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	<title>Comentários em: A magnífica reitora</title>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2735</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 16:38:04 +0000</pubDate>
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		<description>(Cada um de nos, Tiago e Ezequiel, punha um FIM &#039;a &quot;nossa&quot; conversa, como e&#039; natural. Quem quiser que a continue. Eu e o Ezequiel e&#039; que resolvemos, de forma explicita, despedirmo-nos e encerrar esse - entre nos - capitulo. Dai que ainda possa escrever, nao sendo &quot;dono&quot; do post nem do blog, outro THE END, desta vez entre mim e ti, no que concerne a este post, naturally. Para ti, portanto: THE END)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Cada um de nos, Tiago e Ezequiel, punha um FIM &#8216;a &#8220;nossa&#8221; conversa, como e&#8217; natural. Quem quiser que a continue. Eu e o Ezequiel e&#8217; que resolvemos, de forma explicita, despedirmo-nos e encerrar esse &#8211; entre nos &#8211; capitulo. Dai que ainda possa escrever, nao sendo &#8220;dono&#8221; do post nem do blog, outro THE END, desta vez entre mim e ti, no que concerne a este post, naturally. Para ti, portanto: THE END)</p>
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		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2733</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 15:58:57 +0000</pubDate>
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		<description>Caríssimos, a vossa conversa foi um mimo. Só vim fazer uma rectificação. Como a coisa é aberta a todos quantos queiram ou quiseram, ou à editora ou à autora do texto cabe o ponto final, parágrafo.

Fim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimos, a vossa conversa foi um mimo. Só vim fazer uma rectificação. Como a coisa é aberta a todos quantos queiram ou quiseram, ou à editora ou à autora do texto cabe o ponto final, parágrafo.</p>
<p>Fim.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2731</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 15:17:07 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ezequiel,

Tambem gostei desta nossa conversa, que alguns reduziram a coisas que ela nao foi, mas nos dois e&#039; que sabemos (de nos dois). Nao acredito numa separacao &quot;algodao branco&quot; entre &quot;liberdade positiva&quot; e &quot;liberdade negativa&quot;. Nesse sentido, concordo contigo. Tambem nao presumo uma tensao &quot;imanente&quot; entre liberdade e igualdade. Se quiseres, e pelo que escreves, julgo que as nossas diferencas serao de &quot;grau&quot; e nao de &quot;natureza&quot;. Ou, dito de outro modo, eu nao creio em &quot;absolutos&quot; - liberdade vs igualdade, liberdade-para vs liberdade-de -, mas valorizo de forma *suficientemente* diferente algumas delas para, neste ponto em particular, ter uma posicao diferente da tua.

Abraco. (THE END)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,</p>
<p>Tambem gostei desta nossa conversa, que alguns reduziram a coisas que ela nao foi, mas nos dois e&#8217; que sabemos (de nos dois). Nao acredito numa separacao &#8220;algodao branco&#8221; entre &#8220;liberdade positiva&#8221; e &#8220;liberdade negativa&#8221;. Nesse sentido, concordo contigo. Tambem nao presumo uma tensao &#8220;imanente&#8221; entre liberdade e igualdade. Se quiseres, e pelo que escreves, julgo que as nossas diferencas serao de &#8220;grau&#8221; e nao de &#8220;natureza&#8221;. Ou, dito de outro modo, eu nao creio em &#8220;absolutos&#8221; &#8211; liberdade vs igualdade, liberdade-para vs liberdade-de -, mas valorizo de forma *suficientemente* diferente algumas delas para, neste ponto em particular, ter uma posicao diferente da tua.</p>
<p>Abraco. (THE END)</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2729</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 15:01:40 +0000</pubDate>
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		<description>correcção: presumo a sua reciprocidade. (ponto final)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>correcção: presumo a sua reciprocidade. (ponto final)</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2728</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 15:00:14 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago, 

Gostei desta disputa honesta e aberta. Sem querer insistir mais na discussão, com fair play, permite-me dizer apenas isto:

A liberdade de escolha é uma possibilidade existencial e uma capacidade-para. Sem determinadas condições a liberdade de escolha é uma ficção normativa. As condições que possibilitam a liberdade de escolha precedem, logicamente e experiencialmente, a possibilidade para a escolha. Isto parece-me evidente. Ou seja, eu não presumo uma tensão imanente entre igualdade-liberdade. Presumo a sua reciprocidade mutua. Mas concordo em discordar, claro. 

Cumprimentos, ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago, </p>
<p>Gostei desta disputa honesta e aberta. Sem querer insistir mais na discussão, com fair play, permite-me dizer apenas isto:</p>
<p>A liberdade de escolha é uma possibilidade existencial e uma capacidade-para. Sem determinadas condições a liberdade de escolha é uma ficção normativa. As condições que possibilitam a liberdade de escolha precedem, logicamente e experiencialmente, a possibilidade para a escolha. Isto parece-me evidente. Ou seja, eu não presumo uma tensão imanente entre igualdade-liberdade. Presumo a sua reciprocidade mutua. Mas concordo em discordar, claro. </p>
<p>Cumprimentos, ezequiel</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2726</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 14:46:06 +0000</pubDate>
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		<description>Nao ligues, Ezequiel. Vozes destas nao chegam ao ceu. Mais uns videos do outro mundo:

http://youtube.com/watch?v=mco4CUV6aoY&amp;mode=related&amp;search=
 
http://youtube.com/watch?v=pyoVFdDCTWE&amp;mode=related&amp;search=
  
http://youtube.com/watch?v=tPWUJhYS0us&amp;mode=related&amp;search=</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nao ligues, Ezequiel. Vozes destas nao chegam ao ceu. Mais uns videos do outro mundo:</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=mco4CUV6aoY&#038;mode=related&#038;search" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=mco4CUV6aoY&#038;mode=related&#038;search</a>=</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=pyoVFdDCTWE&#038;mode=related&#038;search" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=pyoVFdDCTWE&#038;mode=related&#038;search</a>=</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=tPWUJhYS0us&#038;mode=related&#038;search" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=tPWUJhYS0us&#038;mode=related&#038;search</a>=</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2724</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 13:38:40 +0000</pubDate>
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		<description>a ética de mill é isto mesmo, cavalheiro aff. Discussão publica  sem tretas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a ética de mill é isto mesmo, cavalheiro aff. Discussão publica  sem tretas.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: aff</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2712</link>
		<dc:creator>aff</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2007 08:42:42 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Marta, os meus parabéns. Verificou-se aqui uma luta de galos onde os argumentos multimedia soaram mais fortes. Atingiu-se um equilibrio de Nash que não abona nada em favor da ética de Mill, nada que de novo portante deste lado do Sol.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Marta, os meus parabéns. Verificou-se aqui uma luta de galos onde os argumentos multimedia soaram mais fortes. Atingiu-se um equilibrio de Nash que não abona nada em favor da ética de Mill, nada que de novo portante deste lado do Sol.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2707</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 22:13:19 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, não há grande pachorra para boxe, pá. Quando a Krav Magna, ok, é boa para ato-defesa e bouncing em particular (hehe), mas pouco espectacular. Já o vídeo de breakdancing é inexcedível!

Deixo aqui um vídeo do deus russo Alexei Nemov, com dedicatória especial às leitoras:

http://youtube.com/watch?v=JMKerW8EJzo

E outro deus, este grego, Pyrros Dimas (menos &quot;estético&quot;, yeah, mas incrível):

http://youtube.com/watch?v=l5NO4L5Ozp0</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, não há grande pachorra para boxe, pá. Quando a Krav Magna, ok, é boa para ato-defesa e bouncing em particular (hehe), mas pouco espectacular. Já o vídeo de breakdancing é inexcedível!</p>
<p>Deixo aqui um vídeo do deus russo Alexei Nemov, com dedicatória especial às leitoras:</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=JMKerW8EJzo" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=JMKerW8EJzo</a></p>
<p>E outro deus, este grego, Pyrros Dimas (menos &#8220;estético&#8221;, yeah, mas incrível):</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=l5NO4L5Ozp0" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=l5NO4L5Ozp0</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2706</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 21:31:05 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;1) Como é que a igualdade proporcional, os 50/50 pervertem a escolha livre ou la difference???&quot;

Recuso-me a eloborar sobre isto, sorry, Ezequiel. Pensa no possivel  conflito entre &quot;livre&quot; e &quot;imposicao&quot;. Nao digo mais nada.

Claro que a ciencia também tem lados políticos, nunca disse que não.

Que tu aches que 50-50 é justo, eu aceito. Eu acho que o que é justo é que a &quot;liberdade de escolha&quot;, SEM IMPOSIÇAO de quotas, tenha PRECEDÊNCIA sobre a desejabilidade de uma determinada proporcionalidade, seja 50-50 or not. Entendemo-nos, ou não? 

Tu valorizas, neste ponto, mais a igualdade, eu valorizo mais a liberdade. As simple as that. Discordamos e, dadas essas diferenças, podemos concordar em discordar. Não me queiras é tu querer convencer de algo por artifícios argumentativos, quando os nossos &quot;valores de partida&quot; são diferentes. O consenso tem limites, e eu não procuro aqui o consenso, mas apenas que esclareçamos algumas coisas.

http://apontamentos7.blogspot.com/2005/11/os-limites-do-consenso.html

&quot;Como disse, a igualdade de direitos ou de possibilidades participativas NÃO, repito NÃO, determina comportamentos (x ou y ) , ou seja, posto por miudos, a igualdade de direitos e bla bla NÃO corrompe as diferenças imaculadas que defendes. Muito pelo contrário&quot;

Meu caro, as diferenças ou existem ou não existem. Claro que, a existirem, não serão corrompidas por este sistema. Quando muito, a MUITO MUITO LONGO prazo, poderão evoluir de forma A ou B devido a condicionantes C ou D. A igualdade de RESULTADOS que tu propões perverte ALGUMA liberdade de escolha e o mérito em atingir lugar X ou Y. Acho que não vale a pena discutir mais, really.

Vou ver os vídeos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;1) Como é que a igualdade proporcional, os 50/50 pervertem a escolha livre ou la difference???&#8221;</p>
<p>Recuso-me a eloborar sobre isto, sorry, Ezequiel. Pensa no possivel  conflito entre &#8220;livre&#8221; e &#8220;imposicao&#8221;. Nao digo mais nada.</p>
<p>Claro que a ciencia também tem lados políticos, nunca disse que não.</p>
<p>Que tu aches que 50-50 é justo, eu aceito. Eu acho que o que é justo é que a &#8220;liberdade de escolha&#8221;, SEM IMPOSIÇAO de quotas, tenha PRECEDÊNCIA sobre a desejabilidade de uma determinada proporcionalidade, seja 50-50 or not. Entendemo-nos, ou não? </p>
<p>Tu valorizas, neste ponto, mais a igualdade, eu valorizo mais a liberdade. As simple as that. Discordamos e, dadas essas diferenças, podemos concordar em discordar. Não me queiras é tu querer convencer de algo por artifícios argumentativos, quando os nossos &#8220;valores de partida&#8221; são diferentes. O consenso tem limites, e eu não procuro aqui o consenso, mas apenas que esclareçamos algumas coisas.</p>
<p><a href="http://apontamentos7.blogspot.com/2005/11/os-limites-do-consenso.html" rel="nofollow">http://apontamentos7.blogspot.com/2005/11/os-limites-do-consenso.html</a></p>
<p>&#8220;Como disse, a igualdade de direitos ou de possibilidades participativas NÃO, repito NÃO, determina comportamentos (x ou y ) , ou seja, posto por miudos, a igualdade de direitos e bla bla NÃO corrompe as diferenças imaculadas que defendes. Muito pelo contrário&#8221;</p>
<p>Meu caro, as diferenças ou existem ou não existem. Claro que, a existirem, não serão corrompidas por este sistema. Quando muito, a MUITO MUITO LONGO prazo, poderão evoluir de forma A ou B devido a condicionantes C ou D. A igualdade de RESULTADOS que tu propões perverte ALGUMA liberdade de escolha e o mérito em atingir lugar X ou Y. Acho que não vale a pena discutir mais, really.</p>
<p>Vou ver os vídeos.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2702</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 18:48:34 +0000</pubDate>
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		<description>Assim, simplificando as coisas, peço-te, mui respeitosamente que respondas às seguintes perguntas:

1) Como é que a igualdade proporcional, os 50/50 pervertem a escolha livre ou la difference???

Vamos por partes, ponto por ponto, dialecticamente. Depois seguimos para o ponto a seguir, se concordares que este é uma heuristica de interesse. (já agora, caras meninas, porque é que não mexem o rabusco e se defendem como deve ser) BOLAS!! Parece que estão hibernadas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assim, simplificando as coisas, peço-te, mui respeitosamente que respondas às seguintes perguntas:</p>
<p>1) Como é que a igualdade proporcional, os 50/50 pervertem a escolha livre ou la difference???</p>
<p>Vamos por partes, ponto por ponto, dialecticamente. Depois seguimos para o ponto a seguir, se concordares que este é uma heuristica de interesse. (já agora, caras meninas, porque é que não mexem o rabusco e se defendem como deve ser) BOLAS!! Parece que estão hibernadas!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2701</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 18:44:14 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

não sei onde andas com a  cabeça, mas a aplicação da ciencia na argumentação é um processo político. Outros iriam mais longe e diriam que a propria ciencia é profundamente condicionada por critérios políticos (estuda-se o quê, porquê, verbas para a ciencia)

Estás a reduzir a tese da igualdade a um simplismo ridiculo. É obvio que somos todos diferentes. Já te pedi que me explicasses como é que a igualdade perverte a diferença e, até agora, rien, zieltsch, NADA. Porra! Como disse, a igualdade de direitos ou de possibilidades participativas NÃO, repito NÃO, determina comportamentos (x ou y ) , ou seja, posto por miudos, a igualdade de direitos e bla bla NÃO corrompe as diferenças imaculadas que defendes. Muito pelo contrário. Assegura a sua articulação. Estamos aqui às voltas, a tentar dar mordidelas no respectivo, reiterando interminavelmente as mesmas teses, sem avançar um milimetro em qq direcção. Reiterar que as mulheres são diferentes de nós é, neste contexto, completamente banal porque não responde à questão essencial: a da justiça. Então o que é que propões: direitos especificos para esferas existenciais especificas(isto nem sequer acontece, sensu stricto, com o multiculturalismo)

Esta coisa de invocar o conhecimento dito cientifico é muito complicado dada a multiplicidade de perspectivas dentro do proprio conhecimento cientifico. É um escape, apenas, que manifesta uma procura, porventura desesperada, de alguma objectividade e, quiçá, dar por concluida a apresentação de argumentos. 

uuufa...

abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>não sei onde andas com a  cabeça, mas a aplicação da ciencia na argumentação é um processo político. Outros iriam mais longe e diriam que a propria ciencia é profundamente condicionada por critérios políticos (estuda-se o quê, porquê, verbas para a ciencia)</p>
<p>Estás a reduzir a tese da igualdade a um simplismo ridiculo. É obvio que somos todos diferentes. Já te pedi que me explicasses como é que a igualdade perverte a diferença e, até agora, rien, zieltsch, NADA. Porra! Como disse, a igualdade de direitos ou de possibilidades participativas NÃO, repito NÃO, determina comportamentos (x ou y ) , ou seja, posto por miudos, a igualdade de direitos e bla bla NÃO corrompe as diferenças imaculadas que defendes. Muito pelo contrário. Assegura a sua articulação. Estamos aqui às voltas, a tentar dar mordidelas no respectivo, reiterando interminavelmente as mesmas teses, sem avançar um milimetro em qq direcção. Reiterar que as mulheres são diferentes de nós é, neste contexto, completamente banal porque não responde à questão essencial: a da justiça. Então o que é que propões: direitos especificos para esferas existenciais especificas(isto nem sequer acontece, sensu stricto, com o multiculturalismo)</p>
<p>Esta coisa de invocar o conhecimento dito cientifico é muito complicado dada a multiplicidade de perspectivas dentro do proprio conhecimento cientifico. É um escape, apenas, que manifesta uma procura, porventura desesperada, de alguma objectividade e, quiçá, dar por concluida a apresentação de argumentos. </p>
<p>uuufa&#8230;</p>
<p>abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Teresa FM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2700</link>
		<dc:creator>Teresa FM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:46:09 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto às quotas e a sua &quot;necessidade&quot;, só isto: não temos uma sociedade, ainda, capaz de entender que, na política, h e m podem ser AMBOS muito úteis. 50/50 são 50/50, nada mais.
Por acaso vim há pouco de uma reunião semanal de um determinado partido, ao qual pertenço, e coincidentemente estavamos (não por imposição, mas porque calhou - foram os que aprareceram) representados 50/50 (eramos só 4, mas eramos 2 mulheres e 2 homens). Partido esse que, por acaso, tem a representação de um só elemento na Ass. Municipal e é uma mulher, não por imposição, mas porque dentro do que tinhamos era quem melhor se adequava ao cargo, vá-se lá saber porque. São os infurtúnios de se viver na província...
Tiago, eu não duvido que h e m tenham caracteristicas diferentes, aliás, ainda ha bem pouco tempo estive atenta a um programa sobre o tema que passou no canal 2 da RTP que achei bastante interessante. Embora não tenha nenhum conhecimento científico sobre a matéria (não é sequer a minha área), declaro-me sempre apta para receber, de quem sabe, mais informação. Não consigo é descortinar porque razão essas diferenças podem ser importantes e limitativas, nomeadamente na política, ou noutras áres da sociedade.
A mim parece-me que a heterogeneidade faz a diferença, e essa só poderá ser proveitosa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto às quotas e a sua &#8220;necessidade&#8221;, só isto: não temos uma sociedade, ainda, capaz de entender que, na política, h e m podem ser AMBOS muito úteis. 50/50 são 50/50, nada mais.<br />
Por acaso vim há pouco de uma reunião semanal de um determinado partido, ao qual pertenço, e coincidentemente estavamos (não por imposição, mas porque calhou &#8211; foram os que aprareceram) representados 50/50 (eramos só 4, mas eramos 2 mulheres e 2 homens). Partido esse que, por acaso, tem a representação de um só elemento na Ass. Municipal e é uma mulher, não por imposição, mas porque dentro do que tinhamos era quem melhor se adequava ao cargo, vá-se lá saber porque. São os infurtúnios de se viver na província&#8230;<br />
Tiago, eu não duvido que h e m tenham caracteristicas diferentes, aliás, ainda ha bem pouco tempo estive atenta a um programa sobre o tema que passou no canal 2 da RTP que achei bastante interessante. Embora não tenha nenhum conhecimento científico sobre a matéria (não é sequer a minha área), declaro-me sempre apta para receber, de quem sabe, mais informação. Não consigo é descortinar porque razão essas diferenças podem ser importantes e limitativas, nomeadamente na política, ou noutras áres da sociedade.<br />
A mim parece-me que a heterogeneidade faz a diferença, e essa só poderá ser proveitosa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2699</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:26:31 +0000</pubDate>
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		<description>Chill Teresa (&amp;Marta) a malta está na brincadeira!!!  (caro Tiago..força OK, mas as meninas tem mais elasticidade do que nós)

Tiago,

Isto faz mais o meu género...

http://www.youtube.com/watch?v=-k7wigYj0Lg

http://www.youtube.com/watch?v=VNkU9zyHuWw

The BEST EVER!! Love the man! :)

http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0

http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0


Boys will be boys!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chill Teresa (&amp;Marta) a malta está na brincadeira!!!  (caro Tiago..força OK, mas as meninas tem mais elasticidade do que nós)</p>
<p>Tiago,</p>
<p>Isto faz mais o meu género&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-k7wigYj0Lg" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=-k7wigYj0Lg</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VNkU9zyHuWw" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=VNkU9zyHuWw</a></p>
<p>The BEST EVER!! Love the man! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0</a></p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=E4oONUUnIp0</a></p>
<p>Boys will be boys!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2698</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:24:59 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto a carapucas, cara Teresa, creio que fui o unico neste forum que me insurgi contra as quotas e em geral apelei a que nao nos deixassemos levar pela cantiga facil de que &quot;somos todos iguais&quot;. Enfiei a(lguma) carapuca nesse contexto. Espero que nao tenha sido &quot;vaidade&quot; excessiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto a carapucas, cara Teresa, creio que fui o unico neste forum que me insurgi contra as quotas e em geral apelei a que nao nos deixassemos levar pela cantiga facil de que &#8220;somos todos iguais&#8221;. Enfiei a(lguma) carapuca nesse contexto. Espero que nao tenha sido &#8220;vaidade&#8221; excessiva.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2697</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:23:19 +0000</pubDate>
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		<description>Correccao: &quot;Quer dizer: pelo menos nao ha’ a pretensao de meter o bedelho numa coisa que e’ do foro do conhecimento cientifico, QUE NAO da politica&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Correccao: &#8220;Quer dizer: pelo menos nao ha’ a pretensao de meter o bedelho numa coisa que e’ do foro do conhecimento cientifico, QUE NAO da politica&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2696</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:20:33 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E’ relativamente pacifico, julgo eu, que, em media, os cerebros de um homem e de uma mulher, como de um macho e femea no mundo animal, apresentam algumas, nao digo que muitas, diferencas.&quot;

O cerebro tem partes diferentes, responsaveis por diferentes tarefas e capacidades, etc. Quem podera&#039; falar sobre isto com mais autoridade e&#039; a Ana Matos Pires. O ponto e&#039; de frisar que nao ha&#039; razao, &#039;a partida, para que o cerebro medio de um homem tenha a MESMA composicao que o cerebro media de uma mulher, ja&#039; que, EVOLUCIONARIAMENTE, macho e femea sempre responderam a incentivos diferentes.

Por exemplo, e para nao me alongar, enquanto que o macho se entretia a matar animais, tendo para isso de delinear estrategias, calcular tempos de resposta, etc, a femea ficava a tomar conta das crias, com ternura, afecto, etc.. Cada uma destas actividades desenvolve capacidades distintas, que ambos podem ter, claro, mas onde havera&#039;, em media, alguma assimetria.

Se quiserem, o facto de na sociedade humana de hoje haver um (feliz) intercruzamento de actividades a que homens e mulheres se dedicam podera&#039; significar, sem duvida, que a longo prazo os homens serao MAIS PROXIMOS, em media, ainda que nao exactamente iguais (but possibly so), um do outro, ja&#039; que desenvolverao capacidades semelhantes.

Mas essa evolucao demora muito tempo.

E o que temos hoje e&#039; o que temos hoje. E e&#039; resultado de muitos anos de evolucao. Negar, &#039;a partida, e com a forca da &quot;ideologia&quot;, que hoje existem diferencas e&#039; uma atitude que denuncia uma postura anti-cientifica. O que ha&#039; e&#039; o que ha&#039;. Podemos nao gostar disso, mas nao e&#039; negando o que ha&#039; que ganhamos maior entendimento sobre o homem e a natureza humana.

Se me disserem &quot;estou-me a lixar para essas diferencas, quero e&#039; que a mulher tenha mais direitos&quot;, eu ate&#039; aceito isso. Quer dizer: pelo menos nao ha&#039; a pretensao de meter o bedelho numa coisa que e&#039; do foro do conhecimento cientifico e da politica.

