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	<title>Comentários em: Tiago Mendes: O fumo dos outros (reloaded)</title>
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		<title>Por: Rabbit&#8217;s blog :: O fumo dos outros (III)</title>
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		<dc:creator>Rabbit&#8217;s blog :: O fumo dos outros (III)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2007 21:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>[...] fui pouco claro e, sem dúvida, prolixo de uma forma que se oferece a interpretações dúbias, aqui fica um [...]</description>
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		<title>Por: ezequiel</title>
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		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 23:52:34 +0000</pubDate>
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		<title>Por: ezequiel</title>
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		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 23:20:15 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Parece-me que o Ezequiel é mais um daqueles emigrantes que, quando contacta ou visita o país, traz os complexos de inferioridade das origens e o fascínio pelo país cosmopolita onde vive …. e a mágoa de ser ver ao espelho&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Parece-me que o Ezequiel é mais um daqueles emigrantes que, quando contacta ou visita o país, traz os complexos de inferioridade das origens e o fascínio pelo país cosmopolita onde vive …. e a mágoa de ser ver ao espelho&#8221;</p>
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		<title>Por: Salome</title>
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		<dc:creator>Salome</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 20:38:16 +0000</pubDate>
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		<description>*Sem acentos nem cedilhas, teclado ingles indeed 
Ezequiel,
Nao so respeito como admiro a for;a de vida dos i/emigrantes; e garanto-lhe, sao principios morais inabalaveis. Tenho para mim que nao se deviam catalogar as pessoas de e/imigrantes porque cheguei a conclusao, ha ja algum tempo, que as fronteiras politicas so trazem a discordia e este e outro principio politico inabalavel. Nao quis ofende-lo, nao o conheco nem o faria com este argumento, mas como tambem nao me conhece, nao me atinge com o seu.
Falei, e com verdade, da tendencia dos emigrantes exaltarem a cultura do pais onde se encontram e de acharem que, no seu pais de origem, as gentes sao primitivas. Ha varias aldeias e &quot;aldeiolas&quot; (para usar o seu termo) pelo mundo fora, pequenas, grandes, todas elas diferentes, com muito ou pouco interesse. Mas vir aqui com, sabe-se-la  quantas cervejas no bucho, escrevinhar em ingles sobre o tom paroquial do sitio e chamar twat as pessoas nao me parece muito cool nem revela maturidade da sua parte. Que eu saiba, as pessoas podem escolher entre ser cosmopolitas e ser paroquiais, sem que isso fa;a levantar um liberal da cadeira. NYC, London sao aldeias maiores e mais heterogeneas, sim, mas muito mais ingratas e selvagens do que, por exemplo, Lisboa. Tenho a certeza que sabe disto na pele e ate sabe fazer as devidas comparacoes. Mas apetece-lhe dizer mal

Finito
Sem mais, nao quero virar uma mulher azeda a despejar os meus problemas num desconhecido numa caixa de comentarios</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>*Sem acentos nem cedilhas, teclado ingles indeed<br />
Ezequiel,<br />
Nao so respeito como admiro a for;a de vida dos i/emigrantes; e garanto-lhe, sao principios morais inabalaveis. Tenho para mim que nao se deviam catalogar as pessoas de e/imigrantes porque cheguei a conclusao, ha ja algum tempo, que as fronteiras politicas so trazem a discordia e este e outro principio politico inabalavel. Nao quis ofende-lo, nao o conheco nem o faria com este argumento, mas como tambem nao me conhece, nao me atinge com o seu.<br />
Falei, e com verdade, da tendencia dos emigrantes exaltarem a cultura do pais onde se encontram e de acharem que, no seu pais de origem, as gentes sao primitivas. Ha varias aldeias e &#8220;aldeiolas&#8221; (para usar o seu termo) pelo mundo fora, pequenas, grandes, todas elas diferentes, com muito ou pouco interesse. Mas vir aqui com, sabe-se-la  quantas cervejas no bucho, escrevinhar em ingles sobre o tom paroquial do sitio e chamar twat as pessoas nao me parece muito cool nem revela maturidade da sua parte. Que eu saiba, as pessoas podem escolher entre ser cosmopolitas e ser paroquiais, sem que isso fa;a levantar um liberal da cadeira. NYC, London sao aldeias maiores e mais heterogeneas, sim, mas muito mais ingratas e selvagens do que, por exemplo, Lisboa. Tenho a certeza que sabe disto na pele e ate sabe fazer as devidas comparacoes. Mas apetece-lhe dizer mal</p>
<p>Finito<br />
Sem mais, nao quero virar uma mulher azeda a despejar os meus problemas num desconhecido numa caixa de comentarios</p>
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		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; O fumo dos outros (III) - por Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; O fumo dos outros (III) - por Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 19:09:27 +0000</pubDate>
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		<description>[...] fui pouco claro e, sem dúvida, prolixo de uma forma que se oferece a interpretações dúbias, aqui fica um [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] fui pouco claro e, sem dúvida, prolixo de uma forma que se oferece a interpretações dúbias, aqui fica um [...]</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
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		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 16:19:31 +0000</pubDate>
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		<description>Salomé

Eu não sou um emigrante. Não sou Americano. Ou Canadiano. Ou Britânico (poderia sê-lo, um pequeno procedimento...mais nada) . Ou Israelita. Sou PORTUGUÊS. Tive o previlégio de poder viver nestes países desde muito cedo (desde os 17, hoje tenho quase 40) (excepção de Israel). Como disse, &quot;assumption is the mother of all f..k ups!&quot;  Tenho o maior respeito pelos e/imigrantes. Por isso não me ofendes. Mas, dentro de pouco tempo, vou ser mesmo um emigrante!(acertaste). Por escolha propria. Há muita gente neste país que não trata os seus emigrantes com o respeito que eles merecem. Não é &quot;chic&quot; ser-se emigrante. É foleiro. Enfim, isto é mesmo uma esquerdalha da treta...bla bla...os universalistas da esquerda pelos vistos convivem bem com(alguns) uns/umas ignóbeis preconceituosos-as...nem sequer metem o pezinho dentro da minha casa! Ficam à portinha, como bandalhos que são. Mas eu sou liberal...enfim! 

Quando olho ao espelho vejo um gajo porreiro que dorme bem. O resto?...estou-me a gagar!

http://www.press.uchicago.edu/Misc/Chicago/066649.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salomé</p>
<p>Eu não sou um emigrante. Não sou Americano. Ou Canadiano. Ou Britânico (poderia sê-lo, um pequeno procedimento&#8230;mais nada) . Ou Israelita. Sou PORTUGUÊS. Tive o previlégio de poder viver nestes países desde muito cedo (desde os 17, hoje tenho quase 40) (excepção de Israel). Como disse, &#8220;assumption is the mother of all f..k ups!&#8221;  Tenho o maior respeito pelos e/imigrantes. Por isso não me ofendes. Mas, dentro de pouco tempo, vou ser mesmo um emigrante!(acertaste). Por escolha propria. Há muita gente neste país que não trata os seus emigrantes com o respeito que eles merecem. Não é &#8220;chic&#8221; ser-se emigrante. É foleiro. Enfim, isto é mesmo uma esquerdalha da treta&#8230;bla bla&#8230;os universalistas da esquerda pelos vistos convivem bem com(alguns) uns/umas ignóbeis preconceituosos-as&#8230;nem sequer metem o pezinho dentro da minha casa! Ficam à portinha, como bandalhos que são. Mas eu sou liberal&#8230;enfim! </p>
<p>Quando olho ao espelho vejo um gajo porreiro que dorme bem. O resto?&#8230;estou-me a gagar!</p>
<p><a href="http://www.press.uchicago.edu/Misc/Chicago/066649.html" rel="nofollow">http://www.press.uchicago.edu/Misc/Chicago/066649.html</a></p>
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		<title>Por: Salomé</title>
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		<dc:creator>Salomé</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2007 10:45:19 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me que o Ezequiel é mais um daqueles emigrantes que, quando contacta ou visita o país, traz os complexos de inferioridade das origens e o fascínio pelo país cosmopolita onde vive .... e a mágoa de ser ver ao espelho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que o Ezequiel é mais um daqueles emigrantes que, quando contacta ou visita o país, traz os complexos de inferioridade das origens e o fascínio pelo país cosmopolita onde vive &#8230;. e a mágoa de ser ver ao espelho</p>
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		<title>Por: mariaj</title>
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		<dc:creator>mariaj</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 22:35:51 +0000</pubDate>
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		<description>Só tenho a acrescentar:
quietinhos, caladinhos, olhar em frente... porque o grande pai é que sabe!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só tenho a acrescentar:<br />
quietinhos, caladinhos, olhar em frente&#8230; porque o grande pai é que sabe!</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
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		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 21:43:15 +0000</pubDate>
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		<description>critico os comentadores, como o Filipe e outros com quem me portei mal por aqui.(o termo community aplica-se habitualmente aos comentadores e à interação...não sei porquê?!?!?) Quanto aos membros do 5 dias-todos/as sem excepção-interessantissimos/as (apesar de discordar na maior parte das vezes), foi um prazer poder lêr os seus textos...mas damn...muitos comentadores...chef Boyardee to the rescue! É evidente que esta pequena nota não vos serve de nada. É apenas para eu sair daqui com a minha consciencia mais ou menos intacta. Não quero ofender os 5. De forma alguma. Isto e´cheesy mas eu sou mais ou menos educadinho, apesar de tudo.

Está cheesy mas hell with it :)

ps. enjoy Oxford Tiago. Americans are better friends. To the very end. Just a worthless opinion.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>critico os comentadores, como o Filipe e outros com quem me portei mal por aqui.(o termo community aplica-se habitualmente aos comentadores e à interação&#8230;não sei porquê?!?!?) Quanto aos membros do 5 dias-todos/as sem excepção-interessantissimos/as (apesar de discordar na maior parte das vezes), foi um prazer poder lêr os seus textos&#8230;mas damn&#8230;muitos comentadores&#8230;chef Boyardee to the rescue! É evidente que esta pequena nota não vos serve de nada. É apenas para eu sair daqui com a minha consciencia mais ou menos intacta. Não quero ofender os 5. De forma alguma. Isto e´cheesy mas eu sou mais ou menos educadinho, apesar de tudo.</p>
<p>Está cheesy mas hell with it <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>ps. enjoy Oxford Tiago. Americans are better friends. To the very end. Just a worthless opinion.</p>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5212</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 21:10:47 +0000</pubDate>
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		<description>Qual sentimento de culpa qual carapuzza. Lê o que escreveste deste o teu primeiro comment (o que citas no comment que depositaste aqui). Começaste e acabaste com a treta do kosher. Foi por isso que disse que &quot;assumption is the mother of all fuck ups...&quot; porque simplesmente presumiste que eu era Judeu ou que por ter vivido em NY seria simpatético ou x ou y em relação aos judeus. FOI ISTO QUE EU CRITIQUEI.

 O tema judeus não é tabu nenhum. Estás a discuti-lo, aqui. É amplamente discutido em NYC. Jºa foi discutido dezenas de vezes na Broolyn Academy of Arts, em confs na New School....A malta do bronx não problematiza the race-discrimination issue??  Ouve eu conheço Nova York (conheces o Harlem, sure you do!...qual é o club underground de hip hop de intervenção de Harlem?? Em que café underground se juntam os intelectuais de Harlem?? Ilumina-me!!! ) como as pontinhas dos meus dedinhos...e isto que estás a dizer resulta de 1) Simples ignorância 2) Estupidez ou 3) Surdez-cegueira... Os blacks do Bronx e de Harlem não problematizam raça discriminação...afirmative action?????? etc...toda a gente o faz....eu nem sequer falei aqui de branquear crimes de Israel. Afirmei que não concordava com x y z erros, ocupações etc etc Disse que gostava de homens de paz. Mencionei Sadat, Arafat, Hussein etc etc...e tu metes-me numa caixinha que se encaixa no teu blue print cognitivo. 

A tua contabilidade de sofrimento é nojenta. Habermas escreveu sobre isto. TODOS tem direito a exprimir sentimentos. Vitimização?? Eu estou a falar sobre aquilo que TU escreveste!!! Não estou a tentar vitimizar ninguém, nem posso. Estás a tratar a &quot;vitimização&quot; como um projecto político (como se fosse isso, como se não tivesse uma base empiríca) Isto é NOJENTO. Ninguém faz isto. Demonstras um desrespeito total pelos acontecimentos quando sugeres que alto tão constrangedor possa ser usado como arma política de arremesso. Uma coisa é saber o que se passou e assumir responsabilidade e outra, bem diferente, é instrumentalizar o sofrimento. Não deves compreender a distinção. 

Eu disse, e repito, estou-me a borrifar se a esquerda apoia ou não Israel. Disse-o aqui. Israel não precisa do teu apoio. Mesmo que precisasse não usaria a morte de 6 milhões de pessoas para o fazer.  Achas que eu estou-me a queixar em nome dos Judeus a Tí???? E sou eu o presunçoso???  Tentas ofuscar o que escreveste com divagações sobre responsabilização, vitimização, dirigindo a atenção para ao lado. etc. Vitimização para quê?? Para obter o teu APOIO? Israel não precisa do teu apoio. Não o quer. E NUNCA, mas mesmo NUNQUINHA (podes tirar o cavalinho da chuva), Israel ficará sozinho!  O tema Judeus um tabu?? Sabes o que se passa na Alemanha?? Na França?? E  mesmo em Israel?? Tabú?? Os Alemães, povo que conheço bem, não falam do holocausto em termos do uso político do sofrimento como um tábu incontestável....não é preciso despertar seja o que for...porque as pessoas sabem o que aconteceu e assumem as suas responsabilidades, como gente grandinha. Trata-se de integridade, de rectidão moral e não da merda de um tábu. Falam do holocausto em termos de responsabilidade. Não se fala noutra coisa há décadas. Como é que é possivel tal ignorância??? É que nem sequer estás a argumentar. Estás a negar os mais elementares factos, num delirio...Há decadas que a esquerdalha europeia não pára de criticar Israel, muitas vezes injustamente. Tábu?? You´re so full of shit!

&quot;Em NY, por exemplo, não conheço só o Rockefeller Center.&quot; (percebes o que eu estou a dizer??? Duvido)
 
Porreiro. Queres uma medalha? 

esquerda caviar...é o be, não é? É aquela esquerdalhinha marota que não se preocupa com os factos pq está embrenhada nas na elaboração teórica..embrenhada na antecipação  de um &quot;avenir&quot; que teima em chegar...espera sentadinho, numa poltrona confortável. Com apparatchiks destes, não é surpreendente!

Eu critico Israel mas não o faço por impulso ou instincto. Faço-o tentanto perceber a complexidade da problemática em causa.

&quot;E nunca os ouvi queixarem-se da mesma forma que os judeus.&quot; 

Conheces hip hop americano??? OS dramas de Giulliani com a comunidade black em NY (aquando do assassinio brutal de um black inocente...isto dava umas quantas teses de sociologia urbana...que poderás consultar ali na Columbia, pertinho de St Pauls?? (eu andava a pé, depressinha)

Dio Mio...toda a gente se queixa neste mundo, acerca de tudo e mais alguma coisa...e agora  os Judeus não se podem queixar ou se o fazem é porque estão a manipular...
precisas de juntar os teus dois neuroes e fazer uma festa! (this is newyok humour, but youre too softie for that...and that is where I am going just now. This is not me. F..k this COMMUNITY (As far as I am concerned... a minha curiosidade foi mal recompensada...estou a tentar escrever um trabalhito modesto sobre transculturalidade na blogosfera..é por isso que venho aqui e a outros sitios tantas vezes...mas enough is enough...nunca vi-li tanta &amp;%$#%&amp; junta...

