<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: pedro enoja</title>
	<atom:link href="http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/</link>
	<description>cinco dias, cinco pessoas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 20 Mar 2010 05:16:24 -0700</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Miguel Pereira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-79065</link>
		<dc:creator>Miguel Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 03:15:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-79065</guid>
		<description>Srs. Lidador e David Lourenço Mestre: vejam agora outra expressão da &quot;cartilha&quot; politicamente correcta à minha maneira: SOIS UMAS BESTAS (a facilidade com que o Mestre engole a &quot;Estória&quot; incrível do crematória torna-o além disso uma besta mentecapta). E já agora, para qualquer cidadão com um mínimo de consciência democrática, a história de Vilarigues, a prisão arbitrária por motivos ideológicos ou por motivos de retaliação e chantagem familiar durante uma década NÃO É &quot;PESSOAL&quot;, sabia??? 

e tenho dito, depois de ter vindo aqui cair com um ano de atraso</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Srs. Lidador e David Lourenço Mestre: vejam agora outra expressão da &#8220;cartilha&#8221; politicamente correcta à minha maneira: SOIS UMAS BESTAS (a facilidade com que o Mestre engole a &#8220;Estória&#8221; incrível do crematória torna-o além disso uma besta mentecapta). E já agora, para qualquer cidadão com um mínimo de consciência democrática, a história de Vilarigues, a prisão arbitrária por motivos ideológicos ou por motivos de retaliação e chantagem familiar durante uma década NÃO É &#8220;PESSOAL&#8221;, sabia??? </p>
<p>e tenho dito, depois de ter vindo aqui cair com um ano de atraso</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20430</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 19:10:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20430</guid>
		<description>“Invente outro gadget, cum caraças! Humor como uma botija de gás; humor como uma matrioska; humor como um guarda republicano na reforma; humor como um jogador do futebol clube do Porto…”

Obrigadinho pelas sugestões, mas não creio que você seja a pessoa mais indicada para dar conselhos, digo eu, pelo menos nesta área.

E, sabe que mais, parafraseando o Ezequiel, ‘não concordamos numas coisas, discordamos noutras. Nada de mais natural.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Invente outro gadget, cum caraças! Humor como uma botija de gás; humor como uma matrioska; humor como um guarda republicano na reforma; humor como um jogador do futebol clube do Porto…”</p>
<p>Obrigadinho pelas sugestões, mas não creio que você seja a pessoa mais indicada para dar conselhos, digo eu, pelo menos nesta área.</p>
<p>E, sabe que mais, parafraseando o Ezequiel, ‘não concordamos numas coisas, discordamos noutras. Nada de mais natural.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20318</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 17:14:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20318</guid>
		<description>letssssss ruuummmble


http://youtube.com/watch?v=Kv1Et0W3xeI

eh ehe h e heh :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>letssssss ruuummmble</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=Kv1Et0W3xeI" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=Kv1Et0W3xeI</a></p>
<p>eh ehe h e heh <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20315</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 16:43:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20315</guid>
		<description>Caro Vilarigues, não me recordo de lhe ter pedido explicações sobre a sua vida e lamento ter de lhe dizer que ela não me interessa.
Apenas me irrita a arrogância da cegueira ideológica.

Isto foi o que você disse:

Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO.

Engula  a asneira, por favor e não se debata mais.
Se tivesse ficado calado, como diz que faz quando não sabe,  por sábio seria reputado.

Assim, bolotas. E , para cúmulo da degradação intelectual, acaba a citar profetas falhados, acendendo velas a aventesmas que jazem há muito no caixote de lixo da História.

O Vilarigues viu o filme &quot;The Others&quot;, com a boazona da  Nicole Kidman?
Eram mortos que pensavam que ainda estavam vivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Vilarigues, não me recordo de lhe ter pedido explicações sobre a sua vida e lamento ter de lhe dizer que ela não me interessa.<br />
Apenas me irrita a arrogância da cegueira ideológica.</p>
<p>Isto foi o que você disse:</p>
<p>Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO.</p>
<p>Engula  a asneira, por favor e não se debata mais.<br />
Se tivesse ficado calado, como diz que faz quando não sabe,  por sábio seria reputado.</p>
<p>Assim, bolotas. E , para cúmulo da degradação intelectual, acaba a citar profetas falhados, acendendo velas a aventesmas que jazem há muito no caixote de lixo da História.</p>
<p>O Vilarigues viu o filme &#8220;The Others&#8221;, com a boazona da  Nicole Kidman?<br />
Eram mortos que pensavam que ainda estavam vivos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20314</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 16:28:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20314</guid>
		<description>O nosso Ramão Ortigalho aqui do 5 - que dá pelo conveniente, e securitário, segundo o rosa, nome de lidador  - persiste na estupidez segundo a qual o ser judeu &quot;está-lhes na massa do sangue&quot;. Está bem acompanhado, ou não fosse o post da Fernanda àcerca de um outro néscio que diz a mesma barbaridade, mas de outra maneira. Mas a quem anda a aplicar o Mendel a grupos humanos, não se lhe pode pedir muito. 

E aqui o António, que tem intuição, não deve ter falhado por muito na sua identificação com certas pessoas menos recomendáveis de antanho. A julgar pelas opiniões aqui ventiladas pelo sô lidador, estranho seria que a genealogia não lhe assentasse que nem uma luva. Mas isto é advinhação. 

O carmo da rosa julga que eu fiquei muito preocupado com os seus comentários marialvas e másculos???? Ó carmo, você é que não tem qualquer tipo de sentido de humor. E se volta a repetir a boca da tenda de campismo vomito. Invente outro gadget, cum caraças! Humor como uma botija de gás; humor como uma matrioska; humor como um guarda republicano na reforma; humor como um jogador do futebol clube do Porto...eu sei lá? Olhe, humor como um lidador - acho que toda a gente percebe. 

Agora, homens do meu país, não se vão pôr a comparar volumes nas respectivas bibriotécas. Isso é que não! Senão ainda chegamos ao ponto de comparar pilinhas. Ou de fazer correntes com a frase da página 669 do nosso livro preferido. A gente não quer chegar aí, pois não.  
Vá, mantenham o nível. 

e agora vou trabalhar que aqui no 5 dias não me pagam para isto (ainda).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso Ramão Ortigalho aqui do 5 &#8211; que dá pelo conveniente, e securitário, segundo o rosa, nome de lidador  &#8211; persiste na estupidez segundo a qual o ser judeu &#8220;está-lhes na massa do sangue&#8221;. Está bem acompanhado, ou não fosse o post da Fernanda àcerca de um outro néscio que diz a mesma barbaridade, mas de outra maneira. Mas a quem anda a aplicar o Mendel a grupos humanos, não se lhe pode pedir muito. </p>
<p>E aqui o António, que tem intuição, não deve ter falhado por muito na sua identificação com certas pessoas menos recomendáveis de antanho. A julgar pelas opiniões aqui ventiladas pelo sô lidador, estranho seria que a genealogia não lhe assentasse que nem uma luva. Mas isto é advinhação. </p>
<p>O carmo da rosa julga que eu fiquei muito preocupado com os seus comentários marialvas e másculos???? Ó carmo, você é que não tem qualquer tipo de sentido de humor. E se volta a repetir a boca da tenda de campismo vomito. Invente outro gadget, cum caraças! Humor como uma botija de gás; humor como uma matrioska; humor como um guarda republicano na reforma; humor como um jogador do futebol clube do Porto&#8230;eu sei lá? Olhe, humor como um lidador &#8211; acho que toda a gente percebe. </p>
<p>Agora, homens do meu país, não se vão pôr a comparar volumes nas respectivas bibriotécas. Isso é que não! Senão ainda chegamos ao ponto de comparar pilinhas. Ou de fazer correntes com a frase da página 669 do nosso livro preferido. A gente não quer chegar aí, pois não.<br />
Vá, mantenham o nível. </p>
<p>e agora vou trabalhar que aqui no 5 dias não me pagam para isto (ainda).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Vilarigues</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20309</link>
		<dc:creator>António Vilarigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 15:51:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20309</guid>
		<description>Caro Lidador,
À falta de argumentos o insulto. É um problema seu de má educação. Mas deixe que lhe diga que esse tipo de &quot;argumentos&quot; me faz estranhamente recordar os Pides com que contactei quase diariamente, das 10 às 11 da manhã - horário das visitas) na Prisão de Caxias de 4 de Outubro de 1959 a 5 de Dezembro de 1968 (enquanto a minha mãe, Maria Alda Nogueira esteve presa).
Ao contrário de si só falo daquilo que sei. Quando não sei deixo-me estar calado ou pergunto a quem saiba.
Tenho judeus na família, portanto...
Aliás a sua desonestidade intelectual, ou pressa de leitura, ou as duas faz com que se tenha esquecido disto no link da Fernanda: 
«NM- Se eu agora me converter à religião judaica, e tiver um filho, isso faz de mim uma mãe judia?
EM- Sim. E seria tratada, no seio da comunidade, exactamente como os outros. Claro que estamos a falar da lei. Mas o lado subjectivo do sentimento religioso é muito importante. Ou seja, se uma pessoa diz: eu sou filho de mãe judia mas não quero ser judeu, continuará a ser considerado, do ponto de vista da lei judaica, como um judeu, mas de facto não é. Percebe?»

Ou precisa de explicador?

Quanto a leituras, embora o Lidador não tenha nada a ver com isso, a minha biblioteca tem 6 mil volumes sobre os mais variados assuntos, das mais variadas proveniências e autores. Quase (faltam uns 50) todos lidos e ou estudados.

Procuro aplicar a máxima que Karl Marx foi &quot;beber&quot; a um filósofo romano «NADA DO QUE É HUMANO ME É ESTRANHO».</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador,<br />
À falta de argumentos o insulto. É um problema seu de má educação. Mas deixe que lhe diga que esse tipo de &#8220;argumentos&#8221; me faz estranhamente recordar os Pides com que contactei quase diariamente, das 10 às 11 da manhã &#8211; horário das visitas) na Prisão de Caxias de 4 de Outubro de 1959 a 5 de Dezembro de 1968 (enquanto a minha mãe, Maria Alda Nogueira esteve presa).<br />
Ao contrário de si só falo daquilo que sei. Quando não sei deixo-me estar calado ou pergunto a quem saiba.<br />
Tenho judeus na família, portanto&#8230;<br />
Aliás a sua desonestidade intelectual, ou pressa de leitura, ou as duas faz com que se tenha esquecido disto no link da Fernanda:<br />
«NM- Se eu agora me converter à religião judaica, e tiver um filho, isso faz de mim uma mãe judia?<br />
EM- Sim. E seria tratada, no seio da comunidade, exactamente como os outros. Claro que estamos a falar da lei. Mas o lado subjectivo do sentimento religioso é muito importante. Ou seja, se uma pessoa diz: eu sou filho de mãe judia mas não quero ser judeu, continuará a ser considerado, do ponto de vista da lei judaica, como um judeu, mas de facto não é. Percebe?»</p>
<p>Ou precisa de explicador?</p>
<p>Quanto a leituras, embora o Lidador não tenha nada a ver com isso, a minha biblioteca tem 6 mil volumes sobre os mais variados assuntos, das mais variadas proveniências e autores. Quase (faltam uns 50) todos lidos e ou estudados.</p>
<p>Procuro aplicar a máxima que Karl Marx foi &#8220;beber&#8221; a um filósofo romano «NADA DO QUE É HUMANO ME É ESTRANHO».</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20308</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 15:14:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20308</guid>
		<description>Não pensava dar resposta ao Vilarigues...a estupidez humana é uma das poucas coisas que dá a ideia de infinito, como dizia o judeu Einstein, que afinal não era judeu, segundo o Vilarigues, que é quem sabe destas coisas, vem lá vermelho no branco, na cartilha do partido, e é esta a única verdade a que temos direito, quatro pernas bom, duas pernas mau e viva a Quinta dos Animais.

Mas, uma vez que a f, fez questão de vir aqui colocar um link interessante,  faço apenas copy-paste, da definição de Ester Mucznik, obviamente não partilhada por Jerónimo e sua muchachos &quot;antifássistas&quot;.

&quot;EM- Para mim o judaísmo não é só uma religião, portanto não é uma questão de professar. Claro que a religião é a base do judaísmo e sou judia nesse aspecto. Mas também por partilhar uma História, um destino, uma cultura, uma memória, uma língua...&quot;

Tal como outros, eu tb não sou crente.
O Vilarigues devia talvez ler mais umas coisas, para além dos catecismos.
O Raymond Aron, tb um judeu incréu, dizia que era francês e judeu.
Amartya Sen, que não é judeu, tem todo um livro a falar das identidades multiplas que todos temos, exceptuando o Vilarigues, claro.

Caro Carmo da Rosa, é sempre bom fazer uma regressão ao velho Eça.
Bom tempo, o das bengaladas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não pensava dar resposta ao Vilarigues&#8230;a estupidez humana é uma das poucas coisas que dá a ideia de infinito, como dizia o judeu Einstein, que afinal não era judeu, segundo o Vilarigues, que é quem sabe destas coisas, vem lá vermelho no branco, na cartilha do partido, e é esta a única verdade a que temos direito, quatro pernas bom, duas pernas mau e viva a Quinta dos Animais.</p>
<p>Mas, uma vez que a f, fez questão de vir aqui colocar um link interessante,  faço apenas copy-paste, da definição de Ester Mucznik, obviamente não partilhada por Jerónimo e sua muchachos &#8220;antifássistas&#8221;.</p>
<p>&#8220;EM- Para mim o judaísmo não é só uma religião, portanto não é uma questão de professar. Claro que a religião é a base do judaísmo e sou judia nesse aspecto. Mas também por partilhar uma História, um destino, uma cultura, uma memória, uma língua&#8230;&#8221;</p>
<p>Tal como outros, eu tb não sou crente.<br />
O Vilarigues devia talvez ler mais umas coisas, para além dos catecismos.<br />
O Raymond Aron, tb um judeu incréu, dizia que era francês e judeu.<br />
Amartya Sen, que não é judeu, tem todo um livro a falar das identidades multiplas que todos temos, exceptuando o Vilarigues, claro.</p>
<p>Caro Carmo da Rosa, é sempre bom fazer uma regressão ao velho Eça.<br />
Bom tempo, o das bengaladas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20305</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 14:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20305</guid>
		<description>a propósito desta afirmação de antónio vilarigues (&#039;não sou eu que o digo, são os judeus. Ser judeu é uma questão de religião. Eu ou o Lidador podemos, caso queiramos, passar a ser judeus, sabia?&#039;), recordo uma entrevista de 2001 a esther mucznik, publicada na notícias magazine e postada no glória fácil, onde esta representante da comunidade israelita portuguesa fala do que é ser judeu:

http://gloriafacil.blogspot.com/2006/07/ainda-mais-claro.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a propósito desta afirmação de antónio vilarigues (&#8216;não sou eu que o digo, são os judeus. Ser judeu é uma questão de religião. Eu ou o Lidador podemos, caso queiramos, passar a ser judeus, sabia?&#8217;), recordo uma entrevista de 2001 a esther mucznik, publicada na notícias magazine e postada no glória fácil, onde esta representante da comunidade israelita portuguesa fala do que é ser judeu:</p>
<p><a href="http://gloriafacil.blogspot.com/2006/07/ainda-mais-claro.html" rel="nofollow">http://gloriafacil.blogspot.com/2006/07/ainda-mais-claro.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20303</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 13:34:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20303</guid>
		<description>Caríssimo riacho,

Como de costume, a esquerda denota uma confrangedora falta de humor!!! E você, doutrinário, amigo de gente (na versão do Fernando Pessoa), e sem ofensa, tem o humor de uma tenda de campismo, e é por isso que não viu, ‘no meu prometer porrada’, apenas a inocente, mas clássica e bem portuguesa anedota do LACÓNICO.

[ Pergunta o Lidador: ‘ó Riacho, porque é que deste uma cabeçada na cana do nariz e uma joelhada nas partes do Carmo da Roça?’ 
‘Porque ele me chamou lacónico…’
&#039;E sabes o que isso quer dizer?&#039;
‘Não. Mas por sim e por não dei-lhe’]

Não estou de acordo consigo que o nick do Lidador seja repelente. É curto, fácil de decorar e de escrever. O seu, ao contrário, só se consegue escrever com ‘copy and paste’. Mas gostos não se discutem todos os dias. 

Agora, em relação ao Lidador, e tendo em conta o que publica, o anonimato é, neste caso, fortemente aconselhável. Posso mesmo acrescentar que, se ele em vez de português, publicasse em Neerlandês, e se a pessoa fosse conhecida do público, há muito que teria protecção do estado – como tantos outros. Precisamente para não lhe acontecer o que aconteceu a Theo van Gogh.
É evidente que aqueles que debitam trivialidades de esquerda, em que infalivelmente os americanos e os israelitas têm a culpa de todos os males do mundo e o Bin Laden é o novo Che Guevara, não correm nenhum risco - e bem haja…

Em relação às minhas reminiscências coloniais, eu bem gostaria de ter agora uma quintita em Cabinda, de preferência com petróleo. Mas tá ver, em vez de ter feito pela vida, decidi na altura (loucuras da mocidade!) desertar, pedir asilo político e passar o resto da minha juventude a mandar bocas anti-coloniais muito de esquerda… Burro! Não deveria ter dado ouvidos aos seus camaradas.

“cabeçada na cana do nariz que o deixava a arrotar a pepino pó resto do dia”

Gostei da expressão que já me tinha esquecido. As gentes cá no Norte também costumava dizer ‘cabeçada no nariz que o deixava a lamber pacotes de baunilha para uma semana’. Não me pergunte o porquê da ‘baunilha’! Não faço a mínima ideia…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo riacho,</p>
<p>Como de costume, a esquerda denota uma confrangedora falta de humor!!! E você, doutrinário, amigo de gente (na versão do Fernando Pessoa), e sem ofensa, tem o humor de uma tenda de campismo, e é por isso que não viu, ‘no meu prometer porrada’, apenas a inocente, mas clássica e bem portuguesa anedota do LACÓNICO.</p>
<p>[ Pergunta o Lidador: ‘ó Riacho, porque é que deste uma cabeçada na cana do nariz e uma joelhada nas partes do Carmo da Roça?’<br />
‘Porque ele me chamou lacónico…’<br />
'E sabes o que isso quer dizer?'<br />
‘Não. Mas por sim e por não dei-lhe’]</p>
<p>Não estou de acordo consigo que o nick do Lidador seja repelente. É curto, fácil de decorar e de escrever. O seu, ao contrário, só se consegue escrever com ‘copy and paste’. Mas gostos não se discutem todos os dias. </p>
<p>Agora, em relação ao Lidador, e tendo em conta o que publica, o anonimato é, neste caso, fortemente aconselhável. Posso mesmo acrescentar que, se ele em vez de português, publicasse em Neerlandês, e se a pessoa fosse conhecida do público, há muito que teria protecção do estado – como tantos outros. Precisamente para não lhe acontecer o que aconteceu a Theo van Gogh.<br />
É evidente que aqueles que debitam trivialidades de esquerda, em que infalivelmente os americanos e os israelitas têm a culpa de todos os males do mundo e o Bin Laden é o novo Che Guevara, não correm nenhum risco &#8211; e bem haja…</p>
<p>Em relação às minhas reminiscências coloniais, eu bem gostaria de ter agora uma quintita em Cabinda, de preferência com petróleo. Mas tá ver, em vez de ter feito pela vida, decidi na altura (loucuras da mocidade!) desertar, pedir asilo político e passar o resto da minha juventude a mandar bocas anti-coloniais muito de esquerda… Burro! Não deveria ter dado ouvidos aos seus camaradas.</p>
<p>“cabeçada na cana do nariz que o deixava a arrotar a pepino pó resto do dia”</p>
<p>Gostei da expressão que já me tinha esquecido. As gentes cá no Norte também costumava dizer ‘cabeçada no nariz que o deixava a lamber pacotes de baunilha para uma semana’. Não me pergunte o porquê da ‘baunilha’! Não faço a mínima ideia…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20292</link>
		<dc:creator>Carlos Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 12:15:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20292</guid>
		<description>Caro Snhrs. Rio nome&amp;grande&amp;como&amp;oceano e Carmo da Rosa, comportem-se, não sejam &quot;judeus&quot; um para o outro, isto aqui é uma praça pública virtual com mais gente a ter de &quot;gramar&quot; esse espéctaculo de trocas de galhardetes, se querem ajustar algumas contas, façam-no por email ou combinem um encontro num sítio qualquer, não o façam aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Snhrs. Rio nome&amp;grande&amp;como&amp;oceano e Carmo da Rosa, comportem-se, não sejam &#8220;judeus&#8221; um para o outro, isto aqui é uma praça pública virtual com mais gente a ter de &#8220;gramar&#8221; esse espéctaculo de trocas de galhardetes, se querem ajustar algumas contas, façam-no por email ou combinem um encontro num sítio qualquer, não o façam aqui.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Vilarigues</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20283</link>
		<dc:creator>António Vilarigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 11:31:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20283</guid>
		<description>Caro Lidador,
Se quer informação sobre Israel e a Palestina vá aqui:
http://www.un.org/Depts/dpa/qpal/
Quanto há questão que eu coloquei não respondeu e pronto.
Reafirmo, e não sou eu que o digo, são os judeus. Ser judeu é uma questão de religião. Eu ou o Lidador podemos, caso queiramos,  passar a ser judeus, sabia?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador,<br />
Se quer informação sobre Israel e a Palestina vá aqui:<br />
<a href="http://www.un.org/Depts/dpa/qpal/" rel="nofollow">http://www.un.org/Depts/dpa/qpal/</a><br />
Quanto há questão que eu coloquei não respondeu e pronto.<br />
Reafirmo, e não sou eu que o digo, são os judeus. Ser judeu é uma questão de religião. Eu ou o Lidador podemos, caso queiramos,  passar a ser judeus, sabia?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20235</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 22:19:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20235</guid>
		<description>Porra que o homem tem um dossier impressionante! Até parece que o pediu emprestado à Mossad. Mas tiro-lhe o chapéu e na questão palestiniana pré-67 já não me meto mais consigo. Embora se esta noite for reler (tresler) o Frisk e o Hersh aposto que chegarei à conclusão que o seu relato sofre de viés imarcescíveis. Nada a fazer. A verdade é que nem sequer vivo obcecado com o raio da (de)formação do Estado palestiniano. É crime contra a humanidade e pronto. Nisso sou contumaz como os gajos que dizem que o mercado resolve tudo. 
A história, senhores, a história, esse juiz das acções humanas, talvez venha um dia a repor a verdade.

Ninguém respondeu à questão demográfica. Não há ideias, comentários, chistes, insultos? Nada. A rotina há-de acabar por dar cabo de vocês, pá!

Por isso é que caiu o carmo e a trindade quando eu me dispus, na melhor das intenções, à brejeirice - essa virtude tão portuguesa que o teatro de revista hiperboliza - através de um inocente trocadilho. Enfastiado que anda, o carmo atirou logo com os tomates, qué de português, ajeitou a lapela e prometeu porrada. Já aqui me insurgi contra a questão do binómio nome versus identificação. Ora eu na minha ignorância não conheço nenhum carmo da rosa. Senão, apanhava-o na rua, enfiava-lhe uma cabeçada na cana do nariz que o deixava a arrotar a pepino pó resto do dia. Era assim mesmo: prenhe de marialvismo e de orgulho masculino. Conjecturo que o que verdadeiramente o indispôs terá sido a alusão à &quot;roça&quot;. Ah, essas reminiscências coloniais! Todavia isto não retira nada, mas mesmo nadinha, ao facto de, no que toca à minha pessoa, você ser tão anónimo quanto eu. E olhe que perguntei à rapaziada se conheciam um tal de carmo da rosa (ou terei dito carmo da roça, ou terá sido Karma da bossa?, olhe já nem sei!); porque se conhecessem, eu cruzarme-ia consigo na rua e enfiava-lhe uma joelhada nas partes pudibundas que você até podia cancelar a vasectomia planeada (isto é de um mau gosto atroz).  Enfim, já me viu a ficar abespinhado porque o lidador - que tem um nick sobremaneira repelente - me tratar por riacho? Tinha mais que fazer. 
Pode ser que um dia nos encontremos, no intervalo para o recreio, e eu tenha a felicidade de o deixar com uns olhos entumescidos. Até lá, que mantenhamos a nossa interacção curial e fleumática é o que eu desejo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porra que o homem tem um dossier impressionante! Até parece que o pediu emprestado à Mossad. Mas tiro-lhe o chapéu e na questão palestiniana pré-67 já não me meto mais consigo. Embora se esta noite for reler (tresler) o Frisk e o Hersh aposto que chegarei à conclusão que o seu relato sofre de viés imarcescíveis. Nada a fazer. A verdade é que nem sequer vivo obcecado com o raio da (de)formação do Estado palestiniano. É crime contra a humanidade e pronto. Nisso sou contumaz como os gajos que dizem que o mercado resolve tudo.<br />
A história, senhores, a história, esse juiz das acções humanas, talvez venha um dia a repor a verdade.</p>
<p>Ninguém respondeu à questão demográfica. Não há ideias, comentários, chistes, insultos? Nada. A rotina há-de acabar por dar cabo de vocês, pá!</p>
<p>Por isso é que caiu o carmo e a trindade quando eu me dispus, na melhor das intenções, à brejeirice &#8211; essa virtude tão portuguesa que o teatro de revista hiperboliza &#8211; através de um inocente trocadilho. Enfastiado que anda, o carmo atirou logo com os tomates, qué de português, ajeitou a lapela e prometeu porrada. Já aqui me insurgi contra a questão do binómio nome versus identificação. Ora eu na minha ignorância não conheço nenhum carmo da rosa. Senão, apanhava-o na rua, enfiava-lhe uma cabeçada na cana do nariz que o deixava a arrotar a pepino pó resto do dia. Era assim mesmo: prenhe de marialvismo e de orgulho masculino. Conjecturo que o que verdadeiramente o indispôs terá sido a alusão à &#8220;roça&#8221;. Ah, essas reminiscências coloniais! Todavia isto não retira nada, mas mesmo nadinha, ao facto de, no que toca à minha pessoa, você ser tão anónimo quanto eu. E olhe que perguntei à rapaziada se conheciam um tal de carmo da rosa (ou terei dito carmo da roça, ou terá sido Karma da bossa?, olhe já nem sei!); porque se conhecessem, eu cruzarme-ia consigo na rua e enfiava-lhe uma joelhada nas partes pudibundas que você até podia cancelar a vasectomia planeada (isto é de um mau gosto atroz).  Enfim, já me viu a ficar abespinhado porque o lidador &#8211; que tem um nick sobremaneira repelente &#8211; me tratar por riacho? Tinha mais que fazer.<br />
Pode ser que um dia nos encontremos, no intervalo para o recreio, e eu tenha a felicidade de o deixar com uns olhos entumescidos. Até lá, que mantenhamos a nossa interacção curial e fleumática é o que eu desejo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Marques</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-4/#comment-20219</link>
		<dc:creator>Maria Marques</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 18:47:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20219</guid>
		<description>Então eu venho aqui ler este texto sem grande interesse (já dei para o peditório das ideias mirabolantes do PA, obrigada), convencida pelo mau gosto do título e pelo número consistente de comentários e não é que o 1º comentário é, novamente, sobre a minha humilde pessoa?! E eu juro que começo a ficar preocupada com este pessoal que por aqui comenta. É verdade que eu sou gira - o que suponho que interesse aos meninos - e sou proprietária de sapatos e carteiras invejáveis - o que suponho que interesse às meninas. E também me acho muito interessante. Mas estas boas alminhas não têm mesmo nenhum outro interesse mais premente do que me comentar, preocuparem-se com a minha salvação e mandarem-me viver quando eu respondo às suas interpelações?! 

Minha querida Joana ES, fico muitro contente por a animar (podia era usar frases um bocadinho mais diferentes das da Fernanda, não?, assim percebe-se que a está copiar) e quando perceber que é de elementar elegância dirigir-se directamente às pessoas em vez de na 3ª pessoa, passe por cá mais vezes (perdoe-me o à-vontade, Fernanda) ou vá ao Farmácia Central. Tenho todo o gosto em continuar a diverti-la. E a ser divertida com frases do calibre da sua com os anjinhos. Até qualquer dia, e espero que os seus filhos não andem com muitas constipações nesta mudança de estação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então eu venho aqui ler este texto sem grande interesse (já dei para o peditório das ideias mirabolantes do PA, obrigada), convencida pelo mau gosto do título e pelo número consistente de comentários e não é que o 1º comentário é, novamente, sobre a minha humilde pessoa?! E eu juro que começo a ficar preocupada com este pessoal que por aqui comenta. É verdade que eu sou gira &#8211; o que suponho que interesse aos meninos &#8211; e sou proprietária de sapatos e carteiras invejáveis &#8211; o que suponho que interesse às meninas. E também me acho muito interessante. Mas estas boas alminhas não têm mesmo nenhum outro interesse mais premente do que me comentar, preocuparem-se com a minha salvação e mandarem-me viver quando eu respondo às suas interpelações?! </p>
<p>Minha querida Joana ES, fico muitro contente por a animar (podia era usar frases um bocadinho mais diferentes das da Fernanda, não?, assim percebe-se que a está copiar) e quando perceber que é de elementar elegância dirigir-se directamente às pessoas em vez de na 3ª pessoa, passe por cá mais vezes (perdoe-me o à-vontade, Fernanda) ou vá ao Farmácia Central. Tenho todo o gosto em continuar a diverti-la. E a ser divertida com frases do calibre da sua com os anjinhos. Até qualquer dia, e espero que os seus filhos não andem com muitas constipações nesta mudança de estação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20216</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 18:20:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20216</guid>
		<description>refiro-me a Yigal Carmon.
cumps</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>refiro-me a Yigal Carmon.<br />
cumps</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20215</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 18:18:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20215</guid>
		<description>pois é, caro Lidador, sobre estes 800 000 + judeus...ninguem fala! Foram corridos a pontapé pelo(s) nacionalismo(s) Árabe(s). Aliás, este facto, que é sempre ignorado, foi crucial porque contribuiu decisivamente para a  &quot;siege mentality&quot; que ainda se sente hoje em Israel.

Deixo-lhe aqui uma análise brilhante de um senhor que desconhecia.
 http://www1.yadvashem.org/about_holocaust/index_about_holocaust_video.html

Cumprimentos
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pois é, caro Lidador, sobre estes 800 000 + judeus&#8230;ninguem fala! Foram corridos a pontapé pelo(s) nacionalismo(s) Árabe(s). Aliás, este facto, que é sempre ignorado, foi crucial porque contribuiu decisivamente para a  &#8220;siege mentality&#8221; que ainda se sente hoje em Israel.</p>
<p>Deixo-lhe aqui uma análise brilhante de um senhor que desconhecia.<br />
 <a href="http://www1.yadvashem.org/about_holocaust/index_about_holocaust_video.html" rel="nofollow">http://www1.yadvashem.org/about_holocaust/index_about_holocaust_video.html</a></p>
<p>Cumprimentos<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20202</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 15:52:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20202</guid>
		<description>Caro Ondev,

Nao ficou escrito em coisa alguma porque o agreement  precario conseguido por Clinton nao assumiu a forma de um acordo formal, como e sabido. Contudo, segundo Ben Ami, homem que respeito e cuja integridade me parece inquestionavel (a meu ver), todas estas questoes foram abordadas. (e esqueci-me de uma delas: compensacoes colossais para os refugiados Palestinianos q regressassem ao estado soberano da Palestina). 

Os Palestinianos regressarao para o seu estado. Seria um drama dos diabos integrar centenas de milhar de palestinianos na sociedade israelita. Aparentemente os que pretendem regressar ao estado Palestiniano sao menos do que 5oo ooo.  

Lidador, obrigado pela elucidacao.
 
cumps,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ondev,</p>
<p>Nao ficou escrito em coisa alguma porque o agreement  precario conseguido por Clinton nao assumiu a forma de um acordo formal, como e sabido. Contudo, segundo Ben Ami, homem que respeito e cuja integridade me parece inquestionavel (a meu ver), todas estas questoes foram abordadas. (e esqueci-me de uma delas: compensacoes colossais para os refugiados Palestinianos q regressassem ao estado soberano da Palestina). </p>
<p>Os Palestinianos regressarao para o seu estado. Seria um drama dos diabos integrar centenas de milhar de palestinianos na sociedade israelita. Aparentemente os que pretendem regressar ao estado Palestiniano sao menos do que 5oo ooo.  </p>
<p>Lidador, obrigado pela elucidacao.</p>
<p>cumps,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20191</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 14:28:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20191</guid>
		<description>&quot;Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO&quot;

Ó António, acalme-se...a coisa não é assim tão simples como no seu mundozinho a preto e branco, ou melhor, a vermelho e preto.
Então o Marx não era judeu?
Nem o Einstein?

