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	<title>Comentários em: Filipe Moura:Lisboa bem amada que mal me quis, que me quer bem</title>
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		<title>Por: Fernando baena</title>
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		<dc:creator>Fernando baena</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 14:58:17 +0000</pubDate>
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		<description>nesta minha navegação na blogosfera, à descoberta, não de infíeis para converter nem oiros, consigo encontrar (e  em  Português) opiniões inteligentes e analises de prespectiva sã (no meu modesto crítério). Eu também sou utlilizador das zonas de Lisboa mais cosmopolitas, nomeadamente a Baixa/Chiado. Já assinei petições, angariações, e estou mais ou menos a par das visões que os políticos tem para a zona. É tudo muito confuso e começo a concluir que em comparação com outras cidades da Europa, Lisboa demora a emancipar-se a todos os níveis, começando pelo factor humano. Nós já não vivemos no Estado Novo, boa, mas vivemos no Estado Velho, e os hábitos, (por  ex. fechar aos domingos, ou até só o simples  facto de fechar para descanso)  não descolam da formatação contempôranea, neo-moderna,  anti-funcional e para um País pobre como realmente somos hoje,  anti-económica e anti-social. Alguns destes hábitos renovados podiam colmatar numa proporção interessante algum  desemprego, mais actividade social e económica e de  uma vez por todas permítir a quem aqui vive, um mainstream cultural, próprio de gentes inovadoras e críativas que nós somos e que estão conscientes das potencíalidades desperdiçadas ora pelo poder do Estado/Autarquia ora por um tecido empresarial a necessitar de upgrades e muitas vezes de ser removido, dando oportunidades a outros. Dizem que vivemos num mercado livre, mas é muito mais livre para uns que para outros, o  que não ajuda à ignição de novos riscos, projectos, e hábitos de uma forma célere o sufíciente para nos sentirmos confortáveis em Lisboa sem que para isso tenhamos que ser parentes dos xeiques àrabes.  Obrigado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nesta minha navegação na blogosfera, à descoberta, não de infíeis para converter nem oiros, consigo encontrar (e  em  Português) opiniões inteligentes e analises de prespectiva sã (no meu modesto crítério). Eu também sou utlilizador das zonas de Lisboa mais cosmopolitas, nomeadamente a Baixa/Chiado. Já assinei petições, angariações, e estou mais ou menos a par das visões que os políticos tem para a zona. É tudo muito confuso e começo a concluir que em comparação com outras cidades da Europa, Lisboa demora a emancipar-se a todos os níveis, começando pelo factor humano. Nós já não vivemos no Estado Novo, boa, mas vivemos no Estado Velho, e os hábitos, (por  ex. fechar aos domingos, ou até só o simples  facto de fechar para descanso)  não descolam da formatação contempôranea, neo-moderna,  anti-funcional e para um País pobre como realmente somos hoje,  anti-económica e anti-social. Alguns destes hábitos renovados podiam colmatar numa proporção interessante algum  desemprego, mais actividade social e económica e de  uma vez por todas permítir a quem aqui vive, um mainstream cultural, próprio de gentes inovadoras e críativas que nós somos e que estão conscientes das potencíalidades desperdiçadas ora pelo poder do Estado/Autarquia ora por um tecido empresarial a necessitar de upgrades e muitas vezes de ser removido, dando oportunidades a outros. Dizem que vivemos num mercado livre, mas é muito mais livre para uns que para outros, o  que não ajuda à ignição de novos riscos, projectos, e hábitos de uma forma célere o sufíciente para nos sentirmos confortáveis em Lisboa sem que para isso tenhamos que ser parentes dos xeiques àrabes.  Obrigado</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
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		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 May 2007 09:52:36 +0000</pubDate>
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		<description>f.

não fico nada chocado nem espantado nem magoado por estar de acordo consigo.