não vás para nyc, aquela capital imunda do imperío malévolo, da America hiper capitalista, individualista...é a antitese de tudo o que tu defendes...but there is an efervescence there, hey? Its very bubbly, isn t it??? London is similar, but not quite. Bubbling with creativity, with SMART people of all colours and creeds....CREATING!! Rude but sincere...no la li la bulshit! bye bye</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qual sentimento de culpa qual carapuzza. Lê o que escreveste deste o teu primeiro comment (o que citas no comment que depositaste aqui). Começaste e acabaste com a treta do kosher. Foi por isso que disse que &#8220;assumption is the mother of all fuck ups&#8230;&#8221; porque simplesmente presumiste que eu era Judeu ou que por ter vivido em NY seria simpatético ou x ou y em relação aos judeus. FOI ISTO QUE EU CRITIQUEI.</p>
<p> O tema judeus não é tabu nenhum. Estás a discuti-lo, aqui. É amplamente discutido em NYC. Jºa foi discutido dezenas de vezes na Broolyn Academy of Arts, em confs na New School&#8230;.A malta do bronx não problematiza the race-discrimination issue??  Ouve eu conheço Nova York (conheces o Harlem, sure you do!&#8230;qual é o club underground de hip hop de intervenção de Harlem?? Em que café underground se juntam os intelectuais de Harlem?? Ilumina-me!!! ) como as pontinhas dos meus dedinhos&#8230;e isto que estás a dizer resulta de 1) Simples ignorância 2) Estupidez ou 3) Surdez-cegueira&#8230; Os blacks do Bronx e de Harlem não problematizam raça discriminação&#8230;afirmative action?????? etc&#8230;toda a gente o faz&#8230;.eu nem sequer falei aqui de branquear crimes de Israel. Afirmei que não concordava com x y z erros, ocupações etc etc Disse que gostava de homens de paz. Mencionei Sadat, Arafat, Hussein etc etc&#8230;e tu metes-me numa caixinha que se encaixa no teu blue print cognitivo. </p>
<p>A tua contabilidade de sofrimento é nojenta. Habermas escreveu sobre isto. TODOS tem direito a exprimir sentimentos. Vitimização?? Eu estou a falar sobre aquilo que TU escreveste!!! Não estou a tentar vitimizar ninguém, nem posso. Estás a tratar a &#8220;vitimização&#8221; como um projecto político (como se fosse isso, como se não tivesse uma base empiríca) Isto é NOJENTO. Ninguém faz isto. Demonstras um desrespeito total pelos acontecimentos quando sugeres que alto tão constrangedor possa ser usado como arma política de arremesso. Uma coisa é saber o que se passou e assumir responsabilidade e outra, bem diferente, é instrumentalizar o sofrimento. Não deves compreender a distinção. </p>
<p>Eu disse, e repito, estou-me a borrifar se a esquerda apoia ou não Israel. Disse-o aqui. Israel não precisa do teu apoio. Mesmo que precisasse não usaria a morte de 6 milhões de pessoas para o fazer.  Achas que eu estou-me a queixar em nome dos Judeus a Tí???? E sou eu o presunçoso???  Tentas ofuscar o que escreveste com divagações sobre responsabilização, vitimização, dirigindo a atenção para ao lado. etc. Vitimização para quê?? Para obter o teu APOIO? Israel não precisa do teu apoio. Não o quer. E NUNCA, mas mesmo NUNQUINHA (podes tirar o cavalinho da chuva), Israel ficará sozinho!  O tema Judeus um tabu?? Sabes o que se passa na Alemanha?? Na França?? E  mesmo em Israel?? Tabú?? Os Alemães, povo que conheço bem, não falam do holocausto em termos do uso político do sofrimento como um tábu incontestável&#8230;.não é preciso despertar seja o que for&#8230;porque as pessoas sabem o que aconteceu e assumem as suas responsabilidades, como gente grandinha. Trata-se de integridade, de rectidão moral e não da merda de um tábu. Falam do holocausto em termos de responsabilidade. Não se fala noutra coisa há décadas. Como é que é possivel tal ignorância??? É que nem sequer estás a argumentar. Estás a negar os mais elementares factos, num delirio&#8230;Há decadas que a esquerdalha europeia não pára de criticar Israel, muitas vezes injustamente. Tábu?? You´re so full of shit!</p>
<p>&#8220;Em NY, por exemplo, não conheço só o Rockefeller Center.&#8221; (percebes o que eu estou a dizer??? Duvido)</p>
<p>Porreiro. Queres uma medalha? </p>
<p>esquerda caviar&#8230;é o be, não é? É aquela esquerdalhinha marota que não se preocupa com os factos pq está embrenhada nas na elaboração teórica..embrenhada na antecipação  de um &#8220;avenir&#8221; que teima em chegar&#8230;espera sentadinho, numa poltrona confortável. Com apparatchiks destes, não é surpreendente!</p>
<p>Eu critico Israel mas não o faço por impulso ou instincto. Faço-o tentanto perceber a complexidade da problemática em causa.</p>
<p>&#8220;E nunca os ouvi queixarem-se da mesma forma que os judeus.&#8221; </p>
<p>Conheces hip hop americano??? OS dramas de Giulliani com a comunidade black em NY (aquando do assassinio brutal de um black inocente&#8230;isto dava umas quantas teses de sociologia urbana&#8230;que poderás consultar ali na Columbia, pertinho de St Pauls?? (eu andava a pé, depressinha)</p>
<p>Dio Mio&#8230;toda a gente se queixa neste mundo, acerca de tudo e mais alguma coisa&#8230;e agora  os Judeus não se podem queixar ou se o fazem é porque estão a manipular&#8230;<br />
precisas de juntar os teus dois neuroes e fazer uma festa! (this is newyok humour, but youre too softie for that&#8230;and that is where I am going just now. This is not me. F..k this COMMUNITY (As far as I am concerned&#8230; a minha curiosidade foi mal recompensada&#8230;estou a tentar escrever um trabalhito modesto sobre transculturalidade na blogosfera..é por isso que venho aqui e a outros sitios tantas vezes&#8230;mas enough is enough&#8230;nunca vi-li tanta &amp;%$#%&amp; junta&#8230;</p>
<p>não vás para nyc, aquela capital imunda do imperío malévolo, da America hiper capitalista, individualista&#8230;é a antitese de tudo o que tu defendes&#8230;but there is an efervescence there, hey? Its very bubbly, isn t it??? London is similar, but not quite. Bubbling with creativity, with SMART people of all colours and creeds&#8230;.CREATING!! Rude but sincere&#8230;no la li la bulshit! bye bye</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5211</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 21:06:51 +0000</pubDate>
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		<description>Um pouco mais sucinto:

https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7489888&amp;postID=2485046150523914268</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um pouco mais sucinto:</p>
<p><a href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7489888&#038;postID=2485046150523914268" rel="nofollow">https://www.blogger.com/comment.g?blogID=7489888&#038;postID=2485046150523914268</a></p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5210</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 19:38:20 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, julguei que o Tiago (e o Nuno Ramos de Almeida) fossem teus amigos, pela familiaridade com que os tratas. Mas pode ser só impressão.

Ainda bem que odeias racistas. Eu também, vê lá bem! E também tenho amigos de várias cores e raças. Em NY, por exemplo, não conheço só o Rockefeller Center. Conheço o Harlem e o Bronx.

Historicamente os negros têm tanto mais do que se queixar, no que diz respeito a discriminação, do que os judeus. E nunca os ouvi queixarem-se da mesma forma que os judeus. Nunca os vi quererem despertar um complexo de culpa, nunca os vi incorrerem numa vitimização permanente. Só exigem e muito bem aquilo a que têm direito.
Nem todos os judeus são assim, e ainda bem (eu também tenho amigos judeus). Mas é essa a imagem que prevalece. Queres saber o que me mexe mesmo com os nervos? Que o tema &quot;os judeus&quot; seja um tabu, e que se aproveite isso para se branquear os crimes de Israel para com os palestinianos. O que me mexe mesmo com os nervos é, vê lá bem, a &quot;priesthood&quot;, que também te irrita mas que é uma atitude comum sempre que se fala em judeus ou Israel.

Dito isto, Ezequiel, o facto de me chamares &quot;esquerda champagne caviar&quot; sem me conheceres de lado nenhum só demonstra bem o que TU de facto és: &quot;presumptuous, pretentious&quot; (and verbous) twat.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, julguei que o Tiago (e o Nuno Ramos de Almeida) fossem teus amigos, pela familiaridade com que os tratas. Mas pode ser só impressão.</p>
<p>Ainda bem que odeias racistas. Eu também, vê lá bem! E também tenho amigos de várias cores e raças. Em NY, por exemplo, não conheço só o Rockefeller Center. Conheço o Harlem e o Bronx.</p>
<p>Historicamente os negros têm tanto mais do que se queixar, no que diz respeito a discriminação, do que os judeus. E nunca os ouvi queixarem-se da mesma forma que os judeus. Nunca os vi quererem despertar um complexo de culpa, nunca os vi incorrerem numa vitimização permanente. Só exigem e muito bem aquilo a que têm direito.<br />
Nem todos os judeus são assim, e ainda bem (eu também tenho amigos judeus). Mas é essa a imagem que prevalece. Queres saber o que me mexe mesmo com os nervos? Que o tema &#8220;os judeus&#8221; seja um tabu, e que se aproveite isso para se branquear os crimes de Israel para com os palestinianos. O que me mexe mesmo com os nervos é, vê lá bem, a &#8220;priesthood&#8221;, que também te irrita mas que é uma atitude comum sempre que se fala em judeus ou Israel.</p>
<p>Dito isto, Ezequiel, o facto de me chamares &#8220;esquerda champagne caviar&#8221; sem me conheceres de lado nenhum só demonstra bem o que TU de facto és: &#8220;presumptuous, pretentious&#8221; (and verbous) twat.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
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		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 17:00:20 +0000</pubDate>
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		<description>I am going to visit some blogs in NYC. That is where I BELONG!  Fuck this shit. bye bye</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>I am going to visit some blogs in NYC. That is where I BELONG!  Fuck this shit. bye bye</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
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		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:57:24 +0000</pubDate>
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		<description>Take up priesthood Tiago. You re very well suited for it.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Take up priesthood Tiago. You re very well suited for it.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
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		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:56:20 +0000</pubDate>
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		<description>Just for the sake of clarity

Very british indeed! Procedural neutrality, arid impartiality, careful positioning, to ponder...

Filipe...o Tiago não é meu amigo. How fucking ridiculous!!! Pathetic!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Just for the sake of clarity</p>
<p>Very british indeed! Procedural neutrality, arid impartiality, careful positioning, to ponder&#8230;</p>
<p>Filipe&#8230;o Tiago não é meu amigo. How fucking ridiculous!!! Pathetic!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:51:14 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;We are grown ups here!!!! Nothing dramatic is going to happen. Its just bloody words. ok?&quot;

Indeed we are. But simple/bloody words can be bloody sometimes - for others and/or for oneself. So, it is not necessarily true that, from at least one individual&#039;s point of view, something dramatic will never take place.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;We are grown ups here!!!! Nothing dramatic is going to happen. Its just bloody words. ok?&#8221;</p>
<p>Indeed we are. But simple/bloody words can be bloody sometimes &#8211; for others and/or for oneself. So, it is not necessarily true that, from at least one individual&#8217;s point of view, something dramatic will never take place.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5202</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:44:20 +0000</pubDate>
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		<description>ah..kool...afinal o Filipe é um gajo porreiro...do you know that Beastie Boys song...&quot;this is just a test&quot;?...well then!

Sim, tens razão...eu devia empregar melhor o tempo livre que não tenho, por ora. Mas tu podes arranjar trabalho na CML a verificar os contadores da água. Espera até Carmona sair. Fala com a J.  Look, this is the BLOODY BLOGGOSPHERE...FREEDOM....FREEDOM relax, take a chill pill, get pregnant, get laid, stop being fucking PAROCHIAL (this is nyc for you m*f*! *) 

*=função elucidativa apenas. 

CONTAR COMENTÁRIOS??? Onde é que já se viu? Só visto. Eu fico com a impressão que estou numa aldeola. Só falta o padreco entrar em cena a badalar o sino, i,e cinema paradiso!! ehe h e e heh eh eh e heh eh e he hh eh e :) Hilariante.

Era puto quando estive em NY. Regressei mais tarde depois da uni. depois regressei ao uk. regressei ao canada. ao uk. a nyc. a londontown.  you spin me round, baby, like a record baby...round round....eh eheh eh e h:)

Tiago, you know I adore you mate, right??!?!? :) You don´t NEED to play sensible arbitrer. We are grown ups here!!!! Nothing dramatic is going to happen. Its just bloody words. ok? :)

Ouve, não insistas mais na cena kosher. Eu já senti  discriminação por pensarem que eu era Judeu...e tive, de facto, antepassados que eram Judeus (cristãos novos),  ..como muitos na minha terra...etc etc(mouriscos, bretoes etc etc). Tu, menino de esquerda champagne caviar, não me chateies!!! OK!  Eu odeio racistas, sejam eles filhos da puta de direita ou filhos da puta de esquerda...não gosto mesmo nadinha de racistas!!! Esta coisa do kosher já me está a mexer com os nervos. Se invertesses as coisas e falasses de outro povo, todos voçês passavam-se dos carretes com elaborações patéticas de tolerância...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah..kool&#8230;afinal o Filipe é um gajo porreiro&#8230;do you know that Beastie Boys song&#8230;&#8221;this is just a test&#8221;?&#8230;well then!</p>
<p>Sim, tens razão&#8230;eu devia empregar melhor o tempo livre que não tenho, por ora. Mas tu podes arranjar trabalho na CML a verificar os contadores da água. Espera até Carmona sair. Fala com a J.  Look, this is the BLOODY BLOGGOSPHERE&#8230;FREEDOM&#8230;.FREEDOM relax, take a chill pill, get pregnant, get laid, stop being fucking PAROCHIAL (this is nyc for you m*f*! *) </p>
<p>*=função elucidativa apenas. </p>
<p>CONTAR COMENTÁRIOS??? Onde é que já se viu? Só visto. Eu fico com a impressão que estou numa aldeola. Só falta o padreco entrar em cena a badalar o sino, i,e cinema paradiso!! ehe h e e heh eh eh e heh eh e he hh eh e <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Hilariante.</p>
<p>Era puto quando estive em NY. Regressei mais tarde depois da uni. depois regressei ao uk. regressei ao canada. ao uk. a nyc. a londontown.  you spin me round, baby, like a record baby&#8230;round round&#8230;.eh eheh eh e h:)</p>
<p>Tiago, you know I adore you mate, right??!?!? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  You don´t NEED to play sensible arbitrer. We are grown ups here!!!! Nothing dramatic is going to happen. Its just bloody words. ok? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ouve, não insistas mais na cena kosher. Eu já senti  discriminação por pensarem que eu era Judeu&#8230;e tive, de facto, antepassados que eram Judeus (cristãos novos),  ..como muitos na minha terra&#8230;etc etc(mouriscos, bretoes etc etc). Tu, menino de esquerda champagne caviar, não me chateies!!! OK!  Eu odeio racistas, sejam eles filhos da puta de direita ou filhos da puta de esquerda&#8230;não gosto mesmo nadinha de racistas!!! Esta coisa do kosher já me está a mexer com os nervos. Se invertesses as coisas e falasses de outro povo, todos voçês passavam-se dos carretes com elaborações patéticas de tolerância&#8230;</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:35:53 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe,

Just for sake of clarity (e claro que nao tens obrigacao de saber isso, nem ha&#039; mal nenhum em &quot;supor&quot; isso): eu e o Ezequiel nao somos propriamente &quot;amigos&quot;; nunca nos vimos na vida real. &quot;Conhecemo-nos&quot; apenas dos blogues, sobretudo via Joao-do-Metablog, a common acquaintance. Somos &quot;mates da dialectica sem fim&quot;, se quiseres. Qual de nos mais chato a comentar os outros, nao e&#039;, camarada Ezequiel?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe,</p>
<p>Just for sake of clarity (e claro que nao tens obrigacao de saber isso, nem ha&#8217; mal nenhum em &#8220;supor&#8221; isso): eu e o Ezequiel nao somos propriamente &#8220;amigos&#8221;; nunca nos vimos na vida real. &#8220;Conhecemo-nos&#8221; apenas dos blogues, sobretudo via Joao-do-Metablog, a common acquaintance. Somos &#8220;mates da dialectica sem fim&#8221;, se quiseres. Qual de nos mais chato a comentar os outros, nao e&#8217;, camarada Ezequiel?</p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5199</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:31:16 +0000</pubDate>
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		<description>OK, Tiago, por quem és! Só queria dizer mais duas coisas (muito a sério) para a posteridade. Sendo eu “presumptuous, pretentious&quot; continuo a presumir que o Ezequiel é um tipo porreiro (quanto mais não seja pelos amigos dele). No entanto reservo-me o direito de utilizar no futuro a alcunha &quot;verbous twat&quot; (como já utilizo o &quot;cona verbosa&quot; com um amigo meu - teve origem numa discussão semelhante a esta, e eu acredito que as coincidências são um indício).
E agora vou-me que, como diria o outro, &quot;these pretzels are making me thirsty&quot;.

(Tiago, já agora, sobre o teu texto: fumar, ir ao restaurante, são hábitos burgueses e, portanto, nada que me preocupe muito. A sério, não tenho opinião muito bem definida sobre isto.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OK, Tiago, por quem és! Só queria dizer mais duas coisas (muito a sério) para a posteridade. Sendo eu “presumptuous, pretentious&#8221; continuo a presumir que o Ezequiel é um tipo porreiro (quanto mais não seja pelos amigos dele). No entanto reservo-me o direito de utilizar no futuro a alcunha &#8220;verbous twat&#8221; (como já utilizo o &#8220;cona verbosa&#8221; com um amigo meu &#8211; teve origem numa discussão semelhante a esta, e eu acredito que as coincidências são um indício).<br />
E agora vou-me que, como diria o outro, &#8220;these pretzels are making me thirsty&#8221;.</p>
<p>(Tiago, já agora, sobre o teu texto: fumar, ir ao restaurante, são hábitos burgueses e, portanto, nada que me preocupe muito. A sério, não tenho opinião muito bem definida sobre isto.)</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5197</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:15:28 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe,

Calma contigo tambem! &quot;Twat&quot; e&#039; uma expressao muito british, dificil de traduzir. Se e&#039; que eu tenho alguma autoridade/legitimidade parra pedir isto, deixem la&#039; as quezilias, nao facam recomendacoes um ao outro sobre o tempo livre de cada um, ate&#039; para esta caixa nao ficar cheia de comentarios &quot;auto/reguladores&quot;. E&#039; um pedido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe,</p>
<p>Calma contigo tambem! &#8220;Twat&#8221; e&#8217; uma expressao muito british, dificil de traduzir. Se e&#8217; que eu tenho alguma autoridade/legitimidade parra pedir isto, deixem la&#8217; as quezilias, nao facam recomendacoes um ao outro sobre o tempo livre de cada um, ate&#8217; para esta caixa nao ficar cheia de comentarios &#8220;auto/reguladores&#8221;. E&#8217; um pedido.</p>
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		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5196</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:09:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5196</guid>
		<description>Confesso que não me acontecia uma tão embaraçosa desde que, no meio de brasileiros, não sabia o que era a &quot;buceta&quot;. No meio da gargalhada geral, perguntavam-me &quot;Não conheces, é? Nunca foste apresentado?&quot; Sucedeu-me em NY, pois claro. Em NY nunca ouvi ninguém referir-se a &quot;twat&quot; (era mais &quot;pussy&quot;), pelo que deduzo que esse termo seja mais british. A não ser que seja para além disso algum calão yiddish. Para o Ezequiel o usar, presumo que sim.

Entretanto voltamos ao padrão usual: chegamos a um post, vemos cinquenta e tal comentários, julgamos &quot;que grande discussão vai por aqui!&quot;, e afinal... mais de metade dos comentários são do Ezequiel. Ó Ezequiel, será que não conheces o msn? Ou será que para ti o msn também tem que ser kosher?

