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	<title>Comentários em: Žižek em pastilhas</title>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-448</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 23:46:35 +0000</pubDate>
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		<description>oops sorry!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oops sorry!</p>
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		<title>Por: Nuno Ramos de Almeida</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-447</link>
		<dc:creator>Nuno Ramos de Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 23:22:30 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ezequiel,
Obrigado pelos comentários, vou tentar responder quando chegar a Lisboa, embora como percebeste o artigo não é meu, é do Zizek, mas uma boa discussão argumentada é para todos.

Abraço,
Nuno</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ezequiel,<br />
Obrigado pelos comentários, vou tentar responder quando chegar a Lisboa, embora como percebeste o artigo não é meu, é do Zizek, mas uma boa discussão argumentada é para todos.</p>
<p>Abraço,<br />
Nuno</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-446</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 17:39:22 +0000</pubDate>
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		<description>oops, desculpa, esqueci-me de mencionar isto...

1- se o reconhecimento intersubjectivo (social) é constitutivo (?) da liberdade

2- se este reconhecimento só pode ser concretizado no contexto comunitário (a impossibilidade de evitar as tais condições-umas mais propicias á liberdade negativa do que outras)

3-como é que se pode falar da &quot;opção livre&quot;?? (a capacidade e as condiçoes da opção podem ser, de facto, propicias á liberdade...mas esta é sempre uma liberdade situada. Aliás, a liberdade da concepção negativa (ausencia de interf. externa) NÃO é a negação da liberdade situada (como os neo liberais tentam argumentar). A desiderata da ausencia de interf surgiu, historicamente, com a tentativa de libertação dos poderes autocraticos e repressivos. Ou seja, nega-se a interf, é certo, mas um DETERMINADO tipo de interferencia opressiva (Mill, o Papa do liberalismo defendia o intervencionismo, até a redistrib uição de riqueza, foi o primeiro a defender a emancipação das mulheres etc) . Os neo liberais usurparam esta tese e tentam transformar a não-interferencia (per si) num valor absoluto. Bem, já estou a ficar chato...sorry! 

Presumo que conheças os livros que aqui deixo mas como não posso ter a certeza deixo aqui as refs, de qq forma...

http://www.amazon.com/Struggle-Recognition-Conflicts-Studies-Contemporary/dp/0262581477/sr=1-2/qid=1162661045/ref=sr_1_2/103-7247178-0667827?ie=UTF8&amp;s=books

e, um dos meus favs,


http://www.amazon.com/Community-Nothing-Studies-Continental-Thought/dp/0253208521/sr=11-1/qid=1162661908/ref=sr_11_1/103-7247178-0667827

:) ciao,
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oops, desculpa, esqueci-me de mencionar isto&#8230;</p>
<p>1- se o reconhecimento intersubjectivo (social) é constitutivo (?) da liberdade</p>
<p>2- se este reconhecimento só pode ser concretizado no contexto comunitário (a impossibilidade de evitar as tais condições-umas mais propicias á liberdade negativa do que outras)</p>
<p>3-como é que se pode falar da &#8220;opção livre&#8221;?? (a capacidade e as condiçoes da opção podem ser, de facto, propicias á liberdade&#8230;mas esta é sempre uma liberdade situada. Aliás, a liberdade da concepção negativa (ausencia de interf. externa) NÃO é a negação da liberdade situada (como os neo liberais tentam argumentar). A desiderata da ausencia de interf surgiu, historicamente, com a tentativa de libertação dos poderes autocraticos e repressivos. Ou seja, nega-se a interf, é certo, mas um DETERMINADO tipo de interferencia opressiva (Mill, o Papa do liberalismo defendia o intervencionismo, até a redistrib uição de riqueza, foi o primeiro a defender a emancipação das mulheres etc) . Os neo liberais usurparam esta tese e tentam transformar a não-interferencia (per si) num valor absoluto. Bem, já estou a ficar chato&#8230;sorry! </p>
<p>Presumo que conheças os livros que aqui deixo mas como não posso ter a certeza deixo aqui as refs, de qq forma&#8230;</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Struggle-Recognition-Conflicts-Studies-Contemporary/dp/0262581477/sr=1-2/qid=1162661045/ref=sr_1_2/103-7247178-0667827?ie=UTF8&#038;s=books" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Struggle-Recognition-Conflicts-Studies-Contemporary/dp/0262581477/sr=1-2/qid=1162661045/ref=sr_1_2/103-7247178-0667827?ie=UTF8&#038;s=books</a></p>
<p>e, um dos meus favs,</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Community-Nothing-Studies-Continental-Thought/dp/0253208521/sr=11-1/qid=1162661908/ref=sr_11_1/103-7247178-0667827" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Community-Nothing-Studies-Continental-Thought/dp/0253208521/sr=11-1/qid=1162661908/ref=sr_11_1/103-7247178-0667827</a></p>
<p> <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  ciao,<br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-445</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 14:00:34 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Nuno,

Cá estou eu, depois de uma merecida e apreciada hibernação. 