Se nem sequer a conheço, nem tenho nada contra si.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>f.</p>
<p>não fico nada chocado nem espantado nem magoado por estar de acordo consigo.</p>
<p>Se nem sequer a conheço, nem tenho nada contra si.</p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
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		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 18:07:21 +0000</pubDate>
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		<description>Right, Mrs. Maude Findlay! How is Florida doing? :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Right, Mrs. Maude Findlay! How is Florida doing? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: f.</title>
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		<dc:creator>f.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 16:12:00 +0000</pubDate>
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		<description>hum, filipe. eu voto no que vender os brócolos (com ó) mais baratos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>hum, filipe. eu voto no que vender os brócolos (com ó) mais baratos.</p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
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		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 15:16:15 +0000</pubDate>
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		<description>Eu também estou de acordo com o Luis Lavoura e a Fernanda. Olha que giro.
Se formos agora a ver em qual dos candidatos à Câmara votar é que se calhar não estamos de acordo. Olhem, o Sá Fernandes, esse guru de uma certa esquerda (não sei bem porquê - nunca o ouvi dizer nada de esquerda) ufana-se por nunca usar transportes públicos. Viaja em Lisboa de táxi ou boleia, segundo li numa entrevista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu também estou de acordo com o Luis Lavoura e a Fernanda. Olha que giro.<br />
Se formos agora a ver em qual dos candidatos à Câmara votar é que se calhar não estamos de acordo. Olhem, o Sá Fernandes, esse guru de uma certa esquerda (não sei bem porquê &#8211; nunca o ouvi dizer nada de esquerda) ufana-se por nunca usar transportes públicos. Viaja em Lisboa de táxi ou boleia, segundo li numa entrevista.</p>
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		<title>Por: f.</title>
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		<dc:creator>f.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 14:55:00 +0000</pubDate>
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		<description>luís, estamos de acordo. uma vez mais. incrível, hã?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>luís, estamos de acordo. uma vez mais. incrível, hã?</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
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		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 13:44:30 +0000</pubDate>
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		<description>A abertura de cafés em Lisboa nada tem a ver com o mercado local. Em Lisboa as pessoas que querem ir a um café são supostas deslocar-se a bairros ou localizações específicas onde esses estabelecimentos existem. Por exemplo, no Bairro Alto há muitísimos cafés e restaurantes mas pouquíssimos habitantes. Noutros bairros há muitíssimos habitantes mas pouquíssimos cafés e restaurantes. É assim Lisboa.

É uma cidade muito estranha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A abertura de cafés em Lisboa nada tem a ver com o mercado local. Em Lisboa as pessoas que querem ir a um café são supostas deslocar-se a bairros ou localizações específicas onde esses estabelecimentos existem. Por exemplo, no Bairro Alto há muitísimos cafés e restaurantes mas pouquíssimos habitantes. Noutros bairros há muitíssimos habitantes mas pouquíssimos cafés e restaurantes. É assim Lisboa.</p>
<p>É uma cidade muito estranha.</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5603</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 13:41:18 +0000</pubDate>
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		<description>Em Lisboa uma pessoa que queira comer num restaurante ao domingo vê-se e deseja-se. Há pouquíssimos restaurantes abertos. Aqueles que estão abertos estão à cunha, é difícil arranjar mesa.

Se houvesse lógica comercial, muitos restaurantes abririam ao domingo, para satisfazer o mercado existente. Mas isso é anátema para a maior parte dos donos e empregados de restaurante. O cliente é, para eles, um utente: serve-se quando o restaurante está, e se estiver, aberto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Lisboa uma pessoa que queira comer num restaurante ao domingo vê-se e deseja-se. Há pouquíssimos restaurantes abertos. Aqueles que estão abertos estão à cunha, é difícil arranjar mesa.</p>
<p>Se houvesse lógica comercial, muitos restaurantes abririam ao domingo, para satisfazer o mercado existente. Mas isso é anátema para a maior parte dos donos e empregados de restaurante. O cliente é, para eles, um utente: serve-se quando o restaurante está, e se estiver, aberto.</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5602</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 13:38:20 +0000</pubDate>
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		<description>f.

A lógica comercial é em Lisboa virtualmente inexistente. Nas lojas é-se sempre mal atendido - os empregados exibem, com pouco disfarce, o enfado que é estarem a servir o cliente. O cliente é considerado um indivíduo estúpido, perturbador e largamente desnecessário à loja. O esforço para se ser agradável e prestável ao cliente é portanto nulo.

A coisa é totalmente oposta no Porto, onde existe uma real lógica comercial. Os lojistas são atenciosos e compreendem que há que atrair os clientes, satisfazê-los e servi-los o melhor possível.