So&#039; queria que essa distincao ficasse bem clara.

O que ha&#039; e&#039; o que ha&#039;.

O desejavel e&#039; o desejavel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E’ relativamente pacifico, julgo eu, que, em media, os cerebros de um homem e de uma mulher, como de um macho e femea no mundo animal, apresentam algumas, nao digo que muitas, diferencas.&#8221;</p>
<p>O cerebro tem partes diferentes, responsaveis por diferentes tarefas e capacidades, etc. Quem podera&#8217; falar sobre isto com mais autoridade e&#8217; a Ana Matos Pires. O ponto e&#8217; de frisar que nao ha&#8217; razao, &#8216;a partida, para que o cerebro medio de um homem tenha a MESMA composicao que o cerebro media de uma mulher, ja&#8217; que, EVOLUCIONARIAMENTE, macho e femea sempre responderam a incentivos diferentes.</p>
<p>Por exemplo, e para nao me alongar, enquanto que o macho se entretia a matar animais, tendo para isso de delinear estrategias, calcular tempos de resposta, etc, a femea ficava a tomar conta das crias, com ternura, afecto, etc.. Cada uma destas actividades desenvolve capacidades distintas, que ambos podem ter, claro, mas onde havera&#8217;, em media, alguma assimetria.</p>
<p>Se quiserem, o facto de na sociedade humana de hoje haver um (feliz) intercruzamento de actividades a que homens e mulheres se dedicam podera&#8217; significar, sem duvida, que a longo prazo os homens serao MAIS PROXIMOS, em media, ainda que nao exactamente iguais (but possibly so), um do outro, ja&#8217; que desenvolverao capacidades semelhantes.</p>
<p>Mas essa evolucao demora muito tempo.</p>
<p>E o que temos hoje e&#8217; o que temos hoje. E e&#8217; resultado de muitos anos de evolucao. Negar, &#8216;a partida, e com a forca da &#8220;ideologia&#8221;, que hoje existem diferencas e&#8217; uma atitude que denuncia uma postura anti-cientifica. O que ha&#8217; e&#8217; o que ha&#8217;. Podemos nao gostar disso, mas nao e&#8217; negando o que ha&#8217; que ganhamos maior entendimento sobre o homem e a natureza humana.</p>
<p>Se me disserem &#8220;estou-me a lixar para essas diferencas, quero e&#8217; que a mulher tenha mais direitos&#8221;, eu ate&#8217; aceito isso. Quer dizer: pelo menos nao ha&#8217; a pretensao de meter o bedelho numa coisa que e&#8217; do foro do conhecimento cientifico e da politica.</p>
<p>So&#8217; queria que essa distincao ficasse bem clara.</p>
<p>O que ha&#8217; e&#8217; o que ha&#8217;.</p>
<p>O desejavel e&#8217; o desejavel.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2694</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 17:11:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2694</guid>
		<description>Cara Teresa, so&#039; uma nota: se aceita que existem diferencas na compleicao fisica, julgo que aceitara&#039; tambem que essas diferencas sao devidas a factores eminentemente &quot;biologicos&quot;, nomeadamente, compreensiveis &#039;a luz de teorias evolucionistas.

O meu unico ponto e&#039; que nao ha&#039; qualquer razao para acreditar que macho e femea - falo em geral do mundo animal, embora no mundo humano haja muitos mais factores a considerar - nao diferem tambem noutros aspectos, porque se a biologia e a evolucao determinam diferencas na compleicao fisica, nao havera&#039; razao que elas se esgotem ai. No reino animal, macho e femea sempre tiveram e continuam a ter &quot;papeis diferentes&quot;. Isso faz com que provavelmente desenvolvam capacidades X e Y de forma nao totalmente simetrica. No homem acontecera&#039; a mesma coisa, sendo que a &quot;sociedade humana&quot; e&#039; uma coisa, apesar de tudo, relativamente recente em termos evolutivos da nossa especie. 

O meu ponto e&#039; apenas frisar que devemos estar abertos ao estudo das diferencas entre homens e mulheres. E&#039; relativamente pacifico, julgo eu, que, em media, os cerebros de um homem e de uma mulher, como de um macho e femea no mundo animal, apresentam algumas, nao digo que muitas, diferencas. Porque a &quot;competicao&quot; no mundo animal leva a que eles desenvolvam diferentes capacidades.

O ponto da &quot;compleicao fisica&quot; e&#039; mais importante do que pode parecer, porque e&#039; ele que fornece a deixa para a pista chave nisto tudo: a formo como a nossa especie evoluiu, e os &quot;incentivos&quot; que existiram ao desenvolvimento, potencialmente assimetrico, de capacidades no homem e na mulher. 

O &quot;default&quot; esta&#039; - so&#039; pode estar - em a distribuicao de qualquer caracteristica no homem e na mulher ser DIFERENTE, nao igual. Se houver igualdade na distribuicao de uma caracteristica, isso sera&#039; uma coincidencia, ou, pelo menos, um fenomeno raro. Porque homem e mulher, como macho e femea, evoluiram respondendo a diferentes incentivos.

Nada disto tem que ver com a luta por igualdade de oportundiades, que eu obviamente defendo. Trata-de de querer estudar, com honestidade, as diferencas entre os sexos, com a disposicao para aceitar todas as conclusoes (repito, &#039;a partida refutaveis, porque falamos de conhecimento cientifico) que dai derivem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Teresa, so&#8217; uma nota: se aceita que existem diferencas na compleicao fisica, julgo que aceitara&#8217; tambem que essas diferencas sao devidas a factores eminentemente &#8220;biologicos&#8221;, nomeadamente, compreensiveis &#8216;a luz de teorias evolucionistas.</p>
<p>O meu unico ponto e&#8217; que nao ha&#8217; qualquer razao para acreditar que macho e femea &#8211; falo em geral do mundo animal, embora no mundo humano haja muitos mais factores a considerar &#8211; nao diferem tambem noutros aspectos, porque se a biologia e a evolucao determinam diferencas na compleicao fisica, nao havera&#8217; razao que elas se esgotem ai. No reino animal, macho e femea sempre tiveram e continuam a ter &#8220;papeis diferentes&#8221;. Isso faz com que provavelmente desenvolvam capacidades X e Y de forma nao totalmente simetrica. No homem acontecera&#8217; a mesma coisa, sendo que a &#8220;sociedade humana&#8221; e&#8217; uma coisa, apesar de tudo, relativamente recente em termos evolutivos da nossa especie. </p>
<p>O meu ponto e&#8217; apenas frisar que devemos estar abertos ao estudo das diferencas entre homens e mulheres. E&#8217; relativamente pacifico, julgo eu, que, em media, os cerebros de um homem e de uma mulher, como de um macho e femea no mundo animal, apresentam algumas, nao digo que muitas, diferencas. Porque a &#8220;competicao&#8221; no mundo animal leva a que eles desenvolvam diferentes capacidades.</p>
<p>O ponto da &#8220;compleicao fisica&#8221; e&#8217; mais importante do que pode parecer, porque e&#8217; ele que fornece a deixa para a pista chave nisto tudo: a formo como a nossa especie evoluiu, e os &#8220;incentivos&#8221; que existiram ao desenvolvimento, potencialmente assimetrico, de capacidades no homem e na mulher. </p>
<p>O &#8220;default&#8221; esta&#8217; &#8211; so&#8217; pode estar &#8211; em a distribuicao de qualquer caracteristica no homem e na mulher ser DIFERENTE, nao igual. Se houver igualdade na distribuicao de uma caracteristica, isso sera&#8217; uma coincidencia, ou, pelo menos, um fenomeno raro. Porque homem e mulher, como macho e femea, evoluiram respondendo a diferentes incentivos.</p>
<p>Nada disto tem que ver com a luta por igualdade de oportundiades, que eu obviamente defendo. Trata-de de querer estudar, com honestidade, as diferencas entre os sexos, com a disposicao para aceitar todas as conclusoes (repito, &#8216;a partida refutaveis, porque falamos de conhecimento cientifico) que dai derivem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Teresa FM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2693</link>
		<dc:creator>Teresa FM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 16:52:10 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Podemos até falar ad infinitum sobre os comportamentos erráticos dos lemingues finlandeses.&quot; - Pois podemos, mas não me parece que fosse tão interessante... Era só isso que eu queria dizer. 
E mais - não era minha intenção enfiar carapuças a ninguém, acreditem que não (sem ofensas), mas se ela serviu a alguém, não é porque eu o tenha querido.
O nº de comentários só é relevante na medida em que, ao que parece, o assunto ainda é &quot;quente&quot;, quando já podia ter deixado de ser. Nem o tema IVG levou tantos comentários.
Quanto à compleição física, salvo algumas excepções, parece que não haverá discussão - aí radica fundamentalmente a nossa distinção. Mas quanto ao resto,... nem chego a ter grandes dúvidas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Podemos até falar ad infinitum sobre os comportamentos erráticos dos lemingues finlandeses.&#8221; &#8211; Pois podemos, mas não me parece que fosse tão interessante&#8230; Era só isso que eu queria dizer.<br />
E mais &#8211; não era minha intenção enfiar carapuças a ninguém, acreditem que não (sem ofensas), mas se ela serviu a alguém, não é porque eu o tenha querido.<br />
O nº de comentários só é relevante na medida em que, ao que parece, o assunto ainda é &#8220;quente&#8221;, quando já podia ter deixado de ser. Nem o tema IVG levou tantos comentários.<br />
Quanto à compleição física, salvo algumas excepções, parece que não haverá discussão &#8211; aí radica fundamentalmente a nossa distinção. Mas quanto ao resto,&#8230; nem chego a ter grandes dúvidas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2690</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:37:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2690</guid>
		<description>Marta: parece que estamos a falar chines. O comentario que fazes ao que escreveu a Teresa e&#039; &quot;Precisamente, Teresa. Precisamente. Que remédio!&quot;

Se isto nao implica pelo menos uma concordancia PARCIAL - que foi o que eu sugeri - entao nao sei o que implica. Se foi um comentario levaiano ou enganado, cabe-te a ti essa rectificacao, mas nao uma critica sobre um remark perfeitamente logico que eu deixei.

CLaro que ninguem impos silencios. Eu so&#039; disse que &quot;incomoda&quot; um pouco esse tipo de comentarios quando so&#039; vem aqui quem quer. so&#039; vem aqui quem quer, bolas, quantas vezes e&#039; preciso repetir isto? Claro que o que eu disse antes sobre sermos &quot;bem comportados&quot; era uma forma de aligeirar as coisas, uma piada lateral, nao uma ideia seria. Era retorica, nao logica.

Ezequiel: Muay Thai? E&#039; ca&#039; das minhas, entao. Pergunta-lhe se viu o filme &quot;Warrior King&quot;, e&#039; a coisa mais fantastica de entre artes marciais que eu ja&#039; vi.

http://www.totalfilm.com/cinema_reviews/warrior_king

http://uk.movies.yahoo.com/w/Warrior-King/index-2601362.html

Olha, e sem ser como provocacao, menos ainda para a tua amiga campea, que o admitira&#039;, de certeza, com toda a calma e bonomia, os homens sao SUPERIORES nas artes marciais, como sao superiores nos 100 metros, como nas maratonas, como em tudo o que envolva esforco fisico. Ou sera&#039; que nao? Em tempos tive uma professora de Ingles que dizia que as mulheres nao eram fisicamente inferiores aos homens, quer dizer, mais &quot;fracas&quot;, menos &quot;fortes&quot;. Mas da&#039; para discutir com quem pensa isto? 

O actor principal, apesar da voz um pouco melosa de mais, e&#039; um acrobata fenomenal.

Ja&#039; agora, tambem NAO ha&#039; mulheres que consigam fazer isto que deixo em baixo, ok?

http://www.videovat.com/videos/2188/gymnasts-strength-training.aspx

http://www.youtube.com/watch?v=UCPAf1tLGIM

http://www.compfused.com/directlink/621

Mas as mulheres conseguem outras coisas que os homens nao conseguem, porventura bem mais bonitas e importantes. Nao as deixo aqui, porque nao estou a ponderar os dois lados da questao para chegar ao que quer que seja, apenas exponho alguns argumentos com, ja&#039; agora, &quot;evidencia&quot;.

E os pinos e as acrobacias levam sempre a melhor que a Turf, meu caro Zeques. Deixo a Turf para quando vieres ca&#039;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marta: parece que estamos a falar chines. O comentario que fazes ao que escreveu a Teresa e&#8217; &#8220;Precisamente, Teresa. Precisamente. Que remédio!&#8221;</p>
<p>Se isto nao implica pelo menos uma concordancia PARCIAL &#8211; que foi o que eu sugeri &#8211; entao nao sei o que implica. Se foi um comentario levaiano ou enganado, cabe-te a ti essa rectificacao, mas nao uma critica sobre um remark perfeitamente logico que eu deixei.</p>
<p>CLaro que ninguem impos silencios. Eu so&#8217; disse que &#8220;incomoda&#8221; um pouco esse tipo de comentarios quando so&#8217; vem aqui quem quer. so&#8217; vem aqui quem quer, bolas, quantas vezes e&#8217; preciso repetir isto? Claro que o que eu disse antes sobre sermos &#8220;bem comportados&#8221; era uma forma de aligeirar as coisas, uma piada lateral, nao uma ideia seria. Era retorica, nao logica.</p>
<p>Ezequiel: Muay Thai? E&#8217; ca&#8217; das minhas, entao. Pergunta-lhe se viu o filme &#8220;Warrior King&#8221;, e&#8217; a coisa mais fantastica de entre artes marciais que eu ja&#8217; vi.</p>
<p><a href="http://www.totalfilm.com/cinema_reviews/warrior_king" rel="nofollow">http://www.totalfilm.com/cinema_reviews/warrior_king</a></p>
<p><a href="http://uk.movies.yahoo.com/w/Warrior-King/index-2601362.html" rel="nofollow">http://uk.movies.yahoo.com/w/Warrior-King/index-2601362.html</a></p>
<p>Olha, e sem ser como provocacao, menos ainda para a tua amiga campea, que o admitira&#8217;, de certeza, com toda a calma e bonomia, os homens sao SUPERIORES nas artes marciais, como sao superiores nos 100 metros, como nas maratonas, como em tudo o que envolva esforco fisico. Ou sera&#8217; que nao? Em tempos tive uma professora de Ingles que dizia que as mulheres nao eram fisicamente inferiores aos homens, quer dizer, mais &#8220;fracas&#8221;, menos &#8220;fortes&#8221;. Mas da&#8217; para discutir com quem pensa isto? </p>
<p>O actor principal, apesar da voz um pouco melosa de mais, e&#8217; um acrobata fenomenal.</p>
<p>Ja&#8217; agora, tambem NAO ha&#8217; mulheres que consigam fazer isto que deixo em baixo, ok?</p>
<p><a href="http://www.videovat.com/videos/2188/gymnasts-strength-training.aspx" rel="nofollow">http://www.videovat.com/videos/2188/gymnasts-strength-training.aspx</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UCPAf1tLGIM" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=UCPAf1tLGIM</a></p>
<p><a href="http://www.compfused.com/directlink/621" rel="nofollow">http://www.compfused.com/directlink/621</a></p>
<p>Mas as mulheres conseguem outras coisas que os homens nao conseguem, porventura bem mais bonitas e importantes. Nao as deixo aqui, porque nao estou a ponderar os dois lados da questao para chegar ao que quer que seja, apenas exponho alguns argumentos com, ja&#8217; agora, &#8220;evidencia&#8221;.</p>
<p>E os pinos e as acrobacias levam sempre a melhor que a Turf, meu caro Zeques. Deixo a Turf para quando vieres ca&#8217;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2689</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:27:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2689</guid>
		<description>Bem, caríssimos, ao contrário do que se diz (disse), é com muito gosto que vejo uns quantos parágrafos de minha autoria motivarem um debate tão prolongado - eu de censora tenho pouco - e intenso.
Espero que util - já de utilitarista, tenho bastante.
Até à próxima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, caríssimos, ao contrário do que se diz (disse), é com muito gosto que vejo uns quantos parágrafos de minha autoria motivarem um debate tão prolongado &#8211; eu de censora tenho pouco &#8211; e intenso.<br />
Espero que util &#8211; já de utilitarista, tenho bastante.<br />
Até à próxima.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2688</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:26:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2688</guid>
		<description>Já estou a ver: as girls vão nos ignorar completamente a partir de agora. School yard tactics! :)   &quot;ai éééé´, então fiquem para aí os dois armados em palermas numa bevardage infinita.....!&quot; eh eh eheh e  he  ee  he he he heh e he h

ps: vou nadar um bocado. Isto de passar 30 minutos todos os dias aqui já me começa  a mexer com os nervos. Tiago, vai atá ao Turf beber uma stout. A minha amiga Anna está lá agora (falei com ela). Foi campeã Britânica de Muay Tai, so be careful! Nada de comentários &quot;ah, tu és muito intuitiva e sensivel...&quot;  :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já estou a ver: as girls vão nos ignorar completamente a partir de agora. School yard tactics! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />    &#8220;ai éééé´, então fiquem para aí os dois armados em palermas numa bevardage infinita&#8230;..!&#8221; eh eh eheh e  he  ee  he he he heh e he h</p>
<p>ps: vou nadar um bocado. Isto de passar 30 minutos todos os dias aqui já me começa  a mexer com os nervos. Tiago, vai atá ao Turf beber uma stout. A minha amiga Anna está lá agora (falei com ela). Foi campeã Britânica de Muay Tai, so be careful! Nada de comentários &#8220;ah, tu és muito intuitiva e sensivel&#8230;&#8221;  <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2686</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:25:30 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago, presumes excessivamente sobre o que penso. Aliás, extrapolas em velocidade divagante do (pouco) que digo em resposta à Teresa. E mesmo quando digo muito, a extrapolação é constante. Vejo, portanto, em muitos dos teus comentários, interpretações distantes da realidade do meu pensamento.
E quanto aos comentários, ninguém aqui impôs silêncios. É provavel que não te recordes, pois já foi há uns quantos centimentros acima, mas passo a citar-te, quando respondias à Ana Matos Pires: &quot;Quem sabe se discutiremos estes assuntos todos noutro forum? Nao quero ser um menino mal comportado e pisar o risco tracado por uma outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro&quot;. Extrapolção, again?
Comentem, comentem, comentem. Já vamos é na quinta-feira.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago, presumes excessivamente sobre o que penso. Aliás, extrapolas em velocidade divagante do (pouco) que digo em resposta à Teresa. E mesmo quando digo muito, a extrapolação é constante. Vejo, portanto, em muitos dos teus comentários, interpretações distantes da realidade do meu pensamento.<br />
E quanto aos comentários, ninguém aqui impôs silêncios. É provavel que não te recordes, pois já foi há uns quantos centimentros acima, mas passo a citar-te, quando respondias à Ana Matos Pires: &#8220;Quem sabe se discutiremos estes assuntos todos noutro forum? Nao quero ser um menino mal comportado e pisar o risco tracado por uma outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro&#8221;. Extrapolção, again?<br />
Comentem, comentem, comentem. Já vamos é na quinta-feira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2685</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 15:01:16 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre o &quot;infinito&quot;, com LA-C:

http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/12/brincando-com-o-infinito-1.html

No Metablog, sobre os limites das ciencias naturais:

http://ometablog.blogspot.com/2005/11/mais-sobre-os-limites-das-ciencias.html

E a minha resposta a isso:

http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/being-in-world-ou-being-out-of-world.html

Sobre fado, com o Adolfo Mesquita Nunes:
 
http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/fadistice.html

Sobre a ICAR e homossexualidade, com todos e mais alguns:
 
http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/igreja-moral-e-homossexualidade.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre o &#8220;infinito&#8221;, com LA-C:</p>
<p><a href="http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/12/brincando-com-o-infinito-1.html" rel="nofollow">http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/12/brincando-com-o-infinito-1.html</a></p>
<p>No Metablog, sobre os limites das ciencias naturais:</p>
<p><a href="http://ometablog.blogspot.com/2005/11/mais-sobre-os-limites-das-ciencias.html" rel="nofollow">http://ometablog.blogspot.com/2005/11/mais-sobre-os-limites-das-ciencias.html</a></p>
<p>E a minha resposta a isso:</p>
<p><a href="http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/being-in-world-ou-being-out-of-world.html" rel="nofollow">http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/being-in-world-ou-being-out-of-world.html</a></p>
<p>Sobre fado, com o Adolfo Mesquita Nunes:</p>
<p><a href="http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/fadistice.html" rel="nofollow">http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/fadistice.html</a></p>
<p>Sobre a ICAR e homossexualidade, com todos e mais alguns:</p>
<p><a href="http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/igreja-moral-e-homossexualidade.html" rel="nofollow">http://aforismos-e-afins.blogspot.com/2005/11/igreja-moral-e-homossexualidade.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2683</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:50:25 +0000</pubDate>
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		<description>Essa coisa do numero de comentarios tambem ja&#039; me chateia um bocado. So&#039; escreve quem quer e so&#039; le quem quer. Isto esta&#039; aberto a todos, portanto &quot;queixas&quot; ou &quot;piadinhas&quot; sobre o numero de comentarios, dada a liberdade de escolha de cada um, redundam, implicitamente, numa &quot;critica&quot; (ou, talvez melhor, &quot;criticazinha&quot;) a quem anda aqui a comentar.

Ora, quem anda aqui a comentar assina por baixo, investe tempo nisso e tenta faze-lo de forma honesta. Nao anda para aqui a mandar bojardas nem insultos. Portanto, seria mais educado parar de fazer comentarios sobre isso - digo eu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa coisa do numero de comentarios tambem ja&#8217; me chateia um bocado. So&#8217; escreve quem quer e so&#8217; le quem quer. Isto esta&#8217; aberto a todos, portanto &#8220;queixas&#8221; ou &#8220;piadinhas&#8221; sobre o numero de comentarios, dada a liberdade de escolha de cada um, redundam, implicitamente, numa &#8220;critica&#8221; (ou, talvez melhor, &#8220;criticazinha&#8221;) a quem anda aqui a comentar.</p>
<p>Ora, quem anda aqui a comentar assina por baixo, investe tempo nisso e tenta faze-lo de forma honesta. Nao anda para aqui a mandar bojardas nem insultos. Portanto, seria mais educado parar de fazer comentarios sobre isso &#8211; digo eu.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2681</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:46:04 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Teresa,

Como tenho alguma tendencia para enfiar carapucas que me sirvam minimamente (ainda que injustamente), respondo-lhe directamente a alguns pontos que aqui deixou. 