Faltava cá você para nos ensinar coisas novas.
Entretanto recomendo-lhe que actualize os seus conceitos sobre identidade e pertença.
Isto não é só aplicar o carimbo das classes exploradas e das classes exploradoras e toma lá que se não és dos meus és &quot;fássista&quot;.

Se tudo fosse tão simples, o Vilarigues  brilhava.
Assim...arrasta-se no PCP, onde tudo é de facto simples  e de acordo com a cartilha.

POis é, ó riacho, não só não respondeu à pergunta, como, tentando largar fumos, elencou alguns acontecimentos muito posteriores.

A questãozinha é simples e crucial:
Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?

Crucial, porque já na altura os &quot;palestinianos&quot; ocupavam esses territórios, de acordo com a ONU, e lutavam pela  &quot;palestina&quot;.
Que Palestina?

Quanto aos &quot;refugiados&quot;, a  mentira aqui cavalga com o freio nos dentes.
Os factos, esses, são algo mais complexos:

1-Os refugiados árabes, cerca de 725 000 pessoas, fugiram à frente da guerra desencadeada em 1948 pelos Estados Árabes vizinhos. Sem invasão árabe não só não haveria refugiados, como existiria desde 1948 um estado palestiniano na Margem Ocidental e em Gaza.

2- Após a vitória, Israel legislou no sentido de permitir o regresso dos árabes, desde que assinassem uma declaração de renúncia à violência e de assumpção da cidadania israelita. 150 000 árabes fizeram-no, juntando-se aos 170 000 que tinham ficado e que hoje são cerca de 1,4 milhões de cidadãos israelitas, com deputados, governantes, juízes no Supremo Tribunal, professores, militares,etc.

No Outono de 1947, antes sequer do Plano de Partilha, ao árabes já haviam decidido ir para a guerra, pelo que os ricos (effendi), cerca de 70 000, fecharam as suas casas e retiram-se para Damasco e Beirute, tencionando regressar logo que os judeus fossem lançados ao mar, desfecho de que não duvidavam, dada a desproporção de forças.
Atrás dos effendi foram cerca de 100 000 árabes pobres, (felas) assustados com o que lhes diziam que aí vinha. Foram instalados em campos de refugiados.

“ A evacuação em massa instigada pelo medo e em parte por ordens dos lideres árabes, ….”
(Time Magazine, 3 de Maio de 1948)

“ O factor mais importante na fuga dos palestinianos foi o anuncio do Executivo Árabe Palestiniano instando todos os árabes de Haifa a partirem…Estava claramente implícito que os árabes que ficassem seriam considerados renegados”
(The Economist, 2 de Outubro de 1948)

Ou seja, esta primeira vaga partiu na antevisão de uma guerra. Na altura não havia guerra, não havia Israel e quem mandava era o Exército Britânico.

Em Dezembro de 1947, logo após o Plano de Partilha (29 de Novembro) começou a guerra e nesta fase a Haganah, à semelhança dos paramilitares árabes, utilizou de facto tácticas intimidatórias para obrigar à fuga de populações árabes hostis nas proximidades de alguns kibbutz, Jaffa e partes de Jerusalém.
Uma dessas tácticas foi o rumor de que um enorme exército judaico do Ocidente estava em vias de desembarcar na costa
Ao mesmo tempo, os líderes árabes exortavam os árabes a abandonar as suas áreas para que os exércitos árabes tivessem caminho livre, garantindo que, assim que a guerra acabasse, poderiam regressar e ocupar as propriedades dos judeus.

“ O Secretário-geral da Liga Árabe, Azzam Pasha, garantiu aos árabes que a ocupação seria um passeio militar…Foi dados aos árabes da Palestina o conselho fraterno de deixarem as suas terras, casas e propriedades, para que não fossem trucidados pelos exércitos árabes”
(Al Hoda, NewYork, 8JUn1951)

“Os árabes conduzirão as suas mulheres e crianças para locais seguros até a luta ter terminado”
(Nuri Said, 1º Ministro iraquiano)

“ O êxodo deveu-se em parte à convicção dos arabes de que seria apenas uma questão de semanas até que os judeus fossem derrotados “
(Edward Atiyah, Secretario da Liga Árabe, in “Os Árabes”, 1955)

Foram postos a circular na imprensa árabe notícias de massacres, cometidos pelos judeus, violações em massa, matanças de fetos e judeus sanguinários a beberem o sangue das crianças.
Arafat, na sua biografia autorizada da autoria de Alan Hart, confessa-o.

Centenas de milhares de árabes partiram em pânico para os campos de refugiados, mesmo de cidades protegidas e controladas pelo exército britânico.

Em Março de 1948, face à derrota árabe, mais árabes fugiram.

Em Fevereiro de 1949, em Rodes, Israel prontificou-se a devolver as terras da Partilha que tinha ocupado na batalha, se os árabes assinassem um tratado de paz. Os refugiados regressariam e o problema terminaria aí.
Os árabes rejeitaram a proposta porque isso equivaleria a reconhecer Israel.

Em Lausana, em Setembro de 1949, Israel ofereceu-se para receber 100 000 refugiados, mesmo sem tratado de paz. Os árabes recusaram pela mesma razão.
Os refugiados eram agora apenas uma arma de arremesso e os porta-vozes egípcios diziam-no claramente:

“ Manteremos os refugiados nos seu campos até a bandeira palestiniana flutuar em toda a região. Só regressarão a casa como vencedores, sobre as sepulturas e os corpos dos judeus”.

É pois evidente que o problema dos refugiados foi criado sobretudo pelos estados árabes que desafiaram a ONU, invadiram Israel, encorajaram os árabes a fugir e os mantiveram deliberadamente num estado de miséria para fins propagandísticos, usando-os como alavanca moral na batalha pelos corações e pelas mentes, tendo em vista a perpetuação do estado de guerra contra Israel.
O diminuto papel de Israel restringiu-se a contextos militares específicos e a actos isolados que infelizmente acontecem em todas as guerras.

Até 1967, tanto a faixa de Gaza como a Margem Ocidental estiveram sob ocupação egípcia e jordana, sem que esses países permitissem a criação do estado palestiniano, mantendo os refugiados encerrados nos campos.

Em 1967, na sequência de uma nova guerra desencadeada contra Israel, este país assumiu a autoridade nesses territórios tendo o nível de vida dos árabes aí residentes triplicado até 1992. Foram também acolhidos milhares de refugiados vindos da Jordânia, ao abrigo da política de “pontes abertas” ao longo do Rio Jordão, tendo sido criados na Margem Ocidental mais de 250 novos colonatos árabes, cuja população subiu de 650 000 em 1967, para 2 milhões em 1994.
Em 1993, os territórios foram transferidos para a AP e o nível de vida degradou-se, sendo hoje o seu PIB quase 15 vezes mais baixo do que era.

Hoje em dia, quando aos palestinianos exigem o “direito de regresso”, não se referem aos sobreviventes dos 725 000, mas aos seus descendentes, ou seja, cerca de 5 milhões de pessoas, exigência descabida e inaceitável para Israel, porque nenhuma lei internacional a sustenta. Mesmo que venha a ser estabelecida a paz entre Israel e quem representa os palestinianos, o estatuto legal de refugiados só se poderá aplicar aos que restam dos 725 000.

A História ajuda-nos todavia a relativizar este problema:

-Entre 1949 e 1954, como vingança pela derrota de 1948, 800 000 judeus foram expulsos do Iraque, Marrocos, Tunísia, Jordânia, Irão, etc, tendo sido despojados de tudo o que tinham. Muitos deles foram para Israel e integraram-se na sociedade, sem o apoio da ONU, sem choradinhos vitimizadores e sem exigência de &quot;direito de regresso&quot;
Não constam sequer no horizonte mental dos “apoiantes da causa palestiniana”. 


-Em1922, a guerra greco-turca provocou o deslocamento de 1,8 milhões de pessoas. Não há campos de refugiados.

-Após a 2ª Grande Guerra, mais de 3 milhões de alemães foram expulsos de países eslavos. Não há campos de refugiados na Alemanha. 

-Na sequência da descolonização exemplar, centenas de milhares de portugueses foram expulsos dos territórios africanos. Não há campos de refugiados em Portugal.

Ou seja, todos os casos foram resolvidos excepto o dos 725 00 árabes que deixaram Israel em 1948 e que foram mantidos em campos de refugiados de propósito, com o objectivo de manter vivo o conflito e avivar o poster da vitimização.

“Os estados árabes conseguiram disseminar o povo palestiniano e destruir a sua unidade”
(Abu Mazen, actual Presidente da AP, Falastin el-Thawra, Beirute, Março de 1976)


“Desde 1948 os líderes árabes usaram, o povo palestiniano parar fins políticos”
(Rei Hussein, da Jordânia, 1996)


“Abu Mazen acusa os estados árabes de serem a causa do problema dos refugiados palestinianos….o antigo director da UNRWA… Ralph Galloway, declarou em 1958 que os estados árabes não querem resolver o problema dos refugiados. Querem mantê-lo como ferida aberta”
(Wall Street Journal, 5Jun2003) 

Embrulhe, caro riacho, e volte a meter o Fannon e o  Gould no caixote de lixo das ideias, onde jazem há décadas, por mérito próprio, a fazer companhia a Marx.

O Mendel, esse está vivo..as leis que descobriu aplicam-se tb a si, mesmo que isso o desgoste.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO&#8221;</p>
<p>Ó António, acalme-se&#8230;a coisa não é assim tão simples como no seu mundozinho a preto e branco, ou melhor, a vermelho e preto.<br />
Então o Marx não era judeu?<br />
Nem o Einstein?</p>
<p>Faltava cá você para nos ensinar coisas novas.<br />
Entretanto recomendo-lhe que actualize os seus conceitos sobre identidade e pertença.<br />
Isto não é só aplicar o carimbo das classes exploradas e das classes exploradoras e toma lá que se não és dos meus és &#8220;fássista&#8221;.</p>
<p>Se tudo fosse tão simples, o Vilarigues  brilhava.<br />
Assim&#8230;arrasta-se no PCP, onde tudo é de facto simples  e de acordo com a cartilha.</p>
<p>POis é, ó riacho, não só não respondeu à pergunta, como, tentando largar fumos, elencou alguns acontecimentos muito posteriores.</p>
<p>A questãozinha é simples e crucial:<br />
Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?</p>
<p>Crucial, porque já na altura os &#8220;palestinianos&#8221; ocupavam esses territórios, de acordo com a ONU, e lutavam pela  &#8220;palestina&#8221;.<br />
Que Palestina?</p>
<p>Quanto aos &#8220;refugiados&#8221;, a  mentira aqui cavalga com o freio nos dentes.<br />
Os factos, esses, são algo mais complexos:</p>
<p>1-Os refugiados árabes, cerca de 725 000 pessoas, fugiram à frente da guerra desencadeada em 1948 pelos Estados Árabes vizinhos. Sem invasão árabe não só não haveria refugiados, como existiria desde 1948 um estado palestiniano na Margem Ocidental e em Gaza.</p>
<p>2- Após a vitória, Israel legislou no sentido de permitir o regresso dos árabes, desde que assinassem uma declaração de renúncia à violência e de assumpção da cidadania israelita. 150 000 árabes fizeram-no, juntando-se aos 170 000 que tinham ficado e que hoje são cerca de 1,4 milhões de cidadãos israelitas, com deputados, governantes, juízes no Supremo Tribunal, professores, militares,etc.</p>
<p>No Outono de 1947, antes sequer do Plano de Partilha, ao árabes já haviam decidido ir para a guerra, pelo que os ricos (effendi), cerca de 70 000, fecharam as suas casas e retiram-se para Damasco e Beirute, tencionando regressar logo que os judeus fossem lançados ao mar, desfecho de que não duvidavam, dada a desproporção de forças.<br />
Atrás dos effendi foram cerca de 100 000 árabes pobres, (felas) assustados com o que lhes diziam que aí vinha. Foram instalados em campos de refugiados.</p>
<p>“ A evacuação em massa instigada pelo medo e em parte por ordens dos lideres árabes, ….”<br />
(Time Magazine, 3 de Maio de 1948)</p>
<p>“ O factor mais importante na fuga dos palestinianos foi o anuncio do Executivo Árabe Palestiniano instando todos os árabes de Haifa a partirem…Estava claramente implícito que os árabes que ficassem seriam considerados renegados”<br />
(The Economist, 2 de Outubro de 1948)</p>
<p>Ou seja, esta primeira vaga partiu na antevisão de uma guerra. Na altura não havia guerra, não havia Israel e quem mandava era o Exército Britânico.</p>
<p>Em Dezembro de 1947, logo após o Plano de Partilha (29 de Novembro) começou a guerra e nesta fase a Haganah, à semelhança dos paramilitares árabes, utilizou de facto tácticas intimidatórias para obrigar à fuga de populações árabes hostis nas proximidades de alguns kibbutz, Jaffa e partes de Jerusalém.<br />
Uma dessas tácticas foi o rumor de que um enorme exército judaico do Ocidente estava em vias de desembarcar na costa<br />
Ao mesmo tempo, os líderes árabes exortavam os árabes a abandonar as suas áreas para que os exércitos árabes tivessem caminho livre, garantindo que, assim que a guerra acabasse, poderiam regressar e ocupar as propriedades dos judeus.</p>
<p>“ O Secretário-geral da Liga Árabe, Azzam Pasha, garantiu aos árabes que a ocupação seria um passeio militar…Foi dados aos árabes da Palestina o conselho fraterno de deixarem as suas terras, casas e propriedades, para que não fossem trucidados pelos exércitos árabes”<br />
(Al Hoda, NewYork, 8JUn1951)</p>
<p>“Os árabes conduzirão as suas mulheres e crianças para locais seguros até a luta ter terminado”<br />
(Nuri Said, 1º Ministro iraquiano)</p>
<p>“ O êxodo deveu-se em parte à convicção dos arabes de que seria apenas uma questão de semanas até que os judeus fossem derrotados “<br />
(Edward Atiyah, Secretario da Liga Árabe, in “Os Árabes”, 1955)</p>
<p>Foram postos a circular na imprensa árabe notícias de massacres, cometidos pelos judeus, violações em massa, matanças de fetos e judeus sanguinários a beberem o sangue das crianças.<br />
Arafat, na sua biografia autorizada da autoria de Alan Hart, confessa-o.</p>
<p>Centenas de milhares de árabes partiram em pânico para os campos de refugiados, mesmo de cidades protegidas e controladas pelo exército britânico.</p>
<p>Em Março de 1948, face à derrota árabe, mais árabes fugiram.</p>
<p>Em Fevereiro de 1949, em Rodes, Israel prontificou-se a devolver as terras da Partilha que tinha ocupado na batalha, se os árabes assinassem um tratado de paz. Os refugiados regressariam e o problema terminaria aí.<br />
Os árabes rejeitaram a proposta porque isso equivaleria a reconhecer Israel.</p>
<p>Em Lausana, em Setembro de 1949, Israel ofereceu-se para receber 100 000 refugiados, mesmo sem tratado de paz. Os árabes recusaram pela mesma razão.<br />
Os refugiados eram agora apenas uma arma de arremesso e os porta-vozes egípcios diziam-no claramente:</p>
<p>“ Manteremos os refugiados nos seu campos até a bandeira palestiniana flutuar em toda a região. Só regressarão a casa como vencedores, sobre as sepulturas e os corpos dos judeus”.</p>
<p>É pois evidente que o problema dos refugiados foi criado sobretudo pelos estados árabes que desafiaram a ONU, invadiram Israel, encorajaram os árabes a fugir e os mantiveram deliberadamente num estado de miséria para fins propagandísticos, usando-os como alavanca moral na batalha pelos corações e pelas mentes, tendo em vista a perpetuação do estado de guerra contra Israel.<br />
O diminuto papel de Israel restringiu-se a contextos militares específicos e a actos isolados que infelizmente acontecem em todas as guerras.</p>
<p>Até 1967, tanto a faixa de Gaza como a Margem Ocidental estiveram sob ocupação egípcia e jordana, sem que esses países permitissem a criação do estado palestiniano, mantendo os refugiados encerrados nos campos.</p>
<p>Em 1967, na sequência de uma nova guerra desencadeada contra Israel, este país assumiu a autoridade nesses territórios tendo o nível de vida dos árabes aí residentes triplicado até 1992. Foram também acolhidos milhares de refugiados vindos da Jordânia, ao abrigo da política de “pontes abertas” ao longo do Rio Jordão, tendo sido criados na Margem Ocidental mais de 250 novos colonatos árabes, cuja população subiu de 650 000 em 1967, para 2 milhões em 1994.<br />
Em 1993, os territórios foram transferidos para a AP e o nível de vida degradou-se, sendo hoje o seu PIB quase 15 vezes mais baixo do que era.</p>
<p>Hoje em dia, quando aos palestinianos exigem o “direito de regresso”, não se referem aos sobreviventes dos 725 000, mas aos seus descendentes, ou seja, cerca de 5 milhões de pessoas, exigência descabida e inaceitável para Israel, porque nenhuma lei internacional a sustenta. Mesmo que venha a ser estabelecida a paz entre Israel e quem representa os palestinianos, o estatuto legal de refugiados só se poderá aplicar aos que restam dos 725 000.</p>
<p>A História ajuda-nos todavia a relativizar este problema:</p>
<p>-Entre 1949 e 1954, como vingança pela derrota de 1948, 800 000 judeus foram expulsos do Iraque, Marrocos, Tunísia, Jordânia, Irão, etc, tendo sido despojados de tudo o que tinham. Muitos deles foram para Israel e integraram-se na sociedade, sem o apoio da ONU, sem choradinhos vitimizadores e sem exigência de &#8220;direito de regresso&#8221;<br />
Não constam sequer no horizonte mental dos “apoiantes da causa palestiniana”. </p>
<p>-Em1922, a guerra greco-turca provocou o deslocamento de 1,8 milhões de pessoas. Não há campos de refugiados.</p>
<p>-Após a 2ª Grande Guerra, mais de 3 milhões de alemães foram expulsos de países eslavos. Não há campos de refugiados na Alemanha. </p>
<p>-Na sequência da descolonização exemplar, centenas de milhares de portugueses foram expulsos dos territórios africanos. Não há campos de refugiados em Portugal.</p>
<p>Ou seja, todos os casos foram resolvidos excepto o dos 725 00 árabes que deixaram Israel em 1948 e que foram mantidos em campos de refugiados de propósito, com o objectivo de manter vivo o conflito e avivar o poster da vitimização.</p>
<p>“Os estados árabes conseguiram disseminar o povo palestiniano e destruir a sua unidade”<br />
(Abu Mazen, actual Presidente da AP, Falastin el-Thawra, Beirute, Março de 1976)</p>
<p>“Desde 1948 os líderes árabes usaram, o povo palestiniano parar fins políticos”<br />
(Rei Hussein, da Jordânia, 1996)</p>
<p>“Abu Mazen acusa os estados árabes de serem a causa do problema dos refugiados palestinianos….o antigo director da UNRWA… Ralph Galloway, declarou em 1958 que os estados árabes não querem resolver o problema dos refugiados. Querem mantê-lo como ferida aberta”<br />
(Wall Street Journal, 5Jun2003) </p>
<p>Embrulhe, caro riacho, e volte a meter o Fannon e o  Gould no caixote de lixo das ideias, onde jazem há décadas, por mérito próprio, a fazer companhia a Marx.</p>
<p>O Mendel, esse está vivo..as leis que descobriu aplicam-se tb a si, mesmo que isso o desgoste.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20186</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:54:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20186</guid>
		<description>Exactamente António. Por isso é que não faz qualquer sentido falar na inteligência dos &quot;judeus&quot;. Como diria o Fannon, trata-se de uma reificação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exactamente António. Por isso é que não faz qualquer sentido falar na inteligência dos &#8220;judeus&#8221;. Como diria o Fannon, trata-se de uma reificação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20183</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:10:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20183</guid>
		<description>Caríssimo ondevaisorioqueucanto,

carmo da roça, os tomates… 
Você não tem, mas devia ter vergonha de fazer destes trocadilhos pirosos com o nome dos outros. Sobretudo devia ter um pouco mais de respeito por aqueles que dão a cara e assinam com o nome que está no bilhete de identidade. Ao contrário da sua pessoa que se esconde atrás do anonimato! 
E para quê? 
Para repetir o mantra marxista super politicamente correcto, não creio que seja necessário o anonimato. Mas para poder insultar à vontade os outros talvez seja melhor assim – você é que sabe…

Vou especular. 
Você tem medo que a gente se cruze um dia, por exemplo na báááxa, e que eu o reconheça e lhe mande, sem dizer água vai, um murro nos cornos. Você, meio abananado diz: ‘mas o que é que lhe passou pela cabeça homem, está doido’. 
Eu, já mais calmo: ‘Já não se lembra, você disse no 5dias que eu era ‘eivado de racialismo baqueante’. 
‘E você sabe o que isso quer dizer?’
‘Eu não! Mas por sim ou por não dou-lhe”

Je persiste et je signe 
Carmo da Rosa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo ondevaisorioqueucanto,</p>
<p>carmo da roça, os tomates…<br />
Você não tem, mas devia ter vergonha de fazer destes trocadilhos pirosos com o nome dos outros. Sobretudo devia ter um pouco mais de respeito por aqueles que dão a cara e assinam com o nome que está no bilhete de identidade. Ao contrário da sua pessoa que se esconde atrás do anonimato!<br />
E para quê?<br />
Para repetir o mantra marxista super politicamente correcto, não creio que seja necessário o anonimato. Mas para poder insultar à vontade os outros talvez seja melhor assim – você é que sabe…</p>
<p>Vou especular.<br />
Você tem medo que a gente se cruze um dia, por exemplo na báááxa, e que eu o reconheça e lhe mande, sem dizer água vai, um murro nos cornos. Você, meio abananado diz: ‘mas o que é que lhe passou pela cabeça homem, está doido’.<br />
Eu, já mais calmo: ‘Já não se lembra, você disse no 5dias que eu era ‘eivado de racialismo baqueante’.<br />
‘E você sabe o que isso quer dizer?’<br />
‘Eu não! Mas por sim ou por não dou-lhe”</p>
<p>Je persiste et je signe<br />
Carmo da Rosa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Vilarigues</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20178</link>
		<dc:creator>António Vilarigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 12:39:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20178</guid>
		<description>A discussão já vai longa.  Mas confesso que estou perplexo com certas afirmações. 
Os judeus, digo eu, como raça NÃO EXISTEM. Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO!!! Pode-se ser judeu e ser branco, preto, amarelo, azul às bolinhas, eu sei lá.
Portanto, digo eu, permissa errada, conclusões erradas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão já vai longa.  Mas confesso que estou perplexo com certas afirmações.<br />
Os judeus, digo eu, como raça NÃO EXISTEM. Ser judeu é uma questão de RELIGIÃO!!! Pode-se ser judeu e ser branco, preto, amarelo, azul às bolinhas, eu sei lá.<br />
Portanto, digo eu, permissa errada, conclusões erradas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20175</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 12:02:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20175</guid>
		<description>Caro Lidador

Confesso que estou abismado com a forma, algo sobranceira, algo atabalhoada, com que você despacha o Jay Gold para o caixote do lixo ideológico. Obviamente que o mesmo não lhe ocorre fazer com o Murray e com a sua Bell Curve, de quem, conjecturo, será fiel adepto. Aqui é onde medra a real ciência não filosófica! Por acaso, o que de mais convincente li contra as atoardas do Murray nem sequer veio dos psicólogos ou das ciências sociais - veio do insigne Jay Gould, esse marxista-leninista que infecta as universidades americanas, no tal Mismeasures of Man. Só estou à espera que repita as invectivas que lhe foram lançadas pelos criacionistas na sua contenda evangélica para mostrar ao mundo que o genesis era empiricamente comprovável.  
Mas em conclusão, é interessante e elucidativo que nestas coisas dos judeus  e da sua inteligência (seja lá o que isso for) você tenha como epígono o Mendel: será ervilha clara ou escura? 
É um claro problema de formações discursivas. 

Não respondi à questão do falhanço palestino durante 48-67 (embora fosse deixando algumas indicações, esparsas, em comentários anteriores) porque acho que seja tão pertinente como perguntar por que é que não havia um Estado Bósnio antes da desagregação da Jugoslávia. Tendo em conta que mais de um milhão e meio de palestinianos foram expulsos (sendo que a permissão para regressar ficou adiada sine die); tendo em conta que aconteceram coisas como Sabra e Chatila, onde Sharon participou e, já o disse, as falanges cristãs libanesas; tendo em conta que a Jordânia também os andou a ceifar, tendo em conta que após a guerra dos seis dias e com o armistício os palestinianos ficaram seme território, não me parece que se tivessem instituído as condições óptimas para a formação de um Estado. Agora o que me parece óbvio é que aproximadamente 5 milhões de palestinianos não podem ser riscados da face da terra; ou melhor, poder podem, mas algo que me diz que no conspecto dos direitos humanos em que vivemos não seria muito bonito. Mas estou ansioso por ouvir a sua explicação. 

Contudo, e rematando esta longa diatribe, o problema que Israel enfrenta é simples e não tem nada a ver com democracia vs terrorismo e patacoadas do género. O problema é demográfico. Se Israel inclui os quatro milhões de palestinianos que ficam de fora da cidadania israelita e sob a alçada da autoridade palestiniana, com taxas de natalidade bem superiores às de Israel, cedo se transformaria num Estado muçulmano. É uma espécie de África do Sul em potência. Não por acaso as soluções são as mesmas: bantustões, cidadania diferenciada, apartheid, etc. E contra isto podem vir-me com as tretas da democracia que quiserem que batatas. Israel se quer sobreviver enquanto nação judaica - com a preeminência de um governo judaico - não pode de maneira nenhuma deixar que isto aconteça. É um dilema moral, e político, mas que tem custos humanos estrondosos. Da mesma forma que o apartheid na África do Sul. 

ah, e já agora: por acaso até gosto de algumas coisas do Franz Fannon. Se o lidador o lesse com atenção não cairia em funestas observações sobre a &quot;inteligência dos judeus&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador</p>
<p>Confesso que estou abismado com a forma, algo sobranceira, algo atabalhoada, com que você despacha o Jay Gold para o caixote do lixo ideológico. Obviamente que o mesmo não lhe ocorre fazer com o Murray e com a sua Bell Curve, de quem, conjecturo, será fiel adepto. Aqui é onde medra a real ciência não filosófica! Por acaso, o que de mais convincente li contra as atoardas do Murray nem sequer veio dos psicólogos ou das ciências sociais &#8211; veio do insigne Jay Gould, esse marxista-leninista que infecta as universidades americanas, no tal Mismeasures of Man. Só estou à espera que repita as invectivas que lhe foram lançadas pelos criacionistas na sua contenda evangélica para mostrar ao mundo que o genesis era empiricamente comprovável.<br />
Mas em conclusão, é interessante e elucidativo que nestas coisas dos judeus  e da sua inteligência (seja lá o que isso for) você tenha como epígono o Mendel: será ervilha clara ou escura?<br />
É um claro problema de formações discursivas. </p>
<p>Não respondi à questão do falhanço palestino durante 48-67 (embora fosse deixando algumas indicações, esparsas, em comentários anteriores) porque acho que seja tão pertinente como perguntar por que é que não havia um Estado Bósnio antes da desagregação da Jugoslávia. Tendo em conta que mais de um milhão e meio de palestinianos foram expulsos (sendo que a permissão para regressar ficou adiada sine die); tendo em conta que aconteceram coisas como Sabra e Chatila, onde Sharon participou e, já o disse, as falanges cristãs libanesas; tendo em conta que a Jordânia também os andou a ceifar, tendo em conta que após a guerra dos seis dias e com o armistício os palestinianos ficaram seme território, não me parece que se tivessem instituído as condições óptimas para a formação de um Estado. Agora o que me parece óbvio é que aproximadamente 5 milhões de palestinianos não podem ser riscados da face da terra; ou melhor, poder podem, mas algo que me diz que no conspecto dos direitos humanos em que vivemos não seria muito bonito. Mas estou ansioso por ouvir a sua explicação. </p>
<p>Contudo, e rematando esta longa diatribe, o problema que Israel enfrenta é simples e não tem nada a ver com democracia vs terrorismo e patacoadas do género. O problema é demográfico. Se Israel inclui os quatro milhões de palestinianos que ficam de fora da cidadania israelita e sob a alçada da autoridade palestiniana, com taxas de natalidade bem superiores às de Israel, cedo se transformaria num Estado muçulmano. É uma espécie de África do Sul em potência. Não por acaso as soluções são as mesmas: bantustões, cidadania diferenciada, apartheid, etc. E contra isto podem vir-me com as tretas da democracia que quiserem que batatas. Israel se quer sobreviver enquanto nação judaica &#8211; com a preeminência de um governo judaico &#8211; não pode de maneira nenhuma deixar que isto aconteça. É um dilema moral, e político, mas que tem custos humanos estrondosos. Da mesma forma que o apartheid na África do Sul. </p>
<p>ah, e já agora: por acaso até gosto de algumas coisas do Franz Fannon. Se o lidador o lesse com atenção não cairia em funestas observações sobre a &#8220;inteligência dos judeus&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20167</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 09:03:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20167</guid>
		<description>Caro riacho, ainda não respondeu à questão:

Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?

Quanto ao Jay Gould, é  interessante  e elucidativo  que você cite um homem ideologica e politicamente empenhado nas visões esquerdistas do  mundo, e cuja obra emblemática (The Mismeasures of Man)  fez escola  e foi amplamente divulgada e ensinada por entusiastas do políticamente correcto, tendo marcado mentalmente toda uma geração , um pouco como a teoria marxista marcou o passo ao pensamento de várias gerações de intelectuais. 
Infelizmente para ele , muitos estudos dissecaram implacavelmente  a sua argumentação, e provaram que   Gould deixou que a ideologia lhe enviesasse a objectividade científica.

A argumentação é para a filosofia, não para as ciências e não há argumentos, brilhantes que sejam, que contestem os números.
O Jay Gould é uma espécie de Frans Fannon, na sua área. Citá-lo como autoridade, é como citar Lyssenko como autoridade na genética.

Caro Ezequiel, Lyssenko é o responsável pelo atraso da genética na URSS. O homem conseguiu convencer Estaline que o que os pais aprendiam era transmitido aos filhos geneticamente.
Aplicou isto na agricultura, com o sucesso que sabemos (a URSS comprava milho aos americanos)  mas o pior foi que a sua tese justificava os campos de reeducação e a mentalização forçada.
Reeducar os pais, implicava que os filhos nascessem já comunistas, homens novos, portanto.

É espantoso que haja quem continue a pensar assim, não só neste blogue, mas tb em países como a Venezuela, Cuba , etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro riacho, ainda não respondeu à questão:</p>
<p>Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?</p>
<p>Quanto ao Jay Gould, é  interessante  e elucidativo  que você cite um homem ideologica e politicamente empenhado nas visões esquerdistas do  mundo, e cuja obra emblemática (The Mismeasures of Man)  fez escola  e foi amplamente divulgada e ensinada por entusiastas do políticamente correcto, tendo marcado mentalmente toda uma geração , um pouco como a teoria marxista marcou o passo ao pensamento de várias gerações de intelectuais.<br />
Infelizmente para ele , muitos estudos dissecaram implacavelmente  a sua argumentação, e provaram que   Gould deixou que a ideologia lhe enviesasse a objectividade científica.</p>
<p>A argumentação é para a filosofia, não para as ciências e não há argumentos, brilhantes que sejam, que contestem os números.<br />
O Jay Gould é uma espécie de Frans Fannon, na sua área. Citá-lo como autoridade, é como citar Lyssenko como autoridade na genética.</p>
<p>Caro Ezequiel, Lyssenko é o responsável pelo atraso da genética na URSS. O homem conseguiu convencer Estaline que o que os pais aprendiam era transmitido aos filhos geneticamente.<br />
Aplicou isto na agricultura, com o sucesso que sabemos (a URSS comprava milho aos americanos)  mas o pior foi que a sua tese justificava os campos de reeducação e a mentalização forçada.<br />
Reeducar os pais, implicava que os filhos nascessem já comunistas, homens novos, portanto.</p>
<p>É espantoso que haja quem continue a pensar assim, não só neste blogue, mas tb em países como a Venezuela, Cuba , etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20165</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 08:53:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20165</guid>
		<description>Só uma pequena interrogação em relação ao &quot;acordo Clinton&quot;: onde ficou este escrito? 
Esperemos que a Sra Clinton ò menos assine um documentozinho qualquer. É usualmente a forma como se firmam decisões no mundo diplomático. Se as queremos levar a sério, é claro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só uma pequena interrogação em relação ao &#8220;acordo Clinton&#8221;: onde ficou este escrito?<br />
Esperemos que a Sra Clinton ò menos assine um documentozinho qualquer. É usualmente a forma como se firmam decisões no mundo diplomático. Se as queremos levar a sério, é claro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20159</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 04:16:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20159</guid>
		<description>Arnaud de Borchgrave a analisar a confusão paquistanesa na bbc (quarta)...como diria o meu amigo Dinis: &quot;que espectáculo!!&quot; :)  Este velhote é efervescente. Tem brilhante a sair pelas oreillas.    E a cara da jornalista quando acaba de o entrevistar? Aquele secundinho mesmo depois de ele concluir  a sua última palavrinha. A jornalista? Petrificada. Amarelinha e tudo (bem, é brit). Há muito que não via uma jornalista assustada. A palavra nuclear assustou-a. Assustou-me a mim também. 