O meu amigo Bombatómica (no Aspirina B assina TT) tinha um nome para gajos como tu, que largam comentários por largar. No teu dialecto seria &quot;verbous twat&quot; (traduz para português e googla que chegas logo lá). &quot;Verbous twat&quot; - fica-te mesmo a matar!

(Ezequiel, pode não parecer pelos meus comentários mas acho-te um gajo porreiro. Devias era empregar melhor o teu tempo livre.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que não me acontecia uma tão embaraçosa desde que, no meio de brasileiros, não sabia o que era a &#8220;buceta&#8221;. No meio da gargalhada geral, perguntavam-me &#8220;Não conheces, é? Nunca foste apresentado?&#8221; Sucedeu-me em NY, pois claro. Em NY nunca ouvi ninguém referir-se a &#8220;twat&#8221; (era mais &#8220;pussy&#8221;), pelo que deduzo que esse termo seja mais british. A não ser que seja para além disso algum calão yiddish. Para o Ezequiel o usar, presumo que sim.</p>
<p>Entretanto voltamos ao padrão usual: chegamos a um post, vemos cinquenta e tal comentários, julgamos &#8220;que grande discussão vai por aqui!&#8221;, e afinal&#8230; mais de metade dos comentários são do Ezequiel. Ó Ezequiel, será que não conheces o msn? Ou será que para ti o msn também tem que ser kosher?</p>
<p>O meu amigo Bombatómica (no Aspirina B assina TT) tinha um nome para gajos como tu, que largam comentários por largar. No teu dialecto seria &#8220;verbous twat&#8221; (traduz para português e googla que chegas logo lá). &#8220;Verbous twat&#8221; &#8211; fica-te mesmo a matar!</p>
<p>(Ezequiel, pode não parecer pelos meus comentários mas acho-te um gajo porreiro. Devias era empregar melhor o teu tempo livre.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5195</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 16:05:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5195</guid>
		<description>Ezequiel,

Mate,

Sem paternalismo, mas com estima, olha o que eu deixei como nota final no meu post:

&quot;10. Ezequiel, se comentares isto, tem calma contigo, homem!&quot;

Abraco,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel,</p>
<p>Mate,</p>
<p>Sem paternalismo, mas com estima, olha o que eu deixei como nota final no meu post:</p>
<p>&#8220;10. Ezequiel, se comentares isto, tem calma contigo, homem!&#8221;</p>
<p>Abraco,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5194</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:49:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5194</guid>
		<description>Oops enganei-me

Horriiiiiiiiivéééééééllllllllll.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oops enganei-me</p>
<p>Horriiiiiiiiivéééééééllllllllll.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5193</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:43:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5193</guid>
		<description>Tiago...

lembras-te daquela cena em Trainspotting &quot;Your leisure is my pleasure...&quot; eu imagino o ork assim

ataque avc iminente....

ps: acessivel a quem quiSer (Filipe, viste o que fizeste?!?...Bolas, deixaste-me despedaçado)

beijins :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago&#8230;</p>
<p>lembras-te daquela cena em Trainspotting &#8220;Your leisure is my pleasure&#8230;&#8221; eu imagino o ork assim</p>
<p>ataque avc iminente&#8230;.</p>
<p>ps: acessivel a quem quiSer (Filipe, viste o que fizeste?!?&#8230;Bolas, deixaste-me despedaçado)</p>
<p>beijins <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5192</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:35:40 +0000</pubDate>
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		<description>o regresso do inefável e insondável F Moura...haja santa paciencia para os meninos que não gostam de brincar às apanhadas...

..no meu sangue colesterado (ai estes apelos ao sangue! eu detesto esta merda...mas... poderás encontrar bagels, falafels, alfafa, pretzels,  e muita cerveja...encontrarás judeus (uns três ou quatro, pelo menos), um pirata mouro, portuguêses, flamengos, bretões, ingleses, italianos e,  segundo a minha querida progenitora, um mulato muito simpático.... nações unidas ambulante...só falta o Koffi Anan!...na minha terra é assim...mutatis mutandi, fornicanço cosmopolita há séculos sem fim!) Sou um rafeiro extraordinário! Presumptuous enough for you? Or do I need a bit more flava-flava!!!???


O twat é alguém que faz o que estás a fazer agora. Longe de mim informar-te acerca do significado de tão distinta qualificação. Aconselho o cambridge online dictionary.

Já devias saber isto: pretzels devem acompanhar uma cervejola e uma miuda Judia interessante e gira...sumo de laranja, só sanguinello, que é bom para


PS: mais uma vez enveredasde pelo sinuoso caminho da twatdom. Eu estava a conversar com o meu amigo Tiago aqui porque, infelizmente, passo dias e noites á frente do computador...é mais barato do que telefonar! Ou seja, isto é uma conversa quase privada, acessivel a quem quizer...até a twats! Eu não venho para a blogosfera armado em madre teresa, com o manual de boas maneiras ao meu lado...venho aqui para me divertir e conversar....Foda-se, voçês são mesmo uns totós do caraças...

Vai aprender a investigar e deixa-te de merdinhas (óóó ezequiel...és um presunçoso...gostas de pretzels... de Judeus...de Israel...UAUUUUU..que coisa horrivel!)

emme vá pentear macacos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o regresso do inefável e insondável F Moura&#8230;haja santa paciencia para os meninos que não gostam de brincar às apanhadas&#8230;</p>
<p>..no meu sangue colesterado (ai estes apelos ao sangue! eu detesto esta merda&#8230;mas&#8230; poderás encontrar bagels, falafels, alfafa, pretzels,  e muita cerveja&#8230;encontrarás judeus (uns três ou quatro, pelo menos), um pirata mouro, portuguêses, flamengos, bretões, ingleses, italianos e,  segundo a minha querida progenitora, um mulato muito simpático&#8230;. nações unidas ambulante&#8230;só falta o Koffi Anan!&#8230;na minha terra é assim&#8230;mutatis mutandi, fornicanço cosmopolita há séculos sem fim!) Sou um rafeiro extraordinário! Presumptuous enough for you? Or do I need a bit more flava-flava!!!???</p>
<p>O twat é alguém que faz o que estás a fazer agora. Longe de mim informar-te acerca do significado de tão distinta qualificação. Aconselho o cambridge online dictionary.</p>
<p>Já devias saber isto: pretzels devem acompanhar uma cervejola e uma miuda Judia interessante e gira&#8230;sumo de laranja, só sanguinello, que é bom para</p>
<p>PS: mais uma vez enveredasde pelo sinuoso caminho da twatdom. Eu estava a conversar com o meu amigo Tiago aqui porque, infelizmente, passo dias e noites á frente do computador&#8230;é mais barato do que telefonar! Ou seja, isto é uma conversa quase privada, acessivel a quem quizer&#8230;até a twats! Eu não venho para a blogosfera armado em madre teresa, com o manual de boas maneiras ao meu lado&#8230;venho aqui para me divertir e conversar&#8230;.Foda-se, voçês são mesmo uns totós do caraças&#8230;</p>
<p>Vai aprender a investigar e deixa-te de merdinhas (óóó ezequiel&#8230;és um presunçoso&#8230;gostas de pretzels&#8230; de Judeus&#8230;de Israel&#8230;UAUUUUU..que coisa horrivel!)</p>
<p>emme vá pentear macacos!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5191</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:22:54 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, mate, you also have to &quot;get a grip&quot; - não &quot;transfiras&quot; para os outros em demasia, pá! ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, mate, you also have to &#8220;get a grip&#8221; &#8211; não &#8220;transfiras&#8221; para os outros em demasia, pá! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5190</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:06:34 +0000</pubDate>
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		<description>Filipe: poder de síntese é bom, mas os apetites também são importantes. Apeteceu-me escrever, e só lê quem quer, portanto... nada que liberalmente reclamar :-)

Ana: tantas letras, pá! Mas ao menos deixaste o X e Y de lado, senão tinhas um processo em cima por competição desleal :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Filipe: poder de síntese é bom, mas os apetites também são importantes. Apeteceu-me escrever, e só lê quem quer, portanto&#8230; nada que liberalmente reclamar <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ana: tantas letras, pá! Mas ao menos deixaste o X e Y de lado, senão tinhas um processo em cima por competição desleal <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5189</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 15:02:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5189</guid>
		<description>Claro que sim. :) Mas o rapaz tem que cortar aquela taiga siberiana que lhe adorna a fronha. Este DN já não é o que era. Até tenho saudades, imagina, dos artigos contundentes da Joana (dos outros, nem por isso...muito la la li la...monotono) , ali, comme il faut.... a primazia, imaculadamente preservada, da moralidade e da gloriosa ética universal... um propósito cósmico e uma certeza inabalável...isto, hoje, são coisas raras Tiago!!...andam por aí estas aves raras, como nós, a propalar disparates...

Gente combativa! É disso que precisamos. :) :) 

agora estão lá ruminantes barbudos que só se preocupam com o mst...co katano mariachi!!  Tiago, get a grip man!!! eh ehe he  he he he he he he hew e e h eh he

:):)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro que sim. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Mas o rapaz tem que cortar aquela taiga siberiana que lhe adorna a fronha. Este DN já não é o que era. Até tenho saudades, imagina, dos artigos contundentes da Joana (dos outros, nem por isso&#8230;muito la la li la&#8230;monotono) , ali, comme il faut&#8230;. a primazia, imaculadamente preservada, da moralidade e da gloriosa ética universal&#8230; um propósito cósmico e uma certeza inabalável&#8230;isto, hoje, são coisas raras Tiago!!&#8230;andam por aí estas aves raras, como nós, a propalar disparates&#8230;</p>
<p>Gente combativa! É disso que precisamos. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>agora estão lá ruminantes barbudos que só se preocupam com o mst&#8230;co katano mariachi!!  Tiago, get a grip man!!! eh ehe he  he he he he he he hew e e h eh he</p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-2/#comment-5188</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 14:59:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5188</guid>
		<description>Tou SAFA!!!!
Exepções à proibição do fumo: «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos». Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores»

NÃO POSSO CONCORDAR!!!!
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (...) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar - se no espaço tal for proibido - e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».

UMA NOTA (contra mim, que sou uma &quot;fumadora invertebrada&quot;).
D (Dependência), A (Abuso), Int (Intoxicação) e Abst (Abstinência)

Àlcool: D, A, Int, Abst                
Alucinogénios: D, A, Int
Cafeína: Int
Cannabis: D, A, Int
Cocaína: D, A, Int, Abst
Feniclidina: D, A, Int
Nicotina: D, Abst
Opiáceos: D, A, Int, Abst</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tou SAFA!!!!<br />
Exepções à proibição do fumo: «áreas exclusivamente destinadas a pacientes fumadores em HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS, serviços, centros de tratamento e reabilitação e unidades de internamento de toxicodependentes e de alcoólicos». Poderão igualmente ser criadas «nos estabelecimentos prisionais, unidades de alojamento, em celas ou camaratas, para reclusos fumadores»</p>
<p>NÃO POSSO CONCORDAR!!!!<br />
Coimas de 50 a mil euros poderão ainda ser aplicadas aos «proprietários dos estabelecimentos» (&#8230;) que não determinem aos fumadores para se absterem de fumar &#8211; se no espaço tal for proibido &#8211; e, caso estes não cumpram, não chamem as autoridades administrativas ou policiais para «lavrar o respectivo auto de notícia».</p>
<p>UMA NOTA (contra mim, que sou uma &#8220;fumadora invertebrada&#8221;).<br />
D (Dependência), A (Abuso), Int (Intoxicação) e Abst (Abstinência)</p>
<p>Àlcool: D, A, Int, Abst<br />
Alucinogénios: D, A, Int<br />
Cafeína: Int<br />
Cannabis: D, A, Int<br />
Cocaína: D, A, Int, Abst<br />
Feniclidina: D, A, Int<br />
Nicotina: D, Abst<br />
Opiáceos: D, A, Int, Abst</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5186</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 14:43:50 +0000</pubDate>
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		<description>Epá em mais de 24 horas não há ninguém que feche a porcaria do itálico?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Epá em mais de 24 horas não há ninguém que feche a porcaria do itálico?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5185</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 14:43:14 +0000</pubDate>
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		<description>Diria que não há mais do que duas ou três razões para continuar a ler o DN. Mas uma delas é o João Miguel Tavares.

Tiago, tens de desenvolver poder de síntese :) .

Ezequiel, como se já não bastasse gostares de &quot;pretzels&quot;, agora és fumador? Não cheguei a terminar a nossa conversa do outro dia (http://5dias.net/2007/04/24/diz-que-e-uma-especie-de-manifesto-de-esquerda/). Chamaste-me &quot;presumptuous, pretentious, twat&quot;. Não sei o que significa &quot;twat&quot;, mas (sem ofensa) &quot;presumptuous, pretentious&quot; pareces-me ser tu, e não pouco! Ofereces-me um litro de sumo de laranja (já não sei a que propósito). Não deveria ser um &quot;quarter&quot;? É do autêntico (de laranjas da Florida) ou é &quot;from concentrate&quot;? Mas talvez isso torne as bagels mais tragáveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diria que não há mais do que duas ou três razões para continuar a ler o DN. Mas uma delas é o João Miguel Tavares.</p>
<p>Tiago, tens de desenvolver poder de síntese <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>Ezequiel, como se já não bastasse gostares de &#8220;pretzels&#8221;, agora és fumador? Não cheguei a terminar a nossa conversa do outro dia (<a href="http://5dias.net/2007/04/24/diz-que-e-uma-especie-de-manifesto-de-esquerda/" rel="nofollow">http://5dias.net/2007/04/24/diz-que-e-uma-especie-de-manifesto-de-esquerda/</a>). Chamaste-me &#8220;presumptuous, pretentious, twat&#8221;. Não sei o que significa &#8220;twat&#8221;, mas (sem ofensa) &#8220;presumptuous, pretentious&#8221; pareces-me ser tu, e não pouco! Ofereces-me um litro de sumo de laranja (já não sei a que propósito). Não deveria ser um &#8220;quarter&#8221;? É do autêntico (de laranjas da Florida) ou é &#8220;from concentrate&#8221;? Mas talvez isso torne as bagels mais tragáveis.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Reis</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5183</link>
		<dc:creator>Miguel Reis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 14:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5183</guid>
		<description>Continuo sem conseguir ler em lado nenhum se já houve alguem que se lembrasse de aplicar uma taxa ecológica (ou mesmo mini mercado de c02) sobre os estabelecimentos onde se pode fumar (devidamente identificados à entrada).
Desta forma continuaria a ser livre a escolha dos proprietários e clientes, sendo que, óbviamente pelo custo da taxa de poluição, os preços mais altos neste locais faria com que os mesmos não representassem uma cocorrência directa desleal aos estabelecimentos em cujos proprietários decidiram ter taxa 0 de poluição.

Portanto, como não li em lado nenhum, escrevo-o aqui. Inutilmente, mas penso que é uma boa ideia mais próxima da defesa da liberdade de escolha do que a lei actual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuo sem conseguir ler em lado nenhum se já houve alguem que se lembrasse de aplicar uma taxa ecológica (ou mesmo mini mercado de c02) sobre os estabelecimentos onde se pode fumar (devidamente identificados à entrada).<br />
Desta forma continuaria a ser livre a escolha dos proprietários e clientes, sendo que, óbviamente pelo custo da taxa de poluição, os preços mais altos neste locais faria com que os mesmos não representassem uma cocorrência directa desleal aos estabelecimentos em cujos proprietários decidiram ter taxa 0 de poluição.</p>
<p>Portanto, como não li em lado nenhum, escrevo-o aqui. Inutilmente, mas penso que é uma boa ideia mais próxima da defesa da liberdade de escolha do que a lei actual.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5178</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 12:59:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5178</guid>
		<description>&quot;mas não é possivel falar de classismo sem cair no classismo&quot;

ACho que impões algo demasiado forte. Teoricamente, é possível, e não falo de escrita robótica, mas humana, e (pelo menos) q.b. dialógica ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;mas não é possivel falar de classismo sem cair no classismo&#8221;</p>
<p>ACho que impões algo demasiado forte. Teoricamente, é possível, e não falo de escrita robótica, mas humana, e (pelo menos) q.b. dialógica <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; O mercado falhou. Corrija-se o mercado.</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5177</link>
		<dc:creator>O Insurgente &#187; Blog Archive &#187; O mercado falhou. Corrija-se o mercado.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 12:42:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Miranda, &#8220;Plano quinquenal contra o fumo&#8220;, a propósito das propostas avançadas pelo Tiago Mendes: (&#8230;)6. A propriedade privada, cara a qualquer liberal, é considerada relativa. O mesmo é [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Miranda, &#8220;Plano quinquenal contra o fumo&#8220;, a propósito das propostas avançadas pelo Tiago Mendes: (&#8230;)6. A propriedade privada, cara a qualquer liberal, é considerada relativa. O mesmo é [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5175</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 11:36:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5175</guid>
		<description>Este João Miguel escreve bem! :) É pena que reproduza o classismo (mas não o snobismo) que às vezes caracteriza o MST, mas não é possivel falar de classismo sem cair no classismo...a minha bizavozinha flamenga, que descende do conde da batata doce haagen daas disse-me isto numa das suas licções de boas maneiras! :) Não há paciencia. Diria mais: Não há pachorra ninuma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este João Miguel escreve bem! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  É pena que reproduza o classismo (mas não o snobismo) que às vezes caracteriza o MST, mas não é possivel falar de classismo sem cair no classismo&#8230;a minha bizavozinha flamenga, que descende do conde da batata doce haagen daas disse-me isto numa das suas licções de boas maneiras! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Não há paciencia. Diria mais: Não há pachorra ninuma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5174</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 11:19:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5174</guid>
		<description>Nem mais Tiago,

esta singularização não absolutista ( só este liberalismo) faz parte da  política: é a condição da crença, por assim dizer. O que falha é a justificação deste &quot;só.&quot;   Bem bom. Assim é mais fácil para nós...:)

ps: sim o Galamba está Taylor-Made ih ih ih Mas o Taylor, que eu já tive o prazer de ouvir, gosta de comunicar, de conversar...é um true blue dialógico :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem mais Tiago,</p>
<p>esta singularização não absolutista ( só este liberalismo) faz parte da  política: é a condição da crença, por assim dizer. O que falha é a justificação deste &#8220;só.&#8221;   Bem bom. Assim é mais fácil para nós&#8230;:)</p>
<p>ps: sim o Galamba está Taylor-Made ih ih ih Mas o Taylor, que eu já tive o prazer de ouvir, gosta de comunicar, de conversar&#8230;é um true blue dialógico <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5171</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 11:08:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5171</guid>
		<description>Obrigatório ler:

http://dn.sapo.pt/2007/05/08/opiniao/calemme_a_criancinha_nao_consigo_mas.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigatório ler:</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2007/05/08/opiniao/calemme_a_criancinha_nao_consigo_mas.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2007/05/08/opiniao/calemme_a_criancinha_nao_consigo_mas.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5170</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 10:55:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5170</guid>
		<description>&quot;Todavia, a positive liberty do liberalismo-que valoriza a pertença comunitária- não é identica ao comunitarismo de Taylor, de Gadamer ou de Sandel, embora compartilhe com ele muitas preocupações. A separação à direita é quase equidistante à separação à esquerda. Que se lixe. O liberalismo é mais antigo do que la gauche et la droite….&quot;

Exacto. Eu identifico-me com essa linha liberal, que valoriza a pertença comunitária. Aliás, é essa a tradição inglesa e,mais do que isso, é essa a &quot;vivência&quot; inglesa. Basta viver cá uns anos para perceber isso. Não tem nada que ver com o liberalismo ultra-atomicista de alguns liberalóides (a que a ele têm natural direito, obviamente; o prblema está em eles acharem que &quot;só&quot; esse liberalismo é que é liberalismo, que tudo o resto, incluindo Mill, são &quot;socialistas&quot;).