&quot;Estaremos em pleno Século XXI, ainda, a discutir coisas como igualdade de oportunidades entre sexos??? Inacreditável, mas real!&quot;

Ninguem nesta caixa de comentarios se opos &#039;a &quot;igualdade de oportunidades&quot;. Sucede que &quot;igualdade de oportunidades&quot; nao e&#039; o mesmo que &quot;igualdade de resultados&quot;. A imposicao de quotas representa, inequivocamente, uma proposta que consubstancia &quot;igualdade de resultados&quot;. A Teresa, a Marta, e quem mais queira, tem todo o direito a considerar que elas sao TAMBEM uma forma de &quot;igualdade de oportunidades&quot;. Mas isso e&#039; subjectivo. O que e&#039; inequivoco e&#039; que consubstanciam uma &quot;igualdade de resultados&quot;. Eu sou pela igualdade de oportunidades e considero que as quotas nao sao, em si mesmas, a melhor forma de a promover. Portanto, a sua assercao de que ha&#039; pessoas contra a igualdade de oportunidades deriva de um deficiente entendimento do que esta&#039; na mesa ou de desonestidade intelectual. Em qualquer dos casos, algo lamentavel num debate serio.

&quot;Somos diferentes? Pois somos, e ainda bem, mas não melhores ou piores, superiores ou inferiores. Somos, simplesmente… diferentes.&quot;

Peco desculpa, mas se A e B sao diferentes e - e&#039; preciso acrecentar este &quot;e&quot; - se ALGUMAS caracteristicas forem mensuraveis numa escala, a diferenca implica tambem uma relacao de superioridade/inferioridade. Nao ha&#039; nada de mais nisto. Se um numero nao e&#039; igual a outro, um deles tera&#039; de ser superior a outro. As simples as that. 

Ou seja, dizer que &quot;apenas&quot; somos diferentes, sem assumir que para AQUELAS qualidades que possam EVENTUALMENTE ser mensuraveis, sera&#039; inevitavel haver uma relacao de superioridade/inferioridade entre dois grupos em analise enferma, novamente, de falta de entendimento da natureza do problema em causa. Tudo se baseia na possibilidade de &quot;quantificacao&quot;. As palavras &quot;superioridade/inferioridade&quot; assustam? Acredito que sim. Mas ninguem tem de pensar em solucoes de eugenia ou promocao de desigualdades apenas por constatar - repito, se falarmos de coisas mensuraveis - diferencas entre dois grupos em analise (que nao tem de ser os diferentes sexos: isto e&#039; um argumento geral).

&quot;Aqui discutiu-se preferências, tendências, gostos, e até quotas. Sim, tenho que admitir que haverá preferências, tendências e gostos diferentes, mas nem tanto em função do sexo, mas mais em função da educação, cultura e meio ambiente em que vivemos.&quot;

Em funcao de muita coisa, certamente. Como a Ana Matos Pires referir acima, e&#039; dificil, em termos de investigacao empirica, &quot;isolar&quot; o efeito relativo ao sexo, mas e&#039; possivel pelo menos tentar. No dominio do conhecimento cientifico, nao ha&#039; verdades absolutas. Trata-se de investigar para melhor &quot;entender&quot; o Homem e a natureza humana. Ja&#039; quem queria impor &quot;dogmas&quot; tem uma atitude anti-cientifica.

&quot;É verdade que não consigo ter grande simpatia por futebol (que habitualmente é tido como preferência masculina), mas também não consigo achar muita graça a telenovelas (que se costuma identificar com o sexo feminino).&quot;

Os cientistas sociais tem necessidade de &quot;generalizar&quot;, de olhar &#039;a &quot;media&quot; da populacao. Casos particulares interessam muito pouco, porque nao se trata de fazer uma declaracao universal de que X e&#039; superior a Y, mas de que, no que concerne &#039;a caracteristica A, o grupo A tem uma DISTRIBUICAO tal e tal, enquanto que o grupo Y tem uma distribuicao tal e tal, o que implica mais isto e aquilo, nomeadamente, que as medias sao iguais ou diferentes, que a variancia e&#039; igual ou diferente, etc., etc.

Eu, por exemplo, detesto futebol e adoro danca. So what? Sei muito bem que isso nao e&#039; &quot;normal&quot; (nao e&#039; a &quot;media&quot; - nao ha&#039; neste normal qualquer conotacao normativa, mas apenas descritiva) para o sexo masculino.

&quot;Porém, a verdade é que, na sociedade em que vivemos (e eu sei disso) a mulher foi, muitas vezes, colocada num plano inferior ao do homem – muitas explicações haverá para esse facto, mas certamente não será pela falta de neurónios da mulher.&quot;

Concordo com a primeira parte da afirmacao, discordo do suposto link &quot;logico&quot; da primeira para a segunda parte. Que a mulher tem sido discrimnada, e&#039; um facto. Que a mulher, EM MEDIA, podera&#039; ter diferencas relativamente ao homem, e&#039; uma questao a ser investigada e nao a ser &quot;declarada&quot;, so&#039; porque apetece &#039;a Teresa ou &#039;a Marta.

http://ometablog.blogspot.com/2005/04/pledge-for-scientific-knowledge.html

&quot;Essa mentalidade machista, própria de outros tempos (pensava eu) nunca a entendi, nem vejo razão de ser nela.&quot;

E&#039; verdade que isto e&#039; falso, mas tambem e&#039; verdade que e&#039; &quot;coerente&quot; com os argumentos (?) que a Teresa expoe. Claro que nao ha&#039; aqui nenhum machismo, ha&#039; apenas uma atitude que poe,a ntes da ideologia, o conhecimento cientifico. Ou seja, eu nao sei se a mulher - repito, EM MEDIA, nao estou a falar da Teresa ou da Marta em particular - e&#039; igual ao homem na caracteristica X, e em vez de declarar uma igualdade ou desigualdade porque acho isso &quot;desejavel&quot;, farei por investigar a questao com tanta imparcialidade quanto possivel.

&quot;Contudo, a revolução da mentalidade não se opera por palavras, demora o seu tempo a tornar-se verdadeira. Por isso, embora possamos ter “aparentemente” uma posição “correcta”, ie, não machista, no nosso íntimo somos levados a contradições (são os chamados preconceitos implícitos).&quot;

A revolucao de mentalidades sera&#039; sempre retardada quando as pessoas nao conseguirem abrir os olhos perante a realidade e enquanto nao estiverem dispostos a aceitar o que dela emane. Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais emocionalmente inteligentes que os homens? Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais sensiveis do que os homens? Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais intuitivas que os homens?

Nao sei se sao ou nao - pergunto. Mas repara que se a resposta a alguma desssas perguntas for afirmativa, temos de ter coragem para afirmar que a mulher, EM MEDIA, isto e&#039;, nao uma mulher em particular, mas a media populacionao, e&#039; SUPERIOR ao homem no que concerne &#039;a caracteristica X.

Chocada?

Perhaps. I&#039;m not. Acho que as mulheres e os homens, EM MEDIA, repito que falo como cientista social, sao diferentes em muita coisa, e tenho algumas opinioes formadas - e que nao considero dogmaticas, mas abertas &#039;a discussao - sobre algumas caracteristicas, sobre outras nao tenho opiniao formada.

&quot;Hoje em dia serão raros os casos de pessoas que defendem, abertamente, e por profunda convicção, posições machistas, mas ao fim e ao cabo, quando começam a desenvolver opiniões, são levadas para esse campo.&quot;

Acho que fica claro que essa carapuca nao pode ser para mim.

Quanto &#039;a Marta, visto que ela parece concordar, pelo menos em parte, com o que a Teresa escreve, sao-lhe tambem, e concomitantemente, dirigidos os comentarios relativos &#039;as ideias da Teresa sobre as quais existira&#039; concordancia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Teresa,</p>
<p>Como tenho alguma tendencia para enfiar carapucas que me sirvam minimamente (ainda que injustamente), respondo-lhe directamente a alguns pontos que aqui deixou. </p>
<p>&#8220;Estaremos em pleno Século XXI, ainda, a discutir coisas como igualdade de oportunidades entre sexos??? Inacreditável, mas real!&#8221;</p>
<p>Ninguem nesta caixa de comentarios se opos &#8216;a &#8220;igualdade de oportunidades&#8221;. Sucede que &#8220;igualdade de oportunidades&#8221; nao e&#8217; o mesmo que &#8220;igualdade de resultados&#8221;. A imposicao de quotas representa, inequivocamente, uma proposta que consubstancia &#8220;igualdade de resultados&#8221;. A Teresa, a Marta, e quem mais queira, tem todo o direito a considerar que elas sao TAMBEM uma forma de &#8220;igualdade de oportunidades&#8221;. Mas isso e&#8217; subjectivo. O que e&#8217; inequivoco e&#8217; que consubstanciam uma &#8220;igualdade de resultados&#8221;. Eu sou pela igualdade de oportunidades e considero que as quotas nao sao, em si mesmas, a melhor forma de a promover. Portanto, a sua assercao de que ha&#8217; pessoas contra a igualdade de oportunidades deriva de um deficiente entendimento do que esta&#8217; na mesa ou de desonestidade intelectual. Em qualquer dos casos, algo lamentavel num debate serio.</p>
<p>&#8220;Somos diferentes? Pois somos, e ainda bem, mas não melhores ou piores, superiores ou inferiores. Somos, simplesmente… diferentes.&#8221;</p>
<p>Peco desculpa, mas se A e B sao diferentes e &#8211; e&#8217; preciso acrecentar este &#8220;e&#8221; &#8211; se ALGUMAS caracteristicas forem mensuraveis numa escala, a diferenca implica tambem uma relacao de superioridade/inferioridade. Nao ha&#8217; nada de mais nisto. Se um numero nao e&#8217; igual a outro, um deles tera&#8217; de ser superior a outro. As simples as that. </p>
<p>Ou seja, dizer que &#8220;apenas&#8221; somos diferentes, sem assumir que para AQUELAS qualidades que possam EVENTUALMENTE ser mensuraveis, sera&#8217; inevitavel haver uma relacao de superioridade/inferioridade entre dois grupos em analise enferma, novamente, de falta de entendimento da natureza do problema em causa. Tudo se baseia na possibilidade de &#8220;quantificacao&#8221;. As palavras &#8220;superioridade/inferioridade&#8221; assustam? Acredito que sim. Mas ninguem tem de pensar em solucoes de eugenia ou promocao de desigualdades apenas por constatar &#8211; repito, se falarmos de coisas mensuraveis &#8211; diferencas entre dois grupos em analise (que nao tem de ser os diferentes sexos: isto e&#8217; um argumento geral).</p>
<p>&#8220;Aqui discutiu-se preferências, tendências, gostos, e até quotas. Sim, tenho que admitir que haverá preferências, tendências e gostos diferentes, mas nem tanto em função do sexo, mas mais em função da educação, cultura e meio ambiente em que vivemos.&#8221;</p>
<p>Em funcao de muita coisa, certamente. Como a Ana Matos Pires referir acima, e&#8217; dificil, em termos de investigacao empirica, &#8220;isolar&#8221; o efeito relativo ao sexo, mas e&#8217; possivel pelo menos tentar. No dominio do conhecimento cientifico, nao ha&#8217; verdades absolutas. Trata-se de investigar para melhor &#8220;entender&#8221; o Homem e a natureza humana. Ja&#8217; quem queria impor &#8220;dogmas&#8221; tem uma atitude anti-cientifica.</p>
<p>&#8220;É verdade que não consigo ter grande simpatia por futebol (que habitualmente é tido como preferência masculina), mas também não consigo achar muita graça a telenovelas (que se costuma identificar com o sexo feminino).&#8221;</p>
<p>Os cientistas sociais tem necessidade de &#8220;generalizar&#8221;, de olhar &#8216;a &#8220;media&#8221; da populacao. Casos particulares interessam muito pouco, porque nao se trata de fazer uma declaracao universal de que X e&#8217; superior a Y, mas de que, no que concerne &#8216;a caracteristica A, o grupo A tem uma DISTRIBUICAO tal e tal, enquanto que o grupo Y tem uma distribuicao tal e tal, o que implica mais isto e aquilo, nomeadamente, que as medias sao iguais ou diferentes, que a variancia e&#8217; igual ou diferente, etc., etc.</p>
<p>Eu, por exemplo, detesto futebol e adoro danca. So what? Sei muito bem que isso nao e&#8217; &#8220;normal&#8221; (nao e&#8217; a &#8220;media&#8221; &#8211; nao ha&#8217; neste normal qualquer conotacao normativa, mas apenas descritiva) para o sexo masculino.</p>
<p>&#8220;Porém, a verdade é que, na sociedade em que vivemos (e eu sei disso) a mulher foi, muitas vezes, colocada num plano inferior ao do homem – muitas explicações haverá para esse facto, mas certamente não será pela falta de neurónios da mulher.&#8221;</p>
<p>Concordo com a primeira parte da afirmacao, discordo do suposto link &#8220;logico&#8221; da primeira para a segunda parte. Que a mulher tem sido discrimnada, e&#8217; um facto. Que a mulher, EM MEDIA, podera&#8217; ter diferencas relativamente ao homem, e&#8217; uma questao a ser investigada e nao a ser &#8220;declarada&#8221;, so&#8217; porque apetece &#8216;a Teresa ou &#8216;a Marta.</p>
<p><a href="http://ometablog.blogspot.com/2005/04/pledge-for-scientific-knowledge.html" rel="nofollow">http://ometablog.blogspot.com/2005/04/pledge-for-scientific-knowledge.html</a></p>
<p>&#8220;Essa mentalidade machista, própria de outros tempos (pensava eu) nunca a entendi, nem vejo razão de ser nela.&#8221;</p>
<p>E&#8217; verdade que isto e&#8217; falso, mas tambem e&#8217; verdade que e&#8217; &#8220;coerente&#8221; com os argumentos (?) que a Teresa expoe. Claro que nao ha&#8217; aqui nenhum machismo, ha&#8217; apenas uma atitude que poe,a ntes da ideologia, o conhecimento cientifico. Ou seja, eu nao sei se a mulher &#8211; repito, EM MEDIA, nao estou a falar da Teresa ou da Marta em particular &#8211; e&#8217; igual ao homem na caracteristica X, e em vez de declarar uma igualdade ou desigualdade porque acho isso &#8220;desejavel&#8221;, farei por investigar a questao com tanta imparcialidade quanto possivel.</p>
<p>&#8220;Contudo, a revolução da mentalidade não se opera por palavras, demora o seu tempo a tornar-se verdadeira. Por isso, embora possamos ter “aparentemente” uma posição “correcta”, ie, não machista, no nosso íntimo somos levados a contradições (são os chamados preconceitos implícitos).&#8221;</p>
<p>A revolucao de mentalidades sera&#8217; sempre retardada quando as pessoas nao conseguirem abrir os olhos perante a realidade e enquanto nao estiverem dispostos a aceitar o que dela emane. Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais emocionalmente inteligentes que os homens? Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais sensiveis do que os homens? Nao sao as mulheres, EM MEDIA, mais intuitivas que os homens?</p>
<p>Nao sei se sao ou nao &#8211; pergunto. Mas repara que se a resposta a alguma desssas perguntas for afirmativa, temos de ter coragem para afirmar que a mulher, EM MEDIA, isto e&#8217;, nao uma mulher em particular, mas a media populacionao, e&#8217; SUPERIOR ao homem no que concerne &#8216;a caracteristica X.</p>
<p>Chocada?</p>
<p>Perhaps. I&#8217;m not. Acho que as mulheres e os homens, EM MEDIA, repito que falo como cientista social, sao diferentes em muita coisa, e tenho algumas opinioes formadas &#8211; e que nao considero dogmaticas, mas abertas &#8216;a discussao &#8211; sobre algumas caracteristicas, sobre outras nao tenho opiniao formada.</p>
<p>&#8220;Hoje em dia serão raros os casos de pessoas que defendem, abertamente, e por profunda convicção, posições machistas, mas ao fim e ao cabo, quando começam a desenvolver opiniões, são levadas para esse campo.&#8221;</p>
<p>Acho que fica claro que essa carapuca nao pode ser para mim.</p>
<p>Quanto &#8216;a Marta, visto que ela parece concordar, pelo menos em parte, com o que a Teresa escreve, sao-lhe tambem, e concomitantemente, dirigidos os comentarios relativos &#8216;as ideias da Teresa sobre as quais existira&#8217; concordancia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2680</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:42:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2680</guid>
		<description>Os netos e as netas são sempre muito traquinas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os netos e as netas são sempre muito traquinas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2679</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:40:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2679</guid>
		<description>Girls, c`os diabos...deixem-se de la-li-las com o numero de comments...que coisa! O Haloscan (??) é que paga. Podemos até falar ad infinitum sobre os comportamentos erráticos dos lemingues finlandeses.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Girls, c`os diabos&#8230;deixem-se de la-li-las com o numero de comments&#8230;que coisa! O Haloscan (??) é que paga. Podemos até falar ad infinitum sobre os comportamentos erráticos dos lemingues finlandeses.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2678</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 14:16:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2678</guid>
		<description>Precisamente, Teresa. Precisamente. Que remédio! 
O tema é, de facto, simples, mas ainda precisa de muita discussão até deixar de ser discutido (120 comentários àquele texto, é a prova. Até lá, é como diz: que remédio!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Precisamente, Teresa. Precisamente. Que remédio!<br />
O tema é, de facto, simples, mas ainda precisa de muita discussão até deixar de ser discutido (120 comentários àquele texto, é a prova. Até lá, é como diz: que remédio!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Teresa FM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2676</link>
		<dc:creator>Teresa FM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:41:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2676</guid>
		<description>(cont.)
Seria absurdo ouvir estudiosos defender posições como a que defendeu A. Mendes Correia – fundador da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, em 1918 – que, em 1934, servindo-se do estudo realizado por ele sobre a comparação de 79 caracteres do esqueleto dos dois sexos, chega num primeiro tempo à “sábia” conclusão que a mulher é igual ao homem na escala zoológica, mas graças a um malabarismo espantoso deduz logo de seguida que “é diferente num âmbito mais ou menos vasto de estruturas e actividades”. Do estudo dos esqueletos salta-se hesitantemente para um novo domínio que não é mais que a ponte que ligará a igualdade do esqueleto à desigualdade do psíquico.
Este autor teoriza e escreve coisas espantosas como: “O verdadeiro feminismo deve cultivar e estimular as virtudes próprias da mulher, tudo o que nela há de estruturalmente digno do seu sexo, a sua bondade, o seu encanto, a sua afectividade, a sua ternura, a sua religiosidade, o seu luminoso papel de heroína de virtudes domésticas, de anjo do lar, de companheira extremosa, de mãe abençoada.” – Mentalidade oficial do antigo regime.
Hoje, ninguém (ou apenas uma minoria) se atreveria a dizer abertamente estas coisas e desta maneira, mas a verdade é que, repito, mentalidades não se mudam de um dia para o outro e ainda há muita gente que (implicitamente) assim acaba por pensar. É pena!
E por isso, é necessário as tais quotas… infelizmente… era bom que não fosse… mas é… de facto, é um mal necessário… lá haverá o tempo em que não seja… assim espero… mas… E pelo que vi (tantos comentários a um tema tão simples), ainda vai ser preciso por muito tempo… Estivéssemos nós já num “plano superior” em que não fosse necessário falar-se disso… talvez os nossos netos, olhando para trás, venha dizer que éramos um atraso de vida… lá chegaremos, lá chegaremos…
Por agora, venham as quotas! Que remédio, quando ainda há quem pense que os homens estão mais habilitados que as mulheres para certos cargos… Que remédio!...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(cont.)<br />
Seria absurdo ouvir estudiosos defender posições como a que defendeu A. Mendes Correia – fundador da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, em 1918 – que, em 1934, servindo-se do estudo realizado por ele sobre a comparação de 79 caracteres do esqueleto dos dois sexos, chega num primeiro tempo à “sábia” conclusão que a mulher é igual ao homem na escala zoológica, mas graças a um malabarismo espantoso deduz logo de seguida que “é diferente num âmbito mais ou menos vasto de estruturas e actividades”. Do estudo dos esqueletos salta-se hesitantemente para um novo domínio que não é mais que a ponte que ligará a igualdade do esqueleto à desigualdade do psíquico.<br />
Este autor teoriza e escreve coisas espantosas como: “O verdadeiro feminismo deve cultivar e estimular as virtudes próprias da mulher, tudo o que nela há de estruturalmente digno do seu sexo, a sua bondade, o seu encanto, a sua afectividade, a sua ternura, a sua religiosidade, o seu luminoso papel de heroína de virtudes domésticas, de anjo do lar, de companheira extremosa, de mãe abençoada.” – Mentalidade oficial do antigo regime.<br />
Hoje, ninguém (ou apenas uma minoria) se atreveria a dizer abertamente estas coisas e desta maneira, mas a verdade é que, repito, mentalidades não se mudam de um dia para o outro e ainda há muita gente que (implicitamente) assim acaba por pensar. É pena!<br />
E por isso, é necessário as tais quotas… infelizmente… era bom que não fosse… mas é… de facto, é um mal necessário… lá haverá o tempo em que não seja… assim espero… mas… E pelo que vi (tantos comentários a um tema tão simples), ainda vai ser preciso por muito tempo… Estivéssemos nós já num “plano superior” em que não fosse necessário falar-se disso… talvez os nossos netos, olhando para trás, venha dizer que éramos um atraso de vida… lá chegaremos, lá chegaremos…<br />
Por agora, venham as quotas! Que remédio, quando ainda há quem pense que os homens estão mais habilitados que as mulheres para certos cargos… Que remédio!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Teresa FM</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2675</link>
		<dc:creator>Teresa FM</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 13:40:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2675</guid>
		<description>Quando voltei a abrir este blog, e verifiquei que “A Magnífica Reitora” já levava 117 comentários, quase não queria acreditar. E menos acreditei quando li o teor dos mesmos. Estaremos em pleno Século XXI, ainda, a discutir coisas como igualdade de oportunidades entre sexos??? Inacreditável, mas real!
Talvez eu seja uma privilegiada por ter nascido e crescido numa família onde essa questão não se colocava. Cresci no seio de uma família onde homens e mulheres estavam no mesmo patamar, onde homens e mulheres se respeitavam por aquilo que eram e pelos papeis que desempenhavam, em igualdade de circunstâncias. E acreditem, não era uma família pequena, nunca foi – cheguei a coabitar com 4 gerações, sim 4 gerações: Avó (que se hoje fosse viva tinha já mais de 100 anos), pais e tios, irmãos e sobrinhos.
Desde sempre me habituei a ver homens e mulheres a trabalhar, a tirar cursos superiores (ou não), a ler jornais (quer diários, quer semanários), a ver telejornais, a ouvir rádio, a ler livros, a discutir política, e o que parece estranho para alguns, a se interessarem por política e pela vida do país. Tudo gente com opinião própria e informada (Acreditem que na minha família há gente desde o CDS/PP ao PCP). E nunca ouvi ninguém dizer: “As mulheres isto e os homens aquilo.”
Somos diferentes? Pois somos, e ainda bem, mas não melhores ou piores, superiores ou inferiores. Somos, simplesmente… diferentes.
Aqui discutiu-se preferências, tendências, gostos, e até quotas. Sim, tenho que admitir que haverá preferências, tendências e gostos diferentes, mas nem tanto em função do sexo, mas mais em função da educação, cultura e meio ambiente em que vivemos. É verdade que não consigo ter grande simpatia por futebol (que habitualmente é tido como preferência masculina), mas também não consigo achar muita graça a telenovelas (que se costuma identificar com o sexo feminino).
Porém, a verdade é que, na sociedade em que vivemos (e eu sei disso) a mulher foi, muitas vezes, colocada num plano inferior ao do homem – muitas explicações haverá para esse facto, mas certamente não será pela falta de neurónios da mulher.
Essa mentalidade machista, própria de outros tempos (pensava eu) nunca a entendi, nem vejo razão de ser nela.
É obvio que anteriormente era aceitável e normal conceber-se que o homem era superior à mulher, e disso se falava com naturalidade, e agia-se em conformidade. Hoje, e após uma luta árdua de, também, alguma feministas (embora não o sendo, tenho que as louvar, dado o papel fundamental que desempenharam, e talvez ainda desempenhem, na nossa sociedade), não é “politicamente correcto” ser-se machista, e por isso todos tenhamos algum cuidado nas posições que tomamos quanto a esse tema. Contudo, a revolução da mentalidade não se opera por palavras, demora o seu tempo a tornar-se verdadeira. Por isso, embora possamos ter “aparentemente” uma posição “correcta”, ie, não machista, no nosso íntimo somos levados a contradições (são os chamados preconceitos implícitos).
Hoje em dia serão raros os casos de pessoas que defendem, abertamente, e por profunda convicção, posições machistas, mas ao fim e ao cabo, quando começam a desenvolver opiniões, são levadas para esse campo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando voltei a abrir este blog, e verifiquei que “A Magnífica Reitora” já levava 117 comentários, quase não queria acreditar. E menos acreditei quando li o teor dos mesmos. Estaremos em pleno Século XXI, ainda, a discutir coisas como igualdade de oportunidades entre sexos??? Inacreditável, mas real!<br />
Talvez eu seja uma privilegiada por ter nascido e crescido numa família onde essa questão não se colocava. Cresci no seio de uma família onde homens e mulheres estavam no mesmo patamar, onde homens e mulheres se respeitavam por aquilo que eram e pelos papeis que desempenhavam, em igualdade de circunstâncias. E acreditem, não era uma família pequena, nunca foi – cheguei a coabitar com 4 gerações, sim 4 gerações: Avó (que se hoje fosse viva tinha já mais de 100 anos), pais e tios, irmãos e sobrinhos.<br />
Desde sempre me habituei a ver homens e mulheres a trabalhar, a tirar cursos superiores (ou não), a ler jornais (quer diários, quer semanários), a ver telejornais, a ouvir rádio, a ler livros, a discutir política, e o que parece estranho para alguns, a se interessarem por política e pela vida do país. Tudo gente com opinião própria e informada (Acreditem que na minha família há gente desde o CDS/PP ao PCP). E nunca ouvi ninguém dizer: “As mulheres isto e os homens aquilo.”<br />
Somos diferentes? Pois somos, e ainda bem, mas não melhores ou piores, superiores ou inferiores. Somos, simplesmente… diferentes.<br />
Aqui discutiu-se preferências, tendências, gostos, e até quotas. Sim, tenho que admitir que haverá preferências, tendências e gostos diferentes, mas nem tanto em função do sexo, mas mais em função da educação, cultura e meio ambiente em que vivemos. É verdade que não consigo ter grande simpatia por futebol (que habitualmente é tido como preferência masculina), mas também não consigo achar muita graça a telenovelas (que se costuma identificar com o sexo feminino).<br />
Porém, a verdade é que, na sociedade em que vivemos (e eu sei disso) a mulher foi, muitas vezes, colocada num plano inferior ao do homem – muitas explicações haverá para esse facto, mas certamente não será pela falta de neurónios da mulher.<br />
Essa mentalidade machista, própria de outros tempos (pensava eu) nunca a entendi, nem vejo razão de ser nela.<br />
É obvio que anteriormente era aceitável e normal conceber-se que o homem era superior à mulher, e disso se falava com naturalidade, e agia-se em conformidade. Hoje, e após uma luta árdua de, também, alguma feministas (embora não o sendo, tenho que as louvar, dado o papel fundamental que desempenharam, e talvez ainda desempenhem, na nossa sociedade), não é “politicamente correcto” ser-se machista, e por isso todos tenhamos algum cuidado nas posições que tomamos quanto a esse tema. Contudo, a revolução da mentalidade não se opera por palavras, demora o seu tempo a tornar-se verdadeira. Por isso, embora possamos ter “aparentemente” uma posição “correcta”, ie, não machista, no nosso íntimo somos levados a contradições (são os chamados preconceitos implícitos).<br />
Hoje em dia serão raros os casos de pessoas que defendem, abertamente, e por profunda convicção, posições machistas, mas ao fim e ao cabo, quando começam a desenvolver opiniões, são levadas para esse campo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2671</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 11:02:13 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Ivan-incomunicado&quot;, very well :-) Quanto a good looks, é uma óptima casca de banana verdadeiro, deixo a outros a patinadela voadora ;-) Fazer experiências com objectos variados dissimulados de bananas parece interessante. Já viste o poder de enviesamento da evolução daquela espécie maluca?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ivan-incomunicado&#8221;, very well <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Quanto a good looks, é uma óptima casca de banana verdadeiro, deixo a outros a patinadela voadora <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />  Fazer experiências com objectos variados dissimulados de bananas parece interessante. Já viste o poder de enviesamento da evolução daquela espécie maluca?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: aff</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2668</link>
		<dc:creator>aff</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 08:12:49 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado Marta. Não consigo perceber muito bem o seu texto de qualquer forma agradeço o esclarecimento. Bom agora tenho de ir trabalhar, espero que possamos continuar esta conversa numa outra ocasião. Bom dia!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Marta. Não consigo perceber muito bem o seu texto de qualquer forma agradeço o esclarecimento. Bom agora tenho de ir trabalhar, espero que possamos continuar esta conversa numa outra ocasião. Bom dia!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2665</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 03:58:57 +0000</pubDate>
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		<description>psst, agora que ninguem nos ouve... Tiago...a Marta escreve muito bem, não escreve?  I wonder if those magnificent brains are accompanied by good looks??? Damn! Dying of curiosity over here. E este rinoceronte é um imbecil!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>psst, agora que ninguem nos ouve&#8230; Tiago&#8230;a Marta escreve muito bem, não escreve?  I wonder if those magnificent brains are accompanied by good looks??? Damn! Dying of curiosity over here. E este rinoceronte é um imbecil!</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2664</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 03:54:24 +0000</pubDate>
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		<description>Mas podes pedir uns macacos emprestados ao Ivan-incomunicado. Fala-nos da macacada mas não macaca, if you know what I mean!? Já deste uma banana de plástico a um macaco??? He flips out! Fica furibundo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas podes pedir uns macacos emprestados ao Ivan-incomunicado. Fala-nos da macacada mas não macaca, if you know what I mean!? Já deste uma banana de plástico a um macaco??? He flips out! Fica furibundo!</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2663</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 03:50:37 +0000</pubDate>
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		<description>Não faltam rinocerontes por aqui. Acredita! Seria kool ver umas girafazinhas ou umas zebras. Amanhã, talvez. oops..acabei de espezinhar a tartaruga!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não faltam rinocerontes por aqui. Acredita! Seria kool ver umas girafazinhas ou umas zebras. Amanhã, talvez. oops..acabei de espezinhar a tartaruga!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2662</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 02:38:32 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, na Europa já se faz tarde, mas desconfio que possas ter um rinoceronte por debaixo do teu sofá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, na Europa já se faz tarde, mas desconfio que possas ter um rinoceronte por debaixo do teu sofá.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2661</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 02:36:44 +0000</pubDate>
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		<description>Acho muito estranho que um olhar &quot;pragmático&quot; sobre a realidade seja tão cego quanto às diferenças, que julgo óbvias, entre os dois sexos.