Tem um carril excelente. Gostam de bicicletas.  Só pode ser malta simpática. Tenham calminha. Não se irritem. Fumem haxixe, ópio, heroína, misturem com skunk que deve ser bom mas, gulp, gulp...nada de asneiras.  Inventem marchas esotéricas.  Ouçam tecno alemão e tomem mdma (imagino que só assim é que o tecno alemão é tragável). Aprendam a polka. Gozem com os Indianos(q são so lovely também) e, bolas, podem até exportar aqueles camionzinhos multicolores que eu vejo na televisão ( eu compro um) mas...Isto pensado como comédia até tem a sua piada. Lá vinha a Bhuto aos pulinhos, rosas e tudo, cantigas do Marco Paulo no background, e zás badapim badapum..que o Pervez é teso pá bufa!   Isto é melhor que literatura. Mas que dá uns arrepios, dádá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Arnaud de Borchgrave a analisar a confusão paquistanesa na bbc (quarta)&#8230;como diria o meu amigo Dinis: &#8220;que espectáculo!!&#8221; <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   Este velhote é efervescente. Tem brilhante a sair pelas oreillas.    E a cara da jornalista quando acaba de o entrevistar? Aquele secundinho mesmo depois de ele concluir  a sua última palavrinha. A jornalista? Petrificada. Amarelinha e tudo (bem, é brit). Há muito que não via uma jornalista assustada. A palavra nuclear assustou-a. Assustou-me a mim também. </p>
<p>Tem um carril excelente. Gostam de bicicletas.  Só pode ser malta simpática. Tenham calminha. Não se irritem. Fumem haxixe, ópio, heroína, misturem com skunk que deve ser bom mas, gulp, gulp&#8230;nada de asneiras.  Inventem marchas esotéricas.  Ouçam tecno alemão e tomem mdma (imagino que só assim é que o tecno alemão é tragável). Aprendam a polka. Gozem com os Indianos(q são so lovely também) e, bolas, podem até exportar aqueles camionzinhos multicolores que eu vejo na televisão ( eu compro um) mas&#8230;Isto pensado como comédia até tem a sua piada. Lá vinha a Bhuto aos pulinhos, rosas e tudo, cantigas do Marco Paulo no background, e zás badapim badapum..que o Pervez é teso pá bufa!   Isto é melhor que literatura. Mas que dá uns arrepios, dádá.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20155</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 02:35:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20155</guid>
		<description>um acordo q falhou (não deveria ter usado o termo)

as minhas desculpas pela idiotice</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>um acordo q falhou (não deveria ter usado o termo)</p>
<p>as minhas desculpas pela idiotice</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20144</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 22:47:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20144</guid>
		<description>Caro Ondev (sorry mas este comp tem tecl brit)

Esta maldita gripe esta a dar cabo de mim. Mas nada como uma expressnap para revitalizar o espirito e o apetite.

A objecao q levanta e&#039; pertinente. A condicao exasperante dos Palestinianos deve-se a: 1) accoes contraterroristas do estado Israelita, muitas vezes excessivas,  e mais importante 2) a corrupcao sistematica da lideranca Palestiniana. Um inquerito, elaborado e divulgado pelos proprios Palestinianos, dava conta desta situacao miseravel. Nao me recordo do nome do report mas se o procurar estou certo que o encontrara. Alias, a principal causa da eleicao do hamas foi, precisamente, a corrupcao imensa da fatah.


O sr Fisk esta errado. O acordo CLINTON contemplava o fim dos colonatos, a divisao de Jerusalem em duas partes (a parte arabe sob jurusdicao Palestiniana e a parte Judia sob jurisd Israelita). Shlomo Ben Ami, um dos negociadores israelitas, ja escreveu muito sobre este assunto. Foi o melhor acordo de sempre, apesar das suas muitas ambiguidades. Contemplava o direito de regresso dos refugiados para um estado Palestiniano, as fronteiras, o fim dos colonatos, a divisao justa de Jerusalem. Curiosamente, Arafat preocupava-se muito pouco com os refugiados, segundo Ben Ami. Jerusalem era a sua grande obsessao. Arafat era um homem profundamente religioso (membro da irmandade muculmana), dai a sua fixacao obsessiva com Jerusalem.

Israel nao criou o hamas. Esta e uma ideia absurda. Tenho alguma dificuldade em acreditar que o sheik yassin e a irmandade muculmana foram  marionetes de Israel. Israel explorou a bifurcacao de poder que a ascendencia do hamas causou. Sao coisas distintas.

Trata-se, a meu ver, de uma guerra civil q e alimentada e condicionada por uma outra guerra, entre Israel e grupos, movimentos e paises como o hamas, jihad islamica, brigadas al aqsa, irao, siria...etc 

A solucao (?) para os probs israelo-palestinianos  tem varios nomes, mas um deles, estou convicto, sera essencial: Hillary Rodham Clinton. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ondev (sorry mas este comp tem tecl brit)</p>
<p>Esta maldita gripe esta a dar cabo de mim. Mas nada como uma expressnap para revitalizar o espirito e o apetite.</p>
<p>A objecao q levanta e&#8217; pertinente. A condicao exasperante dos Palestinianos deve-se a: 1) accoes contraterroristas do estado Israelita, muitas vezes excessivas,  e mais importante 2) a corrupcao sistematica da lideranca Palestiniana. Um inquerito, elaborado e divulgado pelos proprios Palestinianos, dava conta desta situacao miseravel. Nao me recordo do nome do report mas se o procurar estou certo que o encontrara. Alias, a principal causa da eleicao do hamas foi, precisamente, a corrupcao imensa da fatah.</p>
<p>O sr Fisk esta errado. O acordo CLINTON contemplava o fim dos colonatos, a divisao de Jerusalem em duas partes (a parte arabe sob jurusdicao Palestiniana e a parte Judia sob jurisd Israelita). Shlomo Ben Ami, um dos negociadores israelitas, ja escreveu muito sobre este assunto. Foi o melhor acordo de sempre, apesar das suas muitas ambiguidades. Contemplava o direito de regresso dos refugiados para um estado Palestiniano, as fronteiras, o fim dos colonatos, a divisao justa de Jerusalem. Curiosamente, Arafat preocupava-se muito pouco com os refugiados, segundo Ben Ami. Jerusalem era a sua grande obsessao. Arafat era um homem profundamente religioso (membro da irmandade muculmana), dai a sua fixacao obsessiva com Jerusalem.</p>
<p>Israel nao criou o hamas. Esta e uma ideia absurda. Tenho alguma dificuldade em acreditar que o sheik yassin e a irmandade muculmana foram  marionetes de Israel. Israel explorou a bifurcacao de poder que a ascendencia do hamas causou. Sao coisas distintas.</p>
<p>Trata-se, a meu ver, de uma guerra civil q e alimentada e condicionada por uma outra guerra, entre Israel e grupos, movimentos e paises como o hamas, jihad islamica, brigadas al aqsa, irao, siria&#8230;etc </p>
<p>A solucao (?) para os probs israelo-palestinianos  tem varios nomes, mas um deles, estou convicto, sera essencial: Hillary Rodham Clinton. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20143</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 22:38:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20143</guid>
		<description>Caro Lidador

Lissenko, Darwin...e por que não Mengel? Muito bem acompanhado se encontra o senhor nas suas teorias racializantes. Embora o Darwin não diga nada disso e é simplesmente uma interpretação abusiva das suas teorias como não se cansa de repetir o Jay Gould. Mas enfim. Isto liga-se estreitamente à amiga somali do carmo da roça cujo texto se encontra eivado de racialismo baqueante - quase a mostrar-se, mas a envergonhar-se lá para o final. Não admira que os comentários ao arroja não tenham sido propriamente lancinantes - para o dito, bem entendido. 
A verdade é que só o facto de a américa exercer um fascínio tão desmesurado sobre a direita portuguesa (sublinhe-se que este não é comungado, nem em tal extensão nem com tal perseverança, por outras direitas) pode levar à conclusão que dizer que os americanos são ignorantes constitui uma qualquer espécie de insidioso anti-americanismo. Suponho que quando os franceses dizem que os portugueses são saloios e toscos estão a revelar um qualquer recôndido, mas latente, anti-portuguesismo. Não estão. É mais simples: as pessoas alimentam perconceitos sobre os países, sobre as cidades, sobre tudo e mais alguma coisa - os tais dualismos de que falava o Ezequiel. Não cabe isto em anti de qualquer espécie, que implica uma teoria organisada e sistemática. Não me parece que seja isso que os franceses mobilizam quando fazem comentários preconceituosos sobre os portugueses. Isto é apenas um exemplo. 

E, falando de Ezequiel, fiquei a pensar na enfática tirada das elites guerreiras e na forma como você a aceita sem daí retirar as devidas consequências. A conclusão a que cheguei é que apesar do pluralismo radical, você é um homem da realpolitik; mais inspirado em Kissinger do que num pobre Habermas ou num Rawls. As suas ideias são devedoras de um Nietzshe ou de um Pareto, muito mais do que os bonómicos Kymlickas e Taylors. 
É o velho problema entre a teoria e a prática - muito habermasiano.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador</p>
<p>Lissenko, Darwin&#8230;e por que não Mengel? Muito bem acompanhado se encontra o senhor nas suas teorias racializantes. Embora o Darwin não diga nada disso e é simplesmente uma interpretação abusiva das suas teorias como não se cansa de repetir o Jay Gould. Mas enfim. Isto liga-se estreitamente à amiga somali do carmo da roça cujo texto se encontra eivado de racialismo baqueante &#8211; quase a mostrar-se, mas a envergonhar-se lá para o final. Não admira que os comentários ao arroja não tenham sido propriamente lancinantes &#8211; para o dito, bem entendido.<br />
A verdade é que só o facto de a américa exercer um fascínio tão desmesurado sobre a direita portuguesa (sublinhe-se que este não é comungado, nem em tal extensão nem com tal perseverança, por outras direitas) pode levar à conclusão que dizer que os americanos são ignorantes constitui uma qualquer espécie de insidioso anti-americanismo. Suponho que quando os franceses dizem que os portugueses são saloios e toscos estão a revelar um qualquer recôndido, mas latente, anti-portuguesismo. Não estão. É mais simples: as pessoas alimentam perconceitos sobre os países, sobre as cidades, sobre tudo e mais alguma coisa &#8211; os tais dualismos de que falava o Ezequiel. Não cabe isto em anti de qualquer espécie, que implica uma teoria organisada e sistemática. Não me parece que seja isso que os franceses mobilizam quando fazem comentários preconceituosos sobre os portugueses. Isto é apenas um exemplo. </p>
<p>E, falando de Ezequiel, fiquei a pensar na enfática tirada das elites guerreiras e na forma como você a aceita sem daí retirar as devidas consequências. A conclusão a que cheguei é que apesar do pluralismo radical, você é um homem da realpolitik; mais inspirado em Kissinger do que num pobre Habermas ou num Rawls. As suas ideias são devedoras de um Nietzshe ou de um Pareto, muito mais do que os bonómicos Kymlickas e Taylors.<br />
É o velho problema entre a teoria e a prática &#8211; muito habermasiano.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20117</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 18:46:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20117</guid>
		<description>Cara Fernanda

eu sei q o post é sobre o arroja. 

mas, sinceramente, as diatribes deste sr não me despertam qualquer interesse.

ás tantas o sr teve uma namorada judia que lhe mandou à fava e nós é q pagamos as favas...cappicci!  dispenso a &quot;companhia&quot;, mesmo que cibernética, deste tipo de pessoa. Além disso, acho que podes escrever sobre coisas e pessoas bastante mais interessantes, perdoa-me a rudeza.


a conversa divagou, como acontece sempre com as conversas e,claro, as coisas dualizaram-se, para usar o termo do Ondevais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Fernanda</p>
<p>eu sei q o post é sobre o arroja. </p>
<p>mas, sinceramente, as diatribes deste sr não me despertam qualquer interesse.</p>
<p>ás tantas o sr teve uma namorada judia que lhe mandou à fava e nós é q pagamos as favas&#8230;cappicci!  dispenso a &#8220;companhia&#8221;, mesmo que cibernética, deste tipo de pessoa. Além disso, acho que podes escrever sobre coisas e pessoas bastante mais interessantes, perdoa-me a rudeza.</p>
<p>a conversa divagou, como acontece sempre com as conversas e,claro, as coisas dualizaram-se, para usar o termo do Ondevais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20115</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 18:39:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20115</guid>
		<description>Caro Ondevaisrioqueucanto,

Estou cheio de dores de cabeça. 

Nem sequer consigo pensar direito.

Se me sentir melhor mais tarde, gostaria de continuar a conversa, Ondevais. Passe(m) por cá mais logo e,  se lhe(Vos) apetecer,  poderemos continuar a conversa. 

Caro Lidador,

Lyssenko? Nem sequer sei quem é o personage. Conheço o trabalho de Bourdieu, que respeito, embora não seja bourdieuano ou coisa parecida. Conheço melhor um outro pensador, de nome Foucault, que também respeito, apesar de reconhecer que é por vezes incongruente e até contraditório. Talvez lhe interesse saber que Bourdieu,  como Hubert Dreyfus (heideggeriano), deram um importantíssimo contributo para uma das mais importantes disciplinas científicas da actualidade: a ciência cognitiva. Mas este não é o meu domínio de investigação. Estou apenas a apresentar uma constatação simples, como diria Hume.  

As conversas neste blog são sempre estimulantes. É o único blog que visito. Deveríamos agradecer aos 5.

take it easy,

nap time
Zeke</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ondevaisrioqueucanto,</p>
<p>Estou cheio de dores de cabeça. </p>
<p>Nem sequer consigo pensar direito.</p>
<p>Se me sentir melhor mais tarde, gostaria de continuar a conversa, Ondevais. Passe(m) por cá mais logo e,  se lhe(Vos) apetecer,  poderemos continuar a conversa. </p>
<p>Caro Lidador,</p>
<p>Lyssenko? Nem sequer sei quem é o personage. Conheço o trabalho de Bourdieu, que respeito, embora não seja bourdieuano ou coisa parecida. Conheço melhor um outro pensador, de nome Foucault, que também respeito, apesar de reconhecer que é por vezes incongruente e até contraditório. Talvez lhe interesse saber que Bourdieu,  como Hubert Dreyfus (heideggeriano), deram um importantíssimo contributo para uma das mais importantes disciplinas científicas da actualidade: a ciência cognitiva. Mas este não é o meu domínio de investigação. Estou apenas a apresentar uma constatação simples, como diria Hume.  </p>
<p>As conversas neste blog são sempre estimulantes. É o único blog que visito. Deveríamos agradecer aos 5.</p>
<p>take it easy,</p>
<p>nap time<br />
Zeke</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20109</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 17:44:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20109</guid>
		<description>Bem, antes de fechar a loja por hoje, este último texto do carmo da rosa é muito bom...é daqueles que se lê com gosto.

Relativamente ao Ezequiel e aos judeus e á inteligência, concordamos ambos que em média, são bastante inteligentes e pelas mesmas razões.
A diferença é que eu acho que essas razões remetem para Darwin e Mendel e o Ezequiel parece estranhamente influenciado pelo Lyssenko e pelo Bourdieu.

Será uma  questão de fé ( ou não) mas eu vou mais pelo Darwin do que pelo Lyssenko.

POis se até a melanina da pela evolui dpor adaptação ao meio, porque não o cérebro?
Trata-se de células, não?
Ou o cérebro  não é deste mundo e evolui de maneira igual em todas as partes do mundo e em todos os ambientes?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, antes de fechar a loja por hoje, este último texto do carmo da rosa é muito bom&#8230;é daqueles que se lê com gosto.</p>
<p>Relativamente ao Ezequiel e aos judeus e á inteligência, concordamos ambos que em média, são bastante inteligentes e pelas mesmas razões.<br />
A diferença é que eu acho que essas razões remetem para Darwin e Mendel e o Ezequiel parece estranhamente influenciado pelo Lyssenko e pelo Bourdieu.</p>
<p>Será uma  questão de fé ( ou não) mas eu vou mais pelo Darwin do que pelo Lyssenko.</p>
<p>POis se até a melanina da pela evolui dpor adaptação ao meio, porque não o cérebro?<br />
Trata-se de células, não?<br />
Ou o cérebro  não é deste mundo e evolui de maneira igual em todas as partes do mundo e em todos os ambientes?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20104</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 17:05:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20104</guid>
		<description>CONCORDAMOS NUMAS COISAS, DISCURDAMOS NOUTRAS. NADA DE MAIS NATURAL.

Frase lapidar. Grande Ezequiel. Mais 10 pontos para a minha consideração.

Pois eu, nesta história do QI  em relação aos judeus, concordo com o Lidador e com o Ezequiel - os argumentos são complementares. 

O Lidador diz: 
“Os judeus soferam ao longo dos séculos as agruras de perseguições e limitações que os obrigaram a apurar qualidades de sobrevivência e a escolher profissões ligadas ao intelecto.”
 
Acrescento apenas, porque não eram FILHOS-DE-ALGO.

O Ezequiel diz:
“O facto de existirem muitos Judeus que excelem no mundo académico não é um mistério: tem q ver com uma cultura que cultiva a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa da Torah e do Talmude (como Levinas demonstra, entre outros) e com os condicionalismos que resultam de séculos de perseguição: o que é que se transporta facilmente de um lado para o outro quando se é perseguido?: o conhecimento ou, mais precisamente, a ideia de que o conhecimento, a interrogação crítica, a interpretação, são as capacidades mais nobres e valiosas do humano.”

Aqui não acrescento coisa nenhuma porque simplesmente desconhecia este facto! Faço apenas uma pergunta: ‘a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa’ é iniciada com o grande Baruch de Spinoza (de origem portuguesa), com o seu Tractatus Theologico-Politicus, ou ele é um produto dessa mesma ‘interrogação (….) ?

Arranjei uns números sobre prémios Nobel. Sempre dá um cariz sério e científico à coisa, mas antes, gostaria de lhes contar como é que me deu na telha para arranjar os tais números. Mais uma trabalheira do camandro…

Há uns meses atrás veio a minha casa uma bacana da Somália (minha vizinha) e, passado algum tempo, discutia-mos sobre a Ayaan Hirsi Ali (compatriota dela). Daí até aos americanos vai um passinho. Ela, aliás como tantos outros, no auge da discussão, e inspirada por esta mania tanto na moda de que tudo o que é americano é, a priori, mau, vendo nos ianques uma espécie de hunos modernos: por onde eles passarem jamais a erva crescerá… dizia que 95% dos americanos eram burros. E eu, já irritado com tanta burrice, ainda por cima em minha casa, aproveitei a razão da visita dela (problemas com o computador e internet), para, à laia de resposta, lhe perguntar quem é que inventou os computadores e a internet? Internet que ela, apesar de ser bastante espertinha, todavia não sabia muito bem como é que a coisa funcionava… Isto eu não lhe disse, claro. Quero-me dar bem com as vizinhas…

Ela, espertalhona, dava respostas assaz ‘criativas’: ‘Essas coisas são sempre inventadas por estrangeiros que vivem e estudam nos EUA’. Bastante original, mas isto demonstra uma sintomática má-fé em relação ao ‘grande Satanás’. Por outro lado ela dava o benefício da dúvida a 5% …..de génios? Mas os restantes 95% nem pó, são todos burros. Ok.
A primeira coisa que salta à vista é: porquê precisamente 5%?
5% de génios é muita coisa, caneco! Nenhum país neste mundo se pode gabar de tal proeza, nem os americanos! Talvez os judeus (já volto ao assunto). Os sábios, os grandes músicos, os heróis, os grandes artistas, os grandes desportistas, os prémios Nobel são e sempre serão, e em qualquer parte do mundo, uma acarinhada minoria. Quem descobriu o caminho marítimo para a Índia fomos ‘nós’, isto (só) patrioticamente falando claro. No tempo em que o poeta cantava as armas e os barões assinalados, provavelmente menos de 5% da população portuguesa sabia ler, e de certeza que menos de 1% sabia algo sobre métrica heróica. Além disso tivemos que esperar 350 anos, porque vale sempre a pena quando a alma não é pequena, para que nascesse o nosso segundo grande vate.

Mas então, porque carga de água havemos de exigir aos americanos, se não querem correr o risco que lhes chamemos burros, uma percentagem de Thomas Edisons superior a 5% ? Porquê?

OS NÚMEROS (até 2006)

Como todos sabemos Portugal teve dois laureados: O doutor Egas Moniz em ’49 e o escritor José Saramago em ’98; a minha querida Holanda teve 18; a pequena Irlanda teve 6; o novíssimo estado de Israel, entre várias guerras e mais chatices com os vizinhos, ainda conseguiu arranjar tempo para 8 prémios Nobel; mas os americanos obtiveram a módica quantia de 161 laureados, o que visto através do prisma dos 5% de génios, diga-se de passagem, é fracote, mas tendo em conta 95% de burros, não é nada mau – mas é claro, isto é como a história da garrafa meia-cheia versus meia-vazia. 
Mas uma performance indiscutivelmente digna de Ubermench, de raça superior (se eu acreditasse nessas coisas!), são os 170 laureados judaicos.

Tenho muita pena da minha vizinha, mas em relação à Somália não consegui encontrar na net qualquer referência a Prémios Nobel ou a descobertas científicas dignas de registo. Mas também quem passa o tempo a queimar bandeiras americanas, a rezar em direcção da Meca, a lapidar mulheres boas, a enforcar jovens homossexuais, a berrar Allah u Akbar por dá cá aquela palha, não se pode exigir muito. Apesar de que não me admirava nada que a Ayaan Hirsi Ali (se não for antes assassinada por dever religioso com o consentimento tácito da esquerda) fosse laureada um dia destes…

Com estas cifras não quero de maneira nenhuma dizer que haja uma relação directa entre Prémio Nobel, inteligência e genes (de um povo). Mas daí a dizer que os mais laureados sejam os mais burros…

P.S. Peço mais uma vez desculpa à Fernanda Câncio pelo Off-topic, mas prometo na próxima dizer algo sobre a entrevista ao Pedro Arroja.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CONCORDAMOS NUMAS COISAS, DISCURDAMOS NOUTRAS. NADA DE MAIS NATURAL.</p>
<p>Frase lapidar. Grande Ezequiel. Mais 10 pontos para a minha consideração.</p>
<p>Pois eu, nesta história do QI  em relação aos judeus, concordo com o Lidador e com o Ezequiel &#8211; os argumentos são complementares. </p>
<p>O Lidador diz:<br />
“Os judeus soferam ao longo dos séculos as agruras de perseguições e limitações que os obrigaram a apurar qualidades de sobrevivência e a escolher profissões ligadas ao intelecto.”</p>
<p>Acrescento apenas, porque não eram FILHOS-DE-ALGO.</p>
<p>O Ezequiel diz:<br />
“O facto de existirem muitos Judeus que excelem no mundo académico não é um mistério: tem q ver com uma cultura que cultiva a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa da Torah e do Talmude (como Levinas demonstra, entre outros) e com os condicionalismos que resultam de séculos de perseguição: o que é que se transporta facilmente de um lado para o outro quando se é perseguido?: o conhecimento ou, mais precisamente, a ideia de que o conhecimento, a interrogação crítica, a interpretação, são as capacidades mais nobres e valiosas do humano.”</p>
<p>Aqui não acrescento coisa nenhuma porque simplesmente desconhecia este facto! Faço apenas uma pergunta: ‘a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa’ é iniciada com o grande Baruch de Spinoza (de origem portuguesa), com o seu Tractatus Theologico-Politicus, ou ele é um produto dessa mesma ‘interrogação (….) ?</p>
<p>Arranjei uns números sobre prémios Nobel. Sempre dá um cariz sério e científico à coisa, mas antes, gostaria de lhes contar como é que me deu na telha para arranjar os tais números. Mais uma trabalheira do camandro…</p>
<p>Há uns meses atrás veio a minha casa uma bacana da Somália (minha vizinha) e, passado algum tempo, discutia-mos sobre a Ayaan Hirsi Ali (compatriota dela). Daí até aos americanos vai um passinho. Ela, aliás como tantos outros, no auge da discussão, e inspirada por esta mania tanto na moda de que tudo o que é americano é, a priori, mau, vendo nos ianques uma espécie de hunos modernos: por onde eles passarem jamais a erva crescerá… dizia que 95% dos americanos eram burros. E eu, já irritado com tanta burrice, ainda por cima em minha casa, aproveitei a razão da visita dela (problemas com o computador e internet), para, à laia de resposta, lhe perguntar quem é que inventou os computadores e a internet? Internet que ela, apesar de ser bastante espertinha, todavia não sabia muito bem como é que a coisa funcionava… Isto eu não lhe disse, claro. Quero-me dar bem com as vizinhas…</p>
<p>Ela, espertalhona, dava respostas assaz ‘criativas’: ‘Essas coisas são sempre inventadas por estrangeiros que vivem e estudam nos EUA’. Bastante original, mas isto demonstra uma sintomática má-fé em relação ao ‘grande Satanás’. Por outro lado ela dava o benefício da dúvida a 5% …..de génios? Mas os restantes 95% nem pó, são todos burros. Ok.<br />
A primeira coisa que salta à vista é: porquê precisamente 5%?<br />
5% de génios é muita coisa, caneco! Nenhum país neste mundo se pode gabar de tal proeza, nem os americanos! Talvez os judeus (já volto ao assunto). Os sábios, os grandes músicos, os heróis, os grandes artistas, os grandes desportistas, os prémios Nobel são e sempre serão, e em qualquer parte do mundo, uma acarinhada minoria. Quem descobriu o caminho marítimo para a Índia fomos ‘nós’, isto (só) patrioticamente falando claro. No tempo em que o poeta cantava as armas e os barões assinalados, provavelmente menos de 5% da população portuguesa sabia ler, e de certeza que menos de 1% sabia algo sobre métrica heróica. Além disso tivemos que esperar 350 anos, porque vale sempre a pena quando a alma não é pequena, para que nascesse o nosso segundo grande vate.</p>
<p>Mas então, porque carga de água havemos de exigir aos americanos, se não querem correr o risco que lhes chamemos burros, uma percentagem de Thomas Edisons superior a 5% ? Porquê?</p>
<p>OS NÚMEROS (até 2006)</p>
<p>Como todos sabemos Portugal teve dois laureados: O doutor Egas Moniz em ’49 e o escritor José Saramago em ’98; a minha querida Holanda teve 18; a pequena Irlanda teve 6; o novíssimo estado de Israel, entre várias guerras e mais chatices com os vizinhos, ainda conseguiu arranjar tempo para 8 prémios Nobel; mas os americanos obtiveram a módica quantia de 161 laureados, o que visto através do prisma dos 5% de génios, diga-se de passagem, é fracote, mas tendo em conta 95% de burros, não é nada mau – mas é claro, isto é como a história da garrafa meia-cheia versus meia-vazia.<br />
Mas uma performance indiscutivelmente digna de Ubermench, de raça superior (se eu acreditasse nessas coisas!), são os 170 laureados judaicos.</p>
<p>Tenho muita pena da minha vizinha, mas em relação à Somália não consegui encontrar na net qualquer referência a Prémios Nobel ou a descobertas científicas dignas de registo. Mas também quem passa o tempo a queimar bandeiras americanas, a rezar em direcção da Meca, a lapidar mulheres boas, a enforcar jovens homossexuais, a berrar Allah u Akbar por dá cá aquela palha, não se pode exigir muito. Apesar de que não me admirava nada que a Ayaan Hirsi Ali (se não for antes assassinada por dever religioso com o consentimento tácito da esquerda) fosse laureada um dia destes…</p>
<p>Com estas cifras não quero de maneira nenhuma dizer que haja uma relação directa entre Prémio Nobel, inteligência e genes (de um povo). Mas daí a dizer que os mais laureados sejam os mais burros…</p>
<p>P.S. Peço mais uma vez desculpa à Fernanda Câncio pelo Off-topic, mas prometo na próxima dizer algo sobre a entrevista ao Pedro Arroja.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20096</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 15:26:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20096</guid>
		<description>&quot;aideia de que há alguma falsidade na proposição de que o que está em causa é o regime israelita, os seus sucessivos governos, e não o “povo judeu” é tão turtuosamente falaciosa como a sua simétrica que diz que criticar Bush e os neocons é ser anti-americano. &quot;

É exactamente isto que diz Amadinejah.
O rio não se apercebe do titereiro?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;aideia de que há alguma falsidade na proposição de que o que está em causa é o regime israelita, os seus sucessivos governos, e não o “povo judeu” é tão turtuosamente falaciosa como a sua simétrica que diz que criticar Bush e os neocons é ser anti-americano. &#8221;</p>
<p>É exactamente isto que diz Amadinejah.<br />
O rio não se apercebe do titereiro?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20095</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 15:24:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20095</guid>
		<description>&quot;Será que há alguma diferença entre os muçulmanos da Bósnia e os da Palestina? &quot;

Por acaso, meu caro riacho, aqui este seu amigo esteve em sarajevo, nos anos de chumbo,  e viu o exacto local onde caíu a morteirada cujo morticinio serviu de pretexto à intervenção aérea aliada. E, como todos os outros que lá estiveram e percebem alguma coisa do assunto, era óbvio que aquela granada de morteiro nunca podia ter vindo das posições sérvias que cercavam a cidade, pela simples razão que nenhum morteiro tinha flecha e alcance que possibilitasse uma queda vertical, entre prédios relativamente altos.
A alternativa é óbvia e a maioria dos observadores que por lá passaram entende que foi o próprio governo muçulmano (Itzbegovic), que promoveu o massacre, para garantir a ajuda internacional, sem a qual Sarajevo não aguentaria muito mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Será que há alguma diferença entre os muçulmanos da Bósnia e os da Palestina? &#8221;</p>
<p>Por acaso, meu caro riacho, aqui este seu amigo esteve em sarajevo, nos anos de chumbo,  e viu o exacto local onde caíu a morteirada cujo morticinio serviu de pretexto à intervenção aérea aliada. E, como todos os outros que lá estiveram e percebem alguma coisa do assunto, era óbvio que aquela granada de morteiro nunca podia ter vindo das posições sérvias que cercavam a cidade, pela simples razão que nenhum morteiro tinha flecha e alcance que possibilitasse uma queda vertical, entre prédios relativamente altos.<br />
A alternativa é óbvia e a maioria dos observadores que por lá passaram entende que foi o próprio governo muçulmano (Itzbegovic), que promoveu o massacre, para garantir a ajuda internacional, sem a qual Sarajevo não aguentaria muito mais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20093</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 15:17:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20093</guid>
		<description>&quot;a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios, é má-vontade, só pode ser, porque há limites para o cinismo - até em pessoas como o lidador.&quot;

Importa-se então de responder à questão?
Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?

E, já agora, o que acontece em 1967 ?

Se por acaso não sabe, houve uma guerra, na qual a parte agredida saíu vencedora e ocupou território do agressor.
Nada a fazer. Se não quiser não devolve, se quiser devolve ( como fez com o Sinai).
Pela mesma razão que Gdansk pertence hoje à Polónia e não à Alemanha.
E contra isto, batatas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios, é má-vontade, só pode ser, porque há limites para o cinismo &#8211; até em pessoas como o lidador.&#8221;</p>
<p>Importa-se então de responder à questão?<br />
Porque razão não foi criado o Estado Palestiniano em Gaza e na Cisjordânia, no longo período que decorreu entre 1948 e 1967?</p>
<p>E, já agora, o que acontece em 1967 ?</p>
<p>Se por acaso não sabe, houve uma guerra, na qual a parte agredida saíu vencedora e ocupou território do agressor.<br />
Nada a fazer. Se não quiser não devolve, se quiser devolve ( como fez com o Sinai).<br />
Pela mesma razão que Gdansk pertence hoje à Polónia e não à Alemanha.<br />
E contra isto, batatas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20091</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 15:13:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20091</guid>
		<description>Ezequiel, isto chega sempre a um deadlock, obviamente. Mas como, como?, é que se pode formar um Estado democrático quando se tem a população à míngua de sustento e um território completamente colonizado por um ocupante? Parece-me uma exigência demasiado desproporcionada, senão mesmo violenta. 
Para mim a situação dos colonatos israelitas, que, francamente, o acordo Barak era apenas uma fachada e nada fazia para a retirada imediata - embora não tenha nenhuns links sobre isto aqui à mão, a minha referência de estimação é o Robert Fisk do War for civilization (ou qualquer coisa do género) -, mas dizia, a situação de colonização sistemática dos territórios ocupados configura uma situação de colonialismo. Já viu algum império colonial dar de mão beijada a independência de um território colonizado? 
Depois há um pequeno, pequeníssimo pormenor: quem formou o Hamas foi Israel. O Yrgun sempre teve mais simpatias pelo hamas do que por Araft, eevntualmente, proponho eu ingenuamente, porque sabia que estes votariam sempre as votações ao fracaso. 
Há um erro de análise na sua posta. Não se trata de guerra civil. Guerra civil é quando há duas forças em confronto, estilo Norte contra Sul, Vermelhos contra Brancos, etc. Aqui é uma lenta, gradual, mas convincente limpeza étnica. Que nem sequer os países vizinhos, relativamente ao tal período após expulsão dos palestinianos - aquilo que o lidador referia como sendo o período de latência 48-67 - tentaram travar, como se sabe das belas manobras da Jordânia e das falanges libaneses.
O argumento dos líderes democraticamente eleitos...bom, essa parece-me um &quot;pereirismo&quot;, ou seja, algo que não seria surpreendente na boca de um pacheco pereira. Se fosse assim tão simples, Bush estaria apenas a fazer aquilo que a legitimação dada pelo sufrágio lhe pediu para fazer. Não caiamos em simplismos tão apresados. Até porque uma das coisa interessantes de analisar em Israel é a evolução do voto em branco (pelo menos até 2001 e à guerra sem fim dos norte-americanos). Há de facto quem não se reveja nas elites guerreiras. 

