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	<title>Comentários em: Portugal, a França, a Inglaterra e a Suécia</title>
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		<title>Por: Jheniifer</title>
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		<dc:creator>Jheniifer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 23:09:13 +0000</pubDate>
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		<description>Vcs são locos ;DD
U.u&#039;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vcs são locos ;DD<br />
U.u&#8217;</p>
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		<title>Por: CARLOS CLARA</title>
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		<dc:creator>CARLOS CLARA</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 23:13:22 +0000</pubDate>
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		<description>BRAVO, ANTONIO FIGUEIRA
Gostei mesmo!
Só fiquei com uma dúvida. Aquela classe que no sec. XVIII , XIX e começos do XX que tocava piano, fala francês e sobretudo falava francês quando a &quot;criada&quot; estava presente, terá alguma coisa a a ver com a classe de hoje que envia os meninos para Inglaterra a tomar sotaque e fala &quot;amaricano&quot; na presença das &quot;mulheres a dias&quot;? E tocarão eles gaita de foles?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>BRAVO, ANTONIO FIGUEIRA<br />
Gostei mesmo!<br />
Só fiquei com uma dúvida. Aquela classe que no sec. XVIII , XIX e começos do XX que tocava piano, fala francês e sobretudo falava francês quando a &#8220;criada&#8221; estava presente, terá alguma coisa a a ver com a classe de hoje que envia os meninos para Inglaterra a tomar sotaque e fala &#8220;amaricano&#8221; na presença das &#8220;mulheres a dias&#8221;? E tocarão eles gaita de foles?</p>
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		<title>Por: Dorean Paxorales</title>
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		<dc:creator>Dorean Paxorales</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 18:31:37 +0000</pubDate>
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		<description>Só para dizer que, na minha modestíssima opinião, quando o António escreve com anglicismos ou francesismos ou ..., eles terão conta, peso e medida. 
Já a Fernanda Câncio, lamento, parece-me que exagera nos coloquialismos americanos, sem necessidade absolutamente nenhuma. Pergunto-me, eu que nunca a ouvi, se falará como escreve.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para dizer que, na minha modestíssima opinião, quando o António escreve com anglicismos ou francesismos ou &#8230;, eles terão conta, peso e medida.<br />
Já a Fernanda Câncio, lamento, parece-me que exagera nos coloquialismos americanos, sem necessidade absolutamente nenhuma. Pergunto-me, eu que nunca a ouvi, se falará como escreve.</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
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		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 07:04:11 +0000</pubDate>
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		<description>comme toujours je viens faire mon tour chez toi et te saluter

N`oublie pas le article à propos de Arendt! 

