Algumas receitas para resolver(!) o problema da abstenção

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Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
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11 respostas a Algumas receitas para resolver(!) o problema da abstenção

  1. xatoo diz:

    eu continuo a não votar! Não suporto gajas que usam óculos Dolce& Gabbana

  2. Diogo diz:

    E para os votos brancos e nulos? Não arranjam ninguém dos Village People?

  3. Ezequiel diz:

    xatoo

    pois, os óculos são o essencial 🙂

  4. nick name diz:

    Costa dos Murmúrios. Marechal Carmona. Nigger With Attitude. Rosetta de Jean-Pierre and Luc Daderne. Ruben A. Mente Sá em Corpo São. Please please tell me now Correia, is there something i should know. Afirma Pereira. blah, blah, blah.
    Por o pé em ramos de almeida. Política XXI. Arriba! Avanti! Marinaro.

  5. Lololinhazinha diz:

    Ó xatoo…
    Há gente muito picuinhas!!!

  6. Lololinhazinha diz:

    Os comentários não aparecem?

  7. Lololinhazinha diz:

    Não consigo comentar!! teste.

  8. Lololinhazinha diz:

    teste

  9. jj diz:

    Já que falam de óculos…
    A “Lolo…” reparou que, no seu teste aos comentários, ás três foi de vez…?
    Peço desculpa de lhe ter minguado o nome, mas é que tenho algum pudor em escrever sobre “lolas”.

  10. as excursões provenientes de Freixo de Espada á Cinta, Caranguejeira e Banholas de Baixo são suficientemente elucidativas. O maior partido português recorre aos expedientes do negregado Estado Novo para encher, não o Terreiro do Paço, não o Estádio da FNAT, mas tão somente, uma miserável saleca do Hotel Altis! Para quê perdermos tempo com desculpas meteorológicas e sazonais? A verdade é clara: as pessoas votaram com os pés. Quem leu a maravilhosa obra biográfica de Rui Ramos sobre o Rei D. Carlos I, percebe bem quais são e o porquê das dificuldades de fazer política partidária em Portugal. A Casa dos Vinte e Quatro e o seu paradigma do “aqui estão 24 e não cabem 25″, simboliza bem tudo aquilo que está profundamente enraizado nos portugueses: um profundo e nefasto apego ao corporativismo que estiola a liberdade de agir e pensar. O escape governamental é recorrentemente o mesmo, isto é, a lei da rolha que já está presente. Se a isto adicionarmos o atávico medo, o incitamento à delação – e consequente perda dos meios de subsistência – e ao autêntico saque fiscal a que assistimos, inevitavelmente os dois rotativos depressa nos cozinharão uma nova lei eleitoral a que, parafraseando João Franco, poderemos chamar Ignóbil Porcaria”. Aquele artigo que há uns três ou quatro anos António José Saraiva escreveu no Expresso ( O Fim do Regime) está mais actual que nunca. A solução é clara e ninguém a quer ver, dados os interesses instalados. Isto permite a que alguns transfugas do comunismo, como o senhor Saramago se venda facilmente à miragem do ouro madrileno. Era o que nos faltava. Quanto a isto vejam o que o Combustões diz. Mais palavras? Para quê?

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