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	<title>Comentários em: Portugal, a França e a Rússia</title>
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		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-23003</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 16:45:02 +0000</pubDate>
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		<description>Caro P. Porto,


      se com esta idade &quot;definitivamente desconheço&quot; certas &quot;coisas&quot;, então nem vale a pena ir ler o comentário do Al...


    Quanto ao essencial, se acha que o seu mítico &quot;Atlântico&quot; contém os valores que acabarão por sobrepôr-se no Ocidente, nomeadamente a tal liberdade das Nações e dos Indivíduos (ocidentais, presumo), sugiro-lhe que isole o Ocidente (E. U. A., Reino Unido e Polónia?) e deite o resto do Mundo fora: aí dar-lhe-ei absoluta razão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro P. Porto,</p>
<p>      se com esta idade &#8220;definitivamente desconheço&#8221; certas &#8220;coisas&#8221;, então nem vale a pena ir ler o comentário do Al&#8230;</p>
<p>    Quanto ao essencial, se acha que o seu mítico &#8220;Atlântico&#8221; contém os valores que acabarão por sobrepôr-se no Ocidente, nomeadamente a tal liberdade das Nações e dos Indivíduos (ocidentais, presumo), sugiro-lhe que isole o Ocidente (E. U. A., Reino Unido e Polónia?) e deite o resto do Mundo fora: aí dar-lhe-ei absoluta razão&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: cinco dias &#187; Portugal, a França, a Inglaterra e a Suécia</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22975</link>
		<dc:creator>cinco dias &#187; Portugal, a França, a Inglaterra e a Suécia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 10:17:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a Inglaterra e a Suécia Dezembro 4, 2007 &#124; por António Figueira  A propósito dos comentários a um post anterior, tenho a dizer o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a Inglaterra e a Suécia Dezembro 4, 2007 | por António Figueira  A propósito dos comentários a um post anterior, tenho a dizer o [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22805</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 17:16:48 +0000</pubDate>
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		<description>Há e estão vivas: as que se alimentam do estado francês a um ponto tal que, por exemplo, o investimento público nas faculdades  públicas quase desapareceu. Não desmontam, de facto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há e estão vivas: as que se alimentam do estado francês a um ponto tal que, por exemplo, o investimento público nas faculdades  públicas quase desapareceu. Não desmontam, de facto.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: CARLOS CLARA</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22781</link>
		<dc:creator>CARLOS CLARA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 03:47:56 +0000</pubDate>
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		<description>AL

Há classes sociais casmurras, não acha? E nunca desmontam... olhe que ainda estão bem vivas na França de hoje, deixe lá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AL</p>
<p>Há classes sociais casmurras, não acha? E nunca desmontam&#8230; olhe que ainda estão bem vivas na França de hoje, deixe lá!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22780</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2007 02:54:51 +0000</pubDate>
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		<description>JJ,

Não foi comigo, bem sei, mas não compare uma guerra civil - dois (dois ou mais) exércitos,batalhas etc (e as guerras eram pouco letais), com outra, muito diferente, o Terror, o terrorismo de estado exercido contra cidadãos indefesos e inocentes.
Mas sabe isso, não sabe?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JJ,</p>
<p>Não foi comigo, bem sei, mas não compare uma guerra civil &#8211; dois (dois ou mais) exércitos,batalhas etc (e as guerras eram pouco letais), com outra, muito diferente, o Terror, o terrorismo de estado exercido contra cidadãos indefesos e inocentes.<br />
Mas sabe isso, não sabe?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: P.Porto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22770</link>
		<dc:creator>P.Porto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 18:37:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Castanho

As carnificinas da Revolução Francesa não tiveram nada a ver com Luis XVI.  O milhão e meio de mortos gerados pela Revolução Francesa ocorerram na sua quase totalidade quando o poder revolunário estava já mutiíssimo bem instalado. Acontece que a lógica da revolução passada pelo terror. O resto é tentar encontrar naqueles de que não gosta a culpa dos erros daqueles de que gosta.

