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	<title>Comentários em: Grandes liberais e pequenos vigaristas (2)</title>
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		<title>Por: JJ</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-35626</link>
		<dc:creator>JJ</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 21:19:09 +0000</pubDate>
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		<description>Qualquer item servido num restaurante é um serviço, não é um produto. Até o Estado entende isso. O IVA de12% a pagar não é sobre mercadorias, mas sim Serviços Prestados! 

Se fossem produtos vinham em caixas, sem sabor, e tinha de por no microondas para comer algo quente pois ninguém me &quot;servia&quot;!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer item servido num restaurante é um serviço, não é um produto. Até o Estado entende isso. O IVA de12% a pagar não é sobre mercadorias, mas sim Serviços Prestados! </p>
<p>Se fossem produtos vinham em caixas, sem sabor, e tinha de por no microondas para comer algo quente pois ninguém me &#8220;servia&#8221;!</p>
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		<title>Por: Algarviu</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29691</link>
		<dc:creator>Algarviu</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 15:37:25 +0000</pubDate>
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		<description>Couvert ou não couvert, eis a magna questão! Liberalismo ou intervencionismo do Estado, que transcendente questão ideológica!
Ricardo/Smith versus Keynes eis a agenda do dia, sobre a mesa. Que dirão outros clássicos sobre o valor de uso e o valor de troca do paté, da manteiga meio sal, do queijinho fresco ou de Serpa?
Esta terrível questão (&quot;ele há questões terríveis, o desemprego, a prostituição.&quot; - Gama Torres in O Conde de Abranhos; o couvert, acrescentaria eu.) é transversal à humanidade. Há alguém que informe o que se passa para além de Lisboa, Paris, Londres e Nova Iorque? No Sudão, no Mali, no Tchade, em Bissau, no Bangladesh, como é que os locais tratam a questão do couvert? Os liberais e gurus da globalização devem ter alguma ideia...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Couvert ou não couvert, eis a magna questão! Liberalismo ou intervencionismo do Estado, que transcendente questão ideológica!<br />
Ricardo/Smith versus Keynes eis a agenda do dia, sobre a mesa. Que dirão outros clássicos sobre o valor de uso e o valor de troca do paté, da manteiga meio sal, do queijinho fresco ou de Serpa?<br />
Esta terrível questão (&#8220;ele há questões terríveis, o desemprego, a prostituição.&#8221; &#8211; Gama Torres in O Conde de Abranhos; o couvert, acrescentaria eu.) é transversal à humanidade. Há alguém que informe o que se passa para além de Lisboa, Paris, Londres e Nova Iorque? No Sudão, no Mali, no Tchade, em Bissau, no Bangladesh, como é que os locais tratam a questão do couvert? Os liberais e gurus da globalização devem ter alguma ideia&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: CAA</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29662</link>
		<dc:creator>CAA</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 12:26:30 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Filipe Moura,

«Explique-me por favor como é que a liberdade do consumidor fica de alguma forma diminuída se não houver entradas na mesa.»

Fica diminuída porque a escolha é vertical, do Estado, imposta de fora para dentro. O Estado está-se a imiscuir numa relação que deveria ser exclusivamente privada - aliás, esse é o pecado do direito do consumo que raras vezes é excepcionado.

«“Proposta negocial”, no seu dicionário de jurista, quer dizer “coacção”, no meu dicionário de engenheiro do Técnico.
É muito significativo que o Carlos fale em coacção por parte do Estado em retirar as entradas da mesa, e não veja coacção nenhuma em elas estarem lá!»

Não há coacção porque é meramente uma proposta que pode ou não ser aceite. Só depende da escolha das partes directamente envolvidas e não de uma entidade estranha, distante, que decide em abstracto e para além da vontade das partes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Filipe Moura,</p>
<p>«Explique-me por favor como é que a liberdade do consumidor fica de alguma forma diminuída se não houver entradas na mesa.»</p>
<p>Fica diminuída porque a escolha é vertical, do Estado, imposta de fora para dentro. O Estado está-se a imiscuir numa relação que deveria ser exclusivamente privada &#8211; aliás, esse é o pecado do direito do consumo que raras vezes é excepcionado.</p>
<p>«“Proposta negocial”, no seu dicionário de jurista, quer dizer “coacção”, no meu dicionário de engenheiro do Técnico.<br />
É muito significativo que o Carlos fale em coacção por parte do Estado em retirar as entradas da mesa, e não veja coacção nenhuma em elas estarem lá!»</p>
<p>Não há coacção porque é meramente uma proposta que pode ou não ser aceite. Só depende da escolha das partes directamente envolvidas e não de uma entidade estranha, distante, que decide em abstracto e para além da vontade das partes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cfe</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29615</link>
		<dc:creator>Cfe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2008 00:45:05 +0000</pubDate>
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		<description>Qualquer couvert colocado a priori significa uma coacção.

