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	<title>Comentários em: inquietante racismo&#8230;</title>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14869</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 14:27:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Carmo da Rosa,

A receita é açoriana (as far as I know). James Oliver?? No. No. Gosto de pratos mais substantivos! Adoro a cozinha Lusitana. Bem, a cozinha e tudo o resto. Adoro este país.

Obrigado, 

cumprimentos

Também gostei muito de discutir consigo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carmo da Rosa,</p>
<p>A receita é açoriana (as far as I know). James Oliver?? No. No. Gosto de pratos mais substantivos! Adoro a cozinha Lusitana. Bem, a cozinha e tudo o resto. Adoro este país.</p>
<p>Obrigado, </p>
<p>cumprimentos</p>
<p>Também gostei muito de discutir consigo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14788</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 20:46:10 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ezequiel

Vá la comer 

&quot;qualquer coisa que a fomita já aperta. Queijo da cabra, polvinho assado, tintol apurado, uns canollis.......&quot; o resto não li!!!

Muito bom apetite, mas já agora uma pequena pergunta: cheira-me (estes computadores mac são fantásticos) a receita do James Olliver!? Não...

Desejo-lhe um bom fim de semana, obrigadinho pela dica para esta noite na BBC, vou certamente ver, e gostei muito de discutir consigo. Preserve-me essa sua estilística do século XVIII com muito cuidado...

cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel</p>
<p>Vá la comer </p>
<p>&#8220;qualquer coisa que a fomita já aperta. Queijo da cabra, polvinho assado, tintol apurado, uns canollis&#8230;&#8230;.&#8221; o resto não li!!!</p>
<p>Muito bom apetite, mas já agora uma pequena pergunta: cheira-me (estes computadores mac são fantásticos) a receita do James Olliver!? Não&#8230;</p>
<p>Desejo-lhe um bom fim de semana, obrigadinho pela dica para esta noite na BBC, vou certamente ver, e gostei muito de discutir consigo. Preserve-me essa sua estilística do século XVIII com muito cuidado&#8230;</p>
<p>cumprimentos</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14779</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 18:26:17 +0000</pubDate>
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		<description>já incorporou..

sorry: já incorporaram 

acabei de levar uma corrida da minha darling! Evitar girls da literatura a todo o custo!! São umas fundamentalistas! :) Estou quase a ter que jantar um burger. Bolas, que injustiça!! Não está certo. Diz que eu escrevo como um troglodita desastrado e que está farta de política e da monopolização do computador por yours truly. Está a precisar de uma fatwa! (não me chateies e vai para a cozinha eh eh eh eh e heh eh h e  JUST KIDDING!!! (senão a Fernanda, a Ana Matos Pires etc pregam-me um estalo feminista!)

ok. thats it for today..
have a kool ass weekend

Um tributo musical à interculturalidade judaica-islâmica (não sei se o termo interculturalidade existe. Os puristas que me perdoem)

Ofra Haza (música) e o poema de Shalom Shabazi

http://ruadajudiaria.com/?s=ofra+haza</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já incorporou..</p>
<p>sorry: já incorporaram </p>
<p>acabei de levar uma corrida da minha darling! Evitar girls da literatura a todo o custo!! São umas fundamentalistas! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Estou quase a ter que jantar um burger. Bolas, que injustiça!! Não está certo. Diz que eu escrevo como um troglodita desastrado e que está farta de política e da monopolização do computador por yours truly. Está a precisar de uma fatwa! (não me chateies e vai para a cozinha eh eh eh eh e heh eh h e  JUST KIDDING!!! (senão a Fernanda, a Ana Matos Pires etc pregam-me um estalo feminista!)</p>
<p>ok. thats it for today..<br />
have a kool ass weekend</p>
<p>Um tributo musical à interculturalidade judaica-islâmica (não sei se o termo interculturalidade existe. Os puristas que me perdoem)</p>
<p>Ofra Haza (música) e o poema de Shalom Shabazi</p>
<p><a href="http://ruadajudiaria.com/?s=ofra+haza" rel="nofollow">http://ruadajudiaria.com/?s=ofra+haza</a></p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14778</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 17:56:03 +0000</pubDate>
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		<description>Só mais uma coisita.

Afirmar que as inúmeras guerras dos Balcãs foram causadas pela ascensão demográfica dos muçulmanos é redutor, apesar de ser pertinente. E os nacionalismos? E a geo-política? E a desintegração caótica do estado Jugoslavo? Na Jugoslávia muçulmana existiram, e existem, muitos muçulmanos laicos e muitos marxistas. O presidente Bush é adorado na Albánia e no Kosovo! Segundo a BBC, nos últimos anos o nome mais usado em baptismos é o de George. Um enigma envolto num mistério, como diria Churchill??? 

Bom fim de semana para os famous five e para todos
 
Vou comer qualquer coisa que a fomita já aperta. Queijo da cabra, polvinho assado, tintol apurado, uns canollis recém chegados e olhar pausadamente para uma bela femma. eh ehe h e he h yummie :)

Cumps</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só mais uma coisita.</p>
<p>Afirmar que as inúmeras guerras dos Balcãs foram causadas pela ascensão demográfica dos muçulmanos é redutor, apesar de ser pertinente. E os nacionalismos? E a geo-política? E a desintegração caótica do estado Jugoslavo? Na Jugoslávia muçulmana existiram, e existem, muitos muçulmanos laicos e muitos marxistas. O presidente Bush é adorado na Albánia e no Kosovo! Segundo a BBC, nos últimos anos o nome mais usado em baptismos é o de George. Um enigma envolto num mistério, como diria Churchill??? </p>
<p>Bom fim de semana para os famous five e para todos</p>
<p>Vou comer qualquer coisa que a fomita já aperta. Queijo da cabra, polvinho assado, tintol apurado, uns canollis recém chegados e olhar pausadamente para uma bela femma. eh ehe h e he h yummie <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Cumps</p>
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	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14773</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 17:40:37 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Lidador,

&quot;não tenho dúvidas que a maioria dos muçulmanos é gente pacífica que quer apenas comer, dormir, foder e viver o melhor possível.&quot;

FODER, FODER! você também é um exagerado!!!! Querem dar uma fodinha...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lidador,</p>
<p>&#8220;não tenho dúvidas que a maioria dos muçulmanos é gente pacífica que quer apenas comer, dormir, foder e viver o melhor possível.&#8221;</p>
<p>FODER, FODER! você também é um exagerado!!!! Querem dar uma fodinha&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14770</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 17:20:19 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.danielpipes.org/article/4412


Caro Lidador

Os alemães foram mobilizados en masse no projecto nazi. Não é a mesma coisa. 

Dizer que os Coreanos do norte foram mobilizados é falso. O regime da coreia do norte oprime-os. São obrigados a comparecer nas marchas públicas etc.  

O Sr está a falar de uma ameaça cultural-demográfica. Eu não acredito que a cultura islâmica  seja, per si,  um perigo para a integridade, a pureza, do ocidente. Muito pelo contrário. Acredito que o pluralismo é a nossa maior conquista, uma conquista que reflecte, precisamente, os valores civilizacionais que o Sr tão obstinadamente pretende defender. É contraditório afirmar o contrário, a meu ver. 

Mais uma vez, a esquerda, na sua totalidade, não defende apenas o apaziguamento. Defende também outras políticas de justiça social que podem ajudar a combater o radicalismo, apesar de, como disse, não considerar que o radicalismo é causado, no sentido estrito, pelas condições sociais. Afinal acertei: leu Bat Ye`or e interiorizou o seu malfadado conceito de dhimmitude. Eu acredito que a esquerda está, presentemente, a libertar-se da sua miopia qt ao prob do radicalismo islâmico.

As medidas que o Sr propõe serviriam os propósitos dos radicais. A vasta maioria dos islâmicos Europeus ( e Americanos, que estão comparavelmente bem integrados no ethos democrático) já incorporou muitos dos valores constitutivos das democracias-liberais. Muitos participam politicamente em França e em outros países, exercendo a cidadania e enriquecendo culturalmente a Europa.  O islamismo ameaça-nos, é certo. Mas o islamismo não representa a totalidade do islão. É um aspecto do islão, tal como os movimentos de ext direita na europa, reflectem algumas das nossas ignóbeis tradições políticas. Eu sentir-me-ia insultado se um muçulmano afirmasse que as exts direitas europeias são os mais autênticos representantes da nossa cultura. Algumas práticas sociais do islão são condenáveis, sem dúvida. Uma coisa é rezar x vezes por dia e outra é emitir fatwas a ordenar o assassinato de pessoas que dizem o que pensam livremente.  Espero q tenha a sensatez de compreender o q eu estou a argumentar (não sei se estou a ser mt claro)   Concordo que é urgente conhecer quem são os nossos inimigos mas seria verdadeiramente trágico se confundíssemos  os nossos amigos, e potenciais aliados, com os nossos inimigos.  Não desejo isto nem desejo que os inocentes acabem por pagar a factura de uma minoria significativa de fanáticos. Eu sou um democrata liberal. Não sou um fanático e NUNCA , mas NUNCA mesmo, defenderei ou defenderia políticas que assentam em generalizações absurdas. Eu sei que o convívio  
é possível e, acima de tudo, desejável. Se visitar Brooklyn em Nova York poderá constatar isto. Em Londres também, apesar dos muitos fanáticos que por lá proferem as suas idiotices.  Esta tese, do ideólogo nazi carl schmitt, acerca da natureza da política (definir quem são amigos e inimigos), além de redutora, é absolutamente repugnante porque institui o conflito, o sofrimento, a opressão, como fait accompli essencial (premissa) e único da política. Foi por isso que o filho da puta do sr schmitt foi adorado pelo adolfo. Prefiro Hannah Arend, os Founding Fathers da républica Americana, ou Habermas, ou Aristotles, ou até Maquiavelli, a este senhor schmitt , como teóricos da natureza da política.  Se não conhece schmitt, peço-lhe desculpas mas informo-lhe acerca desta afinidade mórbida.

O que é que o Sr defende? A expulsão de 12 milhões de pessoas da Europa?? (porque, credo, estamos a ser engolidos pelos bébés islâmicos) Os islâmicos são menos de 10% da população europeia! Tenha calma. Não é o fim do mundo as we know it. Conheça islâmicos, fale com eles, e talvez perceberá que &quot;eles&quot; não são um bicho mau, pronto a devorar-nos. Possuem uma cultura fascinante. São hospitaleiros.(os moderados, que são a maioria) Os 12 milhões de islâmicos europeus são os embaixadores de todos nós no mundo islâmico. Eles serão, sempre, os melhores interlocutores da convivência liberal democrata. É isto que eu defendo. No que diz respeito aos radicais e terroristas, devidamente identificados pelos processos democraticamente instituídos, devem ser presos e severamente punidos. Muito severamente, SEM perverter os valores que o sr diz defender. É evidente que é muito muito mais difícil conseguir isto do q invocar a histeria e a paranóia. Mas vale a pena. A meu ver. Não gostaria de ter o sangue de inocentes nas minhas mãos. Já basta a insónia. Adoro dormir bem. 

Melhores cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.danielpipes.org/article/4412" rel="nofollow">http://www.danielpipes.org/article/4412</a></p>
<p>Caro Lidador</p>
<p>Os alemães foram mobilizados en masse no projecto nazi. Não é a mesma coisa. </p>
<p>Dizer que os Coreanos do norte foram mobilizados é falso. O regime da coreia do norte oprime-os. São obrigados a comparecer nas marchas públicas etc.  </p>
<p>O Sr está a falar de uma ameaça cultural-demográfica. Eu não acredito que a cultura islâmica  seja, per si,  um perigo para a integridade, a pureza, do ocidente. Muito pelo contrário. Acredito que o pluralismo é a nossa maior conquista, uma conquista que reflecte, precisamente, os valores civilizacionais que o Sr tão obstinadamente pretende defender. É contraditório afirmar o contrário, a meu ver. </p>
<p>Mais uma vez, a esquerda, na sua totalidade, não defende apenas o apaziguamento. Defende também outras políticas de justiça social que podem ajudar a combater o radicalismo, apesar de, como disse, não considerar que o radicalismo é causado, no sentido estrito, pelas condições sociais. Afinal acertei: leu Bat Ye`or e interiorizou o seu malfadado conceito de dhimmitude. Eu acredito que a esquerda está, presentemente, a libertar-se da sua miopia qt ao prob do radicalismo islâmico.</p>
<p>As medidas que o Sr propõe serviriam os propósitos dos radicais. A vasta maioria dos islâmicos Europeus ( e Americanos, que estão comparavelmente bem integrados no ethos democrático) já incorporou muitos dos valores constitutivos das democracias-liberais. Muitos participam politicamente em França e em outros países, exercendo a cidadania e enriquecendo culturalmente a Europa.  O islamismo ameaça-nos, é certo. Mas o islamismo não representa a totalidade do islão. É um aspecto do islão, tal como os movimentos de ext direita na europa, reflectem algumas das nossas ignóbeis tradições políticas. Eu sentir-me-ia insultado se um muçulmano afirmasse que as exts direitas europeias são os mais autênticos representantes da nossa cultura. Algumas práticas sociais do islão são condenáveis, sem dúvida. Uma coisa é rezar x vezes por dia e outra é emitir fatwas a ordenar o assassinato de pessoas que dizem o que pensam livremente.  Espero q tenha a sensatez de compreender o q eu estou a argumentar (não sei se estou a ser mt claro)   Concordo que é urgente conhecer quem são os nossos inimigos mas seria verdadeiramente trágico se confundíssemos  os nossos amigos, e potenciais aliados, com os nossos inimigos.  Não desejo isto nem desejo que os inocentes acabem por pagar a factura de uma minoria significativa de fanáticos. Eu sou um democrata liberal. Não sou um fanático e NUNCA , mas NUNCA mesmo, defenderei ou defenderia políticas que assentam em generalizações absurdas. Eu sei que o convívio<br />
é possível e, acima de tudo, desejável. Se visitar Brooklyn em Nova York poderá constatar isto. Em Londres também, apesar dos muitos fanáticos que por lá proferem as suas idiotices.  Esta tese, do ideólogo nazi carl schmitt, acerca da natureza da política (definir quem são amigos e inimigos), além de redutora, é absolutamente repugnante porque institui o conflito, o sofrimento, a opressão, como fait accompli essencial (premissa) e único da política. Foi por isso que o filho da puta do sr schmitt foi adorado pelo adolfo. Prefiro Hannah Arend, os Founding Fathers da républica Americana, ou Habermas, ou Aristotles, ou até Maquiavelli, a este senhor schmitt , como teóricos da natureza da política.  Se não conhece schmitt, peço-lhe desculpas mas informo-lhe acerca desta afinidade mórbida.</p>
<p>O que é que o Sr defende? A expulsão de 12 milhões de pessoas da Europa?? (porque, credo, estamos a ser engolidos pelos bébés islâmicos) Os islâmicos são menos de 10% da população europeia! Tenha calma. Não é o fim do mundo as we know it. Conheça islâmicos, fale com eles, e talvez perceberá que &#8220;eles&#8221; não são um bicho mau, pronto a devorar-nos. Possuem uma cultura fascinante. São hospitaleiros.(os moderados, que são a maioria) Os 12 milhões de islâmicos europeus são os embaixadores de todos nós no mundo islâmico. Eles serão, sempre, os melhores interlocutores da convivência liberal democrata. É isto que eu defendo. No que diz respeito aos radicais e terroristas, devidamente identificados pelos processos democraticamente instituídos, devem ser presos e severamente punidos. Muito severamente, SEM perverter os valores que o sr diz defender. É evidente que é muito muito mais difícil conseguir isto do q invocar a histeria e a paranóia. Mas vale a pena. A meu ver. Não gostaria de ter o sangue de inocentes nas minhas mãos. Já basta a insónia. Adoro dormir bem. </p>
<p>Melhores cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14760</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 16:07:45 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ezequiel, não tenho dúvidas que a maioria dos muçulmanos é gente pacífica que quer apenas comer, dormir, foder e viver o melhor possível.
Mas o mesmo se podia dizer dos alemães em 1939 e dos russos da guerra fria, e dos norte-coeranos que invadiram o sul, etc,etc.
Não é isso que está em causa...
Pouca gente  que tenha os olhos abertos tem hoje dúvidas acerca da ameaça que o islamismo representa para a Europa, não apenas na vertente instrumental do acto terrorista, mas sobretudo na ameaça existencial da subversão dos valores e da cavalgada demográfica.
Trata-se de uma ameaça extraordinária, que exige respostas extraordinárias e não a  suicida atitude de apaziguamento que a esquerda preconiza e que se traduz na rendição perante a ameaça, e na auto-censura, fazendo deslizar o continente para um estado geral de dhimmitude.

A esquerda não consegue de um modo geral livrar-se de uma identificação subliminar com os muçulmanos, a quem vê sob o prisma marxista, como “povos oprimidos” e recusa-se a encarar o problema em toda a sua dimensão.

Uma espreitadela à demografia da Bósnia, pode dar pistas.

Em meados da década de 70, os sérvios tinham passado de 44% para 30% e os muçulmanos de 25% para 45%.
No Kosovo ainda foi pior.
E assim que os muçulmanos ganharam a batalha demográfica, soltaram-se os demónios da guerra. Não sei se há relação, mas a correlação é iniludível, tal como o facto de a maioria dos conflitos do nosso tempo envolverem muçulmanos.
O que se passou nos Balcãs, está já a acontecer lentamente no coração da Europa.

O futuro não é auspicioso se a Europa se recusar a encarar o problema tal como ele é: o Islamismo ameaça-nos e a  melhor maneira de perder uma luta é  recusar que ela existe.

Na minha opinião, há que acabar com o multiculturalismo e o masoquismo cultural que lhe subjaz. Não temos de aceitar como válidas as práticas sociais do Islão e muito menos as ameaças e as fatwas que os mulahs declaram contra qualquer pessoa que “ofenda o Islão”.
Temos de limitar seriamente a imigração provinda de países muçulmanos e estimular a oriunda de outros espaços culturais (hindus, chineses, etc), com práticas sociais não agressoras.
Não podemos mais permitir a edificação de mesquitas na Europa com fundos vindos dos países muçulmanos e que funcionam hoje como postos de comando avançados da jihad contra o dar-al-harb.

Há que aplicar medidas duras às comunidades muçulmanas, restringindo a liberdade a quem quer que tenha viajado de e para países como o Paquistão e Arábia Saudita, e a quem adopte comportamentos públicos de desafio e ameaça.
Há que deportar todos aqueles que ataquem, por palavras e actos, os valores prevalecentes nas sociedades ocidentais.
Não é politicamente correcto escrever isto, mas temos de descriminar, até que doa de modo a que a comunidade islâmica se sinta pressionada a alterar comportamentos e a educar os filhos para viverem pacificamente nas sociedade hospedeiras, em vez de os mandar para as lavagens ao cérebro nas madrassas do país de origem.

Eles odeiam-nos porque somos “decadentes” e pela forma liberal como encaramos o sexo, o álcool, etc.
Nós temos de fazer com que o resultado desse ódio se volte contra eles.
Porque no fim de contas, qualquer sociedade que quer sobreviver tem de distinguir quem são os amigos e quem são os inimigos.
No fundo é sempre essa a questão essencial da Política.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel, não tenho dúvidas que a maioria dos muçulmanos é gente pacífica que quer apenas comer, dormir, foder e viver o melhor possível.<br />
Mas o mesmo se podia dizer dos alemães em 1939 e dos russos da guerra fria, e dos norte-coeranos que invadiram o sul, etc,etc.<br />
Não é isso que está em causa&#8230;<br />
Pouca gente  que tenha os olhos abertos tem hoje dúvidas acerca da ameaça que o islamismo representa para a Europa, não apenas na vertente instrumental do acto terrorista, mas sobretudo na ameaça existencial da subversão dos valores e da cavalgada demográfica.<br />
Trata-se de uma ameaça extraordinária, que exige respostas extraordinárias e não a  suicida atitude de apaziguamento que a esquerda preconiza e que se traduz na rendição perante a ameaça, e na auto-censura, fazendo deslizar o continente para um estado geral de dhimmitude.</p>
<p>A esquerda não consegue de um modo geral livrar-se de uma identificação subliminar com os muçulmanos, a quem vê sob o prisma marxista, como “povos oprimidos” e recusa-se a encarar o problema em toda a sua dimensão.</p>
<p>Uma espreitadela à demografia da Bósnia, pode dar pistas.</p>
<p>Em meados da década de 70, os sérvios tinham passado de 44% para 30% e os muçulmanos de 25% para 45%.<br />
No Kosovo ainda foi pior.<br />
E assim que os muçulmanos ganharam a batalha demográfica, soltaram-se os demónios da guerra. Não sei se há relação, mas a correlação é iniludível, tal como o facto de a maioria dos conflitos do nosso tempo envolverem muçulmanos.<br />
O que se passou nos Balcãs, está já a acontecer lentamente no coração da Europa.</p>
<p>O futuro não é auspicioso se a Europa se recusar a encarar o problema tal como ele é: o Islamismo ameaça-nos e a  melhor maneira de perder uma luta é  recusar que ela existe.</p>
<p>Na minha opinião, há que acabar com o multiculturalismo e o masoquismo cultural que lhe subjaz. Não temos de aceitar como válidas as práticas sociais do Islão e muito menos as ameaças e as fatwas que os mulahs declaram contra qualquer pessoa que “ofenda o Islão”.<br />
Temos de limitar seriamente a imigração provinda de países muçulmanos e estimular a oriunda de outros espaços culturais (hindus, chineses, etc), com práticas sociais não agressoras.<br />
Não podemos mais permitir a edificação de mesquitas na Europa com fundos vindos dos países muçulmanos e que funcionam hoje como postos de comando avançados da jihad contra o dar-al-harb.</p>
<p>Há que aplicar medidas duras às comunidades muçulmanas, restringindo a liberdade a quem quer que tenha viajado de e para países como o Paquistão e Arábia Saudita, e a quem adopte comportamentos públicos de desafio e ameaça.<br />
Há que deportar todos aqueles que ataquem, por palavras e actos, os valores prevalecentes nas sociedades ocidentais.<br />
Não é politicamente correcto escrever isto, mas temos de descriminar, até que doa de modo a que a comunidade islâmica se sinta pressionada a alterar comportamentos e a educar os filhos para viverem pacificamente nas sociedade hospedeiras, em vez de os mandar para as lavagens ao cérebro nas madrassas do país de origem.</p>
<p>Eles odeiam-nos porque somos “decadentes” e pela forma liberal como encaramos o sexo, o álcool, etc.<br />
Nós temos de fazer com que o resultado desse ódio se volte contra eles.<br />
Porque no fim de contas, qualquer sociedade que quer sobreviver tem de distinguir quem são os amigos e quem são os inimigos.<br />
No fundo é sempre essa a questão essencial da Política.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14757</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 15:51:16 +0000</pubDate>
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		<description>A não perder!! Hoje, na BBC (Our World, com a lindíssima e inteligentíssima Mishal Hussain :)  

Absolutamente fascinante!

Our world, 01:30 hrs (da matina, GMT) BBC World (p f confirmem a hora)

Imperdível! ( a questão das madrassas é abordada)   

http://www.bbcworld.com/Pages/ProgrammeFeature.aspx?id=106&amp;FeatureId=298</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A não perder!! Hoje, na BBC (Our World, com a lindíssima e inteligentíssima Mishal Hussain <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   </p>
<p>Absolutamente fascinante!</p>
<p>Our world, 01:30 hrs (da matina, GMT) BBC World (p f confirmem a hora)</p>
<p>Imperdível! ( a questão das madrassas é abordada)   </p>
<p><a href="http://www.bbcworld.com/Pages/ProgrammeFeature.aspx?id=106&#038;FeatureId=298" rel="nofollow">http://www.bbcworld.com/Pages/ProgrammeFeature.aspx?id=106&#038;FeatureId=298</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14742</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 13:58:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14742</guid>
		<description>Olhe compadre, está no papo, ganhamos todos. Como costumava dizer o meu compadre, o ti Manel, é uma ‘win-win situation’.

LOL LOL LOL :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhe compadre, está no papo, ganhamos todos. Como costumava dizer o meu compadre, o ti Manel, é uma ‘win-win situation’.</p>
<p>LOL LOL LOL <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14741</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 13:51:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14741</guid>
		<description>Caro C Rosa

É um bom artigo, sobretudo pq menciona-revela uma ligação-relação ou, vá lá, coabitação entre a ext esquerda e os islamitas. Poderia ter sido mais especifico, o sr Walberg, mas nem por isso deixa de ser um bom artigo. Não disse que o artigo era excelente. Tem um senão, mas nada de dramático. Concordo, como disse antes, com os seus principais argumentos. Existiu, e provavelmente continua a existir, uma certa empatia da ext esquerda pela&quot;luta das  massas oprimidas do mundo árabe. Nunca o neguei. E também concordo consigo quando diz que esta ext esq considera os sórdidos actos da al quaeda,do hezbollah e outros como actos de resistência(?!!). O nosso amigo Ajax confude as coisas. Não é a mesma coisa ser passado a ferro por um bulldozer em Gaza e fazer explodir bombas nas capitais europeias. Estas são pinceladas ainda maiores do que as suas. A ideologia da al quaeda (etc) não é essencialmente reactiva. É ACTIVA. Não emana das condições de desespero social do mundo muçulmano, embora estas mesmas condições sejam vitais para a &quot;corroboração&quot; de uma certa visão radical do mundo. É um fenómeno muito complexo, o da radicalização. Não existe um nexo determinista entre desespero social e radicalismo, mas existe uma simbiose perniciosa, mais difícil de compreender e discernir do que se pensa ( não sou eu que o digo: Kepel, Roy, Sivan, Piscatori, Esposito  e muitos outros estudiosos sérios do islão parecem concordar neste ponto)   O Job Cohen cai à mesquita porque já percebeu há muito que a vasta maioria dos muçulmanos apenas querem viver a sua vida em paz, praticar a sua religião sem a querer impor a ninguém. Existe da parte da ext direita islamofobica uma histeria injustificada, um medo de sermos de alguma forma submergidos num mar de muçulmanos. É um absurdo. E existe, na ext esquerda, uma histeria igualmente infundada no que diz respeito à pax americana, israel..e uma miopia constrangedora quanto à natureza do radicalismo islâmico que difere em alguns aspectos essenciais de outras ideologias totalitárias (apesar das semelhanças...enfim, esta merda é complicada!)... São uns pintores do caraças!!   NO entanto, é importante não confundir as criticas que os esquerdistas sensatos fazem às políticas, muitas delas estúpidas e perigosas,  dos EUA, Israel etc com uma DEFESA dos hezbollahs e al quaeda. Tem todo o direito de criticar os EUA, GB e Israel quando estes países erram. Vivem numa democracia e estão a criticar democracias. Mas eu nunca os confundi com simpatizantes de terroristas ou, pior, aliados de terroristas. (e houve por aqui berraria feia sobre israel há uns tempos etc)


A afirmação de P Pereira é absurda e indefensável. Crianças são crianças e ponto final. São todas iguais e todas igualmente inocentes sejam elas Palestinianas, Israelitas ou de Timbaktu.  


Parece-me que chegamos um consenso tácito e precário but a sort of consensus, 
nonetheless. Estou a gostar de conversar convosco. Muito interessante.

