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	<title>Comentários em: Capacidades desperdiçadas</title>
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		<title>Por: Monteiro</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-33314</link>
		<dc:creator>Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 09:57:55 +0000</pubDate>
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		<description>Penso que por muito menos caiu o antigo regime de sal azar e Caetano. Hoje, estamos não só perante muito mais exploração, como ainda perante  muito mais aldrabice.
Ao ouvirmos o presidente do IEFP, ficamos com a idéia de que aquela instituição é idônea e que procura a melhor forma de disponibilizar formação para os desempregados. Puro engano. A maioria da formação não tem qualquer utilidade prática e alguma que o poderia ter, fica praticamente fora do alcance ma maioria dos candidatos.
Vejamos,
Sabendo-se da cada vez maior importância das línguas estrangeiras para os empregadores, aquela instituição, disponibiliza alguma formação, por exemplo na língua inglesa, em diversos lugares, excepto, entre outros lugares de relativa importância, como sejam a grande área de Lisboa.
É caso para perguntar: Porque o presidente daquela instituição ainda continua no lugar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que por muito menos caiu o antigo regime de sal azar e Caetano. Hoje, estamos não só perante muito mais exploração, como ainda perante  muito mais aldrabice.<br />
Ao ouvirmos o presidente do IEFP, ficamos com a idéia de que aquela instituição é idônea e que procura a melhor forma de disponibilizar formação para os desempregados. Puro engano. A maioria da formação não tem qualquer utilidade prática e alguma que o poderia ter, fica praticamente fora do alcance ma maioria dos candidatos.<br />
Vejamos,<br />
Sabendo-se da cada vez maior importância das línguas estrangeiras para os empregadores, aquela instituição, disponibiliza alguma formação, por exemplo na língua inglesa, em diversos lugares, excepto, entre outros lugares de relativa importância, como sejam a grande área de Lisboa.<br />
É caso para perguntar: Porque o presidente daquela instituição ainda continua no lugar?</p>
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		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-33020</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 19:00:46 +0000</pubDate>
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		<description>Enquanto esperava que o sr. Rui Tavares me desse referências sobre os dois conceitos distintos de Liberalismo, o &quot;Liberalismo de Direita&quot; e o &quot;Liberalismo de Esquerda&quot;, dei uma vista de olhos neste seu novo e reluzente texto. Não sei se pretende que seja levado a sério ou se é só para divertir o pessoal aqui do burgo, pois o seu, chamemos-lhe raciocínio, infestado erros torpes. Eu diria que isto não é um propriamente um raciocínio mas sim uma manifestação de boas vontades.

Acha o Rui que durante os seus cursos de licenciatura e mestrados, os alunos ganham &quot;know-how&quot; que os habilitam a exercer cargos em outras áreas. E que não é a universidade que está errada em produzir licenciados que o mercado não quer, mas sim o mercado que é culpado de não aproveitar esses licenciados.

Quanto ao primeiro ponto tem alguma razão mas não muita. Eu pessoalmente conheço várias pessoas que se licenciaram numa área e que acabaram por fazer carreiras de sucesso noutras áreas. Isto é possível sim, mas essas pessoas licenciaram-se em universidades exigentes e foram sendo confrontadas com os mais variados tipos de problemas ao longo do seu curso. Esta assunção não é regra geral válida, sobretudo para os cursos das áreas de letras em que os alunos se limitam a fazer o mesmo tipo de coisas durante todo o curso.
Além disso, existem muitas actividades que requerem conhecimentos específicos que não são transmitidos aos alunos que frequentaram cursos distintos. Espero que o sr. Tavares não esteja à espera que um licenciado em sociologia vá exercer cirurgia com base no seu &quot;know-how&quot; adquirido durante o curso.