Nas lojas do Porto é-se recebido com simpatia, nas de Lisboa com agressividade.

Ou seja, lógica comercial é coisa que não existe em Lisboa. Isso verifica-se nos horários do comércio, mas não só neles.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>f.</p>
<p>A lógica comercial é em Lisboa virtualmente inexistente. Nas lojas é-se sempre mal atendido &#8211; os empregados exibem, com pouco disfarce, o enfado que é estarem a servir o cliente. O cliente é considerado um indivíduo estúpido, perturbador e largamente desnecessário à loja. O esforço para se ser agradável e prestável ao cliente é portanto nulo.</p>
<p>A coisa é totalmente oposta no Porto, onde existe uma real lógica comercial. Os lojistas são atenciosos e compreendem que há que atrair os clientes, satisfazê-los e servi-los o melhor possível.</p>
<p>Nas lojas do Porto é-se recebido com simpatia, nas de Lisboa com agressividade.</p>
<p>Ou seja, lógica comercial é coisa que não existe em Lisboa. Isso verifica-se nos horários do comércio, mas não só neles.</p>
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		<title>Por: f.</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5596</link>
		<dc:creator>f.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 11:59:51 +0000</pubDate>
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		<description>essa relação entre não haver sítio para beber um café a partir de certa hora e o povoamento é um pouco peregrina, jt. a lapa é dos bairros mais populosos de lx, cheio de gente de todas as idades, e veja a animação daquelas ruas a partir das 8 da noite. o mesmo se aplica em relação a bairros periféricos onde só há habitação. os horários de abertura do comércio (e toda a sua lógica) têm muito pouco, pelo menos em portugal, a ver com esse tipo de relação. 

a baixa de lx está sempre cheia de gente a passear aos sábados e domingos. basta estar um tempo aprazível. mas a maioria das lojas e estabelecimentos fecha ao domingo. porquê? porque sim. muitos ainda fecham à hora do almoço, também. que tem isso a ver com lógica comercial? rigorosamente nada.

quanto ao número de pessoas que efectivamente vive na baixa-chiado, está por fazer esse levantamento. eu, que moro na zona, posso garantir que hopuve nos últimos 10 anos um repovoamento gradual com pessoas entre os 25 e os 45 anos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>essa relação entre não haver sítio para beber um café a partir de certa hora e o povoamento é um pouco peregrina, jt. a lapa é dos bairros mais populosos de lx, cheio de gente de todas as idades, e veja a animação daquelas ruas a partir das 8 da noite. o mesmo se aplica em relação a bairros periféricos onde só há habitação. os horários de abertura do comércio (e toda a sua lógica) têm muito pouco, pelo menos em portugal, a ver com esse tipo de relação. </p>
<p>a baixa de lx está sempre cheia de gente a passear aos sábados e domingos. basta estar um tempo aprazível. mas a maioria das lojas e estabelecimentos fecha ao domingo. porquê? porque sim. muitos ainda fecham à hora do almoço, também. que tem isso a ver com lógica comercial? rigorosamente nada.</p>
<p>quanto ao número de pessoas que efectivamente vive na baixa-chiado, está por fazer esse levantamento. eu, que moro na zona, posso garantir que hopuve nos últimos 10 anos um repovoamento gradual com pessoas entre os 25 e os 45 anos.</p>
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	<item>
		<title>Por: jt</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5594</link>
		<dc:creator>jt</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 11:09:09 +0000</pubDate>
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		<description>O principal problema de Lisboa, penso eu, é que o seu centro é pouquíssimo povoado e a maioria dos seus habitantes são idosos. Logo, a partir de uma determinada hora, Lisboa é um deserto, sem vida, sem sítios onde beber um café, tudo com um aspecto desolador.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O principal problema de Lisboa, penso eu, é que o seu centro é pouquíssimo povoado e a maioria dos seus habitantes são idosos. Logo, a partir de uma determinada hora, Lisboa é um deserto, sem vida, sem sítios onde beber um café, tudo com um aspecto desolador.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5591</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2007 09:32:19 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com o último parágrafo. É muita pena que muitos autarcas só pensem no centro de Lisboa em termos de comércio e turistas. Só querem beneficiar o comércio instalado e os turistas, nunca os moradores, atuais ou potenciais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o último parágrafo. É muita pena que muitos autarcas só pensem no centro de Lisboa em termos de comércio e turistas. Só querem beneficiar o comércio instalado e os turistas, nunca os moradores, atuais ou potenciais.</p>
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		<title>Por: João</title>
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		<dc:creator>João</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2007 21:45:44 +0000</pubDate>
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		<description>Mas filipe enquanto (nalgumas cabecinhas bem pensantes)  os ganhos de alguns empresários for sinónimo de ganho de lisboa torna-se difícil lisboa evoluir...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas filipe enquanto (nalgumas cabecinhas bem pensantes)  os ganhos de alguns empresários for sinónimo de ganho de lisboa torna-se difícil lisboa evoluir&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5573</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2007 19:19:23 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Agora, não deixo de lhe dar razão quando diz que Lisboa tem de ser povoada de gente dinâmica que lhe dê uma identidade contemporânea. Quando viajo, o que mais gosto de conhecer são as gentes de cada sítio. Nesse sentido, Lisboa está empobrecida.&quot;