Mas não tenho nada que ver com o comunitarismo do Taylor, quer dizer, do Galamba :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Todavia, a positive liberty do liberalismo-que valoriza a pertença comunitária- não é identica ao comunitarismo de Taylor, de Gadamer ou de Sandel, embora compartilhe com ele muitas preocupações. A separação à direita é quase equidistante à separação à esquerda. Que se lixe. O liberalismo é mais antigo do que la gauche et la droite….&#8221;</p>
<p>Exacto. Eu identifico-me com essa linha liberal, que valoriza a pertença comunitária. Aliás, é essa a tradição inglesa e,mais do que isso, é essa a &#8220;vivência&#8221; inglesa. Basta viver cá uns anos para perceber isso. Não tem nada que ver com o liberalismo ultra-atomicista de alguns liberalóides (a que a ele têm natural direito, obviamente; o prblema está em eles acharem que &#8220;só&#8221; esse liberalismo é que é liberalismo, que tudo o resto, incluindo Mill, são &#8220;socialistas&#8221;).</p>
<p>Mas não tenho nada que ver com o comunitarismo do Taylor, quer dizer, do Galamba <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
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		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5167</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 08:20:49 +0000</pubDate>
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		<description>Tiago compa

Visita este blog...é de chorar a rir

http://tapornumporco.blogspot.com/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago compa</p>
<p>Visita este blog&#8230;é de chorar a rir</p>
<p><a href="http://tapornumporco.blogspot.com/" rel="nofollow">http://tapornumporco.blogspot.com/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5164</link>
		<dc:creator>ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2007 00:55:19 +0000</pubDate>
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		<description>capacidade

substantivo feminino

1.espaço interior de um corpo vazio que pode ser ocupado; volume interior;

2.possibilidade de fazer alguma coisa;(repara..de fazer ALGUMA COISA..no mundo = condição)

3.figurado aptidão; talento (é esta a dimensão que é absolutizada pelos neo-liberais, a dimensão subjectivista)


Desculpas por insistir nisto mas, como liberal(clássico) que sou, sinto um profundo desgosto sempre que assisto à &quot;perversão&quot; (bem, isto é mt relativo pq, como sabes, o liberalismo tem mts tendencias) do pensamento liberal clássico por estes senhores que sofrem de uma miopia constrangedora. Mill, por exemplo, foi um dos primeiros filosofos políticos a defender o ideal redistributivo (de riqueza... Foi o primeiro a falar da emancipação da mulher). A forma como ele conceptualizou o pluralismo evidencia uma preocupação com o cosmopolitismo, com o public space da cultura... que é livremente constituida (e não apenas com tradições, no sentido habitual do termo) ...tudo isto vai muito além da liberdade negativa  que hoje é proclamada como a panaceia de tudo e mais alguma coisa ....

 de facto, sempre que ele defende a liberdade negativa, se bem me lembro, o seu grande objectivo é o de defender as potencialidade imensa da liberdade positiva e enraizada  (a importancia do debate é vital para Mill e a concepção do debate, par aum gentlemen Inglês era, e é, to participate in public matters...ou seja, um ideal social, participativo) Ou seja, a liberdade não é, e nunca pode ser em qualquer filosofia que pretenda a credibilidade, um imperativo absoluto. 

Um outro problema ou incongruencia. O neo-&quot;liberalismo&quot; actual (o que se nota em Portugal) é colorido por um conservadorismo que pouco ou nada tem que ver com o ideal Milleano da constituição pública, pela via da deliberação livre (e, sim senhor, aqui não deve haver intrusões do estado) das directrizes gerais da sociedade. Aliás, esta é também uma tensão imanente no pensamento de Hayek: no mercado vigora o experimentalismo, etc...mas, na política, é melhor deixar a tradição, o conhecimento tácito, implicito, &quot;tratar&quot; da NOSSA vida (tudo porque, segundo ele, não é possivel, no dominio publico, que é sujeito às mais diversas manipulações e ilusões, clarificar-aprofundar seja o que for) 

Progressivo no mercado. Conservador em casa. É possivel que esta aversão Hayekiana (e, ate certo ponto, Berliniana) à dimensão social tenha que ver com a experiencia totalitária ( pura especulação)...assistir à demolição das liberdades sociais-individuais pelo estado totalitário...talvez desejassem salvaguardar o privado de uma politização excessiva...donknow

Todavia, a positive liberty do liberalismo-que valoriza a pertença comunitária- não é identica ao comunitarismo de Taylor,  de Gadamer ou de  Sandel, embora compartilhe com ele muitas preocupações. A separação à direita é quase equidistante à separação à esquerda. Que se lixe. O liberalismo é mais antigo do que la gauche et la droite....tem direito ao seu lugar distinto...eh ehe heh e he eh eh eh eh ehe he heh e he h

Existe um comunitarismo liberal que está a ser soterrado...mas vai regressar em força com um senhor chamado Obama :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>capacidade</p>
<p>substantivo feminino</p>
<p>1.espaço interior de um corpo vazio que pode ser ocupado; volume interior;</p>
<p>2.possibilidade de fazer alguma coisa;(repara..de fazer ALGUMA COISA..no mundo = condição)</p>
<p>3.figurado aptidão; talento (é esta a dimensão que é absolutizada pelos neo-liberais, a dimensão subjectivista)</p>
<p>Desculpas por insistir nisto mas, como liberal(clássico) que sou, sinto um profundo desgosto sempre que assisto à &#8220;perversão&#8221; (bem, isto é mt relativo pq, como sabes, o liberalismo tem mts tendencias) do pensamento liberal clássico por estes senhores que sofrem de uma miopia constrangedora. Mill, por exemplo, foi um dos primeiros filosofos políticos a defender o ideal redistributivo (de riqueza&#8230; Foi o primeiro a falar da emancipação da mulher). A forma como ele conceptualizou o pluralismo evidencia uma preocupação com o cosmopolitismo, com o public space da cultura&#8230; que é livremente constituida (e não apenas com tradições, no sentido habitual do termo) &#8230;tudo isto vai muito além da liberdade negativa  que hoje é proclamada como a panaceia de tudo e mais alguma coisa &#8230;.</p>
<p> de facto, sempre que ele defende a liberdade negativa, se bem me lembro, o seu grande objectivo é o de defender as potencialidade imensa da liberdade positiva e enraizada  (a importancia do debate é vital para Mill e a concepção do debate, par aum gentlemen Inglês era, e é, to participate in public matters&#8230;ou seja, um ideal social, participativo) Ou seja, a liberdade não é, e nunca pode ser em qualquer filosofia que pretenda a credibilidade, um imperativo absoluto. </p>
<p>Um outro problema ou incongruencia. O neo-&#8221;liberalismo&#8221; actual (o que se nota em Portugal) é colorido por um conservadorismo que pouco ou nada tem que ver com o ideal Milleano da constituição pública, pela via da deliberação livre (e, sim senhor, aqui não deve haver intrusões do estado) das directrizes gerais da sociedade. Aliás, esta é também uma tensão imanente no pensamento de Hayek: no mercado vigora o experimentalismo, etc&#8230;mas, na política, é melhor deixar a tradição, o conhecimento tácito, implicito, &#8220;tratar&#8221; da NOSSA vida (tudo porque, segundo ele, não é possivel, no dominio publico, que é sujeito às mais diversas manipulações e ilusões, clarificar-aprofundar seja o que for) </p>
<p>Progressivo no mercado. Conservador em casa. É possivel que esta aversão Hayekiana (e, ate certo ponto, Berliniana) à dimensão social tenha que ver com a experiencia totalitária ( pura especulação)&#8230;assistir à demolição das liberdades sociais-individuais pelo estado totalitário&#8230;talvez desejassem salvaguardar o privado de uma politização excessiva&#8230;donknow</p>
<p>Todavia, a positive liberty do liberalismo-que valoriza a pertença comunitária- não é identica ao comunitarismo de Taylor,  de Gadamer ou de  Sandel, embora compartilhe com ele muitas preocupações. A separação à direita é quase equidistante à separação à esquerda. Que se lixe. O liberalismo é mais antigo do que la gauche et la droite&#8230;.tem direito ao seu lugar distinto&#8230;eh ehe heh e he eh eh eh eh ehe he heh e he h</p>
<p>Existe um comunitarismo liberal que está a ser soterrado&#8230;mas vai regressar em força com um senhor chamado Obama <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5153</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 20:04:55 +0000</pubDate>
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		<description>no need mate 

but thanks anyways :) (se escrevesse isto em portugues ficaria muito caramelizada he ehe eh ) 
bsides, I am translating today...so english portuguese french ahhhrrrrr..gets me all messed up

abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>no need mate </p>
<p>but thanks anyways <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  (se escrevesse isto em portugues ficaria muito caramelizada he ehe eh )<br />
bsides, I am translating today&#8230;so english portuguese french ahhhrrrrr..gets me all messed up</p>
<p>abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; O direito das minorias</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5152</link>
		<dc:creator>blogue atlântico &#187; Blog Archive &#187; O direito das minorias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 19:56:51 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Não colocando rótulos, não percebo, por exemplo, a posição de Fernanda Câncio, ou do Tiago Mendes. Percebo, obviamente, que se se defenda que os não-fumadores têm o direito a não respirar o fumo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Não colocando rótulos, não percebo, por exemplo, a posição de Fernanda Câncio, ou do Tiago Mendes. Percebo, obviamente, que se se defenda que os não-fumadores têm o direito a não respirar o fumo [...]</p>
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	</item>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 19:43:10 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial.&quot;

O que eu vou dizer NAO e&#039; relevante para a nossa discussao, mas (infelizmente, pela solidao de que falava mais atras) imensos velhotes passam horas e horas na farmacia para conversar e estar com alguem. Nao diria - obviamente! - que isso (conversar, etc) nao e&#039; essencial a um ser humano. Nem diria que e&#039; &quot;lazer&quot;. Era um comentario lateral.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial.&#8221;</p>
<p>O que eu vou dizer NAO e&#8217; relevante para a nossa discussao, mas (infelizmente, pela solidao de que falava mais atras) imensos velhotes passam horas e horas na farmacia para conversar e estar com alguem. Nao diria &#8211; obviamente! &#8211; que isso (conversar, etc) nao e&#8217; essencial a um ser humano. Nem diria que e&#8217; &#8220;lazer&#8221;. Era um comentario lateral.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5150</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 19:39:26 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial. (...) Eu como não fumador preciso de farmácias, supermercados, não encaro uma deslocação a estes estabelecimentos como um exercício de lazer.&quot;

Nao devemos atender &#039;a nossa experiencia individual como necessariamente representativa (nao estou a dizer que o fazes; e&#039; so&#039; uma nota). Quanto ao facto de ser ou nao um exercicio de &quot;lazer&quot;, dificilmente me convencerias que ir tomar uma bica ou um cimbalino em 5 minutos, ou almocar em pe&#039; em 30 minutos e&#039; um exercicio de &quot;lazer&quot;.  Enfim, o meu ponto e&#039; que faz sentido separar dois tipos de estabelecimentos.

&quot;Alguns desses espaços, além do mais, devem merecer uma especial protecção contra o fumo, sem que essas restrições possam ser consideradas grosseiras do ponto de vista dos direitos dos fumadores.&quot;

E do ponto de vista dos proprietarios? Ou se respeita em absoluto a propriedade privada, ou nao.

&quot;Acresce que não me parece que haja um prejuízo concreto para os proprietários desses estabelecimentos (supermercados, farmácias) nem para os fumadores em função da proibição.&quot;

Um direito absoluto ou o e&#039; ou o nao e&#039;. Nao pode estar dependente das &quot;consequencias&quot; da sua existencia ou inexistencia.

&quot;O mesmo não ocorre no caso dos locais de restauração e diversão. As deslocações aí, não são essenciais, e o prejuízo para os proprietários, em concreto, pode ser brutal, isto sem que se compreenda a restrição mesmo naquilo que é a protecção dos interesses dos não fumadores.&quot;

Exacto. Por isso e&#039; que eu - repito:

(i) Defendo TOTAL liberdade de escolha para os estabelecimentos de tipo 2 de dimensao pequena, no longo prazo;

(ii) Apenas defendo uma pequena restricao para os estabelecimentos de tipo 2 que tenham uma dimensao suficientemente grande, assegurando uma area minima para nao fumadores.

Eu proponho apenas uma restricao para este sub-tipo de estabelecimentos. 

Acredita que daqui a 20 anos tu e o PPM e outros possivelmente me darao razao, exclamando (nao quero que o facam agora, e&#039; dificil dar razao antes de tempo, e isto NAO e&#039; um argumento de arrogancia, e&#039; um palpite, com base noutras experiencias, como o aviao e as estacoes de metro): como e&#039; que antes se podia fumar em pastelarias, onde as pessoas vao comer bolos, torradas, sandes? 

Ezequiel: ES O MAIOR, CARAGO. Essa tua descricao das liberdades positivas e negativas esta&#039; brilhante e merecia ser organizada em post. Reve isso e chateia o Joao que ele publica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial. (&#8230;) Eu como não fumador preciso de farmácias, supermercados, não encaro uma deslocação a estes estabelecimentos como um exercício de lazer.&#8221;</p>
<p>Nao devemos atender &#8216;a nossa experiencia individual como necessariamente representativa (nao estou a dizer que o fazes; e&#8217; so&#8217; uma nota). Quanto ao facto de ser ou nao um exercicio de &#8220;lazer&#8221;, dificilmente me convencerias que ir tomar uma bica ou um cimbalino em 5 minutos, ou almocar em pe&#8217; em 30 minutos e&#8217; um exercicio de &#8220;lazer&#8221;.  Enfim, o meu ponto e&#8217; que faz sentido separar dois tipos de estabelecimentos.</p>
<p>&#8220;Alguns desses espaços, além do mais, devem merecer uma especial protecção contra o fumo, sem que essas restrições possam ser consideradas grosseiras do ponto de vista dos direitos dos fumadores.&#8221;</p>
<p>E do ponto de vista dos proprietarios? Ou se respeita em absoluto a propriedade privada, ou nao.</p>
<p>&#8220;Acresce que não me parece que haja um prejuízo concreto para os proprietários desses estabelecimentos (supermercados, farmácias) nem para os fumadores em função da proibição.&#8221;</p>
<p>Um direito absoluto ou o e&#8217; ou o nao e&#8217;. Nao pode estar dependente das &#8220;consequencias&#8221; da sua existencia ou inexistencia.</p>
<p>&#8220;O mesmo não ocorre no caso dos locais de restauração e diversão. As deslocações aí, não são essenciais, e o prejuízo para os proprietários, em concreto, pode ser brutal, isto sem que se compreenda a restrição mesmo naquilo que é a protecção dos interesses dos não fumadores.&#8221;</p>
<p>Exacto. Por isso e&#8217; que eu &#8211; repito:</p>
<p>(i) Defendo TOTAL liberdade de escolha para os estabelecimentos de tipo 2 de dimensao pequena, no longo prazo;</p>
<p>(ii) Apenas defendo uma pequena restricao para os estabelecimentos de tipo 2 que tenham uma dimensao suficientemente grande, assegurando uma area minima para nao fumadores.</p>
<p>Eu proponho apenas uma restricao para este sub-tipo de estabelecimentos. </p>
<p>Acredita que daqui a 20 anos tu e o PPM e outros possivelmente me darao razao, exclamando (nao quero que o facam agora, e&#8217; dificil dar razao antes de tempo, e isto NAO e&#8217; um argumento de arrogancia, e&#8217; um palpite, com base noutras experiencias, como o aviao e as estacoes de metro): como e&#8217; que antes se podia fumar em pastelarias, onde as pessoas vao comer bolos, torradas, sandes? </p>
<p>Ezequiel: ES O MAIOR, CARAGO. Essa tua descricao das liberdades positivas e negativas esta&#8217; brilhante e merecia ser organizada em post. Reve isso e chateia o Joao que ele publica.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5149</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 18:31:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5149</guid>
		<description>Caro Tiago,
Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial. Já me aconteceu trazer coisas não essenciais, mas isso tem a ver com o facto se ser um consumidor compulsivo, compro quase por desporto. Eu como não fumador preciso de farmácias, supermercados, não encaro uma deslocação a estes estabelecimentos como um exercício de lazer. Alguns desses espaços, além do mais, devem merecer uma especial protecção contra o fumo, sem que essas restrições possam ser consideradas grosseiras do ponto de vista dos direitos dos fumadores. Aquilo que está em jogo pende favoravelmente para as restrições.
Acresce que não me parece que haja um prejuízo concreto para os proprietários desses estabelecimentos (supermercados, farmácias) nem para os fumadores em função da proibição.
O mesmo não ocorre no caso dos locais de restauração e diversão. As deslocações aí, não são essenciais, e o prejuízo para os proprietários, em concreto, pode ser brutal, isto sem que se compreenda a restrição mesmo naquilo que é a protecção dos interesses dos não fumadores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,<br />
Eu, em geral, à farmácia vou em caso de necessidade, não me lembro de lá ir comprar algo não essencial. Já me aconteceu trazer coisas não essenciais, mas isso tem a ver com o facto se ser um consumidor compulsivo, compro quase por desporto. Eu como não fumador preciso de farmácias, supermercados, não encaro uma deslocação a estes estabelecimentos como um exercício de lazer. Alguns desses espaços, além do mais, devem merecer uma especial protecção contra o fumo, sem que essas restrições possam ser consideradas grosseiras do ponto de vista dos direitos dos fumadores. Aquilo que está em jogo pende favoravelmente para as restrições.<br />
Acresce que não me parece que haja um prejuízo concreto para os proprietários desses estabelecimentos (supermercados, farmácias) nem para os fumadores em função da proibição.<br />
O mesmo não ocorre no caso dos locais de restauração e diversão. As deslocações aí, não são essenciais, e o prejuízo para os proprietários, em concreto, pode ser brutal, isto sem que se compreenda a restrição mesmo naquilo que é a protecção dos interesses dos não fumadores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5148</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 18:14:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5148</guid>
		<description>a possibilidade DE agir