&quot;Les murs finissent en nuit noire&quot; (celan)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>comme toujours je viens faire mon tour chez toi et te saluter</p>
<p>N`oublie pas le article à propos de Arendt! </p>
<p>&#8220;Les murs finissent en nuit noire&#8221; (celan)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
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		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 21:18:11 +0000</pubDate>
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		<description>Escrevi à pressa, antes de sair e o comentário está cheio de lapsos, 
repetições, etc.  
Ao autor do post comentado e a quem leu o comentário, as minhas desculpas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi à pressa, antes de sair e o comentário está cheio de lapsos,<br />
repetições, etc.<br />
Ao autor do post comentado e a quem leu o comentário, as minhas desculpas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-23055</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 09:18:08 +0000</pubDate>
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		<description>Faz bem matutar sobre os comentários. Eu leio na diagonal e escrevo do mesmo modo e depois é que noto as falhas.
só hoje reparei, por exemplo, que considera que a Grande Fome da irlanda seria hoje um crime de genocídio. Bem... a grande fome foi provocada, como se sabe, por um fungo da batata que arruinou a colheita. Não houve qualquer qualquer intervençao estatal para provocar a fome... Pode ser, no máximo, um caso de crueldade a omissão de auxílio (que houve e não negligenciável) mas a omissão de então assemelha-se à nossa, no caso do Darfur, por exemplo, e não nos consideramos assassinos). É, de facto, «levemente» diferente de, de moso premeditado, amarrar uns camponeses aos molhos e abatê-los a balas de canhão «como exemplo» (sic) para os que desrespeitavam a república, ou guilhotinar uns milhares de aristocratas pelo mero facto de o serem ou, quanto à subvelação camponesa da Vendeia, apresentar um &quot;plano de extermínio&quot; (sic) na Convenção... (Existe, aliás, actualmente, na Assembleia Nacional francesa  uma proposta de lei para que esse genocídio - é o termo usado - seja considerado como tal, oficialmente). 
Acho graça dizer que nem Furet chegou tão longe (parece que não gosta do atrevimento... Pois se há uma verdade, devidamente legislada e publicada!...) E, no entanto, devia estar habituado a defender a esquerda deste tipo de acusações atrevidas, pelo simples facto de que a esquerda sempre provocou massacres: os da revolução francesa (aquela coisita da Vendeia foram de 250 000 a 800 000 em 18 meses), os dos bolchevistas, os dos stalinistas, os maoistas, os dos khemers (começou há pouco o julgamento), os ... 
Ah,o uso do termo genocídio aplicado a práticas do estado francês durante a revolução francesa não é meu. É usual no que se frefere aos massacres dos camponeses da Vendeia e é usado com alguma frequência para designar o massacre dos aristocratas.
Ah, quanto ao Eça, desconheço o que seja a condenscendência com que diz o grande escritor Eça se referia ao que era então a mais poderosa nação do planeta. Quer ilustrar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faz bem matutar sobre os comentários. Eu leio na diagonal e escrevo do mesmo modo e depois é que noto as falhas.<br />
só hoje reparei, por exemplo, que considera que a Grande Fome da irlanda seria hoje um crime de genocídio. Bem&#8230; a grande fome foi provocada, como se sabe, por um fungo da batata que arruinou a colheita. Não houve qualquer qualquer intervençao estatal para provocar a fome&#8230; Pode ser, no máximo, um caso de crueldade a omissão de auxílio (que houve e não negligenciável) mas a omissão de então assemelha-se à nossa, no caso do Darfur, por exemplo, e não nos consideramos assassinos). É, de facto, «levemente» diferente de, de moso premeditado, amarrar uns camponeses aos molhos e abatê-los a balas de canhão «como exemplo» (sic) para os que desrespeitavam a república, ou guilhotinar uns milhares de aristocratas pelo mero facto de o serem ou, quanto à subvelação camponesa da Vendeia, apresentar um &#8220;plano de extermínio&#8221; (sic) na Convenção&#8230; (Existe, aliás, actualmente, na Assembleia Nacional francesa  uma proposta de lei para que esse genocídio &#8211; é o termo usado &#8211; seja considerado como tal, oficialmente).<br />
Acho graça dizer que nem Furet chegou tão longe (parece que não gosta do atrevimento&#8230; Pois se há uma verdade, devidamente legislada e publicada!&#8230;) E, no entanto, devia estar habituado a defender a esquerda deste tipo de acusações atrevidas, pelo simples facto de que a esquerda sempre provocou massacres: os da revolução francesa (aquela coisita da Vendeia foram de 250 000 a 800 000 em 18 meses), os dos bolchevistas, os dos stalinistas, os maoistas, os dos khemers (começou há pouco o julgamento), os &#8230;<br />
Ah,o uso do termo genocídio aplicado a práticas do estado francês durante a revolução francesa não é meu. É usual no que se frefere aos massacres dos camponeses da Vendeia e é usado com alguma frequência para designar o massacre dos aristocratas.<br />
Ah, quanto ao Eça, desconheço o que seja a condenscendência com que diz o grande escritor Eça se referia ao que era então a mais poderosa nação do planeta. Quer ilustrar?</p>
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	<item>
		<title>Por: is a bel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-23015</link>
		<dc:creator>is a bel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 19:58:23 +0000</pubDate>
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		<description>António, 
Tu  conheces pessoas muito estranhas... Só assim se pode justificar esse teu &#039;discernimento&#039; sobre o que leva alguns portugueses a serem monárquicos e a infeliz analogia com os &#039;anglófilos&#039; e o que pensas serem as suas ‘Great Expectations&#039;.    
Eu que sou portuguesa e portuguesa vou ficar,  leio e gosto muito de Eliot, visto sempre que me apetece um clássico tweed (aliás um dos ícones de Coco Chanel), não sou anglófila nem francófila e talvez por isso  não saiba se os republicanos (históricos ou não) acham que por termos um Presidente somos livres, e viremos a ser cultos e ricos como a livre, culta e rica República da ...
Belíssimo post (como sempre) e para acabar agradeço o link para o disco que não tenho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António,<br />
Tu  conheces pessoas muito estranhas&#8230; Só assim se pode justificar esse teu &#8216;discernimento&#8217; sobre o que leva alguns portugueses a serem monárquicos e a infeliz analogia com os &#8216;anglófilos&#8217; e o que pensas serem as suas ‘Great Expectations&#8217;.<br />
Eu que sou portuguesa e portuguesa vou ficar,  leio e gosto muito de Eliot, visto sempre que me apetece um clássico tweed (aliás um dos ícones de Coco Chanel), não sou anglófila nem francófila e talvez por isso  não saiba se os republicanos (históricos ou não) acham que por termos um Presidente somos livres, e viremos a ser cultos e ricos como a livre, culta e rica República da &#8230;<br />
Belíssimo post (como sempre) e para acabar agradeço o link para o disco que não tenho.</p>
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	<item>
		<title>Por: P.Porto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-23009</link>
		<dc:creator>P.Porto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 18:44:47 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Figueira