Depois de tudo dito e feito, quem se lixam são os palestinianos. essa é que é certa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, isto chega sempre a um deadlock, obviamente. Mas como, como?, é que se pode formar um Estado democrático quando se tem a população à míngua de sustento e um território completamente colonizado por um ocupante? Parece-me uma exigência demasiado desproporcionada, senão mesmo violenta.<br />
Para mim a situação dos colonatos israelitas, que, francamente, o acordo Barak era apenas uma fachada e nada fazia para a retirada imediata &#8211; embora não tenha nenhuns links sobre isto aqui à mão, a minha referência de estimação é o Robert Fisk do War for civilization (ou qualquer coisa do género) -, mas dizia, a situação de colonização sistemática dos territórios ocupados configura uma situação de colonialismo. Já viu algum império colonial dar de mão beijada a independência de um território colonizado?<br />
Depois há um pequeno, pequeníssimo pormenor: quem formou o Hamas foi Israel. O Yrgun sempre teve mais simpatias pelo hamas do que por Araft, eevntualmente, proponho eu ingenuamente, porque sabia que estes votariam sempre as votações ao fracaso.<br />
Há um erro de análise na sua posta. Não se trata de guerra civil. Guerra civil é quando há duas forças em confronto, estilo Norte contra Sul, Vermelhos contra Brancos, etc. Aqui é uma lenta, gradual, mas convincente limpeza étnica. Que nem sequer os países vizinhos, relativamente ao tal período após expulsão dos palestinianos &#8211; aquilo que o lidador referia como sendo o período de latência 48-67 &#8211; tentaram travar, como se sabe das belas manobras da Jordânia e das falanges libaneses.<br />
O argumento dos líderes democraticamente eleitos&#8230;bom, essa parece-me um &#8220;pereirismo&#8221;, ou seja, algo que não seria surpreendente na boca de um pacheco pereira. Se fosse assim tão simples, Bush estaria apenas a fazer aquilo que a legitimação dada pelo sufrágio lhe pediu para fazer. Não caiamos em simplismos tão apresados. Até porque uma das coisa interessantes de analisar em Israel é a evolução do voto em branco (pelo menos até 2001 e à guerra sem fim dos norte-americanos). Há de facto quem não se reveja nas elites guerreiras. </p>
<p>Depois de tudo dito e feito, quem se lixam são os palestinianos. essa é que é certa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Saloio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20076</link>
		<dc:creator>Saloio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 12:54:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20076</guid>
		<description>Estimada FC: não se aborreça comigo, pois não passo de um simples homem da rua, apenas curioso espectador do mundo que nos rodeia.

O facto de a respeitar está traduzido em a ler, quer no DN, quer aqui - e até me atrever a tecer algum humilde comentário.

Quanto às questões que me referiu, tenho para mim que as ideias se criticam com outras ideias, por muito bizarras que sejam, e não com adjectivos como o que a senhora colou ao primeiro nome do visado no título deste post - situação sobre a qual me limitei a manifestar a minha singela discordância.

Apesar dos eventuais defeitos de convicção intelectual que o Dr. Pedro Arroja possa ter em relação à individual apreciação de cada um de nós que o lê, parece-me injusto não o considerar um bloguista de referência, alguém que contribui para o debate, com conteúdo e que desenvolve temas de interesse, e que suscitam a troca de opiniões entre muitos outros - e, por isso, como cidadãos de um país livre, merecedor do nosso respeito e consideração, tal como a senhora.

Só mais um pormenor: a sua intenção ao  republicar a entrevista de 94 no Blasfémias, foi qual: elogiar o visado? É que se podia considerar um aviso à navegação, mas quer pela introdução à republicação, quer pelo título aqui atribuído a este post (&quot;enoja&quot;), afigura-se-me mais estar a  atingir o homem.

Como não tenho o dom de adivinhar, posso estar errado e, por isso, peço-lhe desculpa por algum mal-entendido meu -  e aproveito para lhe endereçar os meus respeitáveis cumprimentos.

Digo eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estimada FC: não se aborreça comigo, pois não passo de um simples homem da rua, apenas curioso espectador do mundo que nos rodeia.</p>
<p>O facto de a respeitar está traduzido em a ler, quer no DN, quer aqui &#8211; e até me atrever a tecer algum humilde comentário.</p>
<p>Quanto às questões que me referiu, tenho para mim que as ideias se criticam com outras ideias, por muito bizarras que sejam, e não com adjectivos como o que a senhora colou ao primeiro nome do visado no título deste post &#8211; situação sobre a qual me limitei a manifestar a minha singela discordância.</p>
<p>Apesar dos eventuais defeitos de convicção intelectual que o Dr. Pedro Arroja possa ter em relação à individual apreciação de cada um de nós que o lê, parece-me injusto não o considerar um bloguista de referência, alguém que contribui para o debate, com conteúdo e que desenvolve temas de interesse, e que suscitam a troca de opiniões entre muitos outros &#8211; e, por isso, como cidadãos de um país livre, merecedor do nosso respeito e consideração, tal como a senhora.</p>
<p>Só mais um pormenor: a sua intenção ao  republicar a entrevista de 94 no Blasfémias, foi qual: elogiar o visado? É que se podia considerar um aviso à navegação, mas quer pela introdução à republicação, quer pelo título aqui atribuído a este post (&#8220;enoja&#8221;), afigura-se-me mais estar a  atingir o homem.</p>
<p>Como não tenho o dom de adivinhar, posso estar errado e, por isso, peço-lhe desculpa por algum mal-entendido meu &#8211;  e aproveito para lhe endereçar os meus respeitáveis cumprimentos.</p>
<p>Digo eu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20071</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 12:00:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20071</guid>
		<description>desculpas pelos erros e pela escrita atabalhoada. 

tou c mt pressa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desculpas pelos erros e pela escrita atabalhoada. </p>
<p>tou c mt pressa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20067</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 11:50:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20067</guid>
		<description>Os acordos barak-clinton-arafat contemplavam precisamente isto: uma partição justa, que. Arafat decidiu não aceitar os termos do acordo (q correspondiam às expectativas previamente explicitadas dos Palestinianos. Shlomo Ben-Ami, homem de esquerda e negociador israelita dos acordos de camp david) e dias depois de ter optado pela (sua) célebre &quot;ambivalência&quot; estratégica, ordenou vários ataques suicidas com o objectivo de condenar as negociações ao fracasso.

http://en.wikipedia.org/wiki/Taba_Summit

Quantas vezes terão os Israelitas que afirmar que a solução passa, inevitavelmente, pela two state solution. 

E, sim, há muitas diferenças entre os muçulmanos da bósnia e os palestinianos, começando pela história e geografia. As elites guerreiras de Israel fazem aquilo que todas as elites guerreiras das democracias liberais fazem: recebem ordens de lideres democraticamente eleitos e defendem o seu país.  O fatah e o hamas fizeram mais pela não-concretização das aspirações do povo Palestiniano do que qualquer Israelita. Veja o que se passa em Gaza? (execuções sumárias na rua de membros do fatah, o que se passou depois da saída de gaza)

E, sim, mais uma vez concordo consigo. Sharon estava realmente a defender o seu povo.  E, sim, concordo consigo,  se os Palestinianos não criarem um estado democrático a guerra civil provavelmente continuará. 

Quanto à confiscação do estado pelas elites guerreiras: ouviu falar da winograd report?
dos refuseniks?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os acordos barak-clinton-arafat contemplavam precisamente isto: uma partição justa, que. Arafat decidiu não aceitar os termos do acordo (q correspondiam às expectativas previamente explicitadas dos Palestinianos. Shlomo Ben-Ami, homem de esquerda e negociador israelita dos acordos de camp david) e dias depois de ter optado pela (sua) célebre &#8220;ambivalência&#8221; estratégica, ordenou vários ataques suicidas com o objectivo de condenar as negociações ao fracasso.</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Taba_Summit" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Taba_Summit</a></p>
<p>Quantas vezes terão os Israelitas que afirmar que a solução passa, inevitavelmente, pela two state solution. </p>
<p>E, sim, há muitas diferenças entre os muçulmanos da bósnia e os palestinianos, começando pela história e geografia. As elites guerreiras de Israel fazem aquilo que todas as elites guerreiras das democracias liberais fazem: recebem ordens de lideres democraticamente eleitos e defendem o seu país.  O fatah e o hamas fizeram mais pela não-concretização das aspirações do povo Palestiniano do que qualquer Israelita. Veja o que se passa em Gaza? (execuções sumárias na rua de membros do fatah, o que se passou depois da saída de gaza)</p>
<p>E, sim, mais uma vez concordo consigo. Sharon estava realmente a defender o seu povo.  E, sim, concordo consigo,  se os Palestinianos não criarem um estado democrático a guerra civil provavelmente continuará. </p>
<p>Quanto à confiscação do estado pelas elites guerreiras: ouviu falar da winograd report?<br />
dos refuseniks?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20055</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:45:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20055</guid>
		<description>Às vezes dou comigo a pensar por que razão Mladic era um monstro que perpetrou crimes contra a humanidade e Sharon estaria apenas a defender o seu &quot;povo&quot;. Será que há alguma diferença entre os muçulmanos da Bósnia e os da Palestina? Será que há uma subtil dualidade de critérios  que leva pessoas sérias como ezequiel a dizer dislates como &quot;O desaparecimento do estado ou regime israelita é = à aniquilação do povo judeu.&quot; esquecendo que Israel só pode existir enquanto democracia se resolver o problema da partição de maneira a incluir os Palestinianos? Será que quem diz isto sobre o &quot;povo judeu&quot; não vê que é extensível ao povo palestiniano? 
Mas o mais engraçado é que até os próprios Israelitas mais moderados não vêem outra saída. Tipos como Lebowitz que há muito que denunciaram a militarização do Estado de Israel e a sua confiscação pelas elites guerreiras. 
A ideia de que há alguma falsidade na proposição de que o que está em causa é o regime israelita, os seus sucessivos governos, e não o &quot;povo judeu&quot; é tão turtuosamente falaciosa como a sua simétrica que diz que criticar Bush e os neocons é ser anti-americano. 

E assim se aquilata um liberal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes dou comigo a pensar por que razão Mladic era um monstro que perpetrou crimes contra a humanidade e Sharon estaria apenas a defender o seu &#8220;povo&#8221;. Será que há alguma diferença entre os muçulmanos da Bósnia e os da Palestina? Será que há uma subtil dualidade de critérios  que leva pessoas sérias como ezequiel a dizer dislates como &#8220;O desaparecimento do estado ou regime israelita é = à aniquilação do povo judeu.&#8221; esquecendo que Israel só pode existir enquanto democracia se resolver o problema da partição de maneira a incluir os Palestinianos? Será que quem diz isto sobre o &#8220;povo judeu&#8221; não vê que é extensível ao povo palestiniano?<br />
Mas o mais engraçado é que até os próprios Israelitas mais moderados não vêem outra saída. Tipos como Lebowitz que há muito que denunciaram a militarização do Estado de Israel e a sua confiscação pelas elites guerreiras.<br />
A ideia de que há alguma falsidade na proposição de que o que está em causa é o regime israelita, os seus sucessivos governos, e não o &#8220;povo judeu&#8221; é tão turtuosamente falaciosa como a sua simétrica que diz que criticar Bush e os neocons é ser anti-americano. </p>
<p>E assim se aquilata um liberal</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20039</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 01:01:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20039</guid>
		<description>e, por favor, não me venham com tretas tipo: &quot; Eles referem-se ao estado e ao regime israelita, não aos judeus&quot;


O desaparecimento do estado ou regime israelita é = à aniquilação do povo judeu. 

(publicação israelita)

http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3164720,00.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e, por favor, não me venham com tretas tipo: &#8221; Eles referem-se ao estado e ao regime israelita, não aos judeus&#8221;</p>
<p>O desaparecimento do estado ou regime israelita é = à aniquilação do povo judeu. </p>
<p>(publicação israelita)</p>
<p><a href="http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3164720,00.html" rel="nofollow">http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3164720,00.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20037</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 00:26:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20037</guid>
		<description>ah, e quanto a jenin:

já ouviu falar das brigadas de mártires al-aqsa e da jihad islâmica?  Era lá, em jenin, que eles estavam aquartelados. Faziam tricot e discutiam os teóricos pós-modernos fundamentalistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah, e quanto a jenin:</p>
<p>já ouviu falar das brigadas de mártires al-aqsa e da jihad islâmica?  Era lá, em jenin, que eles estavam aquartelados. Faziam tricot e discutiam os teóricos pós-modernos fundamentalistas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20036</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 00:08:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20036</guid>
		<description>nunca citei o wiki

alguma vez teria que ser a primeira.

não tenho pachorra para escrever 

http://en.wikipedia.org/wiki/1982_Lebanon_War

tudo começou em 1948, quando generais egipcios prometeram &quot; pintar o med com sangue judeu.&quot; 

o resto é &quot;história&quot; (engraçado: o ondevais diz: Israel comeu isto e aquilo e esquece-se. convenientemente, de tudo o que antecedeu a conquista-e devolução- de território)

Aqui ninguém vai convencer ninguém.

quem perde guerras (de agressão, motivadas por um ódio irreprimível aos judeus) merece perder território...como europeu que é, deverá compreender isto. 

Israel nunca  devolverá os territórios conquistados a forças que o tencionam destruir. Se os regimes que  ameaçam, desde sempre, a integridade existencial de Israel mudarem as suas posições de formas verificáveis  estou convicto que a paz será uma realidade(egipto, jordánia), num futuro mais ou menos distante (who knows?).   Até esta altura, rien, zieltsch, NADA, nadinha, ZERO !!!  Seria uma decisão suicida. 

Caro David,

És demasiadamente inteligente para teres que apelar à minha estupidez. O facto dos esquerdistas anti-políticas-israelitas cometerem mais erros do que o barão munchausen não faz com que sejam anti-semitas. Estão errados. O erro não é uma intenção. Eles acreditam genuinamente naquilo que dizem. 

Pensem o que lhes apetecer. Não sou embaixador nem plenipotenciário de Israel.   
 
abraço, para todos.

boa noite,
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nunca citei o wiki</p>
<p>alguma vez teria que ser a primeira.</p>
<p>não tenho pachorra para escrever </p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/1982_Lebanon_War" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/1982_Lebanon_War</a></p>
<p>tudo começou em 1948, quando generais egipcios prometeram &#8221; pintar o med com sangue judeu.&#8221; </p>
<p>o resto é &#8220;história&#8221; (engraçado: o ondevais diz: Israel comeu isto e aquilo e esquece-se. convenientemente, de tudo o que antecedeu a conquista-e devolução- de território)</p>
<p>Aqui ninguém vai convencer ninguém.</p>
<p>quem perde guerras (de agressão, motivadas por um ódio irreprimível aos judeus) merece perder território&#8230;como europeu que é, deverá compreender isto. </p>
<p>Israel nunca  devolverá os territórios conquistados a forças que o tencionam destruir. Se os regimes que  ameaçam, desde sempre, a integridade existencial de Israel mudarem as suas posições de formas verificáveis  estou convicto que a paz será uma realidade(egipto, jordánia), num futuro mais ou menos distante (who knows?).   Até esta altura, rien, zieltsch, NADA, nadinha, ZERO !!!  Seria uma decisão suicida. </p>
<p>Caro David,</p>
<p>És demasiadamente inteligente para teres que apelar à minha estupidez. O facto dos esquerdistas anti-políticas-israelitas cometerem mais erros do que o barão munchausen não faz com que sejam anti-semitas. Estão errados. O erro não é uma intenção. Eles acreditam genuinamente naquilo que dizem. </p>
<p>Pensem o que lhes apetecer. Não sou embaixador nem plenipotenciário de Israel.   </p>
<p>abraço, para todos.</p>
<p>boa noite,<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gaselectivamente</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20028</link>
		<dc:creator>Gaselectivamente</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 23:36:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20028</guid>
		<description>Só um apropósito, que nem tem relação com o tema do post mas sim com um comentário do rioquecanta.
De facto, &quot;...a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios,..&quot; Não corresponde à verdade.

Objectivamente, entre 1948 e 1967, os territórios que mais tarde vieram a ser conhecidos por ocupados estiveram sob administração de outros paises árabes (Egipto, Jordania, Siria). Objectivamente, poderia - e devia - ter sido constituido o Estado Palestiniano. Objectivamente, só não foi constituido porque isso implicava reconhecer uma coisa que ainda 50 anos depois é &quot;mal reconhecida&quot; - o Estado de Israel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só um apropósito, que nem tem relação com o tema do post mas sim com um comentário do rioquecanta.<br />
De facto, &#8220;&#8230;a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios,..&#8221; Não corresponde à verdade.</p>
<p>Objectivamente, entre 1948 e 1967, os territórios que mais tarde vieram a ser conhecidos por ocupados estiveram sob administração de outros paises árabes (Egipto, Jordania, Siria). Objectivamente, poderia &#8211; e devia &#8211; ter sido constituido o Estado Palestiniano. Objectivamente, só não foi constituido porque isso implicava reconhecer uma coisa que ainda 50 anos depois é &#8220;mal reconhecida&#8221; &#8211; o Estado de Israel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: david lourenço mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20025</link>
		<dc:creator>david lourenço mestre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 22:27:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20025</guid>
		<description>Nuno, uma rectificação, quando li o seu texto - 4 Novembro 2007, 22:35 - nao tinha o tempo a favor, a resposta resulta de um equivoco. Suponho que o tenha notado. 

Ezequiel, nao me parece haver um pensador de esquerda de relevo anti-semita - seria uma contradiçao nos termos entre a esquerda universalista e humanitaria - mas há um apelo tragico às emoçoes do leitor, ou do consumidor final. Um discurso irresponsavel e desonesto tem maus resultados. E os maus resultados sao neste caso impossiveis de ignorar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nuno, uma rectificação, quando li o seu texto &#8211; 4 Novembro 2007, 22:35 &#8211; nao tinha o tempo a favor, a resposta resulta de um equivoco. Suponho que o tenha notado. </p>
<p>Ezequiel, nao me parece haver um pensador de esquerda de relevo anti-semita &#8211; seria uma contradiçao nos termos entre a esquerda universalista e humanitaria &#8211; mas há um apelo tragico às emoçoes do leitor, ou do consumidor final. Um discurso irresponsavel e desonesto tem maus resultados. E os maus resultados sao neste caso impossiveis de ignorar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20020</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 21:15:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20020</guid>
		<description>Caro Ezequiel, 

que não lhe chegue a perturbação à pituitária por causa da minha boca sobre o dualismo moral. Você acha mesmo que eu estava a sério com o &quot;determinismo cultural&quot;. Por amor de allah. O seu maniqueísmo quanto à questão israelo-palestiniana terá causas bem diferentes, o que não deixa de ser considerável num homem que defende tão entusiasticamente pluralismos de diferentes dimensões e naturezas. 
Na questão israelo-palestiniana a sua visão é completamente enviesada e para mim - perdoe-me o prurido cognitivo - quando assim é, tudo o resto me cheira mal. Definitivamente é problema meu. 
Em jeito de anamnese, vou, porque me apetece, inventariar um conjunto de acontecimentos que normalmente me norteiam nas apreciações sobre a política israelita. Enviesados, também? Eu acho que não, mas isso sou eu que sou teimoso. Comecemos: quem comeu um bocado ao Líbano em 82? Israel. Quem comeu os montes Golan à Síria? Israel. Quem anexou a cisjordânia à Jordânia? Israel. Quem mamou a faixa de gaza e a península do sinai ao Egipto? Israel. Estava-se em 67. Mais tarde, muito mais tarde, passaríamos por jenim, pelo massacre de jenim, o dito massacre sempre desmentido por israel; o ensaio dos buldozers como armas de guerra que viria a fazer escola nos corpos militares israelitas; a destruição sistemática da autoridade palistiniana depois de a obrigarem a fazer todas as concessões possíveis, tais como a criação de uma polícia de perseguiçºão aos membros do hamas, a qual israel viria a agradecer com a total destruição das instituições da Autoridade palestiniana - surpresa, ganhou o Hamas nas eleições - e finalmente o Líbano o bombardeamento de Beirute a troco de quê? dos katiuskas que atingiram uns barracos israelitas. Terroristas? Por que haviam eles de aparecer depois de terem terraplanado jenim? Que reacção tão estranha. Israel e os EUA vetaram as resoluções da ONU que previam o esforço de reconstrução da cisjordânia e sobretudo de jenim e nablus, impedindo até a cruz vermelha de lá entrar. não interessa, é tudo pela defesa da democracia. Qual? Ah, aquela que tem um sistema de cidadania diferenciado e que encerrou os palestinianos em zonas controladas militarmente donde não podem sair nem a pé e onde a esperança de vida assim como a subnutrição da criançada é das mais alarmantes do mundo. Felizmente que é uma democracia...ocidental. Senão até se podia pensar que estávamos em presença de uma muitíssimo bem sucedida limpeza étnica. Mas basta de banalidades. 
O liberalismo do ezequiel não difere muito dos lidadores e quejandos - é apenas mais polido. Quando é preciso precipitar-se fora do terreno teórico - bang: lá vem o lugar comum propagandista, cegamente propagandista. 
Não pretendo dar lições a ninguém sobre a questão israelo-palestiniana. tem razão o ezequiel quanto aos dualismos morais serem tão preciosos como o sexo ou a alimentação; sobretudo para a reprodução de preconceitos. O problema não é que eles sejam indispensáveis; a questão é saber como cristalizam eles contra toda a evidência. 
não percebi se o ezequiel já tinho passeado por aqueles sítios a que o meu périplo imaginário aludia. garanto que é extremamente instrutivo. 

com tantos contorcionismo retóricos, ficaram por esclarecer as causas - e consequentemente, as consequências - do arrojado anti-semitismo do seu arroja. e isso é que teria interesse aqui. esperamos melhores dias.

o lidador que me perdoe, mas euroliberal e anti-sionismo desbragado, continua a cheirar-me a confusão. pelo sim pelo não, reservo-me ao direito da desconfiança metódica. 
a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios, é má-vontade, só pode ser, porque há limites para o cinismo - até em pessoas como o lidador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel, </p>
<p>que não lhe chegue a perturbação à pituitária por causa da minha boca sobre o dualismo moral. Você acha mesmo que eu estava a sério com o &#8220;determinismo cultural&#8221;. Por amor de allah. O seu maniqueísmo quanto à questão israelo-palestiniana terá causas bem diferentes, o que não deixa de ser considerável num homem que defende tão entusiasticamente pluralismos de diferentes dimensões e naturezas.<br />
Na questão israelo-palestiniana a sua visão é completamente enviesada e para mim &#8211; perdoe-me o prurido cognitivo &#8211; quando assim é, tudo o resto me cheira mal. Definitivamente é problema meu.<br />
Em jeito de anamnese, vou, porque me apetece, inventariar um conjunto de acontecimentos que normalmente me norteiam nas apreciações sobre a política israelita. Enviesados, também? Eu acho que não, mas isso sou eu que sou teimoso. Comecemos: quem comeu um bocado ao Líbano em 82? Israel. Quem comeu os montes Golan à Síria? Israel. Quem anexou a cisjordânia à Jordânia? Israel. Quem mamou a faixa de gaza e a península do sinai ao Egipto? Israel. Estava-se em 67. Mais tarde, muito mais tarde, passaríamos por jenim, pelo massacre de jenim, o dito massacre sempre desmentido por israel; o ensaio dos buldozers como armas de guerra que viria a fazer escola nos corpos militares israelitas; a destruição sistemática da autoridade palistiniana depois de a obrigarem a fazer todas as concessões possíveis, tais como a criação de uma polícia de perseguiçºão aos membros do hamas, a qual israel viria a agradecer com a total destruição das instituições da Autoridade palestiniana &#8211; surpresa, ganhou o Hamas nas eleições &#8211; e finalmente o Líbano o bombardeamento de Beirute a troco de quê? dos katiuskas que atingiram uns barracos israelitas. Terroristas? Por que haviam eles de aparecer depois de terem terraplanado jenim? Que reacção tão estranha. Israel e os EUA vetaram as resoluções da ONU que previam o esforço de reconstrução da cisjordânia e sobretudo de jenim e nablus, impedindo até a cruz vermelha de lá entrar. não interessa, é tudo pela defesa da democracia. Qual? Ah, aquela que tem um sistema de cidadania diferenciado e que encerrou os palestinianos em zonas controladas militarmente donde não podem sair nem a pé e onde a esperança de vida assim como a subnutrição da criançada é das mais alarmantes do mundo. Felizmente que é uma democracia&#8230;ocidental. Senão até se podia pensar que estávamos em presença de uma muitíssimo bem sucedida limpeza étnica. Mas basta de banalidades.<br />
O liberalismo do ezequiel não difere muito dos lidadores e quejandos &#8211; é apenas mais polido. Quando é preciso precipitar-se fora do terreno teórico &#8211; bang: lá vem o lugar comum propagandista, cegamente propagandista.<br />
Não pretendo dar lições a ninguém sobre a questão israelo-palestiniana. tem razão o ezequiel quanto aos dualismos morais serem tão preciosos como o sexo ou a alimentação; sobretudo para a reprodução de preconceitos. O problema não é que eles sejam indispensáveis; a questão é saber como cristalizam eles contra toda a evidência.<br />
não percebi se o ezequiel já tinho passeado por aqueles sítios a que o meu périplo imaginário aludia. garanto que é extremamente instrutivo. </p>
<p>com tantos contorcionismo retóricos, ficaram por esclarecer as causas &#8211; e consequentemente, as consequências &#8211; do arrojado anti-semitismo do seu arroja. e isso é que teria interesse aqui. esperamos melhores dias.</p>
<p>o lidador que me perdoe, mas euroliberal e anti-sionismo desbragado, continua a cheirar-me a confusão. pelo sim pelo não, reservo-me ao direito da desconfiança metódica.<br />
a ideia de que as terras que mais tarde viriam a ser apelidadas de territórios ocupados estiveram nas mãos de palestinianos e que o falhanço na criação de um estado palestiniano foi dos próprios, é má-vontade, só pode ser, porque há limites para o cinismo &#8211; até em pessoas como o lidador.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20003</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 17:41:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20003</guid>
		<description>Caro Lidador

concordamos numas coisas, discordamos noutras.

nada de mais natural.

o liberalismo é assim mesmo:plural

os meus melhores cumprimentos, ezequiel

ps: permita-me dizer-lhe que esta coisa do QI não faz muito sentido. Mas, sinceramente, não me apetece discutir mais nada, não por o assunto não ser interessante mas porque estou adoentado.   O facto de existirem muitos Judeus que excelem no mundo académico não é um mistério: tem q ver com uma cultura que cultiva a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa da Torah e do Talmude (como Levinas demonstra, entre outros) e com os condicionalismos que resultam de séculos de perseguição: o que é que se transporta facilmente de um lado para o outro quando se é perseguido?: o conhecimento ou, mais precisamente, a ideia de que o conhecimento, a interrogação crítica, a interpretação, são as capacidades  mais nobres e valiosas do humano. Além disso, convêm não esquecer o cosmopolitismo radical do povo Judeu, a experiência de participar noutras culturas como uma minoria (a relação do particular com o universal). O mesmo acontece com os Arménios e com muitos outros perseguidos.  Portugal é o país mais judeu da Europa: raramente concordamos acerca de seja o que for eh eh eh eh 

É isto que Woody Allen diz acerca da existência de uma conspiração maléfica judaica: How can there be a conspiracy? We never agree on anything. (penso que é no filme Bananas que ele diz isto, mas não tenho a certeza)



melhores cumprimentos,
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador</p>
<p>concordamos numas coisas, discordamos noutras.</p>
<p>nada de mais natural.</p>
<p>o liberalismo é assim mesmo:plural</p>
<p>os meus melhores cumprimentos, ezequiel</p>
<p>ps: permita-me dizer-lhe que esta coisa do QI não faz muito sentido. Mas, sinceramente, não me apetece discutir mais nada, não por o assunto não ser interessante mas porque estou adoentado.   O facto de existirem muitos Judeus que excelem no mundo académico não é um mistério: tem q ver com uma cultura que cultiva a interrogação critica até à exaustão, mesmo na interpretação religiosa da Torah e do Talmude (como Levinas demonstra, entre outros) e com os condicionalismos que resultam de séculos de perseguição: o que é que se transporta facilmente de um lado para o outro quando se é perseguido?: o conhecimento ou, mais precisamente, a ideia de que o conhecimento, a interrogação crítica, a interpretação, são as capacidades  mais nobres e valiosas do humano. Além disso, convêm não esquecer o cosmopolitismo radical do povo Judeu, a experiência de participar noutras culturas como uma minoria (a relação do particular com o universal). O mesmo acontece com os Arménios e com muitos outros perseguidos.  Portugal é o país mais judeu da Europa: raramente concordamos acerca de seja o que for eh eh eh eh </p>
<p>É isto que Woody Allen diz acerca da existência de uma conspiração maléfica judaica: How can there be a conspiracy? We never agree on anything. (penso que é no filme Bananas que ele diz isto, mas não tenho a certeza)</p>
<p>melhores cumprimentos,<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20001</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 17:07:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20001</guid>
		<description>Não, meu caro rio não sei quê, não há estratagemas. O euroliberal diz apenas à boca cheia o que uns certos riachos sugerem com palavreado que pretendem subtil.

Quanto ao grunho, prazer em conhecê-lo, mas prefiro tratá-lo por &quot;rio&quot;.

Relativamente ao Hamas, o seu objectivo declarado é a destruição de Israel.
Mas não só!
Na carta do Hamas 
http://www.mideastweb.org/hamas.htm
consta também um objectivo universalista de submissão a Alá .
Está lá escrito e tem de ser levado a sério, sem tresleituras riachenses.
Há aguns mesesAl-Zahar, o ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros da AP, numa cerimónia de homenagem ao fundador do Hamas (xeque Yassin) disse que o Corão promete a “libertação de toda a Palestina” .
 E disse mais…disse que “quem negar isto, está a pôr em causa a sua fé e o Islão”.

Al-Zahar foi claro e minucioso. Explicou que o Hamas tem duas visões fundamentais…a corânica e a profética.
A corânica funda-se na divina promessa feita na Sura 17, aplicada à libertação da mesquita de Al-Aqsa.
A profética busca raízes na mensagem do profeta de que “o Islão entrará em todas as casas e espalhar-se-á por todo o mundo”.
Empolgado, Al-Zahar explicou que a “nossa posição é a libertação da Palestina, toda a Palestina. Esta é a solução final para nós. Baseia-se na mensagem corânica de que entraremos na Mesquita de Al-Aqsa e que esta entrada significa a entrada em toda a Palestina&quot;. 



P.S. Convém esclarecer o riacho, que a Mesquita de Al-Aqsa está situada na capital de Israel, e foi propositadamente erguida sobre as ruínas dos muito mais antigos locais sagrados de judeus e cristãos.
Ali...em cima, para marcar a dominância.

Convém também salientar que &quot;toda a Palestina&quot;, não se limita apenas às terras da Partilha determinada pela ONU.