(agora é a minha prof de liceu que está aos pulos...mas está viva :), felizmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a possibilidade DE agir</p>
<p>(agora é a minha prof de liceu que está aos pulos&#8230;mas está viva <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> , felizmente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5147</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 18:12:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ou seja, a ausencia de obstaculos externos NÃO garante, não assegura, o meu acesso às condições (de liberdade). Garante a possibilidade para agir, o mito do individuo auto constituido que constroi o seu mundo &quot;independentemente&quot;  mas não a capacidade para agir. Existirão, certamente, muitas distinções-casos especificos mas parece-me evidente que isto é essencial. Suponho eu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou seja, a ausencia de obstaculos externos NÃO garante, não assegura, o meu acesso às condições (de liberdade). Garante a possibilidade para agir, o mito do individuo auto constituido que constroi o seu mundo &#8220;independentemente&#8221;  mas não a capacidade para agir. Existirão, certamente, muitas distinções-casos especificos mas parece-me evidente que isto é essencial. Suponho eu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5146</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:47:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5146</guid>
		<description>sorry: que nos ver livres não APENAS das imposições do estado 

às vezes ficam umas palavritas atrás</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sorry: que nos ver livres não APENAS das imposições do estado </p>
<p>às vezes ficam umas palavritas atrás</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5145</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:44:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5145</guid>
		<description>sorry: Esta preeminencia  DAS...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sorry: Esta preeminencia  DAS&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5144</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:42:36 +0000</pubDate>
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		<description>Eu iria mais longe no que diz respeito a liberdades negativas. Não me refiro à concepção de Berlin, sensu stricto, mas à discussão de Mill, precursor da distinção.


O que é a liberdade negativa? AUSENCIA de obstaculos, impedimentos exteriores etc, que impeçam, obstruam, bloqueiem a capacidade da autonomia-liberdade.  Ora, esta ausencia não surge de um vacuo. Tem que ser construida. Emana de uma condição anterior. Esta preeminencia com as condições de possibilidade leva-nos direitinho à concepção positiva da liberdade (existencia de condiçoes para o exercicio da liberdade)

É claro que, na parlance do neo liberalismo economicista choramingão (o Mill deve dar pulos de raiva na cova, coitado), esta ausencia de obstaculos é entendida como a condição de aceder às condições da liberdade. Invertem, mui inteligentemente, o nexo causal. Mas não se safam. Por uma razão simples. Porque não faz sentido dizer que para ter acesso às condições que maximizam a minha liberdade eu tenho que ser, eureka picassito cigarrito tomatos saltitantes per tutti.... LIVRE. Ou seja, absolutizamos a coisa toda. Para ser livre (no sentido positivo de viver em condições que me permitam ser livre) eu tenho que ser livre (no sentido de ausencia de obstaculos). Mas, por toutatis que os ceus me batam na cabeça, a langage dos nossos liberaloides, é que  temos que nos ver livres não das imposições do estado (e era isto que Mill tinha essenc em mente: ele pensava no estatismo repressivo) MAS DAS proprias condições positivas. 

Logicamente, esta posição pode ser amplamente corroborada pela constatação simples da precedencia do estar (em condições) em relação ao agir (ser livre). Se perguntar-mos a um neoliberal economicista: Livre para fazer o quê? A resposta a este  &quot;o quê&quot; leva-nos às condições que não pervertem as acções.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu iria mais longe no que diz respeito a liberdades negativas. Não me refiro à concepção de Berlin, sensu stricto, mas à discussão de Mill, precursor da distinção.</p>
<p>O que é a liberdade negativa? AUSENCIA de obstaculos, impedimentos exteriores etc, que impeçam, obstruam, bloqueiem a capacidade da autonomia-liberdade.  Ora, esta ausencia não surge de um vacuo. Tem que ser construida. Emana de uma condição anterior. Esta preeminencia com as condições de possibilidade leva-nos direitinho à concepção positiva da liberdade (existencia de condiçoes para o exercicio da liberdade)</p>
<p>É claro que, na parlance do neo liberalismo economicista choramingão (o Mill deve dar pulos de raiva na cova, coitado), esta ausencia de obstaculos é entendida como a condição de aceder às condições da liberdade. Invertem, mui inteligentemente, o nexo causal. Mas não se safam. Por uma razão simples. Porque não faz sentido dizer que para ter acesso às condições que maximizam a minha liberdade eu tenho que ser, eureka picassito cigarrito tomatos saltitantes per tutti&#8230;. LIVRE. Ou seja, absolutizamos a coisa toda. Para ser livre (no sentido positivo de viver em condições que me permitam ser livre) eu tenho que ser livre (no sentido de ausencia de obstaculos). Mas, por toutatis que os ceus me batam na cabeça, a langage dos nossos liberaloides, é que  temos que nos ver livres não das imposições do estado (e era isto que Mill tinha essenc em mente: ele pensava no estatismo repressivo) MAS DAS proprias condições positivas. </p>
<p>Logicamente, esta posição pode ser amplamente corroborada pela constatação simples da precedencia do estar (em condições) em relação ao agir (ser livre). Se perguntar-mos a um neoliberal economicista: Livre para fazer o quê? A resposta a este  &#8220;o quê&#8221; leva-nos às condições que não pervertem as acções.</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:19:26 +0000</pubDate>
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		<description>Caro RAF e demais, 

Como sabes (espero...), os liberaloides sao os tipos do Partido Marxista-Liberal.

http://guestoftime.blogspot.com/2006/06/pml.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro RAF e demais, </p>
<p>Como sabes (espero&#8230;), os liberaloides sao os tipos do Partido Marxista-Liberal.</p>
<p><a href="http://guestoftime.blogspot.com/2006/06/pml.html" rel="nofollow">http://guestoftime.blogspot.com/2006/06/pml.html</a></p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
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		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:17:07 +0000</pubDate>
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		<description>(PS: Koselleck fala disto, mas não nestes termos) Só para não ser injusto com o senhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(PS: Koselleck fala disto, mas não nestes termos) Só para não ser injusto com o senhor.</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
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		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:07:13 +0000</pubDate>
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		<description>Caro RAF,

Como e&#039; que podes discordar &quot;da expressao &#039;liberaloide&#039;&quot;?

Quando muito, acho que podes discordar do *uso* da expressao liberaloide. Nao tencionao insultar ninguem, mas apenas fazer alusao a algum tipo de liberalismo que se ve na blogosfera e que e&#039; de um absolutismo tal que, efectivamente, apenas importa para um planeta que nao a Terra. De resto, nao e&#039; uma expressao inventada por mim.

&quot;Se não me choca (e até as considero recomendáveis) que haja restrições ao fumo num hospital, numa farmácia, na escola ou na empresa, no fundo, em ambientes onde nos deslocamos sem que, seguindo juizos de razoabilidade e normalidade, possamos deixar de o fazer, o mesmo não deveria acontecer na generalidade dos estabelecimentos onde a adesão do cliente/utente é intrinsecamente voluntária.&quot;

Perebo o teu &quot;approach&quot;, mas uma farmacia vende muitas coisas nao essenciais. A tua ida a uma farmacia e&#039; perfeitamente voluntaria, so&#039; por vezes um caso de absoluta necessidade (de ir a um sitio especifico A ou B). Mas vejo que nao concedes uma liberdade absoluta independente do tipo de estabelecimento comercial. 

Tu falas dos exemplos mais faceis, mas o que achas de os proprietarios de uma mercearia, supermercado, leitaria, permitirem o fumo? So&#039; la&#039; vai quem quer, isso e&#039; certo e sabido. Tu podes argumentar que o fumo que vai para cima da fruta e&#039; uma coisa prejudicial. Mas so&#039; la&#039; vai quem quer. O que e&#039; que o estado tem que ver com isso, se eu so&#039; compro fruta num sitio onde fume se me apetecer? Numa logica de direito absoluto de propriedade, devia ser permitido fumar ate&#039; numa padaria. So&#039; compra quem quer. 

Repara que o fumo que vai para cima da fruta, que pode ser consumida por quem quer que va&#039; ao supermercado por LIVRE VONTADE, nao e&#039; muito diferente do fumo que vai para cima da torrada consumida, durante o dia, numa qualquer pastelaria onde a pessoa vai fazer uma especial seleccao.

&quot;Não percebo porque é que eu, se tiver um restaurante, sou obrigado a ter mesas para não fumadores&quot;

So&#039; serias obrigado se tivesses um restaurante &quot;suficientemente&quot; grande. Pensa numa Portugalia, por exemplo. 

&quot;Ou, em sentido inverso, porque não poderei ter um café que se posicione, precisamente, por ter um ambiente integralmente livre de fumo.&quot;

Leste-me mal. Eu disse, claramente, que a unica restricao e&#039; ter um minimo de 20-25% de area para NAO fumadores. Mas nao e&#039; simetrico. Sera&#039; possivel, claro, ter 100% de area para NAO fumadores, ou seja, um estabelecimento livre de fumo.

Lembra-te, ainda, que os estabelecimentos &quot;suficientemente pequenos&quot; terao total liberdade de escolha. Tu pensas muito em restaurantes, mas eu estou tambem a pensar em bares e discotecas. 

&quot;A tua solução é razoável nos seus termos teóricos, mas altamente planificadora; daria origem a uma lei cuja aplicação acarretaria forte burocracia, ao nível do licenciamento e do controle.&quot;

A simplificidade e&#039; uma das coisas a ter em conta - concordo contigo. Nao acho que o que eu proponho seja assim tao complicado, mas e&#039; mais complicado do que temos hoje, sem duvida. No fundo, era so&#039; separar DOIS tipos de estabelecimento e DOIS tipos de area elegivel num dos tipos de estabelecimento. Os 25% dariam azo a alguma complicacao, a nivel de controlo, mas repara que controlo sobre seguranca, higiene alimentar, etc, tem de haver sempre. Nao acho que fosse assim tao complicado.

&quot;A solução que defendo parece-me ser mais simples, e limita o atrito inultrapassável que existe entre os tais interesses negativos em conflito bem identificados pelo João Miranda no seu artigo no DN.&quot;

Tu concordas que o direito ao &quot;ar puro&quot; e&#039; um direito positivo??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro RAF,</p>
<p>Como e&#8217; que podes discordar &#8220;da expressao &#8216;liberaloide&#8217;&#8221;?</p>
<p>Quando muito, acho que podes discordar do *uso* da expressao liberaloide. Nao tencionao insultar ninguem, mas apenas fazer alusao a algum tipo de liberalismo que se ve na blogosfera e que e&#8217; de um absolutismo tal que, efectivamente, apenas importa para um planeta que nao a Terra. De resto, nao e&#8217; uma expressao inventada por mim.</p>
<p>&#8220;Se não me choca (e até as considero recomendáveis) que haja restrições ao fumo num hospital, numa farmácia, na escola ou na empresa, no fundo, em ambientes onde nos deslocamos sem que, seguindo juizos de razoabilidade e normalidade, possamos deixar de o fazer, o mesmo não deveria acontecer na generalidade dos estabelecimentos onde a adesão do cliente/utente é intrinsecamente voluntária.&#8221;</p>
<p>Perebo o teu &#8220;approach&#8221;, mas uma farmacia vende muitas coisas nao essenciais. A tua ida a uma farmacia e&#8217; perfeitamente voluntaria, so&#8217; por vezes um caso de absoluta necessidade (de ir a um sitio especifico A ou B). Mas vejo que nao concedes uma liberdade absoluta independente do tipo de estabelecimento comercial. </p>
<p>Tu falas dos exemplos mais faceis, mas o que achas de os proprietarios de uma mercearia, supermercado, leitaria, permitirem o fumo? So&#8217; la&#8217; vai quem quer, isso e&#8217; certo e sabido. Tu podes argumentar que o fumo que vai para cima da fruta e&#8217; uma coisa prejudicial. Mas so&#8217; la&#8217; vai quem quer. O que e&#8217; que o estado tem que ver com isso, se eu so&#8217; compro fruta num sitio onde fume se me apetecer? Numa logica de direito absoluto de propriedade, devia ser permitido fumar ate&#8217; numa padaria. So&#8217; compra quem quer. </p>
<p>Repara que o fumo que vai para cima da fruta, que pode ser consumida por quem quer que va&#8217; ao supermercado por LIVRE VONTADE, nao e&#8217; muito diferente do fumo que vai para cima da torrada consumida, durante o dia, numa qualquer pastelaria onde a pessoa vai fazer uma especial seleccao.</p>
<p>&#8220;Não percebo porque é que eu, se tiver um restaurante, sou obrigado a ter mesas para não fumadores&#8221;</p>
<p>So&#8217; serias obrigado se tivesses um restaurante &#8220;suficientemente&#8221; grande. Pensa numa Portugalia, por exemplo. </p>
<p>&#8220;Ou, em sentido inverso, porque não poderei ter um café que se posicione, precisamente, por ter um ambiente integralmente livre de fumo.&#8221;</p>
<p>Leste-me mal. Eu disse, claramente, que a unica restricao e&#8217; ter um minimo de 20-25% de area para NAO fumadores. Mas nao e&#8217; simetrico. Sera&#8217; possivel, claro, ter 100% de area para NAO fumadores, ou seja, um estabelecimento livre de fumo.</p>
<p>Lembra-te, ainda, que os estabelecimentos &#8220;suficientemente pequenos&#8221; terao total liberdade de escolha. Tu pensas muito em restaurantes, mas eu estou tambem a pensar em bares e discotecas. </p>
<p>&#8220;A tua solução é razoável nos seus termos teóricos, mas altamente planificadora; daria origem a uma lei cuja aplicação acarretaria forte burocracia, ao nível do licenciamento e do controle.&#8221;</p>
<p>A simplificidade e&#8217; uma das coisas a ter em conta &#8211; concordo contigo. Nao acho que o que eu proponho seja assim tao complicado, mas e&#8217; mais complicado do que temos hoje, sem duvida. No fundo, era so&#8217; separar DOIS tipos de estabelecimento e DOIS tipos de area elegivel num dos tipos de estabelecimento. Os 25% dariam azo a alguma complicacao, a nivel de controlo, mas repara que controlo sobre seguranca, higiene alimentar, etc, tem de haver sempre. Nao acho que fosse assim tao complicado.</p>
<p>&#8220;A solução que defendo parece-me ser mais simples, e limita o atrito inultrapassável que existe entre os tais interesses negativos em conflito bem identificados pelo João Miranda no seu artigo no DN.&#8221;</p>
<p>Tu concordas que o direito ao &#8220;ar puro&#8221; e&#8217; um direito positivo??</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5138</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 17:01:49 +0000</pubDate>
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		<description>e o narcissista do Matt...

hilariante!!  

http://www.youtube.com/watch?v=TByqESZekxc&amp;NR=1</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e o narcissista do Matt&#8230;</p>
<p>hilariante!!  </p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/"><img src="http://img.youtube.com/vi/TByqESZekxc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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	</item>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5137</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:52:45 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não sei se é ou não uma mistificação-idealização...mas  tenho as minhas dúvidas.

Para que fique claro: não estava a acusar-te de seres um mistificador. Eu sei que não queres um regresso para coisa alguma. Estava a divagar, thats all.  A qualificação &quot;masoquistamente&quot; remete-nos para um vocab psicotropico e eu não sei, sinceramente, se esta é uma manobra frutifera...mas ok, pode ser que seja verdade....apesar do narcissismo nos impelir para o interior ( o reconhecimento do outro fica sob a primazia do ego que pretende ser reconhecido, que se AFIRMA como ALGO que tem que ser reconhecido...logo) Não é por acaso que se diz que a interpretação é uma CONDIÇÃO produtiva. 