Nem mais: é isso mesmo que eu quero dizer. E isso só vem confirmar aquilo que eu disse antes: a cidade de Lisboa não tem potencial para ganhar a vida à custa dos turistas (nenhuma tem, mas Lisboa menos do que outras). Eu não estou a falar de alguns empresários: estou a falar de Lisboa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Agora, não deixo de lhe dar razão quando diz que Lisboa tem de ser povoada de gente dinâmica que lhe dê uma identidade contemporânea. Quando viajo, o que mais gosto de conhecer são as gentes de cada sítio. Nesse sentido, Lisboa está empobrecida.&#8221;</p>
<p>Nem mais: é isso mesmo que eu quero dizer. E isso só vem confirmar aquilo que eu disse antes: a cidade de Lisboa não tem potencial para ganhar a vida à custa dos turistas (nenhuma tem, mas Lisboa menos do que outras). Eu não estou a falar de alguns empresários: estou a falar de Lisboa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sofia Ventura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/22/filipe-mouralisboa-bem-amada-que-mal-me-quis-que-me-quer-bem/comment-page-1/#comment-5572</link>
		<dc:creator>Sofia Ventura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2007 19:15:46 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se este comentário &quot;Os médicos adoram fazer as suas conferências nos locais mais luxuosos;dizem-me que é dos patrocínios da indústria farmacêutica&quot; foi tão inocente quanto soa, mas é, pelo menos pelo que parece, delicioso.

Quando ao facto de Lisboa não ter potencial para &quot;ganhar vida&quot; à custa dos turistas, não posso concordar consigo. Eu não moro em Lisboa, mas trabalho cá. E, não é tanto quando consigo, porque estas coisas são tanto mais prazerosas quanto inusitadas, mas não é raro viver (algumas zonas) de Lisboa como um campo de férias. Agora, não deixo de lhe dar razão quando diz que Lisboa tem de ser povoada de gente dinâmica que lhe dê uma identidade contemporânea. Quando viajo, o que mais gosto de conhecer são as gentes de cada sítio. Nesse sentido, Lisboa está empobrecida. Dá um retrato faccioso do país e das suas gentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se este comentário &#8220;Os médicos adoram fazer as suas conferências nos locais mais luxuosos;dizem-me que é dos patrocínios da indústria farmacêutica&#8221; foi tão inocente quanto soa, mas é, pelo menos pelo que parece, delicioso.</p>
<p>Quando ao facto de Lisboa não ter potencial para &#8220;ganhar vida&#8221; à custa dos turistas, não posso concordar consigo. Eu não moro em Lisboa, mas trabalho cá. E, não é tanto quando consigo, porque estas coisas são tanto mais prazerosas quanto inusitadas, mas não é raro viver (algumas zonas) de Lisboa como um campo de férias. Agora, não deixo de lhe dar razão quando diz que Lisboa tem de ser povoada de gente dinâmica que lhe dê uma identidade contemporânea. Quando viajo, o que mais gosto de conhecer são as gentes de cada sítio. Nesse sentido, Lisboa está empobrecida. Dá um retrato faccioso do país e das suas gentes.</p>
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