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	<title>Comentários em: Sim, e agora?</title>
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		<title>Por: Take II : O País Relativo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-74024</link>
		<dc:creator>Take II : O País Relativo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:54:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] da primeira grande manifestação de professores em Março passado, o João Pinto e Castro escreveu isto. Acho que vale a pena [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] da primeira grande manifestação de professores em Março passado, o João Pinto e Castro escreveu isto. Acho que vale a pena [...]</p>
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		<title>Por: André Carapinha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31727</link>
		<dc:creator>André Carapinha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 02:56:50 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João Pinto e Castro:

Não são as minhas propostas que estamos aqui a analisar. Mais uma vez está a cair no erro de &quot;Mais vale qualquer coisa do que nada&quot;. Não concordo, sobretudo quando essa &quot;qualquer coisa&quot; caminha no sentido do abismo.

As minhas propostas não caberiam no espaço de um comentário, mas adianto que estou no geral de acordo com o que escreve o José Luis Sarmento. Esta &quot;reforma&quot; não ataca o essencial (antes pelo contrário), e ocupa-se do acessório, mal. Incrementa-se a burocracia e a ausência de autoridade, mesmo de disponibilidade, do professor; e se se avalia (o que concordo) parte-se de péssimos critérios e acaba-se em formas viciadas e contraproducentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Pinto e Castro:</p>
<p>Não são as minhas propostas que estamos aqui a analisar. Mais uma vez está a cair no erro de &#8220;Mais vale qualquer coisa do que nada&#8221;. Não concordo, sobretudo quando essa &#8220;qualquer coisa&#8221; caminha no sentido do abismo.</p>
<p>As minhas propostas não caberiam no espaço de um comentário, mas adianto que estou no geral de acordo com o que escreve o José Luis Sarmento. Esta &#8220;reforma&#8221; não ataca o essencial (antes pelo contrário), e ocupa-se do acessório, mal. Incrementa-se a burocracia e a ausência de autoridade, mesmo de disponibilidade, do professor; e se se avalia (o que concordo) parte-se de péssimos critérios e acaba-se em formas viciadas e contraproducentes.</p>
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	<item>
		<title>Por: José Luiz Sarmento</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31648</link>
		<dc:creator>José Luiz Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 19:47:24 +0000</pubDate>
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		<description>Caro João Pinto e Castro:

A avaliação dos professores e o modelo de gestão das escolas não são as questões essenciais. São questões importantes, mas acessórias. As questões essenciais são: a) a burocracia bizantina que não deixa margem para o ensino; b) os delírios pedagógicos dos &quot;cientistas da educação&quot;; c) o incivismo endémico que não deixa margem para a aprendizagem.

Ou, como diria a placa na minha secretária se eu fosse ministro da educação: É O ENSINO, ESTÚPIDO!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Pinto e Castro:</p>
<p>A avaliação dos professores e o modelo de gestão das escolas não são as questões essenciais. São questões importantes, mas acessórias. As questões essenciais são: a) a burocracia bizantina que não deixa margem para o ensino; b) os delírios pedagógicos dos &#8220;cientistas da educação&#8221;; c) o incivismo endémico que não deixa margem para a aprendizagem.</p>
<p>Ou, como diria a placa na minha secretária se eu fosse ministro da educação: É O ENSINO, ESTÚPIDO!</p>
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	<item>
		<title>Por: João Pinto e Castro</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31611</link>
		<dc:creator>João Pinto e Castro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 17:39:04 +0000</pubDate>
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		<description>Reconheço a relevância de muito do que diz, André, mas não entendi qual a sua proposta. Não estou à espera de uma reforma perfeita, porque isso não existe, estou à espera de uma reforma que comece pelos problemas essenciais, que, repito, são: a) avaliação dos professores; b) alteração do modelo de gestão das escolas. Uma coisa de cada vez. Vai ver que, depois, tudo o resto se tornará mais fácil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reconheço a relevância de muito do que diz, André, mas não entendi qual a sua proposta. Não estou à espera de uma reforma perfeita, porque isso não existe, estou à espera de uma reforma que comece pelos problemas essenciais, que, repito, são: a) avaliação dos professores; b) alteração do modelo de gestão das escolas. Uma coisa de cada vez. Vai ver que, depois, tudo o resto se tornará mais fácil.</p>
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	<item>
		<title>Por: André Carapinha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31577</link>
		<dc:creator>André Carapinha</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:49:40 +0000</pubDate>
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		<description>Lendo o post recordei-me da espantosa frase do Sócrates de há uns dias (que foi objecto de post no 2+2=5):