Em geral, este seu post reposiciona, ou esclarece,  muito o anterior a respeito do tema. É fácil concordar consigo em alguns aspetos do que escreveu.

Ainda assim, quando diz que em Portugal &#039;grassa&#039; a anglofilia, é preciso dizer que o significado da palavra &#039;grassar&#039; é difundir, espalhar, isto é, a anglofilia ainda não está implantada, desde logo não está implantada na mentalidade daqueles que convinha que já estivesse: os políticos. Mas é certo que está em expansão, e fica a esperança em algum momento a política reflita essa expansão.

Mais dois desacordos. Os países do Sul da Europa não são anglófilos, basta perceber que só há poucos anos se voltou a difundir no sul da Europa a Maçonaria Regular, a anglófila, por contrapartida à predominante Maçonaria Irregular, a francófila. Por outro lado, o Sul da europa é palavroso, discursivo, deposita o seu futuro e esperanças nos apetites do Estado. Pelo contrário, no Norte da Europa, anglófilo, as pessoas sabem que podem progredir sem precisar da cunha do tio que é primo de um ministro ou secratário de Estado.

Por fim, se os nossos monárquicos de 1910 fossem maioritariamente anglófilos, Portugal ainda hoje seria uma Monarquia. Mas não eram, eram estupidamente afrancesados. Assim se explica a sua derrota. Pela mesma razão se explica a derrota dos fundamentalistas republicanos que se lhe seguiram, também eles estupidamente afrancesados.