Melhores cumprimentos,
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro C Rosa</p>
<p>É um bom artigo, sobretudo pq menciona-revela uma ligação-relação ou, vá lá, coabitação entre a ext esquerda e os islamitas. Poderia ter sido mais especifico, o sr Walberg, mas nem por isso deixa de ser um bom artigo. Não disse que o artigo era excelente. Tem um senão, mas nada de dramático. Concordo, como disse antes, com os seus principais argumentos. Existiu, e provavelmente continua a existir, uma certa empatia da ext esquerda pela&#8221;luta das  massas oprimidas do mundo árabe. Nunca o neguei. E também concordo consigo quando diz que esta ext esq considera os sórdidos actos da al quaeda,do hezbollah e outros como actos de resistência(?!!). O nosso amigo Ajax confude as coisas. Não é a mesma coisa ser passado a ferro por um bulldozer em Gaza e fazer explodir bombas nas capitais europeias. Estas são pinceladas ainda maiores do que as suas. A ideologia da al quaeda (etc) não é essencialmente reactiva. É ACTIVA. Não emana das condições de desespero social do mundo muçulmano, embora estas mesmas condições sejam vitais para a &#8220;corroboração&#8221; de uma certa visão radical do mundo. É um fenómeno muito complexo, o da radicalização. Não existe um nexo determinista entre desespero social e radicalismo, mas existe uma simbiose perniciosa, mais difícil de compreender e discernir do que se pensa ( não sou eu que o digo: Kepel, Roy, Sivan, Piscatori, Esposito  e muitos outros estudiosos sérios do islão parecem concordar neste ponto)   O Job Cohen cai à mesquita porque já percebeu há muito que a vasta maioria dos muçulmanos apenas querem viver a sua vida em paz, praticar a sua religião sem a querer impor a ninguém. Existe da parte da ext direita islamofobica uma histeria injustificada, um medo de sermos de alguma forma submergidos num mar de muçulmanos. É um absurdo. E existe, na ext esquerda, uma histeria igualmente infundada no que diz respeito à pax americana, israel..e uma miopia constrangedora quanto à natureza do radicalismo islâmico que difere em alguns aspectos essenciais de outras ideologias totalitárias (apesar das semelhanças&#8230;enfim, esta merda é complicada!)&#8230; São uns pintores do caraças!!   NO entanto, é importante não confundir as criticas que os esquerdistas sensatos fazem às políticas, muitas delas estúpidas e perigosas,  dos EUA, Israel etc com uma DEFESA dos hezbollahs e al quaeda. Tem todo o direito de criticar os EUA, GB e Israel quando estes países erram. Vivem numa democracia e estão a criticar democracias. Mas eu nunca os confundi com simpatizantes de terroristas ou, pior, aliados de terroristas. (e houve por aqui berraria feia sobre israel há uns tempos etc)</p>
<p>A afirmação de P Pereira é absurda e indefensável. Crianças são crianças e ponto final. São todas iguais e todas igualmente inocentes sejam elas Palestinianas, Israelitas ou de Timbaktu.  </p>
<p>Parece-me que chegamos um consenso tácito e precário but a sort of consensus,<br />
nonetheless. Estou a gostar de conversar convosco. Muito interessante.</p>
<p>Melhores cumprimentos,<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14734</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 13:09:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14734</guid>
		<description>Caríssimo Ajax,

Uma coisa que eu noto, é que você, quando se refere a mim, fala geralmente numa espécie de plural majestático, ‘estes liberais’, ‘a vossa democracia’ etc. O que além de infantil revela um gosto piroso de boletim da Associação Portuguesa de Biribi les Alouettes, e dá a impressão que você tem medo de encarar as pessoas! Berra filho da puta, cabrão, mas ao longe!!! Porquê? Eu não lhe vou bater porra! A única arma que tenho é o teclado…

“ (…) quando as opiniões não lhes agradam, ameaçam com penas de prisão (…)”

Não entre em pânico homem! 
Estamos num país de brandos costumes, as prisões a abarrotar, os processos em atraso, a Fernanda Câncio vai certamente defendê-lo com unhas e dentes neste site, um bom advogado (certamente que o papá quer pagar as despesas), um juiz do Bloco de Esquerda e você só apanha 4 anos… E se se portar bem, ao fim de dois está outra vez cá fora a dizer asneiras (de esquerda) no CINCODIAS.

Lá está você e a sua iliteracia galopante! Quem lhe disse a si que a sua opinião não me agrada? Agrada pois, sobretudo quando você perde as estribeiras e se desmascara completamente, defendendo publicamente e sem coacção de seja quem for as ideias da Jihad, ou, como diria Theo van Gogh, você já faz parte da ‘quinta coluna dos enraba-cabras’…
Além disso, não ameacei com prisão. Não sou polícia! Apenas sugeri uma alternativa à sua ‘Vou sofrer o opróbrio da blogosfera’. 

“Este liberalismo tem as perninhas curtas, e quando é espicaçado, revela logo a palmatória do Dr. Salazar – há muitas Zezinhas por aí, e Zezinhos.”

É espicaçado como? 
É capaz de me explicar, com uma frase de 23 palavras que não quer dizer absolutamente nada! Alhos misturados com bugalhos! E mais uma vez dita aos berros e à distância: ‘este liberalismo…’. Ó homem espicace-me a mim, não o meu liberalismo, que não lhe fez mal nenhum…

“(…) estes são os discípulos do Dr. Pacheco Pereira (…)”

Eh pá, você é tão chato! Eu nem sei quem é o Pacheco Pereira e você quer à viva força que eu seja discípulo dele… 
Porque é que você insiste nessa de me arranjar Gurus que eu mal conheço? Porque não faz as coisas como devem ser? É verdade, dá um bocadinho mais de trabalho! (Não me diga que é alentejano, ‘just kidding’). Sublinha aquilo que eu digo e explica-me com calma, virado para mim e de cara levantada, que estou errado porque 2+2=4, e não 7. Eu e os outros postantes aprendemos alguma coisa e você aprende a disciplinar as suas ideias. Olhe compadre, está no papo, ganhamos todos. Como costumava dizer o meu compadre, o ti Manel, é uma ‘win-win situation’. 
Caríssimo, sempre às suas ordens.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Ajax,</p>
<p>Uma coisa que eu noto, é que você, quando se refere a mim, fala geralmente numa espécie de plural majestático, ‘estes liberais’, ‘a vossa democracia’ etc. O que além de infantil revela um gosto piroso de boletim da Associação Portuguesa de Biribi les Alouettes, e dá a impressão que você tem medo de encarar as pessoas! Berra filho da puta, cabrão, mas ao longe!!! Porquê? Eu não lhe vou bater porra! A única arma que tenho é o teclado…</p>
<p>“ (…) quando as opiniões não lhes agradam, ameaçam com penas de prisão (…)”</p>
<p>Não entre em pânico homem!<br />
Estamos num país de brandos costumes, as prisões a abarrotar, os processos em atraso, a Fernanda Câncio vai certamente defendê-lo com unhas e dentes neste site, um bom advogado (certamente que o papá quer pagar as despesas), um juiz do Bloco de Esquerda e você só apanha 4 anos… E se se portar bem, ao fim de dois está outra vez cá fora a dizer asneiras (de esquerda) no CINCODIAS.</p>
<p>Lá está você e a sua iliteracia galopante! Quem lhe disse a si que a sua opinião não me agrada? Agrada pois, sobretudo quando você perde as estribeiras e se desmascara completamente, defendendo publicamente e sem coacção de seja quem for as ideias da Jihad, ou, como diria Theo van Gogh, você já faz parte da ‘quinta coluna dos enraba-cabras’…<br />
Além disso, não ameacei com prisão. Não sou polícia! Apenas sugeri uma alternativa à sua ‘Vou sofrer o opróbrio da blogosfera’. </p>
<p>“Este liberalismo tem as perninhas curtas, e quando é espicaçado, revela logo a palmatória do Dr. Salazar – há muitas Zezinhas por aí, e Zezinhos.”</p>
<p>É espicaçado como?<br />
É capaz de me explicar, com uma frase de 23 palavras que não quer dizer absolutamente nada! Alhos misturados com bugalhos! E mais uma vez dita aos berros e à distância: ‘este liberalismo…’. Ó homem espicace-me a mim, não o meu liberalismo, que não lhe fez mal nenhum…</p>
<p>“(…) estes são os discípulos do Dr. Pacheco Pereira (…)”</p>
<p>Eh pá, você é tão chato! Eu nem sei quem é o Pacheco Pereira e você quer à viva força que eu seja discípulo dele…<br />
Porque é que você insiste nessa de me arranjar Gurus que eu mal conheço? Porque não faz as coisas como devem ser? É verdade, dá um bocadinho mais de trabalho! (Não me diga que é alentejano, ‘just kidding’). Sublinha aquilo que eu digo e explica-me com calma, virado para mim e de cara levantada, que estou errado porque 2+2=4, e não 7. Eu e os outros postantes aprendemos alguma coisa e você aprende a disciplinar as suas ideias. Olhe compadre, está no papo, ganhamos todos. Como costumava dizer o meu compadre, o ti Manel, é uma ‘win-win situation’.<br />
Caríssimo, sempre às suas ordens.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14718</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 10:21:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14718</guid>
		<description>Fico espantado com estes liberais de urinol que vêm para aqui encher a boca com liberdade e democracia, e depois, quando as opiniões não lhes agradam, ameaçam com penas de prisão (por que razão? Incitamente ao ódio? E de que espécie?). Este liberalismo tem as perninhas curtas, e quando é espicaçado, revela logo a palmatória do Dr. Salazar – há muitas Zezinhas por aí, e Zezinhos. 
Mas estes são os discípulos do Dr. Pacheco Pereira, que uma vez escreveu que valorizava mais a morte das crianças israelitas do que das palestinianas. E porquê? Porque as israelitas nasceram numa democracia. Estamos conversados, não estamos. Estes só nos podem merecer asco. 
E ao p.porto, relativamente a outro post, não se trata de um alambique a verter ódio contra PPereira; trata-se de ter vergonha na cara quando se distorce e mente deliberadamente. Se as regras da democracia não servirem para poder dizer isto, então não servem para nada. A vossa democracia só fica toda contentinha quando se amassam os ecologistas, chamando-lhes eco-terroristas; ou quando se vomita islamofobia, sem sequer disfarçar, ou quando se corre com os chineses da Baixa. Esta é a vossa democracia; não é a minha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico espantado com estes liberais de urinol que vêm para aqui encher a boca com liberdade e democracia, e depois, quando as opiniões não lhes agradam, ameaçam com penas de prisão (por que razão? Incitamente ao ódio? E de que espécie?). Este liberalismo tem as perninhas curtas, e quando é espicaçado, revela logo a palmatória do Dr. Salazar – há muitas Zezinhas por aí, e Zezinhos.<br />
Mas estes são os discípulos do Dr. Pacheco Pereira, que uma vez escreveu que valorizava mais a morte das crianças israelitas do que das palestinianas. E porquê? Porque as israelitas nasceram numa democracia. Estamos conversados, não estamos. Estes só nos podem merecer asco.<br />
E ao p.porto, relativamente a outro post, não se trata de um alambique a verter ódio contra PPereira; trata-se de ter vergonha na cara quando se distorce e mente deliberadamente. Se as regras da democracia não servirem para poder dizer isto, então não servem para nada. A vossa democracia só fica toda contentinha quando se amassam os ecologistas, chamando-lhes eco-terroristas; ou quando se vomita islamofobia, sem sequer disfarçar, ou quando se corre com os chineses da Baixa. Esta é a vossa democracia; não é a minha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14677</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 01:44:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14677</guid>
		<description>Caro Ezequiel,

Nada de substancial, apenas os pontos nos ‘is’ – nos seus e nos meus…

Você ontem precisamente às 22:29 diz:

“….quando se cita uma fonte falaciosa ou mal informada (no artigo, se bem me lembro, o Sr Eric Walberg não diz quem foram os antiglobs presentes na tal conferência) ou quando não nos preocupamos em avaliar criticamente a informação que usamos, isto não contribui para a credibilidade da pessoa que argumenta…”

Tem toda a razão. Ao citar estou a comprometer-me. Minha mea culpa. Mas apesar de eu ser do tipo alma-crente-povo-rude, espero que doravante você acredite que eu seja minimamente capaz de enxergar nuances, de não meter todos os esquerdistas ou anti-globalistas na mesma panela. Nem acuso ninguém (sem provas) de Hezbollah…
Mas o curioso é que no mesmo dia, e precisamente oito horas e três minutos antes (às 14:26) você diz:

“Já li o artigo do Eric Walberg.
É um bom artigo, a meu ver. Mas nada de fundamentalmente novo.”

Neste caso dou-lhe o prémio da perspicácia e da estilística, mas não lhe posso dar o da consistência…

Entre os dois posts acima, precisamente às 22:20 você afirma:

[“Não confunda a propensão pacifista da esquerda e o seu bem amado e ingénuo fetishe com o “dialogo” com um “entendimento estratégico.” (um entendimento estratégico* pressupõe uma concordância normativa substantiva, coisa que sei que não existe) Já ouviu membros do Bloco de esquerda a defender a sharia ou o estabelecimento de um califato global???? P f, tenha santa paciencia! Não confunda oportunismo político com as “irmandades religiosas.” Eu já conheci muitos comunistas e bloquistas novos que não consideram o fidel, ou mao, ou lenine, ou estaline, os seus iluminados.]

Não confundo coisa nenhuma porque sei bem que há uma esquerda democrática e liberal, cheia de boa vontade, propensa ao diálogo até ao absurdo. O exemplo máximo disto cá na praça é o Presidente da Câmara de Amesterdão, Job Cohen (social-democrata). Que de cada vez que há problemas graves relacionado com muçulmanos vai beber chá de hortelã à mesquita e deitar água na fervura quanto baste. 
Mas eu refiro-me a outra esquerda, à extrema-esquerda. Você claro que quer nomes: Internationale Socialisten. Ora estes rapazes, apesar das diferenças culturais e de serem completamente indiferentes à sharia e ao estabelecimento do califado, como você diz e muito bem, constituem ‘coligações pontuais’ (evito estrategicamente a palavra estratégia para não criar um conflito semântico) com os Mojahedeen. Uma lista eleitoral conjunta ‘pressupõe uma concordância normativa substancial’, penso eu de que! Além disso, quando tiver tempo, dê uma olhadela no site dos rapazes e vai ver que os atentados diários à bomba no Iraque, perpetuados pela Al Qaida, são considerados actos de RESISTÊNCIA!!! Aliás, o nosso amigo Ajax disse ontem às 14:21 por outras palavras a mesmíssima coisa: 

“Vou sofrer o opróbrio da blogosfera, mas para mim não é radicalmente diferente levar com bombas em Bagdad ou ser passado a ferro por um buldozer em Gaza, do que fazer explodir bombas no centro das capitais europeias. Não vejo fanatismo, vejo guerra por outros meios.”

Opróbrio não direi, mas pelo menos 10 anos de cadeia…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,</p>
<p>Nada de substancial, apenas os pontos nos ‘is’ – nos seus e nos meus…</p>
<p>Você ontem precisamente às 22:29 diz:</p>
<p>“….quando se cita uma fonte falaciosa ou mal informada (no artigo, se bem me lembro, o Sr Eric Walberg não diz quem foram os antiglobs presentes na tal conferência) ou quando não nos preocupamos em avaliar criticamente a informação que usamos, isto não contribui para a credibilidade da pessoa que argumenta…”</p>
<p>Tem toda a razão. Ao citar estou a comprometer-me. Minha mea culpa. Mas apesar de eu ser do tipo alma-crente-povo-rude, espero que doravante você acredite que eu seja minimamente capaz de enxergar nuances, de não meter todos os esquerdistas ou anti-globalistas na mesma panela. Nem acuso ninguém (sem provas) de Hezbollah…<br />
Mas o curioso é que no mesmo dia, e precisamente oito horas e três minutos antes (às 14:26) você diz:</p>
<p>“Já li o artigo do Eric Walberg.<br />
É um bom artigo, a meu ver. Mas nada de fundamentalmente novo.”</p>
<p>Neste caso dou-lhe o prémio da perspicácia e da estilística, mas não lhe posso dar o da consistência…</p>
<p>Entre os dois posts acima, precisamente às 22:20 você afirma:</p>
<p>[“Não confunda a propensão pacifista da esquerda e o seu bem amado e ingénuo fetishe com o “dialogo” com um “entendimento estratégico.” (um entendimento estratégico* pressupõe uma concordância normativa substantiva, coisa que sei que não existe) Já ouviu membros do Bloco de esquerda a defender a sharia ou o estabelecimento de um califato global???? P f, tenha santa paciencia! Não confunda oportunismo político com as “irmandades religiosas.” Eu já conheci muitos comunistas e bloquistas novos que não consideram o fidel, ou mao, ou lenine, ou estaline, os seus iluminados.]</p>
<p>Não confundo coisa nenhuma porque sei bem que há uma esquerda democrática e liberal, cheia de boa vontade, propensa ao diálogo até ao absurdo. O exemplo máximo disto cá na praça é o Presidente da Câmara de Amesterdão, Job Cohen (social-democrata). Que de cada vez que há problemas graves relacionado com muçulmanos vai beber chá de hortelã à mesquita e deitar água na fervura quanto baste.<br />
Mas eu refiro-me a outra esquerda, à extrema-esquerda. Você claro que quer nomes: Internationale Socialisten. Ora estes rapazes, apesar das diferenças culturais e de serem completamente indiferentes à sharia e ao estabelecimento do califado, como você diz e muito bem, constituem ‘coligações pontuais’ (evito estrategicamente a palavra estratégia para não criar um conflito semântico) com os Mojahedeen. Uma lista eleitoral conjunta ‘pressupõe uma concordância normativa substancial’, penso eu de que! Além disso, quando tiver tempo, dê uma olhadela no site dos rapazes e vai ver que os atentados diários à bomba no Iraque, perpetuados pela Al Qaida, são considerados actos de RESISTÊNCIA!!! Aliás, o nosso amigo Ajax disse ontem às 14:21 por outras palavras a mesmíssima coisa: </p>
<p>“Vou sofrer o opróbrio da blogosfera, mas para mim não é radicalmente diferente levar com bombas em Bagdad ou ser passado a ferro por um buldozer em Gaza, do que fazer explodir bombas no centro das capitais europeias. Não vejo fanatismo, vejo guerra por outros meios.”</p>
<p>Opróbrio não direi, mas pelo menos 10 anos de cadeia…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14658</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 19:51:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14658</guid>
		<description>Desculpas! 

Só vim  aqui deixar isto que me parece interessante. Lamento mas estou a trabalhar. 

Melhores cumprimentos para todos.

Regresso mais tarde, lá para as late hours da matina.

Espero que isto Vos interesse. Vale a pena ler este Oxfordiano. Honesto, lúcido e sagaz.

Abraços,

ezequiel

http://rand.org/pubs/papers/2007/P7834.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpas! </p>
<p>Só vim  aqui deixar isto que me parece interessante. Lamento mas estou a trabalhar. </p>
<p>Melhores cumprimentos para todos.</p>
<p>Regresso mais tarde, lá para as late hours da matina.</p>
<p>Espero que isto Vos interesse. Vale a pena ler este Oxfordiano. Honesto, lúcido e sagaz.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>ezequiel</p>
<p><a href="http://rand.org/pubs/papers/2007/P7834.pdf" rel="nofollow">http://rand.org/pubs/papers/2007/P7834.pdf</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14656</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 19:36:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14656</guid>
		<description>Ó Ezequiel, não estarás enganado no alvo? É que nem sei a que te referes, porque não tem nada a ver com o que eu disse - a menos que haja dois ajax e eu não me tenha apercebido. 

Mas olhe que essa da vesguice se calhar aplica-se-lhe. Leia por favor o meu comentário outra vez, ou não, deixe é de confundir-me com o outro, chiça. 

Quanto a questões substantivas como disse atrás só discordo de si em questões de pormenor; exceptuando, obviamente, essa sua tendência para trocar identidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Ezequiel, não estarás enganado no alvo? É que nem sei a que te referes, porque não tem nada a ver com o que eu disse &#8211; a menos que haja dois ajax e eu não me tenha apercebido. </p>
<p>Mas olhe que essa da vesguice se calhar aplica-se-lhe. Leia por favor o meu comentário outra vez, ou não, deixe é de confundir-me com o outro, chiça. </p>
<p>Quanto a questões substantivas como disse atrás só discordo de si em questões de pormenor; exceptuando, obviamente, essa sua tendência para trocar identidades.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14654</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 19:06:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14654</guid>
		<description>Caro Ajax

participe no pew news iq quiz e perceberá o prob a que me refiro. O format é mt parecido com o utilizado nas &quot;pesquisas&quot; da pew. Um fanático islâmico, que tenciona usar meios democráticos para ascender ao poder, poderá afirmar que acredita na democracia e constar como um democrata nas pesquisas da pew. Poderia citar outras &quot;distorções&quot; quantitativas. Prefiro o good old metodo qualitativo. Além disso, são muito poucos os muçulmanos que, estejam onde estiverem no médio oriente, dizem abertamente o que pensam sobre política. Não tem nada q ver com mensagem e mensageiro. Tem q ver apenas com metodologia interpretativa ou analítica. É um método superficial. 

A radicalização não é levada a cabo pela comunidade islâmica mais ampla. Pensar o contrário é uma distorção perniciosa que em muito se assemelha às divagações imbecis de galloway.  A comunidade islâmica mais ampla preocupa-se com coisas mais mundanas, como a educação dos seus filhos, as contas da luz e da água, e o fornecimento das mercearia.  Leia Kepel ou, melhor ainda, leia Marc Sageman.

Eu fumo mas percebo pouco de tabaco e ainda menos de salsichas. A lógica do consumo da salsicha e do tabaco e o radicalismo islâmico. Um bom titulo para o seu próximo livro.

São poucas as culturas e sociedades onde nunca existiram terroristas: hindu, judaica (zealots), ocidente, áfrica, ásia. Não é uma enfermidade sui generis. E isto, meu caro, é um facto histórico. 

As doutrinas são deterministas de formas radicalmente diferentes. Quando se promete a terra e a coisa não se concretiza dá-se uma crise existencial, uma ruptura no sistema de crenças e motivações. O marxismo é vulnerável à falsificação empírica. O totalitarismo teocrático não o é porque a validação não é empirica, mundana, mas transcendental.  É muito mais perigoso por esta razão. O sr teima em pincelar tudo da mesma côr. ok. Não vê muitas diferenças entre céu e terra. Bem, ás tantas o sr é capaz de voar. 

Ignora, convenientemente, o facto muito relevante e informativo de serem os muçulmanos a sofrer mais com o terrorismo. Isto revela uma fissura profunda NO SEIO das comunidades islâmicas.  Não pondera. Interessa-lhe apenas a generalização. 

Leon Blum nunca estudou o islamismo e a analogia de Hitler-Estaline de pouco serve. Penso que o oportunismo geo-estratégico deste rapprochement entre totalitários europeus nada tem que ver com o assunto que estamos a discutir. Não misture alhos com bogalhos.

Penso que já expliquei porque é que considero o assunto interessante. Seria excessivo continuar a bater na mesma tecla. 

Algumas mesquitas tem funcionado como HQ´s de fanáticos. Mais uma vez...TODAS as mesquitas...ena, miopia!! Se todas as mesquitas fossem viveiros de terroristas, a situação seria deveras calamitosa. Simple logic! Não, não está a ser islamofobo. Está a ser algo bastante mais simples: Vesgo. 

Na GB, por exemplo, quem são os  outros Galloways??? oops, vai ter algumas dificuldades em encontrar mais uns espécimens desta ave rara. 


Concordo com Rawls apesar de não compreender bem a forma como o Sr explica o seu principio de tolerância. Parece-me uma adaptação oportunista.  

E dou por finda a minha contribuição. got to do some work.

arrivederci</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ajax</p>
<p>participe no pew news iq quiz e perceberá o prob a que me refiro. O format é mt parecido com o utilizado nas &#8220;pesquisas&#8221; da pew. Um fanático islâmico, que tenciona usar meios democráticos para ascender ao poder, poderá afirmar que acredita na democracia e constar como um democrata nas pesquisas da pew. Poderia citar outras &#8220;distorções&#8221; quantitativas. Prefiro o good old metodo qualitativo. Além disso, são muito poucos os muçulmanos que, estejam onde estiverem no médio oriente, dizem abertamente o que pensam sobre política. Não tem nada q ver com mensagem e mensageiro. Tem q ver apenas com metodologia interpretativa ou analítica. É um método superficial. </p>
<p>A radicalização não é levada a cabo pela comunidade islâmica mais ampla. Pensar o contrário é uma distorção perniciosa que em muito se assemelha às divagações imbecis de galloway.  A comunidade islâmica mais ampla preocupa-se com coisas mais mundanas, como a educação dos seus filhos, as contas da luz e da água, e o fornecimento das mercearia.  Leia Kepel ou, melhor ainda, leia Marc Sageman.</p>
<p>Eu fumo mas percebo pouco de tabaco e ainda menos de salsichas. A lógica do consumo da salsicha e do tabaco e o radicalismo islâmico. Um bom titulo para o seu próximo livro.</p>
<p>São poucas as culturas e sociedades onde nunca existiram terroristas: hindu, judaica (zealots), ocidente, áfrica, ásia. Não é uma enfermidade sui generis. E isto, meu caro, é um facto histórico. </p>
<p>As doutrinas são deterministas de formas radicalmente diferentes. Quando se promete a terra e a coisa não se concretiza dá-se uma crise existencial, uma ruptura no sistema de crenças e motivações. O marxismo é vulnerável à falsificação empírica. O totalitarismo teocrático não o é porque a validação não é empirica, mundana, mas transcendental.  É muito mais perigoso por esta razão. O sr teima em pincelar tudo da mesma côr. ok. Não vê muitas diferenças entre céu e terra. Bem, ás tantas o sr é capaz de voar. </p>
<p>Ignora, convenientemente, o facto muito relevante e informativo de serem os muçulmanos a sofrer mais com o terrorismo. Isto revela uma fissura profunda NO SEIO das comunidades islâmicas.  Não pondera. Interessa-lhe apenas a generalização. </p>
<p>Leon Blum nunca estudou o islamismo e a analogia de Hitler-Estaline de pouco serve. Penso que o oportunismo geo-estratégico deste rapprochement entre totalitários europeus nada tem que ver com o assunto que estamos a discutir. Não misture alhos com bogalhos.</p>
<p>Penso que já expliquei porque é que considero o assunto interessante. Seria excessivo continuar a bater na mesma tecla. </p>
<p>Algumas mesquitas tem funcionado como HQ´s de fanáticos. Mais uma vez&#8230;TODAS as mesquitas&#8230;ena, miopia!! Se todas as mesquitas fossem viveiros de terroristas, a situação seria deveras calamitosa. Simple logic! Não, não está a ser islamofobo. Está a ser algo bastante mais simples: Vesgo. </p>
<p>Na GB, por exemplo, quem são os  outros Galloways??? oops, vai ter algumas dificuldades em encontrar mais uns espécimens desta ave rara. </p>
<p>Concordo com Rawls apesar de não compreender bem a forma como o Sr explica o seu principio de tolerância. Parece-me uma adaptação oportunista.  </p>
<p>E dou por finda a minha contribuição. got to do some work.</p>
<p>arrivederci</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14653</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 18:51:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14653</guid>
		<description>Caro Ezequiel,

Não deixo nada as questões de estilo de lado, veja isto com uma refrescante pausa nesta nossa pesadíssima polémica islamo-marxista. 

Como é que você sai de Portugal com 17 aninhos e consegue conservar, sem ofensa, esse estilo muito português, muito requintado de antes das Conferências do Casino? É obra… O estrangeiro não penetrou nos seus poros, nem um bocadinho. O que demonstra uma forte personalidade, ou uma esmerada educação, ou as duas coisas. Você não me parece ser daqueles que depois de uma estadia de três meses no Brasil, volta com um Sotáááquizinho Cáárrrioca, qui já fáála di garrrçon francêsss di champignon, di bolo inglêsss.
Olhe, eu saí de Portugal com um ano mais do que você e a única coisa que me ficou agarrada à pele, para mal dos meus pecados, foi o meu horrível sotaque do Porto. Num há maneira de me ber libre desta contaminaçóun, por mais boltas que eu dê à circunbalaçóun, bou sempre parar a Santo Obídio caralho…   

“Pior ainda! Antes de continuar, gostaria de pedir-lhe que me explicasse o que entende por “entendimento estratégico.”

Vou fazer um esforço. Juntos resolvemos fazer uma curta paragem na estrada entre Gondomar e Rio Tinto para comer umas sardinhas assadas. O restaurante tem uma fantástica panorâmica sobre o Douro. Como de costume os restaurantes do Norte servem demasiadas sardinhas per capita – mais de quatro sardinhas fico farto. Você, por sua vez, não gosta de broa de Avintes nem de vinho verde tinto (do pipo)!!! Na minha MODESTA opinião produtos inseparáveis de uma boa sardinhada – para mim é mesmo condicio sine qua non para comer sardinha assada.
Neste caso, vamos ter que nos socorrer de um ‘entendimento estratégico’. Saco quatro sardinhas da travessa, devolvo-lhe as oito restantes, você encomenda uma salada mista e papos secos para acompanhar as mesmas, e, demonstrando um gosto requintado (não esperava outra coisa de si), aproveita para pedir ao empregado uma garrafa de verde branco: ‘Alvarinho… e fresquinha se fizesse o favor’. O empregado vira-se e responde-lhe no tal sotaque de que eu nunca mais me livro:
‘Ó chefe, bocê tá cum azar caralho, Albarinho fresquinho? Bai no Batalha, num temos! O pessoal cá acha isso muito caro, bai ter que bober Casal Garcia…’

Como fui eu que imaginei esta história do ‘entendimento estratégico’, fiquei ligeiramente beneficiado. Mas quem parte e reparte e fica com a pior parte, ou é burro ou não tem arte. Por outro lado, você comeu mais quatro sardinhas do que eu…

Moral da história: O que se leva desta vida é o que come, o que se bebe e o que se ai ai… Mas como convencer os nossos irmãos muçulmanos desta verdade tão simples se nem o Ajax ajuda à missa?

