a gente que não é professor &#8212; e que não esteja de acordo com eles. é muito instrutivo. será a isto que chamam &#8216;a autoridade do professor&#8217;?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34461</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 19:26:27 +0000</pubDate>
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		<description>um professor (julgo pelo que li no seu blogue ser professor) escreveu uma &#039;resposta a fernanda câncio&#039; a propósito deste texto. reproduzo-a aqui. 

&#039;O teor da crónica da jornalista Fernanda Câncio (FC) publicada no Diário de Notícias em 28 de Março de 2008, intitulada «Adolescentes, inimputáveis e tevês», provocou-me tamanho desconforto que me vejo forçado a escrever-lhe manifestando as razões para esse sentimento.
A estratégia de FC, desastradamente exposta na chamada em texto com letra maior «A birra da miúda é mais grave do que o crime das TV?» consiste em simultaneamente minimizar a falta da menor e escondê-la atrás do empolamento ad nauseum dos abusos televisivos.

Concretamente, o que eu vi no YouTube e nas TVs foi uma jovem de 15 anos, por coincidência a idade actual da minha filha, HISTRIONICAMENTE AOS BERROS PARA COM UMA SENHORA DE 60 ANOS, abusando da sua já natural debilidade e impedindo-a física e objectivamente de exercer dois direitos: tomar posse de um telemóvel e sair da sala de aula.

Se João Miguel Tavares na sua crónica no DN de 25 de Março de 2008 também define o mesmo acto como «birra», fá-lo num registo diametralmente oposto: define-a como uma «miúda de 15 anos a fazer birras de 3», ou seja, ironicamente humilha-a ao estabelecer aquela comparação etária e, simultaneamente mas não menos importante, não a desresponsabiliza.

Fernanda Câncio faz algo inteiramente diverso: refere-se à birra aos 15 anos como se ela fosse uma ocorrência natural nessa faixa etária e não fosse de espantar tamanha histeria; põe em causa que «tenha existido insulto ou propriamente agressão», como se uma jovem de 15 anos a BERRAR ESTRIDENTE E REPETIDAMENTE A UMA SENHORA DE 60 ANOS não fosse um insulto (não por acaso, FC refere na sua crónica a idade da jovem mas nunca menciona qual a idade da docente, pois o fosso etário realça o escabroso da cena) e impedi-la pela força física de exercer os seus direitos (apoderar-se do telemóvel e sair da sala) não fosse um acto agressivo. Fernanda Câncio não quer que sejamos cegos, pede-nos apenas para sermos invisuais…

Depois, para fazer passar despercebida esta pequena habilidade na arte de distorcer a realidade, atira-nos com o abuso que as TVs fizeram do caso, insinuando até que à docente perturbará mais a retransmissão das imagens do que o que ela terá sentido dentro da sala de aula. Dizem-nos os media que a professora apresentou queixa da jovem e dos restantes elementos da turma, mas não das TVs. A incessante retransmissão das imagens não só entristece a docente, o que é naturalíssimo, como também lhe afectará o discernimento e a capacidade reivindicativa?

Aplicando o raciocínio enviesado exposto por FC, segundo o qual a gravidade do crime de retransmissão das imagens seria muito superior à gravidade do ocorrido dentro daquela sala de aula, chegar-se-ia à conclusão que a repetição das imagens do massacre do Cemitério de Santa Cruz ocorrido em Timor em 12 de Novembro de 1991, sem que tenha sido ocultada a face daquele ferido prostrado junto às campas, foi um crime maior que o cometido pelos soldados indonésios… Pois sim.

Por fim, uma palavra de apreço pela posição reiteradamente assumida pelo Senhor Procurador Geral da República, Dr. Fernando Pinto Monteiro, em relação aos ilícitos ocorridos dentro das escolas. A tese do Ministério da Educação e doutros protagonistas, a que FC parece juntar-se, de estarmos apenas perante problemas de indisciplina e, portanto, do foro do Ensino/da Escola, faz tanto sentido como afirmar que uns murros e insultos nos Hospitais são problemas de Saúde e pontapés e ofensas nas Repartições de Finanças são assuntos Fiscais. Meus caros façam-nos um favor: calem-se.