Por fim, não somos assim tão maus. Já fomos muito, mas muito bons, sobretudo se pensarmos na dimensão populacional e territorial do país. Mas depois vieram as francesices, as do antes e do pós Revolução Francesa, e fomos decaindo mais e mais, tal como a França.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Figueira</p>
<p>Em geral, este seu post reposiciona, ou esclarece,  muito o anterior a respeito do tema. É fácil concordar consigo em alguns aspetos do que escreveu.</p>
<p>Ainda assim, quando diz que em Portugal &#8216;grassa&#8217; a anglofilia, é preciso dizer que o significado da palavra &#8216;grassar&#8217; é difundir, espalhar, isto é, a anglofilia ainda não está implantada, desde logo não está implantada na mentalidade daqueles que convinha que já estivesse: os políticos. Mas é certo que está em expansão, e fica a esperança em algum momento a política reflita essa expansão.</p>
<p>Mais dois desacordos. Os países do Sul da Europa não são anglófilos, basta perceber que só há poucos anos se voltou a difundir no sul da Europa a Maçonaria Regular, a anglófila, por contrapartida à predominante Maçonaria Irregular, a francófila. Por outro lado, o Sul da europa é palavroso, discursivo, deposita o seu futuro e esperanças nos apetites do Estado. Pelo contrário, no Norte da Europa, anglófilo, as pessoas sabem que podem progredir sem precisar da cunha do tio que é primo de um ministro ou secratário de Estado.</p>
<p>Por fim, se os nossos monárquicos de 1910 fossem maioritariamente anglófilos, Portugal ainda hoje seria uma Monarquia. Mas não eram, eram estupidamente afrancesados. Assim se explica a sua derrota. Pela mesma razão se explica a derrota dos fundamentalistas republicanos que se lhe seguiram, também eles estupidamente afrancesados.</p>
<p>Por fim, não somos assim tão maus. Já fomos muito, mas muito bons, sobretudo se pensarmos na dimensão populacional e territorial do país. Mas depois vieram as francesices, as do antes e do pós Revolução Francesa, e fomos decaindo mais e mais, tal como a França.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-23000</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 16:21:54 +0000</pubDate>
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		<description>Eu por mim acho que portugueses que só conhecem Inglaterra e França são muitíssimo limitados. Na Europa é fundamental conhecer a cultura alemã. A Alemanha é o país com maior sucesso e com maior dinamismo na Europa, desde já há muitos decénios, para não dizer séculos. É lamentável a ignorância crassa dos portugueses em relação à economia germânica, à ciência germânica, ao modo de vida germânico, etc. Só quem ignora a Alemanha pode ser anglófilo ou francófilo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu por mim acho que portugueses que só conhecem Inglaterra e França são muitíssimo limitados. Na Europa é fundamental conhecer a cultura alemã. A Alemanha é o país com maior sucesso e com maior dinamismo na Europa, desde já há muitos decénios, para não dizer séculos. É lamentável a ignorância crassa dos portugueses em relação à economia germânica, à ciência germânica, ao modo de vida germânico, etc. Só quem ignora a Alemanha pode ser anglófilo ou francófilo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22998</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 16:17:47 +0000</pubDate>
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		<description>Esta faz-me lembrar aquela que diz que os argentinos são italianos que falam espanhol, imitam os franceses e gostavam de ser ingleses.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta faz-me lembrar aquela que diz que os argentinos são italianos que falam espanhol, imitam os franceses e gostavam de ser ingleses.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Lowlander</title>
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		<dc:creator>Lowlander</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 15:34:09 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Antonio Figueira,

Suspeito que esse &quot;French bashing&quot; e mais resultado de uma americanofilia que anglofilia.
Os britanicos, com excepcao dos circulos mais conservadores de direita no sul de Inglaterra, fora da grande Londres que sao uma minoria sobrerepresentada mediaticamente, apreciam muito a cultura francesa.
Numa segunda analise acho que ou voce falhou o alvo ou entao essa gente que se intitula de anglofila falhou o pais que melhor personifica as suas taras pessoais...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Antonio Figueira,</p>
<p>Suspeito que esse &#8220;French bashing&#8221; e mais resultado de uma americanofilia que anglofilia.<br />
Os britanicos, com excepcao dos circulos mais conservadores de direita no sul de Inglaterra, fora da grande Londres que sao uma minoria sobrerepresentada mediaticamente, apreciam muito a cultura francesa.<br />
Numa segunda analise acho que ou voce falhou o alvo ou entao essa gente que se intitula de anglofila falhou o pais que melhor personifica as suas taras pessoais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22993</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 15:25:29 +0000</pubDate>
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		<description>Bem visto.