I dont know mate! Dont have a clue. Im blabbing away.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei se é ou não uma mistificação-idealização&#8230;mas  tenho as minhas dúvidas.</p>
<p>Para que fique claro: não estava a acusar-te de seres um mistificador. Eu sei que não queres um regresso para coisa alguma. Estava a divagar, thats all.  A qualificação &#8220;masoquistamente&#8221; remete-nos para um vocab psicotropico e eu não sei, sinceramente, se esta é uma manobra frutifera&#8230;mas ok, pode ser que seja verdade&#8230;.apesar do narcissismo nos impelir para o interior ( o reconhecimento do outro fica sob a primazia do ego que pretende ser reconhecido, que se AFIRMA como ALGO que tem que ser reconhecido&#8230;logo) Não é por acaso que se diz que a interpretação é uma CONDIÇÃO produtiva. </p>
<p>I dont know mate! Dont have a clue. Im blabbing away.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5135</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:47:40 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

Discordo desde logo da expressão &#039;liberalóide&#039;.

Em qualquer caso, continuo a discordar da tua catalogação formal de estabelecimento do &#039;tipo 1&#039; ou do &#039;tipo 2&#039;, com base na ideia de &#039;comoditie&#039;.

Se não me choca (e até as considero recomendáveis) que haja restrições ao fumo num hospital, numa farmácia, na escola ou na empresa, no fundo, em ambientes onde nos deslocamos sem que, seguindo juizos de razoabilidade e normalidade, possamos deixar de o fazer, o mesmo não deveria acontecer na generalidade dos estabelecimentos onde a adesão do cliente/utente é intrinsecamente voluntária. Aí, cada estabelecimento deveria fazer o que entendesse (para mim, caem totalmente na esfera da disposição da propriedade, no caso do dono, e do exercício da liberdade de aderir ou não, por parte dos clientes). Não percebo porque é que eu, se tiver um restaurante, sou obrigado a ter mesas para não fumadores, Ou, em sentido inverso, porque não poderei ter um café que se posicione, precisamente, por ter um ambiente integralmente livre de fumo.

Não me faz sentido ir mais além do que isto. A tua solução é razoável nos seus termos teóricos, mas altamente planificadora; daria origem a uma lei cuja aplicação acarretaria forte burocracia, ao nível do licenciamento e do controle. A solução que defendo parece-me ser mais simples, e limita o atrito inultrapassável que existe entre os tais interesses negativos em conflito bem identificados pelo João Miranda no seu artigo no DN.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>Discordo desde logo da expressão &#8216;liberalóide&#8217;.</p>
<p>Em qualquer caso, continuo a discordar da tua catalogação formal de estabelecimento do &#8216;tipo 1&#8242; ou do &#8216;tipo 2&#8242;, com base na ideia de &#8216;comoditie&#8217;.</p>
<p>Se não me choca (e até as considero recomendáveis) que haja restrições ao fumo num hospital, numa farmácia, na escola ou na empresa, no fundo, em ambientes onde nos deslocamos sem que, seguindo juizos de razoabilidade e normalidade, possamos deixar de o fazer, o mesmo não deveria acontecer na generalidade dos estabelecimentos onde a adesão do cliente/utente é intrinsecamente voluntária. Aí, cada estabelecimento deveria fazer o que entendesse (para mim, caem totalmente na esfera da disposição da propriedade, no caso do dono, e do exercício da liberdade de aderir ou não, por parte dos clientes). Não percebo porque é que eu, se tiver um restaurante, sou obrigado a ter mesas para não fumadores, Ou, em sentido inverso, porque não poderei ter um café que se posicione, precisamente, por ter um ambiente integralmente livre de fumo.</p>
<p>Não me faz sentido ir mais além do que isto. A tua solução é razoável nos seus termos teóricos, mas altamente planificadora; daria origem a uma lei cuja aplicação acarretaria forte burocracia, ao nível do licenciamento e do controle. A solução que defendo parece-me ser mais simples, e limita o atrito inultrapassável que existe entre os tais interesses negativos em conflito bem identificados pelo João Miranda no seu artigo no DN.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5134</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:42:57 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto a rituais comunitários a Barbarazinha nunca deve ter estado aqui....

http://youtube.com/watch?v=hfjOmE81yDc&amp;mode=related&amp;search=

ps. Koselleck  fala de futuros passados...mas não fala de passados que são &quot;futurizados&quot; (sorry for the incorrigible petulance)

abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto a rituais comunitários a Barbarazinha nunca deve ter estado aqui&#8230;.</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=hfjOmE81yDc&#038;mode=related&#038;search=" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=hfjOmE81yDc&#038;mode=related&#038;search=</a></p>
<p>ps. Koselleck  fala de futuros passados&#8230;mas não fala de passados que são &#8220;futurizados&#8221; (sorry for the incorrigible petulance)</p>
<p>abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5133</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:40:48 +0000</pubDate>
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		<description>Nunca se divaga desnecessariamente quando se divaga valorosamente. Apenas se divaga. &quot;A ideia de que a comunidade foi implacavelmente dissolvida pelo individualismo moderno é, até certo ponto, uma mistificação.&quot; Acho que nao e&#039;, mas isso nao quer dizer que eu queira um regresso ao passado. Agora, que a forma como nos relacionamos social/comunitariamente e&#039; muito diferente, e que isso tem repercussoes varias a diferentes niveis, isso e&#039; inegavel. E&#039; interessante a ideia de que &quot;comunidade de outrora é a projecção da comunidade de que precisamos hoje&quot;. Uma forma mais facil - sera&#039;? - de, algo masoquistamente, lidar com o individualismo, narcisismo e uma certa solidao dos dias de hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca se divaga desnecessariamente quando se divaga valorosamente. Apenas se divaga. &#8220;A ideia de que a comunidade foi implacavelmente dissolvida pelo individualismo moderno é, até certo ponto, uma mistificação.&#8221; Acho que nao e&#8217;, mas isso nao quer dizer que eu queira um regresso ao passado. Agora, que a forma como nos relacionamos social/comunitariamente e&#8217; muito diferente, e que isso tem repercussoes varias a diferentes niveis, isso e&#8217; inegavel. E&#8217; interessante a ideia de que &#8220;comunidade de outrora é a projecção da comunidade de que precisamos hoje&#8221;. Uma forma mais facil &#8211; sera&#8217;? &#8211; de, algo masoquistamente, lidar com o individualismo, narcisismo e uma certa solidao dos dias de hoje.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5130</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:35:09 +0000</pubDate>
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		<description>1-&quot;(i) se a área total do estabelecimento for menor que 100m2, a área máxima para fumadores é de 0%;&quot; 

1-Parece-me claro que se a area for menor do que 100 m2 NÃO há liberdade de escolha. 

O maior prob que eu consigo vislumbrar aqui tem que ver essencialmente com a complexidade das distinções e a capacidade de as legitimar perante um mercado ferozmente competitivo e implacável. Não é impossivel, longe disso. Mas é mais fácil (e demagógico) recorrer a formulas universais, especialmente quando se trata de assuntos de saude publica. (ou seja, o meu comment tem que ver mais com o processo de legitim do que os teus argumentos per se) 

De resto, como disse, concordo com os teus argumentos. Parecem-me sensatos. 

ps: o artigo do FT sobre o livro da Barabara é mt interessante e bem escrito, apesar de parecer ser um pouco sentimental...a ideia de que a comunidade foi implacavelmente dissolvida pelo individualismo moderno é, até certo ponto, uma mistificação. A comunidade harmoniosa, unida por laços de solidariedade e por hurrahs libidinosos permanentes, nunca existiu, na minha modesta opinião.  Os romanos adoravam andar à porrada e não hesitavam lançar uns quantos aos leões para divertir a comunidade. Mas, claro, é natural que se idealize o passado da mesma forma que se idealiza o futuro...Existia uma ordem cosmo-política, como o Taylor defende (malaises of modernity) ...mas não era tão orgânica como parece...existia também uma distribuição de poder radicalmente assimétrica...ou melhor, era orgânica essencialmente pela via da força (feudos)...mas não sei se era a comunidade que se imagina (hoje) ...é que há um jogo interessante aqui: a comunidade de outrora é a projecção da comunidade de que precisamos hoje (harmoniosa, simpática, sem &quot;individualismos possessivos&quot; (McPherson)...enfim....


Mas estou a divagar desnecessariamente.

Cumprimentos

ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>1-&#8221;(i) se a área total do estabelecimento for menor que 100m2, a área máxima para fumadores é de 0%;&#8221; </p>
<p>1-Parece-me claro que se a area for menor do que 100 m2 NÃO há liberdade de escolha. </p>
<p>O maior prob que eu consigo vislumbrar aqui tem que ver essencialmente com a complexidade das distinções e a capacidade de as legitimar perante um mercado ferozmente competitivo e implacável. Não é impossivel, longe disso. Mas é mais fácil (e demagógico) recorrer a formulas universais, especialmente quando se trata de assuntos de saude publica. (ou seja, o meu comment tem que ver mais com o processo de legitim do que os teus argumentos per se) </p>
<p>De resto, como disse, concordo com os teus argumentos. Parecem-me sensatos. </p>
<p>ps: o artigo do FT sobre o livro da Barabara é mt interessante e bem escrito, apesar de parecer ser um pouco sentimental&#8230;a ideia de que a comunidade foi implacavelmente dissolvida pelo individualismo moderno é, até certo ponto, uma mistificação. A comunidade harmoniosa, unida por laços de solidariedade e por hurrahs libidinosos permanentes, nunca existiu, na minha modesta opinião.  Os romanos adoravam andar à porrada e não hesitavam lançar uns quantos aos leões para divertir a comunidade. Mas, claro, é natural que se idealize o passado da mesma forma que se idealiza o futuro&#8230;Existia uma ordem cosmo-política, como o Taylor defende (malaises of modernity) &#8230;mas não era tão orgânica como parece&#8230;existia também uma distribuição de poder radicalmente assimétrica&#8230;ou melhor, era orgânica essencialmente pela via da força (feudos)&#8230;mas não sei se era a comunidade que se imagina (hoje) &#8230;é que há um jogo interessante aqui: a comunidade de outrora é a projecção da comunidade de que precisamos hoje (harmoniosa, simpática, sem &#8220;individualismos possessivos&#8221; (McPherson)&#8230;enfim&#8230;.</p>
<p>Mas estou a divagar desnecessariamente.</p>
<p>Cumprimentos</p>
<p>ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5129</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:11:53 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Luis: eu comentei num post - http://ablasfemia.blogspot.com/2007/05/ideias-para-o-alberto-joo.html - que o suposto direito ao &quot;ar puro&quot; nao pode ser um direito negativo, mas positivo. O Joao Miranda la&#039; arranja voltas e voltas para tentar provar que tem razao, sendo inutil, a partir de certa altura, manter uma conversa com ele, porque ali nao ha&#039; possibilidade de (se assumir um) erro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Luis: eu comentei num post &#8211; <a href="http://ablasfemia.blogspot.com/2007/05/ideias-para-o-alberto-joo.html" rel="nofollow">http://ablasfemia.blogspot.com/2007/05/ideias-para-o-alberto-joo.html</a> &#8211; que o suposto direito ao &#8220;ar puro&#8221; nao pode ser um direito negativo, mas positivo. O Joao Miranda la&#8217; arranja voltas e voltas para tentar provar que tem razao, sendo inutil, a partir de certa altura, manter uma conversa com ele, porque ali nao ha&#8217; possibilidade de (se assumir um) erro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5128</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 16:04:26 +0000</pubDate>
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		<description>Tiago Mendes,

o liberalóide João Miranda escreveu um artigo, publicado no Diário de Notícias do passado sábado, em que afirma precisamente que (1) fumar é uma liberdade negativa, (2) respirar ar puro é outra liberdade negativa, mas que (3) ambas estas têm que se confrontar com o direito de propriedade, que também é uma liberdade negativa.

Obtemos assim uma salada de três liberdades negativas, as quais merecem, precisamente, o seu comentário: &quot;Como se a distinção ABSOLUTA entre liberdades negativas e positivas fizesse, hoje, algum sentido&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Mendes,</p>
<p>o liberalóide João Miranda escreveu um artigo, publicado no Diário de Notícias do passado sábado, em que afirma precisamente que (1) fumar é uma liberdade negativa, (2) respirar ar puro é outra liberdade negativa, mas que (3) ambas estas têm que se confrontar com o direito de propriedade, que também é uma liberdade negativa.</p>
<p>Obtemos assim uma salada de três liberdades negativas, as quais merecem, precisamente, o seu comentário: &#8220;Como se a distinção ABSOLUTA entre liberdades negativas e positivas fizesse, hoje, algum sentido&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5127</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:53:16 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Mas, como te digo, este assunto não é, numa perspectiva liberal, linear, pois a defesa da liberdade passa, obviamente, pela avaliação correcta dos diversos interesses em jogo, e da forma como está montado o ambiente a que chamamos ‘mercado’, um abiente complexo onde interagem pessoas fisicas, entidades privadas, públicas, sob uma ampla teia legal e regulamentar.&quot;

Acho que estamos basicamente de acordo quanto &#039;a nossa &quot;predisposicao&quot; a encontrar uma solucao equilibrada, de compromisso, que respeite as liberdades negativas de cada um, atendendo &#039;a natureza de cada estabelecimento e contexto social  e interrelacional. Vejo com agrado que nao entras na defesa facil do absolutismo da &quot;propriedade privada&quot;, como muitos liberais mais ou menos liberaloides, ou simplesmente overly-passionate about their private consumption of smoke.

Tudo o que eu escrevo, relativamente &#039;a possibilidade de exclusao de pessoa A ou B tem, naturalmente, implicito que nao ha&#039; violacao da lei e de normais de civilidade-urbanidade.

Nos clubes privados, o dono deve poder decidir o que quiser. Nos espacos de acesso ao publico, como digo, a natureza do servico prestado e&#039; relativamente diferenciada, ainda que, para alguns, de forma (intelectualmente) legitima, essa diferenca nao seja relevante. 

As minhas propostas, resumidamente, sao as seguintes:

1. Estabelcimentos de tipo 1 nao devem admitir o fumo, quer hoje quer no longo prazo. A razao e&#039; que sao espacos hibridos que satisfazem necessidades de uma natureza tal que deve ser proibido o fumo no seu interior;

2. Estabelecimentos de tipo 2 devem, no longo prazo, se pequenos, ter total liberdade de escolha quanto ao fumo;

3. Estabelecimentos de tipo 2 devem, no longo prazo, se grandes, ter liberdade de escolha quando &#039;a politica de fumo, com a restricao de terem de ter uma area minima para nao fumadores de 20-25% - e isto APENAS se for exequivel ter uma separacao eficaz do fumo;

4. E&#039; aceitavel que, hoje, existam limitacoes maiores que as desejaveis no longo prazo, como forma de proporcionar uma liberdade de escolha futura mais ampla para todas as partes. O contexto, a historia, os habitos enraizados, etc, contam muito para a forma como nos relacionamos socialmente, nomeadamente para  o poder negocial das partes em questao e para a forma como cada um &quot;interpreta&quot; os direitos de A ou B. Para um liberaloide, isto e&#039; conversa de chacha, porque so&#039; interessam as liberdades negativas formais. (Como se a distincao ABSOLUTA entre liberdades negativas e positivas fizesse, hoje, algum sentido, mas isso seriam mais outros 500).

Com qual (quais) destes pontos discordas, caro RAF?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas, como te digo, este assunto não é, numa perspectiva liberal, linear, pois a defesa da liberdade passa, obviamente, pela avaliação correcta dos diversos interesses em jogo, e da forma como está montado o ambiente a que chamamos ‘mercado’, um abiente complexo onde interagem pessoas fisicas, entidades privadas, públicas, sob uma ampla teia legal e regulamentar.&#8221;</p>
<p>Acho que estamos basicamente de acordo quanto &#8216;a nossa &#8220;predisposicao&#8221; a encontrar uma solucao equilibrada, de compromisso, que respeite as liberdades negativas de cada um, atendendo &#8216;a natureza de cada estabelecimento e contexto social  e interrelacional. Vejo com agrado que nao entras na defesa facil do absolutismo da &#8220;propriedade privada&#8221;, como muitos liberais mais ou menos liberaloides, ou simplesmente overly-passionate about their private consumption of smoke.</p>
<p>Tudo o que eu escrevo, relativamente &#8216;a possibilidade de exclusao de pessoa A ou B tem, naturalmente, implicito que nao ha&#8217; violacao da lei e de normais de civilidade-urbanidade.</p>
<p>Nos clubes privados, o dono deve poder decidir o que quiser. Nos espacos de acesso ao publico, como digo, a natureza do servico prestado e&#8217; relativamente diferenciada, ainda que, para alguns, de forma (intelectualmente) legitima, essa diferenca nao seja relevante. </p>
<p>As minhas propostas, resumidamente, sao as seguintes:</p>
<p>1. Estabelcimentos de tipo 1 nao devem admitir o fumo, quer hoje quer no longo prazo. A razao e&#8217; que sao espacos hibridos que satisfazem necessidades de uma natureza tal que deve ser proibido o fumo no seu interior;</p>
<p>2. Estabelecimentos de tipo 2 devem, no longo prazo, se pequenos, ter total liberdade de escolha quanto ao fumo;</p>
<p>3. Estabelecimentos de tipo 2 devem, no longo prazo, se grandes, ter liberdade de escolha quando &#8216;a politica de fumo, com a restricao de terem de ter uma area minima para nao fumadores de 20-25% &#8211; e isto APENAS se for exequivel ter uma separacao eficaz do fumo;</p>
<p>4. E&#8217; aceitavel que, hoje, existam limitacoes maiores que as desejaveis no longo prazo, como forma de proporcionar uma liberdade de escolha futura mais ampla para todas as partes. O contexto, a historia, os habitos enraizados, etc, contam muito para a forma como nos relacionamos socialmente, nomeadamente para  o poder negocial das partes em questao e para a forma como cada um &#8220;interpreta&#8221; os direitos de A ou B. Para um liberaloide, isto e&#8217; conversa de chacha, porque so&#8217; interessam as liberdades negativas formais. (Como se a distincao ABSOLUTA entre liberdades negativas e positivas fizesse, hoje, algum sentido, mas isso seriam mais outros 500).</p>
<p>Com qual (quais) destes pontos discordas, caro RAF?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5125</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:37:05 +0000</pubDate>
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		<description>Vou reler o teu artigo e comments para não meter a pata na poça. 

até já</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou reler o teu artigo e comments para não meter a pata na poça. </p>
<p>até já</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5124</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:34:02 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

&quot;Eu queria era saber se tu subscreves, ou não, a ideia de que a propriedade privada de um estabelecimento - de qualquer tipo de estabelecimento - confere direitos ABSOLUTOS sobre exclusao de certo tipo de pessoas&quot;

A questão está colocada de uma forma que me parece simplista, não reproduzindo fielmente o que está em jogo. A resposta aliás nem sequer é linear, não há uma receita mágica e única para o problema que resulta da tua pergunta. 