Um dos problemas das feministas em geral (não falo para ninguém em especial) é não aceitarem duas coisas simples: (i) a necessidade de generalização, within the social sciences, para se chegar a algum conhecimento; (ii) a confusão entre argumentos gerais e argumentos pessoais. É demasiado comum que uma diferença entre sexos - generalizada - seja tomada como um apontar de diferenças pessoais. Está mal.

O que pessoa A ou B tem de X ou Y revela-se também pelo que pessoa A ou B escreve. Não sou tribalista, portanto, comento ideias mais que tudo, não pessoas. Se vejo escritos indícios claríssimos de feminismo (num sentido descritivo e não de arremesso), pois de feminismo falarei. 

Pretender que homens e mulheres sejam iguais em tudo excepto naquilo que a sociedade (ah, a sociedade...) e o sistema (outro...) têm de influência é o turn-off total conversacional. Quer dizer, não há um chão mínimo para discutir este tema das diferenças entre sexos (o que não é necessariamente extensível a outros temas).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho muito estranho que um olhar &#8220;pragmático&#8221; sobre a realidade seja tão cego quanto às diferenças, que julgo óbvias, entre os dois sexos.</p>
<p>Um dos problemas das feministas em geral (não falo para ninguém em especial) é não aceitarem duas coisas simples: (i) a necessidade de generalização, within the social sciences, para se chegar a algum conhecimento; (ii) a confusão entre argumentos gerais e argumentos pessoais. É demasiado comum que uma diferença entre sexos &#8211; generalizada &#8211; seja tomada como um apontar de diferenças pessoais. Está mal.</p>
<p>O que pessoa A ou B tem de X ou Y revela-se também pelo que pessoa A ou B escreve. Não sou tribalista, portanto, comento ideias mais que tudo, não pessoas. Se vejo escritos indícios claríssimos de feminismo (num sentido descritivo e não de arremesso), pois de feminismo falarei. </p>
<p>Pretender que homens e mulheres sejam iguais em tudo excepto naquilo que a sociedade (ah, a sociedade&#8230;) e o sistema (outro&#8230;) têm de influência é o turn-off total conversacional. Quer dizer, não há um chão mínimo para discutir este tema das diferenças entre sexos (o que não é necessariamente extensível a outros temas).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2660</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 02:31:14 +0000</pubDate>
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		<description>O Ezequiel está a veler banda desenhada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Ezequiel está a veler banda desenhada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2659</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 02:00:17 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,

Iremos, então, até ao 120.º comentário. Naturalmente, seguir-se-á a expulsão. Discordar, frontal e terrivelmente do que eu escrevi, é uma coisa; afirmar que o que eu escrevi é cegueira ideológica em versão pura de feminismo, outra muito diferente. Mais assertiva, porventura, especialmente vindo de alguém que sabe que de feminista tenho mesmo muito pouco. O que é distinto de observar pragmaticamente a realidade, ou comentá-la. 
Tiago, sem esperança alguma de convergir, parece que o Ezequiel ainda te quer alguma coisa. 
Eu, agora,  faço o &quot;The end&quot; duplo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>Iremos, então, até ao 120.º comentário. Naturalmente, seguir-se-á a expulsão. Discordar, frontal e terrivelmente do que eu escrevi, é uma coisa; afirmar que o que eu escrevi é cegueira ideológica em versão pura de feminismo, outra muito diferente. Mais assertiva, porventura, especialmente vindo de alguém que sabe que de feminista tenho mesmo muito pouco. O que é distinto de observar pragmaticamente a realidade, ou comentá-la.<br />
Tiago, sem esperança alguma de convergir, parece que o Ezequiel ainda te quer alguma coisa.<br />
Eu, agora,  faço o &#8220;The end&#8221; duplo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2658</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 01:47:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2658</guid>
		<description>Quanto ao que escreveu a Marta:

&quot;Só posso admitir que o poder seja sobretudo sedutor ao Homem, e menos à Mulher, se a razão pura for a vaidade.&quot;

Acho que a Marta confunde &quot;estatuto&quot; com &quot;vaidade&quot;. A vaidade não pode ser para aqui chamda em primeiro grau. Quando muito, dizer que o poder traz estatuto e que o homem - já agora, que o &quot;macho&quot;, porque a compreensão tem muito de biológica, não nos cinjamos ao social - procura estatuto. Mas os &quot;benefícios&quot; do poder não se esgotam no estatuto. Falar em vaidade como pretendendo esgotar a motivação pelo poder é que não.

Volto a citar declarações lúcidas da primeira mulher tenente-coronel das Forças Armada:

«Os homens gostam de poder, atingir o poder para eles é mais importante do que para as mulheres.»

«Acho mal que as mulheres tenham que ter um tratamento muito diferenciado por serem mulheres. Se as mulheres exigem um tratamento não discriminatório, têm que marcar uma posição».

E sobre as quotas, não tem papas na língua: «As mulheres ou querem vir ou não para as Forças Armadas ou para outros sítios. Não me preocupo com isso.» 

http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html

Não quero achar que algumas proto ou não proto feministas nunca viram documentários da National Geographic ou que esqueceram qualquer ensinamento sobre a natureza animal devido a questões ideológicas e/ou de agenda. Se há alguém que queira compreender a natureza humana negando uma coisa tão óbvia como é a atracção pelo poder de macho e fêmea, eu saio de cena.

&quot;E aceito que a atracção feminina por esferas de poder seja menor – ou menos visível – porque “A Sujeição das Mulheres” foi o sistema secularmente vigente, e porque não só as mulheres condicionam as suas preferências, conscientemente, àquilo que consideram possibilidades, como, quando preferem, enfrentam uma desigualdade inicial no percurso, face ao homem.&quot;

Isto é cartilha feminista pura, ideologia cega. Para isso, não estou nem aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto ao que escreveu a Marta:</p>
<p>&#8220;Só posso admitir que o poder seja sobretudo sedutor ao Homem, e menos à Mulher, se a razão pura for a vaidade.&#8221;</p>
<p>Acho que a Marta confunde &#8220;estatuto&#8221; com &#8220;vaidade&#8221;. A vaidade não pode ser para aqui chamda em primeiro grau. Quando muito, dizer que o poder traz estatuto e que o homem &#8211; já agora, que o &#8220;macho&#8221;, porque a compreensão tem muito de biológica, não nos cinjamos ao social &#8211; procura estatuto. Mas os &#8220;benefícios&#8221; do poder não se esgotam no estatuto. Falar em vaidade como pretendendo esgotar a motivação pelo poder é que não.</p>
<p>Volto a citar declarações lúcidas da primeira mulher tenente-coronel das Forças Armada:</p>
<p>«Os homens gostam de poder, atingir o poder para eles é mais importante do que para as mulheres.»</p>
<p>«Acho mal que as mulheres tenham que ter um tratamento muito diferenciado por serem mulheres. Se as mulheres exigem um tratamento não discriminatório, têm que marcar uma posição».</p>
<p>E sobre as quotas, não tem papas na língua: «As mulheres ou querem vir ou não para as Forças Armadas ou para outros sítios. Não me preocupo com isso.» </p>
<p><a href="http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html" rel="nofollow">http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html</a></p>
<p>Não quero achar que algumas proto ou não proto feministas nunca viram documentários da National Geographic ou que esqueceram qualquer ensinamento sobre a natureza animal devido a questões ideológicas e/ou de agenda. Se há alguém que queira compreender a natureza humana negando uma coisa tão óbvia como é a atracção pelo poder de macho e fêmea, eu saio de cena.</p>
<p>&#8220;E aceito que a atracção feminina por esferas de poder seja menor – ou menos visível – porque “A Sujeição das Mulheres” foi o sistema secularmente vigente, e porque não só as mulheres condicionam as suas preferências, conscientemente, àquilo que consideram possibilidades, como, quando preferem, enfrentam uma desigualdade inicial no percurso, face ao homem.&#8221;</p>
<p>Isto é cartilha feminista pura, ideologia cega. Para isso, não estou nem aí.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2656</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 01:28:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2656</guid>
		<description>Cutting short:

&quot;Os únicos lunáticos que pensam que o sistema é “imparcial” e desprovido de um conceito estrutural do bem comum são os liberais ingénuos, como Barry.  Todos os sistemas sociais são normativos, assentam em conceitos do bem comum etc. &quot;

E os insurgentes,e alguns blasfemos, e por aí fora. Estou totalmente de acordo contigo.

&quot;É uma imposição, sem dúvida, de natureza democrática, ou seja, consentida e desejada (isto é, é imposição depois de legitimada…the system must have a limit, otherwise it could not be a system)&quot;

É uma imposição, da qual eu discordo, da qual tu concordas. Há imposições para ti e para mim aceitáveis, outras não. SImples as that. Acho que concordamos em discordar, não? Abraço,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cutting short:</p>
<p>&#8220;Os únicos lunáticos que pensam que o sistema é “imparcial” e desprovido de um conceito estrutural do bem comum são os liberais ingénuos, como Barry.  Todos os sistemas sociais são normativos, assentam em conceitos do bem comum etc. &#8221;</p>
<p>E os insurgentes,e alguns blasfemos, e por aí fora. Estou totalmente de acordo contigo.</p>
<p>&#8220;É uma imposição, sem dúvida, de natureza democrática, ou seja, consentida e desejada (isto é, é imposição depois de legitimada…the system must have a limit, otherwise it could not be a system)&#8221;</p>
<p>É uma imposição, da qual eu discordo, da qual tu concordas. Há imposições para ti e para mim aceitáveis, outras não. SImples as that. Acho que concordamos em discordar, não? Abraço,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2655</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 01:08:38 +0000</pubDate>
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		<description>“A fatal atracção”

A convite da Fernanda Câncio, escrevi para o Cinco Dias um texto de 2.ª feira, a “Magnífica Reitora”. Através de um episódio – a nomeação de Drew Gilpin Faus, a “Magnífica Reitora” de Harvard – utilizei a novidade do acontecimento e as circunstâncias actuais de um conjunto de personalidades femininas – que se localizam no núcleo do poder por excelência: a política – para questionar a relevância dos novos rostos femininos nos Estados Unidos, da Senhora Royal em França num eixo franco-germânico com Angela Merkel, para a actual &quot;condição feminina&quot; no mundo que (já não) se diz dos homens.
Depressa cheguei ao ponto, e por acaso pela pena de Stuart Mill e o seu “A Sujeição das Mulheres”: a “regra da supremacia” vigora ainda, na prática, e como tal continua a ser “um dos principais obstáculos ao desenvolvimento humano”. Com a agravante, a que Mill já não assistiu, de já termos experimentado sistemas de menor sujeição, maior participação, e consequente, mas relativa, “maximização do bem-estar social e da felicidade”. As citações são, aqui, de Stuart Mill, que na sua época e neste estrito contexto, era o pensador da excepção. E que era, também, contrário à ideia de poder, é certo. Talvez por isso mesmo, tenha condenado a ideia de submissão da mulher ao homem, a proibição do divórcio baseado numa pura diferença de génios, via no casamento uma parceria, criticava a ausência de reconhecimento de autonomia e direitos financeiros ao género feminino. A defesa deste argumentário por um liberal e utilitarista do século XIX é, concedo, contra-o-poder. 
A “Magnífica Reitora” – não a Senhora Professora de História, que inicie magnificamente o seu mandato em 1 de Julho, deixemos a Professora Faus – conduziu o debate para dois rumos, seguidos e perseguidos numa extensa caixa de comentários: 
1) São as mulheres que se colocam na posição de espectadoras – seja de blogues, seja da política, de comentar, exteriorizar análises – e se sujeitam a uma dada &quot;condição feminina&quot;? Ou seja, concedem e não enfretam “A Sujeição das Mulheres”, já criticada no século XIX por Mill?
2) A conversa passou, e parou, inevitavelmente, nas quotas e na conjugação deste método de pedagogia &quot;anti-inércia&quot; feminina e &quot;anti-obstáculo&quot; masculino, com a questão das preferências de cada género, mas sobretudo de cada indivíduo. E destaca-se, por provocação de um comentador, a dúvida: &quot;o poder atrairá mais os homens&quot;? Só posso admitir que o poder seja sobretudo sedutor ao Homem, e menos à Mulher, se a razão pura for a vaidade. Se colocármos o apego masculino à poderosa sensação de controlo (quase) absoluto no plano da vaidade, tão só.
O poder será sempre vaidade, e a política – e a academia, e outras instituições, palcos, foruns – trará sempre poder. Mas estará sempre presente, também, uma causa. Artificial, natural, que comande a acção total ou parcialmente. Comissão ou omissão, premeditadamente. Mudar centimetros ou provocar revoluções. O poder será sempre vaidade, e a política trará sempre poder. Mas a atracção pelo poder faz-se combinada de vaidade e causa(s). A intensidade dessa atracção resultará diferente em cada indivíduo, nas suas circunstâncias. 
Repito, apenas aceito a ideia de que o poder atrai mais os homens, baseada que seja esta afirmação na vaidade pura. Ponto final. E aceito que a atracção feminina por esferas de poder seja menor – ou menos visível – porque “A Sujeição das Mulheres” foi o sistema secularmente vigente, e porque não só as mulheres condicionam as suas preferências, conscientemente, àquilo que consideram possibilidades, como, quando preferem, enfrentam uma desigualdade inicial no percurso, face ao homem. 
A responsabilidade? Do sistema, da mentalidade social comum – do que foi, é, vai sendo e, parece, continuará a ser –, da reacção dos actores e das indicações do realizador. Só vê este filme quem manifesta preferência. Diversidade preferêncial existirá sempre, e as motivações individuais são variáveis.
Vejo-me a convocar outra vez Stuart Mill, que nem é especial referência na matéria, mas que se opunha, nos domínios da psique, à visão mecanisista, da mente passiva, reactiva a estímulos externos. As quotas são necessárias, úteis, um estímulo externo mas que se pretende paralelo à revelação de preferências femininas pelo supremo cálice do poder. Mill defendia uma mente activa na associação de ideias. A acção mista, sem inércia ou obstáculo dos géneros, impede a edição futura de “A Sujeição dos Homens”, por um qualquer descendente do filósofo-economista. Enfim, igualdade distributiva de direitos e responsabilidades, pressupondo a tentativa de maximizar a possibilidade de participar, pegando na deixa de um outro comentador. Para começarmos a ver outras fotografias!

Promessa cumprida. 
The end.