Coacção?!?!?!?!?!?!?!?´


hahahahahahahahahahahahahahaahaha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer couvert colocado a priori significa uma coacção.</p>
<p>Coacção?!?!?!?!?!?!?!?´</p>
<p>hahahahahahahahahahahahahahaahaha</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: LA-C</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29545</link>
		<dc:creator>LA-C</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 18:53:31 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Por exemplo, o português que visita o R.U. ou os E.U.A. também não sabe que há um custo adicional à refeição: é a gorjeta obrigatória que vai pagar o salário ao empregado. &quot;

Nao e&#039; obrigatoria. E&#039; quase obrigatoria.  Sempre deixei as gorjetas que me apeteceu entre 10 a 20%, dependendo da qualidade do servico. Uma vez nao deixei nada propositadamente.
E&#039; certo que as vezes a gorjeta vem incluida na conta, mas nesses casos, a ementa avisa a esse respeito (geralmente quando ia em grupos grandes).
Admito que as regras variem de estado para estado e que possa haver estados onde ha&#039; uma gorjeta minima, mas, genericamente, nao se pode dizer tal.
(estou a falar dos EUA).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por exemplo, o português que visita o R.U. ou os E.U.A. também não sabe que há um custo adicional à refeição: é a gorjeta obrigatória que vai pagar o salário ao empregado. &#8221;</p>
<p>Nao e&#8217; obrigatoria. E&#8217; quase obrigatoria.  Sempre deixei as gorjetas que me apeteceu entre 10 a 20%, dependendo da qualidade do servico. Uma vez nao deixei nada propositadamente.<br />
E&#8217; certo que as vezes a gorjeta vem incluida na conta, mas nesses casos, a ementa avisa a esse respeito (geralmente quando ia em grupos grandes).<br />
Admito que as regras variem de estado para estado e que possa haver estados onde ha&#8217; uma gorjeta minima, mas, genericamente, nao se pode dizer tal.<br />
(estou a falar dos EUA).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29536</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 17:22:21 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Carlos,

«A liberdade do consumidor só pode ficar «salvaguardada» se a escolha for do próprio; nunca se esta for uma imposição do Estado usando o seu poder de coacção para interferir numa relação em que não deve ser parte.»

Explique-me por favor como é que a liberdade do consumidor fica de alguma forma diminuída se não houver entradas na mesa.

«O «couvert colocado a priori» não é «uma coacção» mas sim uma proposta negocial que carece de aceitação da contraparte.»

&quot;Proposta negocial&quot;, no seu dicionário de jurista, quer dizer &quot;coacção&quot;, no meu dicionário de engenheiro do Técnico.
É muito significativo que o Carlos fale em coacção por parte do Estado em retirar as entradas da mesa, e não veja coacção nenhuma em elas estarem lá!

«A liberdade não é fragmentável em parcelas de interessados.»
Não concordo, mas é porque não sou liberal e dou muito valor à igualdade. A liberdade vale a pena desde que seja para todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos,</p>
<p>«A liberdade do consumidor só pode ficar «salvaguardada» se a escolha for do próprio; nunca se esta for uma imposição do Estado usando o seu poder de coacção para interferir numa relação em que não deve ser parte.»</p>
<p>Explique-me por favor como é que a liberdade do consumidor fica de alguma forma diminuída se não houver entradas na mesa.</p>
<p>«O «couvert colocado a priori» não é «uma coacção» mas sim uma proposta negocial que carece de aceitação da contraparte.»</p>
<p>&#8220;Proposta negocial&#8221;, no seu dicionário de jurista, quer dizer &#8220;coacção&#8221;, no meu dicionário de engenheiro do Técnico.<br />
É muito significativo que o Carlos fale em coacção por parte do Estado em retirar as entradas da mesa, e não veja coacção nenhuma em elas estarem lá!</p>
<p>«A liberdade não é fragmentável em parcelas de interessados.»<br />
Não concordo, mas é porque não sou liberal e dou muito valor à igualdade. A liberdade vale a pena desde que seja para todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CAA</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29531</link>
		<dc:creator>CAA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 17:12:24 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe Moura,

«No Blasfémias, Carlos Abreu Amorim bem se enrola em argumentação da “teoria liberal”, mas não consegue refutar um facto simples: a liberdade do consumidor fica salvaguardada retirando-se por completo o couvert da mesa. Qualquer couvert colocado a priori significa uma coacção. Tal como na questão do tabaco, Carlos Abreu Amorim só se preocupa com a liberdade dos donos dos restaurantes. Eu preocupo-me com os consumidores.»