Ao reler este artigo hoje de manhã, lembrei-me de Isaiah Berlin e a sua tese dos dois conceitos de liberdade: o positivo, que se refere á existencia de condições favoráveis á concretização da liberdade (um conceito mt próximo do conceito marxiano de liberdade-ou melhor-mt prox da interpretação dos presupostos existenciais necessarios para a liberdade marxiana)  e o negativo que se refere, simplesmente, à ausencia de obstrucção, de interferencia externa.  Como sabes, estas duas tendencias co-existem, com alguns probs, na tradição liberal e, ultimamente, em se vindo a degladiar. Não seria exagero afirmar que a positiva pertence á esquerda (liberal) e a negativa á direita republicana e neo liberal europeia. 

Seguindo o teu raciocinio, não percebo porque criticas os amish e não criticas a mulher muçulmana? Optas por criticar a &quot;nossa&quot; percepçao da mulher muçulmana, o que é válido sem dúvida...mas, não era isto que estava em discussão (o que estavas a discutir era a a natureza ( não emancipatória da relação da liberdade com a pertença comunitária, com a autenticidade)

Eu percebo que tu defenderias a existencia de condicoes de liberdade substantivas para as mulheres muçulmanas (as mesmas condiçoes que defenderias para os amish). Isto está implicito no que aqui escreves.  Mas, no caso da mulher muçulmana, apercebeste do que se pode perder (autenticidade da pertença comunitária) enquanto que no caso dos amish, ficamo-nos pelo  puto que não desfruta da liberdade na sua plenitude. Um pouco parcial, não achas? Penso que não deverias ter perdido o focus analitico e ter optado por o afrofundar em redor da questão essencial: a da relação da liberdade com condições de pertença que a podem perverter ou condicionar. Não sei o que se passa em Portugal, mas nos paises onde vivi, (EUA; Canada e GB) nunca assisti a um caso de uma mulher muçulmana que tivesse sido acusada de ser fundamentalista por usar um veu. Aliás, eu nem sequer sei se esta coisa do veu deve ser abordada com o vocabulário liberal da opção (da ideia de que escolhemos a partir de varias opções) Não sei se é esta a melhor forma de entender isto. 

Finalmente, as pressões sofisticadas a que o puto amish está sujeito (que causam a tal ansiedade que leva os putos a regressar cabisbaixos ao Papa e Mama amish) tb podem existir no caso da mulher muçulmana. Aliás, existem de forma bem mais penosa e por vezes cruel (o puto amish pode sempre regressar, mesmo que decida ir fornicar frenéticamente depois do tempo permitido enquanto que o direito de regresso das muçulmanas é bastante mais austero)

em conclusão: gostei muito, mas penso que teria sido ainda mais interessane se não tivesses perdido o rumo inicial da investigação (quando a coisa divaga para considerações sociologicas  sobre o chirac, os media etc...zig zag!)

