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	<title>Comentários em: &#8220;Transgénicos I&#8221; por José Eduardo Gomes</title>
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	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
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		<title>Por: Tárique</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33493</link>
		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 17:50:04 +0000</pubDate>
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		<description>Os dois primeiros parágrafos do seu texto são dedicados a atacar um boneco de palha. Essa é que é essa.

Se quiser finja que interpretou o que fiz como um apelo à autoridade académica, ou que o meu comentário pretendia iniciar aqui uma discussão consigo sobre o que especula, como se o que diz aqui não estivesse já discutido até à exaustão pela rede portuguesa fora.
Não pretendo fazê-lo. O que diz já foi rebatido e reforçado nos fóruns e blogues das pessoas que decidiu não ler. O debate é promovido por elas há muito. &lt;b&gt;Podíamos entrar aqui num exercício de &quot;copy-paste&quot; das FAQs anti e pró-transgénicos&lt;/b&gt;. Seria fácil, e confesso-lhe que para mim até tentador, mas improdutivo. Já está feito.

O que queria apontar é tão-somente que o mote de dois parágrafos para o seu texto fere-o à partida pela manha retórica a que recorre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os dois primeiros parágrafos do seu texto são dedicados a atacar um boneco de palha. Essa é que é essa.</p>
<p>Se quiser finja que interpretou o que fiz como um apelo à autoridade académica, ou que o meu comentário pretendia iniciar aqui uma discussão consigo sobre o que especula, como se o que diz aqui não estivesse já discutido até à exaustão pela rede portuguesa fora.<br />
Não pretendo fazê-lo. O que diz já foi rebatido e reforçado nos fóruns e blogues das pessoas que decidiu não ler. O debate é promovido por elas há muito. <b>Podíamos entrar aqui num exercício de &#8220;copy-paste&#8221; das FAQs anti e pró-transgénicos</b>. Seria fácil, e confesso-lhe que para mim até tentador, mas improdutivo. Já está feito.</p>
<p>O que queria apontar é tão-somente que o mote de dois parágrafos para o seu texto fere-o à partida pela manha retórica a que recorre.</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Transgénicos II por José Eduardo Gomes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33427</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Transgénicos II por José Eduardo Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 10:07:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] II por José Eduardo Gomes 25 Março 2008 &#124; por Maria João Pires   Pelo que já expus acho que não se pode recusar os transgénicos a priori. A argumentação da pureza da natureza é [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] II por José Eduardo Gomes 25 Março 2008 | por Maria João Pires   Pelo que já expus acho que não se pode recusar os transgénicos a priori. A argumentação da pureza da natureza é [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Zèd</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33365</link>
		<dc:creator>Zèd</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 19:22:34 +0000</pubDate>
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		<description>acarranca,
O tal risco de disseminação dos transgénicos, ou da poluição genética, é um perigo que existe, mas é essencialmente um risco teórico. Não quero minimizar o problema, mas por vezes existe um desfazamento entre aquilo que seria de esperar que acontecesse e aquilo que acontece de facto. O facto é que não existem evidências empíricas que sustentem de que a poluição genética seja um real problema (contrariamente ao nuclear). Como referi no post a agricultura tradicional pode apresentar um risco maior a esse nível, e ainda assim não é nada de apocalíptico. Convém, claro respeitar o princípio da precaução, mas baseando-se nas observações empíricas.
Tárique,
Nem as habilitações académicas do Gualter Barbas, nem as minhas, são argumento a favor ou contra os transgénicos. Os argumentos que defendo estão expostos no texto acima, e noutro que será publicado amanhã. Não li especificamente o que diz o movimento &quot;Verde Eufémia&quot; no seu blog, reconheço, mas o que refiro no texto é que no Verão, quando invadiram o campo de milho transgénico não se vislumbrei uma argumentação coerente (como referi provocatoriamente no texto). Talvez a culpa seja dos media, não sei. Mas ainda assim vislumbrei alguns argumentos, que rebati no meu texto. Se não concorda, se acha que há falhas lógicas na minha argumentação, que há incoerências ou erros, a caixa dos comentários está à sua disposição.
Luís Rainha, l.rodrigues e Filipe Moura,
Como digo no fim do post não sou adepto dos transgénicos, pelo menos não como eles são utilizados hoje em dia, estou inteiramente de acordo convosco, leiam o próximo texto (passo a publicidade).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acarranca,<br />
O tal risco de disseminação dos transgénicos, ou da poluição genética, é um perigo que existe, mas é essencialmente um risco teórico. Não quero minimizar o problema, mas por vezes existe um desfazamento entre aquilo que seria de esperar que acontecesse e aquilo que acontece de facto. O facto é que não existem evidências empíricas que sustentem de que a poluição genética seja um real problema (contrariamente ao nuclear). Como referi no post a agricultura tradicional pode apresentar um risco maior a esse nível, e ainda assim não é nada de apocalíptico. Convém, claro respeitar o princípio da precaução, mas baseando-se nas observações empíricas.<br />
Tárique,<br />
Nem as habilitações académicas do Gualter Barbas, nem as minhas, são argumento a favor ou contra os transgénicos. Os argumentos que defendo estão expostos no texto acima, e noutro que será publicado amanhã. Não li especificamente o que diz o movimento &#8220;Verde Eufémia&#8221; no seu blog, reconheço, mas o que refiro no texto é que no Verão, quando invadiram o campo de milho transgénico não se vislumbrei uma argumentação coerente (como referi provocatoriamente no texto). Talvez a culpa seja dos media, não sei. Mas ainda assim vislumbrei alguns argumentos, que rebati no meu texto. Se não concorda, se acha que há falhas lógicas na minha argumentação, que há incoerências ou erros, a caixa dos comentários está à sua disposição.<br />
Luís Rainha, l.rodrigues e Filipe Moura,<br />
Como digo no fim do post não sou adepto dos transgénicos, pelo menos não como eles são utilizados hoje em dia, estou inteiramente de acordo convosco, leiam o próximo texto (passo a publicidade).</p>
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	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33354</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 17:32:11 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Muitos dos argumentos que se usam contra o uso dos transgénicos são da mesma natureza dos argumentos dos puritanos contra os para-raios.&quot;

