Bolinhos da sorte
2 de Novembro de 2007 por Nuno Ramos de AlmeidaA Cristina Ferreira de Almeida, minha vizinha em Ranholas, pede-me para integrar uma cadeia estranha com objectivos esconsos: tirar um livro ao calhas da estante e ler a quinta linha da página 161. Cá vai. Estendi a mão e tirei um livro grandito…. os Essais de Montagne. A página 161 tem um título que não me convence. Parece Que Philosopher c’est apprendre à mourir. Era fixe que se a gente se recusasse a tirar lições sobre essa nobre arte, o funério desfecho não se verificasse. Pretendo baldar-me às aulas. Adiante. Vamos à quinta linha que reza (bem apropriado) o seguinte: “Par le commun train des choses, tu vis pièça par faveur extraordinaire”. Como vêem, é melhor que os signos da Pública.
É suposto cravar cinco pessoas, sem muita esperança que tenham tempo para isto, vou fazer os pedidos: Rodrigo Moita de Deus do 31 da Armada, Inês Almeida do Corta-Fitas, Besugo do Blogame Mucho, Paulo Pinto Mascarenhas do Atlântico e Laura Abreu Cravo do Mel Com Cicuta. Dois dos visados não conheço, podem perfeitamente recusar um pedido tão pueril. Os outros três têm que me aturar.
Nota: A ciosa da Fernanda diz, com razão, que já tinha desafiado dois da minha lista com 24 horas de antecedência.

Comentário de Fernanda Câncio
Data: 2 de Novembro de 2007, 1:33
querido nuno, era o mínimo que tivesses reparado que eu neste mesmo blogue já entrei nesse jogo e que dois dos teus desafiados, o besugo e a laura, já desafiei eu. com 24 horitas de avanço. vá lá, vê se varias, pá.