De resto essas terras ( Gaza e Cisjordânia) estiveram 20 anos em mãos árabes  após a fundação de Israel (de 1948 a até 1967) e jamais criaram o Estado Palestiniano.
O riacho terá a amabilidade de nos explicar porquê?
Ou prefere largar mais adjectivos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não, meu caro rio não sei quê, não há estratagemas. O euroliberal diz apenas à boca cheia o que uns certos riachos sugerem com palavreado que pretendem subtil.</p>
<p>Quanto ao grunho, prazer em conhecê-lo, mas prefiro tratá-lo por &#8220;rio&#8221;.</p>
<p>Relativamente ao Hamas, o seu objectivo declarado é a destruição de Israel.<br />
Mas não só!<br />
Na carta do Hamas<br />
<a href="http://www.mideastweb.org/hamas.htm" rel="nofollow">http://www.mideastweb.org/hamas.htm</a><br />
consta também um objectivo universalista de submissão a Alá .<br />
Está lá escrito e tem de ser levado a sério, sem tresleituras riachenses.<br />
Há aguns mesesAl-Zahar, o ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros da AP, numa cerimónia de homenagem ao fundador do Hamas (xeque Yassin) disse que o Corão promete a “libertação de toda a Palestina” .<br />
 E disse mais…disse que “quem negar isto, está a pôr em causa a sua fé e o Islão”.</p>
<p>Al-Zahar foi claro e minucioso. Explicou que o Hamas tem duas visões fundamentais…a corânica e a profética.<br />
A corânica funda-se na divina promessa feita na Sura 17, aplicada à libertação da mesquita de Al-Aqsa.<br />
A profética busca raízes na mensagem do profeta de que “o Islão entrará em todas as casas e espalhar-se-á por todo o mundo”.<br />
Empolgado, Al-Zahar explicou que a “nossa posição é a libertação da Palestina, toda a Palestina. Esta é a solução final para nós. Baseia-se na mensagem corânica de que entraremos na Mesquita de Al-Aqsa e que esta entrada significa a entrada em toda a Palestina&#8221;. </p>
<p>P.S. Convém esclarecer o riacho, que a Mesquita de Al-Aqsa está situada na capital de Israel, e foi propositadamente erguida sobre as ruínas dos muito mais antigos locais sagrados de judeus e cristãos.<br />
Ali&#8230;em cima, para marcar a dominância.</p>
<p>Convém também salientar que &#8220;toda a Palestina&#8221;, não se limita apenas às terras da Partilha determinada pela ONU.</p>
<p>De resto essas terras ( Gaza e Cisjordânia) estiveram 20 anos em mãos árabes  após a fundação de Israel (de 1948 a até 1967) e jamais criaram o Estado Palestiniano.<br />
O riacho terá a amabilidade de nos explicar porquê?<br />
Ou prefere largar mais adjectivos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-20000</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 17:03:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-20000</guid>
		<description>Ok David, obrigado pela resposta. Não conseguiste encontrar um único esquerdista anti-semita. Não preciso de te informar o que é que isto faz ao teu argumento. 

ondevais, eu não lhe acusei de ser um anti-semita, da variante subtil ou outra qualquer.


esta tese, de que a &quot;presença durável nos estates&quot; induz dualismos morais  é risível e revela, como dizer, um certo determinismo cultural que me enoja, para usar o termo da Fernanda. Suponho que a minha presença durável na europa, na china ou no turquemenistão  leve-me a interiorizar x ou y. Enfim, só uma santa de uma paciência! 

Porque é que o Libano foi &quot;atacado&quot; diversas vezes? E quem é que continua a lançar foguetes para Israel, diariamente? O exercito libanês não está a atacar Israel. 

A contagem dos mortos. Quando o hezbollah se esconde entre uma população que se divide entre aqueles que subjuga e  aqueles que o apoiam (não todos, evidentemente) é isto que acontece. Como disse, esta estratégia vem em todos os livrinhos de guerrilha. Todavia, como já disse aqui antes (noutras discussões), não concordei com a estratégia (ou a ausência dela) da última incursão Israelita no libano. 

A forma como o governo israelita tem lidado com o west bank (com o governo de Abbas, que deseja o compromisso, a via da negociação..desde a ascendência inesperada do hamas em gaza) revela a falsidade dos seus argumentos. Israel não pode negociar com forças que tem como objectivo intrínseco da sua própria existência a destruição (não do estado de Israel) mas de Israel tout court.
 

Também não percebo como é que extrapola (do que eu escrevi) que eu sou um partidário do argumento do choque de civilizações. Colocou-me na sua caixinha cognitiva mas eu não cabo lá, asseguro-lhe.  Se bem me lembro, não falei de culturas políticas ou de culturas mas apenas de movimentos e ideologias teototalitárias. Não estabeleci um nexo causal entre cultura e radicalismo e não apresentei um argumento que tinha  como  premissa o determinismo cultural. uufa...Mencionei o hamas e o hezbollah, o que os move, o que fazem e rien plus. Mas, claro, são poucos os que tentam saber o que é que são estes movimentos. Ignoram esta questão crucial porque ela revela a verdade das coisas.




Os dualismos morais não são um problema desde que devidamente compreendidos e entendidos no devido contexto. Então quando avalia moralmente o Mário machado (etc) não invoca e articula dualismos morais? Gostaria que me explicasse como é que evita a dualização da moralidade? (o prob da essencialização da dualidade é outra história, transformar o questionável em algo inquestionável ble ble ble) Estou mesmo muito curioso. 

melhores cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok David, obrigado pela resposta. Não conseguiste encontrar um único esquerdista anti-semita. Não preciso de te informar o que é que isto faz ao teu argumento. </p>
<p>ondevais, eu não lhe acusei de ser um anti-semita, da variante subtil ou outra qualquer.</p>
<p>esta tese, de que a &#8220;presença durável nos estates&#8221; induz dualismos morais  é risível e revela, como dizer, um certo determinismo cultural que me enoja, para usar o termo da Fernanda. Suponho que a minha presença durável na europa, na china ou no turquemenistão  leve-me a interiorizar x ou y. Enfim, só uma santa de uma paciência! </p>
<p>Porque é que o Libano foi &#8220;atacado&#8221; diversas vezes? E quem é que continua a lançar foguetes para Israel, diariamente? O exercito libanês não está a atacar Israel. </p>
<p>A contagem dos mortos. Quando o hezbollah se esconde entre uma população que se divide entre aqueles que subjuga e  aqueles que o apoiam (não todos, evidentemente) é isto que acontece. Como disse, esta estratégia vem em todos os livrinhos de guerrilha. Todavia, como já disse aqui antes (noutras discussões), não concordei com a estratégia (ou a ausência dela) da última incursão Israelita no libano. </p>
<p>A forma como o governo israelita tem lidado com o west bank (com o governo de Abbas, que deseja o compromisso, a via da negociação..desde a ascendência inesperada do hamas em gaza) revela a falsidade dos seus argumentos. Israel não pode negociar com forças que tem como objectivo intrínseco da sua própria existência a destruição (não do estado de Israel) mas de Israel tout court.</p>
<p>Também não percebo como é que extrapola (do que eu escrevi) que eu sou um partidário do argumento do choque de civilizações. Colocou-me na sua caixinha cognitiva mas eu não cabo lá, asseguro-lhe.  Se bem me lembro, não falei de culturas políticas ou de culturas mas apenas de movimentos e ideologias teototalitárias. Não estabeleci um nexo causal entre cultura e radicalismo e não apresentei um argumento que tinha  como  premissa o determinismo cultural. uufa&#8230;Mencionei o hamas e o hezbollah, o que os move, o que fazem e rien plus. Mas, claro, são poucos os que tentam saber o que é que são estes movimentos. Ignoram esta questão crucial porque ela revela a verdade das coisas.</p>
<p>Os dualismos morais não são um problema desde que devidamente compreendidos e entendidos no devido contexto. Então quando avalia moralmente o Mário machado (etc) não invoca e articula dualismos morais? Gostaria que me explicasse como é que evita a dualização da moralidade? (o prob da essencialização da dualidade é outra história, transformar o questionável em algo inquestionável ble ble ble) Estou mesmo muito curioso. </p>
<p>melhores cumprimentos,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: david lourenço mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19998</link>
		<dc:creator>david lourenço mestre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 16:50:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19998</guid>
		<description>Faça voce o favor de ler o que eu escrevi sobre o assunto.

O euroliberal precede, em muito, o lidador nas tascas blogosfericas. É sinal de que o nuno anda nisto há pouco tempo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faça voce o favor de ler o que eu escrevi sobre o assunto.</p>
<p>O euroliberal precede, em muito, o lidador nas tascas blogosfericas. É sinal de que o nuno anda nisto há pouco tempo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19997</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 16:48:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19997</guid>
		<description>Regressando, &quot;análises espúrias e factualmente imbecis&quot;, quais, o de Lueger ter sido um dos mentores de Hitler e não saladino ou Maududi? Ou o facto de a Viena de Dolfus andar a perseguir judeus (e já agora sindicalistas, também) e de os ter guetisado preparando o estrado para receber o Anshluss? Não vá mais longe (não, não, fico já aqui!): é ver donde vêm os partidos nacionalistas alemão e austríaco para perceber que as suas raízes cristãs são um pouco mais do que coincidência. 
Mas não se engane numa coisa. Para mim é claro como água que coisas como concursos de caricaturas sobre o holocausto no Irão ou afirmações de Nasralah sobre os judeus serem a &quot;peste&quot; vão direitinhas para a caixa do mais acérbico anti-semitismo. Mas isto em nada desculpa as acções de Israel e não deve servir para confundir a política de segregação que israel tem posto em prática. 
Já uma vez aqui disse, para ateu parece que qualquer crítica feita ao catolicismo o deixa sobremaneira desconfortável. Ou será apenas esforço ecuménico de diálogo inter-religioso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Regressando, &#8220;análises espúrias e factualmente imbecis&#8221;, quais, o de Lueger ter sido um dos mentores de Hitler e não saladino ou Maududi? Ou o facto de a Viena de Dolfus andar a perseguir judeus (e já agora sindicalistas, também) e de os ter guetisado preparando o estrado para receber o Anshluss? Não vá mais longe (não, não, fico já aqui!): é ver donde vêm os partidos nacionalistas alemão e austríaco para perceber que as suas raízes cristãs são um pouco mais do que coincidência.<br />
Mas não se engane numa coisa. Para mim é claro como água que coisas como concursos de caricaturas sobre o holocausto no Irão ou afirmações de Nasralah sobre os judeus serem a &#8220;peste&#8221; vão direitinhas para a caixa do mais acérbico anti-semitismo. Mas isto em nada desculpa as acções de Israel e não deve servir para confundir a política de segregação que israel tem posto em prática.<br />
Já uma vez aqui disse, para ateu parece que qualquer crítica feita ao catolicismo o deixa sobremaneira desconfortável. Ou será apenas esforço ecuménico de diálogo inter-religioso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19996</link>
		<dc:creator>Carlos Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 16:47:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19996</guid>
		<description>Mais uma do rio grandegrandenome que não posso deixar de comentar, na sequência aliás do meu comment anterior: &quot;... eles foderam-nos o canastro em Madrid e Londres...&quot; .
  Eles quem, caro amigo, importa-se de concretizar? Só os operacionais e estrategas fanático-fundamentalistas que colocaram as bombas é que têm a culpa? Quem os deixou entrar( a pretexto de um multiculturalismo irrealista e precipitado)a nivel politico-partidário decisional, não tem culpa de nada?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma do rio grandegrandenome que não posso deixar de comentar, na sequência aliás do meu comment anterior: &#8220;&#8230; eles foderam-nos o canastro em Madrid e Londres&#8230;&#8221; .<br />
  Eles quem, caro amigo, importa-se de concretizar? Só os operacionais e estrategas fanático-fundamentalistas que colocaram as bombas é que têm a culpa? Quem os deixou entrar( a pretexto de um multiculturalismo irrealista e precipitado)a nivel politico-partidário decisional, não tem culpa de nada?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19994</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 16:31:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19994</guid>
		<description>Será que o DLM se apercebeu que as suas 4 fases se podem aplicar mutatis mutandis à islamofobia da qual ele é um dos interessantes propaladores? Se não teve essa percepção é porque não se anda a ler com a devida atenção. Faça favor. 

O Euroliberal...não sei, muito exagero, muito nazi-sionismo (o signo que prende imediatamente ao anti-semitismo com a evocação do nazismo e do holocausto, mas desta feita invertido através da culpabilização da vítima, o judeu) muito espavento...Parece-me que anda aqui novo estratagema sokaliano. O seu lidador não estará com um dos seus ataques de heteronomia, não?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o DLM se apercebeu que as suas 4 fases se podem aplicar mutatis mutandis à islamofobia da qual ele é um dos interessantes propaladores? Se não teve essa percepção é porque não se anda a ler com a devida atenção. Faça favor. </p>
<p>O Euroliberal&#8230;não sei, muito exagero, muito nazi-sionismo (o signo que prende imediatamente ao anti-semitismo com a evocação do nazismo e do holocausto, mas desta feita invertido através da culpabilização da vítima, o judeu) muito espavento&#8230;Parece-me que anda aqui novo estratagema sokaliano. O seu lidador não estará com um dos seus ataques de heteronomia, não?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: david lourenço mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19986</link>
		<dc:creator>david lourenço mestre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:51:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19986</guid>
		<description>Muito rapidamente, ezequiel. 

Apresentei-lhe o que pode ser descrito, a meu ver, como as quatro fases do antisemitismo, embora tenha as invertido. 

A primeira, a eleiçao do inimigo. Israel é o inimigo. Chamemos lhe o subracismo racional. Subracismo é um termo pesado. A segunda o subracismo irracional. Uma fantasia sobre o inimigo. Um degrau na escalada da desumanizaçao do inimigo. É um comportamento particularista, tribalista. Entende-se no campo das paixoes, que o inimigo, nao apenas nao é um de nós,  é um animal feroz, é já no fundo, uma caricatura.  A terceira, o racismo racional, o longo discurso em portugues que racionaliza o racismo, embora o texto em questao nao seja um bom exemplo, mas fica o principio, é o principio que lhe dá conteudo, é um apelo ao combate, aqui partimos da comunidade, naçao, ou grupo para o individuo, e aqui o individuo é o judeu. Uma ultima, o racismo irracional, que é o primeiro paragrafo. É a fase terminal, é o racismo das bases, um discurso profundamente emocional, esta ultima fase vive muito do ambiente institucional, este discurso pede o silencio de valores humanitarios e universalistas. Num pequeno universo como um forum é capaz de encontrar bons exemplos, encontrei-os nos foruns do sapo quando aquilo andava animado há uns quatro anos atras.

Se me pede um filosof, um sociologo de esquerda que esteja na penultima fase nao sou capaz de o encontrar, mas se me pedir anonimos eu faço o obsequio de os apresentar

Nuno Castro, voce sabe muito bem que a palavra catolico serve lhe os pruincipios, é ideologicamente util, torna mais facil situar o inimigo e partir para analise espurias e factualmente imbecis. Eu já lhe chamei a atençao para o facto de que sou ateu. O meu (pouco) copnservadorismo situa-se no campo de principios basicos que me parece dos quais nao devemos abdicar, há um lastro moral essencial a qualquer sociedade para o seu funcionamento</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito rapidamente, ezequiel. </p>
<p>Apresentei-lhe o que pode ser descrito, a meu ver, como as quatro fases do antisemitismo, embora tenha as invertido. </p>
<p>A primeira, a eleiçao do inimigo. Israel é o inimigo. Chamemos lhe o subracismo racional. Subracismo é um termo pesado. A segunda o subracismo irracional. Uma fantasia sobre o inimigo. Um degrau na escalada da desumanizaçao do inimigo. É um comportamento particularista, tribalista. Entende-se no campo das paixoes, que o inimigo, nao apenas nao é um de nós,  é um animal feroz, é já no fundo, uma caricatura.  A terceira, o racismo racional, o longo discurso em portugues que racionaliza o racismo, embora o texto em questao nao seja um bom exemplo, mas fica o principio, é o principio que lhe dá conteudo, é um apelo ao combate, aqui partimos da comunidade, naçao, ou grupo para o individuo, e aqui o individuo é o judeu. Uma ultima, o racismo irracional, que é o primeiro paragrafo. É a fase terminal, é o racismo das bases, um discurso profundamente emocional, esta ultima fase vive muito do ambiente institucional, este discurso pede o silencio de valores humanitarios e universalistas. Num pequeno universo como um forum é capaz de encontrar bons exemplos, encontrei-os nos foruns do sapo quando aquilo andava animado há uns quatro anos atras.</p>
<p>Se me pede um filosof, um sociologo de esquerda que esteja na penultima fase nao sou capaz de o encontrar, mas se me pedir anonimos eu faço o obsequio de os apresentar</p>
<p>Nuno Castro, voce sabe muito bem que a palavra catolico serve lhe os pruincipios, é ideologicamente util, torna mais facil situar o inimigo e partir para analise espurias e factualmente imbecis. Eu já lhe chamei a atençao para o facto de que sou ateu. O meu (pouco) copnservadorismo situa-se no campo de principios basicos que me parece dos quais nao devemos abdicar, há um lastro moral essencial a qualquer sociedade para o seu funcionamento</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19985</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:50:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19985</guid>
		<description>O Hamas NAO reconheceu nem reconhecera issrael como estado judeu e apartheidesco formado apartir dos massacres da nakba, um crime contra a humanidade, , porque  foi eleito com base nessa mesma recusa que nunca trairah. 

A entidade nazi-sionista so tem uma alternativa, democratizar-se internamente abolindo o apartheid ou ser aniquilada pela nacao arabo-islamica dentro de alguns anos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Hamas NAO reconheceu nem reconhecera issrael como estado judeu e apartheidesco formado apartir dos massacres da nakba, um crime contra a humanidade, , porque  foi eleito com base nessa mesma recusa que nunca trairah. </p>
<p>A entidade nazi-sionista so tem uma alternativa, democratizar-se internamente abolindo o apartheid ou ser aniquilada pela nacao arabo-islamica dentro de alguns anos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O Jansenista</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19983</link>
		<dc:creator>O Jansenista</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:33:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19983</guid>
		<description>Belo post: em poucas palavras, tudo o que há a dizer desse pateta «economista manqué» que é o Pedro Arroja. O que lhe falta em conteúdo, conhecimentos e substrato moral, tenta agora compensá-lo com pose - e que melhor pose do que propalar os velhos ódios aos novos frustrados?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo post: em poucas palavras, tudo o que há a dizer desse pateta «economista manqué» que é o Pedro Arroja. O que lhe falta em conteúdo, conhecimentos e substrato moral, tenta agora compensá-lo com pose &#8211; e que melhor pose do que propalar os velhos ódios aos novos frustrados?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19982</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:27:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19982</guid>
		<description>O Danıel O. e outros sionistas tipo &quot;good cop&quot; (coitadinhos, sao tao bonzinhos que ate querem dar aos palestinianos 2 bantustoes com 22% do territorio da Palestina, que bom, nao eh ?) não percebe que atacar o estado judeu de ısrael é atacar o sıonısmo. Por ısso se ele ataca Israel é antı-sıonısta tambem. Porque o sıonısmo é a defesa de um estado judeu (só para judeus e com exclusão dos não judeus) na Palestına. Logo o sıonısta é por defınıção apartheıdesco, fundamentalısta, racısta e antı-semıta. Se o estado de Israel deıxasse de ser sıonısta com todas as suas consequencıas, passarıa a aceıtar o one man, one vote, one land que o Hamas também quer e haverıa paz. O sıonısmo não é a defesa da exıstêncıa de judeus na Palestına, à qual nınguém se opõe, mas a defesa da expulsão da Terra Santa das 3 relıgıões do Lıvro de todos os que não pertençam a relıgıão mınorıtárıa do &#039;povo eleıto&#039;, a fım de crıar artıfıcıalmente uma maıorıa judaıca na Palestına. Se o Danıel se opõe a ısso, então eh antı-sıonısta, dıga o que dısser.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Danıel O. e outros sionistas tipo &#8220;good cop&#8221; (coitadinhos, sao tao bonzinhos que ate querem dar aos palestinianos 2 bantustoes com 22% do territorio da Palestina, que bom, nao eh ?) não percebe que atacar o estado judeu de ısrael é atacar o sıonısmo. Por ısso se ele ataca Israel é antı-sıonısta tambem. Porque o sıonısmo é a defesa de um estado judeu (só para judeus e com exclusão dos não judeus) na Palestına. Logo o sıonısta é por defınıção apartheıdesco, fundamentalısta, racısta e antı-semıta. Se o estado de Israel deıxasse de ser sıonısta com todas as suas consequencıas, passarıa a aceıtar o one man, one vote, one land que o Hamas também quer e haverıa paz. O sıonısmo não é a defesa da exıstêncıa de judeus na Palestına, à qual nınguém se opõe, mas a defesa da expulsão da Terra Santa das 3 relıgıões do Lıvro de todos os que não pertençam a relıgıão mınorıtárıa do &#8216;povo eleıto&#8217;, a fım de crıar artıfıcıalmente uma maıorıa judaıca na Palestına. Se o Danıel se opõe a ısso, então eh antı-sıonısta, dıga o que dısser.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gasel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19981</link>
		<dc:creator>Gasel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 15:07:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19981</guid>
		<description>Diz o Felipe Moura (e depois tb o ondevais e a fernanada):
&quot;A pergunta é feita à Fernanda. De qualquer maneira eu julgo que a contradição da direita é essa mesma que aponta. E isso não lhe parece notável?&quot;

Não acho assim nada especialmente notável: de pequenas e grandes contradições está o mundo cheio.
Só acho o raciocinio um bocado rebuscado e forçado, à procura de uma &quot;notável contradição&quot; da &quot;direita&quot;, pela qual aceitará teorias racistas mas não tolerará teorias anti-semitas. Mt consfuso...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diz o Felipe Moura (e depois tb o ondevais e a fernanada):<br />
&#8220;A pergunta é feita à Fernanda. De qualquer maneira eu julgo que a contradição da direita é essa mesma que aponta. E isso não lhe parece notável?&#8221;</p>
<p>Não acho assim nada especialmente notável: de pequenas e grandes contradições está o mundo cheio.<br />
Só acho o raciocinio um bocado rebuscado e forçado, à procura de uma &#8220;notável contradição&#8221; da &#8220;direita&#8221;, pela qual aceitará teorias racistas mas não tolerará teorias anti-semitas. Mt consfuso&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19976</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 14:26:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19976</guid>
		<description>Ó Ezequiel, tenha calma que eu ainda não estou reformado. O tempo não chega para tudo. 
Mas seja como for, o Ezequiel é um gajo porreiro é pena é estar preso a todo aquele monturo de lixo a que ele chama, algo benevolentemente, liberalismo - eu acrescentaria, esclarecido. 
E mesmo com todo o esclarecimento, o Ezequiel parece replicar maniqueísmos e dualismos morais por dá cá aquela palha. Sem dúvida, efeito da presença durável nos estates. Mas isso não é nada comigo. 
O que é comigo é que mais uma vez mais me vejo relegado para a sub-reptícia posição de anti-semita (não declarado) devido às minhas críticas ao estado de Israel. E desta feita por um esclarecido liberal que gosta de coisas como pluralismos radicais. Estes são, como bem viu o bluf Zizek, curtinhos, curtinhos, acabando as mais das vezes onde as tais platitudes democráticas, a que me referia à pouco, alcançam os seus limites. 
Ezequiel, no seu esforço algo coriácio, esqueceu que o Líbano já  foi por diversas vezes atacado por Israel. Esqueceu também que mais de 70 % dos Libaneses acha que o Hezbollah deve ser mantido. Porquê, perguntamo-nos na nossa análise política, e política tout court? Porque o exército libanês é uma anedota e não teria qualquer possibilidade de ser um deterrent para o poderosíssimo exército israelita (ou não é poderosíssimo?). A população civil é o Hezbollah. Parabéns, ganhou o grande prémio do truismo, ou do automatismo ideológico. Sabe que a resistência em França durante o regime de Vichy também era recrutada da população civil. E em África, parece-me, os turras como lhe chamavam, também seriam. É uma armadilha engraçada esta em que os liberais se comprazem: se a população se submete ao jugo do Hezbollah, como diz o Ezequiel será porque eventualmente não grama levar com os buldozers dos israelitas. Estes últimos, por sua vez, não gostam de levar com rockets do hesbollah, e têm razão. Há apenas uma pequena diferença: a contagem dos mortos. O toll, como por aí dizem, é de tal forma desequilibrado que quem não vir que as medidas &quot;proportioned&quot; de israel são no fundo acções de destruição maciça deve estar ceguinho ou, mais uma vez, de má-fé. É verdade, &quot;eles&quot; foderam-nos o canastro em madrid e londres. Mas do ponto de vista &quot;deles&quot;, &quot;nós&quot; os bons dos defensores da democracia há muito que lhes andamos a escangalhar as casas, as famílias, as comunidades, e por aí fora. Acredito que este é um argumento a que um bom liberal permaneça insensível. Afinal o que é mais importante do que defender as glórias do excepcionalismo toquevilliano? 
Outra ideia engraçada, que revela desse tal maniqueísmo ideológico é a de que o Hamas está a jogar um jogo duplo, como se Israel não tivesse! Araft também o sabia muito bem. Enquanto vão retirando uns colonos dos territórios ocupados constróem um muro de dimensões gigantescas e cortam todas as possibilidades de comunicação entre os diversos territórios onde se encontram as populações palestinianas. É a técnica do bandustão que tão bons resultados deu na África do Sul. Israel não está a fazer nada mais do que isto. E seria tão absurdo acusar-me de anti-semitismo como dizer que por ser crítico do apartheid eu era vítima de uma grassante modalidade de racismo anti-branco. Algo que os Afrikaners usaram sistematicamente contra o ANC, portanto não substimemos a história. 
O ridículo que isto é!  

Finalmente, ando para sugerir a algum tempo ao Ezequiel que saia do pó das fontes e se passeie pelos ditos países islâmicos. Vá à Turquia, desça até ao Irão, passe pelo Egipto e dê um pulo à Arábia Saudita; evite o Iraque porque está em processo de democratização e nós sabemos que esses são sempre dolorosos e não há retórica que os mitigue. É que me parece que tem um certo desconhecimento in loco do que por lá se passa. mas posso estar enganado, no que lhe apresentaria as devidas desculpas, mas cismaria ainda se de facto viu o que por lá se passa. o convite é extensível a todos os ferrenhos dos choques - das civilizações, não das forças policiais, entenda-se. 

Ao anónimo, não tenho a certeza de ter percebido o seu comentário. mea culpa, mea maxima culpa. mas de ambiguidades estamos bem servidos com certeza. Repare qiue os conservadores que por aqui postam, fogem sempre à crux do problema: as origens do anti-semitismo têm muito de cristianismo. Não esquecer a inspiração retirada de Karl Lueger que o jovem Hitler colheu em Viena. Lueger foi o tipo que formou o Partido Social Cristão que se ramificou mais tarde em OVP e, alguns, no FPO. Que não fique o amigo Ezequiel chocado pelas influências anti-semitas que alguns dos partidos democráticos revelam na sua genealogia. Também é conhecida a admiração que o dito Hitler nutria por Lutero. Tudo isto é informação mais que repassada. Contudo, há de facto um revisionismo de sinal contrário; ou seja, uma insistência no anti-semitismo da esquerda que parece querer desvirtuar toda a análise razoável do fenómeno.

Quanto ao lidador, nem sei se me apetece responder a comentários grunhos onde a grunhice se confunde com escatologia novecentista. Convém perguntar a este senhor, que acredita piamente que os judeus são muito mais inteligentes do que os outros - e muito mais do que os pretos, porra! - o que é um judeu? Será que há alguma relação necessária entre a ausência de prepúcio e a massa encefálica. Se há, podemos especular que o seu lidador não foi à faquinha. Mas a pergunta mais coerente é, obviamente, aquela que MVde almeida colocou para o caso Watson: como se define um &quot;preto&quot;? Também é válido para o judaísmo: como se define um judeu? 
A craniometria já foi bastante usada, mas com conclusões inversas. Estará o lidador a sugerir qiue o mesmo pode ser usado para inferir relações de sinal positivo, i.e., a superior inteligência dos judeus? Estamos mesmo atacados de raquitismo mental. 
Não admira portanto que não compreenda a minha posta sobre o Hamas. Que o Hamas reconheceu Israel, não é falso (se é jogo duplo, o mesmo é válido para quase tudo na vida). Que Israel não reconheceu o Hamas eleito pelos palestinianos, também me parece que não seja falso. Qual é a confusão então? Israel atacou o Líbano porque já o tinha feito. Nada mais simples.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Ezequiel, tenha calma que eu ainda não estou reformado. O tempo não chega para tudo.<br />
Mas seja como for, o Ezequiel é um gajo porreiro é pena é estar preso a todo aquele monturo de lixo a que ele chama, algo benevolentemente, liberalismo &#8211; eu acrescentaria, esclarecido.<br />
E mesmo com todo o esclarecimento, o Ezequiel parece replicar maniqueísmos e dualismos morais por dá cá aquela palha. Sem dúvida, efeito da presença durável nos estates. Mas isso não é nada comigo.<br />
O que é comigo é que mais uma vez mais me vejo relegado para a sub-reptícia posição de anti-semita (não declarado) devido às minhas críticas ao estado de Israel. E desta feita por um esclarecido liberal que gosta de coisas como pluralismos radicais. Estes são, como bem viu o bluf Zizek, curtinhos, curtinhos, acabando as mais das vezes onde as tais platitudes democráticas, a que me referia à pouco, alcançam os seus limites.<br />
Ezequiel, no seu esforço algo coriácio, esqueceu que o Líbano já  foi por diversas vezes atacado por Israel. Esqueceu também que mais de 70 % dos Libaneses acha que o Hezbollah deve ser mantido. Porquê, perguntamo-nos na nossa análise política, e política tout court? Porque o exército libanês é uma anedota e não teria qualquer possibilidade de ser um deterrent para o poderosíssimo exército israelita (ou não é poderosíssimo?). A população civil é o Hezbollah. Parabéns, ganhou o grande prémio do truismo, ou do automatismo ideológico. Sabe que a resistência em França durante o regime de Vichy também era recrutada da população civil. E em África, parece-me, os turras como lhe chamavam, também seriam. É uma armadilha engraçada esta em que os liberais se comprazem: se a população se submete ao jugo do Hezbollah, como diz o Ezequiel será porque eventualmente não grama levar com os buldozers dos israelitas. Estes últimos, por sua vez, não gostam de levar com rockets do hesbollah, e têm razão. Há apenas uma pequena diferença: a contagem dos mortos. O toll, como por aí dizem, é de tal forma desequilibrado que quem não vir que as medidas &#8220;proportioned&#8221; de israel são no fundo acções de destruição maciça deve estar ceguinho ou, mais uma vez, de má-fé. É verdade, &#8220;eles&#8221; foderam-nos o canastro em madrid e londres. Mas do ponto de vista &#8220;deles&#8221;, &#8220;nós&#8221; os bons dos defensores da democracia há muito que lhes andamos a escangalhar as casas, as famílias, as comunidades, e por aí fora. Acredito que este é um argumento a que um bom liberal permaneça insensível. Afinal o que é mais importante do que defender as glórias do excepcionalismo toquevilliano?<br />
Outra ideia engraçada, que revela desse tal maniqueísmo ideológico é a de que o Hamas está a jogar um jogo duplo, como se Israel não tivesse! Araft também o sabia muito bem. Enquanto vão retirando uns colonos dos territórios ocupados constróem um muro de dimensões gigantescas e cortam todas as possibilidades de comunicação entre os diversos territórios onde se encontram as populações palestinianas. É a técnica do bandustão que tão bons resultados deu na África do Sul. Israel não está a fazer nada mais do que isto. E seria tão absurdo acusar-me de anti-semitismo como dizer que por ser crítico do apartheid eu era vítima de uma grassante modalidade de racismo anti-branco. Algo que os Afrikaners usaram sistematicamente contra o ANC, portanto não substimemos a história.<br />
O ridículo que isto é!  </p>
<p>Finalmente, ando para sugerir a algum tempo ao Ezequiel que saia do pó das fontes e se passeie pelos ditos países islâmicos. Vá à Turquia, desça até ao Irão, passe pelo Egipto e dê um pulo à Arábia Saudita; evite o Iraque porque está em processo de democratização e nós sabemos que esses são sempre dolorosos e não há retórica que os mitigue. É que me parece que tem um certo desconhecimento in loco do que por lá se passa. mas posso estar enganado, no que lhe apresentaria as devidas desculpas, mas cismaria ainda se de facto viu o que por lá se passa. o convite é extensível a todos os ferrenhos dos choques &#8211; das civilizações, não das forças policiais, entenda-se. </p>
<p>Ao anónimo, não tenho a certeza de ter percebido o seu comentário. mea culpa, mea maxima culpa. mas de ambiguidades estamos bem servidos com certeza. Repare qiue os conservadores que por aqui postam, fogem sempre à crux do problema: as origens do anti-semitismo têm muito de cristianismo. Não esquecer a inspiração retirada de Karl Lueger que o jovem Hitler colheu em Viena. Lueger foi o tipo que formou o Partido Social Cristão que se ramificou mais tarde em OVP e, alguns, no FPO. Que não fique o amigo Ezequiel chocado pelas influências anti-semitas que alguns dos partidos democráticos revelam na sua genealogia. Também é conhecida a admiração que o dito Hitler nutria por Lutero. Tudo isto é informação mais que repassada. Contudo, há de facto um revisionismo de sinal contrário; ou seja, uma insistência no anti-semitismo da esquerda que parece querer desvirtuar toda a análise razoável do fenómeno.</p>
<p>Quanto ao lidador, nem sei se me apetece responder a comentários grunhos onde a grunhice se confunde com escatologia novecentista. Convém perguntar a este senhor, que acredita piamente que os judeus são muito mais inteligentes do que os outros &#8211; e muito mais do que os pretos, porra! &#8211; o que é um judeu? Será que há alguma relação necessária entre a ausência de prepúcio e a massa encefálica. Se há, podemos especular que o seu lidador não foi à faquinha. Mas a pergunta mais coerente é, obviamente, aquela que MVde almeida colocou para o caso Watson: como se define um &#8220;preto&#8221;? Também é válido para o judaísmo: como se define um judeu?<br />
A craniometria já foi bastante usada, mas com conclusões inversas. Estará o lidador a sugerir qiue o mesmo pode ser usado para inferir relações de sinal positivo, i.e., a superior inteligência dos judeus? Estamos mesmo atacados de raquitismo mental.<br />
Não admira portanto que não compreenda a minha posta sobre o Hamas. Que o Hamas reconheceu Israel, não é falso (se é jogo duplo, o mesmo é válido para quase tudo na vida). Que Israel não reconheceu o Hamas eleito pelos palestinianos, também me parece que não seja falso. Qual é a confusão então? Israel atacou o Líbano porque já o tinha feito. Nada mais simples.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19973</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 13:27:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19973</guid>
		<description>Euroliberal... chegou à hora do rispardal!! Tens q tomar um duche páááá.


onde vais rio.... ble ble (parte do meu comentário era-lhe dirigido. Ignorou-o ou simplesmente não leu? Ambas opções legitimas, como é óbvio )

e a listinha de nomes de esquerdistas anti-semitas DAVID (it is rude not to answer a solicitation DAVID)      WHERE IS THE BLOODY LIST TROOPER? 

tanta coisa, tanto arrotar floreado e no fim NADA, NADINHA, ZERINHO, NULL...ena, que malta do caraças!! quando os olhos são maiores do que a bocarra...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Euroliberal&#8230; chegou à hora do rispardal!! Tens q tomar um duche páááá.</p>
<p>onde vais rio&#8230;. ble ble (parte do meu comentário era-lhe dirigido. Ignorou-o ou simplesmente não leu? Ambas opções legitimas, como é óbvio )</p>
<p>e a listinha de nomes de esquerdistas anti-semitas DAVID (it is rude not to answer a solicitation DAVID)      WHERE IS THE BLOODY LIST TROOPER? </p>
<p>tanta coisa, tanto arrotar floreado e no fim NADA, NADINHA, ZERINHO, NULL&#8230;ena, que malta do caraças!! quando os olhos são maiores do que a bocarra&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19971</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 13:16:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19971</guid>
		<description>&quot;constatamos que os judeus são mais inteligentes que o resto da humanidade, ou pelo menos mais inteligentes que a generalidade e por isso são tão odiados&quot;

A 1ª parte é verdade, foi verificada em testes de QI.
Não tem nada de estranho. Trata-se de médias e é virtualmente impossível que as médias de vários grupos humanos coincidam. Haverá sempre um que tem melhor média que outros.
Se por exemplo, se medisse o QI dos cientistas da NASA, provavelmente a média do QI seria superior à dos participantes deste blogue, pese embora o factor F. Câncio, que pode introduzir algumas distorções na média.