Allah u akbar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,</p>
<p>Não deixo nada as questões de estilo de lado, veja isto com uma refrescante pausa nesta nossa pesadíssima polémica islamo-marxista. </p>
<p>Como é que você sai de Portugal com 17 aninhos e consegue conservar, sem ofensa, esse estilo muito português, muito requintado de antes das Conferências do Casino? É obra… O estrangeiro não penetrou nos seus poros, nem um bocadinho. O que demonstra uma forte personalidade, ou uma esmerada educação, ou as duas coisas. Você não me parece ser daqueles que depois de uma estadia de três meses no Brasil, volta com um Sotáááquizinho Cáárrrioca, qui já fáála di garrrçon francêsss di champignon, di bolo inglêsss.<br />
Olhe, eu saí de Portugal com um ano mais do que você e a única coisa que me ficou agarrada à pele, para mal dos meus pecados, foi o meu horrível sotaque do Porto. Num há maneira de me ber libre desta contaminaçóun, por mais boltas que eu dê à circunbalaçóun, bou sempre parar a Santo Obídio caralho…   </p>
<p>“Pior ainda! Antes de continuar, gostaria de pedir-lhe que me explicasse o que entende por “entendimento estratégico.”</p>
<p>Vou fazer um esforço. Juntos resolvemos fazer uma curta paragem na estrada entre Gondomar e Rio Tinto para comer umas sardinhas assadas. O restaurante tem uma fantástica panorâmica sobre o Douro. Como de costume os restaurantes do Norte servem demasiadas sardinhas per capita – mais de quatro sardinhas fico farto. Você, por sua vez, não gosta de broa de Avintes nem de vinho verde tinto (do pipo)!!! Na minha MODESTA opinião produtos inseparáveis de uma boa sardinhada – para mim é mesmo condicio sine qua non para comer sardinha assada.<br />
Neste caso, vamos ter que nos socorrer de um ‘entendimento estratégico’. Saco quatro sardinhas da travessa, devolvo-lhe as oito restantes, você encomenda uma salada mista e papos secos para acompanhar as mesmas, e, demonstrando um gosto requintado (não esperava outra coisa de si), aproveita para pedir ao empregado uma garrafa de verde branco: ‘Alvarinho… e fresquinha se fizesse o favor’. O empregado vira-se e responde-lhe no tal sotaque de que eu nunca mais me livro:<br />
‘Ó chefe, bocê tá cum azar caralho, Albarinho fresquinho? Bai no Batalha, num temos! O pessoal cá acha isso muito caro, bai ter que bober Casal Garcia…’</p>
<p>Como fui eu que imaginei esta história do ‘entendimento estratégico’, fiquei ligeiramente beneficiado. Mas quem parte e reparte e fica com a pior parte, ou é burro ou não tem arte. Por outro lado, você comeu mais quatro sardinhas do que eu…</p>
<p>Moral da história: O que se leva desta vida é o que come, o que se bebe e o que se ai ai… Mas como convencer os nossos irmãos muçulmanos desta verdade tão simples se nem o Ajax ajuda à missa?</p>
<p>Allah u akbar!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14633</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 15:30:04 +0000</pubDate>
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		<description>Para o Lidador. 
Não vejo onde é que eu disse que &quot;não há categorias morais&quot;. Disse que elas são enviesadoras, sobretudo quando encerradas neste binómio simplista. 
Quanto ao matar inocentes deliberadamente ou tendo em vista um objectivo moral, acho que deve perguntar aos próprios. Algo me diz, que para além de suposições metafísicas, tanto se lhes daria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o Lidador.<br />
Não vejo onde é que eu disse que &#8220;não há categorias morais&#8221;. Disse que elas são enviesadoras, sobretudo quando encerradas neste binómio simplista.<br />
Quanto ao matar inocentes deliberadamente ou tendo em vista um objectivo moral, acho que deve perguntar aos próprios. Algo me diz, que para além de suposições metafísicas, tanto se lhes daria.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-2/#comment-14620</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 14:14:45 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto a Edward Said, a força dos seus argumentos ficou provada no momento em que achou importante apedrejar judeus.
Um árabe que negou as suas origens, que bebeu a sua cultura no Ocidente  que tudo lhe deu e que acabou, como bom esquerdista, a atacar o edifício moral, cultural e intelectual que lhe permitiu ser um homem  livre.

Não há categorias morais, diz o Ajax.
Talvez para quem vive na estratosfera.
Porém, quem  habita a realidade, sabe que há uma diferença entre matar  deliberadamente inocentes  como fim em si,  e matar inocentes tendo em vista um objectivo moral.

Quando os Aliados destruiram Dresden, foi uma acção moralmente condenável, mas o objectivo não era matar alemães porque sim.
Quando Hitler ordenou a solução final, o objectivo era mesmo esse: matar os judeus.
Há aqui diferenças morais significativas e a incapacidade de determinados cromos para as perceber, diz-nos tudo desta amálgama triste que polui o ambiente cultural europeu.
Lenine chamava-lhe &quot;idiotas úteis&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto a Edward Said, a força dos seus argumentos ficou provada no momento em que achou importante apedrejar judeus.<br />
Um árabe que negou as suas origens, que bebeu a sua cultura no Ocidente  que tudo lhe deu e que acabou, como bom esquerdista, a atacar o edifício moral, cultural e intelectual que lhe permitiu ser um homem  livre.</p>
<p>Não há categorias morais, diz o Ajax.<br />
Talvez para quem vive na estratosfera.<br />
Porém, quem  habita a realidade, sabe que há uma diferença entre matar  deliberadamente inocentes  como fim em si,  e matar inocentes tendo em vista um objectivo moral.</p>
<p>Quando os Aliados destruiram Dresden, foi uma acção moralmente condenável, mas o objectivo não era matar alemães porque sim.<br />
Quando Hitler ordenou a solução final, o objectivo era mesmo esse: matar os judeus.<br />
Há aqui diferenças morais significativas e a incapacidade de determinados cromos para as perceber, diz-nos tudo desta amálgama triste que polui o ambiente cultural europeu.<br />
Lenine chamava-lhe &#8220;idiotas úteis&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14618</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 14:08:11 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimo Ajax,

Você continua a não ler com a devida atenção os comentários dos outros, o que é primordial quando uma pessoa se mete nestas barafundas! Você sofre de iliteracia: reconhece o valor das letras, escreve admiravelmente bem, sobretudo tendo em conta a sua iliteracia galopante, mas não entende o que lê, e depois é a desgraça que se vê - tira ilações completamente surrealistas…

“Vejo que não negou a segunda implicação: a de que seria do CDS-PP. (…)”

Ó homem, eu não falei em CDS-PP nenhum, muito menos em possíveis implicações! Pela simples razão, que nem faço a mínima ideia o que é que a sigla CDS-PP significa… Creio, mas não tenho a certeza, que é dirigido por um tal Paulo Portas - ouvi-o uma vez falar na TV durante a escolha do MAIOR PORTUGUÊS. Lembre-se que é tecnicamente possível escrever na língua de Camões e não viver (fisicamente) num inferno à beira-mar plantado a que se dá o nome de Portugal. (Ui, lá vai o meu patriotismo bafiento e atávico para o maneta)

“CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block”

Sim? E depois, o que é que isto quer dizer? Que todos os partidos políticos da Europa inteira, à direita do Bloco de Esquerda, são neo-nazis? (O curioso é que quando eu tinha 17 anos também dizia destas. Bem dizia a minha mãe: tudo se paga neste vida!) Mas não acredito que você tenha esta idade. De qualquer maneira, não lhe decorre da caixa dos pirolitos que os tipos do CDS-PP, no seguimento do seu pensamento, possam dizer a mesmíssima asneira, ou seja: que não há diferença nenhuma entre o Pol Pot e o Francisco Lousã!!! Mas como o Paulo Portas é um bocadinho mais inteligente do que você, nunca dirá (que eu saiba!) destas alarvidades..

“CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block. É claro com Pym Fortuin, mas suponho que este seja mais complicado devido à sua orientação sexual.”

Esta é de palmatória! Aliás, o Pim Fortuyn, que não era nada complicado, é que lhe daria com a palmatória com muito gosto, se estivesse vivo, você lavadinho e todo nu, ah, e se você tivesse apenas 17 primaveras claro… Você, sonhando com as palmadinhas do Pim, abre uma excepçãozinha para ele. Mas só para ele, with love… E isto porquê? 
“devido à sua orientação sexual”, como você, puritano, eufemisticamente afirma. Aqui temos um exemplo evidente do tipo de detorpações que o pensamento binário da esquerda-tradicional-moralista provoca em filhos de muita boa gente.

Amigo Ajax, mais uma vez, olhe que é tecnicamente possível ter uma orientação sexual divergente e ser neocon, padre, árbitro de futebol, fuzileiro naval, neo-nazi, enfermeiro, educador-da-classe-operária, locutor de televisão e mesmo, porque não, blogueiro profissional.

“Por isso convocou a deputada Somali, que como você bem sabe, tinha um passaporte falso e andava a fazer favores aos ultra-conservadores holandeses a fazer-se passar por uma renegada das minorias.”

‘Como você sabe’, isso diz você! Mas eu só sei que as suas afirmações apenas provocam mais perguntas. 
Quem convocou a deputada Somali? 
Eu ou o Pim Fortuyn?
Tinha um passaporte falso! Onde é que você foi arranjar essa? 
Andava a fazer favores aos ultra-conservadores!
Que tipo de favores? Tem isto, como no caso Pim Fortuyn, algo a ver com sexo? 
Sou todo ouvidos…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Ajax,</p>
<p>Você continua a não ler com a devida atenção os comentários dos outros, o que é primordial quando uma pessoa se mete nestas barafundas! Você sofre de iliteracia: reconhece o valor das letras, escreve admiravelmente bem, sobretudo tendo em conta a sua iliteracia galopante, mas não entende o que lê, e depois é a desgraça que se vê &#8211; tira ilações completamente surrealistas…</p>
<p>“Vejo que não negou a segunda implicação: a de que seria do CDS-PP. (…)”</p>
<p>Ó homem, eu não falei em CDS-PP nenhum, muito menos em possíveis implicações! Pela simples razão, que nem faço a mínima ideia o que é que a sigla CDS-PP significa… Creio, mas não tenho a certeza, que é dirigido por um tal Paulo Portas &#8211; ouvi-o uma vez falar na TV durante a escolha do MAIOR PORTUGUÊS. Lembre-se que é tecnicamente possível escrever na língua de Camões e não viver (fisicamente) num inferno à beira-mar plantado a que se dá o nome de Portugal. (Ui, lá vai o meu patriotismo bafiento e atávico para o maneta)</p>
<p>“CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block”</p>
<p>Sim? E depois, o que é que isto quer dizer? Que todos os partidos políticos da Europa inteira, à direita do Bloco de Esquerda, são neo-nazis? (O curioso é que quando eu tinha 17 anos também dizia destas. Bem dizia a minha mãe: tudo se paga neste vida!) Mas não acredito que você tenha esta idade. De qualquer maneira, não lhe decorre da caixa dos pirolitos que os tipos do CDS-PP, no seguimento do seu pensamento, possam dizer a mesmíssima asneira, ou seja: que não há diferença nenhuma entre o Pol Pot e o Francisco Lousã!!! Mas como o Paulo Portas é um bocadinho mais inteligente do que você, nunca dirá (que eu saiba!) destas alarvidades..</p>
<p>“CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block. É claro com Pym Fortuin, mas suponho que este seja mais complicado devido à sua orientação sexual.”</p>
<p>Esta é de palmatória! Aliás, o Pim Fortuyn, que não era nada complicado, é que lhe daria com a palmatória com muito gosto, se estivesse vivo, você lavadinho e todo nu, ah, e se você tivesse apenas 17 primaveras claro… Você, sonhando com as palmadinhas do Pim, abre uma excepçãozinha para ele. Mas só para ele, with love… E isto porquê?<br />
“devido à sua orientação sexual”, como você, puritano, eufemisticamente afirma. Aqui temos um exemplo evidente do tipo de detorpações que o pensamento binário da esquerda-tradicional-moralista provoca em filhos de muita boa gente.</p>
<p>Amigo Ajax, mais uma vez, olhe que é tecnicamente possível ter uma orientação sexual divergente e ser neocon, padre, árbitro de futebol, fuzileiro naval, neo-nazi, enfermeiro, educador-da-classe-operária, locutor de televisão e mesmo, porque não, blogueiro profissional.</p>
<p>“Por isso convocou a deputada Somali, que como você bem sabe, tinha um passaporte falso e andava a fazer favores aos ultra-conservadores holandeses a fazer-se passar por uma renegada das minorias.”</p>
<p>‘Como você sabe’, isso diz você! Mas eu só sei que as suas afirmações apenas provocam mais perguntas.<br />
Quem convocou a deputada Somali?<br />
Eu ou o Pim Fortuyn?<br />
Tinha um passaporte falso! Onde é que você foi arranjar essa?<br />
Andava a fazer favores aos ultra-conservadores!<br />
Que tipo de favores? Tem isto, como no caso Pim Fortuyn, algo a ver com sexo?<br />
Sou todo ouvidos…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14616</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 13:50:43 +0000</pubDate>
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		<description>[Qt ao Pew, que consulto frequentemente, devo confessar que tenho algumas reservas de cariz no que diz respeito à aplicação do método estatístico (quantitativo) na interpretação de questões tão complexas como estas. ]
Claro que sim…é o clássico problema da mensagem e do mensageiro.
[O terrorismo islâmico, ..NÃO nasce no seio das comunidades muçulmanas]
Talvez nasça no seio das comunidades marcianas.
[ Só falta dizer que as comunidades muçulmanas produzem radicais e terroristas.]
Sim, e só falta dizer que uma fábrica de salsichas produz salsichas, por mais contra-intuitivo que possa parecer. 
[ No entanto, um muçulmano que defende a aplicação da sharia não é necessariamente um terrorista]
Talvez a lei dos grandes números possa ser da alguma ajuda aqui. Um fumador não contrai necessariamente cancro do pulmão, mas se tomarmos 1000 funadores…
[. Nasce no contexto de uma alienação, de um limbo identitário que sentem no seio das suas comunidades e da comunidade nacional mais ampla]
É por essa razão que as comunidades chineses, indianas, vitenamitas, etc,etc, são verdadeiros alfobres de terroristas.
[ é igualmente absurdo considerar que a cultura e religião islâmica produz terroristas.]
Si non è vero, è ben trovato.

[, qual é a cultura ou religião que não é vulnerável á apropriação, manipulação, distorção, politização. Nenhuma!]
Sim, são todas iguais. Daí o terrorismo budista, ou xintoísta, etc

 [ B Lewis nunca defendeu qualquer forma de determinismo cultural.]
O facto de um tipo fumar não determina o cancro. Mas a probabilidade é maior.

[Convém lembrar que os muçulmanos são os que mais sofrem (fisicamente) com o terrorismo, como o caso do Iraque demonstra]
Poderemos tb lembrar que os filhos de um homicida são quem mais sofre com o crime, como o demonstra a repressão judicial e policial sobre o seu pai.

[Compartilham, com todos os dogmas totalitários, a presunção da infalibilidade cognitiva que é o sustento perceptual e moral de todos os ditadores]

Muito bem.
[ Os marxistas falam de exploração. Os terroristas e radicais falam de decadência existencial e espiritual. São coisas distintas9
Em ambos os casos são mas meras construções mentais. 
[ No islamismo radical o homem é um mero meio. O islamismo radical é uma doutrina de essências transcendentais. O marxismo reconhece a mutabilidade humana.]
Hummm, não vejo assim tantas diferenças. Ambas as doutrinas são deterministas e querem o paraíso. Uma no céu, outra na terra. 

[ Os marxistas preocupam-se com o poder do povo. ]
O povo? Que classe é essa? Estava absolutamente convencido que Marx se preocupava com o poder da classe operária.

[. Devo, no entanto, reconhecer que muitos dos intelectuais marxistas muçulmanos acabaram por optar pelo radicalismo islâmico. É um assunto muito interessante. ]
E porque acha que é?

[Na minha opinião, o que une a extrema esquerda ( e direita) ao islamismo radical é o ódio que ambos sentem pela pax americana]
Plenamente de acordo. 
Mas  mutatis mutandis, atente nestas palavras de  Leon Blum, em 1940 , a propósito do entendimento Hitler-Estaline : “ esta inclinação, revestida de ódio e desprezo pelas democracias ocidentais” .
Não lhe parece já ter ouvido isto nos últimos tempos?
[ Não vejo qual é o mal de uma sala de orações.]
Em abstracto, nem eu. Todavia em concreto, as mesquitas têm funcionado como quartéis generais de disseminação da ideia de jihad. E por vezes , de paiol e centro de recrutamento.
Não consta que isso aconteça com as sinagogas ou as igrejas, mas se calhar estou a ser “islamófobo” ao constatar meros factos…
[ O pluralismo é um facto e uma blessing que deve ser protegida a todo o custo.9

Muito bem. Mas, como diz  Rawls, a tolerância só pode ir até ao ponto em que o intolerante age de forma a colocar em causa a própria possibilidade de se ser tolerante. Aí cessa, por uma questão de sobrevivência.
[Existem muitos Galloways na esquerda radical apesar de pensar que este carroçeiro não passa de um ignóbil oportunista e demagogo.]
Muitos mesmo….na verdade são a maioria…e fazem a amálgama do nosso tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[Qt ao Pew, que consulto frequentemente, devo confessar que tenho algumas reservas de cariz no que diz respeito à aplicação do método estatístico (quantitativo) na interpretação de questões tão complexas como estas. ]<br />
Claro que sim…é o clássico problema da mensagem e do mensageiro.<br />
[O terrorismo islâmico, ..NÃO nasce no seio das comunidades muçulmanas]<br />
Talvez nasça no seio das comunidades marcianas.<br />
[ Só falta dizer que as comunidades muçulmanas produzem radicais e terroristas.]<br />
Sim, e só falta dizer que uma fábrica de salsichas produz salsichas, por mais contra-intuitivo que possa parecer.<br />
[ No entanto, um muçulmano que defende a aplicação da sharia não é necessariamente um terrorista]<br />
Talvez a lei dos grandes números possa ser da alguma ajuda aqui. Um fumador não contrai necessariamente cancro do pulmão, mas se tomarmos 1000 funadores…<br />
[. Nasce no contexto de uma alienação, de um limbo identitário que sentem no seio das suas comunidades e da comunidade nacional mais ampla]<br />
É por essa razão que as comunidades chineses, indianas, vitenamitas, etc,etc, são verdadeiros alfobres de terroristas.<br />
[ é igualmente absurdo considerar que a cultura e religião islâmica produz terroristas.]<br />
Si non è vero, è ben trovato.</p>
<p>[, qual é a cultura ou religião que não é vulnerável á apropriação, manipulação, distorção, politização. Nenhuma!]<br />
Sim, são todas iguais. Daí o terrorismo budista, ou xintoísta, etc</p>
<p> [ B Lewis nunca defendeu qualquer forma de determinismo cultural.]<br />
O facto de um tipo fumar não determina o cancro. Mas a probabilidade é maior.</p>
<p>[Convém lembrar que os muçulmanos são os que mais sofrem (fisicamente) com o terrorismo, como o caso do Iraque demonstra]<br />
Poderemos tb lembrar que os filhos de um homicida são quem mais sofre com o crime, como o demonstra a repressão judicial e policial sobre o seu pai.</p>
<p>[Compartilham, com todos os dogmas totalitários, a presunção da infalibilidade cognitiva que é o sustento perceptual e moral de todos os ditadores]</p>
<p>Muito bem.<br />
[ Os marxistas falam de exploração. Os terroristas e radicais falam de decadência existencial e espiritual. São coisas distintas9<br />
Em ambos os casos são mas meras construções mentais.<br />
[ No islamismo radical o homem é um mero meio. O islamismo radical é uma doutrina de essências transcendentais. O marxismo reconhece a mutabilidade humana.]<br />
Hummm, não vejo assim tantas diferenças. Ambas as doutrinas são deterministas e querem o paraíso. Uma no céu, outra na terra. </p>
<p>[ Os marxistas preocupam-se com o poder do povo. ]<br />
O povo? Que classe é essa? Estava absolutamente convencido que Marx se preocupava com o poder da classe operária.</p>
<p>[. Devo, no entanto, reconhecer que muitos dos intelectuais marxistas muçulmanos acabaram por optar pelo radicalismo islâmico. É um assunto muito interessante. ]<br />
E porque acha que é?</p>
<p>[Na minha opinião, o que une a extrema esquerda ( e direita) ao islamismo radical é o ódio que ambos sentem pela pax americana]<br />
Plenamente de acordo.<br />
Mas  mutatis mutandis, atente nestas palavras de  Leon Blum, em 1940 , a propósito do entendimento Hitler-Estaline : “ esta inclinação, revestida de ódio e desprezo pelas democracias ocidentais” .<br />
Não lhe parece já ter ouvido isto nos últimos tempos?<br />
[ Não vejo qual é o mal de uma sala de orações.]<br />
Em abstracto, nem eu. Todavia em concreto, as mesquitas têm funcionado como quartéis generais de disseminação da ideia de jihad. E por vezes , de paiol e centro de recrutamento.<br />
Não consta que isso aconteça com as sinagogas ou as igrejas, mas se calhar estou a ser “islamófobo” ao constatar meros factos…<br />
[ O pluralismo é um facto e uma blessing que deve ser protegida a todo o custo.9</p>
<p>Muito bem. Mas, como diz  Rawls, a tolerância só pode ir até ao ponto em que o intolerante age de forma a colocar em causa a própria possibilidade de se ser tolerante. Aí cessa, por uma questão de sobrevivência.<br />
[Existem muitos Galloways na esquerda radical apesar de pensar que este carroçeiro não passa de um ignóbil oportunista e demagogo.]<br />
Muitos mesmo….na verdade são a maioria…e fazem a amálgama do nosso tempo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14612</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 13:21:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14612</guid>
		<description>Ao Ezequiel e discordando com ele em questões de pormenor. 

&quot;Lewis foi de esquerda&quot;, não é o mesmo que &quot;Lewis é de esquerda&quot;. Assim como &quot;PPereira foi Maoista&quot;, não é o mesmo que &quot;PPereira é Maoista&quot;. Donde o reforço falacioso -&quot;de esquerda&quot;-  utilizado na frase, tem apenas a função de confundir os termos da discussão. Lewis materialista histórico não defendia que a umma islâmica iria um dia devorar a civilização ocidental nem que a europa sofreria o avatar eurabico. Que Lewis se tornou um dos apóstolos do choque das civilizações, não tenho grandes dúvidas. Mesmo que a sua visão seja mais nuanceada. Não por acaso ele aparece sempre como estribilho no discurso apologético do choque das, putativas, civilizações.  
Segundo aspecto: tendo a discordar das versões que vêem no radicalismo islâmico a manifestação de uma comunidade alienada e excluída. Apesar dela o ser inegavelmente, pelo menos na Europa contemporânea, não deixa de ser significativo que os seus membros afectos ao terrorismo ou ao radicalismo - longe de conformarem toda a população muçulmana - serem recrutados em camadas que se encontram longe de estar alienadas. Considero que o discurso em torno da &quot;alienação&quot; dos muçulmanos ofusca a base política dessas mesmas manifestações. Assim como a insistência no paradigma civilizacional, esconjura o eminentemente político na acção dos terroristas. Vou sofrer o opróbrio da blogosfera, mas para mim não é radicalmente diferente levar com bombas em Bagdad ou ser passado a ferro por um buldozer em Gaza, do que fazer explodir bombas no centro das capitais europeias. Não vejo fanatismo, vejo guerra por outros meios. Só a cegueira imperialista pode achar que o horror possui uma caução moral quando perpetrado por um dos lados. E o mesmo se aplica aos ataques terroristas e aos grupos radicais islâmicos. 

São justamente as categorias morais que devemos rejeitar. Mas a insistência, por ambos os lados, no entrincheiramento moral, não é inocente. Em certa medida é isso que torna tão turtuosa esta discussão. Aquilo que podia ser simples quando despido desta ganga moral - o que não faz dele menos condenável - encontra-se enredado nesta oportunista ideologia civilizacional, que serve, repito, ambos os lados. Isto foi visto há anos atrás pelo bom do Said, esse que era de esquerda e se manteve de esquerda, embora não materialista. 
Esta confusão serve perfeitamente a um discurso anti-esquerdista do tipo ou estão connosco ou contra nós. Por exemplo, ser contra a globalização - e poucos hoje em dia se afirmariam contra a globalização, a expressão é alter-globalização, daí a frase &quot;une outre globalisation est possible&quot; - é imediatamente subsumido no islamismo radical. Quando em verdade aquilo que os movimentos &quot;contra-esta-globalização&quot; chamam à atenção é para as formas primárias de reducionismo, que equacionam todos os movimentos islâmicos ao fanatismo teocrático.  
Em resumo, este binómio é extremamente útil nas contendas ideológicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao Ezequiel e discordando com ele em questões de pormenor. </p>
<p>&#8220;Lewis foi de esquerda&#8221;, não é o mesmo que &#8220;Lewis é de esquerda&#8221;. Assim como &#8220;PPereira foi Maoista&#8221;, não é o mesmo que &#8220;PPereira é Maoista&#8221;. Donde o reforço falacioso -&#8221;de esquerda&#8221;-  utilizado na frase, tem apenas a função de confundir os termos da discussão. Lewis materialista histórico não defendia que a umma islâmica iria um dia devorar a civilização ocidental nem que a europa sofreria o avatar eurabico. Que Lewis se tornou um dos apóstolos do choque das civilizações, não tenho grandes dúvidas. Mesmo que a sua visão seja mais nuanceada. Não por acaso ele aparece sempre como estribilho no discurso apologético do choque das, putativas, civilizações.<br />
Segundo aspecto: tendo a discordar das versões que vêem no radicalismo islâmico a manifestação de uma comunidade alienada e excluída. Apesar dela o ser inegavelmente, pelo menos na Europa contemporânea, não deixa de ser significativo que os seus membros afectos ao terrorismo ou ao radicalismo &#8211; longe de conformarem toda a população muçulmana &#8211; serem recrutados em camadas que se encontram longe de estar alienadas. Considero que o discurso em torno da &#8220;alienação&#8221; dos muçulmanos ofusca a base política dessas mesmas manifestações. Assim como a insistência no paradigma civilizacional, esconjura o eminentemente político na acção dos terroristas. Vou sofrer o opróbrio da blogosfera, mas para mim não é radicalmente diferente levar com bombas em Bagdad ou ser passado a ferro por um buldozer em Gaza, do que fazer explodir bombas no centro das capitais europeias. Não vejo fanatismo, vejo guerra por outros meios. Só a cegueira imperialista pode achar que o horror possui uma caução moral quando perpetrado por um dos lados. E o mesmo se aplica aos ataques terroristas e aos grupos radicais islâmicos. </p>
<p>São justamente as categorias morais que devemos rejeitar. Mas a insistência, por ambos os lados, no entrincheiramento moral, não é inocente. Em certa medida é isso que torna tão turtuosa esta discussão. Aquilo que podia ser simples quando despido desta ganga moral &#8211; o que não faz dele menos condenável &#8211; encontra-se enredado nesta oportunista ideologia civilizacional, que serve, repito, ambos os lados. Isto foi visto há anos atrás pelo bom do Said, esse que era de esquerda e se manteve de esquerda, embora não materialista.<br />
Esta confusão serve perfeitamente a um discurso anti-esquerdista do tipo ou estão connosco ou contra nós. Por exemplo, ser contra a globalização &#8211; e poucos hoje em dia se afirmariam contra a globalização, a expressão é alter-globalização, daí a frase &#8220;une outre globalisation est possible&#8221; &#8211; é imediatamente subsumido no islamismo radical. Quando em verdade aquilo que os movimentos &#8220;contra-esta-globalização&#8221; chamam à atenção é para as formas primárias de reducionismo, que equacionam todos os movimentos islâmicos ao fanatismo teocrático.<br />
Em resumo, este binómio é extremamente útil nas contendas ideológicas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14606</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 12:19:21 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.danielpipes.org/article/4932</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.danielpipes.org/article/4932" rel="nofollow">http://www.danielpipes.org/article/4932</a></p>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14602</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 12:10:29 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ajax

Quanto ao M Portas, devo lembrar que apenas fiz uma perguntinha.  Ou seja, não sabia que o Sr M P tinha dito tal disparate.

Qt ao CDS, apesar de não ser um conhecedor dos dramas deste partido, parece-me evidente que o partido encontra-se dividido entre uma velha guarda conservadora, que se subdivide em duas tendências: 1) salazar-nostálgica e 1.1)  um conservadorismo moderado ou modernizado e 2) uma tendência neo-liberal, mais recente, que tem algumas dificuldades em coexistir com as ala(s) conservadora(s). É um partido relativamente complexo. A Front, de Le Pen, não exibe estas tensões internas, em grande parte porque na sua agenda o nacionalismo feroz, a xenophobia activa,e o racismo, são as &quot;sensibilidades&quot; preponderantes, coisa que não se vê no CDS (no PND de Monteiro sim!). O facto de Monteiro ter saído do cds ilustra esta diferença com a FN. Na FN, Monteiro teria sido recebido de braços abertos. Mas, dou-lhe alguma razão, foi  no cds que monteiro se formou politicamente   e foi nele que encontrou apoio. Acredito que existam muitos membros do cds que simpatizem com a FN. Se observar atentamente as campanhas eleitorais do cds e da fn perceberá, certamente, que as coisas não são assim tão simples. Mas ok. É a sua opinião.

B Lewis foi um esquerdista. Abandonou o materialismo histórico há muito e é, hoje, conselheiro do partido republicano e da &quot;presidência&quot; Bush. É um dos mais respeitados e brilhantes estudiosos do mundo islâmico mas não é infalível. Longe disso. (se desejar, poderemos conversar sobre b lewis)

Qt ao Pew, que consulto frequentemente, devo confessar que tenho algumas reservas de cariz no que diz respeito à aplicação do método estatístico (quantitativo) na interpretação de questões tão complexas como estas.  