António José Matos Marques
Braga&#039;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>um professor (julgo pelo que li no seu blogue ser professor) escreveu uma &#8216;resposta a fernanda câncio&#8217; a propósito deste texto. reproduzo-a aqui. </p>
<p>&#8216;O teor da crónica da jornalista Fernanda Câncio (FC) publicada no Diário de Notícias em 28 de Março de 2008, intitulada «Adolescentes, inimputáveis e tevês», provocou-me tamanho desconforto que me vejo forçado a escrever-lhe manifestando as razões para esse sentimento.<br />
A estratégia de FC, desastradamente exposta na chamada em texto com letra maior «A birra da miúda é mais grave do que o crime das TV?» consiste em simultaneamente minimizar a falta da menor e escondê-la atrás do empolamento ad nauseum dos abusos televisivos.</p>
<p>Concretamente, o que eu vi no YouTube e nas TVs foi uma jovem de 15 anos, por coincidência a idade actual da minha filha, HISTRIONICAMENTE AOS BERROS PARA COM UMA SENHORA DE 60 ANOS, abusando da sua já natural debilidade e impedindo-a física e objectivamente de exercer dois direitos: tomar posse de um telemóvel e sair da sala de aula.</p>
<p>Se João Miguel Tavares na sua crónica no DN de 25 de Março de 2008 também define o mesmo acto como «birra», fá-lo num registo diametralmente oposto: define-a como uma «miúda de 15 anos a fazer birras de 3», ou seja, ironicamente humilha-a ao estabelecer aquela comparação etária e, simultaneamente mas não menos importante, não a desresponsabiliza.</p>
<p>Fernanda Câncio faz algo inteiramente diverso: refere-se à birra aos 15 anos como se ela fosse uma ocorrência natural nessa faixa etária e não fosse de espantar tamanha histeria; põe em causa que «tenha existido insulto ou propriamente agressão», como se uma jovem de 15 anos a BERRAR ESTRIDENTE E REPETIDAMENTE A UMA SENHORA DE 60 ANOS não fosse um insulto (não por acaso, FC refere na sua crónica a idade da jovem mas nunca menciona qual a idade da docente, pois o fosso etário realça o escabroso da cena) e impedi-la pela força física de exercer os seus direitos (apoderar-se do telemóvel e sair da sala) não fosse um acto agressivo. Fernanda Câncio não quer que sejamos cegos, pede-nos apenas para sermos invisuais…</p>
<p>Depois, para fazer passar despercebida esta pequena habilidade na arte de distorcer a realidade, atira-nos com o abuso que as TVs fizeram do caso, insinuando até que à docente perturbará mais a retransmissão das imagens do que o que ela terá sentido dentro da sala de aula. Dizem-nos os media que a professora apresentou queixa da jovem e dos restantes elementos da turma, mas não das TVs. A incessante retransmissão das imagens não só entristece a docente, o que é naturalíssimo, como também lhe afectará o discernimento e a capacidade reivindicativa?</p>
<p>Aplicando o raciocínio enviesado exposto por FC, segundo o qual a gravidade do crime de retransmissão das imagens seria muito superior à gravidade do ocorrido dentro daquela sala de aula, chegar-se-ia à conclusão que a repetição das imagens do massacre do Cemitério de Santa Cruz ocorrido em Timor em 12 de Novembro de 1991, sem que tenha sido ocultada a face daquele ferido prostrado junto às campas, foi um crime maior que o cometido pelos soldados indonésios… Pois sim.</p>
<p>Por fim, uma palavra de apreço pela posição reiteradamente assumida pelo Senhor Procurador Geral da República, Dr. Fernando Pinto Monteiro, em relação aos ilícitos ocorridos dentro das escolas. A tese do Ministério da Educação e doutros protagonistas, a que FC parece juntar-se, de estarmos apenas perante problemas de indisciplina e, portanto, do foro do Ensino/da Escola, faz tanto sentido como afirmar que uns murros e insultos nos Hospitais são problemas de Saúde e pontapés e ofensas nas Repartições de Finanças são assuntos Fiscais. Meus caros façam-nos um favor: calem-se.</p>
<p>António José Matos Marques<br />
Braga&#8217;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João Serpa</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34451</link>
		<dc:creator>João Serpa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 17:56:19 +0000</pubDate>
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		<description>Nota prévia: O meu comentário dirigia-se a Np e pretendia, ironizando, significar que as situações por ele descritas no post das 20.09 não eram comparáveis.
Diz,agora, Np: ...&quot;Mas viu e ouviu, com certeza, uma miúda de 15 anos a gritar desalmadamente, agarrar, forçar e puxar com violência o braço e a mão de uma senhora de 60 anos, impedindo-a, inclusive, de sair da sala. Certo?&quot;
Não vi só isso. Vi também uma docente completamente incapaz de cumprir o seu papel e exorbitando das suas funções e que, ao contrário do que diz, tem poder e condições regulamentares para actuar doutra forma, faltar-lhe-ão provavelmente condições e formação pedagógicas para isso.
Dito isto esclareço ainda que considero a situação lamentável e não branqueio a atitude de má educação e indisciplina da estudante, a quem acho deverem ser aplicadas as sanções disciplinares devidas, no quadro da legislação existente e do regulamento interno da escola. Para os críticos do estatuto do aluno aconselho, sobre este assunto, a lerem os artigos 26º e 27º, antes de postarem.
Sobre a questão do PGR não tenho ainda uma posição formada sobre o assunto. Lembro-me de um caso em Alcafache há uns anos atrás, de agressões várias, sobre alunos do 1º ciclo (?) participadas ao MP, nunca mais ouvi nada sobre o assunto. O que não sei é se estas questões justificam uma intervenção do PGR.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nota prévia: O meu comentário dirigia-se a Np e pretendia, ironizando, significar que as situações por ele descritas no post das 20.09 não eram comparáveis.<br />
Diz,agora, Np: &#8230;&#8221;Mas viu e ouviu, com certeza, uma miúda de 15 anos a gritar desalmadamente, agarrar, forçar e puxar com violência o braço e a mão de uma senhora de 60 anos, impedindo-a, inclusive, de sair da sala. Certo?&#8221;<br />
Não vi só isso. Vi também uma docente completamente incapaz de cumprir o seu papel e exorbitando das suas funções e que, ao contrário do que diz, tem poder e condições regulamentares para actuar doutra forma, faltar-lhe-ão provavelmente condições e formação pedagógicas para isso.<br />
Dito isto esclareço ainda que considero a situação lamentável e não branqueio a atitude de má educação e indisciplina da estudante, a quem acho deverem ser aplicadas as sanções disciplinares devidas, no quadro da legislação existente e do regulamento interno da escola. Para os críticos do estatuto do aluno aconselho, sobre este assunto, a lerem os artigos 26º e 27º, antes de postarem.<br />
Sobre a questão do PGR não tenho ainda uma posição formada sobre o assunto. Lembro-me de um caso em Alcafache há uns anos atrás, de agressões várias, sobre alunos do 1º ciclo (?) participadas ao MP, nunca mais ouvi nada sobre o assunto. O que não sei é se estas questões justificam uma intervenção do PGR.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MT</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34349</link>
		<dc:creator>MT</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 22:19:49 +0000</pubDate>
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		<description>errata
- aspas depois de &quot;carolina&quot;
-&quot;delinquência&quot; em vez de &quot;delinqência&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>errata<br />
- aspas depois de &#8220;carolina&#8221;<br />
-&#8221;delinquência&#8221; em vez de &#8220;delinqência&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: np</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34348</link>
		<dc:creator>np</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 22:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>João Serpa:
não viu murro, cacetada ou pontapé... nem verá!
Mas viu e ouviu, com certeza, uma miúda de 15 anos a gritar desalmadamente, agarrar, forçar e puxar com violência o braço e a mão de uma senhora de 60 anos, impedindo-a, inclusive, de sair da sala. Certo?
Aquela senhora de 60 anos é uma funcionária do Estado no seu local de trabalho que, por acaso, é numa escola... que quase não tem ao seu alcance poder para actuar nestes casos. A prova acaba por ser dada pela própria DREN, que foi quem geriu e resolveu a situação.
Mas é claro que o senhor pode fazer como a avestruz... ou como o ME e o Observatório de Segurança Escolar, que acha que o seu filho (ou o do seu vizinho ou de qualquer outro cidadão), só porque levou uma bofetada, um empurrão contra uma parede ou um pontapé de um colega de escola, não é vítima de violência... mas de &quot;indisciplina escolar&quot;!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Serpa:<br />
não viu murro, cacetada ou pontapé&#8230; nem verá!<br />
Mas viu e ouviu, com certeza, uma miúda de 15 anos a gritar desalmadamente, agarrar, forçar e puxar com violência o braço e a mão de uma senhora de 60 anos, impedindo-a, inclusive, de sair da sala. Certo?<br />
Aquela senhora de 60 anos é uma funcionária do Estado no seu local de trabalho que, por acaso, é numa escola&#8230; que quase não tem ao seu alcance poder para actuar nestes casos. A prova acaba por ser dada pela própria DREN, que foi quem geriu e resolveu a situação.<br />
Mas é claro que o senhor pode fazer como a avestruz&#8230; ou como o ME e o Observatório de Segurança Escolar, que acha que o seu filho (ou o do seu vizinho ou de qualquer outro cidadão), só porque levou uma bofetada, um empurrão contra uma parede ou um pontapé de um colega de escola, não é vítima de violência&#8230; mas de &#8220;indisciplina escolar&#8221;!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MT</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34347</link>
		<dc:creator>MT</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 22:18:00 +0000</pubDate>
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		<description>errata
-esqueci as aspas a seguir a &quot;carolina&quot;
-leia-se &quot;delinquência&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>errata<br />
-esqueci as aspas a seguir a &#8220;carolina&#8221;<br />
-leia-se &#8220;delinquência&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MT</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34346</link>
		<dc:creator>MT</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 22:14:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34346</guid>
		<description>João Serpa
Não se satisfaz com menos do que  um &quot;murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina?
Não os viu, aqui mas já viu ou ouviu que os há, ou não ( se é que precisa de  chegar a esses extremos)?