(E este vai, também, para o linha.de.conta)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“A fatal atracção”</p>
<p>A convite da Fernanda Câncio, escrevi para o Cinco Dias um texto de 2.ª feira, a “Magnífica Reitora”. Através de um episódio – a nomeação de Drew Gilpin Faus, a “Magnífica Reitora” de Harvard – utilizei a novidade do acontecimento e as circunstâncias actuais de um conjunto de personalidades femininas – que se localizam no núcleo do poder por excelência: a política – para questionar a relevância dos novos rostos femininos nos Estados Unidos, da Senhora Royal em França num eixo franco-germânico com Angela Merkel, para a actual &#8220;condição feminina&#8221; no mundo que (já não) se diz dos homens.<br />
Depressa cheguei ao ponto, e por acaso pela pena de Stuart Mill e o seu “A Sujeição das Mulheres”: a “regra da supremacia” vigora ainda, na prática, e como tal continua a ser “um dos principais obstáculos ao desenvolvimento humano”. Com a agravante, a que Mill já não assistiu, de já termos experimentado sistemas de menor sujeição, maior participação, e consequente, mas relativa, “maximização do bem-estar social e da felicidade”. As citações são, aqui, de Stuart Mill, que na sua época e neste estrito contexto, era o pensador da excepção. E que era, também, contrário à ideia de poder, é certo. Talvez por isso mesmo, tenha condenado a ideia de submissão da mulher ao homem, a proibição do divórcio baseado numa pura diferença de génios, via no casamento uma parceria, criticava a ausência de reconhecimento de autonomia e direitos financeiros ao género feminino. A defesa deste argumentário por um liberal e utilitarista do século XIX é, concedo, contra-o-poder.<br />
A “Magnífica Reitora” – não a Senhora Professora de História, que inicie magnificamente o seu mandato em 1 de Julho, deixemos a Professora Faus – conduziu o debate para dois rumos, seguidos e perseguidos numa extensa caixa de comentários:<br />
1) São as mulheres que se colocam na posição de espectadoras – seja de blogues, seja da política, de comentar, exteriorizar análises – e se sujeitam a uma dada &#8220;condição feminina&#8221;? Ou seja, concedem e não enfretam “A Sujeição das Mulheres”, já criticada no século XIX por Mill?<br />
2) A conversa passou, e parou, inevitavelmente, nas quotas e na conjugação deste método de pedagogia &#8220;anti-inércia&#8221; feminina e &#8220;anti-obstáculo&#8221; masculino, com a questão das preferências de cada género, mas sobretudo de cada indivíduo. E destaca-se, por provocação de um comentador, a dúvida: &#8220;o poder atrairá mais os homens&#8221;? Só posso admitir que o poder seja sobretudo sedutor ao Homem, e menos à Mulher, se a razão pura for a vaidade. Se colocármos o apego masculino à poderosa sensação de controlo (quase) absoluto no plano da vaidade, tão só.<br />
O poder será sempre vaidade, e a política – e a academia, e outras instituições, palcos, foruns – trará sempre poder. Mas estará sempre presente, também, uma causa. Artificial, natural, que comande a acção total ou parcialmente. Comissão ou omissão, premeditadamente. Mudar centimetros ou provocar revoluções. O poder será sempre vaidade, e a política trará sempre poder. Mas a atracção pelo poder faz-se combinada de vaidade e causa(s). A intensidade dessa atracção resultará diferente em cada indivíduo, nas suas circunstâncias.<br />
Repito, apenas aceito a ideia de que o poder atrai mais os homens, baseada que seja esta afirmação na vaidade pura. Ponto final. E aceito que a atracção feminina por esferas de poder seja menor – ou menos visível – porque “A Sujeição das Mulheres” foi o sistema secularmente vigente, e porque não só as mulheres condicionam as suas preferências, conscientemente, àquilo que consideram possibilidades, como, quando preferem, enfrentam uma desigualdade inicial no percurso, face ao homem.<br />
A responsabilidade? Do sistema, da mentalidade social comum – do que foi, é, vai sendo e, parece, continuará a ser –, da reacção dos actores e das indicações do realizador. Só vê este filme quem manifesta preferência. Diversidade preferêncial existirá sempre, e as motivações individuais são variáveis.<br />
Vejo-me a convocar outra vez Stuart Mill, que nem é especial referência na matéria, mas que se opunha, nos domínios da psique, à visão mecanisista, da mente passiva, reactiva a estímulos externos. As quotas são necessárias, úteis, um estímulo externo mas que se pretende paralelo à revelação de preferências femininas pelo supremo cálice do poder. Mill defendia uma mente activa na associação de ideias. A acção mista, sem inércia ou obstáculo dos géneros, impede a edição futura de “A Sujeição dos Homens”, por um qualquer descendente do filósofo-economista. Enfim, igualdade distributiva de direitos e responsabilidades, pressupondo a tentativa de maximizar a possibilidade de participar, pegando na deixa de um outro comentador. Para começarmos a ver outras fotografias!</p>
<p>Promessa cumprida.<br />
The end.</p>
<p>(E este vai, também, para o linha.de.conta)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2651</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 23:42:29 +0000</pubDate>
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		<description>here she is, Sheeeilla... what a nutter! 

http://en.wikipedia.org/wiki/Sheila_Jeffreys</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>here she is, Sheeeilla&#8230; what a nutter! </p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Sheila_Jeffreys" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Sheila_Jeffreys</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2650</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 23:38:16 +0000</pubDate>
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		<description>...e era contra a depilação. Oh dear ...oh dear!!! Noop nooooooooooop! No way José!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;e era contra a depilação. Oh dear &#8230;oh dear!!! Noop nooooooooooop! No way José!</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2649</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 23:34:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2649</guid>
		<description>Caro Tiago (bem, já me sinto mal a continuar isto, sinto-me petulante com este bla bla infindável...)

Actualmente nos desfrutamos de direitos iguais, e somos diferentes, como podes observar. Seria inconcebivel termos direitos diferentes para pessoas diferentes. É evidente que somos diferentes. Nunca neguei tal coisa. É a ti que cabe a responsabilidade de explicar como é que os direitos iguais (direitos que permitem possibilidades e não apenas comportamentos x ou y) pervertem a diferença. Tall order, my friend! Eu nunca defendi que temos que ser todos iguais. Pensa bem. Se tens um grupo de pessoas  e se &quot;distribuires&quot; liberdade e &quot;condições&quot; igualmente (linguagem metafórica) por isto terá o efeito de maximizar as diferenças (todos, livres de constrangimentos, poderão dar largas às suas capacidades. Isto é apenas uma incitação heuristica, nada mais. Mas parece-me interessante.

O progresso é imposto todos os dias, de uma forma ou de outra. Os únicos lunáticos que pensam que o sistema é &quot;imparcial&quot; e desprovido de um conceito estrutural do bem comum são os liberais ingénuos, como Barry. Todos os sistemas sociais são normativos, assentam em conceitos do bem comum etc. É uma imposição, sem dúvida, de natureza democrática,  ou seja, consentida e desejada (isto é, é imposição depois de legitimada...the system must have a limit, otherwise it could not be a system)

Eu não sou, e nunca serei, um feminista. Bolas, já me bastou as &quot;sovas&quot; que apanhei de feministas-fascistas-lunáticas na universidade onde estudei. :) Tudo era uma luta constante, todos os homens uns fálicos opressivos, a comunicação um artefacto da opressão masculina...safa!! Por vezes nem abria a boca e já estava a ser acusado (estou-me a lembrar de uma feminista Australiana que fez uma apresentação no LSE..defendia a abolição do perfume, da Victoria´s Secret(que sacrilégio!), um regresso às texturas elementares do algodão (unrefined)..., eradicação dos saltos altos...BOLAS...Sofria de uma obsessão maniaca contra yours truly (i.e. us the boys)...salivava com os dentes arreganhados e, de, olhos á lá fatal attraction, procurava desesperadamente por um alvo (deve ter uma carreira de tiro na sua quinta na Austrália...pratica tiro ao alvo num target do Di Caprio  e do Brad Pitt eh ehe ehh e he he he he heh e he :) :)

Estou a brincar. É evidente que simpatizo com as feministas simpáticas. As loonie tunes podem ir bordamerda!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago (bem, já me sinto mal a continuar isto, sinto-me petulante com este bla bla infindável&#8230;)</p>
<p>Actualmente nos desfrutamos de direitos iguais, e somos diferentes, como podes observar. Seria inconcebivel termos direitos diferentes para pessoas diferentes. É evidente que somos diferentes. Nunca neguei tal coisa. É a ti que cabe a responsabilidade de explicar como é que os direitos iguais (direitos que permitem possibilidades e não apenas comportamentos x ou y) pervertem a diferença. Tall order, my friend! Eu nunca defendi que temos que ser todos iguais. Pensa bem. Se tens um grupo de pessoas  e se &#8220;distribuires&#8221; liberdade e &#8220;condições&#8221; igualmente (linguagem metafórica) por isto terá o efeito de maximizar as diferenças (todos, livres de constrangimentos, poderão dar largas às suas capacidades. Isto é apenas uma incitação heuristica, nada mais. Mas parece-me interessante.</p>
<p>O progresso é imposto todos os dias, de uma forma ou de outra. Os únicos lunáticos que pensam que o sistema é &#8220;imparcial&#8221; e desprovido de um conceito estrutural do bem comum são os liberais ingénuos, como Barry. Todos os sistemas sociais são normativos, assentam em conceitos do bem comum etc. É uma imposição, sem dúvida, de natureza democrática,  ou seja, consentida e desejada (isto é, é imposição depois de legitimada&#8230;the system must have a limit, otherwise it could not be a system)</p>
<p>Eu não sou, e nunca serei, um feminista. Bolas, já me bastou as &#8220;sovas&#8221; que apanhei de feministas-fascistas-lunáticas na universidade onde estudei. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Tudo era uma luta constante, todos os homens uns fálicos opressivos, a comunicação um artefacto da opressão masculina&#8230;safa!! Por vezes nem abria a boca e já estava a ser acusado (estou-me a lembrar de uma feminista Australiana que fez uma apresentação no LSE..defendia a abolição do perfume, da Victoria´s Secret(que sacrilégio!), um regresso às texturas elementares do algodão (unrefined)&#8230;, eradicação dos saltos altos&#8230;BOLAS&#8230;Sofria de uma obsessão maniaca contra yours truly (i.e. us the boys)&#8230;salivava com os dentes arreganhados e, de, olhos á lá fatal attraction, procurava desesperadamente por um alvo (deve ter uma carreira de tiro na sua quinta na Austrália&#8230;pratica tiro ao alvo num target do Di Caprio  e do Brad Pitt eh ehe ehh e he he he he heh e he <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou a brincar. É evidente que simpatizo com as feministas simpáticas. As loonie tunes podem ir bordamerda!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2647</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 22:09:19 +0000</pubDate>
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		<description>E ela vai, e ela vai! Só que, tantos foram os comentários, que resolvi escrever um texto síntese... não sintético dos comentários, mas daquilo que eu retiro das discussão, por acrescento à &quot;Magnífica Reitora&quot;. Segue esta noite, que eu sou senhora de cumprir as promessas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E ela vai, e ela vai! Só que, tantos foram os comentários, que resolvi escrever um texto síntese&#8230; não sintético dos comentários, mas daquilo que eu retiro das discussão, por acrescento à &#8220;Magnífica Reitora&#8221;. Segue esta noite, que eu sou senhora de cumprir as promessas!</p>
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		<title>Por: aff</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-3/#comment-2645</link>
		<dc:creator>aff</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 21:44:55 +0000</pubDate>
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		<description>Marta, ainda estou à espera da sua resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marta, ainda estou à espera da sua resposta.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2642</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:31:25 +0000</pubDate>
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		<description>So&#039; para assinalar que este e&#039; o comentario numero 100. (Ezequiel, temos de nos comportar, pa&#039;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>So&#8217; para assinalar que este e&#8217; o comentario numero 100. (Ezequiel, temos de nos comportar, pa&#8217;).</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2641</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:22:59 +0000</pubDate>
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		<description>Faltou um &quot;ehehe&quot; no final do comentario anterior, naturalmente. Just to lighten things up a bit.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faltou um &#8220;ehehe&#8221; no final do comentario anterior, naturalmente. Just to lighten things up a bit.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2640</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:19:51 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel: no fundo, tu estas a defender que uma certa forma de PROGRESSO deve ser imposta (&#039;a forca, passe a redundancia) por via da lei. E ao mesmo tmepo fazes loas enormes &#039;a Tatcher! Grrrrrr, something&#039;s wrong here, mate. Ok, e&#039; emocional e isso e&#039; sinal que es um tipo ca&#039; dos meus, que nao e&#039; so&#039; razao.

Agora: embora eu concorde que uma maior representacao das mulheres teria nao so&#039; levado a que elas tivessem certos direitos (merecidos) mais cedo, isso nao significa que eu ache necessariamente desejavel, em termos politicos, que haja uma imposicao de quotas, para as coisas acelerarem.

Eu tambem detesto a homofobia que grassa por Portugal e nao e&#039; por isso que me poria a propor quotas no Parlamento (imaginando que fosse &quot;viavel&quot; aferir isso, etc) para quem comete ou pelo menos sente desejo de cometer actos homossexuais com regularidade superior &#039;a regularidade media da populacao. As coisas tambem tem o seu tempo, o&#039; Mr Conservador-Esquecido.

E claro que essa nao imposicao nao tem nada que ver com eu achar que padres e seminaristas seriam menos &quot;fit for the parlamentar job&quot;, atencao.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel: no fundo, tu estas a defender que uma certa forma de PROGRESSO deve ser imposta (&#8216;a forca, passe a redundancia) por via da lei. E ao mesmo tmepo fazes loas enormes &#8216;a Tatcher! Grrrrrr, something&#8217;s wrong here, mate. Ok, e&#8217; emocional e isso e&#8217; sinal que es um tipo ca&#8217; dos meus, que nao e&#8217; so&#8217; razao.</p>
<p>Agora: embora eu concorde que uma maior representacao das mulheres teria nao so&#8217; levado a que elas tivessem certos direitos (merecidos) mais cedo, isso nao significa que eu ache necessariamente desejavel, em termos politicos, que haja uma imposicao de quotas, para as coisas acelerarem.</p>
<p>Eu tambem detesto a homofobia que grassa por Portugal e nao e&#8217; por isso que me poria a propor quotas no Parlamento (imaginando que fosse &#8220;viavel&#8221; aferir isso, etc) para quem comete ou pelo menos sente desejo de cometer actos homossexuais com regularidade superior &#8216;a regularidade media da populacao. As coisas tambem tem o seu tempo, o&#8217; Mr Conservador-Esquecido.</p>
<p>E claro que essa nao imposicao nao tem nada que ver com eu achar que padres e seminaristas seriam menos &#8220;fit for the parlamentar job&#8221;, atencao.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2639</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:13:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2639</guid>
		<description>Ezequiel e demais: eu sou &quot;feminista&quot; na exacta medida em que luto por igualdade de oportunidades para as mulheres e, em particular, na defesa de certos direitos (como o de nao serem penalizadas por realizar uma IVG).

O que eu nao suporto e&#039; o desleixo ou disparate intelectual de achar que homens e mulheres sao iguais em todos e, por conseguinte, o de querer impor certas coisas &quot;porque sim&quot;. A igualdade de oportunidades que eu defendo nao tem que se concretizar numa igualdade de resultados, razao pela qual eu tenho FOBIA to the very proposal of a PERFECT 50-50 split, mas nao me oponho &#039;as quotas em absoluto como forma inferior (aos subsidios) mas possivel de corrigir certas desigualdades.

Nao me venham e&#039; com a historia de que somos todos iguais ou, talvez pior, de que deveriamos ser todos iguais. Viva a diferenca.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel e demais: eu sou &#8220;feminista&#8221; na exacta medida em que luto por igualdade de oportunidades para as mulheres e, em particular, na defesa de certos direitos (como o de nao serem penalizadas por realizar uma IVG).</p>
<p>O que eu nao suporto e&#8217; o desleixo ou disparate intelectual de achar que homens e mulheres sao iguais em todos e, por conseguinte, o de querer impor certas coisas &#8220;porque sim&#8221;. A igualdade de oportunidades que eu defendo nao tem que se concretizar numa igualdade de resultados, razao pela qual eu tenho FOBIA to the very proposal of a PERFECT 50-50 split, mas nao me oponho &#8216;as quotas em absoluto como forma inferior (aos subsidios) mas possivel de corrigir certas desigualdades.</p>
<p>Nao me venham e&#8217; com a historia de que somos todos iguais ou, talvez pior, de que deveriamos ser todos iguais. Viva a diferenca.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2638</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:13:19 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro, eu sei que isto não é argumento....mas eu vi o que a minha Mama lutou e sofreu por causa destas injusticas quando se divorciou num meio profundamente conservador e lutou sozinha para conquistar o seu lugar. Não foram poucas as vezes que ela recorreu a umas boas bofetadas para meter uns grandessissimos javardos na linha. Get real man! Se ela tivesse vivido nos EUA, teria conseguido muito mais do que conseguiu. Nos vivemos num país miseravel, no que toca à emancipação da mulher. (isto é muito emocional, mas pronto, que se lixe)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, eu sei que isto não é argumento&#8230;.mas eu vi o que a minha Mama lutou e sofreu por causa destas injusticas quando se divorciou num meio profundamente conservador e lutou sozinha para conquistar o seu lugar. Não foram poucas as vezes que ela recorreu a umas boas bofetadas para meter uns grandessissimos javardos na linha. Get real man! Se ela tivesse vivido nos EUA, teria conseguido muito mais do que conseguiu. Nos vivemos num país miseravel, no que toca à emancipação da mulher. (isto é muito emocional, mas pronto, que se lixe)</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2636</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:05:00 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Recognition of women&#039;s experience of systematic disadvantage relative to men is at the basis of feminism, a theory that began not in academia but as a movement for liberation. Feminist theory remains no self-referential theory-for-theory&#039;s-sake theory. It comes from social reality and goes back into social reality, disciplined by that relation. Its project fits its ground: to expose unequal social status on the basis of sex in order to change it. Its project fits its ground: to expose unequal social status on the basis of sex in order to change it.&quot;

Catharine A. MacKinnon, &quot;Mainstreaming Feminism in Legal Education,&quot; 53 J. Legal Educ. 199, 201 (2003)

from wikipedia.org</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Recognition of women&#8217;s experience of systematic disadvantage relative to men is at the basis of feminism, a theory that began not in academia but as a movement for liberation. Feminist theory remains no self-referential theory-for-theory&#8217;s-sake theory. It comes from social reality and goes back into social reality, disciplined by that relation. Its project fits its ground: to expose unequal social status on the basis of sex in order to change it. Its project fits its ground: to expose unequal social status on the basis of sex in order to change it.&#8221;</p>
<p>Catharine A. MacKinnon, &#8220;Mainstreaming Feminism in Legal Education,&#8221; 53 J. Legal Educ. 199, 201 (2003)</p>
<p>from wikipedia.org</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2635</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:04:04 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O totalitarismo não é apenas a extensão dos poderes “do estado” à sociedade (bem, esta não é a melhor teminologia, mas pronto). Tem que ver, sobretudo, com a natureza deste enlace (se o estado tentar controlar modos de vida, perverter liberdades essenciais, perseguir minorias, etc)&quot;

Ezequiel, eu referia-me obviamente a um &quot;traco de totalitarismo&quot; ou a uma &quot;forma de totalitarismo&quot;, nao estava a sugerir - obviamente! - que isso representasse o totalitarismo em todo o seu &quot;esplendor&quot;. E e&#039; exactamente por perverter liberdades essenciais que acho que tem um traco (com cedilha que aqui nao tenho) de totalitarismo. Mas nao estou a dizer que e&#039; o Monstro de 1917, calma!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O totalitarismo não é apenas a extensão dos poderes “do estado” à sociedade (bem, esta não é a melhor teminologia, mas pronto). Tem que ver, sobretudo, com a natureza deste enlace (se o estado tentar controlar modos de vida, perverter liberdades essenciais, perseguir minorias, etc)&#8221;</p>
<p>Ezequiel, eu referia-me obviamente a um &#8220;traco de totalitarismo&#8221; ou a uma &#8220;forma de totalitarismo&#8221;, nao estava a sugerir &#8211; obviamente! &#8211; que isso representasse o totalitarismo em todo o seu &#8220;esplendor&#8221;. E e&#8217; exactamente por perverter liberdades essenciais que acho que tem um traco (com cedilha que aqui nao tenho) de totalitarismo. Mas nao estou a dizer que e&#8217; o Monstro de 1917, calma!</p>
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		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2634</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 18:00:49 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Ninguém vai obrigar á senhora x a ocupar o lugar y. Ocupa-o se assim o desejar.&quot;

Ezequiel, mas eu queria era que fosse ela a escolher isso de total e livre vontade, e nao porque o aparelho partidario tem de escolher um determinado numero de mulheres. Como sabes, as quotas significam a imposicao, nas listas partidarias, no caso de ser 50-50, da alternancia entre homem e mulher. Isso IMPOE uma determinada ordem, para alem de excluir homens que possam ser mais capazes e mais motivados que as mulheres &quot;disponiveis&quot; la&#039; no partido ou na reparticao. 

Em geral, e tambem aqui, defendo que as liberdades positivas devem em geral ser uma &quot;restricao&quot; e nao a coisa a &quot;maximizar&quot;. Maximizem-se liberdades negativas (a liberdade individual em geral), possivelmente tendo em contra restricoes relativas a liberdades positivas (certas concepcoes de equidade, justica social, etc) - o que eu defendo. (Quer dizer, nao sou um anarco-capitalista).

Essa ideia magica do 50-50 e&#039; que me poe doente, a serio. Imagina, por hipotese - e se queres discutir isto no campo das ideias tens de considerar esta hipotese - que num partido, onde e&#039; livre de entrar quem quer, so&#039; existem homens. Como seria? Terias de &quot;forcar&quot; o recrutamento. Ou entao acabar com o Parlamento, porque a unica forma de garantir igual divisao entre homens e mulheres seria... ter ZERO deputados.

Agora imagina que tens &quot;algumas&quot; mulheres nos partidos, mas nao muitas. O problema e&#039; o mesmo. Enquanto que - repito que falo numa situacao hipotetica, nao estou a dizer que isso hoje se passa em Portugal - em termos de &quot;merito&quot;, poderias achar que a composicao de uma lista poderia ser 80-20, ou 60-40, ou 40-60, ou 20-80, a restricao das quotas implicava que o merito ficava ferido. Claro que o merito nao e&#039; um absoluto. Dai que eu nao me oponha &quot;em absoluto&quot; &#039;as quotas. Agora essa ideia luminosa dos 50-50 e&#039; que me parece totalmente descabida &quot;per si&quot;, quer dizer, descabida porque achar que e&#039; &quot;obvio&quot; que DEVIA SER 50-50 me parece descabido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ninguém vai obrigar á senhora x a ocupar o lugar y. Ocupa-o se assim o desejar.&#8221;</p>
<p>Ezequiel, mas eu queria era que fosse ela a escolher isso de total e livre vontade, e nao porque o aparelho partidario tem de escolher um determinado numero de mulheres. Como sabes, as quotas significam a imposicao, nas listas partidarias, no caso de ser 50-50, da alternancia entre homem e mulher. Isso IMPOE uma determinada ordem, para alem de excluir homens que possam ser mais capazes e mais motivados que as mulheres &#8220;disponiveis&#8221; la&#8217; no partido ou na reparticao. </p>
<p>Em geral, e tambem aqui, defendo que as liberdades positivas devem em geral ser uma &#8220;restricao&#8221; e nao a coisa a &#8220;maximizar&#8221;. Maximizem-se liberdades negativas (a liberdade individual em geral), possivelmente tendo em contra restricoes relativas a liberdades positivas (certas concepcoes de equidade, justica social, etc) &#8211; o que eu defendo. (Quer dizer, nao sou um anarco-capitalista).</p>
<p>Essa ideia magica do 50-50 e&#8217; que me poe doente, a serio. Imagina, por hipotese &#8211; e se queres discutir isto no campo das ideias tens de considerar esta hipotese &#8211; que num partido, onde e&#8217; livre de entrar quem quer, so&#8217; existem homens. Como seria? Terias de &#8220;forcar&#8221; o recrutamento. Ou entao acabar com o Parlamento, porque a unica forma de garantir igual divisao entre homens e mulheres seria&#8230; ter ZERO deputados.</p>
<p>Agora imagina que tens &#8220;algumas&#8221; mulheres nos partidos, mas nao muitas. O problema e&#8217; o mesmo. Enquanto que &#8211; repito que falo numa situacao hipotetica, nao estou a dizer que isso hoje se passa em Portugal &#8211; em termos de &#8220;merito&#8221;, poderias achar que a composicao de uma lista poderia ser 80-20, ou 60-40, ou 40-60, ou 20-80, a restricao das quotas implicava que o merito ficava ferido. Claro que o merito nao e&#8217; um absoluto. Dai que eu nao me oponha &#8220;em absoluto&#8221; &#8216;as quotas. Agora essa ideia luminosa dos 50-50 e&#8217; que me parece totalmente descabida &#8220;per si&#8221;, quer dizer, descabida porque achar que e&#8217; &#8220;obvio&#8221; que DEVIA SER 50-50 me parece descabido.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2633</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:57:20 +0000</pubDate>
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		<description>correcção: implantação real...sorry :(</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>correcção: implantação real&#8230;sorry <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2632</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:56:19 +0000</pubDate>
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		<description>Qt á tese to totalitarismo, seria absurdo argumentar que a implantação reais de possibilidades de participação leva-nos ao controle total da sociedade pelo estado. Estas possibilidades de participação não determinam a NATUREZA da participação (ou seja, não determina as formas de agir e de pensar...isto fica ao critério das pessoas...até podemos ter, paradoxalmente, anarquistas a participar. O totalitarismo não é apenas a extensão dos poderes &quot;do estado&quot; à sociedade (bem, esta não é a melhor teminologia, mas pronto). Tem que ver, sobretudo, com a natureza deste enlace (se o estado tentar controlar modos de vida, perverter liberdades essenciais, perseguir minorias, etc) Its a different ball game, my friend. 