Um grande abraço
Um bom sábado para ti
(vou esconder as minhs garrafinhas de ciroc para ver se não me visitam hoje, outra vez) :)
ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nuno,</p>
<p>Cá estou eu, depois de uma merecida e apreciada hibernação. </p>
<p>Ao reler este artigo hoje de manhã, lembrei-me de Isaiah Berlin e a sua tese dos dois conceitos de liberdade: o positivo, que se refere á existencia de condições favoráveis á concretização da liberdade (um conceito mt próximo do conceito marxiano de liberdade-ou melhor-mt prox da interpretação dos presupostos existenciais necessarios para a liberdade marxiana)  e o negativo que se refere, simplesmente, à ausencia de obstrucção, de interferencia externa.  Como sabes, estas duas tendencias co-existem, com alguns probs, na tradição liberal e, ultimamente, em se vindo a degladiar. Não seria exagero afirmar que a positiva pertence á esquerda (liberal) e a negativa á direita republicana e neo liberal europeia. </p>
<p>Seguindo o teu raciocinio, não percebo porque criticas os amish e não criticas a mulher muçulmana? Optas por criticar a &#8220;nossa&#8221; percepçao da mulher muçulmana, o que é válido sem dúvida&#8230;mas, não era isto que estava em discussão (o que estavas a discutir era a a natureza ( não emancipatória da relação da liberdade com a pertença comunitária, com a autenticidade)</p>
<p>Eu percebo que tu defenderias a existencia de condicoes de liberdade substantivas para as mulheres muçulmanas (as mesmas condiçoes que defenderias para os amish). Isto está implicito no que aqui escreves.  Mas, no caso da mulher muçulmana, apercebeste do que se pode perder (autenticidade da pertença comunitária) enquanto que no caso dos amish, ficamo-nos pelo  puto que não desfruta da liberdade na sua plenitude. Um pouco parcial, não achas? Penso que não deverias ter perdido o focus analitico e ter optado por o afrofundar em redor da questão essencial: a da relação da liberdade com condições de pertença que a podem perverter ou condicionar. Não sei o que se passa em Portugal, mas nos paises onde vivi, (EUA; Canada e GB) nunca assisti a um caso de uma mulher muçulmana que tivesse sido acusada de ser fundamentalista por usar um veu. Aliás, eu nem sequer sei se esta coisa do veu deve ser abordada com o vocabulário liberal da opção (da ideia de que escolhemos a partir de varias opções) Não sei se é esta a melhor forma de entender isto. </p>
<p>Finalmente, as pressões sofisticadas a que o puto amish está sujeito (que causam a tal ansiedade que leva os putos a regressar cabisbaixos ao Papa e Mama amish) tb podem existir no caso da mulher muçulmana. Aliás, existem de forma bem mais penosa e por vezes cruel (o puto amish pode sempre regressar, mesmo que decida ir fornicar frenéticamente depois do tempo permitido enquanto que o direito de regresso das muçulmanas é bastante mais austero)</p>
<p>em conclusão: gostei muito, mas penso que teria sido ainda mais interessane se não tivesses perdido o rumo inicial da investigação (quando a coisa divaga para considerações sociologicas  sobre o chirac, os media etc&#8230;zig zag!)</p>
<p>Um grande abraço<br />
Um bom sábado para ti<br />
(vou esconder as minhs garrafinhas de ciroc para ver se não me visitam hoje, outra vez) <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
ezequiel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: belchior</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-444</link>
		<dc:creator>belchior</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 10:43:24 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpe-me,mas o seu companheiro(?)Ivan Nunes deve fazer parte daquela &#039;esquerda&#039; que alinha com a escória da Humanidade ao balbuciar que as sandinistas vão a Cuba fazer abortos.Conforme pode ver no BE,onde você escreve vem uma artigo sobre daniel ortega e a sua traição aos valores dos oprimidos, ao aliar-se à direita.Porque é que esta gente supostamente &#039;bem pensante&#039; tem a inclinação a  mentir descaradamente.Ivan Nunes já pode ir pra o PSD que o parta e arranjar umas m(e)ordomias no arco da governação.Daí a pesporrência de não admitir comentários.
 Já vi isto demasiadas vezes e,&#039;amigos &#039; detes não interessam a ninguém</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe-me,mas o seu companheiro(?)Ivan Nunes deve fazer parte daquela &#8216;esquerda&#8217; que alinha com a escória da Humanidade ao balbuciar que as sandinistas vão a Cuba fazer abortos.Conforme pode ver no BE,onde você escreve vem uma artigo sobre daniel ortega e a sua traição aos valores dos oprimidos, ao aliar-se à direita.Porque é que esta gente supostamente &#8216;bem pensante&#8217; tem a inclinação a  mentir descaradamente.Ivan Nunes já pode ir pra o PSD que o parta e arranjar umas m(e)ordomias no arco da governação.Daí a pesporrência de não admitir comentários.<br />
 Já vi isto demasiadas vezes e,&#8217;amigos &#8216; detes não interessam a ninguém</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ezequiel</title>
		<link>http://5dias.net/2006/11/03/zizek-em-pastilhas/comment-page-1/#comment-441</link>
		<dc:creator>Ezequiel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2006 05:27:54 +0000</pubDate>
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		<description>Zizek em pastilhas! eh eh eh eh e :)

Caro Nuno, gostei muito deste post. Os meus parabens. Se me permites, gostaria de te pedir algumas clarificações.

Opção. Eu interpretei o que escreveste desta forma. Corrige-me se estiver errado: No caso dos amish a opção não é plenamente livre porque está sujeita a condições que pervertem a liberdade e a condicionalismos mais ou menos sofisticados...Aqui, pareces tentar dissociar a liberdade da pertença comunitária. Pareces invocar uma liberdade, como a que conhecemos, &quot;de decidir com base no pleno conhecimento e na experiência dos dois lados da opção...&quot; Bem, isto poderia significar o seguinte: ser amish aos fins de semana, ou ás quintas e sabados e um puto americano da Pensilvánia durante o resto da semana. Ora, como sabes, os Amish, como Amish, não permitem este tipo de leviandade (eh ehe he). Esta possibilidade assenta na premissa da dissolução, ou reconfiguração radical,  da identidade comunitária. Nada menos do que isto. O acto de .....aos 17 anos, é uma practica que é constitutiva da pertença amish.  (Note-se: não estou a defender isto, estou apenas a tentar compreender o que se passa aqui) Ou seja, a &quot;opção realmente livre&quot; significaria que um dos lados, ou possibilidades, da opção teria que ser profundamente alterado (logo, consquentemente, a equação seria distinta)

A meu ver, os rapazins amish nao desfrutam de uma opção formalmente livre porque existe um impecilho formal, o tempo, ou melhor,  a organização do tempo que se tem para decidir. É verdade que todas as opções estão sujeitas á tirania da temporalidade e, claro, da consequencia. 