Depois sitou de modo incompelto esta minha frase &quot;A herança cultural e política da revolução francesa vai continuar a diluir-se. No Ocidente acabará por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos, a recusa dos grupos de autoproclamados conhecedores do que é melhor para os outros. Isto é, ficará o Atlântico.&quot; Diz-me até que eu não percebo que o Atlântico tem dois lados. Acha que não percebi mesmo? Releia bem e tente perceber melhor o que realmente escrevi. Desde logo sugerindo-lhe ponha de parte as suas referências à Atlãntida ou a Maria Antonieta que não tem nada a ver com o caso

Uma outra sugestão, leia o comentário imediatamente acima do Al, certamente ficará a conhecer algumas coisas que definitivamente desconhece.

Por fim, pode olhar para a História como História, ou olhar para a História como algo a enviezar e recortar para dourar pílupas. A diferença entre uma coisa e outra é a diferença que vai da honestidade à desonestidade intelectual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Castanho</p>
<p>As carnificinas da Revolução Francesa não tiveram nada a ver com Luis XVI.  O milhão e meio de mortos gerados pela Revolução Francesa ocorerram na sua quase totalidade quando o poder revolunário estava já mutiíssimo bem instalado. Acontece que a lógica da revolução passada pelo terror. O resto é tentar encontrar naqueles de que não gosta a culpa dos erros daqueles de que gosta.</p>
<p>Depois sitou de modo incompelto esta minha frase &#8220;A herança cultural e política da revolução francesa vai continuar a diluir-se. No Ocidente acabará por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos, a recusa dos grupos de autoproclamados conhecedores do que é melhor para os outros. Isto é, ficará o Atlântico.&#8221; Diz-me até que eu não percebo que o Atlântico tem dois lados. Acha que não percebi mesmo? Releia bem e tente perceber melhor o que realmente escrevi. Desde logo sugerindo-lhe ponha de parte as suas referências à Atlãntida ou a Maria Antonieta que não tem nada a ver com o caso</p>
<p>Uma outra sugestão, leia o comentário imediatamente acima do Al, certamente ficará a conhecer algumas coisas que definitivamente desconhece.</p>
<p>Por fim, pode olhar para a História como História, ou olhar para a História como algo a enviezar e recortar para dourar pílupas. A diferença entre uma coisa e outra é a diferença que vai da honestidade à desonestidade intelectual.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JJ</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22769</link>
		<dc:creator>JJ</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 18:20:04 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;sem necessidade de carnificinas&quot;

E eu que o pensava que tinha havido uma &quot;Glorious Revolution&quot;, uma Guerra Civil, Cromwell na IRlanda, etc e tal...devo ter sonhado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;sem necessidade de carnificinas&#8221;</p>
<p>E eu que o pensava que tinha havido uma &#8220;Glorious Revolution&#8221;, uma Guerra Civil, Cromwell na IRlanda, etc e tal&#8230;devo ter sonhado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22758</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 14:13:50 +0000</pubDate>
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		<description>Quando alguém cita Hobsbawn, o mais marxista dos historiadores marxistas, como autoridade histórica, está tudo dito.

Que diria o bom do Hobs do nariz de Cleópatra?
Provavelmente considerá-lo-ia irrelevante...e contudo foi por ele que o Marco António se deixou ficar.

