Irmão Lúcia: Lágrimas de Zita

zita-copy.jpg

Sobre Nuno Ramos de Almeida

TERÇA | Nuno Ramos de Almeida
Este artigo foi publicado em cinco dias. Bookmark o permalink.

8 respostas a Irmão Lúcia: Lágrimas de Zita

  1. Visit Venus diz:

    Bravo. O Irmão Lúcia é mesmo muito bom.

  2. p.porto diz:

    Acho que a Zita Seabra vos devia dar uma parte dos lucros que vai obter com a venda do livro. Senão, reparem:

    Se há coisas que mexem com os portugueses á a aversão a comunistas. Ora, tanta é a preocupação dos comunistas em dizer mal da Zita, até já fazem bonecos com ela a chorar, que muita gente que passaria ao lado do livro começa a ficar intrigada. Daí e ficar interessado e a compra-lo vai um passo pequeno.

    Acho que quando mais os comunistas insistirem em dizer mal da Zita, mais o livro vai vender. Ainda que o livro contenha imprecisões, a verdade é que a maior parte do seu conteúdo nem sequer é tocado por quem diz mal dela.

    Como se não bastasse, em quem é que as pessoas vão acreditar, na Zita ou nos comunistas? Obviamente, na Zita.

    Continuem, a Zita agradece, o editor também.

  3. Nuno Ramos de Almeida diz:

    P Porto,
    Você parece o Salazar: vê comunistas em todo o lado. Agora, até o Irmão Lúcia é um perigoso subversivo

  4. fosga-se acusem-me de tudo menosd e comer crianças ao pequeno-almoço. é sabido que não me cabem no forno fagor e encruadas comam-nas vocês. apre.

  5. p.porto diz:

    Caro Nuno

    Não vejo comunistas por todo o lado ainda que quisesse. São demasiado poucos para poder ser assim.

    O irmão Lúcia não é perigoso nem subsivo. O trabalho caricatural dele tem sido até bastante útil porque a sua visão asquerosa do outro ajuda muito a reforçar o asco de todos os outros à visão dele. Um grande bem haja para o Irmão Lúcia; a direita agradecida exorta-o a continuar e em força.

    Recentrando-nos na questão das vendas do livro da ZS. Sei de fonte segura que ela está disposta a dar uma parte dos lucros a quem diz mal dela; ela confirma que a propaganda comunista contra o seu livro tem sido um contribuído inestimável para as vendas. Mas está apreensiva contra o abrandar recente das referências ao trabalho. Portanto, ou retomam a campanha, ou não há comissões. A bola está do vosso lado.

    As ironias acabam por aqui. Quanto a mim, hoje como antes, abaixo as ditaduras todas, não a todos os tiranos e tiranetes e um grande viva a Liberdade.

  6. f. diz:

    eh pá, agora tenho a certeza: abriram os portões. irmão lúcia, eu também só bem grelhadinhas.

  7. charles diz:

    p.porto
    eu, a contrario, entendo a tirania o melhor dos regimes, embora imperfeito
    se não, veja o Iraque ‘democrático’ e compare-o com o outro, de Saddam, que disseram tirano, e veja como as mesmas tribos que ora se digladiam e odeiam e matam, antes se respeitavam umas às outras

    mas foi Churchil, salvo erro, que já lá disse a tirania melhores dos regimes democráticos, não é isso?!

  8. p.porto diz:

    Charles

    Quando compara este Iraque com o outro Iraque, está a comparar um país em que a violência e brutalidade era exclusivo do ditador com um país em que a violência se vulgarizou. Sair desta comparação não me parece possível. Qualquer iraquiano ficou contente com a queda do Regime. Nenhum iraquiano está contente com a situação actual. Não creio que a rejeição de um mal passe pelo elogio de outro mal. Fica a dúvida, reconheço, qual é o mal menor?

    Sobre Chuchill, parece-me que se estaria a referir a esta frase: “A Democracia é um mau Regime, mas é o melhor dos Regimes que se conhece”.

    Voltando ao Iraque. Na minha opinião a invasão e a demolição da ditadura de Saddam esteve correcta. O que acontece é que os americanos ainda não aprenderam que não têm aptidão de nenhuma espécie para ficar na casa dos outros dizendo-lhes o que fazer e como fazer. Não aprenderam com o Vietname.

Os comentários estão fechados.