the (always) beautiful Sabrina

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9 respostas a the (always) beautiful Sabrina

  1. Sou fã, Ezequiel, desta beleza serena e límpida, obrigada.

  2. ezequiel diz:

    Olá Ana…
    serena e límpida, an “English Rose”, no less.
    …desde puto que ouço Mom (and Dad!!!!) a falar da superlativa Audrey. Acho-a lindíssima! (bem, só um imbecil, ou um cego, é que não a….nem consigo escrever eh eh eh 🙂
    beijins
    Sou mesmo bronco. Adoro happy endings.

  3. JARC diz:

    Talvez a minha artista preferida, enquanto jovem

  4. al diz:

    Mais, chère Madame, vous êtez-vous donc trompée de chemin? Je vous conduirai tout de suite chez vous! Pas question de rester ici, toute seule!

  5. ezequiel diz:

    say what al!!?? 🙂 🙂 🙂
    Pardon my french but Sabrina is ENGLISH! (she only goes to Paris to learn hwo to cook…and to “learn how to live”:) vi o filme anteontem. Está fresco na memória. “Linus Larrabee”, que nome dos diabos. O Humphrey deve ter dito: “Linus my ass, I aint Linus…no way José!..you gotta pay me $300 000 bazookas if you want me as a bliblering idiot called “Linus.” (e foi isto mesmo, o simpático Humphrey sacou uma soma brutal dos estúdios…espremeu-os até ao tutanoide, o Humphrey)…Que chatice?! Ter que passar o dia todo ao lado da Audrey Hepburn.
    eh eheh

  6. Saloio diz:

    A Audey Hepburn, ficará para sempre na história do cinema por três filmes, na seguinte ordem: “Sabrina”, “Breakfast in Tiffany” (do romence de Truman Capote) e “Féria em Roma” (a andar de Vespa por Roma à pendura de Gregory Peck) – este último, o preferido dela (e meu…).

    Sendo os três filmes fabulosos, o Sabrina é o mais conhecido por causa do tio Hunphrey, no papel do canatrão Linus – que lhe fica a matar, e porque é aquele em que imagem de uma mulher culta, elegante e europeia, mais sobressai, e também por causa dos sapatos que ainda hoje as mulheres usam: umas “sabrinas”.

    A Audrey era belga e filha de uma baronesa, mas a sua simplicidade e simpatia faziam-na querida de todos.

    A história do filme “Sabrina” representa uma autêntica fábula “made in hollywood”: a simples filha de um choufeur, primeiro vai para Paris estudar…depois, casa com o filho dos patões do pai. Nem La Fontaine teria imaginado melhor.

    Infelizmente, o canastrão que ela escolheu para marido, o também actor Mel Ferrer (conheceram-se nas filmagens do “Guerra e Paz”), não lhe deu uma vida conjugal digamos que boa e, sendo-lhe inferior, sempre teve ciúmes do facto de toda a gente ser amiga da Audrey, desde os outros actores aos simples operários das filmagens.

    Quando teve filhos, deixou de filmar e já entradota, foi dos primeiros actores a ser convidada para embaixadora da UNICEF (juntamente com o cómico Danny Kay), e fartou-se de trabalhar à borla em prol da miudagem – o que lhe valeu um segundo óscar, póstumo, para juntar ao do “Férias em Roma”, uma história muito engraçada sobre uma princesa que vai passar uns dias a Roma.

    No elogio fúnebre do seu enterro, a amiga Elizabeth Taylor apontando para o firmamento, emitiu uma frase hoje célebre: “agora, no céu, existe mais uma estrela”.

    Digo eu…

  7. Saloio diz:

    Estimado Ezequiel: Já agora e sobre as sabrinas (sapatos rasos e simples de que todas as mulheres têm, pelo menos, um par): a Audrey antes de ser actriz foi modelo, porque era muito magra e elegante.

    O único problema estético é que tinha os pés muito compridos, uns autênticos submarinos. Por isso, quando vestia calças justas pretas, uma das suas imagens de marca, o raio dos pés sobressaiam muito.

    Daí que alguém tenha escolhido como adereço no filme, os ditos sapatos rasos e práticos. Como foi a Audrey que os usou, a sua fama cresceu e ainda hoje predura, com o nome que a atriz usou no filme em causa: sabrinas.

    Digo eu…

  8. Jaquina dos Quintais diz:

    Mais uma fã incondicional.
    Não podia deixar de o afirmar!

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