«Os portugueses tem de entender que a alternativa às reformas é ficar tudo como estava»

É evidente que se pode discordar do rumo de uma &quot;reforma&quot;, e que existem muitas alternativas a &quot;ficar tudo como estava&quot;. Estando de acordo com os desafios que enumera no ponto 7 («a) o desafio da adaptação do conteúdo do ensino às necessidades da sociedade contemporânea; b) o desafio da gestão criteriosa dos recursos ao seu dispor»),  discordo totalmente que as &quot;reformas&quot; que nos são apresentada respondam tanto à alinea a) como à b):

Quanto à a), é estranho que a &quot;adaptação do conteúdo do ensino às necessidades da sociedade contemporânea&quot; resulte numa visão da escola como mero veículo de passagens administrativas, sem qualquer critério de exigência, espécie de depósito de alunos das 9h às 18h. As &quot;reformas&quot; da ministra o que conseguem é diplomar o analfabetismo, com corolário nas extraordinárias &quot;novas oportunidades&quot;: tinhas o 9º, agora tens o 12º, sabes é o mesmo que antes. Acho que o JPT se devia informar com quem esteja por dentro do assunto sobre o que DE FACTO se está a passar nas escolas.

Quanto à b), é curioso que a &quot;gestão dos recursos&quot; seja o instituir de uma cada vez maior burocratização do trabalho do professor (aconselho-o a informar-se sobre os espantosos relatórios). Também não me parece boa gestão, seja aqui ou numa qualquer empresa, colocar a quase totalidade dos recursos humanos disponíveis contra as medidas que se toma. Eu sublinho esta &quot;quase totalidade&quot;, porque nela se encontram os professores com genuíno espírito reformista, inovadores, adaptáveis à mudança, que aceitariam de bom grado as reformas se as entendessem como positivas.

Preparamo-nos para assisitir ao introduzir nas escolas do pior das empresas privadas (o amiguismo e a cunha), e não do melhor (a exigência e a competividade). Criou-se uma casta superior (os professores titulares), que não foram promovidos por quaisquer critérios de mérito mas de pura e simples antiguidade, que a partir deste momento tudo pode nas escolas, inclusivé dispor a seu bel-prazer das carreiras dos seus colegas da casta inferior. Curiosamente, são esses, os tais que eram &quot;acomodados&quot;, &quot;não inovadores&quot;, &quot;velhos&quot;, que sairam reforçados desta salganhada feita sem qualquer critério. É igualmente curioso que não sejam esses que protestam nas ruas - esses já estão representados nos Conselhos Executivos, que são os únicos orgãos com que a Ministra admite dialogar.  Com quotas para progressão na carreira e a avaliação a depender exclusivamente de professores titulares (que nem tem de ser da mesma disciplina), isto vai ser assim como se passa na empresa onde trabalho, onde as promoções dependem menos da excelência do trabalho e mais de sair à noite com o chefe.

É verdade, e eu escrevi-o já muitas vezes, que as acções dos sindicatos são demasiadas vezes subordinadas à agenda do PCP. Também desta vez vamos assistir ao mesmo, mas a &quot;vitória de Pirro&quot; de que o JPT nos fala não é do PCP, dos sindicatos, ou dos restantes partidos da oposição - já que os objectivos destes são políticos, logo de desgaste ao governo. Será, sim, e mais uma vez, da classe profissional que deveria ser representadas pelos sindicatos. 