         A maior parte dos que só agora descobrem, semi-aparvalhados, a cultura inglesa, aliás como forma de absoluta &quot;preguiça cultural&quot; (porque a &quot;cultura inglesa&quot; que nos é servida no &quot;jet set&quot; e no &quot;socialight&quot; é toda ela um produto pronto-a-comer), não só não faz a mínima ideia do que seja Cultura, como nem sequer conhece devidamente as Culturas que nos estão verdadeiramente mais próximas e que mais nos influenciam e &quot;explicam&quot;, como sejam a francesa, a alemã (vade retro!...), a própria inglesa, mas sobretudo a espanhola, a italiana, a grega e, a bem ver, também a árabe (isto já para não falar na, em termos relativos, mais ignorada de todas: a própria cultura portuguesa!)...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem visto.</p>
<p>         A maior parte dos que só agora descobrem, semi-aparvalhados, a cultura inglesa, aliás como forma de absoluta &#8220;preguiça cultural&#8221; (porque a &#8220;cultura inglesa&#8221; que nos é servida no &#8220;jet set&#8221; e no &#8220;socialight&#8221; é toda ela um produto pronto-a-comer), não só não faz a mínima ideia do que seja Cultura, como nem sequer conhece devidamente as Culturas que nos estão verdadeiramente mais próximas e que mais nos influenciam e &#8220;explicam&#8221;, como sejam a francesa, a alemã (vade retro!&#8230;), a própria inglesa, mas sobretudo a espanhola, a italiana, a grega e, a bem ver, também a árabe (isto já para não falar na, em termos relativos, mais ignorada de todas: a própria cultura portuguesa!)&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22990</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 14:12:03 +0000</pubDate>
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		<description>Se tivesse que ser alguma coisa não o seria pela via do fascínio (identitário) infantil.

Seria Canadiano, bolas. Nem Inglês, nem Françês, nem o raio que lhe parta. Ou então Americano.  Juntar-me-ia ao melting pot ou ao multiculturalismo Canack..eh he he eh..Bolas, aturar francius e pommies...deves tar maluco pá!! Nem pensar. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se tivesse que ser alguma coisa não o seria pela via do fascínio (identitário) infantil.</p>
<p>Seria Canadiano, bolas. Nem Inglês, nem Françês, nem o raio que lhe parta. Ou então Americano.  Juntar-me-ia ao melting pot ou ao multiculturalismo Canack..eh he he eh..Bolas, aturar francius e pommies&#8230;deves tar maluco pá!! Nem pensar. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22989</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 14:06:11 +0000</pubDate>
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		<description>Caro António

Com toda a sinceridade, estou-me a borrifar para os wannabees...sejam eles anglófilos ou francófilos...esta mui lusa discussão (fr vs gb)..é uma perfeita treta! É patético. Não há outro nome a dar. 

Cumps,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro António</p>
<p>Com toda a sinceridade, estou-me a borrifar para os wannabees&#8230;sejam eles anglófilos ou francófilos&#8230;esta mui lusa discussão (fr vs gb)..é uma perfeita treta! É patético. Não há outro nome a dar. </p>
<p>Cumps,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22986</link>
		<dc:creator>al</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 13:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>O genocídio é, como se sabe, a acção que intenta de um modo planeado e organizado a eliminação de um grupo, seja  nacional, seja social  ou político ou étnico. Foi isso o que aconteceu na França revolucionária - e já nem falo na sangrenta repressão, pelas tropa da república, dos camponeses do levantamento da Vendeia...
Quanto ao anglofilismo, falo apenas por mim: eu sou-o pelas mãos de Eça. Eça, que tinha uma visão muito real da Inglaterra e da cultura inglesa (e não menos aguda, da culture française) e que lamentava o nosso francesismo enquanto componente do nosso provincianismo, responsável pela ignorância espantosa da riquíssima realidade cultural inglesa já que essa ignorância, a França não deixava de a partilhar: Shakespeare - e.g. Macbeth (!!!) - foi traduzido para francês há pouco mais de 100 anos...
Creio que esse desconhecimento francês e, por contágio, português da cultura inglesa, tem, nos últimos tempos, o seu volte-face entusiasmado, como sempre acontece nas descobertas tardias.

