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	<title>Comentários em: deus contra deus</title>
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		<title>Por: João Santos</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-24078</link>
		<dc:creator>João Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2007 19:18:11 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas um apontamento de quem, por acaso, veio cair nesta trincheira. E como aqui encontro posições bastante vincadas no sentido da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, manifesto a minha ignorância relativamente à razão para se elogiar a afirmação de que &quot;o cristianismo é um paradoxo e um escândalo&quot;. 

Aos olhos de que &#039;moralismo&#039;? 
Porque, parece-me, os &quot;cinco dias&quot; que aqui se expressam são tudo menos apóstolos de moralismos... 
É natural que quem assiste de forma politicamente enviezada à vivência das bases em que se sustenta o cristianismo, enquanto seguimento dos gestos de Cristo, possa ficar escandalizado com o facto de ter existido um homem que preferiu os fracos, os doentes, as prostitutas e pecadores públicos, os pobres, aleijados e leprosos. Eis, pois, a &quot;coisa nunca vista nem ouvida&quot; de um homem ser verdadeiramente revolucionário, de estar do lado dos fracos e deixar-se ser morto pelos poderosos..

Mas... não é isso que a Esquerda e as esquerdas pregam - no sentido mais religioso do termo - desde as suas géneses ideológicas?! Não é também contra os poderosos que se erguem as vozes dessas massas? Não é isso que torna imortais os queridos líderes de todos os movimentos anti-fascistas e de libertação?!

É com muito espanto, até pela lucidez com que ambos os autores - Fernanda Câncio e Anselmo Borges - se posicionam no panorama da opinião pública nacional, que testemunho o trabalho que têm a desconstruir a Igreja. A Igreja Católica, como a maioria das outras religiões organizadas, tem infelizmente a História como condicionalismo (judaísmo e islamismo incluídas) em que normalmente ressaltam os piores episódios (a não ser que seja o Tratado de Lisboa). A questão é que a Igreja é feita de pessoas como eu, que acreditam em Deus não por uma questão de necessidade/ emocional.

Pregar o ateísmo e a laicidade não é mais do que a forma mais expressiva da religião da contemporaneidade, o Homoteísmo. Pior, reconhecendo que a vida boa é gerir os impulsos com que nos debatemos - o prazer, o ter e o poder. Só que há uns que gerem melhor que outros, parafraseando a célebre máxima de George Orwell em &#039;The Animal Farm&#039;. 

De facto, tenho de admitor. Há por aí muitos exemplos de grandes líderes assim, grandes homens de grandes feitos que geriram os impulsos conforme lhes pareceu melhor... Então se misturarmos dois ou mesmo três desses ingredientes o resultado, apesar de mais mesquinho e digno das páginas de escândalo dos tablóides, são as violações, as pedofilias, a violência sobre mulheres, idosos e crianças, o roubo, o desfalque, etc, etc...

Enfim, para uns olharem o mundo pela positiva outros têm o seu papel em terraplanar tudo o que se encontra à volta dos seus interesses partidários ou que, de alguma maneira, atente contra os objectivos de quem temporariamente os controla.

Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas um apontamento de quem, por acaso, veio cair nesta trincheira. E como aqui encontro posições bastante vincadas no sentido da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, manifesto a minha ignorância relativamente à razão para se elogiar a afirmação de que &#8220;o cristianismo é um paradoxo e um escândalo&#8221;. </p>
<p>Aos olhos de que &#8216;moralismo&#8217;?<br />
Porque, parece-me, os &#8220;cinco dias&#8221; que aqui se expressam são tudo menos apóstolos de moralismos&#8230;<br />
É natural que quem assiste de forma politicamente enviezada à vivência das bases em que se sustenta o cristianismo, enquanto seguimento dos gestos de Cristo, possa ficar escandalizado com o facto de ter existido um homem que preferiu os fracos, os doentes, as prostitutas e pecadores públicos, os pobres, aleijados e leprosos. Eis, pois, a &#8220;coisa nunca vista nem ouvida&#8221; de um homem ser verdadeiramente revolucionário, de estar do lado dos fracos e deixar-se ser morto pelos poderosos..</p>
<p>Mas&#8230; não é isso que a Esquerda e as esquerdas pregam &#8211; no sentido mais religioso do termo &#8211; desde as suas géneses ideológicas?! Não é também contra os poderosos que se erguem as vozes dessas massas? Não é isso que torna imortais os queridos líderes de todos os movimentos anti-fascistas e de libertação?!</p>
<p>É com muito espanto, até pela lucidez com que ambos os autores &#8211; Fernanda Câncio e Anselmo Borges &#8211; se posicionam no panorama da opinião pública nacional, que testemunho o trabalho que têm a desconstruir a Igreja. A Igreja Católica, como a maioria das outras religiões organizadas, tem infelizmente a História como condicionalismo (judaísmo e islamismo incluídas) em que normalmente ressaltam os piores episódios (a não ser que seja o Tratado de Lisboa). A questão é que a Igreja é feita de pessoas como eu, que acreditam em Deus não por uma questão de necessidade/ emocional.</p>
<p>Pregar o ateísmo e a laicidade não é mais do que a forma mais expressiva da religião da contemporaneidade, o Homoteísmo. Pior, reconhecendo que a vida boa é gerir os impulsos com que nos debatemos &#8211; o prazer, o ter e o poder. Só que há uns que gerem melhor que outros, parafraseando a célebre máxima de George Orwell em &#8216;The Animal Farm&#8217;. </p>
<p>De facto, tenho de admitor. Há por aí muitos exemplos de grandes líderes assim, grandes homens de grandes feitos que geriram os impulsos conforme lhes pareceu melhor&#8230; Então se misturarmos dois ou mesmo três desses ingredientes o resultado, apesar de mais mesquinho e digno das páginas de escândalo dos tablóides, são as violações, as pedofilias, a violência sobre mulheres, idosos e crianças, o roubo, o desfalque, etc, etc&#8230;</p>
<p>Enfim, para uns olharem o mundo pela positiva outros têm o seu papel em terraplanar tudo o que se encontra à volta dos seus interesses partidários ou que, de alguma maneira, atente contra os objectivos de quem temporariamente os controla.</p>
<p>Cumprimentos,</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22981</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 11:50:30 +0000</pubDate>
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		<description>&#039;Por outras palavras: “Levem lá a bicicleta.”&#039;

Por outras palavras, a expressão não será: &#039;leva lá a bola ó Pélé?&#039;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8216;Por outras palavras: “Levem lá a bicicleta.”&#8217;</p>
<p>Por outras palavras, a expressão não será: &#8216;leva lá a bola ó Pélé?&#8217;</p>
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	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22903</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 11:46:20 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Cláudia,

Estamos numa caixa de comentários, pelo que não me atrevo a pretender demonstrar aqui e agora a inaptidão teológica do senhor Anselmo Borges. Nem me sinto capaz para tanto. Nem saberia por onde começar.

Limito-me a fazer algumas observações objectivas e concretas, baseadas nas palavras do senhor Anselmo Borges no DN:

a) o senhor Anselmo Borges alinha com Nietzsche, entre muitas outras coisas, na ideia anti-cristã de que, cristãos, depois de Jesus, não houve

b) o senhor Anselmo Borges rejeita a noção cristã de Igreja encabeçada por um Papa, pelo Sumo Pontífice

Estas são observações de facto, que saem facilmente da leitura deste texto. Entenderá que é, no mínimo, &quot;problemático&quot; que um teólogo católico conteste o cargo de Sumo Pontífice e conteste a cristandade da Igreja.
Já nem me atrevo a tecer comentários acerca da forma problemática como este senhor entretece a sua leitura muito pessoal (altamente contestável) da História da Igreja com a obra do anti-cristão Nietzsche, visto que o senhor Anselmo Borges usa, propositadamente, linguagem pouco clara. A falta de clareza, as ambiguidades, as insinuações, tudo isso contribui para este texto altamente problemático.
&quot;Deus contra Deus&quot;?
Deus-Pai contra Deus-Filho que morre crucificado é uma asneira teológica.
Data do Concílio de Calcedónia (451 d.C.) o estudo das duas naturezas de Cristo, a divina e a humana. Com esta sua sugestão, o senhor Anselmo Borges parece ignorar este facto (duvido que ignore, mas parece ignorar, ou passar por cima dele). Se, por um lado, a natureza (physis) humana de Cristo quer que tal &quot;cálice&quot; dele seja apartado, porque teme uma morte com grande sofrimento, por outro lado, afirmar que a natureza divina de Cristo ignora o seu destino na Cruz, ou não está de acordo com o seu próprio plano salvífico, isso é heresia (ou seja, erro).

