O fim da praga dos telemóveis na sala de aula, por apenas 142€

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O útil gadget acima ilustrado, um supressor de redes de telemóveis, pode ser comprado aqui. Estes americanos pensam em tudo. Menos em como resolver situações destas, bem mais graves do que uma professora a lutar pela posse de um telefone com uma aluna. A propósito: como se dirá “Eduquês” em americanês?

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16 respostas a O fim da praga dos telemóveis na sala de aula, por apenas 142€

  1. Luís Lavoura diz:

    Excelente post.

  2. al diz:

    O estranho aqui é ver-se já gente presa, polícia, etc.
    Aqui, a prof. de francês que tanto incomodou a aluna já foi presa?Acho que não!
    Quanto ao eduquês e outros quês, a coisa viaja depressa: Michel Foucualt, por exemplo, era apenas, ainda há pouco tempo, o nome mais citado em teses de doutoramento em ciências humanas nos USA.

  3. João Pinto e Castro diz:

    Em americano “eduquês” diz-se “education”.

  4. Luis Rainha diz:

    E a relação entre Foucault e as desgraças do sistema educativo é…?

  5. Joao Cardoso diz:

    O aparelho impede o telemóvel de servir como leitor de música em alta voz? É que no caso parece ter sido essa a sua utilização indevida…

    Quanto à tradução penso que é Boston que se diz. O nome completo é mesmo: mestrados tirados em Boston.

  6. Luis Rainha diz:

    Já li as duas versões da história: telefonema e música. Mas a praga é mesmo a proliferação de conversetas e trocas de mensagens entre as criaturas.
    Quanto a música e ruídos, pouco haverá a fazer através da apreensão de equipamentos: ainda há pouco vi um vídeo no YouTube, gravado num selecto colégio privado da linha, em que até fortes arrotos se faziam ouvir numa aula, ante a total passividade da suposta professora…

  7. al diz:

    A coisa não se limita a Foucault.
    O politicamente correcto dá-se bem com os vários puritanismos norte-americanos e da esquerda norte-americana e que há muito tempo se traduz em medidas de censura (proibição de Mark Twain nos curriculos escolares, em algumas bibliotecas públicas, etc).

  8. Luis Rainha diz:

    Não conheço bem o panorama das ciências sociais nos EUA. Mas Bourdieu queixava-se de que se trata de um “mercado altamente protegido”…
    De qualquer forma, isso do politicamente correcto não deverá ser culpa do Foucault.

  9. eduardo diz:

    Por acaso parece-me que Michel Foucault devia ser lido por muita das pessoas que têm escrito e falado imenso sobre o incidente da escola. A análise da lei, e dos ilegalismos, por exemplo, é muito pertinente: “ninguém cumpre as leis, as pessoas distinguem-se pelo modo como não as cumprem”. Etc.

  10. xatoo diz:

    qual Foucault qual carapuça, os gringos fizeram uma série de televisão fixe e tá resolvido; a coisa está aqui: “Professors Strike Back

  11. mariadosol diz:

    gostaria de acrescentar ao termo eduquês um outro partilhado por amigos do Brasil: pedagogentos…

  12. Tárique diz:

    No meu tempo quando um aluno era catado a passar bilhetinhos o castigo era ter que os ler em voz alta para a turma toda. Na linha da sugestão de solução aqui apresentada, cumprindo com a tradição lusa mas dando-lhe um toque tecnológico, sugeria a utilização de um capturador de IMSI nas escolas e a exibição pública das mensagens comprometedoras enviadas pelas alunas nas aulas. À laia do reaproveitamento que o Metro de Lisboa fez do material da Expo, as escolas podiam aproveitar as escutas que a judite já não usa …

  13. Alcibiades diz:

    Com licença. O al não se importava de explicar melhor a relação entre o Foucault e as desgraças do politicamente correcto e o eduquês?… eu, que conheço mais ou menos bem o Foucault, juro que não percebi essa.

  14. al diz:

    Alcibiades, siga o link no 2º comentário do autor do post.

  15. al diz:

    Mas pode apenas digitar no google Foucault e education.
    Se ainda assim não perceber a ligação, lamento.

  16. Alcibiades diz:

    lamenta, lamenta, mas não explica nada, pôças, ó o caralho! Ó al, agora a sério, poupe-me uma pesquisa na net e explique-me lá, por palavrras suas, a contribuição do franciú careca para as desgraças da educação nos estados unidos em geral e mundo em especial, e com o politicamente correcto. Seje meu amigo, vá.

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