O terrorismo islâmico, como Olivier Roy já demonstrou de forma convincente (a meu ver) NÃO nasce no seio das comunidades muçulmanas. Só falta dizer que as comunidades muçulmanas produzem radicais e terroristas. Não é verdade, por mais contra-intuitivo que possa parecer. É verdade que, por exemplo, na GB 50% de muçulmanos defendem a aplicação da sharia em território britânico, como nos informa daniel pipes. No entanto, um muçulmano que defende a aplicação da sharia não é necessariamente um terrorista, particularmente se acreditar numa interpretação não-radical do islão.  Nasce no contexto de uma alienação, de um limbo identitário que sentem no seio das suas comunidades e da comunidade nacional mais ampla. A radicalização não ocorre num vácuo cultural, é certo. Seria absurdo pensar isto. Mas é igualmente absurdo considerar que a cultura e religião islâmica produz terroristas. Poderemos falar de algumas vulnerabilidades culturais mas, a bem da verdade, qual é a cultura ou religião que não é vulnerável á apropriação, manipulação, distorção, politização.  Nenhuma! Se bem me lembro, B Lewis nunca defendeu qualquer forma de determinismo cultural. É demasiadamente inteligente para cair nesta armadilha ou cul de sac. Poderemos conversar sobre isto também, se o assunto lhe suscitar interesse. Convém lembrar que os muçulmanos são os que mais sofrem (fisicamente) com o terrorismo, como o caso do Iraque demonstra, assim como muitos outros. É o insuspeito Daniel Pipes que o diz. (deixo aqui o link)  

Vamos ser claros.


Mesmo que considere, como muitos consideram, o marxismo uma religião secular, só uma imaginação prodigiosa poderá considerar o marxismo um confrére ideológico do totalitarismo teocrático que inspira e move os terroristas islâmicos. Compartilham, com todos os dogmas totalitários, a presunção da infalibilidade cognitiva que é o sustento perceptual e moral de todos os ditadores. Contudo, a argumentação que &quot;substancia&quot; esta presunção difere radicalmente nos dois casos que estamos a considerar. Os marxistas falam de exploração. Os terroristas e radicais falam de decadência existencial e espiritual. São coisas distintas. No marxismo o homem é causa. No islamismo radical o homem é um mero meio. O islamismo radical é uma doutrina de essências transcendentais. O marxismo reconhece a mutabilidade humana.  Os marxistas preocupam-se com o poder do povo. Os islamitas radicais preocupam-se com a concretização do poder de allah na terra. O marxista laico é a personificação mais eloquente do kuffar (infidel) por razões que me parecem mais do que evidentes. Logo, a meu ver, não podemos falar de uma compatibilidade intrínseca, apesar de algumas semelhanças (semelhanças que se podem discernir em TODOS os dogmas totalitários) . Fico com a impressão que já leu o livro de Bat Ye`or, Eurabia. Verdade? É um livro polémico com o qual discordo profundamente.   Devo, no entanto, reconhecer que muitos dos intelectuais marxistas muçulmanos acabaram por optar pelo radicalismo islâmico. É um assunto muito interessante.  

Na minha opinião, o que une a extrema esquerda ( e direita)  ao islamismo radical é o ódio que ambos sentem pela pax americana, um ódio que tem camuflado as diferenças substanciais entre estas duas  ideologias. Será o ódio anti-imperial uma compatibilidade intrínseca que consegue ofuscar (ou harmonizar) as (poucas) diferenças substantivas que referi??? Será um sentimento comum mais forte do que os imperativos filosóficos. Não sei.

Meu caro, Oxford é a catedral do liberalismo (clássico). No CEI existem muitos muçulmanos praticantes, como seria de esperar. Precisam de um lugar para rezar. Simple as that!  Dão um importante contributo para o estudo do mundo islâmico e os seus dilemas. Não vejo qual é o mal de uma sala de orações. Existe uma sinagoga em Oxford. So what?? Estamos a falar de uma sociedade liberal-democrática. O pluralismo é um facto e uma blessing que deve ser protegida a todo o custo. A interpretação do corão é uma prática comum em Oxford, não tenha qualquer dúvida. E ainda bem! 

Existem muitos Galloways na esquerda radical apesar de pensar que este carroçeiro não passa de um ignóbil oportunista e demagogo.  Mas nunca ouvi nenhum deles defender a jihad, a sharia etc. O ênfase é sempre o mesmo: America and Israel. Raramente aprofundam o debate ideológico. Talvez por saberem que iriam discordar. 

Agora vou acabar de ver e ouvir o meu querido Ming Campbell. Velhote eloquente, hey??? :) 

Bons dias,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ajax</p>
<p>Quanto ao M Portas, devo lembrar que apenas fiz uma perguntinha.  Ou seja, não sabia que o Sr M P tinha dito tal disparate.</p>
<p>Qt ao CDS, apesar de não ser um conhecedor dos dramas deste partido, parece-me evidente que o partido encontra-se dividido entre uma velha guarda conservadora, que se subdivide em duas tendências: 1) salazar-nostálgica e 1.1)  um conservadorismo moderado ou modernizado e 2) uma tendência neo-liberal, mais recente, que tem algumas dificuldades em coexistir com as ala(s) conservadora(s). É um partido relativamente complexo. A Front, de Le Pen, não exibe estas tensões internas, em grande parte porque na sua agenda o nacionalismo feroz, a xenophobia activa,e o racismo, são as &#8220;sensibilidades&#8221; preponderantes, coisa que não se vê no CDS (no PND de Monteiro sim!). O facto de Monteiro ter saído do cds ilustra esta diferença com a FN. Na FN, Monteiro teria sido recebido de braços abertos. Mas, dou-lhe alguma razão, foi  no cds que monteiro se formou politicamente   e foi nele que encontrou apoio. Acredito que existam muitos membros do cds que simpatizem com a FN. Se observar atentamente as campanhas eleitorais do cds e da fn perceberá, certamente, que as coisas não são assim tão simples. Mas ok. É a sua opinião.</p>
<p>B Lewis foi um esquerdista. Abandonou o materialismo histórico há muito e é, hoje, conselheiro do partido republicano e da &#8220;presidência&#8221; Bush. É um dos mais respeitados e brilhantes estudiosos do mundo islâmico mas não é infalível. Longe disso. (se desejar, poderemos conversar sobre b lewis)</p>
<p>Qt ao Pew, que consulto frequentemente, devo confessar que tenho algumas reservas de cariz no que diz respeito à aplicação do método estatístico (quantitativo) na interpretação de questões tão complexas como estas.  </p>
<p>O terrorismo islâmico, como Olivier Roy já demonstrou de forma convincente (a meu ver) NÃO nasce no seio das comunidades muçulmanas. Só falta dizer que as comunidades muçulmanas produzem radicais e terroristas. Não é verdade, por mais contra-intuitivo que possa parecer. É verdade que, por exemplo, na GB 50% de muçulmanos defendem a aplicação da sharia em território britânico, como nos informa daniel pipes. No entanto, um muçulmano que defende a aplicação da sharia não é necessariamente um terrorista, particularmente se acreditar numa interpretação não-radical do islão.  Nasce no contexto de uma alienação, de um limbo identitário que sentem no seio das suas comunidades e da comunidade nacional mais ampla. A radicalização não ocorre num vácuo cultural, é certo. Seria absurdo pensar isto. Mas é igualmente absurdo considerar que a cultura e religião islâmica produz terroristas. Poderemos falar de algumas vulnerabilidades culturais mas, a bem da verdade, qual é a cultura ou religião que não é vulnerável á apropriação, manipulação, distorção, politização.  Nenhuma! Se bem me lembro, B Lewis nunca defendeu qualquer forma de determinismo cultural. É demasiadamente inteligente para cair nesta armadilha ou cul de sac. Poderemos conversar sobre isto também, se o assunto lhe suscitar interesse. Convém lembrar que os muçulmanos são os que mais sofrem (fisicamente) com o terrorismo, como o caso do Iraque demonstra, assim como muitos outros. É o insuspeito Daniel Pipes que o diz. (deixo aqui o link)  </p>
<p>Vamos ser claros.</p>
<p>Mesmo que considere, como muitos consideram, o marxismo uma religião secular, só uma imaginação prodigiosa poderá considerar o marxismo um confrére ideológico do totalitarismo teocrático que inspira e move os terroristas islâmicos. Compartilham, com todos os dogmas totalitários, a presunção da infalibilidade cognitiva que é o sustento perceptual e moral de todos os ditadores. Contudo, a argumentação que &#8220;substancia&#8221; esta presunção difere radicalmente nos dois casos que estamos a considerar. Os marxistas falam de exploração. Os terroristas e radicais falam de decadência existencial e espiritual. São coisas distintas. No marxismo o homem é causa. No islamismo radical o homem é um mero meio. O islamismo radical é uma doutrina de essências transcendentais. O marxismo reconhece a mutabilidade humana.  Os marxistas preocupam-se com o poder do povo. Os islamitas radicais preocupam-se com a concretização do poder de allah na terra. O marxista laico é a personificação mais eloquente do kuffar (infidel) por razões que me parecem mais do que evidentes. Logo, a meu ver, não podemos falar de uma compatibilidade intrínseca, apesar de algumas semelhanças (semelhanças que se podem discernir em TODOS os dogmas totalitários) . Fico com a impressão que já leu o livro de Bat Ye`or, Eurabia. Verdade? É um livro polémico com o qual discordo profundamente.   Devo, no entanto, reconhecer que muitos dos intelectuais marxistas muçulmanos acabaram por optar pelo radicalismo islâmico. É um assunto muito interessante.  </p>
<p>Na minha opinião, o que une a extrema esquerda ( e direita)  ao islamismo radical é o ódio que ambos sentem pela pax americana, um ódio que tem camuflado as diferenças substanciais entre estas duas  ideologias. Será o ódio anti-imperial uma compatibilidade intrínseca que consegue ofuscar (ou harmonizar) as (poucas) diferenças substantivas que referi??? Será um sentimento comum mais forte do que os imperativos filosóficos. Não sei.</p>
<p>Meu caro, Oxford é a catedral do liberalismo (clássico). No CEI existem muitos muçulmanos praticantes, como seria de esperar. Precisam de um lugar para rezar. Simple as that!  Dão um importante contributo para o estudo do mundo islâmico e os seus dilemas. Não vejo qual é o mal de uma sala de orações. Existe uma sinagoga em Oxford. So what?? Estamos a falar de uma sociedade liberal-democrática. O pluralismo é um facto e uma blessing que deve ser protegida a todo o custo. A interpretação do corão é uma prática comum em Oxford, não tenha qualquer dúvida. E ainda bem! </p>
<p>Existem muitos Galloways na esquerda radical apesar de pensar que este carroçeiro não passa de um ignóbil oportunista e demagogo.  Mas nunca ouvi nenhum deles defender a jihad, a sharia etc. O ênfase é sempre o mesmo: America and Israel. Raramente aprofundam o debate ideológico. Talvez por saberem que iriam discordar. </p>
<p>Agora vou acabar de ver e ouvir o meu querido Ming Campbell. Velhote eloquente, hey??? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Bons dias,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14592</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 11:30:49 +0000</pubDate>
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		<description>Em seguimento ao que diz Lidador: 

depois não digam &quot;wir haben es nicht gewust&quot;... 
A célebre frase que os alemães repetiam incessantemente depois da Segunda Grande Guerra quando o holocaus vinha à baila.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em seguimento ao que diz Lidador: </p>
<p>depois não digam &#8220;wir haben es nicht gewust&#8221;&#8230;<br />
A célebre frase que os alemães repetiam incessantemente depois da Segunda Grande Guerra quando o holocaus vinha à baila.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14586</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 11:04:29 +0000</pubDate>
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		<description>De facto a fronteira entre factos e construção é ténue. 
Coemçando pela construção segundo a qual Bernard Lewis é um homem de esquerda! 

Assim ser, o Monsenhor Balaguer é um democrata pluralista, e o primo de rivera devia ser social-democrata. 

Lewis, o homem que foi apelidado por Said (este de esquerda, mas estou mesmo a ver que as suas origens palestinianas devem arrepiar os arautos de Huntington que por aqui passam) como o papa da guilda orientalista - leia-se islamofóbica. 
este people tem cada noção da geometria política!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De facto a fronteira entre factos e construção é ténue.<br />
Coemçando pela construção segundo a qual Bernard Lewis é um homem de esquerda! </p>
<p>Assim ser, o Monsenhor Balaguer é um democrata pluralista, e o primo de rivera devia ser social-democrata. </p>
<p>Lewis, o homem que foi apelidado por Said (este de esquerda, mas estou mesmo a ver que as suas origens palestinianas devem arrepiar os arautos de Huntington que por aqui passam) como o papa da guilda orientalista &#8211; leia-se islamofóbica.<br />
este people tem cada noção da geometria política!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14562</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 08:13:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14562</guid>
		<description>Caro Ezequiel, se consultar  as sondagens da Pew Global Atitudes, terá a confirmação do que lhe  digo.
Mas sabe, esta amálgama &quot;esquerda-islamismo&quot; , para além de táctica,  como posso demonstrar com citações de muito boa gente, a começar por Bin Laden, Chavez, Chacal, etc,etc, é intrínseca, e esta opinião já a manifestei aqui
http://o-lidador.blogspot.com/2006/10/marx-e-maom.html

Seja como for, há 50 anos a fronteira entre o Islão e o Ocidente, situava-se na Bósnia. Hoje passa pelas principais cidades europeias.
Bernard Lewis, um homem de esquerda, profetizou que no fim do séc. XXI, a Europa estaria transformada na Eurábia, maioritariamente habitada por muçulmanos.
O terrorismo islâmico que nasce no seio das comunidades muçulmanas, mostra que existe um novo inimigo dentro de portas, que nos odeia e nos considera decadentes e indecentes.
A História ensina-nos algo. Há 100 anos, num mundo altamente globalizado, a migração massiva fez-se acompanhar por grandes tensões étnicas no território da Eurásia.
As consequências finais foram desastrosas e em 1914 a 1ª globalização acabou aos tiros.
Só um Pangloss acreditará que desta vez não hipóteses de tudo acabar do mesmo modo.
Na sua obra emblemática Gibbon adentra-se pela história contrafactual e escreve que se o Islão não tivesse sido derrotado em Poitiers, em 732, “talvez a interpretação do Corão fosse agora ensinada em Oxford”
Gibbon dizia isto em tom irónico.

Não o diria hoje no mesmo tom ao contemplar o Centro de Estudos Islâmicos de Oxford e o seu “salão de orações”, encimado por uma abóbada e um minarete, e ao ver nos Comuns um deputado (George Galloway) eleito por uma estranha coligação de esquerda radical e islamismo (Respect).

São factos, não são &quot;construções mentais&quot; e a ambliopia define-se mais ou menos pela incapacidade de &quot;perceber&quot; o que os olhos captam...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel, se consultar  as sondagens da Pew Global Atitudes, terá a confirmação do que lhe  digo.<br />
Mas sabe, esta amálgama &#8220;esquerda-islamismo&#8221; , para além de táctica,  como posso demonstrar com citações de muito boa gente, a começar por Bin Laden, Chavez, Chacal, etc,etc, é intrínseca, e esta opinião já a manifestei aqui<br />
<a href="http://o-lidador.blogspot.com/2006/10/marx-e-maom.html" rel="nofollow">http://o-lidador.blogspot.com/2006/10/marx-e-maom.html</a></p>
<p>Seja como for, há 50 anos a fronteira entre o Islão e o Ocidente, situava-se na Bósnia. Hoje passa pelas principais cidades europeias.<br />
Bernard Lewis, um homem de esquerda, profetizou que no fim do séc. XXI, a Europa estaria transformada na Eurábia, maioritariamente habitada por muçulmanos.<br />
O terrorismo islâmico que nasce no seio das comunidades muçulmanas, mostra que existe um novo inimigo dentro de portas, que nos odeia e nos considera decadentes e indecentes.<br />
A História ensina-nos algo. Há 100 anos, num mundo altamente globalizado, a migração massiva fez-se acompanhar por grandes tensões étnicas no território da Eurásia.<br />
As consequências finais foram desastrosas e em 1914 a 1ª globalização acabou aos tiros.<br />
Só um Pangloss acreditará que desta vez não hipóteses de tudo acabar do mesmo modo.<br />
Na sua obra emblemática Gibbon adentra-se pela história contrafactual e escreve que se o Islão não tivesse sido derrotado em Poitiers, em 732, “talvez a interpretação do Corão fosse agora ensinada em Oxford”<br />
Gibbon dizia isto em tom irónico.</p>
<p>Não o diria hoje no mesmo tom ao contemplar o Centro de Estudos Islâmicos de Oxford e o seu “salão de orações”, encimado por uma abóbada e um minarete, e ao ver nos Comuns um deputado (George Galloway) eleito por uma estranha coligação de esquerda radical e islamismo (Respect).</p>
<p>São factos, não são &#8220;construções mentais&#8221; e a ambliopia define-se mais ou menos pela incapacidade de &#8220;perceber&#8221; o que os olhos captam&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14558</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 07:49:08 +0000</pubDate>
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		<description>Caro amigo &quot;postante&quot; carmo da rosa
Que não caia o carmo e a trindade por causa do meu post. 
Se você dissertasse sobre a acidez do vinho tinto, eu porventura diria, ora aqui está um homem que percebe de vinhos!
Mas como você é especialista no dislate, bem embrulhado em falácias de circunstância, com um arrazoado de neocon à beira de uma apoplexia, digo, mas com todo o respeito, este sr., eventualmente, deve ser alcoólico! 
Vejo que não negou a segunda implicação: a de que seria do CDS-PP. Nem me espanta. Eu ao contrário do Ezequiel, não vou em conversas de heterogeneidades, múltiplos e outras pós-modernices. CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block. É claro com Pym Fortuin, mas suponho que este seja mais complicado devido à sua orientação sexual. Por isso convocou a deputada Somali, que como você bem sabe, tinha um passaporte falso e andava a fazer favores aos ultra-conservadores holandeses a fazer-se passar por uma renegada das minorias.
Ainda bem que não o faço rir. Muito sinceramente, levo-o muito a sério, àquilo que diz e ao contexto donde o diz. Chame-me paranóico. Como dizia o Carl Schmidt - para não estarmos sempre a insistir no Ulianov - é preciso conhecer o inimigo para o confrontar. 

E já agora dê uma nova olhadela nos clássicos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo &#8220;postante&#8221; carmo da rosa<br />
Que não caia o carmo e a trindade por causa do meu post.<br />
Se você dissertasse sobre a acidez do vinho tinto, eu porventura diria, ora aqui está um homem que percebe de vinhos!<br />
Mas como você é especialista no dislate, bem embrulhado em falácias de circunstância, com um arrazoado de neocon à beira de uma apoplexia, digo, mas com todo o respeito, este sr., eventualmente, deve ser alcoólico!<br />
Vejo que não negou a segunda implicação: a de que seria do CDS-PP. Nem me espanta. Eu ao contrário do Ezequiel, não vou em conversas de heterogeneidades, múltiplos e outras pós-modernices. CDS-PP vai em linha directa com Le Pen, Finni, e Vlams Block. É claro com Pym Fortuin, mas suponho que este seja mais complicado devido à sua orientação sexual. Por isso convocou a deputada Somali, que como você bem sabe, tinha um passaporte falso e andava a fazer favores aos ultra-conservadores holandeses a fazer-se passar por uma renegada das minorias.<br />
Ainda bem que não o faço rir. Muito sinceramente, levo-o muito a sério, àquilo que diz e ao contexto donde o diz. Chame-me paranóico. Como dizia o Carl Schmidt &#8211; para não estarmos sempre a insistir no Ulianov &#8211; é preciso conhecer o inimigo para o confrontar. </p>
<p>E já agora dê uma nova olhadela nos clássicos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14522</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 21:29:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14522</guid>
		<description>Acerca dos anti-globalistas, eu já lhe disse no meu comentário anterior que não os meto no mesmo saco… Você realmente não é o Ezequiel que eu pensava, você é mais perseverante!
&quot;Mais uma vez: eu disse e repeti que eles vão do José Bové até Bin Laden passando por Daniel Cohn Bendit. “Movimentos internamente mais plurais, mais genealogias políticas distintas”, mais heterogeneidade não é possível, só na farmácia!!! &quot;

E, mais uma vez, foi o autor que citou que fala dos anti-globs como uma entidade homogenea. Não será necessário explicar-lhe que quando se cita uma fonte falaciosa ou mal informada (no artigo, se bem me lembro, o Sr Eric Walberg não diz quem foram os antiglobs presentes na tal conferência) ou quando não nos preocupamos em avaliar criticamente a informação que usamos, isto não contribui para a credibilidade da pessoa que argumenta, apesar de já ter percebido que o Sr é homem bem informado e perspicaz. 

Desejo-lhe o melhor nos seus estudos.


cumprimentos

ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acerca dos anti-globalistas, eu já lhe disse no meu comentário anterior que não os meto no mesmo saco… Você realmente não é o Ezequiel que eu pensava, você é mais perseverante!<br />
&#8220;Mais uma vez: eu disse e repeti que eles vão do José Bové até Bin Laden passando por Daniel Cohn Bendit. “Movimentos internamente mais plurais, mais genealogias políticas distintas”, mais heterogeneidade não é possível, só na farmácia!!! &#8221;</p>
<p>E, mais uma vez, foi o autor que citou que fala dos anti-globs como uma entidade homogenea. Não será necessário explicar-lhe que quando se cita uma fonte falaciosa ou mal informada (no artigo, se bem me lembro, o Sr Eric Walberg não diz quem foram os antiglobs presentes na tal conferência) ou quando não nos preocupamos em avaliar criticamente a informação que usamos, isto não contribui para a credibilidade da pessoa que argumenta, apesar de já ter percebido que o Sr é homem bem informado e perspicaz. </p>
<p>Desejo-lhe o melhor nos seus estudos.</p>
<p>cumprimentos</p>
<p>ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14521</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 21:20:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14521</guid>
		<description>Caro Carmo da Rosa 

Deixe lá as questões de estilo de lado. Eu saí de Portugal com 17 aninhos. Faço o melhor q posso. Desde que seja compreensivel, its ok with me. Bolas, escrita do século 18!!! Sim senhor.

&quot;Entendimento estratégico a curto prazo.&quot;

Pior ainda! Antes de continuar, gostaria de pedir-lhe que me explicasse o que entende por &quot;entendimento estratégico.&quot;

Não confunda  a propensão pacifista da esquerda e o  seu bem amado e ingénuo fetishe com o &quot;dialogo&quot; com um &quot;entendimento estratégico.&quot; (um entendimento estratégico* pressupõe uma concordância normativa substantiva, coisa que sei que não existe) Já ouviu membros do Bloco de esquerda a defender a sharia ou o estabelecimento de um califato global???? P f, tenha santa paciencia! Não confunda oportunismo político com as &quot;irmandades religiosas.&quot; Eu já conheci muitos comunistas e bloquistas novos que não consideram o fidel, ou mao, ou lenine, ou estaline, os seus iluminados. 

Cita o caso do Irão, e muito bem. É verdade que a esquerda Iraniana foi usada inicialmente pelo khomeini e depois implacavelmente perseguida e assassinada. Pois bem, posso  inverter a análise e dizer que o facto da esquerda ter sido dizimada pelo khomeini, fora e dentro do irão, revela a ausencia de um entendimento estratégico. O que se passou no irão foi um jogo de probabilidades, com cada qual a apostar na potencial submissão do seu &quot;partner in crime&quot;. Ambos erraram, mas apenas um ganhou.

Estabelecer uma equivalência entre as esquerdas modernas europeias e os dinossauros de leste, do oriente e das caraibas parece-me, mais uma vez, um exagero (o PCP português ainda preserva alguns dos traços marcantes do &quot;centralismo democrático&quot;. O bloco de esquerda também.  Todavia, as mudanças sociais e geracionais estão a transformar profundamente toda a esquerda europeia levando até alguns (no Bloco, por exemplo) a incorporarem novas sensibilidades (apesar de não ser um estudioso da política portuguesa), menos centralizadoras e certamente menos dogmáticas. O PCP  já não defende a revolução pela via da força. Interiorizou alguma coisita portanto (a talo deliberação democrática!!).  Ainda se sentem os vestigios do bigodaças, do mao e de muitos outros mas, tanto quanto consigo perceber, já compreenderam que os seus eleitorados mudaram. Até falam em liberdades individuais e as relacionam com direitos sociais etc etc.  Falam em nacionalizar algumas industrias mas não defendem a nacionalização da produção tout court, participam em eleições, sujeitam-se ao jogo democrático. Os Baader Meinhoff, as Brigatti Rosi, e a Actio Directe são, tant

De resto concordo consigo. 

*aconselho-o a consultar o significado da palavra &quot;estratégia.&quot; 

Mui honrado por poder discutir consigo neste nobre forum de esquerdistas laicos e criticos que nunca defenderam hezbollahs, nasrallahs e outros que tais. (que tal? Suficientemente rococó, ou será preciso mais uns ornamentos????

Concordamos no essencial mas suspeito que a sua aversão à esquerda o faz enveredar por pinceladas demasiadamente grandes para o meu gosto. 

Melhores cumprimentos de um liberal (clássico, do século XVIII) :)

:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carmo da Rosa </p>
<p>Deixe lá as questões de estilo de lado. Eu saí de Portugal com 17 aninhos. Faço o melhor q posso. Desde que seja compreensivel, its ok with me. Bolas, escrita do século 18!!! Sim senhor.</p>
<p>&#8220;Entendimento estratégico a curto prazo.&#8221;</p>
<p>Pior ainda! Antes de continuar, gostaria de pedir-lhe que me explicasse o que entende por &#8220;entendimento estratégico.&#8221;</p>
<p>Não confunda  a propensão pacifista da esquerda e o  seu bem amado e ingénuo fetishe com o &#8220;dialogo&#8221; com um &#8220;entendimento estratégico.&#8221; (um entendimento estratégico* pressupõe uma concordância normativa substantiva, coisa que sei que não existe) Já ouviu membros do Bloco de esquerda a defender a sharia ou o estabelecimento de um califato global???? P f, tenha santa paciencia! Não confunda oportunismo político com as &#8220;irmandades religiosas.&#8221; Eu já conheci muitos comunistas e bloquistas novos que não consideram o fidel, ou mao, ou lenine, ou estaline, os seus iluminados. </p>
<p>Cita o caso do Irão, e muito bem. É verdade que a esquerda Iraniana foi usada inicialmente pelo khomeini e depois implacavelmente perseguida e assassinada. Pois bem, posso  inverter a análise e dizer que o facto da esquerda ter sido dizimada pelo khomeini, fora e dentro do irão, revela a ausencia de um entendimento estratégico. O que se passou no irão foi um jogo de probabilidades, com cada qual a apostar na potencial submissão do seu &#8220;partner in crime&#8221;. Ambos erraram, mas apenas um ganhou.</p>
<p>Estabelecer uma equivalência entre as esquerdas modernas europeias e os dinossauros de leste, do oriente e das caraibas parece-me, mais uma vez, um exagero (o PCP português ainda preserva alguns dos traços marcantes do &#8220;centralismo democrático&#8221;. O bloco de esquerda também.  Todavia, as mudanças sociais e geracionais estão a transformar profundamente toda a esquerda europeia levando até alguns (no Bloco, por exemplo) a incorporarem novas sensibilidades (apesar de não ser um estudioso da política portuguesa), menos centralizadoras e certamente menos dogmáticas. O PCP  já não defende a revolução pela via da força. Interiorizou alguma coisita portanto (a talo deliberação democrática!!).  Ainda se sentem os vestigios do bigodaças, do mao e de muitos outros mas, tanto quanto consigo perceber, já compreenderam que os seus eleitorados mudaram. Até falam em liberdades individuais e as relacionam com direitos sociais etc etc.  Falam em nacionalizar algumas industrias mas não defendem a nacionalização da produção tout court, participam em eleições, sujeitam-se ao jogo democrático. Os Baader Meinhoff, as Brigatti Rosi, e a Actio Directe são, tant</p>
<p>De resto concordo consigo. </p>
<p>*aconselho-o a consultar o significado da palavra &#8220;estratégia.&#8221; </p>
<p>Mui honrado por poder discutir consigo neste nobre forum de esquerdistas laicos e criticos que nunca defenderam hezbollahs, nasrallahs e outros que tais. (que tal? Suficientemente rococó, ou será preciso mais uns ornamentos????</p>
<p>Concordamos no essencial mas suspeito que a sua aversão à esquerda o faz enveredar por pinceladas demasiadamente grandes para o meu gosto. </p>
<p>Melhores cumprimentos de um liberal (clássico, do século XVIII) <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14519</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 21:15:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14519</guid>
		<description>Caro amigo Ajax,

Nem sei bem como lhe pegar, talvez com uma pinça!!!
Uma das grandes qualidades atribuídas aos adeptos do Ajax em geral, e aos habitantes de Amesterdão em particular, é o grande sentido de humor, mas você neste capítulo desilude-me, é provavelmente um saloio do PSV-Eindhoven que se esconde atrás da saia anónima (mas vermelha e branca) do Ajax, e para quê? Para dizer asneiras? Provando que não sabe ler o que está escrito, e demonstrando, ao mesmo tempo, que tem o humor de uma tenda de campismo…à chuva.

Então para vossemecê quem avança com dois ou três factos históricos, porque a discussão assim o pedia, é um nacionalista bafiento e atávico! Como abordei um fait-divers, à laia de explicação, onde falo do Le Pen, ergo, sou do Front National! Não é que tudo isto me tire o sono, mas não vejo a relação… Quer dizer, se eu, em vez dos temas acima debatidos, tivesse divagado acerca da acidez do vinho tinto você diria que eu era alcoólico…

Com todo o respeito, mas isto é de uma imbecilidade confrangedora… Desculpa lá, mas isto não tem ponta por onde se lhe pegue. 