É triste, isto.
O senhor Anselmo Borges sabe bem que, na fé que ele afirma professar, há unidade entre a substância divina do Pai e a substância divina do Filho. São uma e uma só substância. Logo, não há qualquer &quot;guerra&quot; com a morte de Cristo-Deus na cruz. O sofrimento de Cristo, ou seu temor pela cruz, poderá resultar de um confronto perfeitamente admissível entre a natureza humana de Cristo, que sofre, que tem medo, que tem dor, e a natureza divina de Cristo, que decorre da unidade com o Pai.

Estas coisas são sérias, são para ser faladas com seriedade.
Reconheço a idade e a carreira do senhor Anselmo Borges. Respeito ambas. No entanto, tais características respeitáveis não servem de escudo invencível contra as críticas, quando há erros e coisas a corrigir nas suas afirmações.

Última nota: ele é livre para professar quaisquer ideias, por mais mirabolantes e erradas que sejam. O problema está em fazê-lo ENQUANTO teólogo católico.

A opinião pública vê isto como intolerância da Igreja Católica. No entanto, reagiria chocada se visse um professor universitário de Física a ler a sina aos alunos na sala de aula...
Incoerências...

Bernardo Motta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Cláudia,</p>
<p>Estamos numa caixa de comentários, pelo que não me atrevo a pretender demonstrar aqui e agora a inaptidão teológica do senhor Anselmo Borges. Nem me sinto capaz para tanto. Nem saberia por onde começar.</p>
<p>Limito-me a fazer algumas observações objectivas e concretas, baseadas nas palavras do senhor Anselmo Borges no DN:</p>
<p>a) o senhor Anselmo Borges alinha com Nietzsche, entre muitas outras coisas, na ideia anti-cristã de que, cristãos, depois de Jesus, não houve</p>
<p>b) o senhor Anselmo Borges rejeita a noção cristã de Igreja encabeçada por um Papa, pelo Sumo Pontífice</p>
<p>Estas são observações de facto, que saem facilmente da leitura deste texto. Entenderá que é, no mínimo, &#8220;problemático&#8221; que um teólogo católico conteste o cargo de Sumo Pontífice e conteste a cristandade da Igreja.<br />
Já nem me atrevo a tecer comentários acerca da forma problemática como este senhor entretece a sua leitura muito pessoal (altamente contestável) da História da Igreja com a obra do anti-cristão Nietzsche, visto que o senhor Anselmo Borges usa, propositadamente, linguagem pouco clara. A falta de clareza, as ambiguidades, as insinuações, tudo isso contribui para este texto altamente problemático.<br />
&#8220;Deus contra Deus&#8221;?<br />
Deus-Pai contra Deus-Filho que morre crucificado é uma asneira teológica.<br />
Data do Concílio de Calcedónia (451 d.C.) o estudo das duas naturezas de Cristo, a divina e a humana. Com esta sua sugestão, o senhor Anselmo Borges parece ignorar este facto (duvido que ignore, mas parece ignorar, ou passar por cima dele). Se, por um lado, a natureza (physis) humana de Cristo quer que tal &#8220;cálice&#8221; dele seja apartado, porque teme uma morte com grande sofrimento, por outro lado, afirmar que a natureza divina de Cristo ignora o seu destino na Cruz, ou não está de acordo com o seu próprio plano salvífico, isso é heresia (ou seja, erro).</p>
<p>É triste, isto.<br />
O senhor Anselmo Borges sabe bem que, na fé que ele afirma professar, há unidade entre a substância divina do Pai e a substância divina do Filho. São uma e uma só substância. Logo, não há qualquer &#8220;guerra&#8221; com a morte de Cristo-Deus na cruz. O sofrimento de Cristo, ou seu temor pela cruz, poderá resultar de um confronto perfeitamente admissível entre a natureza humana de Cristo, que sofre, que tem medo, que tem dor, e a natureza divina de Cristo, que decorre da unidade com o Pai.</p>
<p>Estas coisas são sérias, são para ser faladas com seriedade.<br />
Reconheço a idade e a carreira do senhor Anselmo Borges. Respeito ambas. No entanto, tais características respeitáveis não servem de escudo invencível contra as críticas, quando há erros e coisas a corrigir nas suas afirmações.</p>
<p>Última nota: ele é livre para professar quaisquer ideias, por mais mirabolantes e erradas que sejam. O problema está em fazê-lo ENQUANTO teólogo católico.</p>
<p>A opinião pública vê isto como intolerância da Igreja Católica. No entanto, reagiria chocada se visse um professor universitário de Física a ler a sina aos alunos na sala de aula&#8230;<br />
Incoerências&#8230;</p>
<p>Bernardo Motta</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Vassalo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22875</link>
		<dc:creator>Jorge Vassalo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 23:11:01 +0000</pubDate>
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		<description>Há um poder que é dá um grande prazer: o de ultrapassar a adversidade. Nesta dicotomia da aparente dualidade em que vivemos, é dificil compreender onde o desapego nos leva a uma suprema felicidade.