O facto de o grupo &quot;judeu&quot; ter um maior QI que por exemplo o grupo &quot;brancos&quot;, ou &quot;pretos&quot;, ou &quot;amarelos&quot;, nem sequer espanta.
Os judeus são brancos e pretos e, principalmente os europeus, soferam ao longo dos séculos as agruras de perseguições e limitações que os obrigaram a apurar qualidades de sobrevivência e a escolher profissões ligadas ao intelecto. A  limitação natural de ligações sexuais a outras comunidades (as leis de Mendel) e o mais elementar darwinismo podem explicar o porquê de tantos judeus serem geniais e terem uma quota desproporcionada nos  nobel.

Mas o ódio não é por isso.....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;constatamos que os judeus são mais inteligentes que o resto da humanidade, ou pelo menos mais inteligentes que a generalidade e por isso são tão odiados&#8221;</p>
<p>A 1ª parte é verdade, foi verificada em testes de QI.<br />
Não tem nada de estranho. Trata-se de médias e é virtualmente impossível que as médias de vários grupos humanos coincidam. Haverá sempre um que tem melhor média que outros.<br />
Se por exemplo, se medisse o QI dos cientistas da NASA, provavelmente a média do QI seria superior à dos participantes deste blogue, pese embora o factor F. Câncio, que pode introduzir algumas distorções na média.</p>
<p>O facto de o grupo &#8220;judeu&#8221; ter um maior QI que por exemplo o grupo &#8220;brancos&#8221;, ou &#8220;pretos&#8221;, ou &#8220;amarelos&#8221;, nem sequer espanta.<br />
Os judeus são brancos e pretos e, principalmente os europeus, soferam ao longo dos séculos as agruras de perseguições e limitações que os obrigaram a apurar qualidades de sobrevivência e a escolher profissões ligadas ao intelecto. A  limitação natural de ligações sexuais a outras comunidades (as leis de Mendel) e o mais elementar darwinismo podem explicar o porquê de tantos judeus serem geniais e terem uma quota desproporcionada nos  nobel.</p>
<p>Mas o ódio não é por isso&#8230;..</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19970</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 13:03:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19970</guid>
		<description>O seu a seu dono.
A resposta do Ezequiel ao &quot;rio não sei quê&quot;, é excelente e desmonta toda a retórica que  uma certa esquerda usa para mascarar o  ódio aos judeus.

Acho que me enganei num  retrato que anteriormente fiz do Ezequiel.
Mea  culpa.

Já agora, e reforçando a ideia, gostaria de perguntar ao &quot;rio...&quot;,  quw raio de lógica é que tem esta sua lastimosa peça de prosa:

&quot; o Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel. Mas Israel e os USA não reconheceram o Hamas. Pelo contrário, Israel entrou pelo Libano adentro numa perseguição ao Hezbollah que resultou em 200.000 desalojados e a economia libanesa em estado comatoso&quot;

Pretende dizer que Israel atacou o Hezbolah por o Hamas ter reconhecido Israel?( o que é falso, note-se)

Já agora, porque usa tantos adjectivos passionais na sua posta de pescada ? 
Porque é que uns &quot;perpetram&quot;, são &quot;sabujos&quot; &quot;abusivos&quot;, &quot;violentos&quot; , &quot;tenebrosos&quot;, etc.

Fez algum curso de História na ex-URSS?
É que este palavreado, era comum no sistema educativo soviético.
O algodão não engana...

Caro rvn, faz muito bem em ler as fábulas de La Fontaine, porque comunista que ladra, só não morde se não puder</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O seu a seu dono.<br />
A resposta do Ezequiel ao &#8220;rio não sei quê&#8221;, é excelente e desmonta toda a retórica que  uma certa esquerda usa para mascarar o  ódio aos judeus.</p>
<p>Acho que me enganei num  retrato que anteriormente fiz do Ezequiel.<br />
Mea  culpa.</p>
<p>Já agora, e reforçando a ideia, gostaria de perguntar ao &#8220;rio&#8230;&#8221;,  quw raio de lógica é que tem esta sua lastimosa peça de prosa:</p>
<p>&#8221; o Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel. Mas Israel e os USA não reconheceram o Hamas. Pelo contrário, Israel entrou pelo Libano adentro numa perseguição ao Hezbollah que resultou em 200.000 desalojados e a economia libanesa em estado comatoso&#8221;</p>
<p>Pretende dizer que Israel atacou o Hezbolah por o Hamas ter reconhecido Israel?( o que é falso, note-se)</p>
<p>Já agora, porque usa tantos adjectivos passionais na sua posta de pescada ?<br />
Porque é que uns &#8220;perpetram&#8221;, são &#8220;sabujos&#8221; &#8220;abusivos&#8221;, &#8220;violentos&#8221; , &#8220;tenebrosos&#8221;, etc.</p>
<p>Fez algum curso de História na ex-URSS?<br />
É que este palavreado, era comum no sistema educativo soviético.<br />
O algodão não engana&#8230;</p>
<p>Caro rvn, faz muito bem em ler as fábulas de La Fontaine, porque comunista que ladra, só não morde se não puder</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19967</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 12:15:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19967</guid>
		<description>Interessante artigo &quot;Overcoming sionism&quot; sobre a unica solucao viavel para a  Palestina: one man, one vote, one land, a defendida pelo Hamas, governo legitimo da Palestina.  

Quem tem medo da democracia e acha que um voto do &quot;povo eleito&quot; (expressao quintessencial de RACISMO!) vale mais que o de um semita palestiniano, cristao ou muculmano ? Afinal quem eh racista e defende o regime ditatorial apartheidesco de iSSrael ? Pedro Arroja ou F. Cancio ?

Quem defende um regime fundamentalista que mantem 12.000 presos politicos sem julgamento, que executa sumariamente centenas de oposicionistas ao apartheid todos os anos e que so da direito de voto a menos de um terco dos residentes de jure, os de religiao judaica, reservando os guettos apartheidescos para os restantes  ? Eh Cancio ou Arroja ? Vamos a ver se a neoconeiragem racista e antisemita deste blogue esquerdalho nao se engasga...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante artigo &#8220;Overcoming sionism&#8221; sobre a unica solucao viavel para a  Palestina: one man, one vote, one land, a defendida pelo Hamas, governo legitimo da Palestina.  </p>
<p>Quem tem medo da democracia e acha que um voto do &#8220;povo eleito&#8221; (expressao quintessencial de RACISMO!) vale mais que o de um semita palestiniano, cristao ou muculmano ? Afinal quem eh racista e defende o regime ditatorial apartheidesco de iSSrael ? Pedro Arroja ou F. Cancio ?</p>
<p>Quem defende um regime fundamentalista que mantem 12.000 presos politicos sem julgamento, que executa sumariamente centenas de oposicionistas ao apartheid todos os anos e que so da direito de voto a menos de um terco dos residentes de jure, os de religiao judaica, reservando os guettos apartheidescos para os restantes  ? Eh Cancio ou Arroja ? Vamos a ver se a neoconeiragem racista e antisemita deste blogue esquerdalho nao se engasga&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-3/#comment-19964</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 11:51:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19964</guid>
		<description>Esta caixa, tal como o comentario da sionista Cancio, tresandam  a antisemitismo, e do verdadeiro porque os arabes eh que sao semitas, coisa que os askeNAZIS (90% dos judeus) turco-kahzars nao sao nem nunca foram.

Aprendam meninos:

Legıtımıdade hıstórıca e polítıca de ısrael (como estado judeu, e não democrátıco) para exıstır na Palestına ? 

Eu repondo: NÃO. 

Legıtımıdade hıstórıca não há nenhuma: não só o dıreıto ınternacıonal não reconhece precedêncıas de mılénıos para legıtımar ocupações acompanhadas de massacres e lımpezas étnıcas (era só o que faltava, os antıgos ıberos, e actuaıs geórgıos, poderıam vır despejar-me da mınha casa no torrão lusıtano !), como 90% dos ısraelıtas (os askheNAZIS, sıc) nem sequer são semıtas e orıundos, mesmo a 2000 anos de dıstâncıa, da Palestına, mas sım do ımpérıo Khazar, para lá do Cáucaso. 

E os descendentes dos antıgos ocupantes da Palestına do tempo de Crısto são os palestınıanos cuja relıgıão maıorıtárıa mudou 2 vezes nesse espaço de tempo. 

Ou será que os palestınıanos deverão perder a sua Pátrıa de sempre pelo facto de os seus antepassados terem abandonado o judaísmo em favor do crıstıanısmo, prımeıro, e do ıslão, maıs tarde ? Para o dıreıto ınternacıonal (e para o crıstıanısmo) não há &#039;povos eleıtos&#039;...

Polıtıcamente também não há qualquer dıreıto de os nazı-sıonıstas manterem o regıme apartheıdesco-sıonısta (e é apenas esse que Ahmedınejad, que dız alto o que pensam 1500 mılhões de muçulmanos, quer legıtımamente anıquılar, não os judeus), nascıdo alıás de um crıme contra a Humanıdade, a Nakba, por defınıção não gerador de &#039;dıreıtos&#039; de qualquer espécıe, a não ser o de comparêncıa na forca de um novo Nuremberga.

Assınale-se que o dıreıto ınternacıonal ımpõe a descolonızação de todas as colónıas (como era a Palestına brıtânıca de 1948) com respeıto das fronteıras colonıaıs (repartıções segundo lınhas relıgıosas são poıs ılegaıs, além de anacrónıcas) e em exclusıvo benefícıo da população autóctone (o que excluı automatıcamente a substıtuıção de um colonızador por outro, vındo de fora).

Mas maıs sımples que tudo ısto, é sujeıtar a aventura dos crımınosos sıonıstas na Palestına ao teste da valıdade unıversal ımposto pelo ımperatıvo categórıco kantıano: estarıam os sıonıstas  de acordo com a solução sıonısta caso fossem eles os desalojados e um &#039;povo não-eleıto&#039; o desalojante ? 

CLARO QUE NÃO ! Logo, não há qualquer legıtımıdade. Legıtımıdade, my ass. A ocupação sıonısta é defınıtıvamente um crıme contra a humanıdade, uma abomınação antı-semıta, e acabará ınevıtavelmente pelo desmantelamento voluntárıo do regıme pelos sıonıstas apartheıdescos (solução &#039;sul-afrıcana&#039;) ou pelo seu anıquılamento mılıtar por Ahmedınejad ou por qualquer outro Saladıno de servıço... Tertıus non datur... porque Allah u Akbar !

Quem defende a ditadura apartheidesca-sionista do little shitty country, o tal issrael, eh um nazi racista, essa eh que eh essa !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta caixa, tal como o comentario da sionista Cancio, tresandam  a antisemitismo, e do verdadeiro porque os arabes eh que sao semitas, coisa que os askeNAZIS (90% dos judeus) turco-kahzars nao sao nem nunca foram.</p>
<p>Aprendam meninos:</p>
<p>Legıtımıdade hıstórıca e polítıca de ısrael (como estado judeu, e não democrátıco) para exıstır na Palestına ? </p>
<p>Eu repondo: NÃO. </p>
<p>Legıtımıdade hıstórıca não há nenhuma: não só o dıreıto ınternacıonal não reconhece precedêncıas de mılénıos para legıtımar ocupações acompanhadas de massacres e lımpezas étnıcas (era só o que faltava, os antıgos ıberos, e actuaıs geórgıos, poderıam vır despejar-me da mınha casa no torrão lusıtano !), como 90% dos ısraelıtas (os askheNAZIS, sıc) nem sequer são semıtas e orıundos, mesmo a 2000 anos de dıstâncıa, da Palestına, mas sım do ımpérıo Khazar, para lá do Cáucaso. </p>
<p>E os descendentes dos antıgos ocupantes da Palestına do tempo de Crısto são os palestınıanos cuja relıgıão maıorıtárıa mudou 2 vezes nesse espaço de tempo. </p>
<p>Ou será que os palestınıanos deverão perder a sua Pátrıa de sempre pelo facto de os seus antepassados terem abandonado o judaísmo em favor do crıstıanısmo, prımeıro, e do ıslão, maıs tarde ? Para o dıreıto ınternacıonal (e para o crıstıanısmo) não há &#8216;povos eleıtos&#8217;&#8230;</p>
<p>Polıtıcamente também não há qualquer dıreıto de os nazı-sıonıstas manterem o regıme apartheıdesco-sıonısta (e é apenas esse que Ahmedınejad, que dız alto o que pensam 1500 mılhões de muçulmanos, quer legıtımamente anıquılar, não os judeus), nascıdo alıás de um crıme contra a Humanıdade, a Nakba, por defınıção não gerador de &#8216;dıreıtos&#8217; de qualquer espécıe, a não ser o de comparêncıa na forca de um novo Nuremberga.</p>
<p>Assınale-se que o dıreıto ınternacıonal ımpõe a descolonızação de todas as colónıas (como era a Palestına brıtânıca de 1948) com respeıto das fronteıras colonıaıs (repartıções segundo lınhas relıgıosas são poıs ılegaıs, além de anacrónıcas) e em exclusıvo benefícıo da população autóctone (o que excluı automatıcamente a substıtuıção de um colonızador por outro, vındo de fora).</p>
<p>Mas maıs sımples que tudo ısto, é sujeıtar a aventura dos crımınosos sıonıstas na Palestına ao teste da valıdade unıversal ımposto pelo ımperatıvo categórıco kantıano: estarıam os sıonıstas  de acordo com a solução sıonısta caso fossem eles os desalojados e um &#8216;povo não-eleıto&#8217; o desalojante ? </p>
<p>CLARO QUE NÃO ! Logo, não há qualquer legıtımıdade. Legıtımıdade, my ass. A ocupação sıonısta é defınıtıvamente um crıme contra a humanıdade, uma abomınação antı-semıta, e acabará ınevıtavelmente pelo desmantelamento voluntárıo do regıme pelos sıonıstas apartheıdescos (solução &#8217;sul-afrıcana&#8217;) ou pelo seu anıquılamento mılıtar por Ahmedınejad ou por qualquer outro Saladıno de servıço&#8230; Tertıus non datur&#8230; porque Allah u Akbar !</p>
<p>Quem defende a ditadura apartheidesca-sionista do little shitty country, o tal issrael, eh um nazi racista, essa eh que eh essa !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19963</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 11:41:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19963</guid>
		<description>filipe e ondesvais, muito obrigada por responderem por mim, e bem ainda por cima.

saloio, lamento imenso desiludi-lo, tanto mais que parece seguir há tanto tempo e com tanta atenção a minha &#039;carreira&#039; blogosférica (em todo o caso, devo dizer-lhe que &#039;aquando da entrada do dr. pedro arroja no blasfémias&#039;, como diz, não fiz qualquer apreciação do mesmo. limitei-me a postar a entrevista que está linkada, e com o texto que a antecede. deve estar a fazer confusão, certo? porquer alguém com tanto &#039;respeito e apreço por mim&#039; não poderia estar a inventar isso, naturalmente).mas de facto, vai-me desculpar, não vejo nenhuma ideia no texto que se rerere de pedro arroja. a não ser que se ache que o racismo é &#039;uma ideia&#039; e ainda por cima &#039;uma ideia&#039; que mereça debate. acha que se deve o quê, discutir o que está ou não &#039; na massa do sangue&#039; dos judeus? se o conceito de &#039; massa do sangue&#039; tem características científicas? se de cada vez que os judeus sofreram perseguições foi porque &#039;mereciam&#039;? se a porrada que cada criança judaica levou na escola foi jusrificada com &#039;o que lhe está na massa do sangue&#039;?
e, já agora, porque não vamos mesmo ao dito do watson, e com base nos testes de qi, constatamos que os judeus são mais inteligentes que o resto da humanidade, ou pelo menos mais inteligentes que a generalidade e por isso são tão odiados? é assim esse tipo de &#039;argumento&#039; que deseja ver discutido aqui, no meio da &#039;esquerdalha&#039; (outra observação interessante da sua parte, já que a generalidade dos comentadores nesta caixa entraram neste &#039;debate&#039; para atacar a esquerda e nem se referoram a pedro arroja, mas enfim)? se não se importa, especifique.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>filipe e ondesvais, muito obrigada por responderem por mim, e bem ainda por cima.</p>
<p>saloio, lamento imenso desiludi-lo, tanto mais que parece seguir há tanto tempo e com tanta atenção a minha &#8216;carreira&#8217; blogosférica (em todo o caso, devo dizer-lhe que &#8216;aquando da entrada do dr. pedro arroja no blasfémias&#8217;, como diz, não fiz qualquer apreciação do mesmo. limitei-me a postar a entrevista que está linkada, e com o texto que a antecede. deve estar a fazer confusão, certo? porquer alguém com tanto &#8216;respeito e apreço por mim&#8217; não poderia estar a inventar isso, naturalmente).mas de facto, vai-me desculpar, não vejo nenhuma ideia no texto que se rerere de pedro arroja. a não ser que se ache que o racismo é &#8216;uma ideia&#8217; e ainda por cima &#8216;uma ideia&#8217; que mereça debate. acha que se deve o quê, discutir o que está ou não &#8216; na massa do sangue&#8217; dos judeus? se o conceito de &#8216; massa do sangue&#8217; tem características científicas? se de cada vez que os judeus sofreram perseguições foi porque &#8216;mereciam&#8217;? se a porrada que cada criança judaica levou na escola foi jusrificada com &#8216;o que lhe está na massa do sangue&#8217;?<br />
e, já agora, porque não vamos mesmo ao dito do watson, e com base nos testes de qi, constatamos que os judeus são mais inteligentes que o resto da humanidade, ou pelo menos mais inteligentes que a generalidade e por isso são tão odiados? é assim esse tipo de &#8216;argumento&#8217; que deseja ver discutido aqui, no meio da &#8216;esquerdalha&#8217; (outra observação interessante da sua parte, já que a generalidade dos comentadores nesta caixa entraram neste &#8216;debate&#8217; para atacar a esquerda e nem se referoram a pedro arroja, mas enfim)? se não se importa, especifique.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19962</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 10:56:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19962</guid>
		<description>É um facto q esse senhor ENOJA cada vez q se lê os seus escritos!
Princípios, ética, educação e verticalidades várias é tudo o q esse senhor não possui, como pequeno fascizóide racista e intolerante que é! Embora lhe reconheça algumas qualidades não sei enumerar quais! Bolas todos temos algumas :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É um facto q esse senhor ENOJA cada vez q se lê os seus escritos!<br />
Princípios, ética, educação e verticalidades várias é tudo o q esse senhor não possui, como pequeno fascizóide racista e intolerante que é! Embora lhe reconheça algumas qualidades não sei enumerar quais! Bolas todos temos algumas <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: anonimo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19961</link>
		<dc:creator>anonimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 10:52:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19961</guid>
		<description>&quot;O DLM insiste em assimilar o anti-semitismo à esquerda. É um truque sabujo dos conservadores que deixam pelo caminho as relações muito delicadas entre os anti-semitas e a igreja católica, por exemplo. Claro que para o DLM isso não interessa. Mas não é por acaso que ele ressurge - nas suas roupagens étnicas - nas palavras de um arroja, mas pode ser também detectado, mais subtilmente, em outros companheiros de blog (o portugal contemporâneo, pois então). O que eles partilham não é serem de extrema-direita, que não são (pelo menos não no sentido tradicional: neo-nazis, skins, etc), mas mais simplesmente o seu catolicismo e com este a ideia de preservação da tradição (das nobres tradições, ao gosto do conservadorismo) que colide com o velho fantasma do cosmopolitismo judaico.
Até aqui tudo bem. As formas são reconhecíveis e não fogem muito aos padrões inventariados por milhares de autores&quot;.

ondevaisorioqueucanto 


Só deixar aquí constancia desta opinao que paresce constatar uma evidencia, mas que dá para a discussao. Este antisemitismo católico (ou religioso) era em tempos menos perigosso ou inocente que este  outro antisemitismo mais moderno ou institucional ou Estatal, digamos filo-nazi) ?

Nao, sei mas paresceme que é buscar e talvez encontrar disculpas ou justificaçoes aos argumentos Arrojianos...que também paresce ondear na mesma ambiguedade deste outro paragrafo...

O anti-semitismo do arroja é de facto uma espécie rara em Portugal. Sobretudo num país no qual a população se identifica tão facilmente com raízes judaicas que foram ficando dos cristãos novos. Não é tão raro noutros países, como a França, a Alemanha, a Áustria e sobretudo os países de leste, casos tenebrosos como a polónia dos irmãos Kasinsky ou a quase de extrema-direita Eslováquia. Nestes casos encontramos muitas similitudes entre grupúsculos assumidamente anti-semitas e o que diz o arroja.

Concordemos em que a explicaçao de tudo esto seia, talvez bem visto, e que nao paresce ter motivo nenhum de discusao ou ambiguedade:

Noutra escala, a insistência da direita em acusar a esquerda de ser anti-semita baseia-se no mesmo princípio: nenhuma crítica deve ser feita ao detentor da força máxima que, pese embora a convicção dessa mesma direita, é sem sombra para dúvidas a potência mais poderosa da região.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O DLM insiste em assimilar o anti-semitismo à esquerda. É um truque sabujo dos conservadores que deixam pelo caminho as relações muito delicadas entre os anti-semitas e a igreja católica, por exemplo. Claro que para o DLM isso não interessa. Mas não é por acaso que ele ressurge &#8211; nas suas roupagens étnicas &#8211; nas palavras de um arroja, mas pode ser também detectado, mais subtilmente, em outros companheiros de blog (o portugal contemporâneo, pois então). O que eles partilham não é serem de extrema-direita, que não são (pelo menos não no sentido tradicional: neo-nazis, skins, etc), mas mais simplesmente o seu catolicismo e com este a ideia de preservação da tradição (das nobres tradições, ao gosto do conservadorismo) que colide com o velho fantasma do cosmopolitismo judaico.<br />
Até aqui tudo bem. As formas são reconhecíveis e não fogem muito aos padrões inventariados por milhares de autores&#8221;.</p>
<p>ondevaisorioqueucanto </p>
<p>Só deixar aquí constancia desta opinao que paresce constatar uma evidencia, mas que dá para a discussao. Este antisemitismo católico (ou religioso) era em tempos menos perigosso ou inocente que este  outro antisemitismo mais moderno ou institucional ou Estatal, digamos filo-nazi) ?</p>
<p>Nao, sei mas paresceme que é buscar e talvez encontrar disculpas ou justificaçoes aos argumentos Arrojianos&#8230;que também paresce ondear na mesma ambiguedade deste outro paragrafo&#8230;</p>
<p>O anti-semitismo do arroja é de facto uma espécie rara em Portugal. Sobretudo num país no qual a população se identifica tão facilmente com raízes judaicas que foram ficando dos cristãos novos. Não é tão raro noutros países, como a França, a Alemanha, a Áustria e sobretudo os países de leste, casos tenebrosos como a polónia dos irmãos Kasinsky ou a quase de extrema-direita Eslováquia. Nestes casos encontramos muitas similitudes entre grupúsculos assumidamente anti-semitas e o que diz o arroja.</p>
<p>Concordemos em que a explicaçao de tudo esto seia, talvez bem visto, e que nao paresce ter motivo nenhum de discusao ou ambiguedade:</p>
<p>Noutra escala, a insistência da direita em acusar a esquerda de ser anti-semita baseia-se no mesmo princípio: nenhuma crítica deve ser feita ao detentor da força máxima que, pese embora a convicção dessa mesma direita, é sem sombra para dúvidas a potência mais poderosa da região.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Saloio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19959</link>
		<dc:creator>Saloio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 10:14:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19959</guid>
		<description>Estimada FC: não estou habituado a vê-la criticar pessoas.

Enfim, sei que todos os imperfeitos têm inimigos de estimação, mas em si via uma pessoa equilibrada, sensata e democraticamente condescendente.

Nunca a vi na minha vida, e embora saiba que é politicamente esquerdista, tenho-a como uma pessoa culta, educada e até elegante, que procura ser justa e emotivamente sã nas suas diferentes apreciações. Em suma: tenho muito respeito e apreço por si.

Já aquando da entrada do Dr. Pedro Arroja para o Blasfémias lhe notei uma apreciação negativa que,  quanto a mim, me pareceu pessoal e excessiva. Agora veio com este post e eu não fico surpreendido em relação aos que aqui comentam, que são maioritariamente de esquerda.

Em relação a eles, a senhora conseguiu catalizar aqui o ódio esquerdalho ao homem - o que modestamente considero errado porque o atacam a ele e não ao que ele diz.

Eu gostava de ver aqui era o pessoal a lutar contra as ideias dele - o que muito poucos fazem - ou porque a maioria não tem conhecimentos ou o poder de argumentação que ele tem, ou então porque ele tem razão.

Quanto a si, tenho pena...muita pena.

Digo eu...

Saloio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estimada FC: não estou habituado a vê-la criticar pessoas.</p>
<p>Enfim, sei que todos os imperfeitos têm inimigos de estimação, mas em si via uma pessoa equilibrada, sensata e democraticamente condescendente.</p>
<p>Nunca a vi na minha vida, e embora saiba que é politicamente esquerdista, tenho-a como uma pessoa culta, educada e até elegante, que procura ser justa e emotivamente sã nas suas diferentes apreciações. Em suma: tenho muito respeito e apreço por si.</p>
<p>Já aquando da entrada do Dr. Pedro Arroja para o Blasfémias lhe notei uma apreciação negativa que,  quanto a mim, me pareceu pessoal e excessiva. Agora veio com este post e eu não fico surpreendido em relação aos que aqui comentam, que são maioritariamente de esquerda.</p>
<p>Em relação a eles, a senhora conseguiu catalizar aqui o ódio esquerdalho ao homem &#8211; o que modestamente considero errado porque o atacam a ele e não ao que ele diz.</p>
<p>Eu gostava de ver aqui era o pessoal a lutar contra as ideias dele &#8211; o que muito poucos fazem &#8211; ou porque a maioria não tem conhecimentos ou o poder de argumentação que ele tem, ou então porque ele tem razão.</p>
<p>Quanto a si, tenho pena&#8230;muita pena.</p>
<p>Digo eu&#8230;</p>
<p>Saloio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19955</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 09:11:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19955</guid>
		<description>Para o Gasel 

respondo através da ideia da Fernanda - que julgo entender - e não pela Fernanda que, como é óbvio, só a ela compete. 
Segundo entendo, é muito simples: por que razão dizer boutades racistas é um exercício de liberdade de expressão e dizer alarvidades anti-semitas não é? 
Repare que a bola está do vosso lado - diria a Fernanda, de quem eu me sirvo vicariously - porque para mim são as duas igualmente condenáveis e não sanciono nenhuma pela generalíssima, e claramente confusa, retórica da liberdade de expressão. Esse é o vosso território. 
Por conseguinte, se algum dos senhores que se sentaram confortavelmente no sofá da liberdade de expressão quando foi em relação aos &quot;pretos&quot; do Watson que avance agora e explica em que medida as declarações do arroja diferem das do vetusto geneticista? 
Estamos todos curiosos para perceber as linhas fracturantes e por que razão um dos casos é temperado com tanta tolerância liberal enquanto o outro é vergastado com insistência monacal? 

e isto é o que eu entendo do comentário da excelsa Fernanda, e que eu não compreendo sequer que possa suscitar apreensões. 

ainda dizem que a diferença entre esquerda e direita é coisa de antanho...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o Gasel </p>
<p>respondo através da ideia da Fernanda &#8211; que julgo entender &#8211; e não pela Fernanda que, como é óbvio, só a ela compete.<br />
Segundo entendo, é muito simples: por que razão dizer boutades racistas é um exercício de liberdade de expressão e dizer alarvidades anti-semitas não é?<br />
Repare que a bola está do vosso lado &#8211; diria a Fernanda, de quem eu me sirvo vicariously &#8211; porque para mim são as duas igualmente condenáveis e não sanciono nenhuma pela generalíssima, e claramente confusa, retórica da liberdade de expressão. Esse é o vosso território.<br />
Por conseguinte, se algum dos senhores que se sentaram confortavelmente no sofá da liberdade de expressão quando foi em relação aos &#8220;pretos&#8221; do Watson que avance agora e explica em que medida as declarações do arroja diferem das do vetusto geneticista?<br />
Estamos todos curiosos para perceber as linhas fracturantes e por que razão um dos casos é temperado com tanta tolerância liberal enquanto o outro é vergastado com insistência monacal? </p>
<p>e isto é o que eu entendo do comentário da excelsa Fernanda, e que eu não compreendo sequer que possa suscitar apreensões. </p>
<p>ainda dizem que a diferença entre esquerda e direita é coisa de antanho&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19942</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 03:12:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19942</guid>
		<description>but, when all is said and done, words matter very little...

you take a stand, and you stand by it...

end of story

buenas noches compañeros! 

viram?: eu também consigo ser um poucachinho dogmático</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>but, when all is said and done, words matter very little&#8230;</p>
<p>you take a stand, and you stand by it&#8230;</p>
<p>end of story</p>
<p>buenas noches compañeros! </p>
<p>viram?: eu também consigo ser um poucachinho dogmático</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19941</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 03:06:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19941</guid>
		<description>&quot;O Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel.&quot;

Reconheceu o direito da existência do estado de Israel?

Não. O que fez foi recorrer a uma táctica muito conhecida. Disse sim e não ao mesmo tempo (que é, de facto, um NÃO) , algo que Arafat fazia com muita frequência. A ambivalência dá muito espaço de manobra. 

