Trinta anos a ser sustentado por todos os portugueses

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A receber o que Alberto João Jardim todos os anos recebe do “continente”, qualquer um teria a “obra feita” (que eu em parte admito que ele tenha). O que nem toda a gente faria era manter um controlo policial sobre a ilha, controlar a imprensa, pagar a colunistas e manter sob seu controlo (como empregador) um quarto da população. Mas parece que agora já não lhe chega o subsídio: quer mais dois mil euros do Daniel Oliveira (fora os juros) a título pessoal.

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6 respostas a Trinta anos a ser sustentado por todos os portugueses

  1. ruibarbo diz:

    é um travesti de democracia esta em que vivemos. um homem que insulta tudo e todos, sem nunca ter levado com um processo em tribunal. um racista que fez afirmações do teor mais duvidoso que apenas serviram para abrir telejornais, mas que nunca tiveram qualquer consequência…isto é uma merda – só apetece dizer.
    mas abre um precedente gravíssimo: doravante, todos a piarem fininho, que não se metam com o homem (ia a escrever soba, mas temo que seja censurado e não quero causar problemas ao cinco) da madeira porque parece que há juízes com dinheirinho off-shore…
    só para rir. como diria César Monteiro: anda Luciano que já enganámos mais um.

  2. João José Fernandes Simões diz:

    Ironias do caralho…!

  3. Zé Pardal diz:

    Cuidado, podem chamar-lhe tudo menos palhaço.

  4. Caro Filipe Moura, talvez fosse relevante esclarecer-nos melhor sobre o que entende por “obra feita”. Não pelo exemplo em apreço, mas para tentar perceber o alcance semiótico desse conceito tão apregoado, como outros, pelos meios ditos de “informação” sem qualquer (um pingo) de reflexão crítica sobre o mesmo.

    Ou partamos para exemplos, se for mais ilustrativo: quem tem mais “obra feita” em Portugal? Luís Filipe Menezes? Isaltino Morais? Cavaco Silva? Ferreira do Amaral? António Guterres? Mário Soares? Rui Rio? Santana Lopes? João Soares? Jorge Sampaio? Sottomayor Cardia?

    Será legítimo atribuir ao conceito de “obra feita” o valor com que ao comum dos Cidadãos ele é tão frequantemente impingido?

    Só cá por coisas…

  5. “frequentemente”, claro (é das pressas…)

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