De resto... bem... a França será sempre admirada por todos aqueles que idolatram o estado: foi em França que se decidiu, por decreto publicado no jornal oficial, a existência de Deus (não sei se foi revogado) ou que, igualmente por decreto, se proibiu o tratamento por &quot;tu&quot;... como antes tinha sido imposto o de &quot;citoyen&quot;.
Em Inglaterra as coisas são mais desleixadas: a revolução indústrial, a mais importante desde a revolução neolítica, sem qualquer decreto estatal lá nasceu e se firmou, e lhe acentuou, sobre o resto da Europa rural - tão rural que a questão se punha ainda no tempo de Pompidou, há trinta e tal anos - aquela singularidade que, sobre a sua insularidade, lhe advinha de ser a primeira sociedade industrializada e, de facto, moderna.

E como não admirar Churchill? Admirar antes, em França, quem? Os dirigentes do Partido comunista que incitavam os operários a sabotarem os já ténues esforços de guerra contra Hitler (a Rússia era aliada dos nazis) - ainda existem os cartazes...?

Isto de ser anglófilo é, afinal, mais fácil...

Aproveite-se para ler Eça, das Cartas de Inglaterra aos Ecos de Paris.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O genocídio é, como se sabe, a acção que intenta de um modo planeado e organizado a eliminação de um grupo, seja  nacional, seja social  ou político ou étnico. Foi isso o que aconteceu na França revolucionária &#8211; e já nem falo na sangrenta repressão, pelas tropa da república, dos camponeses do levantamento da Vendeia&#8230;<br />
Quanto ao anglofilismo, falo apenas por mim: eu sou-o pelas mãos de Eça. Eça, que tinha uma visão muito real da Inglaterra e da cultura inglesa (e não menos aguda, da culture française) e que lamentava o nosso francesismo enquanto componente do nosso provincianismo, responsável pela ignorância espantosa da riquíssima realidade cultural inglesa já que essa ignorância, a França não deixava de a partilhar: Shakespeare &#8211; e.g. Macbeth (!!!) &#8211; foi traduzido para francês há pouco mais de 100 anos&#8230;<br />
Creio que esse desconhecimento francês e, por contágio, português da cultura inglesa, tem, nos últimos tempos, o seu volte-face entusiasmado, como sempre acontece nas descobertas tardias.</p>
<p>De resto&#8230; bem&#8230; a França será sempre admirada por todos aqueles que idolatram o estado: foi em França que se decidiu, por decreto publicado no jornal oficial, a existência de Deus (não sei se foi revogado) ou que, igualmente por decreto, se proibiu o tratamento por &#8220;tu&#8221;&#8230; como antes tinha sido imposto o de &#8220;citoyen&#8221;.<br />
Em Inglaterra as coisas são mais desleixadas: a revolução indústrial, a mais importante desde a revolução neolítica, sem qualquer decreto estatal lá nasceu e se firmou, e lhe acentuou, sobre o resto da Europa rural &#8211; tão rural que a questão se punha ainda no tempo de Pompidou, há trinta e tal anos &#8211; aquela singularidade que, sobre a sua insularidade, lhe advinha de ser a primeira sociedade industrializada e, de facto, moderna.</p>
<p>E como não admirar Churchill? Admirar antes, em França, quem? Os dirigentes do Partido comunista que incitavam os operários a sabotarem os já ténues esforços de guerra contra Hitler (a Rússia era aliada dos nazis) &#8211; ainda existem os cartazes&#8230;?</p>
<p>Isto de ser anglófilo é, afinal, mais fácil&#8230;</p>
<p>Aproveite-se para ler Eça, das Cartas de Inglaterra aos Ecos de Paris.</p>
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		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/04/portugal-a-franca-a-inglaterra-e-a-suecia/comment-page-1/#comment-22982</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 12:35:56 +0000</pubDate>
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		<description>Lições simples, de bom senso. Um bom exemplo de escrita tranquila e informada perante uma torrente que se pode, até, filiar nessa figura curiosíssima que foi Frei Agostinho de Macedo.

Os meus parabéns, António.

Cumprimentos,
Sérgio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lições simples, de bom senso. Um bom exemplo de escrita tranquila e informada perante uma torrente que se pode, até, filiar nessa figura curiosíssima que foi Frei Agostinho de Macedo.</p>
<p>Os meus parabéns, António.</p>
<p>Cumprimentos,<br />
Sérgio.</p>
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