Muito bem.

&quot;Mesmo com todas as garantias de segurança, creio que o estado actual das leis de propriedade intelectual não permite olhar para o patenteamento de espécies com tranquilidade. É claro o propósito de controlo do mercado mundial de alimentos por parte de algumas companhias, como a supracitada Monsanto...&quot;

Igualmente muito bem. Eu preferia que a esquerda concentrasse todos os seus protestos neste ponto referido por l.rodrigues, no que teria todo o meu apoio, em vez de tentar travar o progresso da ciência.

De qualquer maneira, em alternativa aos transgénicos era bom que nos habituássemos a não estragar comida (nas lojas e em casa), para a produzida de forma tradicional chegar para todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Muitos dos argumentos que se usam contra o uso dos transgénicos são da mesma natureza dos argumentos dos puritanos contra os para-raios.&#8221;</p>
<p>Muito bem.</p>
<p>&#8220;Mesmo com todas as garantias de segurança, creio que o estado actual das leis de propriedade intelectual não permite olhar para o patenteamento de espécies com tranquilidade. É claro o propósito de controlo do mercado mundial de alimentos por parte de algumas companhias, como a supracitada Monsanto&#8230;&#8221;</p>
<p>Igualmente muito bem. Eu preferia que a esquerda concentrasse todos os seus protestos neste ponto referido por l.rodrigues, no que teria todo o meu apoio, em vez de tentar travar o progresso da ciência.</p>
<p>De qualquer maneira, em alternativa aos transgénicos era bom que nos habituássemos a não estragar comida (nas lojas e em casa), para a produzida de forma tradicional chegar para todos.</p>
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	<item>
		<title>Por: l.rodrigues</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33347</link>
		<dc:creator>l.rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 16:33:34 +0000</pubDate>
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		<description>Para mim os transgénicos apresentam duas ordens de problemas: os de saúde e perigosidade ambiental, e os de ordem económica, social e política.
Quando vejo o argumento da domesticação de espécies selvagens, ocorre-me que esse processo ocorre há milhares de anos, é de relativamente baixa intensidade, e os acidentes nefastos (humanos ou ambientais) tendem a diluir-se na escala do tempo. Um problema que surja num OGM de ampla utilização, irá afectar milhões de pessoas num curto espaço de tempo. 
Mesmo com todas as garantias de segurança, creio que o estado actual das leis de propriedade intelectual não permite olhar para o patenteamento de espécies com tranquilidade. É claro o propósito de controlo do mercado mundial de alimentos por parte de algumas companhias, como a supracitada Monsanto, e o argumento de que só os OGM permitem garantir que se alimenta o Planeta cai por terra com a entrada em cena do genes Terminator.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para mim os transgénicos apresentam duas ordens de problemas: os de saúde e perigosidade ambiental, e os de ordem económica, social e política.<br />
Quando vejo o argumento da domesticação de espécies selvagens, ocorre-me que esse processo ocorre há milhares de anos, é de relativamente baixa intensidade, e os acidentes nefastos (humanos ou ambientais) tendem a diluir-se na escala do tempo. Um problema que surja num OGM de ampla utilização, irá afectar milhões de pessoas num curto espaço de tempo.<br />
Mesmo com todas as garantias de segurança, creio que o estado actual das leis de propriedade intelectual não permite olhar para o patenteamento de espécies com tranquilidade. É claro o propósito de controlo do mercado mundial de alimentos por parte de algumas companhias, como a supracitada Monsanto, e o argumento de que só os OGM permitem garantir que se alimenta o Planeta cai por terra com a entrada em cena do genes Terminator.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tárique</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33331</link>
		<dc:creator>Tárique</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 13:07:05 +0000</pubDate>
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		<description>O Grupo Verde Eufémia teve um porta voz, o Gualter Barbas, doutorando em Ciências do Ambiente (Economia Ecológica). Este especialista parece estar muito bem informado sobre o assunto e escreve sobre ele no excelente blogue &lt;a href=&quot;http://ingenea.pegada.net/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;inGenea&lt;/a&gt;. 