Concluindo o comentário que postei em nome de MC ( tive que fintá-los pois já postei dois que não apareceram-?), acho a  &quot;intromissão&quot; do PGR não só justificável como desejável. 
Significa   que teve a inteligência de perceber que o que aconteceu é um sinal da delinqência e da violência a que se assiste pelo país fora, e a que se contrapõe  a maior indiferença e impunidade.
Que  a divulgação do vídeo não obedeceu aos parâmetros mais ortodoxos isso eu também reconheço.
Porém, em certos casos, &quot;os fins justificam os meios.&quot;
Além disso, o responsável pela sua divulgação foi um dos energumenozinhos da dita escola que  muita gente prefere encarar como  uns adolescentes dados a brincadeiras inofensivas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Serpa<br />
Não se satisfaz com menos do que  um &#8220;murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina?<br />
Não os viu, aqui mas já viu ou ouviu que os há, ou não ( se é que precisa de  chegar a esses extremos)?</p>
<p>Concluindo o comentário que postei em nome de MC ( tive que fintá-los pois já postei dois que não apareceram-?), acho a  &#8220;intromissão&#8221; do PGR não só justificável como desejável.<br />
Significa   que teve a inteligência de perceber que o que aconteceu é um sinal da delinqência e da violência a que se assiste pelo país fora, e a que se contrapõe  a maior indiferença e impunidade.<br />
Que  a divulgação do vídeo não obedeceu aos parâmetros mais ortodoxos isso eu também reconheço.<br />
Porém, em certos casos, &#8220;os fins justificam os meios.&#8221;<br />
Além disso, o responsável pela sua divulgação foi um dos energumenozinhos da dita escola que  muita gente prefere encarar como  uns adolescentes dados a brincadeiras inofensivas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34342</link>
		<dc:creator>MC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 22:00:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34342</guid>
		<description>João Serpa,

acha, então que só a ter havido &quot; murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina&quot; é que se deveria ter dado importância ao episódio.
Por esse andar, não tarda em ter a sua curiosidade satisfeita.
Aliás, não sabe ou não viu que já os houve noutras escolas e, ao que parece nesta também?

Concluindo o meu anterior comentário, gostaria de dizer que não só acho legítima como desejável a &quot;intromissão&quot; do PGR neste caso.
Teve a inteligência de perceber que ele, caso, é apenas um sinal e reflexo da delinquência, violência e insegurança a que se assiste pelo país todo e às quais se persiste em fechar os olhos,
Quanto ao aproveitamento do vídeo, concordo que não foi lá muito ortodoxo. Mas reconheço que foi útil. E que, por vezes, &quot; os fins justificam os meios&quot;.
Além disso, o vídeo viu a luz pelas mãos de um dos tais adolescentes &quot; apenas irrequietos e turbulentos, mas coisa pouca&quot; da malfadada turma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Serpa,</p>
<p>acha, então que só a ter havido &#8221; murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina&#8221; é que se deveria ter dado importância ao episódio.<br />
Por esse andar, não tarda em ter a sua curiosidade satisfeita.<br />
Aliás, não sabe ou não viu que já os houve noutras escolas e, ao que parece nesta também?</p>
<p>Concluindo o meu anterior comentário, gostaria de dizer que não só acho legítima como desejável a &#8220;intromissão&#8221; do PGR neste caso.<br />
Teve a inteligência de perceber que ele, caso, é apenas um sinal e reflexo da delinquência, violência e insegurança a que se assiste pelo país todo e às quais se persiste em fechar os olhos,<br />
Quanto ao aproveitamento do vídeo, concordo que não foi lá muito ortodoxo. Mas reconheço que foi útil. E que, por vezes, &#8221; os fins justificam os meios&#8221;.<br />
Além disso, o vídeo viu a luz pelas mãos de um dos tais adolescentes &#8221; apenas irrequietos e turbulentos, mas coisa pouca&#8221; da malfadada turma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34340</link>
		<dc:creator>MC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 21:49:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34340</guid>
		<description>João Serpa,

não viu e acha que deveria ter existido?
Só assim a ter havido &quot;murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina&quot;, é que  o assunto deveria ser levado a sério?
E, se não viu nesta escola, em particular, não lhe basta ter visto e saber que os há noutras escolas?