Mas quando não se necessita, quando não se distingue, quando se deixa de pensar em &quot;forte&quot; e &quot;fraco&quot;, &quot;alto&quot; e &quot;baixo&quot;, &quot;certo&quot; e &quot;errado&quot;, onde entra a economia? A sobrevivência do forte? Que forte?

Sem agressão não se compreenderia o valor da não agressão. Sem fome, o valor da comida. Sem doença o valor da cura. Sem necessitados o valor do amor e da compaixão.

Deixá-los ter o seu falso poder isolacionista, que os faz ter pavor da sombra. Deixá-los procurar em vão a obtenção de mais, mais e mais. Onde no coração só mora vazio, nenhum objecto preenche. Deixai-os controlar pelo medo, pela irritação, pela limitação.

Como diz Lao-Tzu &quot; O Sábio sabe sempre pôr-se em ultimo lugar. Desta forma, ele é sempre o primeiro.&quot;

Por outras palavras: &quot;Levem lá a bicicleta.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há um poder que é dá um grande prazer: o de ultrapassar a adversidade. Nesta dicotomia da aparente dualidade em que vivemos, é dificil compreender onde o desapego nos leva a uma suprema felicidade.</p>
<p>Mas quando não se necessita, quando não se distingue, quando se deixa de pensar em &#8220;forte&#8221; e &#8220;fraco&#8221;, &#8220;alto&#8221; e &#8220;baixo&#8221;, &#8220;certo&#8221; e &#8220;errado&#8221;, onde entra a economia? A sobrevivência do forte? Que forte?</p>
<p>Sem agressão não se compreenderia o valor da não agressão. Sem fome, o valor da comida. Sem doença o valor da cura. Sem necessitados o valor do amor e da compaixão.</p>
<p>Deixá-los ter o seu falso poder isolacionista, que os faz ter pavor da sombra. Deixá-los procurar em vão a obtenção de mais, mais e mais. Onde no coração só mora vazio, nenhum objecto preenche. Deixai-os controlar pelo medo, pela irritação, pela limitação.</p>
<p>Como diz Lao-Tzu &#8221; O Sábio sabe sempre pôr-se em ultimo lugar. Desta forma, ele é sempre o primeiro.&#8221;</p>
<p>Por outras palavras: &#8220;Levem lá a bicicleta.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22857</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 14:02:28 +0000</pubDate>
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		<description>“Não foi o Filho “vítima” do Pai criador, como se Deus lutasse com Deus?”

Com tantas provas contra o pai, não percebo como é que a Judite ainda não investigou o caso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Não foi o Filho “vítima” do Pai criador, como se Deus lutasse com Deus?”</p>
<p>Com tantas provas contra o pai, não percebo como é que a Judite ainda não investigou o caso?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudia</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22806</link>
		<dc:creator>Cláudia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 17:20:30 +0000</pubDate>
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		<description>O senhor Bernardo Motta conhece pelo menos uma ou duas das dezenas de obras do autor, para fazer esse arremedo de tipificação? &quot;Teólogos destes&quot;? Que &quot;estes&quot; são esses?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O senhor Bernardo Motta conhece pelo menos uma ou duas das dezenas de obras do autor, para fazer esse arremedo de tipificação? &#8220;Teólogos destes&#8221;? Que &#8220;estes&#8221; são esses?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bernardo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/12/01/deus-contra-deus/comment-page-1/#comment-22794</link>
		<dc:creator>Bernardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 12:59:55 +0000</pubDate>
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		<description>Estamos a falar do mesmo Anselmo Borges, o que é teólogo, certo?

«Depois, veio a Igreja e “o Disangelho”.»

Estou a começar a perceber porque é que a Fernanda gosta tanto do Anselmo Borges. Lutam pela mesma causa. Com teólogos destes, a Igreja não precisa de inimigos do lado de fora.

Bernardo Motta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos a falar do mesmo Anselmo Borges, o que é teólogo, certo?</p>
<p>«Depois, veio a Igreja e “o Disangelho”.»</p>
<p>Estou a começar a perceber porque é que a Fernanda gosta tanto do Anselmo Borges. Lutam pela mesma causa. Com teólogos destes, a Igreja não precisa de inimigos do lado de fora.</p>
<p>Bernardo Motta</p>
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