O que deveras espanta é que, hoje, 7º ano da graça do séc XXI, 
não haja qq pudor em ir buscar Hobsbawn ao jazigo da História e incensá-lo como se fosse o Profeta...
Coroas de louros em cadáveres de derrotados é patético.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém cita Hobsbawn, o mais marxista dos historiadores marxistas, como autoridade histórica, está tudo dito.</p>
<p>Que diria o bom do Hobs do nariz de Cleópatra?<br />
Provavelmente considerá-lo-ia irrelevante&#8230;e contudo foi por ele que o Marco António se deixou ficar.</p>
<p>O que deveras espanta é que, hoje, 7º ano da graça do séc XXI,<br />
não haja qq pudor em ir buscar Hobsbawn ao jazigo da História e incensá-lo como se fosse o Profeta&#8230;<br />
Coroas de louros em cadáveres de derrotados é patético.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22754</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 12:42:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/#comment-22754</guid>
		<description>Sr. Carlos Clara,
Creio que não estará bem dentro dos horrores que a revolução francesa produziu: a ela se deve o primeiro genocídio da nossa época, justificando-se o termo pelo facto de que houve pessoas- alguns milhares - assassinadas pelo mero facto de pertencerem a uma classe social. O povo em geral também sofreu e foi executado aos milhares, com extremos de crueldade (v.g. massacres de Lyon ). A revolução francesa marca a falência do estado iluminista (do iluminismo francês, que agora se começa a separar do anglo-saxónico) e não trouxe nada que a Revolução Inglesa de 1688 não tivesse já delineado antes.
Sobre as admirações de muita gente pela «anglofilia» de VPV e outros autores, trata-se apenas do fruto da melhoria do ensino do inglês: a nossa ignorância da cultura inglesa era tão profunda a caricata que Eça, um anglófilo, ridiculariza várias vezes esse facto. Sobre a influência e submissão às ideias francesas, aos autores franceses, etc - que se prolongou até aos anos 70 deste século, já falava também Eça, no «Francesismo» um ensaio fundamental para perceber o pensamento português do séc XIX*. Quanto a mim «descobri» a Inglaterra (e a chateza francesa) através de Eça, um dos muitos favores que lhe devo...
Apenas uma nota final: a ideia da decadência da França não é propaganda da pérfida Albion: os próprios franceses descobriram - e interrogam-se - sobre o total  declínio da influência francesa no mundo. 
*Sobre a influência do positivismo no republicanismo português e em geral no Portugal do séc XIX e começos do XX há uns trabalhos interessantes de Fernando Catroga. Encontra na Revista de História das Ideias, e há uns títulos publicados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Carlos Clara,<br />
Creio que não estará bem dentro dos horrores que a revolução francesa produziu: a ela se deve o primeiro genocídio da nossa época, justificando-se o termo pelo facto de que houve pessoas- alguns milhares &#8211; assassinadas pelo mero facto de pertencerem a uma classe social. O povo em geral também sofreu e foi executado aos milhares, com extremos de crueldade (v.g. massacres de Lyon ). A revolução francesa marca a falência do estado iluminista (do iluminismo francês, que agora se começa a separar do anglo-saxónico) e não trouxe nada que a Revolução Inglesa de 1688 não tivesse já delineado antes.<br />
Sobre as admirações de muita gente pela «anglofilia» de VPV e outros autores, trata-se apenas do fruto da melhoria do ensino do inglês: a nossa ignorância da cultura inglesa era tão profunda a caricata que Eça, um anglófilo, ridiculariza várias vezes esse facto. Sobre a influência e submissão às ideias francesas, aos autores franceses, etc &#8211; que se prolongou até aos anos 70 deste século, já falava também Eça, no «Francesismo» um ensaio fundamental para perceber o pensamento português do séc XIX*. Quanto a mim «descobri» a Inglaterra (e a chateza francesa) através de Eça, um dos muitos favores que lhe devo&#8230;<br />
Apenas uma nota final: a ideia da decadência da França não é propaganda da pérfida Albion: os próprios franceses descobriram &#8211; e interrogam-se &#8211; sobre o total  declínio da influência francesa no mundo.<br />
*Sobre a influência do positivismo no republicanismo português e em geral no Portugal do séc XIX e começos do XX há uns trabalhos interessantes de Fernando Catroga. Encontra na Revista de História das Ideias, e há uns títulos publicados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22732</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 11:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>Car@ Al, tem toda a razão:

&quot;Convém que se dê a cada um aquilo a que tem direito&quot;, mas eu dispenso-o de ter de me dar o meu título académico e profissional, ok?


      Sempre poupa dez letras de cada vez que se me dirigir...


        António das Neves Castanho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Car@ Al, tem toda a razão:</p>
<p>&#8220;Convém que se dê a cada um aquilo a que tem direito&#8221;, mas eu dispenso-o de ter de me dar o meu título académico e profissional, ok?</p>
<p>      Sempre poupa dez letras de cada vez que se me dirigir&#8230;</p>
<p>        António das Neves Castanho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22731</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 11:17:03 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;sem necessidade de carnificinas&quot;? - infelizmente, Sua Majestade não nos deu a escolher, antes escolheu para nós a servidão e, depois, já era tarde demais...