Quanto ao meu comentário anterior, gostaria de concluir dizendo que acho não só legítima mas também desejável a intromissão do PGR que teve a inteligência de perceber que o episódio é um sinal e reflexo da delinquência e da insegurança que se &quot;respiram&quot; pelo país fora à qual só se tem contraposto lachismo e impunidade.
Ainda no que respeita à forma de divulgação do caso, via vídeo, reconheço que não foi a mais ortodoxa mas também lembro que não fortam nem o PGR nem  os Órgãos de Comunicação os responsáveis pelo seu aparecimento.
poder-se-há imputar-lhes a responsabilidade de dele, vídeo, se terem aproveitado mas, às vezes, &quot;há meios que justificam os fins&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Serpa,</p>
<p>não viu e acha que deveria ter existido?<br />
Só assim a ter havido &#8220;murro, cacetada ou pontapé na professora do carolina&#8221;, é que  o assunto deveria ser levado a sério?<br />
E, se não viu nesta escola, em particular, não lhe basta ter visto e saber que os há noutras escolas?</p>
<p>Quanto ao meu comentário anterior, gostaria de concluir dizendo que acho não só legítima mas também desejável a intromissão do PGR que teve a inteligência de perceber que o episódio é um sinal e reflexo da delinquência e da insegurança que se &#8220;respiram&#8221; pelo país fora à qual só se tem contraposto lachismo e impunidade.<br />
Ainda no que respeita à forma de divulgação do caso, via vídeo, reconheço que não foi a mais ortodoxa mas também lembro que não fortam nem o PGR nem  os Órgãos de Comunicação os responsáveis pelo seu aparecimento.<br />
poder-se-há imputar-lhes a responsabilidade de dele, vídeo, se terem aproveitado mas, às vezes, &#8220;há meios que justificam os fins&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Serpa</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34337</link>
		<dc:creator>João Serpa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 21:24:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34337</guid>
		<description>Oh Np. Mande-me lá o link do murro,cacetada ou pontapé na professora do Carolina. É que esse eu ainda não vi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oh Np. Mande-me lá o link do murro,cacetada ou pontapé na professora do Carolina. É que esse eu ainda não vi.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34336</link>
		<dc:creator>MC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 21:21:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34336</guid>
		<description>Ou o episódio, em si,  é considerado crime cível e ultrapassa o âmbito da Escola, ou,  se não, compete à Escola dar-lhe solução (só que para isso não pode ter as mãos manietadas).
Em todo e qualquer dos casos,  o que subjaz ao  episódio em si , é um problema que extrapola a própria Escola pelo facto de as suas raízes  se prenderem no húmus da Sociedade e por espelhar o que aí se passa. 
Nessa perspectiva, então,  deve ser objecto de análise de vários organismos/ instituições ,  enquanto sintoma.
Exemplificando: no caso de alguém ter uma tuberculose, esta deve ser tratada por um profissional adequado, nesse caso, por um médico. 
Porém, se a tuberculose for uma epidemia generalizada, não só aos médicos passa a dizer respeito como também a outros organismos/instituições sociais que começarão a tomar medidas ( nomeadamente na distribuição e  comparticipação de vacinas, na divulgação e promoção de  medidas de higiene, etc ).
Agora, apontar o dedo acusador à  Escola e aos professores pela ocorrência do episódio (como se vê fazer por aí), ilibando instituições como a Família e o Estado de responsabilidade de ocorrências como esta ,   é que me parece nada ético e muito demagógico.
Aliás, acho que a discussão  do tema em si só passará a ser séria e honesta, quando a situação deixar de ser encarada como um jogo de futebol : ou apoias o Benfica ou o Sporting. 
E são essas posições extremadas que mais tenho visto reflectidas por aí. Muitas delas a chegarem ao insólito de branquear e até aplaudir a atitude da aluna, justificando-a com a incapacidade ( a meu ver, se não justificável pelo menos desculpável) de a professora ter posto fim ao conflito de maneira elegante e conclusiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou o episódio, em si,  é considerado crime cível e ultrapassa o âmbito da Escola, ou,  se não, compete à Escola dar-lhe solução (só que para isso não pode ter as mãos manietadas).<br />
Em todo e qualquer dos casos,  o que subjaz ao  episódio em si , é um problema que extrapola a própria Escola pelo facto de as suas raízes  se prenderem no húmus da Sociedade e por espelhar o que aí se passa.<br />
Nessa perspectiva, então,  deve ser objecto de análise de vários organismos/ instituições ,  enquanto sintoma.<br />
Exemplificando: no caso de alguém ter uma tuberculose, esta deve ser tratada por um profissional adequado, nesse caso, por um médico.<br />
Porém, se a tuberculose for uma epidemia generalizada, não só aos médicos passa a dizer respeito como também a outros organismos/instituições sociais que começarão a tomar medidas ( nomeadamente na distribuição e  comparticipação de vacinas, na divulgação e promoção de  medidas de higiene, etc ).<br />
Agora, apontar o dedo acusador à  Escola e aos professores pela ocorrência do episódio (como se vê fazer por aí), ilibando instituições como a Família e o Estado de responsabilidade de ocorrências como esta ,   é que me parece nada ético e muito demagógico.<br />
Aliás, acho que a discussão  do tema em si só passará a ser séria e honesta, quando a situação deixar de ser encarada como um jogo de futebol : ou apoias o Benfica ou o Sporting.<br />
E são essas posições extremadas que mais tenho visto reflectidas por aí. Muitas delas a chegarem ao insólito de branquear e até aplaudir a atitude da aluna, justificando-a com a incapacidade ( a meu ver, se não justificável pelo menos desculpável) de a professora ter posto fim ao conflito de maneira elegante e conclusiva.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: np</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34322</link>
		<dc:creator>np</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 19:09:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34322</guid>
		<description>Ora muito bem visto, sim senhora: aquilo é um problema disciplinar e apenas deve interessar à escola! Sim, senhora!
Já agora, pelo mesmo princípio, digam-me:
um murro a uma enfermeira num Centro de Saúde é um problema de Saúde? Um pontapé a um funcionário de uma Repartições de Finanças é um assunto fiscal? Uma cacetada num fiscal de obras é um assunto de Trabalho? E um murro na tola de um cronista/jornalista é o quê? Um assunto para a Alta Autoridade da Comunicação Social?

