O oxímoro do costume

O “eduquês” continua a dar cabo do futuro dos nossos infantes. Aliás, nem sei bem como é que ainda há crianças em Portugal, com tanto abortista por aí. Isto para nem mencionar os que querem substituir a Família, como nos foi legada pelos patriarcas judaicos, por aberrações onde até dois homens poderiam gozar a liberdade de se casar. É verdade: a trupe fandanga da esquerda anti-americana, cúmplice de todos os relativismos, pária da cultura subsidiada e defensora da controlo do indivíduo pelo corrupto Estado, ainda vai dar cabo disto tudo. Pobres de nós: depois de assassinada Sua Presciente e Indispensável Majestade, já nem Deus nos vale, agora que estão a atirar a sua Santa Igreja para a clandestinidade.

Às vezes, estranho a forma como alguma malta que defende a liberdade humana à outrance prescinde voluntariamente de a usar, pelo menos quando se mete na bloga. Optando antes pela perpetuação de clichés, palavras de ordem previsíveis e mantras com a originalidade de uma novena em Fátima. Depois, lembro-me que é muito mais cómodo usar uma cartilha de antinomias face aos nossos adversários do que puxar pela cabeça. Onde iriam parar muitos dos nossos liberais se não tivessem o espantalho de uma esquerda folclórica e calcificada sempre pendurado dos seus retrovisores?

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