Pronto, vou-me embora.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Qt á tese to totalitarismo, seria absurdo argumentar que a implantação reais de possibilidades de participação leva-nos ao controle total da sociedade pelo estado. Estas possibilidades de participação não determinam a NATUREZA da participação (ou seja, não determina as formas de agir e de pensar&#8230;isto fica ao critério das pessoas&#8230;até podemos ter, paradoxalmente, anarquistas a participar. O totalitarismo não é apenas a extensão dos poderes &#8220;do estado&#8221; à sociedade (bem, esta não é a melhor teminologia, mas pronto). Tem que ver, sobretudo, com a natureza deste enlace (se o estado tentar controlar modos de vida, perverter liberdades essenciais, perseguir minorias, etc) Its a different ball game, my friend. </p>
<p>Pronto, vou-me embora.</p>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2631</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:47:42 +0000</pubDate>
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		<description>Isto é: a distribuição igualitária de direitos e responsabilidades pressupõe a tentativa de maximizar a distribuição igualitária de possibilidades de participação. Pretty consistent, isn´t it? :)

PS: digo &quot;tentativa&quot; porque, como é evidente, é muito mais fácil garantir a distribuição normativa-legal-constitucional de direitos (basta afirmá-los e consagrá-los como direitos universais na constituição) do que garantir as condições da sua sustentabilidade social. 

Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto é: a distribuição igualitária de direitos e responsabilidades pressupõe a tentativa de maximizar a distribuição igualitária de possibilidades de participação. Pretty consistent, isn´t it? <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS: digo &#8220;tentativa&#8221; porque, como é evidente, é muito mais fácil garantir a distribuição normativa-legal-constitucional de direitos (basta afirmá-los e consagrá-los como direitos universais na constituição) do que garantir as condições da sua sustentabilidade social. </p>
<p>Cumprimentos,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2629</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 17:39:23 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Tiago,
o 50/50 refere-se à proporcionalidade (igualitária na) da distribuição insitucional de direitos e de possibilidades de participação POLITICA. Não se trata de uma imposição porque, evidentemente, ninguém é obrigado a participar, apesar de se garantir a possibilidade de se participar. Penso que seria absurdo presumir que não existem mulheres capazes e motivadas para ocupar, proporcionalmente, as posições garantidas pelas quotas. A meu ver, não se trata de uma imposição mas de uma exigencia que emana do ethos democrático. (seria sensato falarmos do ideal da participação como uma &quot;imposição&quot;?  Ou pensar na distribuição igualitária de direitos como &quot;imposição&quot;? Não me parece.) Poderiamos interpretar as quotas como uma política de &quot;liberdade positiva&quot;, ou seja, como  uma política que maximiza as condições (da possibilidade) do exercicio das liberdades democraticas. 

Além disso, considera o seguinte. Uma defesa substantiva do conceito de direitos democráticos poderá nos levar ao seguinte: a um principio holistico de consistencia entre direitos universais (distribuidos por todos) e a tentativa de maximizar as condições da sua materialização. Se pensarmos nos direitos, in vacuo, institucionalizados como normas mas não materializados em &quot; modos de vida!....corremos o risco de serem pouco mais do que ornamentos normativos abstractos.  Podes me explicar como é que a tese do 50/50 (repito, defendo a proporcionalidade e não um igualitarismo cego e vulgar) perverte a liberdade de escolha????? Ninguém vai obrigar á senhora x a ocupar o lugar y. Ocupa-o se assim o desejar. 

Meu caro, you can not bake the cake and eat it too. Então defendes algumas quotas e és contra outras quotas. Porque é que nuns casos as quotas são legitimas e noutros não?

Cumprimentos a todos-as</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,<br />
o 50/50 refere-se à proporcionalidade (igualitária na) da distribuição insitucional de direitos e de possibilidades de participação POLITICA. Não se trata de uma imposição porque, evidentemente, ninguém é obrigado a participar, apesar de se garantir a possibilidade de se participar. Penso que seria absurdo presumir que não existem mulheres capazes e motivadas para ocupar, proporcionalmente, as posições garantidas pelas quotas. A meu ver, não se trata de uma imposição mas de uma exigencia que emana do ethos democrático. (seria sensato falarmos do ideal da participação como uma &#8220;imposição&#8221;?  Ou pensar na distribuição igualitária de direitos como &#8220;imposição&#8221;? Não me parece.) Poderiamos interpretar as quotas como uma política de &#8220;liberdade positiva&#8221;, ou seja, como  uma política que maximiza as condições (da possibilidade) do exercicio das liberdades democraticas. </p>
<p>Além disso, considera o seguinte. Uma defesa substantiva do conceito de direitos democráticos poderá nos levar ao seguinte: a um principio holistico de consistencia entre direitos universais (distribuidos por todos) e a tentativa de maximizar as condições da sua materialização. Se pensarmos nos direitos, in vacuo, institucionalizados como normas mas não materializados em &#8221; modos de vida!&#8230;.corremos o risco de serem pouco mais do que ornamentos normativos abstractos.  Podes me explicar como é que a tese do 50/50 (repito, defendo a proporcionalidade e não um igualitarismo cego e vulgar) perverte a liberdade de escolha????? Ninguém vai obrigar á senhora x a ocupar o lugar y. Ocupa-o se assim o desejar. </p>
<p>Meu caro, you can not bake the cake and eat it too. Então defendes algumas quotas e és contra outras quotas. Porque é que nuns casos as quotas são legitimas e noutros não?</p>
<p>Cumprimentos a todos-as</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2625</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 16:03:53 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O equilibrio entre respeitar a liberdade de escolha dos seus representantes, a liberdade de escolha de cada um se propor a representante e o desejo que haja alguma representatividade leva-me a aceitar ALGUMAS quotas, mas a rejeitar liminarmente a “ideia luminosa” do 50-50, porque isso valoriza muito pouco a liberdade de escolha.&quot;

Deve ler-se, no inicio, a liberdade de escolha dos &quot;eleitores&quot; e nao &quot;representantes&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O equilibrio entre respeitar a liberdade de escolha dos seus representantes, a liberdade de escolha de cada um se propor a representante e o desejo que haja alguma representatividade leva-me a aceitar ALGUMAS quotas, mas a rejeitar liminarmente a “ideia luminosa” do 50-50, porque isso valoriza muito pouco a liberdade de escolha.&#8221;</p>
<p>Deve ler-se, no inicio, a liberdade de escolha dos &#8220;eleitores&#8221; e nao &#8220;representantes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2624</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:51:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2624</guid>
		<description>Embora, a favor do 50-50, haja o facto inabalavel de ele ser um &quot;ponto focal&quot;, isto e&#039;, uma proposta mais ou menos &quot;obvia para quotas. Mas e&#039; preciso, caso consideremos impor quotas, partir desse eventual ponto focal inicial para chegar a uma proposta mais equilibrada e sensata, que nao seja apenas um impulso tipo &quot;Fifty-fifty, of course! What else could it be?&quot;. (E e&#039; para o entendimento deste &quot;what else could it be&quot; que nao e&#039; irrazoavel lembrar que em tantas outras profissoes a distribuicao dos sexos e&#039; MUITO diferente, porque isso valoriza e enfatisa a liberdade de cada um escolher a sua profissao ou ocupacao).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Embora, a favor do 50-50, haja o facto inabalavel de ele ser um &#8220;ponto focal&#8221;, isto e&#8217;, uma proposta mais ou menos &#8220;obvia para quotas. Mas e&#8217; preciso, caso consideremos impor quotas, partir desse eventual ponto focal inicial para chegar a uma proposta mais equilibrada e sensata, que nao seja apenas um impulso tipo &#8220;Fifty-fifty, of course! What else could it be?&#8221;. (E e&#8217; para o entendimento deste &#8220;what else could it be&#8221; que nao e&#8217; irrazoavel lembrar que em tantas outras profissoes a distribuicao dos sexos e&#8217; MUITO diferente, porque isso valoriza e enfatisa a liberdade de cada um escolher a sua profissao ou ocupacao).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2623</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:42:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2623</guid>
		<description>Quer dizer, e&#039; a &quot;pureza&quot;, a &quot;perfeicao&quot;, o caracter &quot;ultimo&quot; do 50-50, imposta centralmente por certos &quot;iluminados&quot;, que me irrita profundamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quer dizer, e&#8217; a &#8220;pureza&#8221;, a &#8220;perfeicao&#8221;, o caracter &#8220;ultimo&#8221; do 50-50, imposta centralmente por certos &#8220;iluminados&#8221;, que me irrita profundamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2622</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:41:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2622</guid>
		<description>Repara ainda, caro Filipe, que sera&#039; dificil, ao usarmos um argumento mais ou menos &quot;absoluto&quot; de representatividade, nao olhar ao artigo (julgo que) 13o da Constituicao e desejar quotas para certas racas,  religioes, condicoes economico-sociais, orientacoes sexuais, etc. NAO digo que tenham igual importancia; NAO digo sequer que ha&#039; um &quot;link logico&quot; entre propor quotas para os sexos e quotas para outras, mas apenas uma questao a ponderar; NAO digo que ter quotas para mulheres nao seja, para quem queira outras quotas, &quot;melhor que nada&quot;.

O que eu acho que e&#039; a representatividade, sendo uma coisa &quot;boa&quot;, nao e&#039; um &quot;absoluto&quot;. Ha&#039; outras coisas boas. Entre elas, a liberdade de escolha quer das pessoas que se candidatam, quer dos eleitores. Repara que a representatividade perfeita seria atingivel se realizassemos uma amostra representativa e obrigassemos (ou convidassemos, ha&#039; variantes nisto) os &quot;sorteados&quot; (ja&#039; ia dizer os &quot;eleitos&quot; em sentido metaforico, mas aqui nao da&#039;) a serem deputados. Mas isso dificilmente estaria mais longe da ideia de democracia - one man, one vote.

O equilibrio entre respeitar a liberdade de escolha dos seus representantes, a liberdade de escolha de cada um se propor a representante e o desejo que haja alguma representatividade leva-me a aceitar ALGUMAS quotas, mas a rejeitar liminarmente a &quot;ideia luminosa&quot; do 50-50, porque isso valoriza muito pouco a liberdade de escolha. Prefiro subsidios a quotas. Sou capaz de aceitar quotas, se moderadas e, sobretudo, se temporarias, para ajudar a mudar um pouco o status-quo e as mentalidades. Agora, isso do 50-50 faz-me cocegas em muitos sitios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Repara ainda, caro Filipe, que sera&#8217; dificil, ao usarmos um argumento mais ou menos &#8220;absoluto&#8221; de representatividade, nao olhar ao artigo (julgo que) 13o da Constituicao e desejar quotas para certas racas,  religioes, condicoes economico-sociais, orientacoes sexuais, etc. NAO digo que tenham igual importancia; NAO digo sequer que ha&#8217; um &#8220;link logico&#8221; entre propor quotas para os sexos e quotas para outras, mas apenas uma questao a ponderar; NAO digo que ter quotas para mulheres nao seja, para quem queira outras quotas, &#8220;melhor que nada&#8221;.</p>
<p>O que eu acho que e&#8217; a representatividade, sendo uma coisa &#8220;boa&#8221;, nao e&#8217; um &#8220;absoluto&#8221;. Ha&#8217; outras coisas boas. Entre elas, a liberdade de escolha quer das pessoas que se candidatam, quer dos eleitores. Repara que a representatividade perfeita seria atingivel se realizassemos uma amostra representativa e obrigassemos (ou convidassemos, ha&#8217; variantes nisto) os &#8220;sorteados&#8221; (ja&#8217; ia dizer os &#8220;eleitos&#8221; em sentido metaforico, mas aqui nao da&#8217;) a serem deputados. Mas isso dificilmente estaria mais longe da ideia de democracia &#8211; one man, one vote.</p>
<p>O equilibrio entre respeitar a liberdade de escolha dos seus representantes, a liberdade de escolha de cada um se propor a representante e o desejo que haja alguma representatividade leva-me a aceitar ALGUMAS quotas, mas a rejeitar liminarmente a &#8220;ideia luminosa&#8221; do 50-50, porque isso valoriza muito pouco a liberdade de escolha. Prefiro subsidios a quotas. Sou capaz de aceitar quotas, se moderadas e, sobretudo, se temporarias, para ajudar a mudar um pouco o status-quo e as mentalidades. Agora, isso do 50-50 faz-me cocegas em muitos sitios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2620</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:28:08 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Filipe Moura,
Ainda direi mais umas cositas nesta caixa de comentários que parece um &quot;lençol&quot;, mas agradeço já os desejos de mais escrita minha. Eu escrevo, está lá em cima - sendo certo que com oitentas.. comentários lá em cima já é distante - o endereço onde encontra a minha escrita, mais quotidianamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Filipe Moura,<br />
Ainda direi mais umas cositas nesta caixa de comentários que parece um &#8220;lençol&#8221;, mas agradeço já os desejos de mais escrita minha. Eu escrevo, está lá em cima &#8211; sendo certo que com oitentas.. comentários lá em cima já é distante &#8211; o endereço onde encontra a minha escrita, mais quotidianamente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2619</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:24:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Filipe: muito brevemente: percebo - e concordo &quot;to some extent&quot; - com a importancia de ter um orgao como a AR que seja &quot;representativo&quot;. Os exemplos que dei nao supoe que &#039;e &quot;igualmente IMPORTANTE&quot; ter essa representatividade noutras profissoes. Teve o intuito apenas de relembrar que existem diferencas entre homens e mulheres e que, por isso mesmo, embora ALGUM nivel de representatividade seja desejavel, nao e&#039; obvio que ele tenha de ser 50-50. Porque, sendo as preferencias e a vontade eventualmente diferentes, esse 50-50, mesmo numa situacao &quot;teorica&quot;, ou seja &quot;ideal&quot; (a que me interessa discutir, porque todas as outras vem depois e convem esclarecer esta antes de tudo), traduzir-se-ia num desvirtuamento grande da qualidade da AR. (Repito que falo no plano dos principios, pelo que consideracoes sobre a preguica e a falta de merito dos deputados que HOJE existem nao sao relevantes - isso vem depois).

De todo o modo, sou, por principio, mais inclinado para uma solucao de &quot;correccao&quot; que passe pelos &quot;subsidios&quot;, mais do que pelas &quot;quotas&quot;, porque isso favorece a participacao das mulheres de uma forma que permite que a liberdade de escolha continue a ser a &quot;peca chave&quot;. Ja&#039; a imposicao de quotas, embora a possa aceitar extemporaneamente, me faz algumas cocegas no ceu da boca. (Afinidades com AMP, portanto).

http://apontamentos7.blogspot.com/2006/03/quotas-e-subsdios.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Filipe: muito brevemente: percebo &#8211; e concordo &#8220;to some extent&#8221; &#8211; com a importancia de ter um orgao como a AR que seja &#8220;representativo&#8221;. Os exemplos que dei nao supoe que &#8216;e &#8220;igualmente IMPORTANTE&#8221; ter essa representatividade noutras profissoes. Teve o intuito apenas de relembrar que existem diferencas entre homens e mulheres e que, por isso mesmo, embora ALGUM nivel de representatividade seja desejavel, nao e&#8217; obvio que ele tenha de ser 50-50. Porque, sendo as preferencias e a vontade eventualmente diferentes, esse 50-50, mesmo numa situacao &#8220;teorica&#8221;, ou seja &#8220;ideal&#8221; (a que me interessa discutir, porque todas as outras vem depois e convem esclarecer esta antes de tudo), traduzir-se-ia num desvirtuamento grande da qualidade da AR. (Repito que falo no plano dos principios, pelo que consideracoes sobre a preguica e a falta de merito dos deputados que HOJE existem nao sao relevantes &#8211; isso vem depois).</p>
<p>De todo o modo, sou, por principio, mais inclinado para uma solucao de &#8220;correccao&#8221; que passe pelos &#8220;subsidios&#8221;, mais do que pelas &#8220;quotas&#8221;, porque isso favorece a participacao das mulheres de uma forma que permite que a liberdade de escolha continue a ser a &#8220;peca chave&#8221;. Ja&#8217; a imposicao de quotas, embora a possa aceitar extemporaneamente, me faz algumas cocegas no ceu da boca. (Afinidades com AMP, portanto).</p>
<p><a href="http://apontamentos7.blogspot.com/2006/03/quotas-e-subsdios.html" rel="nofollow">http://apontamentos7.blogspot.com/2006/03/quotas-e-subsdios.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2618</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 15:22:53 +0000</pubDate>
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		<description>Calculando que a outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro seja eu, esteja o meu caro Tiago à vontade. A casa nem é minha portanto... posso lá eu traçar riscos? 
Agora senhora-dona... carissímo, you know better.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Calculando que a outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro seja eu, esteja o meu caro Tiago à vontade. A casa nem é minha portanto&#8230; posso lá eu traçar riscos?<br />
Agora senhora-dona&#8230; carissímo, you know better.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2616</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 14:33:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2616</guid>
		<description>Ana, nao so&#039; nascida em Fevereiro, mas tambem (tp say the least) igualmente bonita: e&#039; optimo que fiques com cocegas na boca, porque as cocegas tambem podem fazer bem. Quem sabe se discutiremos estes assuntos todos noutro forum? Nao quero ser um menino mal comportado e pisar o risco tracado por uma outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, nao so&#8217; nascida em Fevereiro, mas tambem (tp say the least) igualmente bonita: e&#8217; optimo que fiques com cocegas na boca, porque as cocegas tambem podem fazer bem. Quem sabe se discutiremos estes assuntos todos noutro forum? Nao quero ser um menino mal comportado e pisar o risco tracado por uma outra senhora-dona-nascida-em-Fevereiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Moura</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2612</link>
		<dc:creator>Filipe Moura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 13:15:53 +0000</pubDate>
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		<description>Só um pequeno reparo, Tiago. Posso concordar contigo que seriam ridículas quotas para agentes de segurança ou educadoras de infância. Mas não concordo nada relativamente ao parlamento. Se me permitem, e para não me repetir, deixo-vos isto:

http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/04/sobre-lei-das-quotas.html

http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/08/quotas-de-mulheres.html

Despeço-me desejando que a Marta escreva mais vezes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só um pequeno reparo, Tiago. Posso concordar contigo que seriam ridículas quotas para agentes de segurança ou educadoras de infância. Mas não concordo nada relativamente ao parlamento. Se me permitem, e para não me repetir, deixo-vos isto:</p>
<p><a href="http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/04/sobre-lei-das-quotas.html" rel="nofollow">http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/04/sobre-lei-das-quotas.html</a></p>
<p><a href="http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/08/quotas-de-mulheres.html" rel="nofollow">http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/08/quotas-de-mulheres.html</a></p>
<p>Despeço-me desejando que a Marta escreva mais vezes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2611</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 13:07:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2611</guid>
		<description>Passei por aqui um minuto, de fugida. Antes de ir para o consultório quero só dizer que, como seria de esperar DESTA mulher, foi um INTELIGENTE murro na mesa, verdade sujeitos XY? 

E essa dos cojones já era, de resto ficariam inestéticos por baixo da mini-saia (sim, pq se fosse caso de existirem &quot;cojones femininos&quot;, por determinismo biológico, seriam seguramente enormes!;))

Tiago, depopis disto &quot;Quanto a’ politica e outros assuntos mais “masculinos”, acho que e’ natural que as “preferencias” das mulheres, EM MEDIA, sejam comparativamente menos fortes. Os homens gostam mais de uns assuntos, as mulheres de outros. E isto nao e’ dizer que tem maior CAPACIDADE para os discutir, apenas maior interesse nisso.&quot; acho mesmo que temos de discutir gender issues! Palavras como &quot;natural&quot;, &quot;forte&quot; ou &quot;comparativamente&quot; usadas neste contexto fazem-me sempre algumas cócegas no céu da boca! Deve ser porque não sou uma cientista social nem uma psiquiatra muito dada a psicologizações do quotidiano e acreditar convicta e piamente na &quot;normalidade da diferença&quot;!

Quanto às quotas, assino de cruz: &quot;Quotas = mal necessário, até que as mentalidades se encontrem aptas a aceitar premissas óbvias e critérios individuais.&quot;

É verdade Tiago, esquecime de dizer que partilho a tua opinião sobre o Tony!

(Queria aqui ficar, com tempo! Que mania esta, a das gajas trabalharem!). As melhoras do teu pai Ezequiel.

Ps1: ontem não tinha dado pelo comentário ciumento da f.. Hoje, quando o li, fiquei toda contentinha... duas mulheres do caraças, por quem tenho uma consideração imensa e, há que assumi-lo com frontalidade, orgulho e ternura, que  partilham comigo um monte de coisas, para além da taradice dos sapatos... também nasceram em Fevereiro!!! Uau! 