Mas convém também aqui não misturar alhos com bugalhos: &quot;afrontar os sindicatos&quot; não é algo correcto em si mesmo, tal como &quot;reformar&quot; também não o é. São meios cuja benignidade depende dos fins em causa. Nesta caso, e com muita pena minha, preparamo-nos para mais não sei quantos anos de retrocesso no ensino, mas desta vez através de um choque traumático que será muito pior que qualquer uma das &quot;reformas&quot; que desde o 1º governo Guterres inauguraram o caos actual, e que vai demorar muito muito tempo a recuperar. E assim se adia o país, naquilo que lhe falta mais: um ensino público de qualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lendo o post recordei-me da espantosa frase do Sócrates de há uns dias (que foi objecto de post no 2+2=5):</p>
<p>«Os portugueses tem de entender que a alternativa às reformas é ficar tudo como estava»</p>
<p>É evidente que se pode discordar do rumo de uma &#8220;reforma&#8221;, e que existem muitas alternativas a &#8220;ficar tudo como estava&#8221;. Estando de acordo com os desafios que enumera no ponto 7 («a) o desafio da adaptação do conteúdo do ensino às necessidades da sociedade contemporânea; b) o desafio da gestão criteriosa dos recursos ao seu dispor»),  discordo totalmente que as &#8220;reformas&#8221; que nos são apresentada respondam tanto à alinea a) como à b):</p>
<p>Quanto à a), é estranho que a &#8220;adaptação do conteúdo do ensino às necessidades da sociedade contemporânea&#8221; resulte numa visão da escola como mero veículo de passagens administrativas, sem qualquer critério de exigência, espécie de depósito de alunos das 9h às 18h. As &#8220;reformas&#8221; da ministra o que conseguem é diplomar o analfabetismo, com corolário nas extraordinárias &#8220;novas oportunidades&#8221;: tinhas o 9º, agora tens o 12º, sabes é o mesmo que antes. Acho que o JPT se devia informar com quem esteja por dentro do assunto sobre o que DE FACTO se está a passar nas escolas.</p>
<p>Quanto à b), é curioso que a &#8220;gestão dos recursos&#8221; seja o instituir de uma cada vez maior burocratização do trabalho do professor (aconselho-o a informar-se sobre os espantosos relatórios). Também não me parece boa gestão, seja aqui ou numa qualquer empresa, colocar a quase totalidade dos recursos humanos disponíveis contra as medidas que se toma. Eu sublinho esta &#8220;quase totalidade&#8221;, porque nela se encontram os professores com genuíno espírito reformista, inovadores, adaptáveis à mudança, que aceitariam de bom grado as reformas se as entendessem como positivas.</p>
<p>Preparamo-nos para assisitir ao introduzir nas escolas do pior das empresas privadas (o amiguismo e a cunha), e não do melhor (a exigência e a competividade). Criou-se uma casta superior (os professores titulares), que não foram promovidos por quaisquer critérios de mérito mas de pura e simples antiguidade, que a partir deste momento tudo pode nas escolas, inclusivé dispor a seu bel-prazer das carreiras dos seus colegas da casta inferior. Curiosamente, são esses, os tais que eram &#8220;acomodados&#8221;, &#8220;não inovadores&#8221;, &#8220;velhos&#8221;, que sairam reforçados desta salganhada feita sem qualquer critério. É igualmente curioso que não sejam esses que protestam nas ruas &#8211; esses já estão representados nos Conselhos Executivos, que são os únicos orgãos com que a Ministra admite dialogar.  Com quotas para progressão na carreira e a avaliação a depender exclusivamente de professores titulares (que nem tem de ser da mesma disciplina), isto vai ser assim como se passa na empresa onde trabalho, onde as promoções dependem menos da excelência do trabalho e mais de sair à noite com o chefe.</p>
<p>É verdade, e eu escrevi-o já muitas vezes, que as acções dos sindicatos são demasiadas vezes subordinadas à agenda do PCP. Também desta vez vamos assistir ao mesmo, mas a &#8220;vitória de Pirro&#8221; de que o JPT nos fala não é do PCP, dos sindicatos, ou dos restantes partidos da oposição &#8211; já que os objectivos destes são políticos, logo de desgaste ao governo. Será, sim, e mais uma vez, da classe profissional que deveria ser representadas pelos sindicatos. </p>
<p>Mas convém também aqui não misturar alhos com bugalhos: &#8220;afrontar os sindicatos&#8221; não é algo correcto em si mesmo, tal como &#8220;reformar&#8221; também não o é. São meios cuja benignidade depende dos fins em causa. Nesta caso, e com muita pena minha, preparamo-nos para mais não sei quantos anos de retrocesso no ensino, mas desta vez através de um choque traumático que será muito pior que qualquer uma das &#8220;reformas&#8221; que desde o 1º governo Guterres inauguraram o caos actual, e que vai demorar muito muito tempo a recuperar. E assim se adia o país, naquilo que lhe falta mais: um ensino público de qualidade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: aleph</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31572</link>
		<dc:creator>aleph</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 15:15:21 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Avalio muito positivamente o desempenho global do ensino público após o 25 de Abril de 1974. Transformou o analfabetismo num fenómeno residual.&quot; 