Se o estabelecimento em questão for, v.g., um clube privado, com estatutos claros em relação à admissão, a minha resposta é sim, obviamente o clube define quem deve ou não aceder às suas instalações ou mesmo ser sócio/membro da organização. O critério pode ser o que for, inclusive o mais bizarro. O clube pode impedir a entrada de mulheres ou homens, crianças, impedir o acesso a quem não apresentar uma dada indumentária (por exemplo, uma fatiota estilo tirolês) ou revelar um determinado tipo de comportamento não aceite pelos membros desse grupo (v.g. se for heterossexual), ou não aderir ao espírito do grupo (v.g., se não fumar charros).

Se estivermos a falar de um estabelecimento comercial simples, também concordo que o dono possa recusar-se a atender um cliente (imagina que o cliente andou a assediar a mulher dele, julgo que é lícito que o dono de um supermercado não tenha de lhe vender uma caixa de preservativos às cores).

Tal já não deve acontecer nos casos em que o estabelecimento beneficie de uma licença especial (v.g., uma farmácia). Aí, embora o estabelecimento seja privado, ele tem o seu negócio protegido por uma licença pública. O dono de uma farmácia não deve recusar-se, em condições normais de urbanidade (desde que o cliente actue segundo um padrão normal de comportamento) a vender-lhe o que seja (mesmo uma caixa de preservativos, ainda que o cliente ande a assediar a sua mulher). Outra coisa é que eu ache que a abertura de farmácias deveria ser livre (embora condicionada à existência no local de um farmacêutico).
O mesmo ocorre numa sociedade cotada, onde obviamente, e dentro da regras legalmente estabelecidas (de tutela dos diferentes mercados), qualquer um deve poder tornar-se accionista, e adquirir produtos oferecidos por essa empresa, desde que pague o preço estipulado pelo serviço e pelas acções, não vejo como uma empresa cotada possa, sem mais, recusar um serviço que oferece no mercado a um dado cliente em concreto, ou que uns acccionistas possam limitar a entrada de outros. A protecção aqui do direito de propriedade aqui exerce-se no livre acesso, na defesa do  adquirente, do potencial cliente/futuro proprietário. Imaginemos, por absurdo, que Belmiro de Azevedo pretende contratar a PT para lhe fornecer internet de banda larga. Não vejo como possa a PT recusar-lhe a prestação desse serviço.

Mas, como te digo, este assunto não é, numa perspectiva liberal, linear, pois a defesa da liberdade passa, obviamente, pela avaliação correcta dos diversos interesses em jogo, e da forma como está montado o ambiente a que chamamos &#039;mercado&#039;, um abiente complexo onde interagem pessoas fisicas, entidades privadas, públicas, sob uma ampla teia legal e regulamentar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>&#8220;Eu queria era saber se tu subscreves, ou não, a ideia de que a propriedade privada de um estabelecimento &#8211; de qualquer tipo de estabelecimento &#8211; confere direitos ABSOLUTOS sobre exclusao de certo tipo de pessoas&#8221;</p>
<p>A questão está colocada de uma forma que me parece simplista, não reproduzindo fielmente o que está em jogo. A resposta aliás nem sequer é linear, não há uma receita mágica e única para o problema que resulta da tua pergunta. </p>
<p>Se o estabelecimento em questão for, v.g., um clube privado, com estatutos claros em relação à admissão, a minha resposta é sim, obviamente o clube define quem deve ou não aceder às suas instalações ou mesmo ser sócio/membro da organização. O critério pode ser o que for, inclusive o mais bizarro. O clube pode impedir a entrada de mulheres ou homens, crianças, impedir o acesso a quem não apresentar uma dada indumentária (por exemplo, uma fatiota estilo tirolês) ou revelar um determinado tipo de comportamento não aceite pelos membros desse grupo (v.g. se for heterossexual), ou não aderir ao espírito do grupo (v.g., se não fumar charros).</p>
<p>Se estivermos a falar de um estabelecimento comercial simples, também concordo que o dono possa recusar-se a atender um cliente (imagina que o cliente andou a assediar a mulher dele, julgo que é lícito que o dono de um supermercado não tenha de lhe vender uma caixa de preservativos às cores).</p>
<p>Tal já não deve acontecer nos casos em que o estabelecimento beneficie de uma licença especial (v.g., uma farmácia). Aí, embora o estabelecimento seja privado, ele tem o seu negócio protegido por uma licença pública. O dono de uma farmácia não deve recusar-se, em condições normais de urbanidade (desde que o cliente actue segundo um padrão normal de comportamento) a vender-lhe o que seja (mesmo uma caixa de preservativos, ainda que o cliente ande a assediar a sua mulher). Outra coisa é que eu ache que a abertura de farmácias deveria ser livre (embora condicionada à existência no local de um farmacêutico).<br />
O mesmo ocorre numa sociedade cotada, onde obviamente, e dentro da regras legalmente estabelecidas (de tutela dos diferentes mercados), qualquer um deve poder tornar-se accionista, e adquirir produtos oferecidos por essa empresa, desde que pague o preço estipulado pelo serviço e pelas acções, não vejo como uma empresa cotada possa, sem mais, recusar um serviço que oferece no mercado a um dado cliente em concreto, ou que uns acccionistas possam limitar a entrada de outros. A protecção aqui do direito de propriedade aqui exerce-se no livre acesso, na defesa do  adquirente, do potencial cliente/futuro proprietário. Imaginemos, por absurdo, que Belmiro de Azevedo pretende contratar a PT para lhe fornecer internet de banda larga. Não vejo como possa a PT recusar-lhe a prestação desse serviço.</p>
<p>Mas, como te digo, este assunto não é, numa perspectiva liberal, linear, pois a defesa da liberdade passa, obviamente, pela avaliação correcta dos diversos interesses em jogo, e da forma como está montado o ambiente a que chamamos &#8216;mercado&#8217;, um abiente complexo onde interagem pessoas fisicas, entidades privadas, públicas, sob uma ampla teia legal e regulamentar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5123</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:18:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5123</guid>
		<description>Por exemplo, o dono de uma tasca ou uma casa de fados minuscula em Alfama tem todo o direito, no longo prazo, a decidir se quer ou nao fumo na casa. Por ora, acho aceitavel uma limitacao um pouco excessiva, dado o contexto em que vivemos e a historia que temos.

Acho aceitavel que, nos estabelecimentos de dimensao suficientemente grande - e que sejam abertos ao publico, julgo que referi isso - deve haver uma area minima para nao fumadores. Isto NAO se aplica a &quot;clubes privados&quot;. Ai, a decisao sobre o fumo deve ser do dono. Exemplos: clubes de bridge, clubes de fumadores, zonas VIP de bares/discotecas, etc. 

So&#039; as zonas de &quot;acesso publico&quot;, em estabelecimentos grandes, e&#039; que devem ter uma area minima (~25%) para nao fumadores, mas NAO necessariamente uma area minima para fumadores. E&#039; uma pequena restricao que se justifica &#039;a luz de um certo sentido de comunidade e da ideia de que estamos, ao abrir um espaco ao publico, perante um espaco &quot;hibrido&quot; e nao um espaco &quot;privado&quot;, como e&#039; o caso dos clubes privados.

Este artigo nao tem nada que ver com o fumo, mas e&#039; interessante como ponto de partida, entre outras coisas, para uma discussao sobre Individualismo vs Comunitarismo, hoje e ontem.

http://www.ft.com/cms/s/a93abbda-f869-11db-a940-000b5df10621.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por exemplo, o dono de uma tasca ou uma casa de fados minuscula em Alfama tem todo o direito, no longo prazo, a decidir se quer ou nao fumo na casa. Por ora, acho aceitavel uma limitacao um pouco excessiva, dado o contexto em que vivemos e a historia que temos.</p>
<p>Acho aceitavel que, nos estabelecimentos de dimensao suficientemente grande &#8211; e que sejam abertos ao publico, julgo que referi isso &#8211; deve haver uma area minima para nao fumadores. Isto NAO se aplica a &#8220;clubes privados&#8221;. Ai, a decisao sobre o fumo deve ser do dono. Exemplos: clubes de bridge, clubes de fumadores, zonas VIP de bares/discotecas, etc. </p>
<p>So&#8217; as zonas de &#8220;acesso publico&#8221;, em estabelecimentos grandes, e&#8217; que devem ter uma area minima (~25%) para nao fumadores, mas NAO necessariamente uma area minima para fumadores. E&#8217; uma pequena restricao que se justifica &#8216;a luz de um certo sentido de comunidade e da ideia de que estamos, ao abrir um espaco ao publico, perante um espaco &#8220;hibrido&#8221; e nao um espaco &#8220;privado&#8221;, como e&#8217; o caso dos clubes privados.</p>
<p>Este artigo nao tem nada que ver com o fumo, mas e&#8217; interessante como ponto de partida, entre outras coisas, para uma discussao sobre Individualismo vs Comunitarismo, hoje e ontem.</p>
<p><a href="http://www.ft.com/cms/s/a93abbda-f869-11db-a940-000b5df10621.html" rel="nofollow">http://www.ft.com/cms/s/a93abbda-f869-11db-a940-000b5df10621.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5122</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:10:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5122</guid>
		<description>Correccao: Eu defendo que todos os estabelecimentos de tipo 2 PEQUENOS tenham TOTAL liberdade de escolha no longo prazo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Correccao: Eu defendo que todos os estabelecimentos de tipo 2 PEQUENOS tenham TOTAL liberdade de escolha no longo prazo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5121</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:07:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/#comment-5121</guid>
		<description>&quot;não serão tão consensuais como pensas, aliás basta ver a forma como qqr fumador (ou crítico desta lei) é recebido qdo tenta puxar o assunto, apanha logo com um “Durante anos impuseram-nos a tirania do fumo, querem o quê agora?”.&quot;

Shyz: mas isso, quando muito, e&#039; &quot;autoritarismo&quot; - querer impor coisas &#039;a forca - ou, porventura, &quot;totalitarismo&quot; - invadir a vida privada de cada um. A tua citacao, quanto a mim, diz respeito a uma deriva autoritaria, tipo &quot;E&#039; proibido fumar porque sim, e nao se fala mais nisso!&quot;. O que pode ser perigosamente totalitario e&#039; a deriva persecutoria da vida privada dos cidadaos, com CCTV&#039;s, escutas telefonias por tudo e por nada, etc. Mas o contra-ataque contra a &quot;tirania do fumo&quot; - que, de facto, tem exisitido - nao e&#039; um sinal de paternalismo. Paternalismo era dizerem &quot;Nao te queixes desta proibicao, que e&#039; para bem da tua saude!&quot;

Ezequiel: sobre a politica do Mahjong, mandam os donos :-) Os ingleses sao tao ordeiros, diz a frase, que quando esperam sozinhos foram uma fila de um so&#039;, ehehe. A ideia da &quot;correccao historica&quot; de desigualdades passadas e&#039; muito interessante e dava uma tese de doutoramento por si so&#039;, mate. Vai ter de ficar para depois. Ha&#039; um misto de &quot;reparacao/compensacao&quot; e &quot;rectificacao/mudanca&quot;. Por exemplo, como ja&#039; escrevi aqui, sou, no longo prazo, contra a ideia de quotas para a AR, mas nao sou totalmente contra quotas temporarias, como forma de corrigir algumas coisas. O que me enerva, no caso das quotas, e&#039; a ideia feminista e pura de que deve ser 50%, mesmo no longo prazo. Nao deve, porque as pessoas tem preferencias diferentes. Mas nao dispersemos. Eu defendo que todos os estabelecimentos de tipo 2 tenham TOTAL liberdade de escolha no longo prazo. Quanto aos estabelecimentos suficientemente grandes *e* onde seja possivel separacao de fumo, devem ter, no minimo, uma area de 25% para NAO fumadores. E&#039; um numero como outro. E&#039; menos de 1/3 e mais de 1/5. Mas 20% nao me chateava. Acho 30% demais. ISTO E&#039; UMA RESTRICAO &#039;a liberdade de escolha, nao fujo a isso. Nao sou, de resto, &quot;liberaloide&quot;. Nao ha&#039; equivalencia para os fumadores, ou seja, nao defendo que tenha de haver uma area minima para fumadores, mesmo que fosse possivel separar convenientemente as areas. Era o que mais faltava se eu quisesse abrir um bar com uma area enorme e nao pudesse decidir que la&#039; nao se pode fumar. E&#039; que fumar e&#039; intrusivo. Nao fumar nao e&#039;. Dai que eu ache aceitavel impor uma area minima para nao fumadores, mas apenas em estabelecimentos grandes. Tu tambem falas de paternalismo relativamente &#039;a imposicao - hoje existente - da proibicao de fumo nos espacos pequenos. Isso e&#039;, quando muito, &quot;autoritarismo&quot;, nao paternalismo. Paternalismo e&#039; o que aparece na lei sobre a saude de cada um.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;não serão tão consensuais como pensas, aliás basta ver a forma como qqr fumador (ou crítico desta lei) é recebido qdo tenta puxar o assunto, apanha logo com um “Durante anos impuseram-nos a tirania do fumo, querem o quê agora?”.&#8221;</p>
<p>Shyz: mas isso, quando muito, e&#8217; &#8220;autoritarismo&#8221; &#8211; querer impor coisas &#8216;a forca &#8211; ou, porventura, &#8220;totalitarismo&#8221; &#8211; invadir a vida privada de cada um. A tua citacao, quanto a mim, diz respeito a uma deriva autoritaria, tipo &#8220;E&#8217; proibido fumar porque sim, e nao se fala mais nisso!&#8221;. O que pode ser perigosamente totalitario e&#8217; a deriva persecutoria da vida privada dos cidadaos, com CCTV&#8217;s, escutas telefonias por tudo e por nada, etc. Mas o contra-ataque contra a &#8220;tirania do fumo&#8221; &#8211; que, de facto, tem exisitido &#8211; nao e&#8217; um sinal de paternalismo. Paternalismo era dizerem &#8220;Nao te queixes desta proibicao, que e&#8217; para bem da tua saude!&#8221;</p>
<p>Ezequiel: sobre a politica do Mahjong, mandam os donos <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Os ingleses sao tao ordeiros, diz a frase, que quando esperam sozinhos foram uma fila de um so&#8217;, ehehe. A ideia da &#8220;correccao historica&#8221; de desigualdades passadas e&#8217; muito interessante e dava uma tese de doutoramento por si so&#8217;, mate. Vai ter de ficar para depois. Ha&#8217; um misto de &#8220;reparacao/compensacao&#8221; e &#8220;rectificacao/mudanca&#8221;. Por exemplo, como ja&#8217; escrevi aqui, sou, no longo prazo, contra a ideia de quotas para a AR, mas nao sou totalmente contra quotas temporarias, como forma de corrigir algumas coisas. O que me enerva, no caso das quotas, e&#8217; a ideia feminista e pura de que deve ser 50%, mesmo no longo prazo. Nao deve, porque as pessoas tem preferencias diferentes. Mas nao dispersemos. Eu defendo que todos os estabelecimentos de tipo 2 tenham TOTAL liberdade de escolha no longo prazo. Quanto aos estabelecimentos suficientemente grandes *e* onde seja possivel separacao de fumo, devem ter, no minimo, uma area de 25% para NAO fumadores. E&#8217; um numero como outro. E&#8217; menos de 1/3 e mais de 1/5. Mas 20% nao me chateava. Acho 30% demais. ISTO E&#8217; UMA RESTRICAO &#8216;a liberdade de escolha, nao fujo a isso. Nao sou, de resto, &#8220;liberaloide&#8221;. Nao ha&#8217; equivalencia para os fumadores, ou seja, nao defendo que tenha de haver uma area minima para fumadores, mesmo que fosse possivel separar convenientemente as areas. Era o que mais faltava se eu quisesse abrir um bar com uma area enorme e nao pudesse decidir que la&#8217; nao se pode fumar. E&#8217; que fumar e&#8217; intrusivo. Nao fumar nao e&#8217;. Dai que eu ache aceitavel impor uma area minima para nao fumadores, mas apenas em estabelecimentos grandes. Tu tambem falas de paternalismo relativamente &#8216;a imposicao &#8211; hoje existente &#8211; da proibicao de fumo nos espacos pequenos. Isso e&#8217;, quando muito, &#8220;autoritarismo&#8221;, nao paternalismo. Paternalismo e&#8217; o que aparece na lei sobre a saude de cada um.</p>
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		<title>Por: shyznogud</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5120</link>
		<dc:creator>shyznogud</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 14:49:08 +0000</pubDate>
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		<description>não serão tão consensuais como pensas, aliás basta ver a forma como qqr fumador (ou crítico desta lei) é recebido qdo tenta puxar o assunto, apanha logo com um &quot;Durante anos impuseram-nos a tirania do fumo, querem o quê agora?&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não serão tão consensuais como pensas, aliás basta ver a forma como qqr fumador (ou crítico desta lei) é recebido qdo tenta puxar o assunto, apanha logo com um &#8220;Durante anos impuseram-nos a tirania do fumo, querem o quê agora?&#8221;.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5119</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 14:40:54 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

Muito interessante. Congrats.