Ps2: E que bonitas elas são!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Passei por aqui um minuto, de fugida. Antes de ir para o consultório quero só dizer que, como seria de esperar DESTA mulher, foi um INTELIGENTE murro na mesa, verdade sujeitos XY? </p>
<p>E essa dos cojones já era, de resto ficariam inestéticos por baixo da mini-saia (sim, pq se fosse caso de existirem &#8220;cojones femininos&#8221;, por determinismo biológico, seriam seguramente enormes!;))</p>
<p>Tiago, depopis disto &#8220;Quanto a’ politica e outros assuntos mais “masculinos”, acho que e’ natural que as “preferencias” das mulheres, EM MEDIA, sejam comparativamente menos fortes. Os homens gostam mais de uns assuntos, as mulheres de outros. E isto nao e’ dizer que tem maior CAPACIDADE para os discutir, apenas maior interesse nisso.&#8221; acho mesmo que temos de discutir gender issues! Palavras como &#8220;natural&#8221;, &#8220;forte&#8221; ou &#8220;comparativamente&#8221; usadas neste contexto fazem-me sempre algumas cócegas no céu da boca! Deve ser porque não sou uma cientista social nem uma psiquiatra muito dada a psicologizações do quotidiano e acreditar convicta e piamente na &#8220;normalidade da diferença&#8221;!</p>
<p>Quanto às quotas, assino de cruz: &#8220;Quotas = mal necessário, até que as mentalidades se encontrem aptas a aceitar premissas óbvias e critérios individuais.&#8221;</p>
<p>É verdade Tiago, esquecime de dizer que partilho a tua opinião sobre o Tony!</p>
<p>(Queria aqui ficar, com tempo! Que mania esta, a das gajas trabalharem!). As melhoras do teu pai Ezequiel.</p>
<p>Ps1: ontem não tinha dado pelo comentário ciumento da f.. Hoje, quando o li, fiquei toda contentinha&#8230; duas mulheres do caraças, por quem tenho uma consideração imensa e, há que assumi-lo com frontalidade, orgulho e ternura, que  partilham comigo um monte de coisas, para além da taradice dos sapatos&#8230; também nasceram em Fevereiro!!! Uau! </p>
<p>Ps2: E que bonitas elas são!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2610</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 12:17:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2610</guid>
		<description>Ezequiel, claro que o que a senhora Tatcher fez não requer um contrafactual! Ela foi muito positiva overall. O que requeria um contrafactual era saber como teria sido Blair SE não tivesse havido uma Tatcher antes dele.

Deixa-me só adiantar, mas fiquemo-nos por aqui, por respeito às donzelas e demais leitores (será que os há?), que não há NADA de totalitarista em tentar perceber as preferências dos agentes políticos, na medida exacta em que eles são importantes para compreendermos e respeitarmos as ESCOLHAS LIVRES que eles fazem! Já impôr quotas, embora seja aceitável sobre certos pontos de vista liberais, poderá cair facilmente num certo totalitarismo, no sentido de impôr uma visão à sociedade. Abraço e as melhoras para o teu Pai,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, claro que o que a senhora Tatcher fez não requer um contrafactual! Ela foi muito positiva overall. O que requeria um contrafactual era saber como teria sido Blair SE não tivesse havido uma Tatcher antes dele.</p>
<p>Deixa-me só adiantar, mas fiquemo-nos por aqui, por respeito às donzelas e demais leitores (será que os há?), que não há NADA de totalitarista em tentar perceber as preferências dos agentes políticos, na medida exacta em que eles são importantes para compreendermos e respeitarmos as ESCOLHAS LIVRES que eles fazem! Já impôr quotas, embora seja aceitável sobre certos pontos de vista liberais, poderá cair facilmente num certo totalitarismo, no sentido de impôr uma visão à sociedade. Abraço e as melhoras para o teu Pai,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2609</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 12:16:38 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, espero (re)encontrar-te, para a conversa prometida e a verificação de perda da aposta (ou não...).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, espero (re)encontrar-te, para a conversa prometida e a verificação de perda da aposta (ou não&#8230;).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2608</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 12:14:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2608</guid>
		<description>o anfitrião do ometablog  não nos quer por lá, pelos vistos. Tiago, cria um blog e conversamos depois. Beijins para as Senhoras, abraço para o Tiagone. :) 

ps: Não se trata de um counterfactual. Ela, Maggie, ESTEVE lá! Trata-se de coerencia, de estabelecer relações causais entre x´s,  y´s  e  z´s, dear chap. Tenho que ir visitar o meu Papa que está no hospital. Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o anfitrião do ometablog  não nos quer por lá, pelos vistos. Tiago, cria um blog e conversamos depois. Beijins para as Senhoras, abraço para o Tiagone. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>ps: Não se trata de um counterfactual. Ela, Maggie, ESTEVE lá! Trata-se de coerencia, de estabelecer relações causais entre x´s,  y´s  e  z´s, dear chap. Tenho que ir visitar o meu Papa que está no hospital. Cumprimentos,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2607</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 12:08:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2607</guid>
		<description>Tiago, gender issues são, obviamente, muitissímo interessantes. Suspeita seria eu, caso afirmasse o contrário, depois de ter assinado &quot;A Magnífica Reitora&quot;. Finalmente encontramos, pacificamente, o objecto! Por isso mesmo, convidei o Ezequiel a discutirmos o assunto Obama noutra sede. Estendo o convite, Tiago. Aliás, julgo que conheces o meu blogue e o e-mail do dito.
O murro na mesa feminino pode ser audível, mas é tipicamente menos sonoro porque feito em moldes mais eficazes do que a &quot;força pura&quot;. Parece-me que concordamos, mas fico sempre em dúvida. 
Mas, repara, agora somos nós os &quot;monopolizadores&quot;. E eu tenho promessas por cumprir ao aff.
A Ana já me vem render, está a dar aulas. Daqui a pouco eu vou dar aulas, e chega a Senhora Doutora (no literal sentido da expressão).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago, gender issues são, obviamente, muitissímo interessantes. Suspeita seria eu, caso afirmasse o contrário, depois de ter assinado &#8220;A Magnífica Reitora&#8221;. Finalmente encontramos, pacificamente, o objecto! Por isso mesmo, convidei o Ezequiel a discutirmos o assunto Obama noutra sede. Estendo o convite, Tiago. Aliás, julgo que conheces o meu blogue e o e-mail do dito.<br />
O murro na mesa feminino pode ser audível, mas é tipicamente menos sonoro porque feito em moldes mais eficazes do que a &#8220;força pura&#8221;. Parece-me que concordamos, mas fico sempre em dúvida.<br />
Mas, repara, agora somos nós os &#8220;monopolizadores&#8221;. E eu tenho promessas por cumprir ao aff.<br />
A Ana já me vem render, está a dar aulas. Daqui a pouco eu vou dar aulas, e chega a Senhora Doutora (no literal sentido da expressão).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2605</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 11:44:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2605</guid>
		<description>O murro na mesa, tipicamente masculino, mas com sensibilidade feminina:

&quot;É que estão a MONOPOLIZAR esta caixa de comentários com o vosso diálogo&quot;.

Ehehe.

Na caixa de comentário de um blogue de esquerda quem &quot;manda&quot; é o povo, não a Fernanda!!! Correcto, Fernanda? (Desde que haja educação, por supuesto).

E eu não estava a sugerir que o Ezequiel, a Ana, a Fernanda e os demais se &quot;moderassem&quot;, mas apenas que atentassem ao teu belíssimo e bem medido &quot;murro na mesa&quot;.

Take it easy, mate! Just teasing a bit :-)

PS: acho o Obama muito menos interessante que gender issues em &quot;estado puro&quot;, mas gostos são gostos. Qaunto mais irrelevante for um assunto, geralmente mais intelectualmente interessante e estimulante (tipo saber se está um rinoceronte na sala de estar).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O murro na mesa, tipicamente masculino, mas com sensibilidade feminina:</p>
<p>&#8220;É que estão a MONOPOLIZAR esta caixa de comentários com o vosso diálogo&#8221;.</p>
<p>Ehehe.</p>
<p>Na caixa de comentário de um blogue de esquerda quem &#8220;manda&#8221; é o povo, não a Fernanda!!! Correcto, Fernanda? (Desde que haja educação, por supuesto).</p>
<p>E eu não estava a sugerir que o Ezequiel, a Ana, a Fernanda e os demais se &#8220;moderassem&#8221;, mas apenas que atentassem ao teu belíssimo e bem medido &#8220;murro na mesa&#8221;.</p>
<p>Take it easy, mate! Just teasing a bit <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PS: acho o Obama muito menos interessante que gender issues em &#8220;estado puro&#8221;, mas gostos são gostos. Qaunto mais irrelevante for um assunto, geralmente mais intelectualmente interessante e estimulante (tipo saber se está um rinoceronte na sala de estar).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2604</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 11:33:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2604</guid>
		<description>Não ouvi o murro na mesa... vocês ouviram? E, se ouviram, foi de mulher - eu -, não foi de homem. 
Quel provocateur, Tiago... 
Caso não tenhas reparado, tu e o Ezequiel conversam animadamente desde uns 9 comentários a esta parte, a solo. Aliás, a &quot;ideia migratória&quot; foi tua! E era aplicável, ao que percebo, a ti e ao Ezequiel. Não à Ana, e à Fernanda menos ainda, que é ela que &quot;manda&quot; na caixa da 2.ª feira!
Obrigada pelo aplauso, e vai ficando.

Caro aff,
Volto ao Stuart Mill e à &quot;relatividade&quot; da igualdade de oportunidade inicial ainda hoje, fica a promessa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não ouvi o murro na mesa&#8230; vocês ouviram? E, se ouviram, foi de mulher &#8211; eu -, não foi de homem.<br />
Quel provocateur, Tiago&#8230;<br />
Caso não tenhas reparado, tu e o Ezequiel conversam animadamente desde uns 9 comentários a esta parte, a solo. Aliás, a &#8220;ideia migratória&#8221; foi tua! E era aplicável, ao que percebo, a ti e ao Ezequiel. Não à Ana, e à Fernanda menos ainda, que é ela que &#8220;manda&#8221; na caixa da 2.ª feira!<br />
Obrigada pelo aplauso, e vai ficando.</p>
<p>Caro aff,<br />
Volto ao Stuart Mill e à &#8220;relatividade&#8221; da igualdade de oportunidade inicial ainda hoje, fica a promessa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2603</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 11:21:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ezequiel, Ana, Fernanda e demais: têm de concordar que uma mulher dar assim um murro na mesa... é de homem. Que  cojones. Muito bem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel, Ana, Fernanda e demais: têm de concordar que uma mulher dar assim um murro na mesa&#8230; é de homem. Que  cojones. Muito bem.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2602</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 11:03:48 +0000</pubDate>
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		<description>Carissimos, gosto muito de vocês os dois, mas a ideia da migração parece-me excelente. É que estão a monopolizar esta caixa de comentários com o vosso diálogo (sim, já nem é extensível a outros, é mesmo a dois), e vamos na bela soma de 70 comentários. 
Eu ainda vos responderei mais tarde. Mas, se quiserem ficar...
(Ezequiel: linhadeconta@hotmail.com. Pode ser que percas o mindinho, ou não. Pode ser que te diga o que é que acho da candidatura do Obama...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carissimos, gosto muito de vocês os dois, mas a ideia da migração parece-me excelente. É que estão a monopolizar esta caixa de comentários com o vosso diálogo (sim, já nem é extensível a outros, é mesmo a dois), e vamos na bela soma de 70 comentários.<br />
Eu ainda vos responderei mais tarde. Mas, se quiserem ficar&#8230;<br />
(Ezequiel: <a href="mailto:&#x6c;&#x69;&#x6e;&#x68;&#x61;&#x64;&#x65;&#x63;&#x6f;&#x6e;&#x74;&#x61;&#x40;&#x68;&#x6f;&#x74;&#x6d;&#x61;&#x69;&#x6c;&#x2e;&#x63;&#x6f;&#x6d;"><span class="oe_textdirection">&#x6d;&#x6f;&#x63;&#x2e;&#x6c;&#x69;&#x61;&#x6d;&#x74;&#x6f;&#x68;<span class="oe_displaynone">null</span>&#x40;&#x61;&#x74;&#x6e;&#x6f;&#x63;&#x65;&#x64;&#x61;&#x68;&#x6e;&#x69;&#x6c;</span></a>. Pode ser que percas o mindinho, ou não. Pode ser que te diga o que é que acho da candidatura do Obama&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2600</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 10:28:27 +0000</pubDate>
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		<description>Correcção: &quot;e é verdade também que o Blair sem ela seria SEMPRE MENOS do que é hoje&quot;. Se &quot;pouco&quot;, &quot;muito pouco&quot;, &quot;assim assim&quot;, &quot;assim não&quot; ou outra coisa qualquer, é um MISTÉRIO insondável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Correcção: &#8220;e é verdade também que o Blair sem ela seria SEMPRE MENOS do que é hoje&#8221;. Se &#8220;pouco&#8221;, &#8220;muito pouco&#8221;, &#8220;assim assim&#8221;, &#8220;assim não&#8221; ou outra coisa qualquer, é um MISTÉRIO insondável.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2599</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 10:26:51 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Quando falei da Maggie, falei de uma Grande Mulher, que desempenhou as funções de PM melhor do que 10 Blairs e 20 Browns juntos. Tinha TOMATOS. Fez o que teve que fazer para o bem comum, contra tudo e contra todos e, pelo caminho, ainda teve tempo para dar uma sova nos Argies. Percebes!&quot;

É uma grande mulher, sem dúvida, e é verdade também que o Blair sem ela seria pouco. COntudo, o que sabes bem é que é impossível fazer o contrafactual de pensar no que seria Blair SEM ter havido antes uma Tatcher. O que temos é o que temos, pal! E o BLair é um grande homem e um grande Mr. Prime Minister. E o nosso Sócrates, que até tem algumas qualidades, não tem NADA a ver com o Blair. (Mas não vamos agora falar de política nacional, I hope).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quando falei da Maggie, falei de uma Grande Mulher, que desempenhou as funções de PM melhor do que 10 Blairs e 20 Browns juntos. Tinha TOMATOS. Fez o que teve que fazer para o bem comum, contra tudo e contra todos e, pelo caminho, ainda teve tempo para dar uma sova nos Argies. Percebes!&#8221;</p>
<p>É uma grande mulher, sem dúvida, e é verdade também que o Blair sem ela seria pouco. COntudo, o que sabes bem é que é impossível fazer o contrafactual de pensar no que seria Blair SEM ter havido antes uma Tatcher. O que temos é o que temos, pal! E o BLair é um grande homem e um grande Mr. Prime Minister. E o nosso Sócrates, que até tem algumas qualidades, não tem NADA a ver com o Blair. (Mas não vamos agora falar de política nacional, I hope).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2598</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 10:23:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2598</guid>
		<description>Ezequiel: discordo de quase tudo o que escreveste, e acho até que não entendeste bem o meu ponto, my fault for sure. Concordo com a parte inicial do teu comentário, sobre a democracia liberal, discordo das restantes partes, ou seja, respondo SIM à primeira parte, NÃO à segunda. Mas ouve lá: e se &quot;migrássemos&quot; para o Metablog ou outro sítio qualquer para discutir isto. É que se eu te respondo à letra (agora não posso, maybe later), nunca mais saímos daqui e se calhar estamos a chatear alguém.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel: discordo de quase tudo o que escreveste, e acho até que não entendeste bem o meu ponto, my fault for sure. Concordo com a parte inicial do teu comentário, sobre a democracia liberal, discordo das restantes partes, ou seja, respondo SIM à primeira parte, NÃO à segunda. Mas ouve lá: e se &#8220;migrássemos&#8221; para o Metablog ou outro sítio qualquer para discutir isto. É que se eu te respondo à letra (agora não posso, maybe later), nunca mais saímos daqui e se calhar estamos a chatear alguém.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2595</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 05:37:29 +0000</pubDate>
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		<description>The best university in the world.

http://www.cnewyork.net/NY/browsereng.php?first=NO&amp;int_nb_photos=76&amp;int_nb_pages=1&amp;int_no_page=1&amp;directory=BrooklynBridge&amp;cpt_imgi=59</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>The best university in the world.</p>
<p><a href="http://www.cnewyork.net/NY/browsereng.php?first=NO&#038;int_nb_photos=76&#038;int_nb_pages=1&#038;int_no_page=1&#038;directory=BrooklynBridge&#038;cpt_imgi=59" rel="nofollow">http://www.cnewyork.net/NY/browsereng.php?first=NO&#038;int_nb_photos=76&#038;int_nb_pages=1&#038;int_no_page=1&#038;directory=BrooklynBridge&#038;cpt_imgi=59</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2594</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 05:18:53 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;A política tem dois ingredientes fulcrais: serviço público e poder.&quot; 

reductio ad absurdum

-------qt à Thatcher e a Blair, não retiro uma virgulazinha: Blair was, and is, plastic (like his equally plastiky pell, Clinton). Quais foram as suas grandes reformas?? O Bank of England foi autonomizado. Boa!  A ideia foi de Maggie. Os investimentos na educação e no NHS?  Quem foi que criou as condições de gestação de riqueza que permitiram a Blair distribuir goodies??? Quem foi que falou em criar uma nação de &quot;pequenos empresários&quot; que subsituissem os milhares de mineiros e working class analfabetos?  Quando falei da Maggie, falei de uma Grande Mulher, que desempenhou as funções de PM melhor do que 10 Blairs e 20 Browns juntos. Tinha TOMATOS. Fez o que teve que fazer para o bem comum, contra tudo e contra todos e, pelo caminho, ainda teve tempo para dar uma sova nos Argies.  Percebes!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A política tem dois ingredientes fulcrais: serviço público e poder.&#8221; </p>
<p>reductio ad absurdum</p>
<p>&#8212;&#8212;-qt à Thatcher e a Blair, não retiro uma virgulazinha: Blair was, and is, plastic (like his equally plastiky pell, Clinton). Quais foram as suas grandes reformas?? O Bank of England foi autonomizado. Boa!  A ideia foi de Maggie. Os investimentos na educação e no NHS?  Quem foi que criou as condições de gestação de riqueza que permitiram a Blair distribuir goodies??? Quem foi que falou em criar uma nação de &#8220;pequenos empresários&#8221; que subsituissem os milhares de mineiros e working class analfabetos?  Quando falei da Maggie, falei de uma Grande Mulher, que desempenhou as funções de PM melhor do que 10 Blairs e 20 Browns juntos. Tinha TOMATOS. Fez o que teve que fazer para o bem comum, contra tudo e contra todos e, pelo caminho, ainda teve tempo para dar uma sova nos Argies.  Percebes!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2592</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 03:22:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2592</guid>
		<description>Estou mesmo chato.

Tiago..ja reparaste no labirinto sinuoso onde foste parar: motivação, capacidade, a relação entre elas bla bla bla ..um individuo motivado sem capacidades é um coitado...um com capacidades sem motivação....Pára! tu nunca mais sais daqui! Estamos a falar apenas, e só, de maximizar o acesso de pessoas capazes e motivadas que, por circunstancias diversas, não conseguem aceder aos lugares a que pertencem. Eu nunca abdicaria do conceito de mérito. Mas também não abdico do conceito de justiça e, como nasty little pragmatist that I am, I do know that there are many injustices in this world.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou mesmo chato.</p>
<p>Tiago..ja reparaste no labirinto sinuoso onde foste parar: motivação, capacidade, a relação entre elas bla bla bla ..um individuo motivado sem capacidades é um coitado&#8230;um com capacidades sem motivação&#8230;.Pára! tu nunca mais sais daqui! Estamos a falar apenas, e só, de maximizar o acesso de pessoas capazes e motivadas que, por circunstancias diversas, não conseguem aceder aos lugares a que pertencem. Eu nunca abdicaria do conceito de mérito. Mas também não abdico do conceito de justiça e, como nasty little pragmatist that I am, I do know that there are many injustices in this world.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2591</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 03:17:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2591</guid>
		<description>Além disso, (que me perdoam a insistencia) não existe um nexo causal absoluto entre preferencias e capacidades. Penso que é impossivel prever ou medir capacidades. (sim, considero as universidades uma trivialidade-apesar de passar a vida nelas) A única forma de se medir capacidades é no desempenho real de acções(cognitivas, empiricas etc). Pure pragmatism!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Além disso, (que me perdoam a insistencia) não existe um nexo causal absoluto entre preferencias e capacidades. Penso que é impossivel prever ou medir capacidades. (sim, considero as universidades uma trivialidade-apesar de passar a vida nelas) A única forma de se medir capacidades é no desempenho real de acções(cognitivas, empiricas etc). Pure pragmatism!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2590</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 03:06:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2590</guid>
		<description>Nunca ouvi falar de um mediocre que tenha entrado em Harvard pela via das quotas. O critério méritocratico, se for adequadamente configurado (leia-se: institucionalmente) não é contrário ao ideal igualitário (e vice versa). E temos que considerar um aspecto imponderável. O pluralismo radical pode ser um grave problema (i.e.legitimização) mas também encerra um potencial imenso, infinito até. A meu ver, este é o factor essencial que explica o sucesso dos EUA. Todos tem que ser representados. Este é um imperativo estrutural da polis que vai muito além de considerações de preferencias, estratégias etc. THIS IS the domain of POLITICAL PHILOSOPHY!: To organize a multiplicity in an harmonious and productive manner. It is an art. Not a science.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca ouvi falar de um mediocre que tenha entrado em Harvard pela via das quotas. O critério méritocratico, se for adequadamente configurado (leia-se: institucionalmente) não é contrário ao ideal igualitário (e vice versa). E temos que considerar um aspecto imponderável. O pluralismo radical pode ser um grave problema (i.e.legitimização) mas também encerra um potencial imenso, infinito até. A meu ver, este é o factor essencial que explica o sucesso dos EUA. Todos tem que ser representados. Este é um imperativo estrutural da polis que vai muito além de considerações de preferencias, estratégias etc. THIS IS the domain of POLITICAL PHILOSOPHY!: To organize a multiplicity in an harmonious and productive manner. It is an art. Not a science.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2589</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 02:45:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2589</guid>
		<description>Caro Tiago,

Não será dificil rebater estes argumentos, com ou sem copos. Já agora, vou abrir uma garrafinha de Porto. 
 
Começemos pelo principio, clarificando a tese inicial dos 50/50. Presumo, penso que correctamente,  que as mulheres são um &quot;grupo&quot; desfavorecido e marginalizado em Portugal. A participação, um imperativo que é inerente ao ethos democrático, serve de background normativo geral. Isto é, a desproporcionalidade, ou a marginalização, é inconsistente com os principios constitutivos da democracia-LIBERAL. Este é um argumento geral, de natureza filosófica, que não contempla a objecção que levantas acerca da suposta &quot;natureza&quot; das preferências. Mas não é irrelevante, longe disso.  Além disso, o 50/50 refere-se também à igualdade, sempre relativa, de condições (um imperativo utopico, no doubt, mas não menos necessário e éticamente justificável por isso)

 Se para posição x no parlamento (por exemplo), a y(mulher) tiver capacidades semelhantes e mérito comparável (medir capacidades etc é sempre dificil, mas pronto) ao z (homem)e se a distribuição demográfica for de 50/50 (pelos vistos, tanto quanto sei, há mais mulheres do que homens, logo a equação teria que quer configurada) então deverá ser um dos membros do grupo sub representado que ocupa a posição. Repara que aqui não se perverte o mérito. O critério do mérito mantem-se impoluto e éticamente justificável. Seria, no minimo insensato, supor que podemos legislar acerca das &quot;vontades&quot; e das &quot;motivações.&quot; Não vivemos num sistema totalitário. 