        &quot;isto é, ficará o Atlântico (&quot;por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos&quot;) - mas isso não é o Atlântico (que tem dois lados, para quem não se lembra, ou não costuma reparar...), mas sim talvez a Atlântida, onde existirá sempre a mesma liberdade, para ALGUMAS Nações e para ALGUNS indivíduos, que já existia também na França do Marquês de Launay e da Maria Antonieta dos brioches...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;sem necessidade de carnificinas&#8221;? &#8211; infelizmente, Sua Majestade não nos deu a escolher, antes escolheu para nós a servidão e, depois, já era tarde demais&#8230;</p>
<p>        &#8220;isto é, ficará o Atlântico (&#8220;por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos&#8221;) &#8211; mas isso não é o Atlântico (que tem dois lados, para quem não se lembra, ou não costuma reparar&#8230;), mas sim talvez a Atlântida, onde existirá sempre a mesma liberdade, para ALGUMAS Nações e para ALGUNS indivíduos, que já existia também na França do Marquês de Launay e da Maria Antonieta dos brioches&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: barbara gil</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22720</link>
		<dc:creator>barbara gil</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 10:00:40 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Paulo Porto, permita-me, não é à esquerda que falta estofo para leitura, e/ou - mesmo não (des)singularizando o Figueira - para esta leitura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Porto, permita-me, não é à esquerda que falta estofo para leitura, e/ou &#8211; mesmo não (des)singularizando o Figueira &#8211; para esta leitura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Porto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22684</link>
		<dc:creator>Paulo Porto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 02:42:48 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Figueira

A crónica do VPV que refere está acima de bom, como costume nele.

E´ também certo que a modernidade em Portugal nasceu à francesa, isto é, torta, em lugar de ter nascido à inglesa, isto é, uns bons anos antes e sem necessidade de carnificinas.

O último livro do VPV volta a ser uma delícia. O AF, ainda que não goste, tem estofo para o ler o que o torna diferente de quase todos à esquerda.

Tal como o Figueira, também eu gosto da França, mas da França profunda. Quanto à França dos políticos, revolucionária, palavrosa e pretenciosa, é o que se vê desde há duzentos anos, sempre a piorar e a perder importância. Após a IIGG, não fosse o dinheiro dos alemães e ela estaria ainda pior do que está.

A herança cultural e política da revolução francesa vai continuar a diluir-se. No Ocidente acabará por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos, a recusa dos grupos de autoproclamados conhecedores do que é melhor para os outros. Isto é, ficará o Atlântico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Figueira</p>
<p>A crónica do VPV que refere está acima de bom, como costume nele.</p>
<p>E´ também certo que a modernidade em Portugal nasceu à francesa, isto é, torta, em lugar de ter nascido à inglesa, isto é, uns bons anos antes e sem necessidade de carnificinas.</p>
<p>O último livro do VPV volta a ser uma delícia. O AF, ainda que não goste, tem estofo para o ler o que o torna diferente de quase todos à esquerda.</p>
<p>Tal como o Figueira, também eu gosto da França, mas da França profunda. Quanto à França dos políticos, revolucionária, palavrosa e pretenciosa, é o que se vê desde há duzentos anos, sempre a piorar e a perder importância. Após a IIGG, não fosse o dinheiro dos alemães e ela estaria ainda pior do que está.</p>
<p>A herança cultural e política da revolução francesa vai continuar a diluir-se. No Ocidente acabará por ficar apenas o que é profundo, isto é, a liberdade das nações e dos indivíduos, a recusa dos grupos de autoproclamados conhecedores do que é melhor para os outros. Isto é, ficará o Atlântico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22679</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 01:06:11 +0000</pubDate>
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		<description>Comentário de David Lourenço Mestre:
“É uma pena, o adjectivo para descrever este molho de broculos de pros e contras ainda está por inventar”