Het is Ajax, ‘t is Ajax
Je kunt er weer op bouwen,
Ze worden kampioen.

P.s.. Ouça aqui a marcha do Ajax e acalme-se: http://www.degoeieouwetijd.nl/songs_lied_meer.php?id=15</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro amigo Ajax,</p>
<p>Nem sei bem como lhe pegar, talvez com uma pinça!!!<br />
Uma das grandes qualidades atribuídas aos adeptos do Ajax em geral, e aos habitantes de Amesterdão em particular, é o grande sentido de humor, mas você neste capítulo desilude-me, é provavelmente um saloio do PSV-Eindhoven que se esconde atrás da saia anónima (mas vermelha e branca) do Ajax, e para quê? Para dizer asneiras? Provando que não sabe ler o que está escrito, e demonstrando, ao mesmo tempo, que tem o humor de uma tenda de campismo…à chuva.</p>
<p>Então para vossemecê quem avança com dois ou três factos históricos, porque a discussão assim o pedia, é um nacionalista bafiento e atávico! Como abordei um fait-divers, à laia de explicação, onde falo do Le Pen, ergo, sou do Front National! Não é que tudo isto me tire o sono, mas não vejo a relação… Quer dizer, se eu, em vez dos temas acima debatidos, tivesse divagado acerca da acidez do vinho tinto você diria que eu era alcoólico…</p>
<p>Com todo o respeito, mas isto é de uma imbecilidade confrangedora… Desculpa lá, mas isto não tem ponta por onde se lhe pegue. </p>
<p>Het is Ajax, ‘t is Ajax<br />
Je kunt er weer op bouwen,<br />
Ze worden kampioen.</p>
<p>P.s.. Ouça aqui a marcha do Ajax e acalme-se: <a href="http://www.degoeieouwetijd.nl/songs_lied_meer.php?id=15" rel="nofollow">http://www.degoeieouwetijd.nl/songs_lied_meer.php?id=15</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14509</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 18:16:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14509</guid>
		<description>Uma interpretação polémica, mas interessante, de alguns aspectos desta problemática fascinante.


http://eurozine.com/pdf/2007-05-03-roy-en.pdf

agora prometo ficar caladinho

desculpas pela impertinência.

cumprimentos para todos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma interpretação polémica, mas interessante, de alguns aspectos desta problemática fascinante.</p>
<p><a href="http://eurozine.com/pdf/2007-05-03-roy-en.pdf" rel="nofollow">http://eurozine.com/pdf/2007-05-03-roy-en.pdf</a></p>
<p>agora prometo ficar caladinho</p>
<p>desculpas pela impertinência.</p>
<p>cumprimentos para todos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14503</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 17:35:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14503</guid>
		<description>Lidador

quando, onde e em que contexto é que m portas proferiu estas palavras? 

gostaria muito de saber. 

Algumas tendências das esquerdas ocidentais, Lidador, mais especificamente algumas extremas esquerdas.  Penso que não há necessidade de saltar da extrema esquerda para a esquerda como se fossem a mesma coisa. Não são! É muito importante lembrar-mo-nos disto, caso contrário corremos o risco de antagonizar os muitos esquerdistas que não sentem qualquer simpatia por nasrallahs, amdinejahs e por outros que tais. Eu conheço muita gente de esquerda(PCP e BE) que não simpatiza minimamente com os hezbollahs, etc (isto não é argumento, apenas uma constatação pessoal). Nem que seja apenas por uma questão de rigor e honestidade.  Nos últimos anos as esquerdas tem vindo a reformular cuidadosamente a sua posição face ao &quot;islamismo&quot; (ninguém sabe bem o significado deste termo, mas pronto) introduzindo inúmeros caveats e qualificações. Também é verdade que a estupidez, megalomania e impetuosidade de muitos lideres ocidentais e israelitas também contribuíram muito para este aparente (re) rapprochement das &quot;esquerdas&quot; com os &quot;islamitas.&quot;  A guerra do iraque foi um erro colossal. A resposta de Israel aos ataques do hezbollah foi desastrosa. A esquerda laica progressiva poderia ter sido, ou poderá ainda ser, uma das forças mas eficazes na luta contra o radicalismo islâmico. 

cumps</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lidador</p>
<p>quando, onde e em que contexto é que m portas proferiu estas palavras? </p>
<p>gostaria muito de saber. </p>
<p>Algumas tendências das esquerdas ocidentais, Lidador, mais especificamente algumas extremas esquerdas.  Penso que não há necessidade de saltar da extrema esquerda para a esquerda como se fossem a mesma coisa. Não são! É muito importante lembrar-mo-nos disto, caso contrário corremos o risco de antagonizar os muitos esquerdistas que não sentem qualquer simpatia por nasrallahs, amdinejahs e por outros que tais. Eu conheço muita gente de esquerda(PCP e BE) que não simpatiza minimamente com os hezbollahs, etc (isto não é argumento, apenas uma constatação pessoal). Nem que seja apenas por uma questão de rigor e honestidade.  Nos últimos anos as esquerdas tem vindo a reformular cuidadosamente a sua posição face ao &#8220;islamismo&#8221; (ninguém sabe bem o significado deste termo, mas pronto) introduzindo inúmeros caveats e qualificações. Também é verdade que a estupidez, megalomania e impetuosidade de muitos lideres ocidentais e israelitas também contribuíram muito para este aparente (re) rapprochement das &#8220;esquerdas&#8221; com os &#8220;islamitas.&#8221;  A guerra do iraque foi um erro colossal. A resposta de Israel aos ataques do hezbollah foi desastrosa. A esquerda laica progressiva poderia ter sido, ou poderá ainda ser, uma das forças mas eficazes na luta contra o radicalismo islâmico. </p>
<p>cumps</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14496</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 16:08:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14496</guid>
		<description>8Esta conferência e muitas outras iniciativas dos “islamitas radicais” (como a Irmandade Muçulmana, Hamas, Hezbollah etc) revelam oportunismo e alguma astúcia: “adoptam” o vocabulário anti-sistémico das exts esquerdas ocidentais , usando-o para camuflar a sua agenda profundamente conservadora e anti-democrática]

É verdade e não surpreende. O que surpreende, é que as esquerdas ocidentais embarquem alegremente na canção do bandido.
&quot;Somos todos Hezbolah&quot;, proclama Miguel Portas rojando-se aos pés do clérigo Nasralah.
E M. Portas tem um curso superior.
Imagine o resto dos idiotas úteis ( termo crismado por Lenine, justamente para designar este tipo de gente).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>8Esta conferência e muitas outras iniciativas dos “islamitas radicais” (como a Irmandade Muçulmana, Hamas, Hezbollah etc) revelam oportunismo e alguma astúcia: “adoptam” o vocabulário anti-sistémico das exts esquerdas ocidentais , usando-o para camuflar a sua agenda profundamente conservadora e anti-democrática]</p>
<p>É verdade e não surpreende. O que surpreende, é que as esquerdas ocidentais embarquem alegremente na canção do bandido.<br />
&#8220;Somos todos Hezbolah&#8221;, proclama Miguel Portas rojando-se aos pés do clérigo Nasralah.<br />
E M. Portas tem um curso superior.<br />
Imagine o resto dos idiotas úteis ( termo crismado por Lenine, justamente para designar este tipo de gente).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14490</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 14:50:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14490</guid>
		<description>Só mais uma nota. Perdoem-me a insistência.

Sr. Carmo da Rosa, 

Esta conferência e muitas outras iniciativas dos &quot;islamitas radicais&quot; (como a Irmandade Muçulmana, Hamas, Hezbollah etc) revelam oportunismo e alguma astúcia: &quot;adoptam&quot; o vocabulário anti-sistémico das exts esquerdas ocidentais , usando-o para camuflar a sua agenda profundamente conservadora e anti-democrática.

cumps,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só mais uma nota. Perdoem-me a insistência.</p>
<p>Sr. Carmo da Rosa, </p>
<p>Esta conferência e muitas outras iniciativas dos &#8220;islamitas radicais&#8221; (como a Irmandade Muçulmana, Hamas, Hezbollah etc) revelam oportunismo e alguma astúcia: &#8220;adoptam&#8221; o vocabulário anti-sistémico das exts esquerdas ocidentais , usando-o para camuflar a sua agenda profundamente conservadora e anti-democrática.</p>
<p>cumps,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14488</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 14:37:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14488</guid>
		<description>Caro Ezequiel,

“chamar coabitação à “relação” do islão com a extrema esquerda ou direita é, mais do que um exagero, um argumento sem corroboração extensiva.”

Um argumento sem corroboração extensiva… Você muito gosta – eu também, mas non tropo - dessa linguagem do tempo do senhor Feliciano de Castilho. Pronto homem, em vez de ‘coabitação’, chamemos-lhe ‘entendimento estratégico a curto prazo’ e assim estamos entendidos…

“Os “teocráticos” radicais islâmicos cultivam um odiozito de estimação por toda a esquerda laica. Uma das crenças centrais da esquerda laica, seja que de estirpe for (filosoficamente falando), é o ideal da participação pública, da deliberação. No islão radical a deliberação, tal como nós a conhecemos, simplesmente não existe.”

Filosoficamente falando, e não só, estou (quase) absolutamente de acordo consigo! Mas será que eu dou a entender que acredito que exista uma eventual “plena deliberação, tal como nós a conhecemos, no Islão radical?” Se assim é, peço imensa desculpa…  
Eu até costumo citar, como exemplo trágico deste ‘entendimento estratégico’, o que aconteceu à esquerda no Irão depois do Khomeini ter conseguido o poder absoluto. Serviu-se deles no início, e depois cortou a cabeça aqueles que não fugiram a tempo para a Europa e para os EUA. Mas tenho cá uma fezada que você está ao corrente destes factos e que eu estou aqui a pregar aos peixinhos! 
Não totalmente, porque o nosso co-comentador, Ajax, que, segundo ele, ‘mora num bairro onde convivem muçulmanos e judeus, e como nunca viu um distúrbio’, acha que estas desgraças não passam de propaganda americana. Um bom exemplo de esquerda muito laica… 
Mas se “uma das crenças centrais da esquerda laica, seja ela de que estirpe for, é o ideal da participação pública, da deliberação”, como você afirma, como explicar a falta de propensão para a deliberação dos grandes deliberadores da classe operária: Vladimir Ilish Ulianov, José Estaline, Mao Tse Tung, Enver Hoxa, Nicolae Ceaucescu e Fidel Castro?
Até consigo imaginar que você me vai responder que estava a falar em esquerda LAICA, partindo do princípio que o marxismo é uma religião!!! Se for escrito no seu belo estilo rococó faço um pequeno esforço e dou-lhe a minha razão toda…

Acerca dos anti-globalistas, eu já lhe disse no meu comentário anterior que não os meto no mesmo saco… Você realmente não é o Ezequiel que eu pensava, você é mais perseverante!
Mais uma vez: eu disse e repeti que eles vão do José Bové até Bin Laden passando por Daniel Cohn Bendit. “Movimentos internamente mais plurais, mais genealogias políticas distintas”, mais heterogeneidade não é possível, só na farmácia!!! 

E é claro que não estou a acrescentar nada de novo, estamos mais uma vez de acordo. Estou apenas a AVISAR A MALTA. Também as meninas anti-globalistas. Porque, apesar da maioria delas não concordarem com a sharia, como você diz, há já um número considerável de meninas bem, todas anti-globalistas, que se deixaram encantar pelo bla bla anti-imperialista de pacotilha de Hezbollah’s do estilo Tariq Ramadan ou Diap Abou Jahjah. Algumas até já se vestem de Nikab, algumas (e alguns) já integraram a umma, já fazem parte da jihad. Mas não se assuste, não estou a falar de Lisboa! Como sabe, no nosso país tudo acontece 50 anos mais tarde, por isso ainda temos algum tempo para discutir nas calmas o sexo dos anjos…

“dos que conhecem melhor os dramas do mundo muçulmano são voluntários-as de ONGs que, no terreno, aprenderam o que realmente significa o radicalismo islâmico.”

Finalmente, algo em que não estou de acordo consigo! Os que melhor conhecem o mundo muçulmano são os próprios muçulmanos, de preferência os dissidentes, mas não só. Como você me pediu, dou-lhe só um exemplo: dê uma vista de olhos no Arab Human Development Report de 2002, escrito por intelectuais árabes para as Nações Unidas. Mas não diga nada ao nosso amigo Ajax, senão ele vai acusá-los de racismo e islamofobia e a culpa é minha – como? não sei…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,</p>
<p>“chamar coabitação à “relação” do islão com a extrema esquerda ou direita é, mais do que um exagero, um argumento sem corroboração extensiva.”</p>
<p>Um argumento sem corroboração extensiva… Você muito gosta – eu também, mas non tropo &#8211; dessa linguagem do tempo do senhor Feliciano de Castilho. Pronto homem, em vez de ‘coabitação’, chamemos-lhe ‘entendimento estratégico a curto prazo’ e assim estamos entendidos…</p>
<p>“Os “teocráticos” radicais islâmicos cultivam um odiozito de estimação por toda a esquerda laica. Uma das crenças centrais da esquerda laica, seja que de estirpe for (filosoficamente falando), é o ideal da participação pública, da deliberação. No islão radical a deliberação, tal como nós a conhecemos, simplesmente não existe.”</p>
<p>Filosoficamente falando, e não só, estou (quase) absolutamente de acordo consigo! Mas será que eu dou a entender que acredito que exista uma eventual “plena deliberação, tal como nós a conhecemos, no Islão radical?” Se assim é, peço imensa desculpa…<br />
Eu até costumo citar, como exemplo trágico deste ‘entendimento estratégico’, o que aconteceu à esquerda no Irão depois do Khomeini ter conseguido o poder absoluto. Serviu-se deles no início, e depois cortou a cabeça aqueles que não fugiram a tempo para a Europa e para os EUA. Mas tenho cá uma fezada que você está ao corrente destes factos e que eu estou aqui a pregar aos peixinhos!<br />
Não totalmente, porque o nosso co-comentador, Ajax, que, segundo ele, ‘mora num bairro onde convivem muçulmanos e judeus, e como nunca viu um distúrbio’, acha que estas desgraças não passam de propaganda americana. Um bom exemplo de esquerda muito laica…<br />
Mas se “uma das crenças centrais da esquerda laica, seja ela de que estirpe for, é o ideal da participação pública, da deliberação”, como você afirma, como explicar a falta de propensão para a deliberação dos grandes deliberadores da classe operária: Vladimir Ilish Ulianov, José Estaline, Mao Tse Tung, Enver Hoxa, Nicolae Ceaucescu e Fidel Castro?<br />
Até consigo imaginar que você me vai responder que estava a falar em esquerda LAICA, partindo do princípio que o marxismo é uma religião!!! Se for escrito no seu belo estilo rococó faço um pequeno esforço e dou-lhe a minha razão toda…</p>
<p>Acerca dos anti-globalistas, eu já lhe disse no meu comentário anterior que não os meto no mesmo saco… Você realmente não é o Ezequiel que eu pensava, você é mais perseverante!<br />
Mais uma vez: eu disse e repeti que eles vão do José Bové até Bin Laden passando por Daniel Cohn Bendit. “Movimentos internamente mais plurais, mais genealogias políticas distintas”, mais heterogeneidade não é possível, só na farmácia!!! </p>
<p>E é claro que não estou a acrescentar nada de novo, estamos mais uma vez de acordo. Estou apenas a AVISAR A MALTA. Também as meninas anti-globalistas. Porque, apesar da maioria delas não concordarem com a sharia, como você diz, há já um número considerável de meninas bem, todas anti-globalistas, que se deixaram encantar pelo bla bla anti-imperialista de pacotilha de Hezbollah’s do estilo Tariq Ramadan ou Diap Abou Jahjah. Algumas até já se vestem de Nikab, algumas (e alguns) já integraram a umma, já fazem parte da jihad. Mas não se assuste, não estou a falar de Lisboa! Como sabe, no nosso país tudo acontece 50 anos mais tarde, por isso ainda temos algum tempo para discutir nas calmas o sexo dos anjos…</p>
<p>“dos que conhecem melhor os dramas do mundo muçulmano são voluntários-as de ONGs que, no terreno, aprenderam o que realmente significa o radicalismo islâmico.”</p>
<p>Finalmente, algo em que não estou de acordo consigo! Os que melhor conhecem o mundo muçulmano são os próprios muçulmanos, de preferência os dissidentes, mas não só. Como você me pediu, dou-lhe só um exemplo: dê uma vista de olhos no Arab Human Development Report de 2002, escrito por intelectuais árabes para as Nações Unidas. Mas não diga nada ao nosso amigo Ajax, senão ele vai acusá-los de racismo e islamofobia e a culpa é minha – como? não sei…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14485</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 13:26:17 +0000</pubDate>
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		<description>caro C da Rosa

Já li o artigo do Eric Walberg. 

É um bom artigo, a meu ver. Mas nada de fundamentalmente novo.

cumps</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro C da Rosa</p>
<p>Já li o artigo do Eric Walberg. </p>
<p>É um bom artigo, a meu ver. Mas nada de fundamentalmente novo.</p>
<p>cumps</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14474</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 09:28:51 +0000</pubDate>
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		<description>Primeiro, para o DLM. Caríssimo, poupe-se ao trabalho de traduzir que eu poupo-me ao trabalho de corrigir o seu inglês incipiente. Não sei onde publicou, nem interessa, pela qualidade deve ter sido numa revista qualquer de extrema-direita patrocinada pela nova democracia. O que diz você, resume-se à estafada teoria da unidade orgânica da nação. pois vá lá pregar pá MJNogueira que ela parece que gosta dessas coisas. Cuidado com os chineses!

Para o carmo da rosa. Demonstração de nacionalismo bafiento (ele há outro nome?) e atávico. Não só o herdou do seu avô, como parece que o reivindica em linhagem directa até ao Afonso Henriques. Patrioteiros de todo o mundo, uni-vos! Ainda bem que vê televisão, porqu eu também. E assim como vejo islâmicos, vejo americanos a passearem as suas umvs pelas ruas de uma Bagdade completamente destruída. Tudo a bem da civilização ocidental, suponho. 
Pois digo-lhe, que sem paranóias do tempo do Al Andaluz, e sem supor que há um árabe em cada esquina à espera de decapitar o mais desprevenido dos europeus, digo-lhe que já estive no Irão, no Egipto, no Iraque, antes do ataque, e que foi muito esclarecedor para além das intoxicações televisivas. 
Digo-lhe que moro num bairro onde convivem muçulmanos e judeus, e nunca, mas nunca, vi o mínimo distúrbio. Digo-lhe também que na minha rua se passeiam raparigas com lenço e outras sem lenço e que actualmente se podem ouvir os cantares do ramadão vindos de dentro dos apartamentos. Nunca vivi em pânico, nem nunca andei sobressaltado pelo terror islâmico. 
Você fala da deputada holandesa, que era muito boa, suponho que para além do facto de ter falsificado o passaporte e por isso é que foi corrida. E quanto à suas afinidades com Le Pen, cada um sabe de si. É bem verdade que entre votar CDS-PP e Le Pen não existe qualquer diferença. Em Portugal é que ainda não se aperceberam disso. Mas se é esse o símbolo da democracia que arranja para argumentar, então estamos conversados. Não esquecer que o Le Pen dos primórdios tinha um ódio aos judeus que era qualquer coisa. Ah, mas que parvo, nós, os descendentes do D. Afonso Henriques, também corremos com eles e alguns até os assámos. Mas aqui foi a fobia pós-Al Andaluz. 

Última coisa, tenho mais medo dos evangelistas radicais - é que esses tenho eu a certeza de já terem a bomba atómica. E de a terem usado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, para o DLM. Caríssimo, poupe-se ao trabalho de traduzir que eu poupo-me ao trabalho de corrigir o seu inglês incipiente. Não sei onde publicou, nem interessa, pela qualidade deve ter sido numa revista qualquer de extrema-direita patrocinada pela nova democracia. O que diz você, resume-se à estafada teoria da unidade orgânica da nação. pois vá lá pregar pá MJNogueira que ela parece que gosta dessas coisas. Cuidado com os chineses!</p>
<p>Para o carmo da rosa. Demonstração de nacionalismo bafiento (ele há outro nome?) e atávico. Não só o herdou do seu avô, como parece que o reivindica em linhagem directa até ao Afonso Henriques. Patrioteiros de todo o mundo, uni-vos! Ainda bem que vê televisão, porqu eu também. E assim como vejo islâmicos, vejo americanos a passearem as suas umvs pelas ruas de uma Bagdade completamente destruída. Tudo a bem da civilização ocidental, suponho.<br />
Pois digo-lhe, que sem paranóias do tempo do Al Andaluz, e sem supor que há um árabe em cada esquina à espera de decapitar o mais desprevenido dos europeus, digo-lhe que já estive no Irão, no Egipto, no Iraque, antes do ataque, e que foi muito esclarecedor para além das intoxicações televisivas.<br />
Digo-lhe que moro num bairro onde convivem muçulmanos e judeus, e nunca, mas nunca, vi o mínimo distúrbio. Digo-lhe também que na minha rua se passeiam raparigas com lenço e outras sem lenço e que actualmente se podem ouvir os cantares do ramadão vindos de dentro dos apartamentos. Nunca vivi em pânico, nem nunca andei sobressaltado pelo terror islâmico.<br />
Você fala da deputada holandesa, que era muito boa, suponho que para além do facto de ter falsificado o passaporte e por isso é que foi corrida. E quanto à suas afinidades com Le Pen, cada um sabe de si. É bem verdade que entre votar CDS-PP e Le Pen não existe qualquer diferença. Em Portugal é que ainda não se aperceberam disso. Mas se é esse o símbolo da democracia que arranja para argumentar, então estamos conversados. Não esquecer que o Le Pen dos primórdios tinha um ódio aos judeus que era qualquer coisa. Ah, mas que parvo, nós, os descendentes do D. Afonso Henriques, também corremos com eles e alguns até os assámos. Mas aqui foi a fobia pós-Al Andaluz. </p>
<p>Última coisa, tenho mais medo dos evangelistas radicais &#8211; é que esses tenho eu a certeza de já terem a bomba atómica. E de a terem usado.</p>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14444</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 01:06:18 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Carmo da Rosa

não, não sou artista plástico.

Não falei do direito a criticar mas de uma generalização sub-reptícia sustentada por alguns casos, verídicos é certo. Além disso, chamar coabitação à &quot;relação&quot; do islão com a extrema esquerda ou direita é, mais do que um exagero, um argumento sem corroboração extensiva. 

Talvez deva clarificar as coisas. Os &quot;teocráticos&quot; radicais islâmicos cultivam um odiozito de estimação por toda a esquerda laica. Uma das crenças centrais da esquerda laica, seja que de estirpe for (filosoficamente falando), é o ideal da participação pública, da deliberação. No islão radical a deliberação, tal como nós a conhecemos, simplesmente não existe. 

Gostaria de pedir-lhe que citasse os casos específicos de &quot;the anti-globalists (that) reach (ed) out to islamits...&quot;

Primeiro, gostaria de saber quem são os ditos islamitas e, segundo, gostaria de saber quem são, exactamente, os anti-globalists. O que eu pretendo é isto somente: reconhecer que estamos a falar de movimentos internamente plurais, com genealogias políticas distintas...bla bla...e não falar da coabitação de x com y como se x e y fossem entidades simples. Além disso, o sr não está a acrestentar nada de novo. A relação de que fala já foi estudada há muito. Os grupos de extrema esquerda terrorista europeus cultivaram durante muitos anos relações de amizade com grupos terroristas do médio oriente. Não é nada de novo. A história das SS islâmicas, as preferidas de Himmler, também  é conhecida há muito. Generalizar a partir daqui parece-me um erro.  Penso que a extrema direita de hoje, assim como a ext esquerda, são constelações mais complexas. Thats all!

 

O Sr não falou de anti-globalists. Foi ao autor que citou que fala de anti-globalists... 


É disto que se trata porque os anti-globs não são todos iguais. logo, portanto, por conseguinte, não se pode dizer que os &quot;anti-globs&quot; são amiguinhos dos islamitas. Mas tudo me leva a pensar que os islamitas que se associam aos anti-globs não são fanáticos islâmicos. 

Talvez fosse interessante ilustrar com uma situação hipotética. Uma menina anti-glob, da variante bloco de esquerda, poderá concordar com as críticas anti-imperiais de alguns islamitas, mas nunca concordará com a sharia, com a submissão das mulheres etc etc. O que move os anti-globs são questões de justiça (social) global, participação etc. O que move os islamitas radicais é algo completamente diferente. Trata-se do estabelecimento de uma ummah global. São coisas muito distintas. E tanto uns como outros sabem-no. Alias, muitos dos que conhecem melhor os dramas do mundo muçulmano são voluntários-as de ONGs que, no terreno, aprenderam o que realmente significa o radicalismo islâmico. Só um exemplo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carmo da Rosa</p>
<p>não, não sou artista plástico.</p>
<p>Não falei do direito a criticar mas de uma generalização sub-reptícia sustentada por alguns casos, verídicos é certo. Além disso, chamar coabitação à &#8220;relação&#8221; do islão com a extrema esquerda ou direita é, mais do que um exagero, um argumento sem corroboração extensiva. </p>
<p>Talvez deva clarificar as coisas. Os &#8220;teocráticos&#8221; radicais islâmicos cultivam um odiozito de estimação por toda a esquerda laica. Uma das crenças centrais da esquerda laica, seja que de estirpe for (filosoficamente falando), é o ideal da participação pública, da deliberação. No islão radical a deliberação, tal como nós a conhecemos, simplesmente não existe. </p>
<p>Gostaria de pedir-lhe que citasse os casos específicos de &#8220;the anti-globalists (that) reach (ed) out to islamits&#8230;&#8221;</p>
<p>Primeiro, gostaria de saber quem são os ditos islamitas e, segundo, gostaria de saber quem são, exactamente, os anti-globalists. O que eu pretendo é isto somente: reconhecer que estamos a falar de movimentos internamente plurais, com genealogias políticas distintas&#8230;bla bla&#8230;e não falar da coabitação de x com y como se x e y fossem entidades simples. Além disso, o sr não está a acrestentar nada de novo. A relação de que fala já foi estudada há muito. Os grupos de extrema esquerda terrorista europeus cultivaram durante muitos anos relações de amizade com grupos terroristas do médio oriente. Não é nada de novo. A história das SS islâmicas, as preferidas de Himmler, também  é conhecida há muito. Generalizar a partir daqui parece-me um erro.  Penso que a extrema direita de hoje, assim como a ext esquerda, são constelações mais complexas. Thats all!</p>
<p>O Sr não falou de anti-globalists. Foi ao autor que citou que fala de anti-globalists&#8230; </p>
<p>É disto que se trata porque os anti-globs não são todos iguais. logo, portanto, por conseguinte, não se pode dizer que os &#8220;anti-globs&#8221; são amiguinhos dos islamitas. Mas tudo me leva a pensar que os islamitas que se associam aos anti-globs não são fanáticos islâmicos. </p>
<p>Talvez fosse interessante ilustrar com uma situação hipotética. Uma menina anti-glob, da variante bloco de esquerda, poderá concordar com as críticas anti-imperiais de alguns islamitas, mas nunca concordará com a sharia, com a submissão das mulheres etc etc. O que move os anti-globs são questões de justiça (social) global, participação etc. O que move os islamitas radicais é algo completamente diferente. Trata-se do estabelecimento de uma ummah global. São coisas muito distintas. E tanto uns como outros sabem-no. Alias, muitos dos que conhecem melhor os dramas do mundo muçulmano são voluntários-as de ONGs que, no terreno, aprenderam o que realmente significa o radicalismo islâmico. Só um exemplo.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14414</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 18:09:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14414</guid>
		<description>Caro Ezequiel,

Se é o Ezequiel que eu penso e conheço, artista plástico e amigo comum do Fernando Robles, passarei a tratar por tu, se é outro, continuo no vossemecê. Por enquanto fico-me pelo formal você.

“Eu seria muito mais cuidadoso no que diz respeito à elaboração de tabelas de equivalência e de supostas afinidades.”

Você tem todo o direito de disputar a veracidade dos meus exemplos ou a plausibilidade das conexões até as galinhas terem dentes, mas olhe que não vai ser tarefa fácil… Pelo menos com o exemplo de que se serve!  É possível que eu não seja muito cuidadoso, mas não é verdade que eu meta os anti-globalistas num (hipotético) mesmo saco! Eu apenas quis acrescentar uma (nova) coabitação à velha ligação entre o nacional-socialismo e o Islão comentada anteriormente por Manuel Oliveira. E para isso sirvo-me de dois exemplos: uma lista conjunta (islão extrema-esquerda) nas eleições de Antuérpia… Não há cá anti-globalistas nenhuns! Não há nada de metafísico! Não há cá aves raras, é apenas um facto facilmente verificável. Basta um computador ligado à internet, e mencionar duas ou três palavras no Google!. No outro exemplo cito UM livro – podia ter sido outro -, que não é da minha autoria, e, onde o autor, Eric Walberg, aborda o tema “anti-globalists reach out to islamists, cooperation between islamists and left ….)”. Mas se você não gosta de uma das palavras (anti-globalist) do título do livro do Walberg, pronto, ‘no big deal’ eu arranjo-lhe outro exemplo. Mas isso não altera em nada os factos. Penso eu de que!