Esta propensão para estabelecer uma equivalência moral entre Israel/Hamas-hezbollah é perturbadora: eu não reconheceria um governo de ext direita do freedom party da austria só porque o monte de esterco que dá pelo nome de haider me &quot;reconheceu.&quot; Estamos a falar de coisas muito distintas.  Falta considerar a intenção essencial, o background hermenêutico,  que estrutura a visão estratégica  do hamas e do hezbollah, ambos fundados e treinados pelas guardas revolucionárias iranianas. Esta visão é morbidamente simples: a destruição de Israel. É isto que eles querem. São eles que o dizem publicamente, em alto e bom som. Não restam dúvidas, portanto. E o pior de tudo é que estes movimentos são apoiados por maiorias substanciais. 

O que é que o hamas pretende? O que é que o hezbollah pretende? Quem os apoia? Porquê? Qual a natureza das ideologias destes dois &quot;movimentos&quot;?  

Israel rapta membros da &quot;população civil&quot;?? Sim, acredito. O hezbollah vive encrostado na população civil, submete-a ao seu jugo, seduz-lhe com marketing  político iraniano, distribui casas,   mantimentos e cheques chorudos aos membros da &quot;população civil&quot; que também querem ver Israel riscado do mapa. O hezbollah é adorado pela população civil xiita e é cada vez mais respeitado pelos sunitas. É um movimento, no verdadeiro sentido da palavra. Naquele contexto e naquela parte do mundo é fácil confundir os membros da população civil com os membros do hezbollah. Este cognitive impairment faz parte da estratégia de guerrilha urbana. Em suma, a camouflage urbana força o inimigo a não conseguir evitar baixas civis = + apoio civil pelo movimento ...uma espiral sangrenta! 


 Há aqueles que acreditam que é possível  e desejável negociar com estes senhores (hezbollah-hamas). É possível e muito desejável negociar com outros, mas com estes não.  Tentem convencer aquele patético marinho machado a converter-se ao ethos democrático! Tentem. Desejo-vos boa sorte. Não subestimem a resiliência quase mecânica dos dogmas extremistas. Estes &quot;argumentos&quot; nunca convencerão qq esquerdista que simpatize com a condição  dos palestinianos e libaneses oprimidos. E, claro, tudo o que se passa e não  se passa na palestina, no libano e no mundo árabe em geral é causado por israel. Malditos judeus estes!  A esquerda anti-politica-israelita (assim é melhor, não é?) continuará, como sempre, a acreditar numa santa trindade (perversa): Israel, EUA e o grande e nefasto Capital...Já faz parte do seu imaginário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel.&#8221;</p>
<p>Reconheceu o direito da existência do estado de Israel?</p>
<p>Não. O que fez foi recorrer a uma táctica muito conhecida. Disse sim e não ao mesmo tempo (que é, de facto, um NÃO) , algo que Arafat fazia com muita frequência. A ambivalência dá muito espaço de manobra. </p>
<p>Esta propensão para estabelecer uma equivalência moral entre Israel/Hamas-hezbollah é perturbadora: eu não reconheceria um governo de ext direita do freedom party da austria só porque o monte de esterco que dá pelo nome de haider me &#8220;reconheceu.&#8221; Estamos a falar de coisas muito distintas.  Falta considerar a intenção essencial, o background hermenêutico,  que estrutura a visão estratégica  do hamas e do hezbollah, ambos fundados e treinados pelas guardas revolucionárias iranianas. Esta visão é morbidamente simples: a destruição de Israel. É isto que eles querem. São eles que o dizem publicamente, em alto e bom som. Não restam dúvidas, portanto. E o pior de tudo é que estes movimentos são apoiados por maiorias substanciais. </p>
<p>O que é que o hamas pretende? O que é que o hezbollah pretende? Quem os apoia? Porquê? Qual a natureza das ideologias destes dois &#8220;movimentos&#8221;?  </p>
<p>Israel rapta membros da &#8220;população civil&#8221;?? Sim, acredito. O hezbollah vive encrostado na população civil, submete-a ao seu jugo, seduz-lhe com marketing  político iraniano, distribui casas,   mantimentos e cheques chorudos aos membros da &#8220;população civil&#8221; que também querem ver Israel riscado do mapa. O hezbollah é adorado pela população civil xiita e é cada vez mais respeitado pelos sunitas. É um movimento, no verdadeiro sentido da palavra. Naquele contexto e naquela parte do mundo é fácil confundir os membros da população civil com os membros do hezbollah. Este cognitive impairment faz parte da estratégia de guerrilha urbana. Em suma, a camouflage urbana força o inimigo a não conseguir evitar baixas civis = + apoio civil pelo movimento &#8230;uma espiral sangrenta! </p>
<p> Há aqueles que acreditam que é possível  e desejável negociar com estes senhores (hezbollah-hamas). É possível e muito desejável negociar com outros, mas com estes não.  Tentem convencer aquele patético marinho machado a converter-se ao ethos democrático! Tentem. Desejo-vos boa sorte. Não subestimem a resiliência quase mecânica dos dogmas extremistas. Estes &#8220;argumentos&#8221; nunca convencerão qq esquerdista que simpatize com a condição  dos palestinianos e libaneses oprimidos. E, claro, tudo o que se passa e não  se passa na palestina, no libano e no mundo árabe em geral é causado por israel. Malditos judeus estes!  A esquerda anti-politica-israelita (assim é melhor, não é?) continuará, como sempre, a acreditar numa santa trindade (perversa): Israel, EUA e o grande e nefasto Capital&#8230;Já faz parte do seu imaginário!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19937</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 02:21:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19937</guid>
		<description>Diz Gasel:

«Quer dizer que os comentadores de direita “defendem” o direito de Watson a dizer o que disse porque o alvo visado é pouco caro à direita - os negros da áfrica - e nada dizem sobre Arroja, condenando-o implicitamente, porque o alvo visado é relevante prá direita, os judeus?»

A pergunta é feita à Fernanda. De qualquer maneira eu julgo que a contradição da direita é essa mesma que aponta. E isso não lhe parece notável?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diz Gasel:</p>
<p>«Quer dizer que os comentadores de direita “defendem” o direito de Watson a dizer o que disse porque o alvo visado é pouco caro à direita &#8211; os negros da áfrica &#8211; e nada dizem sobre Arroja, condenando-o implicitamente, porque o alvo visado é relevante prá direita, os judeus?»</p>
<p>A pergunta é feita à Fernanda. De qualquer maneira eu julgo que a contradição da direita é essa mesma que aponta. E isso não lhe parece notável?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19932</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 01:40:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19932</guid>
		<description>Caro rvn,
Não quero que passe um mau fim de semana, se o seu cão não for preto mando-lhe ainda um beijinho extra, antes de ir para a cama…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro rvn,<br />
Não quero que passe um mau fim de semana, se o seu cão não for preto mando-lhe ainda um beijinho extra, antes de ir para a cama…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19925</link>
		<dc:creator>Carlos Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 23:26:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19925</guid>
		<description>Bem, não posso deixar de comentar isto, a propósito da Islamofobia e do choque de civilizações aqui acima evocado pelo comentador ..rio...comnomedetamanhodemar...: ocorre perguntar se quem colocou as bombas no comboio em Espanha e no metro  em Londres foram anti-multiculturalistas ocidentais...
  Choque de civilizações, qual quê, quem é que afinal não quer ser multicultural, e não quer ( sob os mais variados pretextos religiosos)tirar o véu e dar a cara e não se quer integrar? 
  Não, qual quê, não houve choques nenhuns, foram detonações por acidente e à hora errada...
    Isto sim... é que Enoja e à séria!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, não posso deixar de comentar isto, a propósito da Islamofobia e do choque de civilizações aqui acima evocado pelo comentador ..rio&#8230;comnomedetamanhodemar&#8230;: ocorre perguntar se quem colocou as bombas no comboio em Espanha e no metro  em Londres foram anti-multiculturalistas ocidentais&#8230;<br />
  Choque de civilizações, qual quê, quem é que afinal não quer ser multicultural, e não quer ( sob os mais variados pretextos religiosos)tirar o véu e dar a cara e não se quer integrar?<br />
  Não, qual quê, não houve choques nenhuns, foram detonações por acidente e à hora errada&#8230;<br />
    Isto sim&#8230; é que Enoja e à séria!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: MP-S</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19924</link>
		<dc:creator>MP-S</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 23:06:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19924</guid>
		<description>A objeccao fundamental ao artigo do Ian Buruma e&#039; que este assume que o objectivo da intervencao de Bush-Cheney no Iraque tinha como objectivo (principal ou secundario) a libertacao dos iraquianos. Nada poderia estar mais longe da realidade. Nao e&#039; isso que demonstra nem o historial desse grupo de politicos, nem os objectivos politicos expressos publicamente (nomeadamente, C. Rice em 2000 na Foreign Affairs: projeccao do poderio militar norte-americano no mundo para fazer vingar os interesses dos EUA e a afirmacao de que as forcas militares dos EUA nao estao vocacionadas para accoes de policiamento e pacificacao e de nation building - como acontecia &#039;a epoca na ex-Jugoslavia), nem pela observacao de tudo o que nao foi preparado nem pensado para o periodo de pos-invadaso.

E&quot; um texto bonito, varias criticas &#039;a esquerda sao pertinentes. Mas, na verdade, e&#039; essencialmente um exercicio totalmente abstracto, sobre um mundo dicotomico dos bons e maus, e totalmente desligado da realidade dos factos politicos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A objeccao fundamental ao artigo do Ian Buruma e&#8217; que este assume que o objectivo da intervencao de Bush-Cheney no Iraque tinha como objectivo (principal ou secundario) a libertacao dos iraquianos. Nada poderia estar mais longe da realidade. Nao e&#8217; isso que demonstra nem o historial desse grupo de politicos, nem os objectivos politicos expressos publicamente (nomeadamente, C. Rice em 2000 na Foreign Affairs: projeccao do poderio militar norte-americano no mundo para fazer vingar os interesses dos EUA e a afirmacao de que as forcas militares dos EUA nao estao vocacionadas para accoes de policiamento e pacificacao e de nation building &#8211; como acontecia &#8216;a epoca na ex-Jugoslavia), nem pela observacao de tudo o que nao foi preparado nem pensado para o periodo de pos-invadaso.</p>
<p>E&#8221; um texto bonito, varias criticas &#8216;a esquerda sao pertinentes. Mas, na verdade, e&#8217; essencialmente um exercicio totalmente abstracto, sobre um mundo dicotomico dos bons e maus, e totalmente desligado da realidade dos factos politicos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Rui Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19916</link>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 21:58:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19916</guid>
		<description>&quot;Pedro Enoja? Independemente da apreciação que se faça do conteúdo do post ( no meu caso também concordo que são lamentáveis e infelizes) e/ou das declarações escritas do Dr. Pedro Arroja, fazer um trocadilho destes e titular um artigo com o nome de uma pessoa assim… também me enoja!&quot;
Idem. Esta autora faz parte de um grupo muito alargado sempre cheio de princípios, ética, educação e verticalidades várias... desde que seja para os outros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Pedro Enoja? Independemente da apreciação que se faça do conteúdo do post ( no meu caso também concordo que são lamentáveis e infelizes) e/ou das declarações escritas do Dr. Pedro Arroja, fazer um trocadilho destes e titular um artigo com o nome de uma pessoa assim… também me enoja!&#8221;<br />
Idem. Esta autora faz parte de um grupo muito alargado sempre cheio de princípios, ética, educação e verticalidades várias&#8230; desde que seja para os outros.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gasel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19914</link>
		<dc:creator>Gasel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 21:36:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19914</guid>
		<description>Eu até sou um dos tais comentadores que &quot;alinha&quot; com a direita e repudio totalmente as teorias anti-semitas de Pedro Arroja.

Agoa só ainda não percebi a sua tese, Fernanda, que colocou no fim do post e sublinhou num comentário:
 &quot;senhores, então? watson pode ser racista à vontade e estão dispostos a defender o ser direito a ser racista com os vossos comentários (que a vida há só uma), mas o arroja não? então?&quot;

Quer dizer que os comentadores de direita &quot;defendem&quot; o direito de Watson a dizer o que disse porque o alvo visado é pouco caro à direita - os negros da áfrica - e nada dizem sobre Arroja, condenando-o implicitamente, porque o alvo visado é relevante prá direita, os judeus?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu até sou um dos tais comentadores que &#8220;alinha&#8221; com a direita e repudio totalmente as teorias anti-semitas de Pedro Arroja.</p>
<p>Agoa só ainda não percebi a sua tese, Fernanda, que colocou no fim do post e sublinhou num comentário:<br />
 &#8220;senhores, então? watson pode ser racista à vontade e estão dispostos a defender o ser direito a ser racista com os vossos comentários (que a vida há só uma), mas o arroja não? então?&#8221;</p>
<p>Quer dizer que os comentadores de direita &#8220;defendem&#8221; o direito de Watson a dizer o que disse porque o alvo visado é pouco caro à direita &#8211; os negros da áfrica &#8211; e nada dizem sobre Arroja, condenando-o implicitamente, porque o alvo visado é relevante prá direita, os judeus?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ondevaisorioqueucanto</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19913</link>
		<dc:creator>ondevaisorioqueucanto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 21:35:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19913</guid>
		<description>O DLM insiste em assimilar o anti-semitismo à esquerda. É um truque sabujo dos conservadores que deixam pelo caminho as relações muito delicadas entre os anti-semitas e a igreja católica, por exemplo. Claro que para o DLM isso não interessa. Mas não é por acaso que ele ressurge - nas suas roupagens étnicas - nas palavras de um arroja, mas pode ser também detectado, mais subtilmente, em outros companheiros de blog (o portugal contemporâneo, pois então). O que eles partilham não é serem de extrema-direita, que não são (pelo menos não no sentido tradicional: neo-nazis, skins, etc), mas mais simplesmente o seu catolicismo e com este a ideia de preservação da tradição (das nobres tradições, ao gosto do conservadorismo) que colide com o velho fantasma do cosmopolitismo judaico. 
Até aqui tudo bem. As formas são reconhecíveis e não fogem muito aos padrões inventariados por milhares de autores. 
Um novo fenómeno, porventura mais estranho, tem surgido nos think tanks de direita - o de acusar toda e qualquer crítica à política do Estado de Israel de ser anti-semita. A insistência é suficientemente ideológica. E como ideológica que é, visa apagar os reais traços do anti-semitismo. Isto seria de somenos se não fossem as raízes racistas do anti-semitismo. É também por isso que uma retórica que utiliza rigorosamente a mesma estrutura do anti-semitismo se tornou aceitável e até defensável teoricamente. Refiro-me à islamofobia e às suas variantes mais notórias como a retórica do choque das civilizações. Ora quem recuar aos primórdios do discurso anti-semita encontrará o tema da contaminação e da eliminação do agente contaminador. É assim no anti-semitismo católico e é assim na sua versão secularizada na Alemanha e na Áustria da viragem do século passado. Temas estes que são recuperados pela retórica do choque das civilizações. O dualismo moral coincidente com diferenças étnicas e religiosas é grosso modo o que temos vindo a assitir por parte dos arautos do choque das civilizações. 
Por outro lado, há uma implicação abusiva que é sistematicamente feita. Falo da ideia segundo a qual a esquerda que está contra as chacinas perpetradas pelas tropas israelitas está necessariamente a favor do anti-semitismo de algumas correntes árabes. 
Vejamos o problema de forma política. O Hezbollah não concorda com o estado de Israel, mas Nasrallah afirmou que estaria de acordo com o que fosse decidido pelo Hamas. O Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel. Mas Israel e os USA não reconheceram o Hamas. Pelo contrário, Israel entrou pelo Libano adentro numa perseguição ao Hezbollah que resultou em 200.000 desalojados e a economia libanesa em estado comatoso. A explicação de Israel foi que a medida foi proporcionada em vista dos raptos de soldados israelitas por parte de terroristas do Hezbollah. Muita tinta foi então vertida a propósito da proporção da medida, mas uma coisa não pode ser negada: Israel há muito que rapta membros da população civil das zonas fronteiriças do Líbano. 
Este relato algo longo serve para o seguinte: se alguém detectar anti-semitismo nesta crítica só pode estar de má-fé ou então pensar de acordo com o bom estilo imperial de que toda a crítica contra o exercícoo do poder - neste caso absoluto e violento - advém de um anti qualquer. Assim temos que por alturas da guerra do vietname, toda a crítica só podia ser comunista ou por lá comungar; a mesma coisa em relação aos movimentos democráticos da América Latina; e ainda não há muito tempo o papado fez rigorosamente a mesma associação em relação à teologia da libertação. 
O anti-semitismo do arroja é de facto uma espécie rara em Portugal. Sobretudo num país no qual a população se identifica tão facilmente com raízes judaicas que foram ficando dos cristãos novos. Não é tão raro noutros países, como a França, a Alemanha, a Áustria e sobretudo os países de leste, casos tenebrosos como a polónia dos irmãos Kasinsky ou a quase de extrema-direita Eslováquia. Nestes casos encontramos muitas similitudes entre grupúsculos assumidamente anti-semitas e o que diz o arroja. 
A tentativa de confundir os termos daquilo que me parece perfeitamente dissociável e claramente identificável como duas posturas políticas essencialmente incomensuráveis, inscreve-se na mesma lógica das comparações entre sadam ou ahmanidjad e hitler ou chavez com estaline tão ao gosto de tipos como Cheney e outros falcões. Noutra escala, a insistência da direita em acusar a esquerda de ser anti-semita baseia-se no mesmo princípio: nenhuma crítica deve ser feita ao detentor da força máxima que, pese embora a convicção dessa mesma direita, é sem sombra para dúvidas a potência mais poderosa da região. 
O que não fica claro aqui nesta discussão, tanto da parte do DLM, do carmo da rosa e doutros é por que razão não concordam com o arroja? seria interessante saber o que os move nos seus comentários, para além das platitudes com que toda a gente concorda. Parece-me que é isso que está em discussão, e não saber se há anti-semitismo na esquerda ou não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O DLM insiste em assimilar o anti-semitismo à esquerda. É um truque sabujo dos conservadores que deixam pelo caminho as relações muito delicadas entre os anti-semitas e a igreja católica, por exemplo. Claro que para o DLM isso não interessa. Mas não é por acaso que ele ressurge &#8211; nas suas roupagens étnicas &#8211; nas palavras de um arroja, mas pode ser também detectado, mais subtilmente, em outros companheiros de blog (o portugal contemporâneo, pois então). O que eles partilham não é serem de extrema-direita, que não são (pelo menos não no sentido tradicional: neo-nazis, skins, etc), mas mais simplesmente o seu catolicismo e com este a ideia de preservação da tradição (das nobres tradições, ao gosto do conservadorismo) que colide com o velho fantasma do cosmopolitismo judaico.<br />
Até aqui tudo bem. As formas são reconhecíveis e não fogem muito aos padrões inventariados por milhares de autores.<br />
Um novo fenómeno, porventura mais estranho, tem surgido nos think tanks de direita &#8211; o de acusar toda e qualquer crítica à política do Estado de Israel de ser anti-semita. A insistência é suficientemente ideológica. E como ideológica que é, visa apagar os reais traços do anti-semitismo. Isto seria de somenos se não fossem as raízes racistas do anti-semitismo. É também por isso que uma retórica que utiliza rigorosamente a mesma estrutura do anti-semitismo se tornou aceitável e até defensável teoricamente. Refiro-me à islamofobia e às suas variantes mais notórias como a retórica do choque das civilizações. Ora quem recuar aos primórdios do discurso anti-semita encontrará o tema da contaminação e da eliminação do agente contaminador. É assim no anti-semitismo católico e é assim na sua versão secularizada na Alemanha e na Áustria da viragem do século passado. Temas estes que são recuperados pela retórica do choque das civilizações. O dualismo moral coincidente com diferenças étnicas e religiosas é grosso modo o que temos vindo a assitir por parte dos arautos do choque das civilizações.<br />
Por outro lado, há uma implicação abusiva que é sistematicamente feita. Falo da ideia segundo a qual a esquerda que está contra as chacinas perpetradas pelas tropas israelitas está necessariamente a favor do anti-semitismo de algumas correntes árabes.<br />
Vejamos o problema de forma política. O Hezbollah não concorda com o estado de Israel, mas Nasrallah afirmou que estaria de acordo com o que fosse decidido pelo Hamas. O Hamas após ser eleito reconheceu a existência do estado de Israel. Mas Israel e os USA não reconheceram o Hamas. Pelo contrário, Israel entrou pelo Libano adentro numa perseguição ao Hezbollah que resultou em 200.000 desalojados e a economia libanesa em estado comatoso. A explicação de Israel foi que a medida foi proporcionada em vista dos raptos de soldados israelitas por parte de terroristas do Hezbollah. Muita tinta foi então vertida a propósito da proporção da medida, mas uma coisa não pode ser negada: Israel há muito que rapta membros da população civil das zonas fronteiriças do Líbano.<br />
Este relato algo longo serve para o seguinte: se alguém detectar anti-semitismo nesta crítica só pode estar de má-fé ou então pensar de acordo com o bom estilo imperial de que toda a crítica contra o exercícoo do poder &#8211; neste caso absoluto e violento &#8211; advém de um anti qualquer. Assim temos que por alturas da guerra do vietname, toda a crítica só podia ser comunista ou por lá comungar; a mesma coisa em relação aos movimentos democráticos da América Latina; e ainda não há muito tempo o papado fez rigorosamente a mesma associação em relação à teologia da libertação.<br />
O anti-semitismo do arroja é de facto uma espécie rara em Portugal. Sobretudo num país no qual a população se identifica tão facilmente com raízes judaicas que foram ficando dos cristãos novos. Não é tão raro noutros países, como a França, a Alemanha, a Áustria e sobretudo os países de leste, casos tenebrosos como a polónia dos irmãos Kasinsky ou a quase de extrema-direita Eslováquia. Nestes casos encontramos muitas similitudes entre grupúsculos assumidamente anti-semitas e o que diz o arroja.<br />
A tentativa de confundir os termos daquilo que me parece perfeitamente dissociável e claramente identificável como duas posturas políticas essencialmente incomensuráveis, inscreve-se na mesma lógica das comparações entre sadam ou ahmanidjad e hitler ou chavez com estaline tão ao gosto de tipos como Cheney e outros falcões. Noutra escala, a insistência da direita em acusar a esquerda de ser anti-semita baseia-se no mesmo princípio: nenhuma crítica deve ser feita ao detentor da força máxima que, pese embora a convicção dessa mesma direita, é sem sombra para dúvidas a potência mais poderosa da região.<br />
O que não fica claro aqui nesta discussão, tanto da parte do DLM, do carmo da rosa e doutros é por que razão não concordam com o arroja? seria interessante saber o que os move nos seus comentários, para além das platitudes com que toda a gente concorda. Parece-me que é isso que está em discussão, e não saber se há anti-semitismo na esquerda ou não.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; f. e o Lobo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19907</link>
		<dc:creator>blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; f. e o Lobo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 20:32:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19907</guid>
		<description>[...] o Nobel James Watson, ou a sequer considerar semelhantes as circunstâncias de cada um, como faz f. no 5 Dias, vai um enorme passo que é do tamanho do abismo que existe entre os dois. Mas f. compara e retoma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] o Nobel James Watson, ou a sequer considerar semelhantes as circunstâncias de cada um, como faz f. no 5 Dias, vai um enorme passo que é do tamanho do abismo que existe entre os dois. Mas f. compara e retoma [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19906</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 20:16:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19906</guid>
		<description>Triunfador,

Sei que gosta de (ex)citações.

«Olhe amigo lobo, disse o Cão com ar conselheiro - o que é preciso é saber viver.A gente com maus modos não leva a melhor, tudo o que é bom foge de nós.Porque não se resolve a fazer como eu e a acabar de vez com esse mau hábito de atacar, de morder e matar? Deixe-se de ser fera, domine a sua maldade, afeiçoe-se a alguém e verá como arranja quem o queira e o sustente, sem nunca mais ter de preocupar-se com o que há-de comer: aparece-lhe tudo sem trabalho.»

La Fontaine 

Carmo Caro da Rosa:
Espero não ser eu o bacano a que se refere. Ficar sem os seus beijinhos este fim de semana é uma perspectiva que me aterroriza, confesso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Triunfador,</p>
<p>Sei que gosta de (ex)citações.</p>
<p>«Olhe amigo lobo, disse o Cão com ar conselheiro &#8211; o que é preciso é saber viver.A gente com maus modos não leva a melhor, tudo o que é bom foge de nós.Porque não se resolve a fazer como eu e a acabar de vez com esse mau hábito de atacar, de morder e matar? Deixe-se de ser fera, domine a sua maldade, afeiçoe-se a alguém e verá como arranja quem o queira e o sustente, sem nunca mais ter de preocupar-se com o que há-de comer: aparece-lhe tudo sem trabalho.»</p>
<p>La Fontaine </p>
<p>Carmo Caro da Rosa:<br />
Espero não ser eu o bacano a que se refere. Ficar sem os seus beijinhos este fim de semana é uma perspectiva que me aterroriza, confesso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pêndulo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19904</link>
		<dc:creator>Pêndulo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 19:29:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19904</guid>
		<description>O David Mestre deixou-me a pensar como é fácil embarcar em mistificações.. Realmente nunca vi nenhum gazeado a queixar-se.
E a outra também me surpreendeu. Afinal foi um mísero milhão. É assim como um gajo ter problemas de circulação e irem-lhe amputar pernas e braços. Acorda da operação e vê que só ficou sem um braço. Sente-se feliz e até bate palmas de contente.
Ups, palmas não pode bater.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O David Mestre deixou-me a pensar como é fácil embarcar em mistificações.. Realmente nunca vi nenhum gazeado a queixar-se.<br />
E a outra também me surpreendeu. Afinal foi um mísero milhão. É assim como um gajo ter problemas de circulação e irem-lhe amputar pernas e braços. Acorda da operação e vê que só ficou sem um braço. Sente-se feliz e até bate palmas de contente.<br />
Ups, palmas não pode bater.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: emepê</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19901</link>
		<dc:creator>emepê</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 18:43:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19901</guid>
		<description>Não ponho em causa a muita fabricação que tem inundado a história sobre números, campos, câmaras, crematórios, etc, mas não considere de somenos o que o próprio Piper diz dessa entrevista ao Cole. Por uma questão de objectividade toda a informação disponível precisa de ser posta sobre a mesa e ‘à noite logo se vê’. 

http://www.nizkor.org/ftp.cgi/people/p/piper.franciszek/press/daily.texan.1093

Quanto ao novo anti-semitismo pelo simples facto de se isolar politicamente Israel no conjunto dos outros países, esses argumentos são já tão, mas tão ridículos de tão gastos e não passam de vitimização para recolher dividendos políticos. 
Então poderia ser assim: 

the selection of Cuba alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned …. 
…anticubanismo? Antimestiçagem? Anti-rumba? 

ou 

the selection of Iraq alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned …
…anti-arabismo? Anti-?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não ponho em causa a muita fabricação que tem inundado a história sobre números, campos, câmaras, crematórios, etc, mas não considere de somenos o que o próprio Piper diz dessa entrevista ao Cole. Por uma questão de objectividade toda a informação disponível precisa de ser posta sobre a mesa e ‘à noite logo se vê’. </p>
<p><a href="http://www.nizkor.org/ftp.cgi/people/p/piper.franciszek/press/daily.texan.1093" rel="nofollow">http://www.nizkor.org/ftp.cgi/people/p/piper.franciszek/press/daily.texan.1093</a></p>
<p>Quanto ao novo anti-semitismo pelo simples facto de se isolar politicamente Israel no conjunto dos outros países, esses argumentos são já tão, mas tão ridículos de tão gastos e não passam de vitimização para recolher dividendos políticos.<br />
Então poderia ser assim: </p>
<p>the selection of Cuba alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned ….<br />
…anticubanismo? Antimestiçagem? Anti-rumba? </p>
<p>ou </p>
<p>the selection of Iraq alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned …<br />
…anti-arabismo? Anti-?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19897</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 18:19:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19897</guid>
		<description>Caro David


eu nunca conheci um esquerdista anti-semita (NUNCA), mas não duvido que existam alguns...no entanto, o habitat &quot;natural&quot; do anti-semitismo sempre foi a ext direita conservadora e religiosa, o nacionalismo bla bla

como deve saber, a intelligentsia judia europeia sempre compartilhou afinidades profundas com a esquerda e aplicou muitas das suas ideias na organização do estado e sociedade israelita (kibutz, educação de elevada qualidade para todos de graça, etc)

é um facto sobejamente conhecido...

não percebi se o director do &quot;museu&quot; é esquerdista

sim, o boicote brit foi uma ideia peregrina e anti-semita (pelas razões q citou: um pouco como os relatórios dq instituição hiper democrática, as NUnidas, que examinam e avaliam apenas a conduta israelita), que falhou...no entanto, lamento informar-lhe, mas a iniciativa foi proposta por um sindicato poderosoq q congrega esquerdistas, conservadores e até liberais...logo, portanto, o exemplo serve de pouco

Eu sei muito pouco sobre este assunto. Quando não conheço bem o tema sob discussão, fico caladinha. Não possuo qualquer hard data sobre o anti-semitismo europeu e o seu estado actual.  Repare numa coisa: o anti-semitismo é uma doutrina explicitamente racial. Não é uma &quot;mera&quot; parcialidade. É algo de muito mais pernicioso do que isto. É essencial considerarmos a natureza das motivações dos anti-semitas. Todavia, não existe apenas uma forma de anti-semitismo.

existe anti-semitismo na gb e em muitos outros países europeus, nada de novo aqui. Arendt explicou mt bem a genealogia deste fenómeno insidioso...

Mas, elucide-me, ofereça exemplos de esquerdistas anti-semitas....E, por favor, não cite o miguel portas...já o ouvi a falar da problemática israelo-palestiniana...no pros&amp;cons (se não me engano) e não me pareceu anti-semita... de forma alguma! 

cumps

PS: ao responder à sua pergunta neguei a validade da minha critica inicial (q isto é uma discussão um tanto ou quanto infrutífera) . Decidi responder ao seu comentário pq considerei que, por vezes, a cordialidade é mais importante do que coerência. 

Cumps,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro David</p>
<p>eu nunca conheci um esquerdista anti-semita (NUNCA), mas não duvido que existam alguns&#8230;no entanto, o habitat &#8220;natural&#8221; do anti-semitismo sempre foi a ext direita conservadora e religiosa, o nacionalismo bla bla</p>
<p>como deve saber, a intelligentsia judia europeia sempre compartilhou afinidades profundas com a esquerda e aplicou muitas das suas ideias na organização do estado e sociedade israelita (kibutz, educação de elevada qualidade para todos de graça, etc)</p>
<p>é um facto sobejamente conhecido&#8230;</p>
<p>não percebi se o director do &#8220;museu&#8221; é esquerdista</p>
<p>sim, o boicote brit foi uma ideia peregrina e anti-semita (pelas razões q citou: um pouco como os relatórios dq instituição hiper democrática, as NUnidas, que examinam e avaliam apenas a conduta israelita), que falhou&#8230;no entanto, lamento informar-lhe, mas a iniciativa foi proposta por um sindicato poderosoq q congrega esquerdistas, conservadores e até liberais&#8230;logo, portanto, o exemplo serve de pouco</p>
<p>Eu sei muito pouco sobre este assunto. Quando não conheço bem o tema sob discussão, fico caladinha. Não possuo qualquer hard data sobre o anti-semitismo europeu e o seu estado actual.  Repare numa coisa: o anti-semitismo é uma doutrina explicitamente racial. Não é uma &#8220;mera&#8221; parcialidade. É algo de muito mais pernicioso do que isto. É essencial considerarmos a natureza das motivações dos anti-semitas. Todavia, não existe apenas uma forma de anti-semitismo.</p>
<p>existe anti-semitismo na gb e em muitos outros países europeus, nada de novo aqui. Arendt explicou mt bem a genealogia deste fenómeno insidioso&#8230;</p>
<p>Mas, elucide-me, ofereça exemplos de esquerdistas anti-semitas&#8230;.E, por favor, não cite o miguel portas&#8230;já o ouvi a falar da problemática israelo-palestiniana&#8230;no pros&amp;cons (se não me engano) e não me pareceu anti-semita&#8230; de forma alguma! </p>
<p>cumps</p>
<p>PS: ao responder à sua pergunta neguei a validade da minha critica inicial (q isto é uma discussão um tanto ou quanto infrutífera) . Decidi responder ao seu comentário pq considerei que, por vezes, a cordialidade é mais importante do que coerência. </p>
<p>Cumps,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19893</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 17:20:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19893</guid>
		<description>Caríssimo Ezequiel,

Percebi bem que você estava a ser irónico. Mijei-me a rir com a passagem onde você quer que a sua filha, de mau génio, entre para a SAS, e também consigo imaginar (pelo aquilo que diz) que não é um neocon. Aliás o epíteto ‘neocon’ era em relação à minha pessoa, que é como os meus amigos esquerdistas ultimamente me chamam. Eu lá tento convencê-los a golpes de Ian Buruma do contrário, de que, bem vistas as coisas, eu é que continuo a ser de esquerda e eles uma cambada de reáças. Como diz o Buruma, ‘a velha Esquerda vai-se transformando gradualmente num bloco conservador’. Mas o esquerdismo não é uma ciência, é infelizmente uma religião…

‘não sou nem pretendo ser um escritor. Estou aqui num bla bla convosco, algo que adoro.’

