O próximo “Tratado de Berlim-Paris” contado aos tansos:
«Era uma vez uma Empresa próspera e consolidada que queria ser como um Condomínio, do tipo Pedro Lomba (explicação abaixo), e que, para isso, decretou que os sócios passariam a ter todos direito a um voto, independentemente da quota detida.
Os sócios com menos quota ficaram (e)ternamente agradecidos aos generosos perdulários e, daí para a frente, todos foram muito amigos, fizeram grandes patuscadas e gostaram ainda mais de ter aquela linda Empresa!
Foi por isso com muita pena que viram decretada a sua falência passado pouco tempo, contra todas as expectativas…»
Dedicado, via Ant.º Figueira, a todos os que alombam com estas tarefas incompreendidas de explicar aos outros o que só eles compreendem.
Ah, e aproveito para agradecer ao Pedro Lomba a sua inovadora concepção de Condomínio: no meu, que é muito antiquado, ainda votamos de acordo com a permilagem de cada fracção. Mas isso deve ser ilegal, porque não é nada democrático, não acham?
(NOTA: Procura-se Enid Blyton para novo romance dos “Cinco”, intitulado «A Solução para a Presente Crise»)…
Não vai haver referendo ao Tratado de Lisboa?
O Tratado de Lisboa,
É uma cois tão boa;
Dá de comer à gente,
O povo fica contente!?
-
Terá o mesmo operário,
Em Portugal, na França;
terão o mesmo salário,
É pouca,essa esperança!?
-
E vai continuar a dança
de não haver quem ajude
vem a tal FlexiSegurança
para nos tratar da saúde!?
-
E já agora que vem Natal
Te peço, Meu Menino Jesus
traz a este governo especial
traz p’ra eles essa Tua Luz!
-
Pisco
Oh António só posso entender esta linkagem (e respectivo encómio)por efeito de ressaca da noite anterior. Então? Sabes mais do que isto…
O próximo “Tratado de Berlim-Paris” contado aos tansos:
«Era uma vez uma Empresa próspera e consolidada que queria ser como um Condomínio, do tipo Pedro Lomba (explicação abaixo), e que, para isso, decretou que os sócios passariam a ter todos direito a um voto, independentemente da quota detida.
Os sócios com menos quota ficaram (e)ternamente agradecidos aos generosos perdulários e, daí para a frente, todos foram muito amigos, fizeram grandes patuscadas e gostaram ainda mais de ter aquela linda Empresa!
Foi por isso com muita pena que viram decretada a sua falência passado pouco tempo, contra todas as expectativas…»
Dedicado, via Ant.º Figueira, a todos os que alombam com estas tarefas incompreendidas de explicar aos outros o que só eles compreendem.
Ah, e aproveito para agradecer ao Pedro Lomba a sua inovadora concepção de Condomínio: no meu, que é muito antiquado, ainda votamos de acordo com a permilagem de cada fracção. Mas isso deve ser ilegal, porque não é nada democrático, não acham?
(NOTA: Procura-se Enid Blyton para novo romance dos “Cinco”, intitulado «A Solução para a Presente Crise»)…
Pedro,
Vê, meu caro? Istro é o que dá escrever para crianças e ser lido por adultos. (que se calhar até são povo, mas pouco…)
Insista no conto infantil, digo eu. E dê-lhe nome. “O meu pé de laranja europeia”, “Rosa dos ventos”, sei lá…
Mande mais que eu leio.
rvn
foi tal a titilação, antónio, que tititulaste e tudo.
Boa imbecilidade de “crónica”.
Uma excelente crítica a esta pseudo-crónica imbecil encontra-se, assinada pelo Rui A., no blogue “Portugal Contemporâneo”.
Ide lá e lei.
Ide lá e lede (devia haver uma lei contra isto).
Ó f., grande chefe olhos de águia, tititulei de facto, mas agora não vale a pena emendar, porque se emendo lá se vai a titilação.
Não vai haver referendo ao Tratado de Lisboa?
O Tratado de Lisboa,
É uma cois tão boa;
Dá de comer à gente,
O povo fica contente!?
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Terá o mesmo operário,
Em Portugal, na França;
terão o mesmo salário,
É pouca,essa esperança!?
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E vai continuar a dança
de não haver quem ajude
vem a tal FlexiSegurança
para nos tratar da saúde!?
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E já agora que vem Natal
Te peço, Meu Menino Jesus
traz a este governo especial
traz p’ra eles essa Tua Luz!
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Pisco