Mas apesar de não ser tão inteligente e tão perspicaz como o meu amigo, e de não conseguir escrever com uma palete estilística do século dezoito, sei muito bem que há anti-globalistas de todas as cores e feitios, que vão do José Bové até ao Bin Laden, passando pelo Daniel Cohn Bendit… MAS NÃO É DISTO QUE SE TRATA…
Na esperança que comece a gostar um pouco mais das minhas desastradas pinceladas, despeço-me amigavelmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,</p>
<p>Se é o Ezequiel que eu penso e conheço, artista plástico e amigo comum do Fernando Robles, passarei a tratar por tu, se é outro, continuo no vossemecê. Por enquanto fico-me pelo formal você.</p>
<p>“Eu seria muito mais cuidadoso no que diz respeito à elaboração de tabelas de equivalência e de supostas afinidades.”</p>
<p>Você tem todo o direito de disputar a veracidade dos meus exemplos ou a plausibilidade das conexões até as galinhas terem dentes, mas olhe que não vai ser tarefa fácil… Pelo menos com o exemplo de que se serve!  É possível que eu não seja muito cuidadoso, mas não é verdade que eu meta os anti-globalistas num (hipotético) mesmo saco! Eu apenas quis acrescentar uma (nova) coabitação à velha ligação entre o nacional-socialismo e o Islão comentada anteriormente por Manuel Oliveira. E para isso sirvo-me de dois exemplos: uma lista conjunta (islão extrema-esquerda) nas eleições de Antuérpia… Não há cá anti-globalistas nenhuns! Não há nada de metafísico! Não há cá aves raras, é apenas um facto facilmente verificável. Basta um computador ligado à internet, e mencionar duas ou três palavras no Google!. No outro exemplo cito UM livro – podia ter sido outro -, que não é da minha autoria, e, onde o autor, Eric Walberg, aborda o tema “anti-globalists reach out to islamists, cooperation between islamists and left ….)”. Mas se você não gosta de uma das palavras (anti-globalist) do título do livro do Walberg, pronto, ‘no big deal’ eu arranjo-lhe outro exemplo. Mas isso não altera em nada os factos. Penso eu de que!</p>
<p>Mas apesar de não ser tão inteligente e tão perspicaz como o meu amigo, e de não conseguir escrever com uma palete estilística do século dezoito, sei muito bem que há anti-globalistas de todas as cores e feitios, que vão do José Bové até ao Bin Laden, passando pelo Daniel Cohn Bendit… MAS NÃO É DISTO QUE SE TRATA…<br />
Na esperança que comece a gostar um pouco mais das minhas desastradas pinceladas, despeço-me amigavelmente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14405</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 16:18:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14405</guid>
		<description>Ajax 1:
&quot;Hoje é o Islão, mas ontem eram os comunistas e antes disso foram os judeus, talvez pelos pais ou pelos avós, dos respectivos “postantes”.&quot;

Fico mais descansado, afinal a minha islamofobia galopante não é minha, é do meu avô. Bem me parecia que o Ajax lavava mais branco… 

Ajax 2:
“O que me parece mais interessante, é por que razão num país onde a comunidade islâmica é perfeitamente residual, se encontram tantos islamofóbicos?”

Também há uma explicação para isso. E já que estamos em maré de ‘ó da guarda que é racista’ aqui vai disto:
Durante as eleições presidenciais de 2002 em França - a escolha na segunda volta era Chirac ou Le Pen – a televisão foi entrevistar uns velhotes numa aldeia perdida - ‘dans la France profonde’. A razão era que a aldeia tinha, inexplicavelmente, a mais alta concentração de votos no Front National de toda a França!!!
Os jornalistas perguntam: “Mas porque razão votar ‘en masse’ no Le Pen? Na vossa aldeia não há problemas de maior, criminalidade é quase inexistente, não moram cá estrangeiros!”
Respondem os aldeões: “Não há cá problemas mas a gente bem vê na televisão a desgraça que vai por essa França fora, e não queremos cá disso.” O que se chama uma votação preventiva.

E nós, portugueses, apesar ‘da comunidade islâmica ser perfeitamente residual’, como também já vemos televisão, pensamos que é melhor prevenir do que remediar (assim fosse em relação aos fogos!). Sobretudo tendo em conta o trabalhão que nos deu a conquista. Para refrescar a memória: Portugal dá à luz em Portus Cale em 1143. Três anos depois estava o Afonso Henriques a tomar café na Brasileira, e só em 1249, depois de muito pelejar, depois de muito sangue derramado, é que Afonso III lá consegue beber uma imperialzita (provavelmente ainda sem al kuhul) em Albufeira, no Al Garbh. Portugal não nos caiu do céu, a Nossa Senhora de Fátima só muito mais tarde se iria interessar por Portugal, precisamente em 1917, para nos libertar do comunismo, mas dos Mouros fomos nós. Nós, é uma força de expressão, os nossos egrégios – todos eles islamofóbicos até à medula…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ajax 1:<br />
&#8220;Hoje é o Islão, mas ontem eram os comunistas e antes disso foram os judeus, talvez pelos pais ou pelos avós, dos respectivos “postantes”.&#8221;</p>
<p>Fico mais descansado, afinal a minha islamofobia galopante não é minha, é do meu avô. Bem me parecia que o Ajax lavava mais branco… </p>
<p>Ajax 2:<br />
“O que me parece mais interessante, é por que razão num país onde a comunidade islâmica é perfeitamente residual, se encontram tantos islamofóbicos?”</p>
<p>Também há uma explicação para isso. E já que estamos em maré de ‘ó da guarda que é racista’ aqui vai disto:<br />
Durante as eleições presidenciais de 2002 em França &#8211; a escolha na segunda volta era Chirac ou Le Pen – a televisão foi entrevistar uns velhotes numa aldeia perdida &#8211; ‘dans la France profonde’. A razão era que a aldeia tinha, inexplicavelmente, a mais alta concentração de votos no Front National de toda a França!!!<br />
Os jornalistas perguntam: “Mas porque razão votar ‘en masse’ no Le Pen? Na vossa aldeia não há problemas de maior, criminalidade é quase inexistente, não moram cá estrangeiros!”<br />
Respondem os aldeões: “Não há cá problemas mas a gente bem vê na televisão a desgraça que vai por essa França fora, e não queremos cá disso.” O que se chama uma votação preventiva.</p>
<p>E nós, portugueses, apesar ‘da comunidade islâmica ser perfeitamente residual’, como também já vemos televisão, pensamos que é melhor prevenir do que remediar (assim fosse em relação aos fogos!). Sobretudo tendo em conta o trabalhão que nos deu a conquista. Para refrescar a memória: Portugal dá à luz em Portus Cale em 1143. Três anos depois estava o Afonso Henriques a tomar café na Brasileira, e só em 1249, depois de muito pelejar, depois de muito sangue derramado, é que Afonso III lá consegue beber uma imperialzita (provavelmente ainda sem al kuhul) em Albufeira, no Al Garbh. Portugal não nos caiu do céu, a Nossa Senhora de Fátima só muito mais tarde se iria interessar por Portugal, precisamente em 1917, para nos libertar do comunismo, mas dos Mouros fomos nós. Nós, é uma força de expressão, os nossos egrégios – todos eles islamofóbicos até à medula…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14385</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 15:04:53 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Carmo da Rosa

Eu seria muito mais cuidadoso no que diz respeito à elaboração de tabelas de equivalência e de supostas afinidades. Intrinsecamente, a agenda-movimento-sensibilidade anti-global (contra um determinado tipo de mundialização) tem, primeiro, tanto a ver com a esquerda como com um conjunto de outras mudanças que ainda hoje estão a baralhar os nossos estudantes, aquela coisa do colapso das meta-narrativas bla bla....Não disputo a veracidade dos seus exemplos nem a plausibilidade das ditas &quot;conexões&quot;. Todavia, seria deveras elementar agrupar toda esta panóplia de aves raras, e algumas verdadeiramente excepcionais, com as mais variadas cores,  sob o jugo de uma generalização opressiva &quot;tipo: vocês são todos uns gandas malucos!&quot; (right, Ana!??? :)   Além de injusto, seria pouco inteligente. Em suma, é preciso ser-se perspicaz para saber quem é quem. Ou, pondo as coisas de outra forma, há uma vasta maioria de gente muito boa e genuinamente bem intencionada nos anti-global... Há anti-globs mauzins e bonzins! eh ehe heh eh eh eh eh eh eh e heh e he he he he he eh eh h

Não sei porquê mas sempre detestei pinceladas desastradas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carmo da Rosa</p>
<p>Eu seria muito mais cuidadoso no que diz respeito à elaboração de tabelas de equivalência e de supostas afinidades. Intrinsecamente, a agenda-movimento-sensibilidade anti-global (contra um determinado tipo de mundialização) tem, primeiro, tanto a ver com a esquerda como com um conjunto de outras mudanças que ainda hoje estão a baralhar os nossos estudantes, aquela coisa do colapso das meta-narrativas bla bla&#8230;.Não disputo a veracidade dos seus exemplos nem a plausibilidade das ditas &#8220;conexões&#8221;. Todavia, seria deveras elementar agrupar toda esta panóplia de aves raras, e algumas verdadeiramente excepcionais, com as mais variadas cores,  sob o jugo de uma generalização opressiva &#8220;tipo: vocês são todos uns gandas malucos!&#8221; (right, Ana!??? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />    Além de injusto, seria pouco inteligente. Em suma, é preciso ser-se perspicaz para saber quem é quem. Ou, pondo as coisas de outra forma, há uma vasta maioria de gente muito boa e genuinamente bem intencionada nos anti-global&#8230; Há anti-globs mauzins e bonzins! eh ehe heh eh eh eh eh eh eh e heh e he he he he he eh eh h</p>
<p>Não sei porquê mas sempre detestei pinceladas desastradas.</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14379</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 14:37:38 +0000</pubDate>
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		<description>correc: dissolve-se  (múltiplos perdões!) :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>correc: dissolve-se  (múltiplos perdões!) <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14371</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 12:52:29 +0000</pubDate>
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		<description>Para o Manuel Oliveira:

Estou-lhe imensamente grato por me ter dado a conhecer o Pat Condell, uma maravilha…
Sei das ligações entre o nacional-socialismo e o islamismo, mas o mesmo acontece entre o islamismo e a extrema-esquerda, veja por exemplo: 
Anti-globalists reach out to Islamists
Cooperation between Islamists and the left is growing, 
reports Eric Walberg.
Ou então o caso da Bélgica, a lista conjunta para as eleições camarárias RESIST, entre a AEL (Arabische Europese Liga) do Hezbollah Diap Abou Jahjah e o PvdA (partido leninista de extrema-esquerda).
Como se vê, a nossa situação é alarmante, estamos a comer de três lados…

Para a Ana:

Estou muito globalmente de acordo com o seu comentário, mas continuo a discordar de afirmações do género  “….também a religião católica….”.
Porque actualmente é preciso ter muito má vontade para comparar, em termos de comportamento, a religião católica à muçulmana. 
E discordo também de:
“para mim não existem um “nós” bons e um “eles” maus, porque considero que bons e maus existem em ambos os lados.”
Claro, mas por enquanto são eles os mais piores maus da fita, os terroristas. Veja por favor a discussão da Wafa Sultan com o imã na Al Jazeera (está também num dos links You Tube do Manuel Oliveira), ela explica isto muito melhor do que eu.
Resumindo, sou obrigado a confundir a “sua posição com um relativismo absoluto do estilo…”

Para o Lidador:

Uma pequena correcção, a deputada holandesa, Ayaan Hirsi Ali, (por sinal muita boa, uma pena ter-se ido embora!), não foi corrida do bairro mas apenas do prédio, onde vivia protegida pelo estado.
Talvez fosse interessante acrescentar que realmente foi ela que escreveu o guião para o filme ‘Submission’ - palavra que traduzida em árabe quer muito sintomaticamente dizer ‘islam’! e não amor, paz ou outras mariquices que geralmente nos querem impingir – mas foi Theo van Gogh quem fez o filme, e por isso foi assassinado. 
Outro pormenor que também convém acrescentar, para quem não saiba, e para evitar que a esquerda caviar do tipo Ajax não julgue que esta deputada holandesa é loira e de olhos azuis, condição sine qua non para à priori ser-se islamófobo. Não, a senhora vem da Somália e é bastante escurinha…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para o Manuel Oliveira:</p>
<p>Estou-lhe imensamente grato por me ter dado a conhecer o Pat Condell, uma maravilha…<br />
Sei das ligações entre o nacional-socialismo e o islamismo, mas o mesmo acontece entre o islamismo e a extrema-esquerda, veja por exemplo:<br />
Anti-globalists reach out to Islamists<br />
Cooperation between Islamists and the left is growing,<br />
reports Eric Walberg.<br />
Ou então o caso da Bélgica, a lista conjunta para as eleições camarárias RESIST, entre a AEL (Arabische Europese Liga) do Hezbollah Diap Abou Jahjah e o PvdA (partido leninista de extrema-esquerda).<br />
Como se vê, a nossa situação é alarmante, estamos a comer de três lados…</p>
<p>Para a Ana:</p>
<p>Estou muito globalmente de acordo com o seu comentário, mas continuo a discordar de afirmações do género  “….também a religião católica….”.<br />
Porque actualmente é preciso ter muito má vontade para comparar, em termos de comportamento, a religião católica à muçulmana.<br />
E discordo também de:<br />
“para mim não existem um “nós” bons e um “eles” maus, porque considero que bons e maus existem em ambos os lados.”<br />
Claro, mas por enquanto são eles os mais piores maus da fita, os terroristas. Veja por favor a discussão da Wafa Sultan com o imã na Al Jazeera (está também num dos links You Tube do Manuel Oliveira), ela explica isto muito melhor do que eu.<br />
Resumindo, sou obrigado a confundir a “sua posição com um relativismo absoluto do estilo…”</p>
<p>Para o Lidador:</p>
<p>Uma pequena correcção, a deputada holandesa, Ayaan Hirsi Ali, (por sinal muita boa, uma pena ter-se ido embora!), não foi corrida do bairro mas apenas do prédio, onde vivia protegida pelo estado.<br />
Talvez fosse interessante acrescentar que realmente foi ela que escreveu o guião para o filme ‘Submission’ &#8211; palavra que traduzida em árabe quer muito sintomaticamente dizer ‘islam’! e não amor, paz ou outras mariquices que geralmente nos querem impingir – mas foi Theo van Gogh quem fez o filme, e por isso foi assassinado.<br />
Outro pormenor que também convém acrescentar, para quem não saiba, e para evitar que a esquerda caviar do tipo Ajax não julgue que esta deputada holandesa é loira e de olhos azuis, condição sine qua non para à priori ser-se islamófobo. Não, a senhora vem da Somália e é bastante escurinha…</p>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14368</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 12:19:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ana, helloooooooo!

Se existem bons/maus em ambos os lados a lógica de avaliação continua a ser BINÁRIA. 

O facto de existirem bons e maus em todos os lados, uma verdade incontestável, não altera nada. Testemos então a tua teoria.  Será a primeira guerra mundial um caso de maus e bons em todos os lados e a segunda um caso flagrante de uma distribuição desigual de bons e maus (nós, claro, fomos os bonzinhos!?) Talvez não. Os Sovietes tb foram mauzinhos para os Polacos etc. Os ataques aéreos a Dresden pelas forças aliadas também foram  mauzinhs e aquele discurso do Churchill &quot; we shall fight them on the streets, we shall fight them on the beaches...&quot; também pode ser considerado como uma incitação à guerra...bastante mauzinho, portanto!! Chegamos ao fim desta so called desconstrução analítica e sentimo-nos perdidos!  Afinal, alas, todos foram mauzinhos...a ruindade de hitler, de mussolini e, claro, do tirano  bigodaças da gerogia...dissolvem-se nesta multiplicação de diferenças...

será que me faço compreender??!!??! OS neurónios ainda estão em summer mode, mas posso tentar outra vez, se desejares!!! 

beijin

A partir de agora os islamitas radicais vão ser combatidos com dialógo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, helloooooooo!</p>
<p>Se existem bons/maus em ambos os lados a lógica de avaliação continua a ser BINÁRIA. </p>
<p>O facto de existirem bons e maus em todos os lados, uma verdade incontestável, não altera nada. Testemos então a tua teoria.  Será a primeira guerra mundial um caso de maus e bons em todos os lados e a segunda um caso flagrante de uma distribuição desigual de bons e maus (nós, claro, fomos os bonzinhos!?) Talvez não. Os Sovietes tb foram mauzinhos para os Polacos etc. Os ataques aéreos a Dresden pelas forças aliadas também foram  mauzinhs e aquele discurso do Churchill &#8221; we shall fight them on the streets, we shall fight them on the beaches&#8230;&#8221; também pode ser considerado como uma incitação à guerra&#8230;bastante mauzinho, portanto!! Chegamos ao fim desta so called desconstrução analítica e sentimo-nos perdidos!  Afinal, alas, todos foram mauzinhos&#8230;a ruindade de hitler, de mussolini e, claro, do tirano  bigodaças da gerogia&#8230;dissolvem-se nesta multiplicação de diferenças&#8230;</p>
<p>será que me faço compreender??!!??! OS neurónios ainda estão em summer mode, mas posso tentar outra vez, se desejares!!! </p>
<p>beijin</p>
<p>A partir de agora os islamitas radicais vão ser combatidos com dialógo.</p>
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	<item>
		<title>Por: DLM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14362</link>
		<dc:creator>DLM</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 10:18:20 +0000</pubDate>
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		<description>Ajax, escrevi isto noutro sitio, não estou com paciencia para traduzir:

Those who manifest doubts about the multicultural society or the islamization of Europe do not have to be necessarily racists, xenophobes or bigots. 

They are just merely seeking to remind us that in the west we have a unique pre-political culture which the citizens are above else members of a society of strangers engaged in the defence of a common land in the strictly execution of the law. 

The citizenship it’s preconditioned by pre-political loyalty of territorial nature – loyalty linked to the feeling of a common home and to the trangenerational society that belongs to her. 

The citizenship as we know it depends on nation settled as an organism that renews every generation under the rule of law.   

Who submits the law, social identity or obedience to a celestial order has no space among a secular order. 

In long term as the demographic balance shifts the nation-state or our secular conception will be in line of fire</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ajax, escrevi isto noutro sitio, não estou com paciencia para traduzir:</p>
<p>Those who manifest doubts about the multicultural society or the islamization of Europe do not have to be necessarily racists, xenophobes or bigots. </p>
<p>They are just merely seeking to remind us that in the west we have a unique pre-political culture which the citizens are above else members of a society of strangers engaged in the defence of a common land in the strictly execution of the law. </p>
<p>The citizenship it’s preconditioned by pre-political loyalty of territorial nature – loyalty linked to the feeling of a common home and to the trangenerational society that belongs to her. </p>
<p>The citizenship as we know it depends on nation settled as an organism that renews every generation under the rule of law.   </p>
<p>Who submits the law, social identity or obedience to a celestial order has no space among a secular order. </p>
<p>In long term as the demographic balance shifts the nation-state or our secular conception will be in line of fire</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ajax</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14360</link>
		<dc:creator>ajax</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 09:50:16 +0000</pubDate>
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		<description>Se havia dúvidas quanto à islamofobia crescente existente em Portugal, os comentários a este post dissipam-nas por completo. Hoje é o Islão, mas ontem eram os comunistas e antes disso foram os judeus, talvez pelos pais ou pelos avós, dos respectivos &quot;postantes&quot;. A linha é a mesma; os raciocínios rigorosamente iguais; enfim, o mecanismo de criação de bodes expiatórios funciona sempre segundo a mesma lógica. 
O que me parece mais interessante, é por que razão num país onde a comunidade islâmica é perfeitamente residual, se encontram tantos islamofóbicos? 
Por outro lado, a discussão pateta, se é racismo ou não aquilo que se passa no Darfur, não me parece adiantar grande coisa. Para já porque no Darfur deve ser condenado o genocídio, forma exponenciada de racismo, já encontrada no conflito pós-jugoslavo. Não se trata do simples (que nunca é simples) preconceito, que esse sim está bastante vivo na Europa, sobretudo pela mão dos islamofóbicos. 
Geralmente estes senhores ficam preocupados porque os muçulmanos não gostam de homossexuais, mas não se lhes ouve uma palavra sobre o papa andar a erguer uma cruzada anti-homossexual. Mais do que o binário ou o múltiplo, o problema são as baias com que se olham para as coisas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se havia dúvidas quanto à islamofobia crescente existente em Portugal, os comentários a este post dissipam-nas por completo. Hoje é o Islão, mas ontem eram os comunistas e antes disso foram os judeus, talvez pelos pais ou pelos avós, dos respectivos &#8220;postantes&#8221;. A linha é a mesma; os raciocínios rigorosamente iguais; enfim, o mecanismo de criação de bodes expiatórios funciona sempre segundo a mesma lógica.<br />
O que me parece mais interessante, é por que razão num país onde a comunidade islâmica é perfeitamente residual, se encontram tantos islamofóbicos?<br />
Por outro lado, a discussão pateta, se é racismo ou não aquilo que se passa no Darfur, não me parece adiantar grande coisa. Para já porque no Darfur deve ser condenado o genocídio, forma exponenciada de racismo, já encontrada no conflito pós-jugoslavo. Não se trata do simples (que nunca é simples) preconceito, que esse sim está bastante vivo na Europa, sobretudo pela mão dos islamofóbicos.<br />
Geralmente estes senhores ficam preocupados porque os muçulmanos não gostam de homossexuais, mas não se lhes ouve uma palavra sobre o papa andar a erguer uma cruzada anti-homossexual. Mais do que o binário ou o múltiplo, o problema são as baias com que se olham para as coisas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lidador</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14357</link>
		<dc:creator>Lidador</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 09:09:45 +0000</pubDate>
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		<description>estribilho do Islão tolerante e pacífico, berrado pelos próprios, desde Bin Laden a Amadinejah, passando pelas risonhas multidões que nas ruas de Islamabad e Londres, contribuem para o negócio da venda de bandeiras, gasolina e fósforos, e pelas variantes mais ou menos eufémicas do Dr. Miguel Portas, as tais que “são todas Hezbolah”, esbarra todos os dias com a realidade.
A realidade de que, se é verdade que nem todos os muçulmanos são terroristas, a esmagadora maioria dos terroristas é muçulmana, e esse tipo de acção está ideologica e explicitamente fundamentado no Corão.
Seria por isso natural que no Ocidente, as pessoas normais encarassem esta religião como perigosa e criassem anticorpos. É assim que agem os organismos saudáveis.


Infelizmente não é o caso e o que se verifica é que a santa aliança dos islamistas e da esquerda caviar, sobressalta-se e chia que vem aí a “islamofobia” e o &quot;inquietante racismo&quot; ( presume-se que haverá outros racismos que não inquietam tanto determinados cromos)
Para os islamistas, a vitimização é uma táctica simples de manipulação que visa castrar moralmente as pessoas, inibindo-as de esboçar qualquer gesto de indignação e desconforto para com uma ameaça concreta e abertamente declarada à nossa civilização.
Para a esquerda floribélica, trata-se apenas de mais uma forma de praticar a idiotia útil e de lutar contra o “império”e a “sociedade burguesa”.
O resultado é letal: por não querer parecer “islamófoba”, a Europa agacha-se e torna-se islamófila.

Exemplos?
Em 1995, muito tempo antes do começo oficial do mundo, e do advento dos grandes demónios “Bush e Blair”, segundo a teologia esquerdista, o Secretário – Geral da NATO teve de sair pela porta baixa, pelo facto de ter dito que o islamismo constituía uma crescente ameaça à segurança atlântica.
Há 2 anos, uma deputada holandesa teve que dar com os pés no rabo e fugir para o inferno americano, pelo facto de, sendo apóstata (crime islâmico punível com a morte) e autora do guião de um filme (Submissão) que expunha a miséria da condição feminina no mundo muçulmano, os seus vizinhos holandeses terem achado que a sua presença no bairro os colocava em perigo.
Há mais de um ano que o professor francês Robert Redeker vive na clandestinidade pelo facto de ter escrito num ensaio que o Islão não é uma religião pacifica, o que de resto já tinha acontecido a Salman Rushdie e aos seus tradutores italiano e japonês.
Refugiado na América está também Flemming Rose, o editor das caricaturas de Maomé, por não lhe ter sido garantida protecção suficiente e provavelmente o mesmo irá ocorrer com o sueco que no mês passado resolveu usar a sua liberdade para desenhar Maomé enfeitando-o com chispes de marrano, o que, temos de reconhecer, é gravemente insultuoso para o pobre animal.
Paralelamente na ONU, mais concretamente no Human Rights Council (HRC) discutia-se há dias um projecto da Organização da Conferência Islâmica (OCI) para restringir a liberdade de expressão tal como nós a entendemos.
O representante da OIC afirmou que “o uso sem restrições da liberdade de expressão, é contrário ao diálogo pacífico”, o que coincide mais ou menos com o que “pensam” os doutores Soares e Freitas do Amaral.
Se bem que este HRC seja uma anedota, a verdade é que só o representante português esboçou umas tímidas objecções. Ainda não foi demitido, o que é estranho.
Nada estranho foi o que aconteceu na semana passada em Bruxelas, onde uma manifestação convocada para protestar contra a islamização da Europa, foi dispersa à paulada, com requintes de malvadez, a contrastar com a complacência com que são acompanhadas as manifestações dos “somos todos Hezbolah”, nas quais se apela desassombradamente à morte dos infiéis, dos judeus e do Bush e do Blair.
Também não foi há muito tempo que o Papa andou por aí a rojar-se pelo chão e a pedir desculpas, sendo tal acto muito apreciado pela Europa politicamente correcta.

