Captain Drake strikes again

O Nick Drake é anterior à idade do videoclip, mas há quem tente, com resultados mais ou menos felizes, obviar ao problema. À escolha ficam duas ilustrações gráficas, sacadas do YouTube, do magnífico Northern Sky:

http://www.youtube.com/watch?v=gWzRbJHCevA

http://www.youtube.com/watch?v=1oitSlHi3MY

Sobre António Figueira

SEXTA | António Figueira
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8 respostas a Captain Drake strikes again

  1. Para a troca:

    http://youtube.com/watch?v=5F_yCFtFn24

    (espero que o link funcione)

    Descobri-o no arrastão que, por sua vez, o tinha encontrado no E Deus criou a Mulher.
    Registe-se que, a partir deste momento, tenho um crédito sobre o universo dos bloguers e comentadores masculinos do 5 dias. Com a excepção do AF, que me apanhou outra vez na contracurva (eu não conhecia Nick Drake) – é capaz de ter alguma coisa a ver com o facto dele ser do tempo em que o video ainda não tinha chacinado as estrelas da rádio.
    Portanto, na fnac procuro a colectânea da obra ficcional do Oscar Wilde e Nick Drake. Quanto a este último, procuro alguma coisa em especial? Agradecem-se sugestões.

  2. António Figueira diz:

    O ND só publicou 3 Lp’s, todos óptimos, pelo q se desaconselham compilações; são eles (creio que por ordem) Five Leaves Left, Bryter Layter e Pink Moon. Depois morreu (soi dizer-se, “na flor da idade”).
    PS A graçola sobre a minha própria idade por esta passa, mas convém não exagerar (sou uma fera, lembra-se?).

  3. is a bel diz:

    mas que viagem o AF me levou a fazer. Lembro-me que pela mesma altura (bem nova com irmãos bastante mais velhos), ouvia além do ND o RN

    http://www.youtube.com/watch?v=1NvgLkuEtkA

    que aliás serviu de banda sonora a um momento de humor ‘acutilante’ num episódio de ally mcbeal. Sobre RN foi escrita uma biografia ‘The Importance of Being Randy’ o que me leva a acrescentar, se me é permitida uma opinião, que a colectânea do OW que mais gosto é da ‘chancellor press’, não tem como a da ‘magpie books’ a introdução de G.F.Maine, mas em compensação é ilustrada, as letras são maiores e o papel é melhor.
    Uma boa semana, e AF espero atentamente pelo senhor(a) que se segue.

  4. António Figueira diz:

    É, parece lógico, é impossível gostar de ND e não gostar de Randy Newman também – e do John Martyn do Certain Surprise, e do Tom Waits do tempo da Asylum, etc., etc. Como diz o outro, isto anda tudo ligado.

  5. Além dos álbuns referidos pelo AF (os três publicados em vida), há ainda que ter em conta o A Time of No Reply http://www.amazon.com/Time-No-Reply-Nick-Drake/dp/B000000617
    A Time Of No Reply é, erradamente, descrito como uma colectânea. Com efeito, tal classificação é redutora, pois este álbum, editado em 1986, oito anos depois da morte de Nick Drake, contém canções inéditas, mas centrais à obra de Nick, como são o caso de “Joey” ou de “A Time of No Reply”, que aliás dá o título ao álbum. E tem novas abordagens a músicas já contidos nos três álbuns anteriores, “versões alternativas” que em nada ficam a dever às primeiramente editadas.
    Eu vejo A Time of No Reply mais como um álbum póstumo, do que como uma simples colectânea. Embora tenha sido resultado de uma recolha e selecção a partir do “espólio” de Nick Drake, tem uma grande coerência interna.
    É uma boa porta de entrada no mundo do Nick Drake.

  6. Pingback: cinco dias » E já agora mais estes dois

  7. Errata: deve ler-se doze anos depois da morte de Nick Drake, e não “oito”, ao contrário do que acima escrevi.

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