contraproducente…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentário de David Lourenço Mestre:<br />
“É uma pena, o adjectivo para descrever este molho de broculos de pros e contras ainda está por inventar”</p>
<p>contraproducente…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: is a bel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22675</link>
		<dc:creator>is a bel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>Viva António,
 este seu post lembra-me o dia em que &#039;conheci&#039; Hobsbawm (grata memória) e do &#039;principio do limiar&#039; aos efeitos políticos secundários que acelerariam uma &#039;nova reestruturação supranacional do globo&#039; foram horas de dedicação. Ao ler que o autor invocava o testemunho de um autor francês (qual???) que descrevia a independência de Portugal como &#039;ridícula&#039; vista a sua diminuta extensão...pensei em ficar pela &#039;História Social do Jazz&#039; (imaginando que seria mais jazz e menos marx). 
Gosto por tal de o ler aqui, mais do que a concordar com o VPV ou em declarações amorosas,  a referenciar o &#039;Bandits&#039;. Afinal, meu caro António, 
na frase imorredoura do Observer, as obras do Hobsbawm &quot;have become part of the mental furniture of educated Englishmen&quot;.
(gastar dinheiro por gastar compre antes &#039;Os Dias Loucos do PREC&#039; e deixe que alguém lhe ofereça o VPV no natal)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Viva António,<br />
 este seu post lembra-me o dia em que &#8216;conheci&#8217; Hobsbawm (grata memória) e do &#8216;principio do limiar&#8217; aos efeitos políticos secundários que acelerariam uma &#8216;nova reestruturação supranacional do globo&#8217; foram horas de dedicação. Ao ler que o autor invocava o testemunho de um autor francês (qual???) que descrevia a independência de Portugal como &#8216;ridícula&#8217; vista a sua diminuta extensão&#8230;pensei em ficar pela &#8216;História Social do Jazz&#8217; (imaginando que seria mais jazz e menos marx).<br />
Gosto por tal de o ler aqui, mais do que a concordar com o VPV ou em declarações amorosas,  a referenciar o &#8216;Bandits&#8217;. Afinal, meu caro António,<br />
na frase imorredoura do Observer, as obras do Hobsbawm &#8220;have become part of the mental furniture of educated Englishmen&#8221;.<br />
(gastar dinheiro por gastar compre antes &#8216;Os Dias Loucos do PREC&#8217; e deixe que alguém lhe ofereça o VPV no natal)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: CARLOS CLARA</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22674</link>
		<dc:creator>CARLOS CLARA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:39:10 +0000</pubDate>
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		<description>VPV escreve bem, é um facto. Esporadicamente estou de acordo com algumas das suas análises, de um modo geral cínicas, também é um facto. Ou será fleuma? - soa melhor. Mas também vá lá saber-se porque odeia ele tanto a &quot;escumalha&quot; que fez a Revolução Francesa e a França do país das &quot;luzes&quot; por longo tempo, quando outra &quot;escumalha&quot; fizeram outros impérios de tão frouxas luzes. Vá-se lá mesmo também saber porquê o outro lado do Atlântico ainda hoje tem &quot;complexo francês&quot;. Contradições.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VPV escreve bem, é um facto. Esporadicamente estou de acordo com algumas das suas análises, de um modo geral cínicas, também é um facto. Ou será fleuma? &#8211; soa melhor. Mas também vá lá saber-se porque odeia ele tanto a &#8220;escumalha&#8221; que fez a Revolução Francesa e a França do país das &#8220;luzes&#8221; por longo tempo, quando outra &#8220;escumalha&#8221; fizeram outros impérios de tão frouxas luzes. Vá-se lá mesmo também saber porquê o outro lado do Atlântico ainda hoje tem &#8220;complexo francês&#8221;. Contradições.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22673</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 23:23:47 +0000</pubDate>
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		<description>Caro António,

às tantas vais gostar disto. 

cumps

http://www.youtube.com/watch?v=IMmBYGptAUc</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro António,</p>
<p>às tantas vais gostar disto. </p>
<p>cumps</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/IMmBYGptAUc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22669</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 20:19:35 +0000</pubDate>
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		<description>O título de Doutor, por extenso, cabe aos doutorados, o que é o caso do Senhor Doutor Vasco Pulido Valente, licenciado em filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa e doutorado em História na Universidade de Oxford, uma das mais prestigiadas do mundo.
Convém que se dê a cada um aquilo a que tem direito, principalmente quando por estes lados já haja quem use oficialmente designações a que, clara e limpidamente, não tem direito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O título de Doutor, por extenso, cabe aos doutorados, o que é o caso do Senhor Doutor Vasco Pulido Valente, licenciado em filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa e doutorado em História na Universidade de Oxford, uma das mais prestigiadas do mundo.<br />
Convém que se dê a cada um aquilo a que tem direito, principalmente quando por estes lados já haja quem use oficialmente designações a que, clara e limpidamente, não tem direito.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22662</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 17:29:03 +0000</pubDate>
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		<description>Car@ e solícit@ Al,


agradeço ter-me relembrado que entre Beresford e Wellesley (Duque de Wellington, concerteza, em terras de Sua Majestade) - e perdoar-me-á a síncope de uma sílaba do seu nome, no meu propositadamente desajeitado inglês, o que porém o não impediu de identificar de pronto o personagem -, a minha indecisão &quot;é um problema menor&quot;.