Sabendo-se por sondagens, que uma grande percentagem de europeus “compreende” o terrorismo suicida islamista e acha que os grandes perigos para a Europa são os judeus e os americanos, a conclusão é mais do que evidente e podem os cromos do 5 dias ficar menos inquietos (pelo menos até lhes acontecer o que aconteceu aos fellow travellers comunistas do aiatola Khomeiny):
-Na Europa e do ponto de vista do futuro dos nossos filhos e netos, o problema não é a islamofobia, mas sim a islamofilia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>estribilho do Islão tolerante e pacífico, berrado pelos próprios, desde Bin Laden a Amadinejah, passando pelas risonhas multidões que nas ruas de Islamabad e Londres, contribuem para o negócio da venda de bandeiras, gasolina e fósforos, e pelas variantes mais ou menos eufémicas do Dr. Miguel Portas, as tais que “são todas Hezbolah”, esbarra todos os dias com a realidade.<br />
A realidade de que, se é verdade que nem todos os muçulmanos são terroristas, a esmagadora maioria dos terroristas é muçulmana, e esse tipo de acção está ideologica e explicitamente fundamentado no Corão.<br />
Seria por isso natural que no Ocidente, as pessoas normais encarassem esta religião como perigosa e criassem anticorpos. É assim que agem os organismos saudáveis.</p>
<p>Infelizmente não é o caso e o que se verifica é que a santa aliança dos islamistas e da esquerda caviar, sobressalta-se e chia que vem aí a “islamofobia” e o &#8220;inquietante racismo&#8221; ( presume-se que haverá outros racismos que não inquietam tanto determinados cromos)<br />
Para os islamistas, a vitimização é uma táctica simples de manipulação que visa castrar moralmente as pessoas, inibindo-as de esboçar qualquer gesto de indignação e desconforto para com uma ameaça concreta e abertamente declarada à nossa civilização.<br />
Para a esquerda floribélica, trata-se apenas de mais uma forma de praticar a idiotia útil e de lutar contra o “império”e a “sociedade burguesa”.<br />
O resultado é letal: por não querer parecer “islamófoba”, a Europa agacha-se e torna-se islamófila.</p>
<p>Exemplos?<br />
Em 1995, muito tempo antes do começo oficial do mundo, e do advento dos grandes demónios “Bush e Blair”, segundo a teologia esquerdista, o Secretário – Geral da NATO teve de sair pela porta baixa, pelo facto de ter dito que o islamismo constituía uma crescente ameaça à segurança atlântica.<br />
Há 2 anos, uma deputada holandesa teve que dar com os pés no rabo e fugir para o inferno americano, pelo facto de, sendo apóstata (crime islâmico punível com a morte) e autora do guião de um filme (Submissão) que expunha a miséria da condição feminina no mundo muçulmano, os seus vizinhos holandeses terem achado que a sua presença no bairro os colocava em perigo.<br />
Há mais de um ano que o professor francês Robert Redeker vive na clandestinidade pelo facto de ter escrito num ensaio que o Islão não é uma religião pacifica, o que de resto já tinha acontecido a Salman Rushdie e aos seus tradutores italiano e japonês.<br />
Refugiado na América está também Flemming Rose, o editor das caricaturas de Maomé, por não lhe ter sido garantida protecção suficiente e provavelmente o mesmo irá ocorrer com o sueco que no mês passado resolveu usar a sua liberdade para desenhar Maomé enfeitando-o com chispes de marrano, o que, temos de reconhecer, é gravemente insultuoso para o pobre animal.<br />
Paralelamente na ONU, mais concretamente no Human Rights Council (HRC) discutia-se há dias um projecto da Organização da Conferência Islâmica (OCI) para restringir a liberdade de expressão tal como nós a entendemos.<br />
O representante da OIC afirmou que “o uso sem restrições da liberdade de expressão, é contrário ao diálogo pacífico”, o que coincide mais ou menos com o que “pensam” os doutores Soares e Freitas do Amaral.<br />
Se bem que este HRC seja uma anedota, a verdade é que só o representante português esboçou umas tímidas objecções. Ainda não foi demitido, o que é estranho.<br />
Nada estranho foi o que aconteceu na semana passada em Bruxelas, onde uma manifestação convocada para protestar contra a islamização da Europa, foi dispersa à paulada, com requintes de malvadez, a contrastar com a complacência com que são acompanhadas as manifestações dos “somos todos Hezbolah”, nas quais se apela desassombradamente à morte dos infiéis, dos judeus e do Bush e do Blair.<br />
Também não foi há muito tempo que o Papa andou por aí a rojar-se pelo chão e a pedir desculpas, sendo tal acto muito apreciado pela Europa politicamente correcta.</p>
<p>Sabendo-se por sondagens, que uma grande percentagem de europeus “compreende” o terrorismo suicida islamista e acha que os grandes perigos para a Europa são os judeus e os americanos, a conclusão é mais do que evidente e podem os cromos do 5 dias ficar menos inquietos (pelo menos até lhes acontecer o que aconteceu aos fellow travellers comunistas do aiatola Khomeiny):<br />
-Na Europa e do ponto de vista do futuro dos nossos filhos e netos, o problema não é a islamofobia, mas sim a islamofilia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ana</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14356</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 08:33:21 +0000</pubDate>
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		<description>vamos por partes:
- não há aqui qualquer noção de imunidade; condeno a violência como forma de resolução de conflitos porque me parece pouco inteligente enveredar por tais caminhos, e não pelo diálogo que pode obviamente ser violento, mas não ao ponto de matar; por isso não confundir a minha posição com um relativismo absoluto, do estilo &quot;já a minha avozinha era violenta&quot;, 
- a laicidade da europa ou do ocidente foi conquistada, convém não esquecer; e ainda hoje não podemos dizer que a separação entre religião e estado não seja uma coisa sempre &quot;negociada&quot; e conflituosa. Certo que não violenta, mas conflituosa. também a religião católica, nomeadamente através do vaticano tenta, não raras vezes imiscuir-se na vida dos estados, e dos cidadãos, e não só daqueles que professam a sua fé. com isto, não estou a relativizar a violência que se exerce em muitos países islamicos sobre os seus cidadãos, ou mesmo na europa, o que digo é que é bom que não nos tomemos a nós por imaculados. 
Volto a dizer: para mim não existem um &quot;nós&quot; bons e um &quot;eles&quot; maus, porque considero que bons e maus existem em ambos os lados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>vamos por partes:<br />
- não há aqui qualquer noção de imunidade; condeno a violência como forma de resolução de conflitos porque me parece pouco inteligente enveredar por tais caminhos, e não pelo diálogo que pode obviamente ser violento, mas não ao ponto de matar; por isso não confundir a minha posição com um relativismo absoluto, do estilo &#8220;já a minha avozinha era violenta&#8221;,<br />
- a laicidade da europa ou do ocidente foi conquistada, convém não esquecer; e ainda hoje não podemos dizer que a separação entre religião e estado não seja uma coisa sempre &#8220;negociada&#8221; e conflituosa. Certo que não violenta, mas conflituosa. também a religião católica, nomeadamente através do vaticano tenta, não raras vezes imiscuir-se na vida dos estados, e dos cidadãos, e não só daqueles que professam a sua fé. com isto, não estou a relativizar a violência que se exerce em muitos países islamicos sobre os seus cidadãos, ou mesmo na europa, o que digo é que é bom que não nos tomemos a nós por imaculados.<br />
Volto a dizer: para mim não existem um &#8220;nós&#8221; bons e um &#8220;eles&#8221; maus, porque considero que bons e maus existem em ambos os lados.</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14341</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 03:19:15 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;...não existem bons e maus, isso são filmes de crianças… quando chegamos a adultos é suposto percebermos que a realidade não é binária, mas múltipla.&quot;

isto é tudo tão tão tão tão complicado no mundo dos &quot;adultos.&quot; 



Até concordo. Existe, de facto, uma multiplicidade de mauzinhos. Todos diferentes e todos iguais (já agora, porque não!) 

Não é possível avaliar ou julgar. O pluralismo, para esta malta, há muito que já se transformou naquela passividade contemplativa que acompanha a reflexão inconsequente.  Tudo é múltiplo? Sim! Complicado? Sim! Não ouses enveredar pela critica moral ou política! (tens que essencializar a coisa e, credo, nem penses em tal coisa!) São muitos pontos de vista. Poderás ferir algum (pois, que se f.d.a!)

Mas, porra, claro, eu também concordo com isto: &quot;e aqui, quanto a mim, o que está em causa é mesmo o uso da violência como argumento de defesa de ideias. e isso sim condeno, venha de que grupo vier.&quot;

e assim ficamos todos satisfeitos. Não é binária mas oponho-me à violência venha ela de onde vier (cheira-me a binário!) e se tiver que lutar por alguma coisa não o farei porque sou contra a violência e, além disso, esta defesa incondicional da não-violência eleva-me para um pedestal de imunidade...Não luto contra os violentos...a minha sociedade também é violenta, a minha avozinha era violenta...somos todos violentos...


LOL :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;&#8230;não existem bons e maus, isso são filmes de crianças… quando chegamos a adultos é suposto percebermos que a realidade não é binária, mas múltipla.&#8221;</p>
<p>isto é tudo tão tão tão tão complicado no mundo dos &#8220;adultos.&#8221; </p>
<p>Até concordo. Existe, de facto, uma multiplicidade de mauzinhos. Todos diferentes e todos iguais (já agora, porque não!) </p>
<p>Não é possível avaliar ou julgar. O pluralismo, para esta malta, há muito que já se transformou naquela passividade contemplativa que acompanha a reflexão inconsequente.  Tudo é múltiplo? Sim! Complicado? Sim! Não ouses enveredar pela critica moral ou política! (tens que essencializar a coisa e, credo, nem penses em tal coisa!) São muitos pontos de vista. Poderás ferir algum (pois, que se f.d.a!)</p>
<p>Mas, porra, claro, eu também concordo com isto: &#8220;e aqui, quanto a mim, o que está em causa é mesmo o uso da violência como argumento de defesa de ideias. e isso sim condeno, venha de que grupo vier.&#8221;</p>
<p>e assim ficamos todos satisfeitos. Não é binária mas oponho-me à violência venha ela de onde vier (cheira-me a binário!) e se tiver que lutar por alguma coisa não o farei porque sou contra a violência e, além disso, esta defesa incondicional da não-violência eleva-me para um pedestal de imunidade&#8230;Não luto contra os violentos&#8230;a minha sociedade também é violenta, a minha avozinha era violenta&#8230;somos todos violentos&#8230;</p>
<p>LOL <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14339</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 02:14:37 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14338</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 02:09:53 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14337</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 02:06:00 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14335</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 01:44:51 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.youtube.com/watch?v=RfJqsSu1vmU&amp;mode=related&amp;search=</description>
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	<item>
		<title>Por: DLM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14332</link>
		<dc:creator>DLM</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 00:51:01 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;confundir a religião com a violência não me parece, tal como ao Mark, o caminho para resolver seja o que for. certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo, assim como os há que são evangélicos, ou judeus, ou católicos.&quot;

Há uma diferença. Judeus e cristãos não se ameaçam fazer explodir nas nossas praças e ruas. 

&quot;não existem bons e maus&quot;

Ana, o ocidente tem uma cultura politica única, deve a sua lealdade ao estado-nação, e vive sob uma concepção secular do direito. A religião não é um assunto de estado mas privado.  

O Islão não reconhece o estado como objecto de lealdade, a fidelidade é acima de tudo devida a deus e à verdade revelada. Não existe no Islão vestígio de uma concepção secular de governo que a cristandade herdou da lei romana. 

O Islão não é de modo algum apenas uma fé, é uma ideologia e segue o homem desde do dia que nasce até ao seu ultimo leito. É inseparável da politica e mesmo quem se disponibilizou a lançá-lo na excursão das ideias recusou pensá-lo para lá dos estritos limites da sharia. 

O Islão quer queira quer não está em confronto com o ocidente, o seu estilo de vida, o seu carácter laico e a sua componente moral dos direitos do homem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;confundir a religião com a violência não me parece, tal como ao Mark, o caminho para resolver seja o que for. certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo, assim como os há que são evangélicos, ou judeus, ou católicos.&#8221;</p>
<p>Há uma diferença. Judeus e cristãos não se ameaçam fazer explodir nas nossas praças e ruas. </p>
<p>&#8220;não existem bons e maus&#8221;</p>
<p>Ana, o ocidente tem uma cultura politica única, deve a sua lealdade ao estado-nação, e vive sob uma concepção secular do direito. A religião não é um assunto de estado mas privado.  </p>
<p>O Islão não reconhece o estado como objecto de lealdade, a fidelidade é acima de tudo devida a deus e à verdade revelada. Não existe no Islão vestígio de uma concepção secular de governo que a cristandade herdou da lei romana. </p>
<p>O Islão não é de modo algum apenas uma fé, é uma ideologia e segue o homem desde do dia que nasce até ao seu ultimo leito. É inseparável da politica e mesmo quem se disponibilizou a lançá-lo na excursão das ideias recusou pensá-lo para lá dos estritos limites da sharia. </p>
<p>O Islão quer queira quer não está em confronto com o ocidente, o seu estilo de vida, o seu carácter laico e a sua componente moral dos direitos do homem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14328</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 23:59:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14328</guid>
		<description>Da Revista &quot;Gnosis&quot; (Italian Intelligence Magazine)

Para quem quiser meditar...

&quot;The traditionalist thinking

At the root of the &quot;temptation of the East&quot;, that is, the attraction that the East, and particularly Islam, has always had for certain sectors of the radical Right, we find the &#039;old&#039; dichotomy between progress/modernism, on the one hand, and the world of tradition, on the other.
Those of the Right who see in modernism a form of ideological-cultural barbarization of the West recognize, in the Orientals and the Islamic world, the quality of having safeguarded the centrality of the traditions and spiritual values.
&quot;The man of tradition&quot; celebrated by this Right finds his ideological references in thinkers such as the Frenchman, René Guénon and, principally, in Julius Evola. To the former, scholar of spiritual traditions and esoteric material, converted to Islam after various stays in Egypt, with the name of Abdal Wahid Yahia, recalls a certain &quot;spiritualist Right&quot; which, over time, will be marked by numerous conversions to the Islamic faith.
Born in Blois, in November, 1886, died in 1951, in Cairo, his new home, scholar of traditional sciences, Guénon is considered one of the most important esoterists of our time, and he lived embodying the prototype of the &quot;integral traditionalist&quot;.
Among his writings, &quot;The Crisis of the Modern World &quot; and &quot;East and West&quot;, he theoretically elaborates the critique of the modern Western Civilization, where the loss of the ties with tradition have impeded the approach to transcendence. He writes, &quot;The modern civilization appears, in history, as a real anomaly: of all the civilizations we know, it is the only one which has developed in a purely materialistic sense; the only one which is not founded on any principle of superior order &quot; the distain and repulsion that the other peoples - above all, the Orientals &quot; feel with regard to the western people comes, to a great extent, from the fact that these latter appear, in general, to be men without tradition or religion&quot;.
According to Guénon, therefore, the West lives in an age of darkness of the spirit, having lost the ties with the superior states of being.
The incompatibility between the East and the West, the contrasts between the two civilizations are due, in fact, to the Western abandonment of tradition, which has resulted in its progressive barbarization and secularization: it has not conserved the mystic-esoteric quest as Islam has, above all, in its Sufic expression, to which Guénon was converted, in 1912.
The term &#039;sufi&#039;, which in Arabic means &#039;of wool&#039;, indicates a mystic, an ascetic (his dress is a hooded robe of wool, the suf ). The Sufi pursues a life of elevated spirituality to reach the mystic union with God. In the Islamic faith, therefore, Sufism expresses an orientation towards transcendence, to the spiritual communion and knowledge of the divine truth, the state of grace which God reserves to the initiates, who must complete a long journey of spiritual ascent with the guidance of a master.
Guénon expresses a line of thinking among the most rigorous and least tolerant with regard to concepts such as progress and democracy: the same as that towards scientific principles, denouncing the destructive effect of the modern mentality, which, according to him, has disintegrated the knowledge and values which were handed down through the generations in the Western world, until the Middle Ages.
In the course of his lifetime, conducted as a &#039;good Moslem&#039;, in a reserved and retiring manner, Guénon collaborated with various publications, accepting among the many, the invitation of another eminent traditionalist thinker, the Italian, Julius Evola, to contribute to the &quot;The Fascist Regime&quot;, the daily newspaper of Cremona, founded in 1922.
Mystic Philosopher, as well as a painter and writer, Evola was an admirer, scholar and translator of Guénon&#039;s works, sharing the ultra-traditionalist and spiritualist line of thinking which would feed his intolerance with regard to the western civilization and fuel his aspiration to restore a sacred and mythological relation with the national past.
Evola was born in Rome in 1898 where he died in 1974. After adhering to the movements of Futurism and Dadaism, he dedicated himself to philosophical studies under the influence of the Nietzsche and Gentile schools of thought. He was a strenuous opponent of Capitalism and of its social and political derivations: in his most important work, &quot;Revolt against the Modern World&quot;, 1934, he theorizes total refusal of modernity.
He was a supporter of a policy of power and subscribed to the theories of Spengler (1) on the &quot;Decline of the West&quot; and on the causes of its moral decadence, due, among other things, to the &quot;Judaic Mercenarism&quot; and to the &quot;Christian Pietism&quot;: all of which, after the war, became the principle ideological reference for the traditionalist Right.
On re-reading his works from an anti-system &quot;revolutionary&quot; viewpoint, many roots of the most extreme manifestations of the Right of the 60&#039;s and 70&#039;s, have been found, (many Evoliani have professed to be exponents of the &quot;Centre for the Studies of the New Order&quot;), inspired by its warlike radicalism: racist and elite, marked by a certain &#039;distain for the common people&#039; (&quot;the mass must be awakened from the decadent torpor of the crumbling capitalistic world&quot;).
In these ideas, many young people find an answer to the need for a common conscience, an individual security in fighting the &#039;the increase of the loss of guidelines&quot;, the loss of traditional values and the disintegration of society.
The value of conserving the sense of sacredness and the bond with transcendence is credited also to Islam, according to Evola. His words are laudable on this belief; underlining the preserved centrality of the &quot;tradition as a formative force&quot; of superior quality with respect to the &quot;beliefs&quot; diffused in the West, with a critical accent on Christianity.
According to Evola, &quot;the transcendent stimulus of the Islamic world lies in the organizational principle of the social life, regulated by the &quot;Islamic Law, the Sharia&quot;, revealed directly by God to guide believers in the practical expression of their faith and conduct. Its basis, the Koran, is conceived as the very word of God.
Evola dedicated particular attention to the concept of the jihad, extolling the &#039;major jihad&#039;, which, in the Islamic doctrine, is the interior &#039;spiritual war, a sacred and obligatory commitment for all believers: an ascetic effort to better oneself and conquer bad habits and weaknesses. On the contrary, the &#039;minor jihad&#039; is &#039;the material war&#039; and concerns a merely bellicose intervention, such as the defence of Islamic territory in the case of aggression.
In the Evolian concept, the Islamic principle of &#039;major jihad&#039; is related to that which in the world of tradition defines the &#039;combative&#039; experience through which abstinence and meditation are reached and the action becomes the vehicle for the spiritual transcendence.
Prototypes of this model of &#039;spiritual elitism&#039; are considered to be formations such as the Romanian &quot;Iron Guard&quot;, of Cornelius Codreanu and, above all, the German &quot;SS Waffen&quot;.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da Revista &#8220;Gnosis&#8221; (Italian Intelligence Magazine)</p>
<p>Para quem quiser meditar&#8230;</p>
<p>&#8220;The traditionalist thinking</p>
<p>At the root of the &#8220;temptation of the East&#8221;, that is, the attraction that the East, and particularly Islam, has always had for certain sectors of the radical Right, we find the &#8216;old&#8217; dichotomy between progress/modernism, on the one hand, and the world of tradition, on the other.<br />
Those of the Right who see in modernism a form of ideological-cultural barbarization of the West recognize, in the Orientals and the Islamic world, the quality of having safeguarded the centrality of the traditions and spiritual values.<br />
&#8220;The man of tradition&#8221; celebrated by this Right finds his ideological references in thinkers such as the Frenchman, René Guénon and, principally, in Julius Evola. To the former, scholar of spiritual traditions and esoteric material, converted to Islam after various stays in Egypt, with the name of Abdal Wahid Yahia, recalls a certain &#8220;spiritualist Right&#8221; which, over time, will be marked by numerous conversions to the Islamic faith.<br />
Born in Blois, in November, 1886, died in 1951, in Cairo, his new home, scholar of traditional sciences, Guénon is considered one of the most important esoterists of our time, and he lived embodying the prototype of the &#8220;integral traditionalist&#8221;.<br />
Among his writings, &#8220;The Crisis of the Modern World &#8221; and &#8220;East and West&#8221;, he theoretically elaborates the critique of the modern Western Civilization, where the loss of the ties with tradition have impeded the approach to transcendence. He writes, &#8220;The modern civilization appears, in history, as a real anomaly: of all the civilizations we know, it is the only one which has developed in a purely materialistic sense; the only one which is not founded on any principle of superior order &#8221; the distain and repulsion that the other peoples &#8211; above all, the Orientals &#8221; feel with regard to the western people comes, to a great extent, from the fact that these latter appear, in general, to be men without tradition or religion&#8221;.<br />
According to Guénon, therefore, the West lives in an age of darkness of the spirit, having lost the ties with the superior states of being.<br />
The incompatibility between the East and the West, the contrasts between the two civilizations are due, in fact, to the Western abandonment of tradition, which has resulted in its progressive barbarization and secularization: it has not conserved the mystic-esoteric quest as Islam has, above all, in its Sufic expression, to which Guénon was converted, in 1912.<br />
The term &#8216;sufi&#8217;, which in Arabic means &#8216;of wool&#8217;, indicates a mystic, an ascetic (his dress is a hooded robe of wool, the suf ). The Sufi pursues a life of elevated spirituality to reach the mystic union with God. In the Islamic faith, therefore, Sufism expresses an orientation towards transcendence, to the spiritual communion and knowledge of the divine truth, the state of grace which God reserves to the initiates, who must complete a long journey of spiritual ascent with the guidance of a master.<br />
Guénon expresses a line of thinking among the most rigorous and least tolerant with regard to concepts such as progress and democracy: the same as that towards scientific principles, denouncing the destructive effect of the modern mentality, which, according to him, has disintegrated the knowledge and values which were handed down through the generations in the Western world, until the Middle Ages.<br />
In the course of his lifetime, conducted as a &#8216;good Moslem&#8217;, in a reserved and retiring manner, Guénon collaborated with various publications, accepting among the many, the invitation of another eminent traditionalist thinker, the Italian, Julius Evola, to contribute to the &#8220;The Fascist Regime&#8221;, the daily newspaper of Cremona, founded in 1922.<br />
Mystic Philosopher, as well as a painter and writer, Evola was an admirer, scholar and translator of Guénon&#8217;s works, sharing the ultra-traditionalist and spiritualist line of thinking which would feed his intolerance with regard to the western civilization and fuel his aspiration to restore a sacred and mythological relation with the national past.<br />
Evola was born in Rome in 1898 where he died in 1974. After adhering to the movements of Futurism and Dadaism, he dedicated himself to philosophical studies under the influence of the Nietzsche and Gentile schools of thought. He was a strenuous opponent of Capitalism and of its social and political derivations: in his most important work, &#8220;Revolt against the Modern World&#8221;, 1934, he theorizes total refusal of modernity.<br />
He was a supporter of a policy of power and subscribed to the theories of Spengler (1) on the &#8220;Decline of the West&#8221; and on the causes of its moral decadence, due, among other things, to the &#8220;Judaic Mercenarism&#8221; and to the &#8220;Christian Pietism&#8221;: all of which, after the war, became the principle ideological reference for the traditionalist Right.<br />
On re-reading his works from an anti-system &#8220;revolutionary&#8221; viewpoint, many roots of the most extreme manifestations of the Right of the 60&#8242;s and 70&#8242;s, have been found, (many Evoliani have professed to be exponents of the &#8220;Centre for the Studies of the New Order&#8221;), inspired by its warlike radicalism: racist and elite, marked by a certain &#8216;distain for the common people&#8217; (&#8220;the mass must be awakened from the decadent torpor of the crumbling capitalistic world&#8221;).<br />
In these ideas, many young people find an answer to the need for a common conscience, an individual security in fighting the &#8216;the increase of the loss of guidelines&#8221;, the loss of traditional values and the disintegration of society.<br />
The value of conserving the sense of sacredness and the bond with transcendence is credited also to Islam, according to Evola. His words are laudable on this belief; underlining the preserved centrality of the &#8220;tradition as a formative force&#8221; of superior quality with respect to the &#8220;beliefs&#8221; diffused in the West, with a critical accent on Christianity.<br />
According to Evola, &#8220;the transcendent stimulus of the Islamic world lies in the organizational principle of the social life, regulated by the &#8220;Islamic Law, the Sharia&#8221;, revealed directly by God to guide believers in the practical expression of their faith and conduct. Its basis, the Koran, is conceived as the very word of God.<br />
Evola dedicated particular attention to the concept of the jihad, extolling the &#8216;major jihad&#8217;, which, in the Islamic doctrine, is the interior &#8216;spiritual war, a sacred and obligatory commitment for all believers: an ascetic effort to better oneself and conquer bad habits and weaknesses. On the contrary, the &#8216;minor jihad&#8217; is &#8216;the material war&#8217; and concerns a merely bellicose intervention, such as the defence of Islamic territory in the case of aggression.<br />
In the Evolian concept, the Islamic principle of &#8216;major jihad&#8217; is related to that which in the world of tradition defines the &#8216;combative&#8217; experience through which abstinence and meditation are reached and the action becomes the vehicle for the spiritual transcendence.<br />
Prototypes of this model of &#8216;spiritual elitism&#8217; are considered to be formations such as the Romanian &#8220;Iron Guard&#8221;, of Cornelius Codreanu and, above all, the German &#8220;SS Waffen&#8221;.&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Oliveira</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14327</link>
		<dc:creator>Manuel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 23:53:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14327</guid>
		<description>Nem tudo é o que parece. Ou, antes pelo contrário...

Daily Standard, August 9, 2006

FOR THE PAST FEW YEARS, there have been rumblings among terrorism analysts about an unlikely alliance between Islamic radicals and the neo-Nazi far right. This union seems counterintuitive on the surface: The far right tends to see Muslims as racially inferior, while Islamic radicals disdain most members of the far right as infidels. However, the immediate urgency of a shared enemy can sometimes take precedence over long-term differences. In his new book The Enemy of My Enemy: The Alarming Convergence of Militant Islam and the Extreme Right (University Press of Kansas 2006), University of Virginia professor George Michael argues at length that this is now the case for certain factions within the far right and radical Islamic movements.

In reality, this peculiar convergence of interests isn&#039;t new. There have been four distinct phases of cooperation between militant Islam and the extreme right, stretching back to Germany&#039;s Third Reich and World War II. During this time, much of the Muslim world sympathized with the Axis alliance, and Muslim Brotherhood members even prayed for the defeat of the Allies during their meetings.

Michael notes that the Muslim world&#039;s sympathy with the Axis alliance was &quot;best exemplified by the cordial relationship between Hitler and the grand mufti of Jerusalem, Haj Amin al-Husseini.&quot; Although al-Husseini&#039;s followers had already been involved in one anti-Jewish rampage by 1922, the British appointed him grand mufti that year. During the 1930s, as the Nazi government implemented a number of ordinances abridging the rights of Jewish citizens, al-Husseini lent his support to the German project and requested reciprocal assistance in his own fight against the Jews. Eventually, as World War II progressed, al-Husseini helped organize a Bosnian Muslim division of the Waffen SS, and propagandized for the Nazi cause by writing an anti-Semitic tract entitled Islam and the Jews.

The second phase of cooperation between militant Islam and the extreme right began after Hitler&#039;s defeat. As Nazi Germany crumbled, Hitler&#039;s erstwhile officers had to flee to new homes lest they face prosecution for their role in the regime&#039;s atrocities. Given the Muslim world&#039;s support for Germany, it was natural that many of Hitler&#039;s men went to the Middle East. There, out of work Nazis proved useful to their host countries by helping develop their militaries and intelligence agencies.
After Gamal Abdel Nasser became Egypt&#039;s president, for example, a number of Nazis were given prominent positions in his government. Nazi commando Otto Skorzeny trained thousands of Egyptians in guerilla and desert warfare, and even organized early Palestinian terrorist forays into Israel and the Gaza Strip in the mid-1950s. Johann von Leers, who had been a high-ranking assistant to Nazi propaganda minister Joseph Goebbels, produced material for Nasser attacking the United States and Israel. Von Leers even converted to Islam during this period, adopting the name Oman Amin von Leers. Corresponding with a fellow fascist, von Leers opined that &quot;if my nation had got Islam instead of Christianity we should not have had all the traitors we had in World War II.&quot;

The third phase of cooperation came with the rise of Palestinian terrorism in the late 1960s. After witnessing such incidents as the killing of Israeli athletes at the 1972 Munich Olympics, the extreme right recognized a shared hostility toward Zionism--and several times tried to collaborate with Palestinians on terrorist operations.

Some neofascists did participate in anti-Israel operations. Robert Courdroy of the Belgian SS and neo-Nazi Karl von Kyna were killed in the late 1960s while fighting for the Palestinians. Some neo-Nazi groups reportedly helped the Popular Front for the Liberation of Palestine carry out attacks against Jewish targets in Europe, while a neo-Nazi group called Freikorps Adolf Hitler reportedly participated in the Black September war in Jordan. Yet despite these and other incidents, no enduring bonds between the two movements were forged. As Michael writes, &quot;At best, the ties were sparse, shallow, sporadic, and ephemeral.&quot;

THE FOURTH, CURRENT PHASE BEGAN in the 1990s. The Soviet Union&#039;s fall caused the extreme right to turn away from Communism as their prime enemy, and toward the new world order (often seen as a convergence of &quot;international corporate finance, Jewish media, and American military power&quot;). At the same time, the Internet&#039;s rise allowed divergent extremist groups to recognize shared interests.

The extreme right and militant Islam now possess the same enemies. They both loathe the Jews and believe that the American government is controlled by a shadowy Jewish elite. Both movements also have revolutionary aspirations, seeking to replace the existing order with &quot;monocultural states built around racial or religious exclusivity.&quot;
While both sides began to recognize these ideological similarities in the 1990s, 9/11 hastened the convergence of interests. After the Twin Towers collapsed, many far-right leaders exulted at both the punishment inflicted on the United States and the courage displayed by the hijackers. As National Alliance organizer Billy Roper said shortly thereafter: &quot;The enemy of our enemy is, for now at least, our friends. We may not want them marrying our daughter, just as they would not want us marrying theirs. . . . But anyone willing to drive a plane into a building to kill Jews is all right by me.&quot;

Since then, here have been intensified efforts to build bridges between radical Islam and the extreme right. Ahmed Huber, a Swiss convert to Islam who is a self-proclaimed admirer of both Adolf Hitler and Osama bin Laden, jubilantly declared that 9/11 would help align the two movements: &quot;The eleventh of September has brought together [the two sides] because the new right has reacted positively. . . . They say, and I agree with them 100 percent, what happened on the eleventh of September, if it is the Muslims who did it, it is not an act of terrorism but an act of counterterrorism.&quot;

In the United States, late National Alliance founder William L. Pierce praised Osama bin Laden prior to his death. The Aryan Nations established a Ministry of Islamic Liaison, and the group&#039;s head August Kreis declared his solidarity with Osama bin Laden during an interview with CNN. Kreis even advised bin Laden that his followers were willing to fight on al Qaeda&#039;s side: &quot;They might not be cells of Islamic people, but they are here and they are ready to fight.&quot;

MICHAEL&#039;S BOOK IS FAR from perfect. At some points, the reader is bombarded by page after page of block quotes, with very little analysis from the author. Moreover, the book is too long, with marginal issues explored in too much detail. This is evident from the very outset, as the book&#039;s ten-page introduction includes a six-page description of pre-9/11 debates about what direction the post-Cold War world would take, including an extended analysis of the divergent views of Francis Fukuyama and Samuel Huntington that summarizes without adding value.

Not only do these marginal issues test the reader&#039;s patience, but they also sometimes display Michael&#039;s unfamiliarity with the subjects at hand. For example, the book erroneously refers to Hezbollah as a Salafi group (page 58), and uncritically reiterates the apparently fabricated quote from Ariel Sharon that &quot;we the Jewish people control America&quot; (page 48).

Nonetheless, the value of The Enemy of My Enemy can be found in its in-depth study of the on-again, off-again love affair between radical Islam and the extreme right. How the latest chapter in this romance will play out remains to be seen. It may not result in joint operational work--neo-Nazi groups, in their current state of decline, may be viewed as a liability rather than an asset by Islamic militants. Moreover, although both movements despise Israel and the United States, they may prove incapable of overcoming the vast ideological divide that separates them.

