Uau! Ó prós filhos do pecado
11 Fevereiro 2008 | por Ana Matos Pires
Theodor von Hippel [1741-1796]
Ps: Estou muito mais aliviada. Pudera, depois disto…
Theodor von Hippel [1741-1796]
Ps: Estou muito mais aliviada. Pudera, depois disto…
Comentário de Maria João Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 14:34
Ficaria aqui muito bem uma citaçãozita do “Esmeraldo de Situ Orbis” (falo por mim, claro).
Comentário de ernesta
Data: 11 Fevereiro 2008, 15:19
olhem só… tenho dois génios cá em casa!
Comentário de joão viegas
Data: 11 Fevereiro 2008, 15:25
Então não é verdade o que ensinavam na FDL antes de 1974 (Soares Martinez se não estou em erro, isso é suposto poder verificar-se nos debates da constitiuinte em 1976) : que o que distingue os filhos legitimos dos ilegitimos é que, no caso destes ultimos “na copula não ha inter-penetração espiritual” ??!
Comentário de Maria João Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 15:27
eheh, até me engasguei…
Comentário de me
Data: 11 Fevereiro 2008, 16:26
«Theodor von Hippel was the German army and intelligence officer responsible for the formation and training of the Brandenburgers commando unit. »
Uma autoridade em desenvolvimento e saúde mental, portanto.
Comentário de Ana Matos Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 17:21
Olhe que não, me, olhe que não, calhando enganou-se, ele há muitas marias na terra. Essa coisa dos Brandenburgers foi na no século passado, verdade? Pois, este “meu” Theodor é mais velhote:
http://www.britannica.com/eb/article-9040535/Theodor-Gottlieb-von-Hippel
(psssst, João, ihihih)
Comentário de me
Data: 11 Fevereiro 2008, 17:40
«Hippel studied theology at the University of Königsberg in the 1750s and became a tutor. He later reentered the university and studied law; he went on to serve in the town’s court of justice, and in 1780 he was appointed mayor of Königsberg. He assumed the town’s presidency in 1786. »
Thanks,
Anyway:
Uma autoridade em desenvolvimento e saúde mental, portanto.
Comentário de Ana Matos Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 18:27
E porquê isso da saúde mental, me?
Comentário de me
Data: 11 Fevereiro 2008, 18:39
“melhores cabeças”
Hipóteses:
1.º Mais inteligentes;
2.º Mais espertos;
3.º Mais equilibrados (seja lá isso o que fôr)
Citações descontextualizadas dá nisto.
Vai levar um bocadinho até que me consigam convencer que o facto de se fazer parte de uma família monoparental traz benefícios (o que não é o mesmo que dizer que traga, necessariamente, malefícios - há famílias e famílias)
Comentário de Maria João Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 18:46
oh dear, oh dear…
esta é-lhe dedicada, me:
“When humor goes, there goes civilization.”
Erma Bombeck
Comentário de Ana Matos Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 18:48
Então e humor, me, diz-lhe alguma coisa?
Comentário de Maria João Pires
Data: 11 Fevereiro 2008, 18:55
Tão afinadinhas, parece que funcionamos em eco… lembrei-me da cantilena infantil a dizer sem pontuação, para divertir as criancinhas
ó que eco há aqui que eco é é o eco que há cá o quê há eco aqui há cá eco há
e depois convidá-las a tornar esta coisa inteligível.
Comentário de nm
Data: 11 Fevereiro 2008, 19:52
fora do casamento não é necessariamente monoparental, não se confundam as coisas
Comentário de luis eme
Data: 12 Fevereiro 2008, 11:00
Poderão ser de facto mais inteligentes, mas também são mais revoltados e indisciplinados…
Qualquer pedagogo sabe que é assim…
Claro que isto pode ser só uma piada, mesmo que seja amarela…
Comentário de Maria João Pires
Data: 12 Fevereiro 2008, 11:43
Qualquer pedagogo poderá confirmar que filhos nascidos fora do casamento “são mais revoltados e indisciplinados”? Fixe, uma certidão notarial tem, ao que parece, efeitos pedagógicos milagrosos…
Comentário de ernesta
Data: 12 Fevereiro 2008, 12:13
Devia ser por isso, para os fazer piar fininho, que revoltas e indisciplinas não eram lá muito bem vistas, que nos tempos da outra senhora os filhos da mãe casada só podiam ser fruto do casamento. mesmo que o paizinho oficial andasse lá pelas áfricas há mais tempo do que aquele que a mãe lembrava. e foi por ser assim que ainda hoje andam por aí muitos filhos de mãe incógnita e pai bem identificado, com nome no BI e tudo. Quer maior graça que esta, luís?, o pai da criança sem saber quem é a mãe?
O que nós temos de fazer na prática para fugirmos a alguns praticantes…
Comentário de luis eme
Data: 12 Fevereiro 2008, 16:17
Eu apenas coloquei mais dois “rótulos” na dita piada…
Falando mais a sério, bom era que todas as crianças tivessem bons pais e boas mães, e de preferência, juntos.
A inteligência pode ficar para depois… caras senhoras…
Comentário de Ana Matos Pires
Data: 13 Fevereiro 2008, 1:08
Por acaso, nm, atendendo à idade do dito transcrito parece-me ser lícito pensar que coincindem, mas tenho que lhe razão, nem todos os “fora do casamento” são “monoparentais”, mas todos os “monoparentais” são “fora do casamento” - pq ele nunca nunca existiu ou pq já terminou.
Quer dizer, luís eme, tornou-a mais amarela, para usar uma expressão sua. Quanto a olhar para a expressão “melhores cabeças” como sinónimo de inteligência, tão só, parece reducionista, mesmo assim não consigo perceber o porquê da hierarquização proposta.
Escreva um comentário