        Quanto ao Doutor Pulido Valente, o Médico, de facto nada li escrito por ele, que me lembre.


         De Vasco Pulido Valente, o historiador, já li muita coisa publicada em jornais. Os seus livros, como ávido leitor de História, talvez os consiga ler um dia, se para isso o tempo me chegar o tempo de leitura que me resta.


           É que têm ainda muitos milhares de Obras à sua frente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Car@ e solícit@ Al,</p>
<p>agradeço ter-me relembrado que entre Beresford e Wellesley (Duque de Wellington, concerteza, em terras de Sua Majestade) &#8211; e perdoar-me-á a síncope de uma sílaba do seu nome, no meu propositadamente desajeitado inglês, o que porém o não impediu de identificar de pronto o personagem -, a minha indecisão &#8220;é um problema menor&#8221;.</p>
<p>        Quanto ao Doutor Pulido Valente, o Médico, de facto nada li escrito por ele, que me lembre.</p>
<p>         De Vasco Pulido Valente, o historiador, já li muita coisa publicada em jornais. Os seus livros, como ávido leitor de História, talvez os consiga ler um dia, se para isso o tempo me chegar o tempo de leitura que me resta.</p>
<p>           É que têm ainda muitos milhares de Obras à sua frente&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Lourenço Mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22661</link>
		<dc:creator>David Lourenço Mestre</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 17:21:59 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Aplica-se na perfeição a Vasco P. Valente: na sua sanha evangelizadora anti-francesa, anti-europeia, anti-revolucionária, anti-progressista, pró-britânica, pró-liberal, pró-atlantista e pró-salazarista&quot;

É uma pena, o adjectivo para descrever este molho de broculos de pros e contras ainda está por inventar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aplica-se na perfeição a Vasco P. Valente: na sua sanha evangelizadora anti-francesa, anti-europeia, anti-revolucionária, anti-progressista, pró-britânica, pró-liberal, pró-atlantista e pró-salazarista&#8221;</p>
<p>É uma pena, o adjectivo para descrever este molho de broculos de pros e contras ainda está por inventar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22657</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:57:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/#comment-22657</guid>
		<description>Deve ter-se perdido um «comentário» meu que lhe era dirigido, Sr. Castanho, e em que lhe dizia que deve querer dizer  Wellesley, Duque de Wellington, quando diz «Welsley» e que deve querer referir-se, afinal, a Beresford e perguntava-lhe ainda se alguma vez leu algum livro do Doutor VPV.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deve ter-se perdido um «comentário» meu que lhe era dirigido, Sr. Castanho, e em que lhe dizia que deve querer dizer  Wellesley, Duque de Wellington, quando diz «Welsley» e que deve querer referir-se, afinal, a Beresford e perguntava-lhe ainda se alguma vez leu algum livro do Doutor VPV.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22656</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:44:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/#comment-22656</guid>
		<description>Sr. Castanho,
Estará indeciso entre Wellesley (o seu «Welsley») e Beresford, mas deixe lá, esse é  um problema menor.
Desculpe, já leu algum livro do Doutor Pulido Valente?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Castanho,<br />
Estará indeciso entre Wellesley (o seu «Welsley») e Beresford, mas deixe lá, esse é  um problema menor.<br />
Desculpe, já leu algum livro do Doutor Pulido Valente?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Al</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22655</link>
		<dc:creator>Al</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:36:49 +0000</pubDate>
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		<description>Estava a dizer-me que há coisas grátis que me saem mais caras  do que os livros caros do Doutor VPV quando me apercebi que, perante «o papel ingrato URSS » e os «gestos objectivamente progressitas» estava a ser muito mal-agradecido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava a dizer-me que há coisas grátis que me saem mais caras  do que os livros caros do Doutor VPV quando me apercebi que, perante «o papel ingrato URSS » e os «gestos objectivamente progressitas» estava a ser muito mal-agradecido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22653</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:31:12 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me que devo corrigir &quot;Welsley&quot; por &quot;Beresford&quot;. Ou não? Algum especialista, por favor, que se chegue à frente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que devo corrigir &#8220;Welsley&#8221; por &#8220;Beresford&#8221;. Ou não? Algum especialista, por favor, que se chegue à frente&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22650</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 14:44:30 +0000</pubDate>
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		<description>Frase não reaccionária, mas sim muitíssimo sábia, que ainda muito recentemente também ouvi, desta vez proferida por um estudante erasmático húngaro, a milhares de quilómetros de Lisboa, e a que tive de assentir, embuchado...