É só rir...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ora muito bem visto, sim senhora: aquilo é um problema disciplinar e apenas deve interessar à escola! Sim, senhora!<br />
Já agora, pelo mesmo princípio, digam-me:<br />
um murro a uma enfermeira num Centro de Saúde é um problema de Saúde? Um pontapé a um funcionário de uma Repartições de Finanças é um assunto fiscal? Uma cacetada num fiscal de obras é um assunto de Trabalho? E um murro na tola de um cronista/jornalista é o quê? Um assunto para a Alta Autoridade da Comunicação Social?</p>
<p>É só rir&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MC</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34313</link>
		<dc:creator>MC</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 17:52:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34313</guid>
		<description>Querer não ver no episódio da C. Michaelis um sintoma duma profunda crise de valores é cegueira;
querer confinar o problema às paredes de um escola é idiotice suprema;
querer legitimar a atitude da aluna culpabilizando a da professora é inverter e perverter os sentidos de direitos/deveres considerando que uns e outros são iguais para mais velhos e mais novos, professores e alunos;
persistir em confundir irreverência lúcida e indisciplina dentro de certos  limites  com bestialidade e aviltamento é passar um atestado de estupidez a quem tem discernimento;
recorrer ao que  acontecia num período de convulsão,
( consequente de uma ditadura impeditiva das liberdades mais sagradas como a do pensamento) para justificar o que acontece em contexto histórico perfeitamento diverso é desconhecer os mecanismos da História é prestar um péssimo serviço à  Democracia;
acusar um único sistema de ensino e um único governo é tão demagógico como tentar ilibar o actual sistema de ensino e actual sistema governativo do que acontece; 
debitar sentenças sobre o que se passa no ensino, presentemente, sem que se tenha a experiência do que é leccionar nos nossos dias, é uma ingerência inadmissível;
confundir o que se passa numa escola pública com o que se passa numa Faculdade é ter-se esquecido da primeira ou/e nunca ter passado pela segunda;
pretender confinar o trabalho dos professores à educação dos alunos é ser cúmplice  na desresponsabilização e demissão  da família, no que concerne ao dever de educar os seus membros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querer não ver no episódio da C. Michaelis um sintoma duma profunda crise de valores é cegueira;<br />
querer confinar o problema às paredes de um escola é idiotice suprema;<br />
querer legitimar a atitude da aluna culpabilizando a da professora é inverter e perverter os sentidos de direitos/deveres considerando que uns e outros são iguais para mais velhos e mais novos, professores e alunos;<br />
persistir em confundir irreverência lúcida e indisciplina dentro de certos  limites  com bestialidade e aviltamento é passar um atestado de estupidez a quem tem discernimento;<br />
recorrer ao que  acontecia num período de convulsão,<br />
( consequente de uma ditadura impeditiva das liberdades mais sagradas como a do pensamento) para justificar o que acontece em contexto histórico perfeitamento diverso é desconhecer os mecanismos da História é prestar um péssimo serviço à  Democracia;<br />
acusar um único sistema de ensino e um único governo é tão demagógico como tentar ilibar o actual sistema de ensino e actual sistema governativo do que acontece;<br />
debitar sentenças sobre o que se passa no ensino, presentemente, sem que se tenha a experiência do que é leccionar nos nossos dias, é uma ingerência inadmissível;<br />
confundir o que se passa numa escola pública com o que se passa numa Faculdade é ter-se esquecido da primeira ou/e nunca ter passado pela segunda;<br />
pretender confinar o trabalho dos professores à educação dos alunos é ser cúmplice  na desresponsabilização e demissão  da família, no que concerne ao dever de educar os seus membros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Serpa</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34292</link>
		<dc:creator>João Serpa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 15:15:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34292</guid>
		<description>Em cheio!Assino,por baixo.
Gostaria que o PGR também se pronunciasse sobre a ilicitude da apreensão do telemóvel e o eventual exercício de pedido de responsabilidade civil do estado (coisa que diversos juristas já salientaram) perante a exorbitancia de funções de um seu agente. É que isto de ver as coisas só para um lado já fede.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em cheio!Assino,por baixo.<br />
Gostaria que o PGR também se pronunciasse sobre a ilicitude da apreensão do telemóvel e o eventual exercício de pedido de responsabilidade civil do estado (coisa que diversos juristas já salientaram) perante a exorbitancia de funções de um seu agente. É que isto de ver as coisas só para um lado já fede.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34285</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 14:11:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34285</guid>
		<description>Parece que o Presidente da República que viu o video e ficou profundamente chocado com o que viu também não tem estofo para o cargo, já que chamou o PGR para tratar do problema «inexistente» da violência escolar.
Outro que parece não ver que  aquilo são meras traquinices.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que o Presidente da República que viu o video e ficou profundamente chocado com o que viu também não tem estofo para o cargo, já que chamou o PGR para tratar do problema «inexistente» da violência escolar.<br />
Outro que parece não ver que  aquilo são meras traquinices.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: portuga</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34259</link>
		<dc:creator>portuga</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 10:44:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34259</guid>
		<description>De facto,o procurador parece não ter estofo para o cargo e,receio que vá continuar nessa senda.Não há cão nem gato e a propósito de tudo e de nada,os génios da comunicação social estão sempre a mostra até à nausea o dito vídeo marimbando-se pra &#039;velha&#039;.Francamente</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De facto,o procurador parece não ter estofo para o cargo e,receio que vá continuar nessa senda.Não há cão nem gato e a propósito de tudo e de nada,os génios da comunicação social estão sempre a mostra até à nausea o dito vídeo marimbando-se pra &#8216;velha&#8217;.Francamente</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bluesmile</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34232</link>
		<dc:creator>Bluesmile</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 04:46:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34232</guid>
		<description>FC: Concordo em absoluto com a sua análise.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FC: Concordo em absoluto com a sua análise.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: alx</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34211</link>
		<dc:creator>alx</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 00:48:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34211</guid>
		<description>pois é menina fc, histeria é tambem a tua a tratar outras opinioes com arrogancia, sobranceria e as habituais palas dos &#039;direitos individuais&#039;. ainda bem que uma data desses direitos foram violados para que uns quantos comentadores de bancada ficassem a saber que as escolas nao sao o oasis que a ministra e o teu gajo querem fazer crer. pelo belo corpinho das fotos ou nao tens filhos ou nao andam em escola perto da cova da moura, senao ficavas mais preocupada com o ambiente que se vive em muitas escolas deste pais. e nao é só telemoveis ( que a cena já é grave e elucidativa da falta de condições de ensino e aprendizagem) mas mete facas, droga, ameaças, assaltos, pancada, roubos, etc. e nao e preciso que seja em todas, basta que seja em 10% das escolas para ser um problema nacional. boa nota para o PGR ao vir lembrar que estes pequenos delitos deitados para debaixo do tapete como diz o CBO, sao o terreno onde se formam os gangs violentos. mas isso se calhar tambem é um direito individual: pertencer a um gang.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pois é menina fc, histeria é tambem a tua a tratar outras opinioes com arrogancia, sobranceria e as habituais palas dos &#8216;direitos individuais&#8217;. ainda bem que uma data desses direitos foram violados para que uns quantos comentadores de bancada ficassem a saber que as escolas nao sao o oasis que a ministra e o teu gajo querem fazer crer. pelo belo corpinho das fotos ou nao tens filhos ou nao andam em escola perto da cova da moura, senao ficavas mais preocupada com o ambiente que se vive em muitas escolas deste pais. e nao é só telemoveis ( que a cena já é grave e elucidativa da falta de condições de ensino e aprendizagem) mas mete facas, droga, ameaças, assaltos, pancada, roubos, etc. e nao e preciso que seja em todas, basta que seja em 10% das escolas para ser um problema nacional. boa nota para o PGR ao vir lembrar que estes pequenos delitos deitados para debaixo do tapete como diz o CBO, sao o terreno onde se formam os gangs violentos. mas isso se calhar tambem é um direito individual: pertencer a um gang.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34135</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 17:01:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34135</guid>
		<description>Deve a ilegalidade formal de uma fotografia ou filme, etc, impedir a denuncia da substância de um problema?
E se a «obscenidade»  não vem do princípio em si, mas é quantitava, uma questão de grau, como se mede esse grau? O que  e quando é licito usar?  Quem pondera? Quem omite ou mostra?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deve a ilegalidade formal de uma fotografia ou filme, etc, impedir a denuncia da substância de um problema?<br />
E se a «obscenidade»  não vem do princípio em si, mas é quantitava, uma questão de grau, como se mede esse grau? O que  e quando é licito usar?  Quem pondera? Quem omite ou mostra?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34124</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 16:39:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34124</guid>
		<description>Muito bem, F. Câncio!



