Em dez, metade das citações da coluna Diz-se, do Público de hoje, foram retiradas de blogs. Exemplo de como a imprensa tradicional transformou a ameaça em aliado, o que Diana Andringa assinala no retornado e bem vindo Le Monde Diplomatique, edição portuguesa.
Diana Andringa, recebeu agora uma menção honrosa na Primeira Edição do Prémio de Jornalismo “Direitos Humanos, Tolerância e Luta contra a Discriminação na Comunicação Social”, promovido pela Comissão Nacional da UNESCO e pelo Instituto de Comunicação Social. O premiado vídeo “Era Uma Vez um Arrastão” foi divulgado exclusivamente pela Internet, com o objectivo de denunciar a farsa em torno de um um “arrastão” na Praia de Carcavelos, que nunca existiu.





Bem haja,Joaninha Amaral Dias!
é verdade pena que tudo tenha sido abafado……No nosso País há grandes jornalistas sensasionalistas na linha da frente e bons jornalistas como a Diana que são menosprezado…
bjos joaninha
Aí o arrastão não existiu?
Pois eu acho que existiu e não foi a primeira vez que isso aconteceu antes e depois. Obviamente que os de “esquerda” foram e são peritos em reescrever a História, mas deveria haver mais cuidado e menos descaramento nessas coisas. Passe a comparação exagerada, negar o “Holocausto” é crime na maior parte dos países.