Seria &quot;racional&quot; e &quot;intelectualmente honesto&quot; ler as opiniões expressas no seu blogue e no próprio blogue &lt;a href=&quot;http://eufemia.ecobytes.net/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;do movimento&lt;/a&gt; antes de apelar à ignorância para lhes imputar opiniões, o que é feito no segundo parágrafo: &lt;i&gt;&quot;não sei nem me interessa quais são as ideias do grupo, mas parece-me que devem ser [...]&quot;&lt;/i&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Verde Eufémia teve um porta voz, o Gualter Barbas, doutorando em Ciências do Ambiente (Economia Ecológica). Este especialista parece estar muito bem informado sobre o assunto e escreve sobre ele no excelente blogue <a href="http://ingenea.pegada.net/" rel="nofollow">inGenea</a>. </p>
<p>Seria &#8220;racional&#8221; e &#8220;intelectualmente honesto&#8221; ler as opiniões expressas no seu blogue e no próprio blogue <a href="http://eufemia.ecobytes.net/" rel="nofollow">do movimento</a> antes de apelar à ignorância para lhes imputar opiniões, o que é feito no segundo parágrafo: <i>&#8220;não sei nem me interessa quais são as ideias do grupo, mas parece-me que devem ser [...]&#8220;</i></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33328</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 12:39:49 +0000</pubDate>
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		<description>Uma só palavrita para focar melhor esta perspectiva rosada: &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Monsanto_Canada_Inc._v._Schmeiser&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Schmeiser&lt;/a&gt;.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma só palavrita para focar melhor esta perspectiva rosada: <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Monsanto_Canada_Inc._v._Schmeiser" rel="nofollow">Schmeiser</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: acarranca</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/comment-page-1/#comment-33320</link>
		<dc:creator>acarranca</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 10:57:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2008/03/24/transgenicos-i-por-jose-eduardo-gomes/#comment-33320</guid>
		<description>Interessante e informativo artigo, a merecer esperar pela segunda parte.
Sou um leigo na matéria, embora faça a gestão financeira de um projecto do POAGRO precisamente sobre a influência dos OGM sobre as culturas circundantes. Mas obviamente não me meto nos aspectos técnico-científicos.
Parece-me no entanto que a analogia entre os puritanos anti-pára-raios do tempo de Ben Franklim e quem se preocupa com os OGM (que facilmente se poderia alargar a todos os luditas anti-maquinaria da primeira revolução industrial) não será a mais apropriada nem a mais justa. Longe de mim defender práticas voluntaristas (para ser meigo) como as que assistimos no ano passado no Algarve, e um pouco por todo o mundo.
Acho que o principal receio é que a disseminação dos OGM (cuja designação contesta, mas que por comodidade adopto aqui) possa desencadear reacções em cadeia nos restantes organismos circundantes, nos organismos que os parasitam, etc. Um pouco como a energia nuclear: se há um acidente numa central a carvão, é grave mas pode facilmente ser circunscrito; o mesmo já não se passa se ocorrer o acidente na central nuclear, como já tivemos exemplo. Por outro lado, uma das tecnologias pode produzir mais alimentos (e tanto quanto sei, mais baratos - mas igualmente conduzir a uma maior dependência das grandes multinacionais do ramo), e a outra pode igualmente produzir energia mais barata e libertar-nos do garrote dos hidrocarbonetos e outros fósseis.
Não tendo certezas, acho que toda a discussão e informação não é demais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante e informativo artigo, a merecer esperar pela segunda parte.<br />
Sou um leigo na matéria, embora faça a gestão financeira de um projecto do POAGRO precisamente sobre a influência dos OGM sobre as culturas circundantes. Mas obviamente não me meto nos aspectos técnico-científicos.<br />
Parece-me no entanto que a analogia entre os puritanos anti-pára-raios do tempo de Ben Franklim e quem se preocupa com os OGM (que facilmente se poderia alargar a todos os luditas anti-maquinaria da primeira revolução industrial) não será a mais apropriada nem a mais justa. Longe de mim defender práticas voluntaristas (para ser meigo) como as que assistimos no ano passado no Algarve, e um pouco por todo o mundo.<br />
Acho que o principal receio é que a disseminação dos OGM (cuja designação contesta, mas que por comodidade adopto aqui) possa desencadear reacções em cadeia nos restantes organismos circundantes, nos organismos que os parasitam, etc. Um pouco como a energia nuclear: se há um acidente numa central a carvão, é grave mas pode facilmente ser circunscrito; o mesmo já não se passa se ocorrer o acidente na central nuclear, como já tivemos exemplo. Por outro lado, uma das tecnologias pode produzir mais alimentos (e tanto quanto sei, mais baratos &#8211; mas igualmente conduzir a uma maior dependência das grandes multinacionais do ramo), e a outra pode igualmente produzir energia mais barata e libertar-nos do garrote dos hidrocarbonetos e outros fósseis.<br />
Não tendo certezas, acho que toda a discussão e informação não é demais.</p>
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