Só um ponto: O Mahjong, sem zona para fumar, ficará vazio ou cheio de vegetarianos Yogeurs obcecados com as baleias (greenpeace), apreciadores de alfafa...ou seja..que gastam 50 patacas por noite. Mesmo cheio, acabará na falencia.ehe heheh  Quem é que tem pachorra para estar a blla bla sem um cigarrito ??? O Português não é o Inglês que corre para uma fila mal ela se forma. Ninguém nos impede de fumar. Assim, apesar do teu brilhante excursus, que deve ser lido com muita atenção (já agora, será que podes elaborar  a ideia que a lib de escolha não é absoluta...  e a da correcção da diferenciação histórica...isto interessa-me muito!!), fico com  a impressão que todos os estabelecimentos terão que ter uma area de fumadores...o prob será para os que dispoem ou que  arrendam espaços pequenos (a preços baixissimos) que não lhes permitem a tal area de fumadores....estes são, julgo eu, a maioria...os governo que se cuidem pq se isto vai para a frente, serão muitas centenas de milhar de pequenos empresários que vão se ver à rasca...são sempre os pequenotes que se lixam!!! Eu sou completamente contra este tipo de intervencionismo. Considero este paternalismo inaceitável, ridiculo, patético até (e não sou um libertário). Mexe-me com os nervos. (isto não é um argumento....mas ainda estou a tomar o pequeno almoço)

Todavia, o teu texto está excelente, muito bem pensado e estruturado, (não precisas dos meus elogios para nada, mas gostei mesmo)

Abraço,Z</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>Muito interessante. Congrats.</p>
<p>Só um ponto: O Mahjong, sem zona para fumar, ficará vazio ou cheio de vegetarianos Yogeurs obcecados com as baleias (greenpeace), apreciadores de alfafa&#8230;ou seja..que gastam 50 patacas por noite. Mesmo cheio, acabará na falencia.ehe heheh  Quem é que tem pachorra para estar a blla bla sem um cigarrito ??? O Português não é o Inglês que corre para uma fila mal ela se forma. Ninguém nos impede de fumar. Assim, apesar do teu brilhante excursus, que deve ser lido com muita atenção (já agora, será que podes elaborar  a ideia que a lib de escolha não é absoluta&#8230;  e a da correcção da diferenciação histórica&#8230;isto interessa-me muito!!), fico com  a impressão que todos os estabelecimentos terão que ter uma area de fumadores&#8230;o prob será para os que dispoem ou que  arrendam espaços pequenos (a preços baixissimos) que não lhes permitem a tal area de fumadores&#8230;.estes são, julgo eu, a maioria&#8230;os governo que se cuidem pq se isto vai para a frente, serão muitas centenas de milhar de pequenos empresários que vão se ver à rasca&#8230;são sempre os pequenotes que se lixam!!! Eu sou completamente contra este tipo de intervencionismo. Considero este paternalismo inaceitável, ridiculo, patético até (e não sou um libertário). Mexe-me com os nervos. (isto não é um argumento&#8230;.mas ainda estou a tomar o pequeno almoço)</p>
<p>Todavia, o teu texto está excelente, muito bem pensado e estruturado, (não precisas dos meus elogios para nada, mas gostei mesmo)</p>
<p>Abraço,Z</p>
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	</item>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5118</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 14:25:47 +0000</pubDate>
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		<description>Shyznogud: nao disse que o problema do paternalismo nao era relevante! Antes pelo contrario. Acho-o muito importante, porque as &quot;intencoes&quot; do legislador nao podem deixar de ser tidas em conta. Discordo, neste ponto, do que disse o Luis Lavoura. A questao e&#039; que as criticas relativamente ao paternalismo sao relativamente consensuais, pelo que nao vejo necessidade de dispender muito tempo sobre isso. Ou sao relativamente consensuais dentro de um grupo alargado de pessoas que merecem o meu &quot;respeito&quot;, se quiseres (e com aspas, para nao me alongar). Acho um pouco redutor (embora perceba...) a tua referencia &#039;a minha &quot;casta&quot;, por ser - tambem - &quot;economista&quot;. 

RAF: a poluicao sonora e outras poluicoes sao &quot;outros&quot; problemas. Acho que quando misturamos as coisas e&#039; quase sempre, mesmo que nao conscientemente, uma manobra de dispersao (em termos de discussao-argumentacao). Tu referes que a lei e&#039; um pouco &quot;fundamentalista&quot;. Eu isso tambem subscrevo. Eu queria era saber se tu subscreves, ou nao, a ideia de que a propriedade privada de um estabelecimento - de qualquer tipo de estabelecimento - confere direitos ABSOLUTOS sobre exclusao de certo tipo de pessoas. A distincao entre estabelecimentos de tipo A ou B nao e&#039; sempre facil, como eu apontara no texto. O comentario do Luis Lavoura, sugerindo um leilao, e&#039; um optimo ponto de partida para pensarmos sobre este assunto. Se bem que pastelarias e cafes fossem, obrigatoriamente, de tipo 1. Ja&#039; se servirem refeicoes no prato (e nao apenas sandes, torradas, prego no pao, etc), podem candidatar-se a uma licenca. Sera&#039; uma discussao interessante, mas e&#039; uma questao, apesar de tudo, separavel da discussao no plano dos principios.

Ezequiel: um dia a gente fala sobre rational choice, entao. Repara que eu nao disse que achava que estava &quot;inspirado&quot;, mas apenas com &quot;apetite&quot; (para escrever), o que e&#039; uma coisa diferente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Shyznogud: nao disse que o problema do paternalismo nao era relevante! Antes pelo contrario. Acho-o muito importante, porque as &#8220;intencoes&#8221; do legislador nao podem deixar de ser tidas em conta. Discordo, neste ponto, do que disse o Luis Lavoura. A questao e&#8217; que as criticas relativamente ao paternalismo sao relativamente consensuais, pelo que nao vejo necessidade de dispender muito tempo sobre isso. Ou sao relativamente consensuais dentro de um grupo alargado de pessoas que merecem o meu &#8220;respeito&#8221;, se quiseres (e com aspas, para nao me alongar). Acho um pouco redutor (embora perceba&#8230;) a tua referencia &#8216;a minha &#8220;casta&#8221;, por ser &#8211; tambem &#8211; &#8220;economista&#8221;. </p>
<p>RAF: a poluicao sonora e outras poluicoes sao &#8220;outros&#8221; problemas. Acho que quando misturamos as coisas e&#8217; quase sempre, mesmo que nao conscientemente, uma manobra de dispersao (em termos de discussao-argumentacao). Tu referes que a lei e&#8217; um pouco &#8220;fundamentalista&#8221;. Eu isso tambem subscrevo. Eu queria era saber se tu subscreves, ou nao, a ideia de que a propriedade privada de um estabelecimento &#8211; de qualquer tipo de estabelecimento &#8211; confere direitos ABSOLUTOS sobre exclusao de certo tipo de pessoas. A distincao entre estabelecimentos de tipo A ou B nao e&#8217; sempre facil, como eu apontara no texto. O comentario do Luis Lavoura, sugerindo um leilao, e&#8217; um optimo ponto de partida para pensarmos sobre este assunto. Se bem que pastelarias e cafes fossem, obrigatoriamente, de tipo 1. Ja&#8217; se servirem refeicoes no prato (e nao apenas sandes, torradas, prego no pao, etc), podem candidatar-se a uma licenca. Sera&#8217; uma discussao interessante, mas e&#8217; uma questao, apesar de tudo, separavel da discussao no plano dos principios.</p>
<p>Ezequiel: um dia a gente fala sobre rational choice, entao. Repara que eu nao disse que achava que estava &#8220;inspirado&#8221;, mas apenas com &#8220;apetite&#8221; (para escrever), o que e&#8217; uma coisa diferente.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5117</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 14:09:45 +0000</pubDate>
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		<description>presumo eu??? Tiago, presumo eu??? seguido de ??????????? Não tenho nada contra a rational choice theory. Nadinha mesmo. Não a compreendo muito bem, mas este é outro problema. Até já.

Bem bom que escreveste um lençol e que te sentes inspirado. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>presumo eu??? Tiago, presumo eu??? seguido de ??????????? Não tenho nada contra a rational choice theory. Nadinha mesmo. Não a compreendo muito bem, mas este é outro problema. Até já.</p>
<p>Bem bom que escreveste um lençol e que te sentes inspirado. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Vasco Campilho</title>
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		<dc:creator>Vasco Campilho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 14:01:50 +0000</pubDate>
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		<description>excelente ideia, a do leilão...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>excelente ideia, a do leilão&#8230;</p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
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		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 13:42:54 +0000</pubDate>
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		<description>shyznogud,

que é que interessa o pretenso &quot;paternalismo&quot; da lei? O que interessa, numa lei, não são o seu preâmbulo ou os seus objetivos nominais, mas sim as medidas efetivas que decreta. Eu não me interessa saber se esta lei é ou não é &quot;paternalista&quot;, o que me interessa é ver se as medidas que impõe são ou não são justas, adequadas e realizáveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>shyznogud,</p>
<p>que é que interessa o pretenso &#8220;paternalismo&#8221; da lei? O que interessa, numa lei, não são o seu preâmbulo ou os seus objetivos nominais, mas sim as medidas efetivas que decreta. Eu não me interessa saber se esta lei é ou não é &#8220;paternalista&#8221;, o que me interessa é ver se as medidas que impõe são ou não são justas, adequadas e realizáveis.</p>
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	<item>
		<title>Por: Luís Lavoura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5114</link>
		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 13:40:07 +0000</pubDate>
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		<description>RAF,

uma forma de distinguir os estabelecimentos tipo A dos do tipo B seria leiloar entre todos os estabelecimentos do ramo a designação de &quot;tipo B&quot;. Ou seja, quem quisesse ter um restaurante classificado como &quot;tipo B&quot; teria que concorrer a um leilão, promovido para esse efeito pelo município. O leilão teria um número limitado de licenças à venda. Só os estabelecimentos que comprassem essas licenças é que poderiam ostentar a classificação &quot;tipo B&quot; e, com isso, ser autorizados a permitir fumadores.

Creio que é desta forma que são determinados, na Pensilvânia, os (muitíssimo raros) restaurantes que são autorizados a servir bebidas alcoólicas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RAF,</p>
<p>uma forma de distinguir os estabelecimentos tipo A dos do tipo B seria leiloar entre todos os estabelecimentos do ramo a designação de &#8220;tipo B&#8221;. Ou seja, quem quisesse ter um restaurante classificado como &#8220;tipo B&#8221; teria que concorrer a um leilão, promovido para esse efeito pelo município. O leilão teria um número limitado de licenças à venda. Só os estabelecimentos que comprassem essas licenças é que poderiam ostentar a classificação &#8220;tipo B&#8221; e, com isso, ser autorizados a permitir fumadores.</p>
<p>Creio que é desta forma que são determinados, na Pensilvânia, os (muitíssimo raros) restaurantes que são autorizados a servir bebidas alcoólicas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: RAF</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5113</link>
		<dc:creator>RAF</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 13:31:50 +0000</pubDate>
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		<description>Pergunto-me apenas como é que legalmente distingues os estabelecimentos do tipo 1 dos estabelecimentos do tipo B. Eu moro em Matosinhos, a meca da gastronomia nacional, e posso dizer-te que há muitos cafés e tascas (que na tua classificação cairiam no tipo A) que têm mais &#039;peregrinos&#039; que outros, aparentemente mais aprazíveis (num registo mais do tipo 2). A mim não me choca que haja uma proibição absoluta de fumar nos locais públicos, e que nas escolas, universidades, empresas, as restrições sejam grandes. Mas naquilo que são espaços privados de abertura ao público, onde a sua frequência é voluntária, considero a lei fundamentalista. Cada um deve poder fumar livremente, e escolher os espaços em função daquilo que estes oferecem (o que inclui ser ou não um ambiente fumador).
Noto que, pior que o tabaco, em Portugal impera a &#039;poluição sonora&#039;. Ainda ontem, eram duas da manhã e tinha o Pedro Abrunhosa em grande estilo, a cantar dentro de minha casa sem ter sido convidado. Para meu azar, moro a 500 metros do local onde funciona a Queima das Fitas, evento que aprecio (nunca faltei uma só noite), mas cuja organização, ano após ano, se faz contra as dezenas de milhar de cidadãos que durante uma semana perder horas preciosas de descanso (com a complacência das autoridades, quer camarárias, quer policiais).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pergunto-me apenas como é que legalmente distingues os estabelecimentos do tipo 1 dos estabelecimentos do tipo B. Eu moro em Matosinhos, a meca da gastronomia nacional, e posso dizer-te que há muitos cafés e tascas (que na tua classificação cairiam no tipo A) que têm mais &#8216;peregrinos&#8217; que outros, aparentemente mais aprazíveis (num registo mais do tipo 2). A mim não me choca que haja uma proibição absoluta de fumar nos locais públicos, e que nas escolas, universidades, empresas, as restrições sejam grandes. Mas naquilo que são espaços privados de abertura ao público, onde a sua frequência é voluntária, considero a lei fundamentalista. Cada um deve poder fumar livremente, e escolher os espaços em função daquilo que estes oferecem (o que inclui ser ou não um ambiente fumador).<br />
Noto que, pior que o tabaco, em Portugal impera a &#8216;poluição sonora&#8217;. Ainda ontem, eram duas da manhã e tinha o Pedro Abrunhosa em grande estilo, a cantar dentro de minha casa sem ter sido convidado. Para meu azar, moro a 500 metros do local onde funciona a Queima das Fitas, evento que aprecio (nunca faltei uma só noite), mas cuja organização, ano após ano, se faz contra as dezenas de milhar de cidadãos que durante uma semana perder horas preciosas de descanso (com a complacência das autoridades, quer camarárias, quer policiais).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: shyznogud</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5111</link>
		<dc:creator>shyznogud</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 13:12:43 +0000</pubDate>
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		<description>Ao contrário do que afirmas, não me parece que o mais polémico desta lei seja, e cito-te, &quot;a legislação sobre as restrições ao fumo em estabelecimentos de restauração e bebidas.&quot;, essa é apenas a questão mais discutida dentro da &quot;casta&quot; onde te mexes (vulgo, economistas ou gente especialmente interessada em teoria económica). O mais criticável para muitos é o que referes nos parágrafos iniciais, o paternalismo inadmissível do estado face ao cidadão ... fumador ou não. Porque é que refiro também o não-fumador? Quando se  abre um caminho para as cruzadas morais da virtude, não sabemos o que se segue.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que afirmas, não me parece que o mais polémico desta lei seja, e cito-te, &#8220;a legislação sobre as restrições ao fumo em estabelecimentos de restauração e bebidas.&#8221;, essa é apenas a questão mais discutida dentro da &#8220;casta&#8221; onde te mexes (vulgo, economistas ou gente especialmente interessada em teoria económica). O mais criticável para muitos é o que referes nos parágrafos iniciais, o paternalismo inadmissível do estado face ao cidadão &#8230; fumador ou não. Porque é que refiro também o não-fumador? Quando se  abre um caminho para as cruzadas morais da virtude, não sabemos o que se segue.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5107</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 10:46:27 +0000</pubDate>
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		<description>Só para deixar claro que eu não faço &quot;gentilezas&quot; a ninguém quando discuto ideias. Ou gosto de uma ideia ou não gosto de uma ideia. Se gosto da ideia e ela me parece relevante, como era o caso desta (sobretudo por ser um argumento demasiadamente ausente destas discussões), seria um erro não usá-la. Todos os posts, creio eu, devem ter uma boa dose de despretensiosismo. Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, e se me é permitido falar em causa própria, a extensão deste post é sinal disso mesmo. Não duvido que poucos terão pachorra para ler um lençol deste tamanho, mas apeteceu-me escrever e escrever, e os apetites têm muita força.

Ezequiel: calma com os rótulos, homem. Sabes, de outras discussões, que eu sou um crítico dos rational choice theorists mainstream. Não me peças é que numa exposição argumentativa começe a largar poesia a torto e a direito :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para deixar claro que eu não faço &#8220;gentilezas&#8221; a ninguém quando discuto ideias. Ou gosto de uma ideia ou não gosto de uma ideia. Se gosto da ideia e ela me parece relevante, como era o caso desta (sobretudo por ser um argumento demasiadamente ausente destas discussões), seria um erro não usá-la. Todos os posts, creio eu, devem ter uma boa dose de despretensiosismo. Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, e se me é permitido falar em causa própria, a extensão deste post é sinal disso mesmo. Não duvido que poucos terão pachorra para ler um lençol deste tamanho, mas apeteceu-me escrever e escrever, e os apetites têm muita força.</p>
<p>Ezequiel: calma com os rótulos, homem. Sabes, de outras discussões, que eu sou um crítico dos rational choice theorists mainstream. Não me peças é que numa exposição argumentativa começe a largar poesia a torto e a direito <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Luís Lavoura</title>
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		<dc:creator>Luís Lavoura</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 10:31:20 +0000</pubDate>
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		<description>É muita gentileza da parte do Tiago Mendes referir-se tão extensamente ao meu despretensioso post.  Fico muito sensibilizado com a atenção que me é assim dispensada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muita gentileza da parte do Tiago Mendes referir-se tão extensamente ao meu despretensioso post.  Fico muito sensibilizado com a atenção que me é assim dispensada.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/05/06/tiago-mendes-o-fumo-dos-outros-reloaded/comment-page-1/#comment-5102</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2007 05:32:35 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

eh eheh e he h h LOL :)

o detalhe da clausula X é fantástico

e eu que tinha acabado de acender um cigarrinho do cowboy! Bolas! 

Bem, vou tentar lêr o primeiro capitulo hoje à tarde

Depois digo-te alguma coisa...escolha racioanal, presumo eu??????

Um grande abraço

that was funny, really funny!!! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>eh eheh e he h h LOL <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>o detalhe da clausula X é fantástico</p>
<p>e eu que tinha acabado de acender um cigarrinho do cowboy! Bolas! </p>
<p>Bem, vou tentar lêr o primeiro capitulo hoje à tarde</p>
<p>Depois digo-te alguma coisa&#8230;escolha racioanal, presumo eu??????</p>
<p>Um grande abraço</p>
<p>that was funny, really funny!!! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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