Esta guerra e a próxima: um debate

Ana Gomes, Freitas do Amaral, Mário Soares e o Nuno Ramos de Almeida vão discutir, com a moderação da Joana Amaral Dias, os quatro anos da guerra do Iraque e e a possibilidade de uma nova guerra no Irão, no dia 20 de Março, às 21 horas, na Associação 25 de Abril (Rua da Misericórdia nº 95, em Lisboa). A organização é da cooperativa Contraponto, numa iniciativa que pretende envolver algumas das pessoas que se opuseram à guerra do Iraque, organizaram a manifestações globais de 15 de Fevereiro e/ou participaram no comício da Aula Magna contra a guerra.

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SEXTA | António Figueira
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12 respostas a Esta guerra e a próxima: um debate

  1. Ezequiel diz:

    Será que podem transmitir live, online??? (com feedback permitido, é claro) 🙂

  2. Ezequiel diz:

    Aqui no 5dias?????? Easy!

  3. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Ezequiel,
    Live vai ser difícil, mas vamos ver o que se pode arranjar.

    Abraço,
    Nuno

  4. Pingback: O Insurgente » Blog Archive » Com esses 5 não é um debate, é um comício anti-EUA

  5. joao pedro diz:

    1 entrada aqui (o teclado nao tem acentos, peco desculpa)

    boa!

    mas fico coma sensacao que vai ser o Mario Soares a falar, e os outros a(penas) a concordar, nao havera’ contradito’rio ali ou… nao e’ disso que se trata?
    parabens pelo blog

    Tenho saudades desse espaco na R. da Misericordia, boa musica e excelente coleccao de artesanato

    obrigado

    JP

  6. pedro oliveira diz:

    A próxima guerra vai ser com ? ou com !…

    http://vilaforte.blog.com/

  7. Luís Lavoura diz:

    Realmente, para um debate a sério, poderiam ter convidado, sei lá, o Rui Ramos ou o José Manuel Fernandes.

    Mas eles ainda não devem ter recebido instruções de D.C. e, portanto, não saberiam que posição defender.

  8. pedro diz:

    A associação 25 de ABril está ver se se actualiza a fim de não morrer tal como aconteceu com as de veteranos da 1ª guerra. Já agora, se não tivese havido 25 de Abril, se calhar POrtugal não teria participado na Guerra do Iraque.

  9. vasco morais diz:

    Os responsáveis da entidade promotora deste debate não deviam estar em Portugal na altura do comício da Aula Magna e da enorme manifestação contra a Guerra que foi do Largo Camões ao Rossio.
    Se estivessem estado, dificilmente, a não ser por preconceito e discriminação, se pdoeriam esquecer que numa e noutra coisa os comunistas – muitos milhares -participaram plenamente (só para exemplificar: Odete Santos na Aula Magna e Carlos Carvalhas, ao lado de Soares e M.L. Pintasilgo na primeira fila da manifestação).

    Não sei se o fizeram ou não, mas ficava bem aos que foram convidados para falarem neste debate lembrarem aos promotores que alguém (os do costume) ficou injustamente de fora dos seus critérios.

  10. António Figueira diz:

    Caro Vasco Morais,
    Eu por acaso não estava em Portugal na altura… mas não é por isso que lhe respondo, é apenas para desfazer um possível mal-entendido: este post é assinado por mim porque foi afixado na 3ª feira, que é o meu dia dos 5 dias, mas eu não faço parte da entidade promotora nem estou ligado à organização do evento, pelo que não posso justificar ou defender a escolha destes (ou de outros) nomes.
    Cordialmente, AF

  11. Nuno Ramos de Almeida diz:

    Vasco Morais, eu fui um dos organizadores da manifestação e, de facto, estava muita gente na primeira fila, não cabiam todos na sala, quanto mais na mesa deste debate. Do comício da Aula Magna não convidamos o Francisco Louçã, a Odete Santos e o Manuel Carvalho da Silva todos nomes bem interessantes. Foi uma opção devida à escassês do tempo.

  12. vasco morais diz:

    Vamos a ver se nos entendemos :

    Ponto 1 para o estimado António Figueira : percebi antecipada e perfeitamente a situação que me descreve e não há no meu comentário nada, mas nada, que lhe seja dirigido ;

    Ponto 2 para o igualmente estimado Nuno Tito de Morais Ramos de Almeida : aqui a coisa já fia mais fino porque ele diz «não convidamos» o que quer dizer que é um dos promotores; e , sendo, já tem idade suficiente para se deixar de truques de ocasião, de malabarismos de palavras e de espalhar nevoeiro politico; porque ele não pode deixar de saber que o problema não está nem podia estar nas pessoas que falaram no comício da Aula Magna e agora não vão estar na mesa; o problema – como ele não pode deixar de saber – é que de todas as principais correntes ou sensibilidades que convergiram nessa altura na luta contra a agressão ao Iraque, só há uma que não tem lugar na mesa onde, para dizer as coisas com todas as letras, nenhum comunista sentará o cú ou abrirá a boca.
    A Contraponto tem todo o direito de convidar quem quiser e seguir os critérios que quiser: mas era mais democrático que fosse capaz de os assumir com franqueza em vez de pôr o bom do Nuno a desarrincar desculpas esfarrapadas.
    Tirando isto, amigos como dantes, e votos de boas postas aqui no «cinco dias».

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