Fui à estranja. Comprei a imprensa local. Tropecei no Nouvel Observateur, vetusta publicação, com uma capa em forma de grito de alma: “Os intelectuais viram à direita”. Na pantalha apareciam destacados André Gluksmann e Bernard-Henry Lévy. Alguém avisa a redacção da revista que a notícia tem 30 anos.




A França está assim, infelizmente; o único consolo é que continua a comer-se bem.