Qaunto às preferencias. Lamento teres invocado este conceito tão caro dos economistas, especialmente da social choice-ou rational choice, por quem eu sinto uma profunda repulsa filosófica. Já me habituei a lidar com economistas. Porque será que é sempre deprimente ouvir-vos falar sobre política?  Existe uma perigosa tentação absolutista nas &quot;ciencias (ditas) sociais&quot;, como a economia, a psicologia etc. (esta é uma observação mt generalizada acerca do modus vivendi epistemológico destas jovens disciplinas errantes...um certo nouveaux richisme interpretativo, uma ambição desmedida de conquistar a verdade inquestionável, a todo o custo. Talvez tenha sido por isso que optei pela filosofia quando decidi estudar.  Mas, sem perder o rumo da coisa, voltemos às tuas queridas preferencias) 

1) Gostaria que me apresentasses os estudos  onde se afirma que as preferencias variam entre homens e mulheres e que o factor determinante CAUSAL que explica a variabilidade é o género. (estou certo que existem, apenas gostaria de os ler)  

2) Iria mais longe: Não me admiraria nada que as preferencias, no mundo pós-moderno dos nossos dias, variassem tanto inter-géneros como intra -géneros. Qual será o factor causal aqui?? (isto é, quando a variabilidade for maior, por exemplo, entre gerações do que entre géneros...podemos ampliar o angulo analitico....mantendo a premissa causal? )

3) A questão das preferencias não nos dá um royal access á questão mais ampla da natureza humana. Seria redutor defender a tese preferencias diferentes =naturezas diferentes. Por acaso,neste ponto, encontras um aliado: Eu acredito, de facto, que as mulheres SÃO diferentes dos homens. Seria mais do que uma chatice se não fossem. Seria trágico.  A verdade verdadinha é que ninguem consegue definir a natureza humana, seja através das preferencias, ou sensibilidades. Trata-se, portanto, de um mute point.  O que eu sei é que apesar das naturezas diferentes entre mulheres e homens, muitas delas conseguem desempenhar as posições que nos foram tradicionalmente consignadas (como nos serviços militares, burocracia, política etc) TÃO BEM COMO NÓS. Muitas melhor do que nós. Muitas pior do que nós..ad infinitum...  Não estás em terra firma, meu caro. Estás sobre areias movediças.  É evidente que existem diferenças e que as pessoas adaptar-se-ao às suas diferenças, ás diferenças dos outros, e às diferenças nos modos ontológicos, se me permites a petulancia. Não é isso que estamos a tratar. Isto não é engenharia social: eu não tenho que determinar que se x tem preferencia y para ir para posição z. Tudo isto acontece &quot;naturalmente&quot; e a melhor forma de maximizar a incorporação das diferenças no processo social (produtivo, cultural ect) é assegurar, a um meta-level ético estrutural, que se minimiza a marginalização, tanto quanto possivel. 

Já que estamos a contemplar o poder infinito do saber empirico: Em que jornal de economia é que leste que o poder atrai mais os homens??? Are you insane?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tiago,</p>
<p>Não será dificil rebater estes argumentos, com ou sem copos. Já agora, vou abrir uma garrafinha de Porto. </p>
<p>Começemos pelo principio, clarificando a tese inicial dos 50/50. Presumo, penso que correctamente,  que as mulheres são um &#8220;grupo&#8221; desfavorecido e marginalizado em Portugal. A participação, um imperativo que é inerente ao ethos democrático, serve de background normativo geral. Isto é, a desproporcionalidade, ou a marginalização, é inconsistente com os principios constitutivos da democracia-LIBERAL. Este é um argumento geral, de natureza filosófica, que não contempla a objecção que levantas acerca da suposta &#8220;natureza&#8221; das preferências. Mas não é irrelevante, longe disso.  Além disso, o 50/50 refere-se também à igualdade, sempre relativa, de condições (um imperativo utopico, no doubt, mas não menos necessário e éticamente justificável por isso)</p>
<p> Se para posição x no parlamento (por exemplo), a y(mulher) tiver capacidades semelhantes e mérito comparável (medir capacidades etc é sempre dificil, mas pronto) ao z (homem)e se a distribuição demográfica for de 50/50 (pelos vistos, tanto quanto sei, há mais mulheres do que homens, logo a equação teria que quer configurada) então deverá ser um dos membros do grupo sub representado que ocupa a posição. Repara que aqui não se perverte o mérito. O critério do mérito mantem-se impoluto e éticamente justificável. Seria, no minimo insensato, supor que podemos legislar acerca das &#8220;vontades&#8221; e das &#8220;motivações.&#8221; Não vivemos num sistema totalitário. </p>
<p>Qaunto às preferencias. Lamento teres invocado este conceito tão caro dos economistas, especialmente da social choice-ou rational choice, por quem eu sinto uma profunda repulsa filosófica. Já me habituei a lidar com economistas. Porque será que é sempre deprimente ouvir-vos falar sobre política?  Existe uma perigosa tentação absolutista nas &#8220;ciencias (ditas) sociais&#8221;, como a economia, a psicologia etc. (esta é uma observação mt generalizada acerca do modus vivendi epistemológico destas jovens disciplinas errantes&#8230;um certo nouveaux richisme interpretativo, uma ambição desmedida de conquistar a verdade inquestionável, a todo o custo. Talvez tenha sido por isso que optei pela filosofia quando decidi estudar.  Mas, sem perder o rumo da coisa, voltemos às tuas queridas preferencias) </p>
<p>1) Gostaria que me apresentasses os estudos  onde se afirma que as preferencias variam entre homens e mulheres e que o factor determinante CAUSAL que explica a variabilidade é o género. (estou certo que existem, apenas gostaria de os ler)  </p>
<p>2) Iria mais longe: Não me admiraria nada que as preferencias, no mundo pós-moderno dos nossos dias, variassem tanto inter-géneros como intra -géneros. Qual será o factor causal aqui?? (isto é, quando a variabilidade for maior, por exemplo, entre gerações do que entre géneros&#8230;podemos ampliar o angulo analitico&#8230;.mantendo a premissa causal? )</p>
<p>3) A questão das preferencias não nos dá um royal access á questão mais ampla da natureza humana. Seria redutor defender a tese preferencias diferentes =naturezas diferentes. Por acaso,neste ponto, encontras um aliado: Eu acredito, de facto, que as mulheres SÃO diferentes dos homens. Seria mais do que uma chatice se não fossem. Seria trágico.  A verdade verdadinha é que ninguem consegue definir a natureza humana, seja através das preferencias, ou sensibilidades. Trata-se, portanto, de um mute point.  O que eu sei é que apesar das naturezas diferentes entre mulheres e homens, muitas delas conseguem desempenhar as posições que nos foram tradicionalmente consignadas (como nos serviços militares, burocracia, política etc) TÃO BEM COMO NÓS. Muitas melhor do que nós. Muitas pior do que nós..ad infinitum&#8230;  Não estás em terra firma, meu caro. Estás sobre areias movediças.  É evidente que existem diferenças e que as pessoas adaptar-se-ao às suas diferenças, ás diferenças dos outros, e às diferenças nos modos ontológicos, se me permites a petulancia. Não é isso que estamos a tratar. Isto não é engenharia social: eu não tenho que determinar que se x tem preferencia y para ir para posição z. Tudo isto acontece &#8220;naturalmente&#8221; e a melhor forma de maximizar a incorporação das diferenças no processo social (produtivo, cultural ect) é assegurar, a um meta-level ético estrutural, que se minimiza a marginalização, tanto quanto possivel. </p>
<p>Já que estamos a contemplar o poder infinito do saber empirico: Em que jornal de economia é que leste que o poder atrai mais os homens??? Are you insane?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Matos Pires</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2588</link>
		<dc:creator>Ana Matos Pires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:43:20 +0000</pubDate>
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		<description>Uma gaja vai a um jantar profissional e é isto! Tenho que preparar uma apresentação para amanhã... mas não perdem pela demora!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma gaja vai a um jantar profissional e é isto! Tenho que preparar uma apresentação para amanhã&#8230; mas não perdem pela demora!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2587</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:34:08 +0000</pubDate>
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		<description>É que há outra coisa que não podemos esquecer: todo o trabalho resulta de duas coisas:

i) capacidades

ii) motivação

Um tipo cheio de capacidades mas sem motivação não vai longe. Um tipo, ainda que muito motivado, mas sem grandes capacidades, não vai longe. Ambas têm efeitos positivos no resultado do trabalho. NA política, como noutros trabalhos ou profissões, o resultado depende da motivação do agente político e da sua capacidade. Assumindo que as capacidades de homens e mulheres são iguais (é uma HIPÓTESE para um ARGUMENTO, NÃO estou a dizer que são), se a motivação das mulheres for maior, é BOM que haja mais mulheres. No caso da política, claro que há motivações boas e más. Mas, repito, eu não estou a opinar, estou apenas a propôr aquele que julgo ser o framework correcto para analisar a questão de forma serena. 

Não nos devemos esquecer das preferências e da motivação de cada pessoa para cada trabalho. Acresce que o mérito também depende, claro, não só da capacidade da pessoa, mas da motivação, da entrega, da dedicação ao que está em causa. 

ii)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É que há outra coisa que não podemos esquecer: todo o trabalho resulta de duas coisas:</p>
<p>i) capacidades</p>
<p>ii) motivação</p>
<p>Um tipo cheio de capacidades mas sem motivação não vai longe. Um tipo, ainda que muito motivado, mas sem grandes capacidades, não vai longe. Ambas têm efeitos positivos no resultado do trabalho. NA política, como noutros trabalhos ou profissões, o resultado depende da motivação do agente político e da sua capacidade. Assumindo que as capacidades de homens e mulheres são iguais (é uma HIPÓTESE para um ARGUMENTO, NÃO estou a dizer que são), se a motivação das mulheres for maior, é BOM que haja mais mulheres. No caso da política, claro que há motivações boas e más. Mas, repito, eu não estou a opinar, estou apenas a propôr aquele que julgo ser o framework correcto para analisar a questão de forma serena. </p>
<p>Não nos devemos esquecer das preferências e da motivação de cada pessoa para cada trabalho. Acresce que o mérito também depende, claro, não só da capacidade da pessoa, mas da motivação, da entrega, da dedicação ao que está em causa. </p>
<p>ii)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2586</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:23:30 +0000</pubDate>
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		<description>Adenda: nao terminei uma longa frase atrás, por revisão não re-revista:

&quot;Posso até ser a favor de “algumas” quotas, mas quando vejo o argumento do 50-50, (...) de igual “preferência relativa” entre essa actividade e outras actividades alternativas, FICO DE CABELOS EM PÉ&quot;.

(O efeito exterior disto, claro, é começar a usar capitulares, o que é desagradável, reconheço - e por isso me penitencio desde JÁ).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adenda: nao terminei uma longa frase atrás, por revisão não re-revista:</p>
<p>&#8220;Posso até ser a favor de “algumas” quotas, mas quando vejo o argumento do 50-50, (&#8230;) de igual “preferência relativa” entre essa actividade e outras actividades alternativas, FICO DE CABELOS EM PÉ&#8221;.</p>
<p>(O efeito exterior disto, claro, é começar a usar capitulares, o que é desagradável, reconheço &#8211; e por isso me penitencio desde JÁ).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2585</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:20:33 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;O argumento de que as quotas pervertem o critério do mérito é ridiculo. Existem milhares de donzelas cambativas e inteligentes que merecem o 50/50.&quot; 

Pode ser ridículo, mas não certamente, pelo menos não de forma &quot;suficiente&quot;, pelo que expões logo a seguir.

E que é isso da Tatcher e do Blair? Já estás a misturar tudo... eu também gosto de alguma galhofa, mas pegar em exemplos individuais para supostamente generalizar é muiiiiiiito perigoso. Diria mesmo mais: é potencialmente muito falacioso. Mas isso sabes tu melhor do que eu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O argumento de que as quotas pervertem o critério do mérito é ridiculo. Existem milhares de donzelas cambativas e inteligentes que merecem o 50/50.&#8221; </p>
<p>Pode ser ridículo, mas não certamente, pelo menos não de forma &#8220;suficiente&#8221;, pelo que expões logo a seguir.</p>
<p>E que é isso da Tatcher e do Blair? Já estás a misturar tudo&#8230; eu também gosto de alguma galhofa, mas pegar em exemplos individuais para supostamente generalizar é muiiiiiiito perigoso. Diria mesmo mais: é potencialmente muito falacioso. Mas isso sabes tu melhor do que eu.</p>
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	<item>
		<title>Por: Tiago Mendes</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2584</link>
		<dc:creator>Tiago Mendes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:18:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2584</guid>
		<description>Ezequiel: isso das quotas 50-50 à pedrada é charme ou estás mesmo com os copos?... De facto, defender isso na tua &quot;freguesia&quot; não deve ser fácil. Só reforço um ponto que já fiz anteriormente: os homens e as mulheres são diferentes, os homens e as mulheres têm PREFERÊNCIAS diferentes. Não necessariamente diferentes em tudo, mas possivelmente apenas em algumas coisas. E falo, naturalmente, de um ponto de vista social, isto é, do &quot;agregado&quot;, ou ainda, &quot;em média&quot;. Não falo de ninguém em particular, mas como cientista social.

Achar que o &quot;ideal&quot; é ter 50-50 no Parlamento é tão despropositado ou irrealista como achar que é &quot;ideal&quot; ter 50-50 na polícia, nos bombeiros, nos jardins infantis, nas universidades, nos cabeleireiros, etc., etc. Não estou, com esta lista que saiu de rajada, sem censura póstuma, a rotular nada. Estou apenas a dizer que os dois sexos têm - felizmente - preferências diferentes e que é natural que isso RESULTE numa representação DESPROPORCIONAL de homens e mulheres em profissões DIFERENTES. Posso até ser a favor de &quot;algumas&quot; quotas, mas quando vejo o argumento do 50-50, da repartição exactamente igual entre homens e mulheres, a que subjaz não só a hipótese (que politicamente aceito, ainda que não necessariamente cientificamente, but possibly so, it&#039;s an open question) de IGUAL MÉRITO no desempenho desses cargos, mas também de IGUAL VONTADE de aceder a esses cargos, isto é, de igual &quot;preferência relativa&quot; entre essa actividade e outras actividades alternativas.

Talvez te lembres disto que publiquei em tempos no Metablog:

http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html

A política tem dois ingredientes fulcrais: serviço público e poder. No que concerne ao serviço público, não tenho dúvidas em achar que há mais mulheres que se sintam atraídas pela política por este motivo. (Não necessariamente muito mais, mas mais). O poder, claro, atrai muito mais os homens, como diz a primeira mulher coronel das Forças Armadas no post que menciono acima (e que é uma coisa tão óbvia que até custa escrevê-la, mas enfim). Globalmente, o poder é que tem maior poder de atracção (se infelizmente ou não, é outra questão), o que faz com que a política OBJECTIVAMENTE seja mais atraente para homens do que para mulheres.

Espero que, isto aceite, não haja feministas e Ezequiéis que queiram meter um chipzinho à força nas mulheres, à nascença ou durante a fase de crecimento, de modo a que elas venham a nutrir um IGUAL interesse pela política que os homens. Isso cheira-me a certos livros &quot;ideiais-futuristas&quot; abundantemente citados por aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ezequiel: isso das quotas 50-50 à pedrada é charme ou estás mesmo com os copos?&#8230; De facto, defender isso na tua &#8220;freguesia&#8221; não deve ser fácil. Só reforço um ponto que já fiz anteriormente: os homens e as mulheres são diferentes, os homens e as mulheres têm PREFERÊNCIAS diferentes. Não necessariamente diferentes em tudo, mas possivelmente apenas em algumas coisas. E falo, naturalmente, de um ponto de vista social, isto é, do &#8220;agregado&#8221;, ou ainda, &#8220;em média&#8221;. Não falo de ninguém em particular, mas como cientista social.</p>
<p>Achar que o &#8220;ideal&#8221; é ter 50-50 no Parlamento é tão despropositado ou irrealista como achar que é &#8220;ideal&#8221; ter 50-50 na polícia, nos bombeiros, nos jardins infantis, nas universidades, nos cabeleireiros, etc., etc. Não estou, com esta lista que saiu de rajada, sem censura póstuma, a rotular nada. Estou apenas a dizer que os dois sexos têm &#8211; felizmente &#8211; preferências diferentes e que é natural que isso RESULTE numa representação DESPROPORCIONAL de homens e mulheres em profissões DIFERENTES. Posso até ser a favor de &#8220;algumas&#8221; quotas, mas quando vejo o argumento do 50-50, da repartição exactamente igual entre homens e mulheres, a que subjaz não só a hipótese (que politicamente aceito, ainda que não necessariamente cientificamente, but possibly so, it&#8217;s an open question) de IGUAL MÉRITO no desempenho desses cargos, mas também de IGUAL VONTADE de aceder a esses cargos, isto é, de igual &#8220;preferência relativa&#8221; entre essa actividade e outras actividades alternativas.</p>
<p>Talvez te lembres disto que publiquei em tempos no Metablog:</p>
<p><a href="http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html" rel="nofollow">http://ometablog.blogspot.com/2005/03/primeira-tenente-coronel-das-foras.html</a></p>
<p>A política tem dois ingredientes fulcrais: serviço público e poder. No que concerne ao serviço público, não tenho dúvidas em achar que há mais mulheres que se sintam atraídas pela política por este motivo. (Não necessariamente muito mais, mas mais). O poder, claro, atrai muito mais os homens, como diz a primeira mulher coronel das Forças Armadas no post que menciono acima (e que é uma coisa tão óbvia que até custa escrevê-la, mas enfim). Globalmente, o poder é que tem maior poder de atracção (se infelizmente ou não, é outra questão), o que faz com que a política OBJECTIVAMENTE seja mais atraente para homens do que para mulheres.</p>
<p>Espero que, isto aceite, não haja feministas e Ezequiéis que queiram meter um chipzinho à força nas mulheres, à nascença ou durante a fase de crecimento, de modo a que elas venham a nutrir um IGUAL interesse pela política que os homens. Isso cheira-me a certos livros &#8220;ideiais-futuristas&#8221; abundantemente citados por aí.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2583</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:11:21 +0000</pubDate>
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		<description>correcção: foi a explicitação....(a minha prof de portugues do 9 ano de liceu deve estar inquieta para me puxar as orelhinhas)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>correcção: foi a explicitação&#8230;.(a minha prof de portugues do 9 ano de liceu deve estar inquieta para me puxar as orelhinhas)</p>
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	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2582</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:09:55 +0000</pubDate>
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		<description>Ou melhor, a terceira via foi o explicitar conceptual das mudanças estruturais da Maggie. Assim é mais correcto. As practicas antecedem quase sempre as ideias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou melhor, a terceira via foi o explicitar conceptual das mudanças estruturais da Maggie. Assim é mais correcto. As practicas antecedem quase sempre as ideias.</p>
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		<title>Por: aff</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2581</link>
		<dc:creator>aff</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:08:51 +0000</pubDate>
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		<description>Outra coisa, a igualdade de oportunidades inicial de que fala é &#039;relativa&#039; em relação a quê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Outra coisa, a igualdade de oportunidades inicial de que fala é &#8216;relativa&#8217; em relação a quê?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2579</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:06:27 +0000</pubDate>
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		<description>Pronto: Agora já podes &quot;votar&quot; no Obama! Join the winning team girl!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pronto: Agora já podes &#8220;votar&#8221; no Obama! Join the winning team girl!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: aff</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2578</link>
		<dc:creator>aff</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:04:13 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Marta, Stuart Mill era contra qualquer tipo de poder, masculino e feminino. Poder, é poder, no feminino continua a ser poder, mesmo contra as mulheres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Marta, Stuart Mill era contra qualquer tipo de poder, masculino e feminino. Poder, é poder, no feminino continua a ser poder, mesmo contra as mulheres.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-2/#comment-2577</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 01:03:45 +0000</pubDate>
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		<description>Marta, sem querer ser um pc irritante, condescendentee totó, devo te informar que sempre defendi as quotas para o nosso país. (bem, modéstia à parte, sou o maior defensor deste argumento na minha pequena freguesia...como diria o Michel F, preocupo-me com a &quot;micro politics.&quot;) O argumento de que as quotas pervertem o critério do mérito é ridiculo. Existem milhares de donzelas cambativas e inteligentes que merecem o 50/50. Vé lá o que a Baronesa Thatcher fez. Preparou a papinha toda para o sorridente Blair!  Foi ela que inventou a terceira via. :)


Tenho, felizmente, bons exemplos disto na minha familía...quando tiver uma filha...será uma SAS trooper, garantido! (Just kidding! :) )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marta, sem querer ser um pc irritante, condescendentee totó, devo te informar que sempre defendi as quotas para o nosso país. (bem, modéstia à parte, sou o maior defensor deste argumento na minha pequena freguesia&#8230;como diria o Michel F, preocupo-me com a &#8220;micro politics.&#8221;) O argumento de que as quotas pervertem o critério do mérito é ridiculo. Existem milhares de donzelas cambativas e inteligentes que merecem o 50/50. Vé lá o que a Baronesa Thatcher fez. Preparou a papinha toda para o sorridente Blair!  Foi ela que inventou a terceira via. <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tenho, felizmente, bons exemplos disto na minha familía&#8230;quando tiver uma filha&#8230;será uma SAS trooper, garantido! (Just kidding! <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  )</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: amok</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-1/#comment-2574</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 23:11:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2574</guid>
		<description>&lt;b&gt;Marta Rebelo «Mas para mudar mentalidades, costumes e situações, é mesmo necessária proactividade. »&lt;/b&gt;

...eu sei, eu entento, eu concordo!, mas....por vezes perde-se demasiado tempo com argumentos e menos com acções...eu diria antes: perde-se mais tempo com os &lt;i&gt;pró&#039;s&lt;/i&gt; e menos com a &lt;i&gt;actividade&lt;/i&gt;...;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Marta Rebelo «Mas para mudar mentalidades, costumes e situações, é mesmo necessária proactividade. »</b></p>
<p>&#8230;eu sei, eu entento, eu concordo!, mas&#8230;.por vezes perde-se demasiado tempo com argumentos e menos com acções&#8230;eu diria antes: perde-se mais tempo com os <i>pró&#8217;s</i> e menos com a <i>actividade</i>&#8230;;-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marta Rebelo</title>
		<link>http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/comment-page-1/#comment-2573</link>
		<dc:creator>Marta Rebelo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2007 23:05:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://5dias.net/2007/02/26/a-magnifica-reitora/#comment-2573</guid>
		<description>Ah, e Tiago, claro!
Estás a ver como as médias participativas se alteram a qualquer instante? Deixa lá o P&amp;A. Até ao comentário 60...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, e Tiago, claro!<br />
Estás a ver como as médias participativas se alteram a qualquer instante? Deixa lá o P&amp;A. Até ao comentário 60&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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