       Comparados com a impressão psicológica causada pela exposição maciça e sistemática (e em ambiente de intimidade familiar) a este vídeo grotesco, por parte de uma elevadíssima percentagem de Alunos, Pais e Professores deste País, certas imagens de pornografia infantil (e não só) dos &quot;sites&quot; mais nojentos que pululam pela &quot;net&quot; são quase, credo, ia a dizer &quot;brincadeira de crianças&quot;, mas suspeito de que até estes conceitos banais começam a perder o seu tradicional significado perante os critérios doentios e malsãos que sustentam o &quot;vale-tudo&quot; na nossa comunicação social...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem, F. Câncio!</p>
<p>       Comparados com a impressão psicológica causada pela exposição maciça e sistemática (e em ambiente de intimidade familiar) a este vídeo grotesco, por parte de uma elevadíssima percentagem de Alunos, Pais e Professores deste País, certas imagens de pornografia infantil (e não só) dos &#8220;sites&#8221; mais nojentos que pululam pela &#8220;net&#8221; são quase, credo, ia a dizer &#8220;brincadeira de crianças&#8221;, mas suspeito de que até estes conceitos banais começam a perder o seu tradicional significado perante os critérios doentios e malsãos que sustentam o &#8220;vale-tudo&#8221; na nossa comunicação social&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34101</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 15:58:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34101</guid>
		<description>al, as comparações que faz são de uma obscenidade inqualificável. o que diz muito do ponto a que esta histeria chegou.