Avalia muito positivamente, comparando com o quê?

Recordo-lhe que 34 anos após o 25 de Abril e 22 anos após a entrada na União Europeia, Portugal é o líder destacado na taxa de abandono escolar em toda a união europeia, com uma taxa de abandono de cerca de 40%. 

Na taxa da analfabetismo, estamos ainda pior. Segundo o ultimo census, cerca de 9 % dos portugueses são analfabetos. Quase um milhão de cidadãos &quot;residuais&quot;, suponho... É claro que estas estatísticas melhoram com o passar dos anos. É só esperar que os analfabetos morram... 

Mais: segundo as estimativas apresentadas no Human Development Report 2007/2008 da ONU, temos a maior taxa de analfabetismo de toda a União Europeia a 25, mais uma vez destacados e temos à nossa frente a bonita quantia de 63 países com melhores performances na alfabetização... 

&quot;Fizemos o que fizemos, e fizemo-lo genericamente bem.&quot; 

Imagine-se se tivéssemos feito as coisas mal...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Avalio muito positivamente o desempenho global do ensino público após o 25 de Abril de 1974. Transformou o analfabetismo num fenómeno residual.&#8221; </p>
<p>Avalia muito positivamente, comparando com o quê?</p>
<p>Recordo-lhe que 34 anos após o 25 de Abril e 22 anos após a entrada na União Europeia, Portugal é o líder destacado na taxa de abandono escolar em toda a união europeia, com uma taxa de abandono de cerca de 40%. </p>
<p>Na taxa da analfabetismo, estamos ainda pior. Segundo o ultimo census, cerca de 9 % dos portugueses são analfabetos. Quase um milhão de cidadãos &#8220;residuais&#8221;, suponho&#8230; É claro que estas estatísticas melhoram com o passar dos anos. É só esperar que os analfabetos morram&#8230; </p>
<p>Mais: segundo as estimativas apresentadas no Human Development Report 2007/2008 da ONU, temos a maior taxa de analfabetismo de toda a União Europeia a 25, mais uma vez destacados e temos à nossa frente a bonita quantia de 63 países com melhores performances na alfabetização&#8230; </p>
<p>&#8220;Fizemos o que fizemos, e fizemo-lo genericamente bem.&#8221; </p>
<p>Imagine-se se tivéssemos feito as coisas mal&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Streptococcus pyogenes : Goodnight Moon</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31566</link>
		<dc:creator>Streptococcus pyogenes : Goodnight Moon</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 14:35:42 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Este post do João Pinto e Castro é [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Este post do João Pinto e Castro é [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: José Luiz Sarmento</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31562</link>
		<dc:creator>José Luiz Sarmento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:57:38 +0000</pubDate>
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		<description>ruibarbo:

Leia a minha resposta à sua pergunta no meu comentário ao post «Contentes, agora?»</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ruibarbo:</p>
<p>Leia a minha resposta à sua pergunta no meu comentário ao post «Contentes, agora?»</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rodrigues</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31561</link>
		<dc:creator>Luis Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:49:40 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente post. Discordando embora de um ou outro ponto, subscrevo claramente a generalidade das suas observações. 
É flagrante o terror das avaliações (&quot;à séria&quot;)  e o propósito de evitá-las - ou pelo menos de evitar que tenham consequências práticas.  As comoventes manifestações de interesse na avaliação - mas &quot;não nesta&quot;, claro - servem apenas para esconder, e mal, essa intenção. 
A propositada distorção dos pormenores (a participação dos pais, a progressão das notas, etc..) para criar ruído é demonstrativa dessa postura. 
As palavras, de uma dirigente sindical que se queixava de que larga percentagem dos professores não chegaria ao topo da carreira, dizem tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente post. Discordando embora de um ou outro ponto, subscrevo claramente a generalidade das suas observações.<br />
É flagrante o terror das avaliações (&#8220;à séria&#8221;)  e o propósito de evitá-las &#8211; ou pelo menos de evitar que tenham consequências práticas.  As comoventes manifestações de interesse na avaliação &#8211; mas &#8220;não nesta&#8221;, claro &#8211; servem apenas para esconder, e mal, essa intenção.<br />
A propositada distorção dos pormenores (a participação dos pais, a progressão das notas, etc..) para criar ruído é demonstrativa dessa postura.<br />
As palavras, de uma dirigente sindical que se queixava de que larga percentagem dos professores não chegaria ao topo da carreira, dizem tudo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: armandorocheteau</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31558</link>
		<dc:creator>armandorocheteau</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 13:45:29 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo post. Reproduzo-o no 2+2=5</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo post. Reproduzo-o no 2+2=5</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GL</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31458</link>
		<dc:creator>GL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 01:17:21 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;o ensino existe para educar os alunos, não para empregar os professores&quot;

Essa é a frase. Está tudo dito.
Sócrates recuou muito mal na Saúde e faço votos que não recue agora.

O objectivo disto tudo é a 1 ano da eleição, liquidar qualquer hipótese de maioria absoluta, de forma a se obter a médio prazo uma redução do ciclo político. Mais uma vez ninguém pensa no país. A direita porque anseia o poder, a esquerda porque não anseia o poder e, quanto menos reformas, mais votos.

Mais uma vez fica a evidência de que é quase impossível fazer reformas em Portugal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;o ensino existe para educar os alunos, não para empregar os professores&#8221;</p>
<p>Essa é a frase. Está tudo dito.<br />
Sócrates recuou muito mal na Saúde e faço votos que não recue agora.</p>
<p>O objectivo disto tudo é a 1 ano da eleição, liquidar qualquer hipótese de maioria absoluta, de forma a se obter a médio prazo uma redução do ciclo político. Mais uma vez ninguém pensa no país. A direita porque anseia o poder, a esquerda porque não anseia o poder e, quanto menos reformas, mais votos.</p>
<p>Mais uma vez fica a evidência de que é quase impossível fazer reformas em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lutz</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31454</link>
		<dc:creator>Lutz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 22:52:35 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31451</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 22:07:14 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;As mesmas pessoas que há semanas declaravam defunto o movimento sindical encontram-lhe agora insuspeitadas virtudes.&quot;