Não faço julgamento de valores. O eu por vezes não perceber pode muito bem ser culpa minha. Eu, apesar de por vezes me esfarrapar todo só por amor à camisola, sou, por muito paradoxal que isso possa parecer, intelectualmente preguiçoso. Para mim, algo escrito tem que ser óbvio e claro logo à primeira abordagem. Se passado duas linhas não percebo, santa paciência, zepo logo para o canal do futebol…

“absurdo acusar a esquerda de ser anti-semita ou racista ou bla bla….”

A ‘esquerda’ engloba tanta gente diversa que é difícil saber de que estamos a falar! Mas é bem possível acusar a ‘esquerda’ de pelo menos ‘racismo moral’, como diz o filósofo israelita Avishai Margalit (vide Buruma). Mas eu compreendo muito bem que a ‘esquerda’ não está habituada a estar no banco dos réus, porque sempre esteve convencida de que possui a verdade moral – o Buruma explica isto melhor do que eu – e por isso está mais vocacionada para a acusação, para juiz de instrução. 

O que seria de nós sem os nossos esquerdistas? O que é o mesmo que dizer: que seria de nós sem religião, sem moral? Para uma resposta a esta questão sugiro o Pat Condell.

Igualmente um bom fim-de-semana e beijinhos para todos, menos para o bacano que dá beijos ao cão, salvo seja…
Ah, e para quem estiver interessado e tenha acesso: hoje à noite às 20:00 horas um documentário da BBC na TV-belga (canal 2) sobre os tribunais baseados na ‘Sharia’ no norte da Nigéria. (Ezequiel, cuidado com o horário continental)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Ezequiel,</p>
<p>Percebi bem que você estava a ser irónico. Mijei-me a rir com a passagem onde você quer que a sua filha, de mau génio, entre para a SAS, e também consigo imaginar (pelo aquilo que diz) que não é um neocon. Aliás o epíteto ‘neocon’ era em relação à minha pessoa, que é como os meus amigos esquerdistas ultimamente me chamam. Eu lá tento convencê-los a golpes de Ian Buruma do contrário, de que, bem vistas as coisas, eu é que continuo a ser de esquerda e eles uma cambada de reáças. Como diz o Buruma, ‘a velha Esquerda vai-se transformando gradualmente num bloco conservador’. Mas o esquerdismo não é uma ciência, é infelizmente uma religião…</p>
<p>‘não sou nem pretendo ser um escritor. Estou aqui num bla bla convosco, algo que adoro.’</p>
<p>Não faço julgamento de valores. O eu por vezes não perceber pode muito bem ser culpa minha. Eu, apesar de por vezes me esfarrapar todo só por amor à camisola, sou, por muito paradoxal que isso possa parecer, intelectualmente preguiçoso. Para mim, algo escrito tem que ser óbvio e claro logo à primeira abordagem. Se passado duas linhas não percebo, santa paciência, zepo logo para o canal do futebol…</p>
<p>“absurdo acusar a esquerda de ser anti-semita ou racista ou bla bla….”</p>
<p>A ‘esquerda’ engloba tanta gente diversa que é difícil saber de que estamos a falar! Mas é bem possível acusar a ‘esquerda’ de pelo menos ‘racismo moral’, como diz o filósofo israelita Avishai Margalit (vide Buruma). Mas eu compreendo muito bem que a ‘esquerda’ não está habituada a estar no banco dos réus, porque sempre esteve convencida de que possui a verdade moral – o Buruma explica isto melhor do que eu – e por isso está mais vocacionada para a acusação, para juiz de instrução. </p>
<p>O que seria de nós sem os nossos esquerdistas? O que é o mesmo que dizer: que seria de nós sem religião, sem moral? Para uma resposta a esta questão sugiro o Pat Condell.</p>
<p>Igualmente um bom fim-de-semana e beijinhos para todos, menos para o bacano que dá beijos ao cão, salvo seja…<br />
Ah, e para quem estiver interessado e tenha acesso: hoje à noite às 20:00 horas um documentário da BBC na TV-belga (canal 2) sobre os tribunais baseados na ‘Sharia’ no norte da Nigéria. (Ezequiel, cuidado com o horário continental)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Lourenço Mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19888</link>
		<dc:creator>David Lourenço Mestre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 15:26:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19888</guid>
		<description>Ezequiel,

Parece me que quando alguém se identifica com a esquerda, depois de chamar aos judeus assassinos, que lamenta que o trabalho nas cameras de gás ficou incompleto, é suficiente para acender uma luzinha   

Leia isto:

Numa dramática entrevista, até aí sem precedentes, o Dr. Franciszek Piper, director dos arquivos do Museu Estatal de Auschwitz (em Oswiecim na Polónia, país satélite da URSS) admite perante o entrevistador que o “Crematório1”, a alegada “câmara de gaz homicida” mostrada à exaustão a milhares de turistas em cada ano, foi de facto “fabricada” depois da guerra pela União Soviética – aparentemente debaixo de ordens directas de José Estaline (um judeu). O que Piper diz - de facto sobre a câmara – é que o explosivo “Relatório Leuchter” estava correcto: nenhuns gaseamentos homicidas tiveram lugar nos edificios designados como “Câmaras de Gaz de Auschwitz”. Admitindo isso, por nada mais nada menos que o responsável pelo Museu Estatal de Auschwitz, um dos mais sagrados factos da história é assim destruido.
Esta “câmara de gaz” é o maior “facto histórico” no qual assenta a maior parte da politica externa e doméstica de todas as nações ocidentais desde a 2ª Guerra. É na politica nascida desta “constatação” que se apoia a ajuda externa dos Estados Unidos de mais de 100 biliões de dólares ao Estado (Judeu) de Israel desde a sua fundação em 1948 – no montante de 16.500 dólares por cada homem, mulher ou criança estabelecidos no “Estado Judeu”, para além de outros biliões mais em “reparações de guerra” concedidas pela Alemanha – já para não mencionar a construção das redes eléctricas, de telefone e sistemas ferroviários – todos eles “ofertas do povo germânico” (O primeiro chanceler alemão no pós guerra, nomeado pelos aliados, foi um judeu: Konrad Adenauer). Foi a base para mais de 10 biliões de dólares de investimentos (leia-se: ofertas) feitas a Israel para construir habitações para os imigrantes nos territórios ocupados... enquanto muitos americanos dormiam nas ruas e os negócios ruiam aos milhares (note-se que até 2004 nem um único “empréstimo” ao Estado Judeu feito pelo erário público proveniente dos contribuintes americanos foi jamais pago). A Alemanha pagou “reparações”, os Estados Unidos deram contribuições fabulosas – tudo com justificação na existência das “Câmaras de gaz de Auschwitz” e em todas as demais estórias que gravitam essa fraude fundadora.
Se as “Câmaras de gaz genocidas” foram uma criação dos Soviéticos no pós-guerra, onde ninguém foi gaseado atendendo à sua raça, credo,côr de pele, religião ou país de origem, então estas “reparações” teriam sido desnecessárias; foram baseadas numa fraude.
David Cole, o autor da video gravação depois de 12 anos de estudos, como muitos milhões de americanos, tinha sido instruido desde a sua juventude, no “facto irrefutável” dos “homicídios em massa” que tiveram lugar em Auschwitz. O número desses executados – também considerados irrefutáveis – era de 4,1 milhões de pessoas. 
o qual foi seguido de uma reavaliação oficial do número de mortos em Auschwitz – fixado desde então em menos de 1,1 milhão de vítimas, a maior parte causadas pela epidemia de tifo que assolou o campo em 1945.
Qualquer pessoa que publicite outros dados ou ponha em causa o número oficial de 4,1 milhões de “gaseados em Auschwitz” é automaticamente rotulado de anti-semita, neo-nazi, skinhead, no mínimo. Contudo, por via dos dados apurados pelos revisionistas os números verdadeiros, como se disse, são inferiores a 1,1 milhão. Nenhuma menção é feita aos 3 milhões desaparecidos (a maior parte refugiados nos territórios libertados pelos Russos durante os últimos tempos da queda do Reich - vidé mapa dos campos de concentração nazis). O filme de Cole prova que os individuos que dirigiram o Museu Estatal de Auschwitz tiveram práticas de fabrico de “provas” dos gaseamentos genocidas. Tenha-se em conta que a estória do “crematório nº1” no seu estado original já foi contada a milhões de turistas, conquanto os responsáveis oficiais soubessem que “ a instalação original” é uma Mentira.

Isto tambem:

I cannot fully express what it feels like to have to walk across campus daily, past maps of the Middle East that do not include Israel, past posters of cans of soup with labels on them of drops of blood and dead babies, labeled &#039;canned Palestinian children meat, slaughtered according to Jewish rites under American license,&#039; past poster after poster calling out Zionism=racism, and Jews=Nazis,&quot; she wrote -- and the details only became more shattering from then on.

Isto é mais leve mas ajuda a compreender o anti-semitismo moderno:

The Middle East conflict has given respectability to old prejudices, especially in British academic circles. Two hundred British academics, some eminent, have selected Israel, of all the countries in the world, as the object of a total boycott, as if Israel were a uniquely evil state. While one can disagree strongly with the Israeli government’s policies without being anti-Semitic, the selection of Israel alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned anti-Semitism.

Já agora passe pela minha caixa de comentários. Depois fale me em absurdos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel,</p>
<p>Parece me que quando alguém se identifica com a esquerda, depois de chamar aos judeus assassinos, que lamenta que o trabalho nas cameras de gás ficou incompleto, é suficiente para acender uma luzinha   </p>
<p>Leia isto:</p>
<p>Numa dramática entrevista, até aí sem precedentes, o Dr. Franciszek Piper, director dos arquivos do Museu Estatal de Auschwitz (em Oswiecim na Polónia, país satélite da URSS) admite perante o entrevistador que o “Crematório1”, a alegada “câmara de gaz homicida” mostrada à exaustão a milhares de turistas em cada ano, foi de facto “fabricada” depois da guerra pela União Soviética – aparentemente debaixo de ordens directas de José Estaline (um judeu). O que Piper diz &#8211; de facto sobre a câmara – é que o explosivo “Relatório Leuchter” estava correcto: nenhuns gaseamentos homicidas tiveram lugar nos edificios designados como “Câmaras de Gaz de Auschwitz”. Admitindo isso, por nada mais nada menos que o responsável pelo Museu Estatal de Auschwitz, um dos mais sagrados factos da história é assim destruido.<br />
Esta “câmara de gaz” é o maior “facto histórico” no qual assenta a maior parte da politica externa e doméstica de todas as nações ocidentais desde a 2ª Guerra. É na politica nascida desta “constatação” que se apoia a ajuda externa dos Estados Unidos de mais de 100 biliões de dólares ao Estado (Judeu) de Israel desde a sua fundação em 1948 – no montante de 16.500 dólares por cada homem, mulher ou criança estabelecidos no “Estado Judeu”, para além de outros biliões mais em “reparações de guerra” concedidas pela Alemanha – já para não mencionar a construção das redes eléctricas, de telefone e sistemas ferroviários – todos eles “ofertas do povo germânico” (O primeiro chanceler alemão no pós guerra, nomeado pelos aliados, foi um judeu: Konrad Adenauer). Foi a base para mais de 10 biliões de dólares de investimentos (leia-se: ofertas) feitas a Israel para construir habitações para os imigrantes nos territórios ocupados&#8230; enquanto muitos americanos dormiam nas ruas e os negócios ruiam aos milhares (note-se que até 2004 nem um único “empréstimo” ao Estado Judeu feito pelo erário público proveniente dos contribuintes americanos foi jamais pago). A Alemanha pagou “reparações”, os Estados Unidos deram contribuições fabulosas – tudo com justificação na existência das “Câmaras de gaz de Auschwitz” e em todas as demais estórias que gravitam essa fraude fundadora.<br />
Se as “Câmaras de gaz genocidas” foram uma criação dos Soviéticos no pós-guerra, onde ninguém foi gaseado atendendo à sua raça, credo,côr de pele, religião ou país de origem, então estas “reparações” teriam sido desnecessárias; foram baseadas numa fraude.<br />
David Cole, o autor da video gravação depois de 12 anos de estudos, como muitos milhões de americanos, tinha sido instruido desde a sua juventude, no “facto irrefutável” dos “homicídios em massa” que tiveram lugar em Auschwitz. O número desses executados – também considerados irrefutáveis – era de 4,1 milhões de pessoas.<br />
o qual foi seguido de uma reavaliação oficial do número de mortos em Auschwitz – fixado desde então em menos de 1,1 milhão de vítimas, a maior parte causadas pela epidemia de tifo que assolou o campo em 1945.<br />
Qualquer pessoa que publicite outros dados ou ponha em causa o número oficial de 4,1 milhões de “gaseados em Auschwitz” é automaticamente rotulado de anti-semita, neo-nazi, skinhead, no mínimo. Contudo, por via dos dados apurados pelos revisionistas os números verdadeiros, como se disse, são inferiores a 1,1 milhão. Nenhuma menção é feita aos 3 milhões desaparecidos (a maior parte refugiados nos territórios libertados pelos Russos durante os últimos tempos da queda do Reich &#8211; vidé mapa dos campos de concentração nazis). O filme de Cole prova que os individuos que dirigiram o Museu Estatal de Auschwitz tiveram práticas de fabrico de “provas” dos gaseamentos genocidas. Tenha-se em conta que a estória do “crematório nº1” no seu estado original já foi contada a milhões de turistas, conquanto os responsáveis oficiais soubessem que “ a instalação original” é uma Mentira.</p>
<p>Isto tambem:</p>
<p>I cannot fully express what it feels like to have to walk across campus daily, past maps of the Middle East that do not include Israel, past posters of cans of soup with labels on them of drops of blood and dead babies, labeled &#8216;canned Palestinian children meat, slaughtered according to Jewish rites under American license,&#8217; past poster after poster calling out Zionism=racism, and Jews=Nazis,&#8221; she wrote &#8212; and the details only became more shattering from then on.</p>
<p>Isto é mais leve mas ajuda a compreender o anti-semitismo moderno:</p>
<p>The Middle East conflict has given respectability to old prejudices, especially in British academic circles. Two hundred British academics, some eminent, have selected Israel, of all the countries in the world, as the object of a total boycott, as if Israel were a uniquely evil state. While one can disagree strongly with the Israeli government’s policies without being anti-Semitic, the selection of Israel alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned anti-Semitism.</p>
<p>Já agora passe pela minha caixa de comentários. Depois fale me em absurdos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19887</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 15:22:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19887</guid>
		<description>&quot;Todo o anti-comunista é um cão&quot; ( Sartre)

O rvnzinho informa-nos (como se a gente lhe tivesse pedido) que tem em casa um  anti-comunista  doce a quem lê as  tristes letras do camarada Cunhal.
Fará como entender.
Mas é chato gabar-se um tipo em público dos seus defeitos.
É como coçar a micose, em plena pista de dança, ou mastigar com a boca aberta.
É chato...diz o povo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todo o anti-comunista é um cão&#8221; ( Sartre)</p>
<p>O rvnzinho informa-nos (como se a gente lhe tivesse pedido) que tem em casa um  anti-comunista  doce a quem lê as  tristes letras do camarada Cunhal.<br />
Fará como entender.<br />
Mas é chato gabar-se um tipo em público dos seus defeitos.<br />
É como coçar a micose, em plena pista de dança, ou mastigar com a boca aberta.<br />
É chato&#8230;diz o povo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19882</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 13:03:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19882</guid>
		<description>Eu tenho um cão. Dizem que pertence a uma raça perigosa e eu acredito, embora seja um doce para mim. Manda a lei que lhe ponha um açaime quando nos juntamos à sociedade. Eu ponho, embora ele seja um doce para mim.
Leio aqui que Hitler praticamente escreveu o &#039;Até amanhã camaradas&#039;. Que a esquerda não se endireita e que a direita segue em contramão quando o assunto é anti-semitismo. Que os EUA têm o nobre dever de salvar povos? Pela força?
Duas observações. Nuno Ramos de Almeida, os meus cumprimentos, caríssimo. Por muito menos deram o Nobel a De Klerk. E não, a partir de hoje não torno a por açaime ao meu cão quando nos juntamos à sociedade. Ou há moralidade ou comem todos, diz o povo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho um cão. Dizem que pertence a uma raça perigosa e eu acredito, embora seja um doce para mim. Manda a lei que lhe ponha um açaime quando nos juntamos à sociedade. Eu ponho, embora ele seja um doce para mim.<br />
Leio aqui que Hitler praticamente escreveu o &#8216;Até amanhã camaradas&#8217;. Que a esquerda não se endireita e que a direita segue em contramão quando o assunto é anti-semitismo. Que os EUA têm o nobre dever de salvar povos? Pela força?<br />
Duas observações. Nuno Ramos de Almeida, os meus cumprimentos, caríssimo. Por muito menos deram o Nobel a De Klerk. E não, a partir de hoje não torno a por açaime ao meu cão quando nos juntamos à sociedade. Ou há moralidade ou comem todos, diz o povo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: paicham</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19878</link>
		<dc:creator>paicham</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 11:49:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19878</guid>
		<description>D.Fernanda Câncio,qdo era pequenino haviam meninos que estavam com os maus embora nunca lucrassem com isso e,muitas vezes eram alvos de chacota desses energúmenos,mas,os coitados continuavam a admirá-los.Aqui os comentaristas são da mesma estirpe baixinhos,muito baixinhos coitadinhos.São tão néscios,coitados,que nem nada sabem de Marxismo,nem de Judeísmo sómente que têem que defender o seu amo lá em cima, o qual jamais lhes será permitido comer as migalhas da mesa.Simplesmente,&#039;andam por aí&#039;...quais verbos de encher.De volta e meia grunham acerca do bolchevista judeu,agora nos tempos que correm e,pq foi reservado o papel de policia dos campos de petroleo,depois de terem sido desmantelados os kibbutz eis,que vêem postar postas de pescada.Nada sabem da solidariedade,da amizade,dum mundo melhor,da felicidade que é ver as pessoas terem uma vida digna e poder desenvolver as suas capacidades na sociedade.
Para eles ,os seres humanos são apenas números para aumentar a dinheirofilia psicótica de seus amos.Para eles,o facto de estarmos aqui temporáriamente nada lhes diz.São donos,mai nada.Que deformação da personalidade de seres humanos.São os mesmos que passam pela rua por um sem-abrigo e lhes lançam um olhar de desprezo,como quem diz:&#039;se te fosses só viria bem ao mundo&#039;.Para eles é só consumidores,clientes,fregueses enfim gente autómata.Marx,Lenine,Trostky,Rosa Luxemburgo,Staline(eles não sabem ou não querem saber q tb era descendente de gente semita)eram de origem judaica.Para o Marxismo não há castas e todos podemos ser camaradas porque  são os interesses  de classe que unem os seres humanos e,é aqui que lhes doi mais-a classe tal com teorizou o judeu Marx!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>D.Fernanda Câncio,qdo era pequenino haviam meninos que estavam com os maus embora nunca lucrassem com isso e,muitas vezes eram alvos de chacota desses energúmenos,mas,os coitados continuavam a admirá-los.Aqui os comentaristas são da mesma estirpe baixinhos,muito baixinhos coitadinhos.São tão néscios,coitados,que nem nada sabem de Marxismo,nem de Judeísmo sómente que têem que defender o seu amo lá em cima, o qual jamais lhes será permitido comer as migalhas da mesa.Simplesmente,&#8217;andam por aí&#8217;&#8230;quais verbos de encher.De volta e meia grunham acerca do bolchevista judeu,agora nos tempos que correm e,pq foi reservado o papel de policia dos campos de petroleo,depois de terem sido desmantelados os kibbutz eis,que vêem postar postas de pescada.Nada sabem da solidariedade,da amizade,dum mundo melhor,da felicidade que é ver as pessoas terem uma vida digna e poder desenvolver as suas capacidades na sociedade.<br />
Para eles ,os seres humanos são apenas números para aumentar a dinheirofilia psicótica de seus amos.Para eles,o facto de estarmos aqui temporáriamente nada lhes diz.São donos,mai nada.Que deformação da personalidade de seres humanos.São os mesmos que passam pela rua por um sem-abrigo e lhes lançam um olhar de desprezo,como quem diz:&#8217;se te fosses só viria bem ao mundo&#8217;.Para eles é só consumidores,clientes,fregueses enfim gente autómata.Marx,Lenine,Trostky,Rosa Luxemburgo,Staline(eles não sabem ou não querem saber q tb era descendente de gente semita)eram de origem judaica.Para o Marxismo não há castas e todos podemos ser camaradas porque  são os interesses  de classe que unem os seres humanos e,é aqui que lhes doi mais-a classe tal com teorizou o judeu Marx!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rui fonseca</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19874</link>
		<dc:creator>rui fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 11:12:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19874</guid>
		<description>CONCLUSÃO:

O ENOJA alcança o objectivo: ser badalado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CONCLUSÃO:</p>
<p>O ENOJA alcança o objectivo: ser badalado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Lourenço Mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19815</link>
		<dc:creator>David Lourenço Mestre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 03:00:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19815</guid>
		<description>este site will shed some light on the issue:

http://www.paulbogdanor.com/antisemitism.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este site will shed some light on the issue:</p>
<p><a href="http://www.paulbogdanor.com/antisemitism.html" rel="nofollow">http://www.paulbogdanor.com/antisemitism.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19814</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 02:09:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19814</guid>
		<description>Caro Carmo da Rosa,

Eu de neocon tenho muito pouco, ou melhor, absolutamente nada. Estava a tentar ser irónico. Qt ao resto, confesso o evidente: não sou nem pretendo ser um escritor. Estou aqui num bla bla convosco, algo que adoro.  O meu humour é mais nova iorquino-açorico-corisquinhe do q british, de certezinha absoluta. Não o administro. its just me, thats all...mas pronto, + de 10 anos a viver na gb...é natural q tenha absorvido alguma coisa do britcomic, de que gosto muito.

Qt ao resto, parece-me, sinceramente, absurdo acusar a esquerda de ser anti-semita ou racista ou bla bla....Tem muitos defeitos, mas este não é, decididamente, um deles...como liberal, não sinto qq necessidade de os acusar falsamente...Penso que é importante não confundir as coisas. (concordo com o Nuno) O que seria de nós sem os nossos esquerdistas?

Seja como for, caro C da Rosa, a tradução está fantástica. My sincere congrats! 


Beijins e abraços para todos, :) Bom resto de fim de semana...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carmo da Rosa,</p>
<p>Eu de neocon tenho muito pouco, ou melhor, absolutamente nada. Estava a tentar ser irónico. Qt ao resto, confesso o evidente: não sou nem pretendo ser um escritor. Estou aqui num bla bla convosco, algo que adoro.  O meu humour é mais nova iorquino-açorico-corisquinhe do q british, de certezinha absoluta. Não o administro. its just me, thats all&#8230;mas pronto, + de 10 anos a viver na gb&#8230;é natural q tenha absorvido alguma coisa do britcomic, de que gosto muito.</p>
<p>Qt ao resto, parece-me, sinceramente, absurdo acusar a esquerda de ser anti-semita ou racista ou bla bla&#8230;.Tem muitos defeitos, mas este não é, decididamente, um deles&#8230;como liberal, não sinto qq necessidade de os acusar falsamente&#8230;Penso que é importante não confundir as coisas. (concordo com o Nuno) O que seria de nós sem os nossos esquerdistas?</p>
<p>Seja como for, caro C da Rosa, a tradução está fantástica. My sincere congrats! </p>
<p>Beijins e abraços para todos, <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Bom resto de fim de semana&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezer</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19808</link>
		<dc:creator>ezer</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 00:32:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19808</guid>
		<description>Estive em muitas manifs de esquerda(claro!) e ,nunca ouvi bocas anti-semitas.Não faz sentido por variadas razões que me escuso a &#039;explanar&#039;.Estes gajos andam mesmo a dar nela à força toda e deve ser boa,para ficarema tripar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive em muitas manifs de esquerda(claro!) e ,nunca ouvi bocas anti-semitas.Não faz sentido por variadas razões que me escuso a &#8216;explanar&#8217;.Estes gajos andam mesmo a dar nela à força toda e deve ser boa,para ficarema tripar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: The Studio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19804</link>
		<dc:creator>The Studio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 00:03:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19804</guid>
		<description>Pêndulo e Ezequiel,
Não está aqui a decorrer nenhuma discussão sobre a existência de Anti Semitismo na Esquerda. O NRA há muito a sentenciou. Confrontado com a página da Wiki sobre o tema que apresenta centenas de referências, ignorou os factos e postulou que não existe Anti Semitismo na Esquerda. Decretou ainda que não nunca se tenham queimado bandeiras americanas ou gritado &quot;morte aos EUA/Israel&quot;, em nenhuma manifestação, mesmo naquelas em que não esteve presente. E pronto, ganhou a discussão.

Quanto aos &quot;comentadores alinhados com a Direita&quot;, assim chamados apenas porque não partilham as visões dogmáticas dos autores do blog, pela minha parte a teoria do Arroja não merece grandes comentários. Aliás, parece-me um tanto forçado ver nela Anti-Semitismo, mas seja como for, está no seu direito de expor as teorias que bem lhe aprouver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pêndulo e Ezequiel,<br />
Não está aqui a decorrer nenhuma discussão sobre a existência de Anti Semitismo na Esquerda. O NRA há muito a sentenciou. Confrontado com a página da Wiki sobre o tema que apresenta centenas de referências, ignorou os factos e postulou que não existe Anti Semitismo na Esquerda. Decretou ainda que não nunca se tenham queimado bandeiras americanas ou gritado &#8220;morte aos EUA/Israel&#8221;, em nenhuma manifestação, mesmo naquelas em que não esteve presente. E pronto, ganhou a discussão.</p>
<p>Quanto aos &#8220;comentadores alinhados com a Direita&#8221;, assim chamados apenas porque não partilham as visões dogmáticas dos autores do blog, pela minha parte a teoria do Arroja não merece grandes comentários. Aliás, parece-me um tanto forçado ver nela Anti-Semitismo, mas seja como for, está no seu direito de expor as teorias que bem lhe aprouver.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19803</link>
		<dc:creator>Sérgio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 23:13:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19803</guid>
		<description>Pois é, Fernanda. Mas a coisa parece que piorou... Já li aí algumas analogias e conclusões que me fizeram rir até às lágrimas.
Se o processo continuar, boa sorte.
Sérgio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Fernanda. Mas a coisa parece que piorou&#8230; Já li aí algumas analogias e conclusões que me fizeram rir até às lágrimas.<br />
Se o processo continuar, boa sorte.<br />
Sérgio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: maradona</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19802</link>
		<dc:creator>maradona</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 22:57:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19802</guid>
		<description>Eu sou a favor da tradução do Carmo Rosa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou a favor da tradução do Carmo Rosa!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19800</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 21:58:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19800</guid>
		<description>Caríssimo Ezequiel,

Já estava com saudades suas (neste caso sem uma ponta de ironia), é verdade que não gosto muito da sua maneira de escrever, porque me dificulta a leitura, mas é a sua e contra isso batatas, mas em contrapartida gosto muito do seu humor muito British…

“A sua dedicação à causa é inquestionável: perdeu umas horitas a traduzir este texto do Ian, just to prove a point!!”

Perdi umas horitas com o Ian porque acho que ele prova aqui ‘not a  point, but SEVERAL points.. Mas de qualquer forma agrada-me ler no seu terceiro parágrafo ‘(…) Os EUA e o mundo ocidental tem o nobre dever de libertar pela força (…)’. 
Você, neste seu comentário, ultrapassa o Ian que não é das direitas, e muito menos intervencionista, mas também a mim pela direita! Até para um neocon há limites…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Ezequiel,</p>
<p>Já estava com saudades suas (neste caso sem uma ponta de ironia), é verdade que não gosto muito da sua maneira de escrever, porque me dificulta a leitura, mas é a sua e contra isso batatas, mas em contrapartida gosto muito do seu humor muito British…</p>
<p>“A sua dedicação à causa é inquestionável: perdeu umas horitas a traduzir este texto do Ian, just to prove a point!!”</p>
<p>Perdi umas horitas com o Ian porque acho que ele prova aqui ‘not a  point, but SEVERAL points.. Mas de qualquer forma agrada-me ler no seu terceiro parágrafo ‘(…) Os EUA e o mundo ocidental tem o nobre dever de libertar pela força (…)’.<br />
Você, neste seu comentário, ultrapassa o Ian que não é das direitas, e muito menos intervencionista, mas também a mim pela direita! Até para um neocon há limites…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: emepê</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19798</link>
		<dc:creator>emepê</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 21:20:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19798</guid>
		<description>mestre, mas está a entrar por caminhos que não tem qq hipótese de controlar e portanto tem que considerar &#039;intelectualmente honesta&#039; toda a opinião expressa. O que a mim me parece muito duvidoso em alguns casos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mestre, mas está a entrar por caminhos que não tem qq hipótese de controlar e portanto tem que considerar &#8216;intelectualmente honesta&#8217; toda a opinião expressa. O que a mim me parece muito duvidoso em alguns casos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Fernandes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19797</link>
		<dc:creator>Carlos Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 21:18:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19797</guid>
		<description>Cara Dra. F. Câncio, o que eu quis dizer ( e não lhe posso dizer que lhe faço um desenho a grosso porque não tenho grande veia artística, embora lhe possa fazer uma foto a cores) é que acho mal que se façam ataques ad hominem, uma coisa são as pessoas, outra coisa as ideias; donde, ataque-se a mensagem e não o mensageiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Dra. F. Câncio, o que eu quis dizer ( e não lhe posso dizer que lhe faço um desenho a grosso porque não tenho grande veia artística, embora lhe possa fazer uma foto a cores) é que acho mal que se façam ataques ad hominem, uma coisa são as pessoas, outra coisa as ideias; donde, ataque-se a mensagem e não o mensageiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: David Lourenço Mestre</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19796</link>
		<dc:creator>David Lourenço Mestre</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 21:12:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19796</guid>
		<description>Eu parece me que falei lá atras em hemisferios. Se quer ler aqui um ataque implicito à &quot;esquerda&quot; be my guest, mas acho nao pode ignorar que nao falo apenas em um dos hemisferios</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu parece me que falei lá atras em hemisferios. Se quer ler aqui um ataque implicito à &#8220;esquerda&#8221; be my guest, mas acho nao pode ignorar que nao falo apenas em um dos hemisferios</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernanda Câncio</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19795</link>
		<dc:creator>Fernanda Câncio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 20:56:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19795</guid>
		<description>david, suponho então que o arroja é de esquerda.&#039; implicitamente&#039;. que giro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>david, suponho então que o arroja é de esquerda.&#8217; implicitamente&#8217;. que giro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/comment-page-2/#comment-19793</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 20:54:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/11/02/pedro-enoja/#comment-19793</guid>
		<description>“muito interessante, carmo da rosa (e não, não estou a ser irónica).”

Fico contente que tenha gostado. Quanto ao esforço, eu, por amor à camisola faço (quase) tudo. Deu-me trabalho, é verdade, mas não foi assim por aí além, o homem escreve bem, é claro e é pão-pão-queijo-queijo. Olhe, como você e o Lidador. 

“vem exactamente a propósito de que parte do meu post?”

É verdade que não é uma resposta directa ao seu ‘post’, e peço desde já desculpa, mas sabe como é, pus-me a ler os comentários – que não são poucos! – e quando dei por ela estava apenas a responder aos comentários.
Mas o mais chato, mas isso fica entre nós: não faço a mínima ideia quem seja o Pedro Arroja!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“muito interessante, carmo da rosa (e não, não estou a ser irónica).”</p>
<p>Fico contente que tenha gostado. Quanto ao esforço, eu, por amor à camisola faço (quase) tudo. Deu-me trabalho, é verdade, mas não foi assim por aí além, o homem escreve bem, é claro e é pão-pão-queijo-queijo. Olhe, como você e o Lidador. </p>
<p>“vem exactamente a propósito de que parte do meu post?”</p>
<p>É verdade que não é uma resposta directa ao seu ‘post’, e peço desde já desculpa, mas sabe como é, pus-me a ler os comentários – que não são poucos! – e quando dei por ela estava apenas a responder aos comentários.<br />
Mas o mais chato, mas isso fica entre nós: não faço a mínima ideia quem seja o Pedro Arroja!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
