O filme da minha vida, parte IV e fim

Ainda sobre o Blow Up, em comentário, a.pacheco escreveu:

Vi de novo há pouco tempo o Blow Up, e pareceu-me muito datado….

Mas é precisamente esse o gozo, ou boa parte dele; fica finalmente dito o antes não dito mas que se calhar precisava de ser dito: o Blow Up é também, e muito, uma declaração de amor a Londres, e em particular à swinging London da segunda metade dos anos sessenta (e Londres merece-a, alguém tem dúvidas?).

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SEXTA | António Figueira
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5 respostas a O filme da minha vida, parte IV e fim

  1. xatoo diz:

    ai sim?
    o Blow-Up é isso?
    e eu a pensar que era uma parábola sobre o real e o ilusório, isto é, qualquer coisa sobre os intervalos negros que não vemos entre as imagens, ou ainda, um desfile de zombies apoliticos na sociedade pós industrial
    Mas que raio de complicadinho que eu sou!, afial Blow-Up é uma espécie de “Danças com Londrinos”

  2. António Figueira diz:

    Xatoo,
    Não seja Xato (ou “complicadinho”, é como preferir), eu não disse que o Blow Up “é isso”, disse que “é também” isso; desculpe lá, it’s just a feeling, e eu expliquei desde o início que o Blow Up era “o filme da minha vida” subjectivamente falando apenas.
    Cumps., AF

  3. Ana Matos Pires diz:

    Se merece, António, Londres merece aquela declaração de amor.

  4. ezequiel diz:

    London is the dog`s bullocks!!!

    🙂

  5. Se o pacheco é quem eu penso, não me admira que tenha essa opinião. Ele gosta de ser “diferente” E se calhar é, com toda a carga que a palavra “diferente” encerra…

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