Sintomático é o seu ataque ao &quot;mercado&quot;. O mercado é a definição de liberdade, onde os trabalhadores têm liberdade para concorrer aos empregos que desejam e os empregadores têm liberdade para procurar os empregados que desejam. Atacando &quot;ataque&quot; o mercado e a liberdade de escolha, assume-se que alguém deveria DITAR quem ocupa cada posto de trabalho. Esta posição não se pode sizer que seja incoerente, pois é consentânea com as ideias autoritárias da sua área ideológica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto esperava que o sr. Rui Tavares me desse referências sobre os dois conceitos distintos de Liberalismo, o &#8220;Liberalismo de Direita&#8221; e o &#8220;Liberalismo de Esquerda&#8221;, dei uma vista de olhos neste seu novo e reluzente texto. Não sei se pretende que seja levado a sério ou se é só para divertir o pessoal aqui do burgo, pois o seu, chamemos-lhe raciocínio, infestado erros torpes. Eu diria que isto não é um propriamente um raciocínio mas sim uma manifestação de boas vontades.</p>
<p>Acha o Rui que durante os seus cursos de licenciatura e mestrados, os alunos ganham &#8220;know-how&#8221; que os habilitam a exercer cargos em outras áreas. E que não é a universidade que está errada em produzir licenciados que o mercado não quer, mas sim o mercado que é culpado de não aproveitar esses licenciados.</p>
<p>Quanto ao primeiro ponto tem alguma razão mas não muita. Eu pessoalmente conheço várias pessoas que se licenciaram numa área e que acabaram por fazer carreiras de sucesso noutras áreas. Isto é possível sim, mas essas pessoas licenciaram-se em universidades exigentes e foram sendo confrontadas com os mais variados tipos de problemas ao longo do seu curso. Esta assunção não é regra geral válida, sobretudo para os cursos das áreas de letras em que os alunos se limitam a fazer o mesmo tipo de coisas durante todo o curso.<br />
Além disso, existem muitas actividades que requerem conhecimentos específicos que não são transmitidos aos alunos que frequentaram cursos distintos. Espero que o sr. Tavares não esteja à espera que um licenciado em sociologia vá exercer cirurgia com base no seu &#8220;know-how&#8221; adquirido durante o curso.</p>
<p>Sintomático é o seu ataque ao &#8220;mercado&#8221;. O mercado é a definição de liberdade, onde os trabalhadores têm liberdade para concorrer aos empregos que desejam e os empregadores têm liberdade para procurar os empregados que desejam. Atacando &#8220;ataque&#8221; o mercado e a liberdade de escolha, assume-se que alguém deveria DITAR quem ocupa cada posto de trabalho. Esta posição não se pode sizer que seja incoerente, pois é consentânea com as ideias autoritárias da sua área ideológica.</p>
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		<title>Por: Capacidades desperdiçadas &#171; Animal Civilizado</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-32983</link>
		<dc:creator>Capacidades desperdiçadas &#171; Animal Civilizado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 12:24:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] outro texto sobre o desemprego de diplomados, Capacidades desperdiçadas, por Rui Tavares no blog cinco dias.     Posted by C. Alexandra Filed in geral Tags: desemprego, educação, ensino [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] outro texto sobre o desemprego de diplomados, Capacidades desperdiçadas, por Rui Tavares no blog cinco dias.     Posted by C. Alexandra Filed in geral Tags: desemprego, educação, ensino [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: João José Fernandes Simões</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-32977</link>
		<dc:creator>João José Fernandes Simões</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 10:39:52 +0000</pubDate>
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		<description>A culpa é da &quot;rigidez da lei laboral&quot; como diz o &quot;cretino&quot; do The Studio.
É uma vergonha o que se passa com os enfermeiros, que são pagos em muitos locais onde atendem doentes (nem clínicas lhes chamo...) à hora e a um valor que é inferior ao que pago à senhora que vem passar a ferro cá em casa e à senhora que vem ajudar a minha mãe já idosa.
E em Psicologia existem licenciados a trabalhar de borla há vários anos para algumas instituições, incluindo públicas ou de interesse público, onde a falta de gabinetes de psicologia é gritante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A culpa é da &#8220;rigidez da lei laboral&#8221; como diz o &#8220;cretino&#8221; do The Studio.<br />
É uma vergonha o que se passa com os enfermeiros, que são pagos em muitos locais onde atendem doentes (nem clínicas lhes chamo&#8230;) à hora e a um valor que é inferior ao que pago à senhora que vem passar a ferro cá em casa e à senhora que vem ajudar a minha mãe já idosa.<br />
E em Psicologia existem licenciados a trabalhar de borla há vários anos para algumas instituições, incluindo públicas ou de interesse público, onde a falta de gabinetes de psicologia é gritante.</p>
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		<title>Por: jj.amarante</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-32975</link>
		<dc:creator>jj.amarante</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 10:07:20 +0000</pubDate>
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		<description>É cada vez mais difícil prever as necessidades futuras de formação, nesta época de mudança acelerada. Mas a duração dessa formação não pode ser comprimida à nossa vontade pelo que existirá sempre algum risco de desadequação no fim do curso. Diria que boa parte dessa desadequação não resulta das Universidades ou dos alunos serem preguiçosos ou estúpidos nas suas escolhas mas da dificuldade intrínseca de prever o futuro. Agora a solução nunca poderá ser deixar de formar licenciados. O país precisa de licenciados e quantos mais melhor. Essa foi a realmente pesada herança do Salazarismo, o pensamento que não valia a pena educar uma parte substancial da população.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É cada vez mais difícil prever as necessidades futuras de formação, nesta época de mudança acelerada. Mas a duração dessa formação não pode ser comprimida à nossa vontade pelo que existirá sempre algum risco de desadequação no fim do curso. Diria que boa parte dessa desadequação não resulta das Universidades ou dos alunos serem preguiçosos ou estúpidos nas suas escolhas mas da dificuldade intrínseca de prever o futuro. Agora a solução nunca poderá ser deixar de formar licenciados. O país precisa de licenciados e quantos mais melhor. Essa foi a realmente pesada herança do Salazarismo, o pensamento que não valia a pena educar uma parte substancial da população.</p>
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		<title>Por: Carlos Barbosa de Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/20/capacidades-desperdicadas/comment-page-1/#comment-32974</link>
		<dc:creator>Carlos Barbosa de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 09:58:01 +0000</pubDate>
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		<description>Estaremos muito mal no dia em que as pessoas forem obrigadas a escolher cursos em função do mercado e não das suas opções, gostos e talentos. Eu não quero ( e tenho medo, até...) viver numa sociedade que diga a um jovem que sonha ser psicólogo, que deve seguir engenharia. Só de escrever isto, sinto um arrepio percorrer-me a espinha!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estaremos muito mal no dia em que as pessoas forem obrigadas a escolher cursos em função do mercado e não das suas opções, gostos e talentos. Eu não quero ( e tenho medo, até&#8230;) viver numa sociedade que diga a um jovem que sonha ser psicólogo, que deve seguir engenharia. Só de escrever isto, sinto um arrepio percorrer-me a espinha!</p>
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