Hoje, infelizmente, não disponho de muito tempo para abordar o que aqui apresentas, de forma mais meticulosa. Apenas isto. A tua caracterização das &quot;limitações da atitude liberal padrão&quot; (uumm, muito ambiguo..you are streching the net very wide mate! It is a good conceptual strategy, but what it affords in scope it lacks in depth) é algo duvidosa. Podes fazer o favor de clarificar o significado da &quot;atitude liberal padrão. &quot; Sugiro o seguinte: A concepção liberal contempla o expressivismo que não passa pela censura da intenção. O utilitarismo não emana de uma filosofia da intenção, mas de uma concepção utilitaria  da experiencia. Bom, mas antes de me precipitar e meter os pés na boca (o que não seria muito dificil, dado o estado lamentável em que me encontro-já experimentaste www.ciroc.com...yummmie damn damn yummmmiee!! )


Amanhã, com vostro permisso, depois de enviar os neurões para o gulag do inconsciente, gostaria miuto de escrver mais sobre isto. 

Mas, os meus parabens...very thought provoking indeed!!

um abraço, ezequiel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zizek em pastilhas! eh eh eh eh e <img src='http://5dias.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Caro Nuno, gostei muito deste post. Os meus parabens. Se me permites, gostaria de te pedir algumas clarificações.</p>
<p>Opção. Eu interpretei o que escreveste desta forma. Corrige-me se estiver errado: No caso dos amish a opção não é plenamente livre porque está sujeita a condições que pervertem a liberdade e a condicionalismos mais ou menos sofisticados&#8230;Aqui, pareces tentar dissociar a liberdade da pertença comunitária. Pareces invocar uma liberdade, como a que conhecemos, &#8220;de decidir com base no pleno conhecimento e na experiência dos dois lados da opção&#8230;&#8221; Bem, isto poderia significar o seguinte: ser amish aos fins de semana, ou ás quintas e sabados e um puto americano da Pensilvánia durante o resto da semana. Ora, como sabes, os Amish, como Amish, não permitem este tipo de leviandade (eh ehe he). Esta possibilidade assenta na premissa da dissolução, ou reconfiguração radical,  da identidade comunitária. Nada menos do que isto. O acto de &#8230;..aos 17 anos, é uma practica que é constitutiva da pertença amish.  (Note-se: não estou a defender isto, estou apenas a tentar compreender o que se passa aqui) Ou seja, a &#8220;opção realmente livre&#8221; significaria que um dos lados, ou possibilidades, da opção teria que ser profundamente alterado (logo, consquentemente, a equação seria distinta)</p>
<p>A meu ver, os rapazins amish nao desfrutam de uma opção formalmente livre porque existe um impecilho formal, o tempo, ou melhor,  a organização do tempo que se tem para decidir. É verdade que todas as opções estão sujeitas á tirania da temporalidade e, claro, da consequencia. </p>
<p>Hoje, infelizmente, não disponho de muito tempo para abordar o que aqui apresentas, de forma mais meticulosa. Apenas isto. A tua caracterização das &#8220;limitações da atitude liberal padrão&#8221; (uumm, muito ambiguo..you are streching the net very wide mate! It is a good conceptual strategy, but what it affords in scope it lacks in depth) é algo duvidosa. Podes fazer o favor de clarificar o significado da &#8220;atitude liberal padrão. &#8221; Sugiro o seguinte: A concepção liberal contempla o expressivismo que não passa pela censura da intenção. O utilitarismo não emana de uma filosofia da intenção, mas de uma concepção utilitaria  da experiencia. Bom, mas antes de me precipitar e meter os pés na boca (o que não seria muito dificil, dado o estado lamentável em que me encontro-já experimentaste <a href="http://www.ciroc.com...yummmie" rel="nofollow">http://www.ciroc.com&#8230;yummmie</a> damn damn yummmmiee!! )</p>
<p>Amanhã, com vostro permisso, depois de enviar os neurões para o gulag do inconsciente, gostaria miuto de escrver mais sobre isto. </p>
<p>Mas, os meus parabens&#8230;very thought provoking indeed!!</p>
<p>um abraço, ezequiel</p>
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