Essa é que é essa. E dá vontade de rir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As mesmas pessoas que há semanas declaravam defunto o movimento sindical encontram-lhe agora insuspeitadas virtudes.&#8221;</p>
<p>Essa é que é essa. E dá vontade de rir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rouxinol</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31450</link>
		<dc:creator>Rouxinol</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 22:06:53 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;i&gt;&quot;O que reivindicam? Por que clamam?&quot;&lt;/i&gt;

 Querem encontrar, cada um à sua maneira, a mais pequena discordância num extenso conjunto de reformas que, grosso modo, aumentam a sua responsabilidade e requerem maior exigência (e isso é chato..para os professores, claro). Quando encontrarem a alínea de que discordam, já sabem porque é que está tudo mal. 
 A Fenprof, pela sua natureza, reage por interesses. Ver &lt;a href=&quot;http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1294638&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; um exemplo disso mesmo. 
 
 Depois, atrás deles, a infantilidade de uma esquerda (e direita populista) de reflexos anti-governo, nada construtivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;O que reivindicam? Por que clamam?&#8221;</i></p>
<p> Querem encontrar, cada um à sua maneira, a mais pequena discordância num extenso conjunto de reformas que, grosso modo, aumentam a sua responsabilidade e requerem maior exigência (e isso é chato..para os professores, claro). Quando encontrarem a alínea de que discordam, já sabem porque é que está tudo mal.<br />
 A Fenprof, pela sua natureza, reage por interesses. Ver <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1294638" rel="nofollow">aqui</a> um exemplo disso mesmo. </p>
<p> Depois, atrás deles, a infantilidade de uma esquerda (e direita populista) de reflexos anti-governo, nada construtivos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Abrantes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31447</link>
		<dc:creator>Miguel Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 21:35:42 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente análise. Peço licença para o reproduzir integralmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente análise. Peço licença para o reproduzir integralmente.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ruibarbo</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31446</link>
		<dc:creator>ruibarbo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 21:16:28 +0000</pubDate>
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		<description>Mas afinal, alguém me explica, como se fosse a uma criança, o que querem os professores? É que perante tantos qualificativos - isto está &quot;muito mal&quot;; &quot;a situação nunca foi tão má&quot;, etc - fico sem perceber patavina do que querem verdadeiramente os profs. O que reivindicam? Por que clamam?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas afinal, alguém me explica, como se fosse a uma criança, o que querem os professores? É que perante tantos qualificativos &#8211; isto está &#8220;muito mal&#8221;; &#8220;a situação nunca foi tão má&#8221;, etc &#8211; fico sem perceber patavina do que querem verdadeiramente os profs. O que reivindicam? Por que clamam?</p>
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	<item>
		<title>Por: M. Abrantes</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31443</link>
		<dc:creator>M. Abrantes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:59:50 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns mal entendidos seus:

1. Os professores não estão contra a avaliação. Queira ler, ver e ouvir a imprensa. 

2.  &quot;Avalio muito positivamente o desempenho global do ensino público após o 25 de Abril de 1974&quot;. 

Se é isto que pensa, então revela algum descuido quando entende que o ensino pode ser reformado contra a vontade das pessoas que são, em última análise, responsáveis por este (nas suas palavras) desempenho positivo: os professores. 

Mas não me espantava que fosse esse o caminho tomado. Infelizmente o que vai marcando pontos no nosso país, é uma casta de iluminados que se pronuncia e decide sobre tudo, mesmo contra as opiniões de experts e profissionais nas matérias. Não faltam exemplos no governo. Estamos no rabo da europa há décadas, mas este cabotinismo não desampara.