But, even if a united terror front never emerges, there may be other long-term implications to the convergence between militant Islam and the extreme right. For example, the intellectual legitimacy afforded to extreme-right Holocaust deniers within the Muslim world may ultimately prove significant. This is a trend worthy of notice, and George Michael provides the best window available for glimpsing it.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem tudo é o que parece. Ou, antes pelo contrário&#8230;</p>
<p>Daily Standard, August 9, 2006</p>
<p>FOR THE PAST FEW YEARS, there have been rumblings among terrorism analysts about an unlikely alliance between Islamic radicals and the neo-Nazi far right. This union seems counterintuitive on the surface: The far right tends to see Muslims as racially inferior, while Islamic radicals disdain most members of the far right as infidels. However, the immediate urgency of a shared enemy can sometimes take precedence over long-term differences. In his new book The Enemy of My Enemy: The Alarming Convergence of Militant Islam and the Extreme Right (University Press of Kansas 2006), University of Virginia professor George Michael argues at length that this is now the case for certain factions within the far right and radical Islamic movements.</p>
<p>In reality, this peculiar convergence of interests isn&#8217;t new. There have been four distinct phases of cooperation between militant Islam and the extreme right, stretching back to Germany&#8217;s Third Reich and World War II. During this time, much of the Muslim world sympathized with the Axis alliance, and Muslim Brotherhood members even prayed for the defeat of the Allies during their meetings.</p>
<p>Michael notes that the Muslim world&#8217;s sympathy with the Axis alliance was &#8220;best exemplified by the cordial relationship between Hitler and the grand mufti of Jerusalem, Haj Amin al-Husseini.&#8221; Although al-Husseini&#8217;s followers had already been involved in one anti-Jewish rampage by 1922, the British appointed him grand mufti that year. During the 1930s, as the Nazi government implemented a number of ordinances abridging the rights of Jewish citizens, al-Husseini lent his support to the German project and requested reciprocal assistance in his own fight against the Jews. Eventually, as World War II progressed, al-Husseini helped organize a Bosnian Muslim division of the Waffen SS, and propagandized for the Nazi cause by writing an anti-Semitic tract entitled Islam and the Jews.</p>
<p>The second phase of cooperation between militant Islam and the extreme right began after Hitler&#8217;s defeat. As Nazi Germany crumbled, Hitler&#8217;s erstwhile officers had to flee to new homes lest they face prosecution for their role in the regime&#8217;s atrocities. Given the Muslim world&#8217;s support for Germany, it was natural that many of Hitler&#8217;s men went to the Middle East. There, out of work Nazis proved useful to their host countries by helping develop their militaries and intelligence agencies.<br />
After Gamal Abdel Nasser became Egypt&#8217;s president, for example, a number of Nazis were given prominent positions in his government. Nazi commando Otto Skorzeny trained thousands of Egyptians in guerilla and desert warfare, and even organized early Palestinian terrorist forays into Israel and the Gaza Strip in the mid-1950s. Johann von Leers, who had been a high-ranking assistant to Nazi propaganda minister Joseph Goebbels, produced material for Nasser attacking the United States and Israel. Von Leers even converted to Islam during this period, adopting the name Oman Amin von Leers. Corresponding with a fellow fascist, von Leers opined that &#8220;if my nation had got Islam instead of Christianity we should not have had all the traitors we had in World War II.&#8221;</p>
<p>The third phase of cooperation came with the rise of Palestinian terrorism in the late 1960s. After witnessing such incidents as the killing of Israeli athletes at the 1972 Munich Olympics, the extreme right recognized a shared hostility toward Zionism&#8211;and several times tried to collaborate with Palestinians on terrorist operations.</p>
<p>Some neofascists did participate in anti-Israel operations. Robert Courdroy of the Belgian SS and neo-Nazi Karl von Kyna were killed in the late 1960s while fighting for the Palestinians. Some neo-Nazi groups reportedly helped the Popular Front for the Liberation of Palestine carry out attacks against Jewish targets in Europe, while a neo-Nazi group called Freikorps Adolf Hitler reportedly participated in the Black September war in Jordan. Yet despite these and other incidents, no enduring bonds between the two movements were forged. As Michael writes, &#8220;At best, the ties were sparse, shallow, sporadic, and ephemeral.&#8221;</p>
<p>THE FOURTH, CURRENT PHASE BEGAN in the 1990s. The Soviet Union&#8217;s fall caused the extreme right to turn away from Communism as their prime enemy, and toward the new world order (often seen as a convergence of &#8220;international corporate finance, Jewish media, and American military power&#8221;). At the same time, the Internet&#8217;s rise allowed divergent extremist groups to recognize shared interests.</p>
<p>The extreme right and militant Islam now possess the same enemies. They both loathe the Jews and believe that the American government is controlled by a shadowy Jewish elite. Both movements also have revolutionary aspirations, seeking to replace the existing order with &#8220;monocultural states built around racial or religious exclusivity.&#8221;<br />
While both sides began to recognize these ideological similarities in the 1990s, 9/11 hastened the convergence of interests. After the Twin Towers collapsed, many far-right leaders exulted at both the punishment inflicted on the United States and the courage displayed by the hijackers. As National Alliance organizer Billy Roper said shortly thereafter: &#8220;The enemy of our enemy is, for now at least, our friends. We may not want them marrying our daughter, just as they would not want us marrying theirs. . . . But anyone willing to drive a plane into a building to kill Jews is all right by me.&#8221;</p>
<p>Since then, here have been intensified efforts to build bridges between radical Islam and the extreme right. Ahmed Huber, a Swiss convert to Islam who is a self-proclaimed admirer of both Adolf Hitler and Osama bin Laden, jubilantly declared that 9/11 would help align the two movements: &#8220;The eleventh of September has brought together [the two sides] because the new right has reacted positively. . . . They say, and I agree with them 100 percent, what happened on the eleventh of September, if it is the Muslims who did it, it is not an act of terrorism but an act of counterterrorism.&#8221;</p>
<p>In the United States, late National Alliance founder William L. Pierce praised Osama bin Laden prior to his death. The Aryan Nations established a Ministry of Islamic Liaison, and the group&#8217;s head August Kreis declared his solidarity with Osama bin Laden during an interview with CNN. Kreis even advised bin Laden that his followers were willing to fight on al Qaeda&#8217;s side: &#8220;They might not be cells of Islamic people, but they are here and they are ready to fight.&#8221;</p>
<p>MICHAEL&#8217;S BOOK IS FAR from perfect. At some points, the reader is bombarded by page after page of block quotes, with very little analysis from the author. Moreover, the book is too long, with marginal issues explored in too much detail. This is evident from the very outset, as the book&#8217;s ten-page introduction includes a six-page description of pre-9/11 debates about what direction the post-Cold War world would take, including an extended analysis of the divergent views of Francis Fukuyama and Samuel Huntington that summarizes without adding value.</p>
<p>Not only do these marginal issues test the reader&#8217;s patience, but they also sometimes display Michael&#8217;s unfamiliarity with the subjects at hand. For example, the book erroneously refers to Hezbollah as a Salafi group (page 58), and uncritically reiterates the apparently fabricated quote from Ariel Sharon that &#8220;we the Jewish people control America&#8221; (page 48).</p>
<p>Nonetheless, the value of The Enemy of My Enemy can be found in its in-depth study of the on-again, off-again love affair between radical Islam and the extreme right. How the latest chapter in this romance will play out remains to be seen. It may not result in joint operational work&#8211;neo-Nazi groups, in their current state of decline, may be viewed as a liability rather than an asset by Islamic militants. Moreover, although both movements despise Israel and the United States, they may prove incapable of overcoming the vast ideological divide that separates them.</p>
<p>But, even if a united terror front never emerges, there may be other long-term implications to the convergence between militant Islam and the extreme right. For example, the intellectual legitimacy afforded to extreme-right Holocaust deniers within the Muslim world may ultimately prove significant. This is a trend worthy of notice, and George Michael provides the best window available for glimpsing it.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14322</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 23:25:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/#comment-14322</guid>
		<description>Respondendo a Ana:

Não creio que a leitura seja muito abusiva, mas se for, sabe como é, começo a ficar um pouco cansado da já estafada conversa fiada da esquerda tradicional (não confundir com a esquerda anti-islâmica) do estilo Mark.
Diga-me lá quantas manifestações de esquerda houve na Europa Ocidental contra a chacina na praça Tiananmen, em Pequim? Contra o genocídio em Darfur? Ou contra os crimes de Saddam Hoessein? Que não foram poucos… 
Há-de reparar que as  manifestações ou críticas de desaprovação dos Marks c.s., em relação aos mortos no Iraque, são de curta data, e fazem-no porque acham que a culpa é toda dos Americanos. Senão nem abordavam o assunto. Mas eles são mesmo assim, acreditam piamente que a realidade é mesmo binária como você diz. 

Custa a acreditar, mas é como lhe digo e repito, tanto em Antuérpia como em Amesterdão, onde vivo, os Judeus têm medo de sair à rua de solidéu. Isto é do conhecimento geral, este tema é bastante debatido na imprensa do Benelux.

‘Há em Antuérpia grupos de extrema-direita bastante activos’, diz você! Creio que se refere ao Vlaams Belang, partido que ganhou as eleições em Antuérpia e que poderia estar hoje a governar, não fosse o ‘cordon sanitaire’ imposto pelos outros partidos. Por enquanto o Vlaams Belang é, dentro das normas democráticas, tão activo como os outros. Não me consta que andem a perseguir judeus, até já ouvi uns boatos que há judeus em Antuérpia a votar VB, precisamente pelo medo da muito mais activa Arabische Europese Liga, do Hezbollah Diab Abou Jahjah. E quanto mais activo o fascismo islâmico se tornar, mais gente vota no Filip de Winter. 

O mesmo processo na Holanda, quanto mais chatices, atentados e perigo de, relacionados com o Islão houver, mais o eleitorado vota em quem tem a coragem de chamar as coisas pelo seu nome. 
Por exemplo, na Holanda, nos últimos dias a grande discussão gere-se à volta de um jovem estudante de 22 anos chamado Eshan Jami, é de origem persa e decidiu formar - seguindo o exemplo já existente na Alemanha e na Inglaterra - um comité de ex-muçulmanos. Já foi ameaçado n vezes e duas vezes agredido! Hoje em dia vive guardado 24 horas por dia, mas mesmo assim não se cala… Há dias um jornalista perguntou-lhe se ele não tinha medo de morrer. Ele respondeu na mais pura tradição chiita: ‘que há de mais altivo que morrer pela liberdade’. 
Tá ver, este é que é de esquerda, este é que é um bacano da corda (como costumávamos dizer nos anos 70), este é que merece o nosso apoio, e não o batata do Mark que faz (consciente ou inconscientemente) claramente o jogo da reacção. E eu, como refugiado político, sou muito sensível a estas coisas…  

“certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo”
Não me diga que depois de Nova Iorque, Madrid, Bali e Londres ainda duvida?

O problema está logo na frase do Mark: ‘just a religion’, repetida incessantemente por ingénuos ocidentais por medo ou fatalismo. O que não é verdade porque o Islão não é, pelo menos por enquanto – vamos lá ver como é que a Turquia vai resolver o problema -, uma religião como as outras, domesticada e secularizada, é uma ideologia fascizante e perigosíssima com tendência a expandir-se. À procura de ‘lebensraum’, à procura do assalto total do planeta. 
É claro que nem com a ajuda da esquerda tradicional vão conseguir os seus intentos, há mais pretendentes ao trono, e são bem mais competentes, e não têm os preconceitos multiculturalistas decadentes da Europa Ocidental: os americanos, os chineses, os indianos e os russos… 

P.S. Não se esqueça de ver o link da Wafa Sultan, uma mulher árabe de tomates… e depois diga-me o que acha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Respondendo a Ana:</p>
<p>Não creio que a leitura seja muito abusiva, mas se for, sabe como é, começo a ficar um pouco cansado da já estafada conversa fiada da esquerda tradicional (não confundir com a esquerda anti-islâmica) do estilo Mark.<br />
Diga-me lá quantas manifestações de esquerda houve na Europa Ocidental contra a chacina na praça Tiananmen, em Pequim? Contra o genocídio em Darfur? Ou contra os crimes de Saddam Hoessein? Que não foram poucos…<br />
Há-de reparar que as  manifestações ou críticas de desaprovação dos Marks c.s., em relação aos mortos no Iraque, são de curta data, e fazem-no porque acham que a culpa é toda dos Americanos. Senão nem abordavam o assunto. Mas eles são mesmo assim, acreditam piamente que a realidade é mesmo binária como você diz. </p>
<p>Custa a acreditar, mas é como lhe digo e repito, tanto em Antuérpia como em Amesterdão, onde vivo, os Judeus têm medo de sair à rua de solidéu. Isto é do conhecimento geral, este tema é bastante debatido na imprensa do Benelux.</p>
<p>‘Há em Antuérpia grupos de extrema-direita bastante activos’, diz você! Creio que se refere ao Vlaams Belang, partido que ganhou as eleições em Antuérpia e que poderia estar hoje a governar, não fosse o ‘cordon sanitaire’ imposto pelos outros partidos. Por enquanto o Vlaams Belang é, dentro das normas democráticas, tão activo como os outros. Não me consta que andem a perseguir judeus, até já ouvi uns boatos que há judeus em Antuérpia a votar VB, precisamente pelo medo da muito mais activa Arabische Europese Liga, do Hezbollah Diab Abou Jahjah. E quanto mais activo o fascismo islâmico se tornar, mais gente vota no Filip de Winter. </p>
<p>O mesmo processo na Holanda, quanto mais chatices, atentados e perigo de, relacionados com o Islão houver, mais o eleitorado vota em quem tem a coragem de chamar as coisas pelo seu nome.<br />
Por exemplo, na Holanda, nos últimos dias a grande discussão gere-se à volta de um jovem estudante de 22 anos chamado Eshan Jami, é de origem persa e decidiu formar &#8211; seguindo o exemplo já existente na Alemanha e na Inglaterra &#8211; um comité de ex-muçulmanos. Já foi ameaçado n vezes e duas vezes agredido! Hoje em dia vive guardado 24 horas por dia, mas mesmo assim não se cala… Há dias um jornalista perguntou-lhe se ele não tinha medo de morrer. Ele respondeu na mais pura tradição chiita: ‘que há de mais altivo que morrer pela liberdade’.<br />
Tá ver, este é que é de esquerda, este é que é um bacano da corda (como costumávamos dizer nos anos 70), este é que merece o nosso apoio, e não o batata do Mark que faz (consciente ou inconscientemente) claramente o jogo da reacção. E eu, como refugiado político, sou muito sensível a estas coisas…  </p>
<p>“certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo”<br />
Não me diga que depois de Nova Iorque, Madrid, Bali e Londres ainda duvida?</p>
<p>O problema está logo na frase do Mark: ‘just a religion’, repetida incessantemente por ingénuos ocidentais por medo ou fatalismo. O que não é verdade porque o Islão não é, pelo menos por enquanto – vamos lá ver como é que a Turquia vai resolver o problema -, uma religião como as outras, domesticada e secularizada, é uma ideologia fascizante e perigosíssima com tendência a expandir-se. À procura de ‘lebensraum’, à procura do assalto total do planeta.<br />
É claro que nem com a ajuda da esquerda tradicional vão conseguir os seus intentos, há mais pretendentes ao trono, e são bem mais competentes, e não têm os preconceitos multiculturalistas decadentes da Europa Ocidental: os americanos, os chineses, os indianos e os russos… </p>
<p>P.S. Não se esqueça de ver o link da Wafa Sultan, uma mulher árabe de tomates… e depois diga-me o que acha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Diogo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14308</link>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 20:30:48 +0000</pubDate>
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		<description>Lino José, você não era aquele careca que entrou de mãos atadas no segundo camião da polícia?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lino José, você não era aquele careca que entrou de mãos atadas no segundo camião da polícia?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ana</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14300</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 18:36:58 +0000</pubDate>
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		<description>duas ou três coisas (respondendo mais ou menos directamente a Carmo da Rosa):
1. parece-me abusiva a leitura que faz das declarações do Mark. tirar do que ele diz que ele não considera racismo o que se passa em Darfur só porque nesse caso não estão em causa brancos e pretos é, quanto a mim, pura demagogia.
2. certamente que a convivência com grupos violentos não é fácil, mas dizer que, por exemplo em Antuérpia, os judeus não utilizam simbolos exteriores da sua religião por medo dos muçulmanos é um disparate. certamente saberá que em Antuérpia existem grupos de extrema-direita bastante activos, que como se sabe não morrem de amores pelos judeus e que não se abstêm de o demonstrar; e a extrema-direita ganhou as eleições na Flandres como se sabe, por isso a situação aí parece-me ser bem mais complexa.
3. confundir a religião com a violência não me parece, tal como ao Mark, o caminho para resolver seja o que for. certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo, assim como os há que são evangélicos, ou judeus, ou católicos. 
e aqui, quanto a mim, o que está em causa é mesmo o uso da violência como argumento de defesa de ideias. e isso sim condeno, venha de que grupo vier. 
teremos sempre que viver com a diferença e aprender a viver e conviver com ela, por mais que nos irrite. 
não existem bons e maus, isso são filmes de crianças... quando chegamos a adultos é suposto percebermos que a realidade não é binária, mas múltipla.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>duas ou três coisas (respondendo mais ou menos directamente a Carmo da Rosa):<br />
1. parece-me abusiva a leitura que faz das declarações do Mark. tirar do que ele diz que ele não considera racismo o que se passa em Darfur só porque nesse caso não estão em causa brancos e pretos é, quanto a mim, pura demagogia.<br />
2. certamente que a convivência com grupos violentos não é fácil, mas dizer que, por exemplo em Antuérpia, os judeus não utilizam simbolos exteriores da sua religião por medo dos muçulmanos é um disparate. certamente saberá que em Antuérpia existem grupos de extrema-direita bastante activos, que como se sabe não morrem de amores pelos judeus e que não se abstêm de o demonstrar; e a extrema-direita ganhou as eleições na Flandres como se sabe, por isso a situação aí parece-me ser bem mais complexa.<br />
3. confundir a religião com a violência não me parece, tal como ao Mark, o caminho para resolver seja o que for. certamente que existem pessoas e grupos violentos que professam o islamismo, assim como os há que são evangélicos, ou judeus, ou católicos.<br />
e aqui, quanto a mim, o que está em causa é mesmo o uso da violência como argumento de defesa de ideias. e isso sim condeno, venha de que grupo vier.<br />
teremos sempre que viver com a diferença e aprender a viver e conviver com ela, por mais que nos irrite.<br />
não existem bons e maus, isso são filmes de crianças&#8230; quando chegamos a adultos é suposto percebermos que a realidade não é binária, mas múltipla.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14294</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 18:00:32 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Biciclemark, diz você:

&quot;como na Bélgica.. isto é muito mais do que um grupo contra uma religião… existe um sentimento contra todos que vêm de países árabes.&quot;

Muito mais do que um grupo, é um povo inteiro – salvo meia dúzia de idiotas de esquerda - que não quer ser islamizado, porque querem continuar a beber a fantástica cerveja belga nas calmas, sem fascistas de barba a dizer que o al kuhul  é haram, que está proibido pelo alcorão. 

Existe realmente um sentimento, mas não é contra todos, só contra os fascistas de barba. Aliás, eles árabes, também sofrem, e é por isso que também têm os seus dissidentes, os seus combatentes anti-fascistas como Abdullah Al-Araby, Walid Shoebat, Wafa Sultan etc, etc.

Veja esta interessante discussão na Al Jazeera entre um imã e a minha querida Wafa Sultan, a passionária da nossa época, e escolha o seu campo…
http:// switch5.castup.net/frames/20041020_MemriTV_Popup/video_480x360.asp?ai=214&amp;ar=1050wmv&amp;ak=null</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Biciclemark, diz você:</p>
<p>&#8220;como na Bélgica.. isto é muito mais do que um grupo contra uma religião… existe um sentimento contra todos que vêm de países árabes.&#8221;</p>
<p>Muito mais do que um grupo, é um povo inteiro – salvo meia dúzia de idiotas de esquerda &#8211; que não quer ser islamizado, porque querem continuar a beber a fantástica cerveja belga nas calmas, sem fascistas de barba a dizer que o al kuhul  é haram, que está proibido pelo alcorão. </p>
<p>Existe realmente um sentimento, mas não é contra todos, só contra os fascistas de barba. Aliás, eles árabes, também sofrem, e é por isso que também têm os seus dissidentes, os seus combatentes anti-fascistas como Abdullah Al-Araby, Walid Shoebat, Wafa Sultan etc, etc.</p>
<p>Veja esta interessante discussão na Al Jazeera entre um imã e a minha querida Wafa Sultan, a passionária da nossa época, e escolha o seu campo…<br />
http:// switch5.castup.net/frames/20041020_MemriTV_Popup/video_480x360.asp?ai=214&amp;ar=1050wmv&amp;ak=null</p>
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		<title>Por: bicyclemark</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14281</link>
		<dc:creator>bicyclemark</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 15:33:54 +0000</pubDate>
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		<description>É verdade que é sobretudo o que chama-se em Inglês.. xenophobia...  mas quando uso a palavra racismo.. é porque em casos.. como na Belgica.. isto é muito mais do que um grupo contra uma religião... existe um sentimento contra todos que vêm de paises Arabes. Daí vejo racismo.. e prigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade que é sobretudo o que chama-se em Inglês.. xenophobia&#8230;  mas quando uso a palavra racismo.. é porque em casos.. como na Belgica.. isto é muito mais do que um grupo contra uma religião&#8230; existe um sentimento contra todos que vêm de paises Arabes. Daí vejo racismo.. e prigo.</p>
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		<title>Por: p</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14277</link>
		<dc:creator>p</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 14:54:08 +0000</pubDate>
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		<description>a queda de um mito

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		<title>Por: G. Marques</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14273</link>
		<dc:creator>G. Marques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 14:37:16 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me boa ideia não gastar palavras realmente importantes, usando-as a despropósito. Ser-se contra o Islão não me parece configurar racismo. Por mim, manifestava-me contra o cristianismo na boa. Serei também racista?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me boa ideia não gastar palavras realmente importantes, usando-as a despropósito. Ser-se contra o Islão não me parece configurar racismo. Por mim, manifestava-me contra o cristianismo na boa. Serei também racista?</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14267</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 13:36:37 +0000</pubDate>
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		<description>Este Mark ou é parvo ou imita muito bem! 
Para o Mark e quejandos da esquerda tradicional, só se trata de racismo quando indivíduos do Ocidente tratam mal pessoas vindas de outros quadrantes geográficos.

Para citar só dois exemplos. Para o Mark o que se passou no Ruanda, entre Hutus e Tutsis, não é racismo! O que se passa em Darfur tão pouco! Porque não há brancos metidos no assunto. E quem não é branco, é, à priori, para imbecis como o Mark, infinitamente bom… Porque na realidade o Mark é um racista, porque ainda não percebeu que os pretos, os árabes e outros, são pessoas como as outras – há bons e maus.

Pela mesma razão é que ele omite falar no facto de hoje em dia – sessenta anos depois do Holocausto - os judeus em Amesterdão e Antuérpia já não se atreverem a sair à rua de solidéu, para não serem espancados por jovens marroquinos. Já para não abordar o tema dos homossexuais, que são agredidos pelos mesmos tipos mas por outras razões.

Pela mesma razão é que ele tão pouco aborda o tema (que certamente conhece) dos intelectuais, publicistas e políticos que na Holanda têm que ser protegidos de dia e de noite dos simpáticos seguidores de Maomé  - ‘just only a religion’ como ele diz -  precisamente para não lhes acontecer o mesmo que aconteceu a Theo van Gogh…

E isso por apenas omitirem a sua opinião. Opinião que na maior parte dos casos não vai tão longe como o comentário de Lino josé: ‘Que eu saiba, o islamismo tem demonstrado ser intolarante, anti-democrático, xenófobo, enfim, uma religião de assassinos.’ 

Aliás, cujo comentário eu concordo plenamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este Mark ou é parvo ou imita muito bem!<br />
Para o Mark e quejandos da esquerda tradicional, só se trata de racismo quando indivíduos do Ocidente tratam mal pessoas vindas de outros quadrantes geográficos.</p>
<p>Para citar só dois exemplos. Para o Mark o que se passou no Ruanda, entre Hutus e Tutsis, não é racismo! O que se passa em Darfur tão pouco! Porque não há brancos metidos no assunto. E quem não é branco, é, à priori, para imbecis como o Mark, infinitamente bom… Porque na realidade o Mark é um racista, porque ainda não percebeu que os pretos, os árabes e outros, são pessoas como as outras – há bons e maus.</p>
<p>Pela mesma razão é que ele omite falar no facto de hoje em dia – sessenta anos depois do Holocausto &#8211; os judeus em Amesterdão e Antuérpia já não se atreverem a sair à rua de solidéu, para não serem espancados por jovens marroquinos. Já para não abordar o tema dos homossexuais, que são agredidos pelos mesmos tipos mas por outras razões.</p>
<p>Pela mesma razão é que ele tão pouco aborda o tema (que certamente conhece) dos intelectuais, publicistas e políticos que na Holanda têm que ser protegidos de dia e de noite dos simpáticos seguidores de Maomé  &#8211; ‘just only a religion’ como ele diz &#8211;  precisamente para não lhes acontecer o mesmo que aconteceu a Theo van Gogh…</p>
<p>E isso por apenas omitirem a sua opinião. Opinião que na maior parte dos casos não vai tão longe como o comentário de Lino josé: ‘Que eu saiba, o islamismo tem demonstrado ser intolarante, anti-democrático, xenófobo, enfim, uma religião de assassinos.’ </p>
<p>Aliás, cujo comentário eu concordo plenamente.</p>
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	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14260</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 11:24:51 +0000</pubDate>
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		<description>leitura imprescindível! 


http://www.lse.ac.uk/collections/hellenicObservatory/pdf/DiscussionPapers/AnastasakisDiscussionPaper3.pdf</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>leitura imprescindível! </p>
<p><a href="http://www.lse.ac.uk/collections/hellenicObservatory/pdf/DiscussionPapers/AnastasakisDiscussionPaper3.pdf" rel="nofollow">http://www.lse.ac.uk/collections/hellenicObservatory/pdf/DiscussionPapers/AnastasakisDiscussionPaper3.pdf</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MPR</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14257</link>
		<dc:creator>MPR</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 09:14:10 +0000</pubDate>
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		<description>Em Portugal a extrema-direita não tem ainda um partido com pés e cabeça, mas no dia em que isso acontecer, podemos assistir a movimentos similares pelas nossas bandas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal a extrema-direita não tem ainda um partido com pés e cabeça, mas no dia em que isso acontecer, podemos assistir a movimentos similares pelas nossas bandas&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Lino José</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14251</link>
		<dc:creator>Lino José</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 08:19:25 +0000</pubDate>
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		<description>Que eu saiba, o islamismo tem demonstrado ser intolarante, anti-democrático, xenófobo, enfim, uma religião de assassinos.

Se me perguntarem se eu quero essa porcaria cá em Portugal eu digo imediatamente que não. Se me perguntarem se se deve restringir ao máximo a entrada dessa gente neste país eu digo imediatamente que sim. 

Ou será que a Velha Europa, a eterna culpada dos males do mundo, logo a seguir aos americanos, deve ter remorsos por ter enveredado pela Democracia, pelo Laicismo e pelo Desenvolvimento, e deve andar eternamente a pedir desculpa aos islâmicos por estes serem retrógrados ?

Os partridos de direita têm todo o direito de se manifestarem contra o Islão, uma vez que este é atentatório dos valores individuais fundamentais que caracterizam a Civilização Ocidental.

E se os Islâmicos não gostam da nossa cultura nem do facto de as pessoas se poderem manifestar livremente, vão para a terra deles. Eles até nem gostam disto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que eu saiba, o islamismo tem demonstrado ser intolarante, anti-democrático, xenófobo, enfim, uma religião de assassinos.</p>
<p>Se me perguntarem se eu quero essa porcaria cá em Portugal eu digo imediatamente que não. Se me perguntarem se se deve restringir ao máximo a entrada dessa gente neste país eu digo imediatamente que sim. </p>
<p>Ou será que a Velha Europa, a eterna culpada dos males do mundo, logo a seguir aos americanos, deve ter remorsos por ter enveredado pela Democracia, pelo Laicismo e pelo Desenvolvimento, e deve andar eternamente a pedir desculpa aos islâmicos por estes serem retrógrados ?</p>
<p>Os partridos de direita têm todo o direito de se manifestarem contra o Islão, uma vez que este é atentatório dos valores individuais fundamentais que caracterizam a Civilização Ocidental.</p>
<p>E se os Islâmicos não gostam da nossa cultura nem do facto de as pessoas se poderem manifestar livremente, vão para a terra deles. Eles até nem gostam disto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Igor Marques</title>
		<link>http://5dias.net/2007/09/16/inquietante-racismo/comment-page-1/#comment-14246</link>
		<dc:creator>Igor Marques</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 01:42:45 +0000</pubDate>
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		<description>na Grécia a extrema-direita também teve uma votação considerável e é tida como provável parceira na formação do novo governo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na Grécia a extrema-direita também teve uma votação considerável e é tida como provável parceira na formação do novo governo.</p>
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