nikita, tenho grandes, enormes dúvidas de que a exibição das imagens em referência tenham tido alguma utilidade pública. aquilo que ali se passou é um mero episódio de indisciplina e as consequências negativas para os intervenientes e para o debate público sobre a escola são-me evidentes e sobrelevam muitíssimo qualquer vantagem. depois, como feroz defensora dos direitos individuais, considero que o seu espezinhamento só pode ocorrer quando haja motivos ponderosos. não os vejo em lado algum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>al, as comparações que faz são de uma obscenidade inqualificável. o que diz muito do ponto a que esta histeria chegou.</p>
<p>nikita, tenho grandes, enormes dúvidas de que a exibição das imagens em referência tenham tido alguma utilidade pública. aquilo que ali se passou é um mero episódio de indisciplina e as consequências negativas para os intervenientes e para o debate público sobre a escola são-me evidentes e sobrelevam muitíssimo qualquer vantagem. depois, como feroz defensora dos direitos individuais, considero que o seu espezinhamento só pode ocorrer quando haja motivos ponderosos. não os vejo em lado algum.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: nikita vivchar</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34086</link>
		<dc:creator>nikita vivchar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 15:25:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34086</guid>
		<description>Considero importante que estas e outras imagens da escola pública sejam divulgadas pela comunicação social para que a comunidade conheça um bocadinho da verdade daquilo a que os professores estão sujeitos no seu quotidiano docente e, desta forma, compreender as taxas de insucesso escolar tão badaladas pelos média. Este é um assunto que deve interessar a todos, pois todos nós somos pagadores da escola pública e beneficiados, mas também responsáveis, pelo produto educativo ali construído.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Considero importante que estas e outras imagens da escola pública sejam divulgadas pela comunicação social para que a comunidade conheça um bocadinho da verdade daquilo a que os professores estão sujeitos no seu quotidiano docente e, desta forma, compreender as taxas de insucesso escolar tão badaladas pelos média. Este é um assunto que deve interessar a todos, pois todos nós somos pagadores da escola pública e beneficiados, mas também responsáveis, pelo produto educativo ali construído.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34083</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 15:13:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/#comment-34083</guid>
		<description>A tese resume-se a punir o mensageiro pelo teor da notícia. 
Sem dúvida que a filmagem pelo aluno é ilegal.
A sua passagem na televisão é ilegal? Duvido muito: tudo se passa num local que, não sendo de livre acesso ao público, é um propriedade pública. Nessas isntalações públicas, a aluna,   subsidiada por dinheiros públicos,  está a coagir e agredir uma funcionária pública e a infringir várias outras regras de cariz público.
As fotografias de Al-Graib devem ser, também elas, ilegais. Ilegais seriam ainda, de certeza,  fotografias tiradas na Alemanha nazi em 1937 ou 1938 de um campo de concentração. ilegais, perante os ordenamentos jurídicos dos respectivos países, as fotografias e testemunhos da barbárie comunista em vários locais do mundo... Daí viria o silêncio? 
Mas a Professora-vítima deve pedir  ao autor do video ilegal  a respectiva indemnização, com isso concordo em absoluto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tese resume-se a punir o mensageiro pelo teor da notícia.<br />
Sem dúvida que a filmagem pelo aluno é ilegal.<br />
A sua passagem na televisão é ilegal? Duvido muito: tudo se passa num local que, não sendo de livre acesso ao público, é um propriedade pública. Nessas isntalações públicas, a aluna,   subsidiada por dinheiros públicos,  está a coagir e agredir uma funcionária pública e a infringir várias outras regras de cariz público.<br />
As fotografias de Al-Graib devem ser, também elas, ilegais. Ilegais seriam ainda, de certeza,  fotografias tiradas na Alemanha nazi em 1937 ou 1938 de um campo de concentração. ilegais, perante os ordenamentos jurídicos dos respectivos países, as fotografias e testemunhos da barbárie comunista em vários locais do mundo&#8230; Daí viria o silêncio?<br />
Mas a Professora-vítima deve pedir  ao autor do video ilegal  a respectiva indemnização, com isso concordo em absoluto.</p>
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	<item>
		<title>Por: João José Fernandes Simões</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34045</link>
		<dc:creator>João José Fernandes Simões</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 12:30:08 +0000</pubDate>
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		<description>A “judicialização” da adolescência

Escrevi isto em 12 de Maio de 2007 e acho que o assunto continua actual, cada vez mais.
 
«...
A polícia, os &quot;reformatórios&quot;, os juízes de menores. E o Pedro
 
Tendo conhecido o Pedro pelos seus nove anos, quando começou a gamar bicicletas e a fazer paradeiro nas esquadras de polícia, na sua iniciação na marginalidade, acompanhei o seu percurso de vida até aos seus quase dezasseis anos.
 
Lendo mais um excelente artigo do Miguel Sousa Tavares, pese embora as bacoradas que, ás vezes, lhe saem, como a recente a propósito da analogia, a expressão e a ideia que lhe está implícita é minha, entre o ruído dos fumadores e o ruído das crianças que os pais levam para os restaurantes, vem a minha memória, de forma recorrente, o Pedro.
 
Não querendo fazer juízos de valor sobre os organismos e instituições, públicos ou particulares, orientados para o acompanhamento e recuperação de menores, a história do Pedro pode, afinal, ser um juízo relevante.
 
Tive como professor de Direito de Menores o Distinto Juiz Conselheiro Armando Leandro. 
 
Armando Leandro, sendo um homem fascinante e de fácil emoção, algumas vezes lhe vi a lágrima a espreitar ao conto do olho, quando se falava sobre casos práticos e das vidas da vida de tantos menores em risco.
 
Certamente que existem muitos casos de sucesso e muita gente com vocação para trabalhar com menores em risco. 
 
Mas também sei que existe, ainda, muita (re)educação à tareia. 
Onde falha o carinho, a ternura e o amor.
 
O Pedro, uma noite, em mais uma fugida do “reformatório” por onde já andava há alguns anos, desabafou comigo.
 
Dentro de algumas noites ia fazer dezasseis anos, atingindo a idade da maioridade penal. Finalmente.
 
Estava farto de prisões sem grades e “... Quando fizer dezasseis anos a primeira coisa que faço é assaltar um banco, para ser preso numa cadeia... Daquelas com grades nas janelas”.
 