3.&quot;Não tenho o menor desejo de polemizar sobre se as coisas teriam sido melhores ou piores se outro caminho tivesse sido seguido. Fizemos o que fizemos, e fizemo-lo genericamente bem.&quot;

Em resumo, recusa qualquer tipo de análise/crítica sobre o caminho seguido. É muito curiosa esta perspectiva. Mas os professores são, em geral, pessoas que levam a sério o seu trabalho. Não se podem dar a luxo de fazer de conta que tudo está bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns mal entendidos seus:</p>
<p>1. Os professores não estão contra a avaliação. Queira ler, ver e ouvir a imprensa. </p>
<p>2.  &#8220;Avalio muito positivamente o desempenho global do ensino público após o 25 de Abril de 1974&#8243;. </p>
<p>Se é isto que pensa, então revela algum descuido quando entende que o ensino pode ser reformado contra a vontade das pessoas que são, em última análise, responsáveis por este (nas suas palavras) desempenho positivo: os professores. </p>
<p>Mas não me espantava que fosse esse o caminho tomado. Infelizmente o que vai marcando pontos no nosso país, é uma casta de iluminados que se pronuncia e decide sobre tudo, mesmo contra as opiniões de experts e profissionais nas matérias. Não faltam exemplos no governo. Estamos no rabo da europa há décadas, mas este cabotinismo não desampara.</p>
<p>3.&#8221;Não tenho o menor desejo de polemizar sobre se as coisas teriam sido melhores ou piores se outro caminho tivesse sido seguido. Fizemos o que fizemos, e fizemo-lo genericamente bem.&#8221;</p>
<p>Em resumo, recusa qualquer tipo de análise/crítica sobre o caminho seguido. É muito curiosa esta perspectiva. Mas os professores são, em geral, pessoas que levam a sério o seu trabalho. Não se podem dar a luxo de fazer de conta que tudo está bem.</p>
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	<item>
		<title>Por: josé Manuel Faria</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31438</link>
		<dc:creator>josé Manuel Faria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:31:26 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;De acordo com o documento, é criado o Conselho Geral, um órgão que terá, no máximo, 20 membros, sendo constituído por professores, funcionários não docentes, encarregados de educação e representantes da autarquia e da comunidade local. 

Os professores nunca poderão estar em maioria no Conselho Geral. O projecto de decreto-lei estabelece que a sua representação não poderá ser inferior a 30 por cento nem superior a 40 por cento da totalidade dos membros. 

Permitir que um docente do ensino privado possa ser director de uma escola ou agrupamento público; e impor a nomeação, pelo director, de todos responsáveis pelas funções de gestão intermédia (coordenadores de departamentos, conselho de docentes, directores de turma, coordenadores de estabelecimento, etc), são objectivos centrais do projecto governamental, confirmados na conferência de imprensa realizada pelo ME.&quot; 

Quem nomeia estas 20 personalidades?

Que capacidades têm para nomear o director da escola.

Onde está o mal nas eleições para o Conselho Executivo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;De acordo com o documento, é criado o Conselho Geral, um órgão que terá, no máximo, 20 membros, sendo constituído por professores, funcionários não docentes, encarregados de educação e representantes da autarquia e da comunidade local. </p>
<p>Os professores nunca poderão estar em maioria no Conselho Geral. O projecto de decreto-lei estabelece que a sua representação não poderá ser inferior a 30 por cento nem superior a 40 por cento da totalidade dos membros. </p>
<p>Permitir que um docente do ensino privado possa ser director de uma escola ou agrupamento público; e impor a nomeação, pelo director, de todos responsáveis pelas funções de gestão intermédia (coordenadores de departamentos, conselho de docentes, directores de turma, coordenadores de estabelecimento, etc), são objectivos centrais do projecto governamental, confirmados na conferência de imprensa realizada pelo ME.&#8221; </p>
<p>Quem nomeia estas 20 personalidades?</p>
<p>Que capacidades têm para nomear o director da escola.</p>
<p>Onde está o mal nas eleições para o Conselho Executivo?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João Galamba</title>
		<link>http://5dias.net/2008/03/10/sim-e-agora/comment-page-1/#comment-31435</link>
		<dc:creator>João Galamba</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:29:51 +0000</pubDate>
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		<description>excelente post!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>excelente post!</p>
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