        Aplica-se na perfeição a Vasco P. Valente: na sua sanha evangelizadora anti-francesa, anti-europeia, anti-revolucionária, anti-progressista, pró-britânica, pró-liberal, pró-atlantista e pró-salazarista quer-nos enfiar pelas nossas goelas abaixo a História de Portugal, vista das profundezas amargas e obscuras do seu espírito ressabiado e invejoso, procurando lutar contra o inevitável - o reconhecimento gradual do nefasto papel desempenhado, em Portugal, pela Coroa Britânica, desde o desgraçado Tratado de Meethwen até à nossa adesão europeia e com alguns episódios particularmente dramáticos, como durante o período negro da &quot;vassalagem&quot; pós-napoleónica, sob a ditadura de Welsley, que aliás culminaria na carnificina da Guerra Civil (essa sim, &quot;retirada&quot; dos nossos compêndios de História pela historiografia salazarista e anglófila), o &quot;Mapa Côr-de-rosa&quot; e, ainda, o nosso absurdo envolvimento na 1ª Grande Guerra, onde servimos de &quot;carne para canhão&quot; no mesmo plano subalterno e desonroso das outras tropas coloniais de Sua Majestade, provenientes das áfricas e das índias...


        A luta de V. P. V. é apenas uma: provar que o Portugal de antanho, submisso às ordens imperiais, de Londres ou de Washington (que sempre se confundiram, desde meados do Séc. XIX até hoje), é superior ao Portugal moderno, democrático, livre, republicano, laico e orgulhosamente... europeu!


         Que sempre o deveria ter sido, pelo menos desde o Liberalismo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Frase não reaccionária, mas sim muitíssimo sábia, que ainda muito recentemente também ouvi, desta vez proferida por um estudante erasmático húngaro, a milhares de quilómetros de Lisboa, e a que tive de assentir, embuchado&#8230;</p>
<p>        Aplica-se na perfeição a Vasco P. Valente: na sua sanha evangelizadora anti-francesa, anti-europeia, anti-revolucionária, anti-progressista, pró-britânica, pró-liberal, pró-atlantista e pró-salazarista quer-nos enfiar pelas nossas goelas abaixo a História de Portugal, vista das profundezas amargas e obscuras do seu espírito ressabiado e invejoso, procurando lutar contra o inevitável &#8211; o reconhecimento gradual do nefasto papel desempenhado, em Portugal, pela Coroa Britânica, desde o desgraçado Tratado de Meethwen até à nossa adesão europeia e com alguns episódios particularmente dramáticos, como durante o período negro da &#8220;vassalagem&#8221; pós-napoleónica, sob a ditadura de Welsley, que aliás culminaria na carnificina da Guerra Civil (essa sim, &#8220;retirada&#8221; dos nossos compêndios de História pela historiografia salazarista e anglófila), o &#8220;Mapa Côr-de-rosa&#8221; e, ainda, o nosso absurdo envolvimento na 1ª Grande Guerra, onde servimos de &#8220;carne para canhão&#8221; no mesmo plano subalterno e desonroso das outras tropas coloniais de Sua Majestade, provenientes das áfricas e das índias&#8230;</p>
<p>        A luta de V. P. V. é apenas uma: provar que o Portugal de antanho, submisso às ordens imperiais, de Londres ou de Washington (que sempre se confundiram, desde meados do Séc. XIX até hoje), é superior ao Portugal moderno, democrático, livre, republicano, laico e orgulhosamente&#8230; europeu!</p>
<p>         Que sempre o deveria ter sido, pelo menos desde o Liberalismo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/29/portugal-a-franca-e-a-russia/comment-page-1/#comment-22649</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2007 14:34:35 +0000</pubDate>
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		<description>Belo post. :)

Eric Hobsbawm, grande prof!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo post. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Eric Hobsbawm, grande prof!!!</p>
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