Para o Pedro ser preso numa cadeia com grades nas janelas era uma promoção.
Como quem sobe ao escalão sénior.
Num campeonato.
De um desporto qualquer. 
 
Por onde andará o Pedro, hoje, já bem adulto.
Não sei.
...»</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A “judicialização” da adolescência</p>
<p>Escrevi isto em 12 de Maio de 2007 e acho que o assunto continua actual, cada vez mais.</p>
<p>«&#8230;<br />
A polícia, os &#8220;reformatórios&#8221;, os juízes de menores. E o Pedro</p>
<p>Tendo conhecido o Pedro pelos seus nove anos, quando começou a gamar bicicletas e a fazer paradeiro nas esquadras de polícia, na sua iniciação na marginalidade, acompanhei o seu percurso de vida até aos seus quase dezasseis anos.</p>
<p>Lendo mais um excelente artigo do Miguel Sousa Tavares, pese embora as bacoradas que, ás vezes, lhe saem, como a recente a propósito da analogia, a expressão e a ideia que lhe está implícita é minha, entre o ruído dos fumadores e o ruído das crianças que os pais levam para os restaurantes, vem a minha memória, de forma recorrente, o Pedro.</p>
<p>Não querendo fazer juízos de valor sobre os organismos e instituições, públicos ou particulares, orientados para o acompanhamento e recuperação de menores, a história do Pedro pode, afinal, ser um juízo relevante.</p>
<p>Tive como professor de Direito de Menores o Distinto Juiz Conselheiro Armando Leandro. </p>
<p>Armando Leandro, sendo um homem fascinante e de fácil emoção, algumas vezes lhe vi a lágrima a espreitar ao conto do olho, quando se falava sobre casos práticos e das vidas da vida de tantos menores em risco.</p>
<p>Certamente que existem muitos casos de sucesso e muita gente com vocação para trabalhar com menores em risco. </p>
<p>Mas também sei que existe, ainda, muita (re)educação à tareia.<br />
Onde falha o carinho, a ternura e o amor.</p>
<p>O Pedro, uma noite, em mais uma fugida do “reformatório” por onde já andava há alguns anos, desabafou comigo.</p>
<p>Dentro de algumas noites ia fazer dezasseis anos, atingindo a idade da maioridade penal. Finalmente.</p>
<p>Estava farto de prisões sem grades e “&#8230; Quando fizer dezasseis anos a primeira coisa que faço é assaltar um banco, para ser preso numa cadeia&#8230; Daquelas com grades nas janelas”.</p>
<p>Para o Pedro ser preso numa cadeia com grades nas janelas era uma promoção.<br />
Como quem sobe ao escalão sénior.<br />
Num campeonato.<br />
De um desporto qualquer. </p>
<p>Por onde andará o Pedro, hoje, já bem adulto.<br />
Não sei.<br />
&#8230;»</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M. Abrantes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34030</link>
		<dc:creator>M. Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 11:29:14 +0000</pubDate>
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		<description>As situações que descreve reflectem apenas a falta de preparação da sociedade em geral para lidar com estas questões. O que significa que temos que falar muito mais sobre estes problemas, sem entramos em órbita ou chamarmos a polícia.

Concordo inteiramente com o Carlos Oliveira: o acontecido não rotula a juventude actual. Nem torna os miúdos da turma da Carolina Michaelis uns monstros. 

A educação não se pode contentar com rótulos. Tem que ter ideais que persiga custe o que custar, apesar das más políticas, apesar de dizerem que os professores são culpados de todos os males, apesar dos que acham normal que os nossos alunos calculem e escrevam mal, apesar de todas as asneiras e atrocidades. 

Se começamos a desistir dos nossos miúdos de 15 anos, mais vale terraplanar o país e plantar grelos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As situações que descreve reflectem apenas a falta de preparação da sociedade em geral para lidar com estas questões. O que significa que temos que falar muito mais sobre estes problemas, sem entramos em órbita ou chamarmos a polícia.</p>
<p>Concordo inteiramente com o Carlos Oliveira: o acontecido não rotula a juventude actual. Nem torna os miúdos da turma da Carolina Michaelis uns monstros. </p>
<p>A educação não se pode contentar com rótulos. Tem que ter ideais que persiga custe o que custar, apesar das más políticas, apesar de dizerem que os professores são culpados de todos os males, apesar dos que acham normal que os nossos alunos calculem e escrevam mal, apesar de todas as asneiras e atrocidades. </p>
<p>Se começamos a desistir dos nossos miúdos de 15 anos, mais vale terraplanar o país e plantar grelos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Barbosa de Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34022</link>
		<dc:creator>Carlos Barbosa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 10:53:01 +0000</pubDate>
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		<description>Claro que subscrevo, mas lembro que se escreveu muito mais sobre a lei anti-tabágica ( e ainda se escreve, meu Deus!) do que sobre o episódio do Carolina Michaelis. A exibição constante do vídeo é nojenta e até irresponsável, mas esquecer a questão,  varrendo-a para debaixo do tapete  e pretender fazer crer que é uma situação normal, é de uma irresponsabilidade semelhante. 
Tentar passar a mensagem de que o episódio é o espelho da juventude de hoje é próprio de cretinos e nem sequer tem qualificação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que subscrevo, mas lembro que se escreveu muito mais sobre a lei anti-tabágica ( e ainda se escreve, meu Deus!) do que sobre o episódio do Carolina Michaelis. A exibição constante do vídeo é nojenta e até irresponsável, mas esquecer a questão,  varrendo-a para debaixo do tapete  e pretender fazer crer que é uma situação normal, é de uma irresponsabilidade semelhante.<br />
Tentar passar a mensagem de que o episódio é o espelho da juventude de hoje é próprio de cretinos e nem sequer tem qualificação.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: PT</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/28/adolescentes-inimputaveis-e-teves/comment-page-1/#comment-34016</link>
		<dc:creator>PT</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 10:34:44 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo consigo em absoluto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo consigo em absoluto.</p>
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