Uma guerra sem fim

Um israelita descreve aquilo que sentiu quando limpou as tripas de um jovem suícida. “São pessoas como nós”, repete. Um resto de humanidade numa terra de sangue.
A reportagem é do meu camarada Renato Teixeira com quem trabalhei na Focus.

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TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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5 respostas a Uma guerra sem fim

  1. Num registo completamente diferente, não se arranja a gravação da célebre entrevista do cão que “só ladrava aos pretos”?
    Um abraço ao camarada Renato.

  2. ezequiel diz:

    dos melhores docs que já vi sobre esta tragédia (e já vi alguns)
    sem dúvida…
    Parabéns ao grande Renato! 🙂

  3. Filipe Moura,
    Não percebi a piada. Mas deve ter certamente muita. Sobre o uso da palavra “camarada”, era normal, antes de tu estagiares no Público, os jornalistas tratarem-se assim.

  4. “Sobre o uso da palavra “camarada”, era normal, antes de tu estagiares no Público, os jornalistas tratarem-se assim.”

    Dito assim, até parece que a culpa é minha!

  5. Renato Teixeira diz:

    Obrigado pelo elogio e pela divulgação.
    Seria bom juntar esforços para que mais jornalistas pudessem romper o bloqueio, que também tem uma dimensão informativa.
    Os sons do “Cão que ladra a pretos e que não gosta de fardas está disponível.” Mas claro, outro registo. Reportagem sobre os dois lados da linha, publicada na Focus no ano passado. Continuação de bons debates. Renato Teixeira

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