1. A liberdade do consumidor só pode ficar «salvaguardada» se a escolha for do próprio; nunca se esta for uma imposição do Estado usando o seu poder de coacção para interferir numa relação em que não deve ser parte.

2. O «couvert colocado a priori» não é «uma coacção» mas sim uma proposta negocial que carece de aceitação da contraparte. Se o cliente manifestar a vontade de não querer o negócio este não existe e não há coacção que possa valer ao declarante.

2. A liberdade não é fragmentável em parcelas de interessados: não há a liberdade dos consumidores, dos donos dos restaurantes - há a liberdade negocial que pertence a todas as partes nele envolvidas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe Moura,</p>
<p>«No Blasfémias, Carlos Abreu Amorim bem se enrola em argumentação da “teoria liberal”, mas não consegue refutar um facto simples: a liberdade do consumidor fica salvaguardada retirando-se por completo o couvert da mesa. Qualquer couvert colocado a priori significa uma coacção. Tal como na questão do tabaco, Carlos Abreu Amorim só se preocupa com a liberdade dos donos dos restaurantes. Eu preocupo-me com os consumidores.»</p>
<p>1. A liberdade do consumidor só pode ficar «salvaguardada» se a escolha for do próprio; nunca se esta for uma imposição do Estado usando o seu poder de coacção para interferir numa relação em que não deve ser parte.</p>
<p>2. O «couvert colocado a priori» não é «uma coacção» mas sim uma proposta negocial que carece de aceitação da contraparte. Se o cliente manifestar a vontade de não querer o negócio este não existe e não há coacção que possa valer ao declarante.</p>
<p>2. A liberdade não é fragmentável em parcelas de interessados: não há a liberdade dos consumidores, dos donos dos restaurantes &#8211; há a liberdade negocial que pertence a todas as partes nele envolvidas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Tourais</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29529</link>
		<dc:creator>Filipe Tourais</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 16:59:54 +0000</pubDate>
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		<description>Na cadeia proposta Só falta mesmo a campaínha e o sinal &quot;páre de comer que já está a dar prejuízo&quot;. Atenção que se o sistema for implementado cá está o je para os direitos de autor. E desde já aviso que não aceito pagamentos em pacotinhos de pasta de sardinha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na cadeia proposta Só falta mesmo a campaínha e o sinal &#8220;páre de comer que já está a dar prejuízo&#8221;. Atenção que se o sistema for implementado cá está o je para os direitos de autor. E desde já aviso que não aceito pagamentos em pacotinhos de pasta de sardinha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CARLOS CLARA</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29528</link>
		<dc:creator>CARLOS CLARA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 16:59:40 +0000</pubDate>
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		<description>Na maioria dos países europeus pergunta-se se deseja pão. As entradas, essas estão mencionadas onde devem estar - na lista. Há países, também, onde na conta vem cobrada e mencionada a taxa de serviço. Em Portugal atira-se com tudo para cima da mesa a ver se pega, e em muitos casos quase ofensivamente - tipo &quot;mostra lá que tens dinheiro&quot;
Em opinião, muito querem um país mais europeu, outros há que defendem a  &quot;cultura nacional&quot;.

Vamos prá frente Sócrates!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na maioria dos países europeus pergunta-se se deseja pão. As entradas, essas estão mencionadas onde devem estar &#8211; na lista. Há países, também, onde na conta vem cobrada e mencionada a taxa de serviço. Em Portugal atira-se com tudo para cima da mesa a ver se pega, e em muitos casos quase ofensivamente &#8211; tipo &#8220;mostra lá que tens dinheiro&#8221;<br />
Em opinião, muito querem um país mais europeu, outros há que defendem a  &#8220;cultura nacional&#8221;.</p>
<p>Vamos prá frente Sócrates!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Se Moncho</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29521</link>
		<dc:creator>Se Moncho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 15:34:50 +0000</pubDate>
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		<description>Também há pessoas que temos problemas com o colesterol, e não devemos tomar nem manteiga nem queijo. Não ao couvert obrigatório!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também há pessoas que temos problemas com o colesterol, e não devemos tomar nem manteiga nem queijo. Não ao couvert obrigatório!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Rainha</title>
		<link>http://5dias.net/2008/02/25/grandes-liberais-e-pequenos-vigaristas-2/comment-page-1/#comment-29520</link>
		<dc:creator>Luis Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 15:26:35 +0000</pubDate>
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		<description>Pensava que já tínhamos avançado para a sopa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pensava que já tínhamos avançado para a sopa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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